MÉTODO FRACIONADO INTERVALADO INTENSIVO ALÁTICO
EFEITO DOS MÉTODOS REPETITIVOS    1.Melhoria do mecanismo de regulação do    sistema cardiorrespiratório;    2.Melhoria do...
MÉTODOS PARA RESISTÊNCIA DE   CURTA DURAÇÃO - 35” a 2’    ⇒Método repetitivo;    ⇒Método intervalado intensivo;    ⇒Treina...
MÉTODOS PARA RESISTÊNCIA DE   MÉDIA DURAÇÃO - 2’ a 10’    ⇒Método repetitivo;    ⇒Método repetitivo;    ⇒Método intervalad...
MÉTODOS PARA RESISTÊNCIA DE   LONGA DURAÇÃO - > DE 10’  ⇒Métodos contínuos com intensidade  estável e variável (inclusive ...
TREINAMENTO DA RESISTÊNCIA EM   CRIANÇAS E ADOLESCENTES ADAPTAÇÕES AGUDAS AO EXERCÍCIO ⇒ Crianças são menos sensíveis ao c...
ADAPTAÇÕES CRÔNICAS AOTREINAMENTO DE RESISTÊNCIACrianças se adaptam igualmente aos  adultos ao treinamento aeróbio;
DESENVOLVIMENTO DACAPACIDADE AERÓBIA DURANTE A         PUBERDADE ⇒Aumento progressivo do VO2 max absoluto; ⇒Após o início ...
DIFERENÇAS ENTRE OS SEXOS       NO VO2 MAX1. Massa corporal magra;2. Concentração de hemoglobina;3. Concentração de testos...
CAPACIDADE ANAERÓBIA EM CRIANÇAS⇒ Problemas metodológicos da percepção deesforço em crianças;⇒ Maiores níveis de lactato m...
BASES METODOLÓGICAS PARA O  TREINAMENTO DA RESISTÊNCIA NA      INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA1. Objetiva a obtenção de uma boa re...
TREINAMENTO DA CAPACIDADEAERÓBIA PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE          (ACSM, 2000)  1.Melhora avaliada pelo consumo máximo  de ...
TREINAMENTO DA CAPACIDADEAERÓBIA PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE          (ACSM, 2000)   DURAÇÃO DO EXERCÍCIO   20 a 60 minutos de ...
TREINAMENTO DA CAPACIDADEAERÓBIA PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE          (ACSM, 2000)MODALIDADE DO EXERCÍCIO⇒Deve envolver grandes...
TREINAMENTO DA CAPACIDADEAERÓBIA PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE          (ACSM, 2000)   INTENSIDADE DO EXERCÍCIO   ⇒60 a 90% da FC...
TREINAMENTO DA CAPACIDADEAERÓBIA PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE          (ACSM, 2007)   COMBINAÇÃO DE FREQUÊNCIA, DURAÇÃO E       ...
TREINAMENTO DA CAPACIDADEAERÓBIA PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE          (ACSM, 2007)            NOVAS RECOMENDAÇÕES:•Quantidades ...
VELOCIDADE
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VELOCIDADETIPOS DE VELOCIDADE - Formas puras:•Velocidade de reação: é a capacidade de responder a um estímulo com umaação ...
VELOCIDADEPRINCÍPIOS PARA TREINAMENTO DA VELOCIDADE INTENSIDADE SUFICIENTE PARA ATINGIR OSOBJETIVOS CITADOS DURAÇÃO QUE ...
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VELOCIDADE  TREINAMENTO DA VELOCIDADE CÍCLICA/ACÍCLICATodas as formas de exercícios de saltos, saltitos, jogos e  corridas...
VELOCIDADE CORRIDAS:• com saltos elevando os joelhos alternadamente• com “partida lançada”• dribles - usado no futebol• l...
VELOCIDADE   MÉTODO VARIÁVEL: corridas com resistência aumentada (uma pessoa  segurando) alternadas com corridas normais...
VELOCIDADEMÉTODO DE MOVIMENTOS DE COMPETIÇÃO em competição os movimentos acontecem com velocidade máxima   devido aos nív...
VELOCIDADETREINAMENTO PARA A ACELERAÇÃO DE PARTIDA treinamento da técnica específica treinamento da força rápida (de par...
VELOCIDADE   MEIOS PARA O TREINAMENTO DA VELOCIDADE                    COM CRIANÇAS- competições de corrida- jogos de pers...
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Materia de treinamento parte 6

  1. 1. MÉTODO FRACIONADO INTERVALADO INTENSIVO ALÁTICO
  2. 2. EFEITO DOS MÉTODOS REPETITIVOS 1.Melhoria do mecanismo de regulação do sistema cardiorrespiratório; 2.Melhoria do mecanismo de regulação dos sistemas metabólicos; 3.Aumento nos estoques de CP e glicogênio musculares.
  3. 3. MÉTODOS PARA RESISTÊNCIA DE CURTA DURAÇÃO - 35” a 2’ ⇒Método repetitivo; ⇒Método intervalado intensivo; ⇒Treinamento em circuito; ⇒Método das competições.
  4. 4. MÉTODOS PARA RESISTÊNCIA DE MÉDIA DURAÇÃO - 2’ a 10’ ⇒Método repetitivo; ⇒Método repetitivo; ⇒Método intervalado intensivo; ⇒Método das competições ⇒Método em circuito.
  5. 5. MÉTODOS PARA RESISTÊNCIA DE LONGA DURAÇÃO - > DE 10’ ⇒Métodos contínuos com intensidade estável e variável (inclusive no limiar anaeróbio); ⇒Método repetitivo; ⇒Métodos intervalados intensivo e extensivo; ⇒Método das competições; ⇒Treinamento em circuito.
  6. 6. TREINAMENTO DA RESISTÊNCIA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES ADAPTAÇÕES AGUDAS AO EXERCÍCIO ⇒ Crianças são menos sensíveis ao calor (limiar de suor = aumentos de 0,2 a 0,4o C em adultos e 0,7o C em crianças; ⇒ Menor taxa de secreção de suor em crianças; ⇒ Indivíduos melhor aclimatados secretam suor menos concentrado; ⇒ FC máxima mais alta e atingida mais rapidamente em crianças; ⇒ O coração da criança é relativamente menor; ⇒ A criança se julga subjetivamente mais cansada no exercício mais intenso; ⇒ Crianças produzem menos lactato do que adultos
  7. 7. ADAPTAÇÕES CRÔNICAS AOTREINAMENTO DE RESISTÊNCIACrianças se adaptam igualmente aos adultos ao treinamento aeróbio;
  8. 8. DESENVOLVIMENTO DACAPACIDADE AERÓBIA DURANTE A PUBERDADE ⇒Aumento progressivo do VO2 max absoluto; ⇒Após o início da puberdade, aceleração do desenvolvimento em homens e estabilização em mulheres; ⇒Diferenças de até 50% entre homens e mulheres após 16 anos; ⇒Valores relativos do VO2 max estáveis em homens e declinam nas mulheres durante a puberdade; ⇒Desenvolvimento do VO2 max acompanha o desenvolvimento dos órgãos envolvidos.
  9. 9. DIFERENÇAS ENTRE OS SEXOS NO VO2 MAX1. Massa corporal magra;2. Concentração de hemoglobina;3. Concentração de testosterona(hemoglobina);4. Nível de atividades habituais.
  10. 10. CAPACIDADE ANAERÓBIA EM CRIANÇAS⇒ Problemas metodológicos da percepção deesforço em crianças;⇒ Maiores níveis de lactato muscular e sangüíneono decorres da puberdade;⇒ Redução nos níveis mínimos de pH apóstrabalho intenso;⇒ Menor atividade de enzimas glicolíticas;⇒ Maior atividade de enzimas oxidativas;⇒Menor concentração de adrenalina enoradrenalina após exercício em crianças.
  11. 11. BASES METODOLÓGICAS PARA O TREINAMENTO DA RESISTÊNCIA NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA1. Objetiva a obtenção de uma boa resistênciabásica;2. Utilizar de jogos e sessões de ginástica;3. A melhor treinabilidade ocorre aos 12-13 anosem meninas e aos 13-14 anos em meninos;4. Dar ênfase à abrangência e não à intensidade;5. Respeitar a individualidade biológica e grau dematuração.
  12. 12. TREINAMENTO DA CAPACIDADEAERÓBIA PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE (ACSM, 2000) 1.Melhora avaliada pelo consumo máximo de oxigênio VO2máx; 2.Aumentos no VO2máx variam de 5 a 30%; 3.Está relacionado com modalidade, freqüência, duração e intensidade do exercício;
  13. 13. TREINAMENTO DA CAPACIDADEAERÓBIA PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE (ACSM, 2000) DURAÇÃO DO EXERCÍCIO 20 a 60 minutos de atividade aeróbia contínua. FREQUÊNCIA DO EXERCÍCIO ⇒Para indivíduos com baixa capacidade funcional: 1 a 2 sessões/dia (mínimo 10 min); ⇒Para indivíduos com boa capacidade funcional: 3 a 5 sessões/semana.
  14. 14. TREINAMENTO DA CAPACIDADEAERÓBIA PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE (ACSM, 2000)MODALIDADE DO EXERCÍCIO⇒Deve envolver grandes grupos musculares;⇒Deve ser realizado por período de tempo prolongado;⇒Grupos de atividades:1. Atividades que podem ser prontamente mantidas a umaintensidade e a variação individual quanto ao dispêndio deenergia são baixos (caminhar, correr, pedalar);2. Atividades em que a taxa de dispêndio de energia estáaltamente relacionada com habilidade (natação, remo, esqui);3. Atividades nas quais tanto a habilidade quanto aintensidade do exercício são muito variáveis (esportes comraquete, basquete, vôlei, etc.).
  15. 15. TREINAMENTO DA CAPACIDADEAERÓBIA PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE (ACSM, 2000) INTENSIDADE DO EXERCÍCIO ⇒60 a 90% da FC máx ou 50 a 85% do VO2máx ou da FC de reserva. ⇒Fatores a considerar: 1. Nível individual de aptidão; 2. Presença de medicamentos que influenciam na FC; 3. Risco de lesão ortopédica ou cardiovascular; 4. Preferências individuais para o exercício; 5. Objetivos do programa individual.
  16. 16. TREINAMENTO DA CAPACIDADEAERÓBIA PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE (ACSM, 2007) COMBINAÇÃO DE FREQUÊNCIA, DURAÇÃO E INTENSIDADE:•30 min intensidade moderada 5 dias/semana ou•20 min intensidade vigorosa 3 dias/semana ou•Combinação 2 dias de cada;
  17. 17. TREINAMENTO DA CAPACIDADEAERÓBIA PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE (ACSM, 2007) NOVAS RECOMENDAÇÕES:•Quantidades maiores de atividade física que o mínimorecomendado promove maiores benefícios;•Atividade física de intensidade vigorosa (> de 6 MET)foi incluída;•Menor duração recomendada é de 10min em váriassessões;•Atividades de força muscular foi incluída como umaNECESSIDADE.
  18. 18. VELOCIDADE
  19. 19. VELOCIDADE “É a capacidade de - em razão damobilidade do sistema neuromuscular edo potencial da musculatura para odesenvolvimento da força - executarações motoras em curtos intervalos apartir das aptidões disponíveis docondicionamento”(FREY, 1977).
  20. 20. VELOCIDADETIPOS DE VELOCIDADE - Formas puras:•Velocidade de reação: é a capacidade de responder a um estímulo com umaação no menor tempo. Ex.: saídas no atletismo de velocidade, lutadores;•Velocidade de ação: é a capacidade de realizar movimentos acíclicos comvelocidade máxima e resistências baixas. Ex.: tênis de mesa, esgrima;•Velocidade de freqüência: é a capacidade de realizar movimentos cíclicos comvelocidades máximas com resistências baixas. Ex.: corrida de 100m rasos,ciclismo 200m;
  21. 21. VELOCIDADETIPOS DE VELOCIDADE - Formas puras:•Velocidade de reação: é a capacidade de responder a um estímulo com umaação no menor tempo. Ex.: saídas no atletismo de velocidade, lutadores;•Velocidade de ação: é a capacidade de realizar movimentos acíclicos comvelocidade máxima e resistências baixas. Ex.: tênis de mesa, esgrima;•Velocidade de freqüência: é a capacidade de realizar movimentos cíclicos comvelocidades máximas com resistências baixas. Ex.: corrida de 100m rasos,ciclismo 200m;
  22. 22. VELOCIDADEPRINCÍPIOS PARA TREINAMENTO DA VELOCIDADE INTENSIDADE SUFICIENTE PARA ATINGIR OSOBJETIVOS CITADOS DURAÇÃO QUE NÃO LEVE À REDUÇÃO DAVELOCIDADE EM CONSEQUÊNCIA DA FADIGA MÉTODO REPETITIVO VOLUME DE 5-10 REPETIÇÕES POR EXERCÍCIO DISTÂNCIA DE ACORDO COM O OBJETIVO AQUECIMENTO PRÉVIO
  23. 23. VELOCIDADE TREINAMENTO DA VELOCIDADE DE REAÇÃO VARIAR OS ESTÍMULOS (especificidade da modalidade) SONOROS - tiros; palmas, etc. ->corredores, nadadores VISUAIS - luzes; movimentos gerais e específicos de cada modalidade, TÁTEIS : REVEZAMENTOS (passagem do bastão) APARECIMENTO DE OBJETOS INESPERADOS AUMENTO DA VELOCIDADE DE OBJETOS DIMINUIÇÃO DA DISTÂNCIA TREINAMENTO DA OBSERVAÇÃO DAS AÇÕES PREPARATÓRIAS DO ADVERSÁRIO
  24. 24. VELOCIDADE TREINAMENTO DA VELOCIDADE CÍCLICA/ACÍCLICATodas as formas de exercícios de saltos, saltitos, jogos e corridas que “contenham certos aspectos em comum com a estrutura coordenativo-motora do esporte em questão.” os exercícios podem ser gerais ou específicos das diversas modalidades esportivas. necessário o domínio da técnica e estado ótimo de recuperação exercícios realizados à velocidade máxima ou submáxima duração curta, até 6 seg. não conter cargas adicionais ou até 5% do próprio peso.
  25. 25. VELOCIDADE CORRIDAS:• com saltos elevando os joelhos alternadamente• com “partida lançada”• dribles - usado no futebol• levantando os joelhos “skipping”.• mudança de cadência: 30m em velocidade máxima e 50m em ritmo livre• em descidas, que aumenta a necessidade de coordenação GOLPES E LANÇAMENTOS GIROS RÁPIDOS, ROTAÇÕES, VOLTAS, CAIR E LEVANTAR
  26. 26. VELOCIDADE MÉTODO VARIÁVEL: corridas com resistência aumentada (uma pessoa segurando) alternadas com corridas normais em subidas, plano e descidas:30m descida. / 30 m plano30 m subida. / 60 m plano  saltos (sequência metodológica ): 1 salto com carga adicional - 2-3 saltos sem carga - 2-3 saltos com carga - 4-6 saltos sem carga lançamentos - alternância dos pesos (sequência metodológica) : peso maior - peso normal - peso reduzido - peso normal
  27. 27. VELOCIDADEMÉTODO DE MOVIMENTOS DE COMPETIÇÃO em competição os movimentos acontecem com velocidade máxima devido aos níveis elevados de concentração e vontade necessário o domínio da técnica execução a velocidades médias e submáximas:6-20 repetições / 2-3 séries para principiantes / 3-6 séries para avançados execução a velocidades máximas e supramáximaspode-se facilitar as condições externas : pesos e implementos mais leves pode-se reduzir o peso corporal : ajuda de um companheiro e/ou implementos como nos saltos. usar condições mais difíceis : peso adicional ou implemento mais pesado : 1 repetição dificultada e 2-3 normais (1 série) , 4-10 séries redução do espaço de ação e/ou uma limitação temporal
  28. 28. VELOCIDADETREINAMENTO PARA A ACELERAÇÃO DE PARTIDA treinamento da técnica específica treinamento da força rápida (de partida- ver treinamento da força) saltos curtos e longostreinamento da força máxima dos músculos empregados no movimento e capacidade de produzir uma grande força em movimentos rápidos (potência)
  29. 29. VELOCIDADE MEIOS PARA O TREINAMENTO DA VELOCIDADE COM CRIANÇAS- competições de corrida- jogos de perseguição e captura - rouba bandeira- revezamentos, do tipo ir e voltar- jogos de reação e partida- “queimada”- corridas de perseguição : “pegador”- jogos de mudança de lugar: em círculo, segurandobastões no chão, soltar e pegar o do companheiro esuas variações.

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