Leia um trecho de 'Humanoides'
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Leia um trecho de 'Humanoides'

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"Rodrigo Tomé desafia o pântano da hipocrisia social, condição desumana de servir e de ser servo em época de neoescravismo terceirizado do trabalho sujo. E existem os rotos. Destila seus olhos criacionais, suas feituras literais, e urra os horrores desses tempos insanos. Silêncios sem documentos? Sentimentos e contestações. Merleau-Ponty disse: “Um artista, um filósofo devem não apenar criar e exprimir, mas ainda despertar as experiências que a enraizarão nas outras consciências” Rodrigo Tomé conhece muito bem do oficio. Treino, talento, trabalho, purgação. O olhar diferenciado é dom que se exercita para apurar. Faz sua poesia brilhar contundências, ilustrar situações e conflitos, e, ainda assim e por isso mesmo, lixando feridas desses tempos tenebrosos. Vai longe assim, com sua poética contraditória, insurgente, contestatória, atrevida com qualidade de ver-sentir-refletir-(pensar). Arde a bendita chama da criação no seu fazer poético irônico-ferino, verdadeiro e condizente com poesia pura. Ler Rodrigo Tomé é contentar-se de sua lavra." - Silas Correa Leite

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