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Dados em Estudos Organizacionais - Capítulo 3 e 4 do Handbook de EOs - Volume 2 - p. 63-92

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  • CAPITALISMO – fundamenta-se em:… SOCIALISMO – princípios fundamentais:…
  • Embora reconhecendo que os estudos sobre o papel dos dirigentes podem remontar às eras antiga e medieval, a maioria dos autores focalizou seus estudos na função dos gerentes ao longo do século XX. Entre eles destacam-se (Nogueira, 207, p. 87):
  • Embora reconhecendo que os estudos sobre o papel dos dirigentes podem remontar às eras antiga e medieval, a maioria dos autores focalizou seus estudos na função dos gerentes ao longo do século XX. Entre eles destacam-se (Nogueira, 207, p. 87):
  • Inicialmente, nesta seção introdutória, poderemos reproduzir as próprias palavras de Angeloni e Fernandez (2000, p. 1-2) quando afirmam que “a contextualização histórica da sociedade faz-se necessária para que possamos compreender as transformações ocorridas nas empresas, analisando as exigências de mudanças organizacionais que estas sofreram para se adequarem a cada nova prescrição da sociedade”.   Como bem lembraram estas mesmas autoras “alguns autores (Toffler, 1980; Lynck e Kordis, 1988 e Savage, 1996) descreveram as transformações da sociedade sob a forma de ondas. Segundo esses autores, uma onda se forma à medida que mudanças de valores, crenças e comportamentos se acumulam e são disseminados no interior das sociedades e entre as sociedades” (ANGELONI e FERNANDEZ, 2000, p. 2). Dessa forma, na Figura 1 abaixo, podemos identificar como uma real quebra de paradigmas - na sociedade e nas organizações - a própria passagem das velhas ondas do músculo (agrícola e industrial) para as novas ondas do cérebro (informação e conhecimento): Na figura acima podemos observar claramente as ondas de mudança, sua duração, a curva de informação que as acompanha e a separação entre ondas do músculo (agrícola e industrial) e do cérebro (informação e conhecimento). Também podemos notar uma nova onda de mudança ou uma nova era, denominada de conhecimento. Ainda citando estas duas autoras, ”vale ressaltar que não há um consenso dos teóricos com relação à denominação dessa nova era da sociedade e das organizações” (ANGELONI e FERNANDEZ, 2000, p. 2). ANGELONI, Maria Terezinha ; FERNANDES, Caroline Brito. Organizações do conhecimento : dos modelos à aplicação pratica. In: Encontro Nacional de Estudos Organizacionais, 2000, Curitiba. Anais do 1o Encontro Nacional de Estudos organizacionais, 2000. Disponível em: http://www.julitur.com.br/angelggc/artigos/9.pdf . Acesso em: 4 mai. 2011.
  • FONTE: Disciplina Gestão do Conhecimento Empresarial - Prof. Eduardo Giugliani Departamento de Engenharia de Produção - Faculdade de Engenharia, PUCRS http://www.systems-thinking.org/dikw/dikw.htm http://www.systems-thinking.org/kmgmt/kmgmt.htm Referência: Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC - Professor: Neri dos Santos
  • http://www.fuld.com/Company/bios/lfuld.html Leonard Fuld is a pioneer in the field of competitive intelligence. He has created many of the intelligence-gathering techniques currently used by corporations around the globe. Mr. Fuld was among the first four people to be named a Fellow of the Society of Competitive Intelligence Professionals (SCIP) and was awarded the Meritorious Award, the highest award offered by SCIP, in 1998. Mr. Fuld's company, Fuld & Company, founded in 1979, specializes in providing business intelligence to corporations to improve their decision-making for strategy, operations and tactical applications. His company has served over half the Fortune 500 companies as well as corporations around the world. Headquartered in Cambridge, MA, Fuld & Company Inc. also operates offices in London, England and Geneva, Switzerland. http://gicbrasil.wordpress.com/ Atualmente, Thomas Davenport é Presidente de Tecnologia da Informação e Gestão na Babson College – que ocupa o 1º lugar no ranking entre as escolas de empreendedorismo do mundo – onde leciona para MBAs e executivos sobre Análise e Tomada de Decisões. Vida Acadêmica: - 1976 Universidade de Trinity (San Antonio, TX) B.A. em Sociologia, magna cum laude. - 1979 da Universidade de Harvard (Cambridge, MA) M.A. em Sociologia - 1980 da Universidade de Harvard (Cambridge, MA) Ph.D. em Sociologia - 1982 da Universidade de Harvard (Cambridge, MA) Programa de Negócios para Ph.D. ‘s. Ícone da Gestão da Informação, Thomas Davenport já escreveu, foi co-autor e/ou editor de treze livros, incluindo os primeiros livros sobre alguns dos mais poderosos conceitos da gestão contemporânea, como: Competição Analítica; Reengenharia dos Processos de Negócio; Gestão do Conhecimento; Economia da Atenção; Abordagem Humana da Gestão da Informação. Este último conceito recebeu grande destaque com a publicação do livro “Information Ecology”, (Ecologia da Informação), editado pela Universidade de Oxford em 1977. Em sua obra, “Ecologia da Informação”, Davenport destaca os pontos estratégicos para as organizações possam se adaptar às mudanças proporcionadas pela Era da Informação, e deixa bem claro a grande importância do fator humano, da infra-estrutura e da comunicação para o sucesso das organizações.
  • http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65551999000100009 Paradigmas e Metodologias: Não Existe Pecado do Lado de Baixo do Equador“ Alexandre de P. Carrieri Talita R. da Luz Resumo: Este trabalho pretende verificar uma amostra da produção científica das Ciências Sociais, analisando-se a consistência teórico-metodológica de dissertações de cursos de mês-trado da UFMG: Sociologia, Ciência Política, Administração, Educação, Economia/Demogra- fia. Em seguida, o momento mais importante, enfocam-se as dissertações de Administração. Pressupõe-se que a teoria das organizações recebe influência marcante dos paradigmas so-ciológicos, podendo-se afirmar que é caudatária desses paradigmas. Situa-se a Administração no cenário das Ciências Sociais, partindo-se da consideração dos paradigmas destas Ciências, para examinar as metodologias e sua coerência com os paradigmas, enfatizando-se as metodologias utilizadas nas pesquisas administrativas, e verificando se elas estão adequadas ao paradigma escolhido. Ao final, observou-se que 34% das dissertações (17) utilizam dois ou mais paradigmas simultaneamente. Geralmente os autores citam que pretendem realizar uma pesquisa segundo determinado paradigma, contudo utilizam também autores de outros para-digmas. Na Administração fica claro que, não havendo uma formação epistemológica básica e forte, com o estudo dos principais paradigmas e seus autores, predomina uma "confusão" quando os mestrandos concebem suas pesquisas, com seus quadros teórico-metodológicos.
  • É pela interpretação dos dados para uma audiência que se mostra o alcance do propósito da pesquisa. Ainda para este autor, dados são representações , sugerem coisas que são representadas e “traduzidas” para que as pessoas possam compreender determinada realidade.
  • Isto é, as pesquisas privilegiam a construção de variáveis para a explicação dos fatos, há a construção de hipóteses e medição das relações existentes entre os fatos.
  • Isto é, as pesquisas privilegiam a construção de variáveis para a explicação dos fatos, há a construção de hipóteses e medição das relações existentes entre os fatos.
  • Seminário TGO Dados

    1. 1. 1 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.SEMINÁRIODados em Estudos OrganizacionaisDados em Estudos Organizacionais(Capítulo 3 e 4 do Handbook de EOs - Volume 2 - p. 63-92)Professor Dr. Arnaldo Mazzei NogueiraProfessor Dr. Arnaldo Mazzei NogueiraAlunos (Mestrandos ADM)Alunos (Mestrandos ADM): Antonio: Antonio THOMAZTHOMAZ P. Lessa NetoP. Lessa NetoWAGNERWAGNER de Oliveira Santosde Oliveira SantosTEORIA DAS ORGANIZAÇÕESTEORIA DAS ORGANIZAÇÕES
    2. 2. 2 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.SUMÁRIOSUMÁRIO
    3. 3. 3 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.1. O LIVRO TEXTO1. O LIVRO TEXTOPorque se escrevem Handbooks? Texto é o segundo volume do original que apareceuem língua inglesa em 1996 e que os organizadoresbrasileiros e a Editora Atlas optaram por dividir em trêsvolumes Volume contém :1.uma introdução e 4 partes;2.9 capítulos e 7 Notas Técnicas escritas por autoresbrasileiros.
    4. 4. 4 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.1. O LIVRO TEXTO…1. O LIVRO TEXTO…cont. 1 Introdução contém apenas um capítulo - A Coruja deMinerva: Reflexões sobre a Teoria na Prática – trata dasrelações entre teoria e prática; Demais partes tratam: Condução da Pesquisa, NovosObjetos de Estudo, Teorizando sobre a Teoria e asConclusões; 1ª. parte referente à Pesquisa há dois capítulos: Dados emEstudos Organizacionais (artigo StableinStablein + N.T. Fernando GarciaFernando Garciae Alexandre Carrierie Alexandre Carrieri) e Pesquisa-Ação; 2ª. Parte novos objetos de estudo contemplados: Exploraçãodo Lado Estético da Vida Organizacional, A Emoção e oProcesso de Organizar e As Imagens do Tempo no Trabalho ena Organização; 3ª. parte contém dois capítulos: Jogos de Guerra da CulturaOrganizacional:a Luta pelo Domínio Intelectual e AlgunsOusam Chamá-lo Poder; 4ª. capítulo conclusivo sobre Representação.
    5. 5. 5 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.1. SEUS ORGANIZADORES1. SEUS ORGANIZADORESStewart R. CleggStewart R. Clegg is a⇒ Professor at the University of Technology, Sydney,and⇒ Director of ICAN Research (Innovative Collaborations,Alliances and Networks Research),a Key University Research Centre of the University. Born in Bradford, England, he migrated to Australia in 1976, after completing a first degree at theUniversity of Aston (1971) and a Doctorate at Bradford University (1974). Previously he heldpositions at the University of St. Andrews, Scotland; University of New England; University ofWestern Sydney, in all of which he was Professor and Head of Department, and Griffith University,Brisbane, where he was Reader. Currently he also holds Visiting Positions at Aston BusinessSchool, UK; Maastricht Business Faculty, Netherlands and at the Cultuur, Organisatie enManagement (Department of Culture, Organisation and Management) Faculteit der SocialeWetenschappen (Faculty of Social Sciences) Vrije Universiteit Amsterdam. He has consulted widely, including the Sunday Times and the Australian Financial Review, ontheir "Power Lists"; the Scottish textile industry; TAFE NSW, universities in Australia and overseas,Corporate Law Firms, and Standards Australia.
    6. 6. 6 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.1. SEUS ORGANIZADORES1. SEUS ORGANIZADORES…cont 1Cynthia HardyCynthia HardyLink: http://www.managementmarketing.unimelb.edu.au/who/staff.cfm?StaffId=19 QualificationsB.Sc University of Warwick, EnglandPh.D. University of Warwick, England Academic ActivitiesCo-Director of the International Centre for Research in Organisational Discource and StrategicChange (ICRODSC)Honorary Professor, Cardiff Business School, University of Cardiff, Wales UKOne of only two Australians invited to attend the Nobel Symposium on "Foundations ofOrganization", August 28-30, 2008, Saltsjöbaden, Sweden. The Nobel Foundations Symposiumprogram was initiated in 1965, since when more than a hundred symposia have taken place ontopics of cultural, scientific and social significance. This symposium brought together a group of 40leading organization theorists, sociologists and economists to discuss the theories of theirrespective disciplines concerning organizational boundaries, structure and change.Keynote Speaker at the 24th EGOS Colloquium, Amsterdam, the Netherlands, July 10-12th, 2008on "How Discourse Can Upset an Organization: The Case of the Stockholm Convention“.
    7. 7. 7 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.1. SEUS ORGANIZADORES1. SEUS ORGANIZADORES…cont 2Walter R. NordWalter R. Nord Management Department - College of Business AdministrationUniversity of South Florida / Tampa, Florida 33620 / Telephone: (813) 974-1787 / email: wnord@coba.usf.eduLink: http://business.usf.edu/faculty/management/nord/nordvita.pdf Education:1957-1961: Williams College B.A. Major in Economics1961-1963: Cornell University M.S. Organizational Behavior1963-1967: Washington University Ph.D. Social PsychologyMasters Thesis: A Field Experiment on Hawthorne Effectand Psychological Demand Characteristics.Doctoral Dissertation: Social Approval and Conformity:An Experiment in Social Exchange. Academic Positions:1967-1971 Assistant Prof. of Org. Psychology, School of Business, Washington University.1971-1974 Associate Prof. of Org. Psychology, School of Business, Washington University.1974-1989 Professor of Organizational Psychology, School of Business, Washington University.1975-1976 Visiting Professor, Faculty of Commerce, University of British Columbia.1979,1986 Adjunct Faculty for Executive MBA Program, Vanderbilt University.1981 Visiting Professor, Northwestern University.1989 Adjunct Faculty for Executive MBA Program, Tulane University1989-Present Professor of Org. Behavior, College of Business, University of South Florida.
    8. 8. 8 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.1. SEUS ORGANIZADORES1. SEUS ORGANIZADORES…cont 3Miguel CaldasMiguel Caldas Miguel P. Caldas é administrador pela UnB,e mestre e doutorem administração pela FGV-EAESP.Link: http://www.fgv.br/eaesp/curriculo/dol_mini_curriculum.asp?num_func=318&cd_idioma=1• Teve também nos últimos 24 anos várias posições diretivasem empresas industriais, de consultoria e acadêmicas.• É hoje o principal executivo de Recursos Humanos e Organizaçãoda Fibria (união da VCP - Votorantim Celulose e Papel - e da Aracruz).• De 2003 a 2007, aceitou a prestigiada posição de Gaston Chair na Loyola University New Orleans, liderando oprograma de international business da Loyola. Como acadêmico, tem 22 anos de experiência em docência(desde 1997 na FGV-EAESP).• Miguel já ensinou administração internacional e gestão comparada nos programas de graduação e pósgraduação tanto da FGV-EAESP no Brasil como na Loyola University em New Orleans e também TeoriaOrganizacional, Comportamento Organizacional e Administração Internacional no programa de doutorado daFGV-EAESP.• Foi um docente visitante no programa GIM da Northwestern University (Chicago) e do MBA Internacional doICESI/Tulane (Cali, Colombia) por vários anos, Visiting Scholar por um ano na University of Texas (UT-Austin) epalestrante em dúzias de universidades nos EUA, América Latina e Europa.• É hoje um autor ativo em gestão internacional e comparada e em recursos humanos na América Latina, tendojá publicado oito livros e mais de uma centena de artigos científicos em periódicos e coletâneas, em geral nocampo de recursos humanos e desenvolvimento organizacional.• É igualmente proficiente em Português, Espanhol e Inglês, tendo vivido e/ou trabalhado no exterior, emdiversos países, pela maior parte de sua vida.
    9. 9. 9 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.1. SEUS ORGANIZADORES1. SEUS ORGANIZADORES…cont 4Roberto C. FachinRoberto C. Fachin possui graduação em Ciências Juridicas e Sociais pela Pontifícia Universidade Católica doRio Grande do Sul (1961) mestrado em Public Administration - University of Southern California (1965) doutorado em Ciências Humanas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul(1977) Livre-Docência em Política e Administração pela Universidade Federal do Rio Grandedo Sul (1977). Foi professor adjunto da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2002-2008). Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Organizações Públicas,atuando principalmente nos seguintes temas: estratégia (pública e privada), estudosorganizacionais, poder e universidades.Link: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4783823D4
    10. 10. 10 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.1. SEUS ORGANIZADORES1. SEUS ORGANIZADORES…cont 5Tânia M. D. FischerTânia M. D. Fischer possui graduação em Pedagogia pela UFRGS (1973) mestrado em Administração pela UFRGS (1977) doutorado em Administração pela USP (1984). Atualmente é professor titular da Universidade Federalda Bahia e colaboradora da UniversidadeFederal do Rio Grande do Sul. Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Organizações PoderesLocais e Desenvolvimento Social, atuando principalmente nos seguintes temas:organizacoes, organizacoes locais, poder local, gestão social do desenvolvimento,cultura e interculturalidade. Área de Interesse para Pesquisa/Orientação- Novas Formas Organizacionais- Gestão Contemporânea / Gestão Social- Cultura, Identidade, Interculturalidade nas Organizações- Ensino de AdministraçãoLink: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4783481T3
    11. 11. 11 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.Este Volume 2 " Reflexões e novas direções " lida com a teoria e a práticade estudos organizacionais, discutindo métodos de pesquisa e temasdesafiantes (como estética, emoção, perspectivas temporais), ao lado deanálises críticas de temas finais conhecidos, como cultura e poder.Nota: vide resenha anexa por Carlos Osmar Bertero (EAESP/FGV)publicada na RAC, v. 6, n. 3, Set./Dez. 2002: 215-2172. SINOPSE2. SINOPSE
    12. 12. 12 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.1 INTRODUÇÃO: A CORUJA DE MINERVA: REFLEXÕES SOBRE ATEORIA NA PRÁTICARichard Marsden e Barbara TowleyTradução: Ângela Denise da Cunha LemosRevisão técnica: Roberto Fachin2 NOTA TÉCNICA: A CORUJA DE MINERVA: REFLEXÕES SOBRE ATEORIA NA PRÁTICACarlos Osmar BerteroParte I - CONDUZINDO PESQUISAParte I - CONDUZINDO PESQUISA33 DADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAISDADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAISRalph StableinRalph StableinTradução: Francisco Vidal BarbosaTradução: Francisco Vidal BarbosaRevisão técnica: Ivan Beck CkagnazaroffRevisão técnica: Ivan Beck Ckagnazaroff2. SUMÁRIO2. SUMÁRIO
    13. 13. 13 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.44 NOTA TÉCNICA: DADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAIS -NOTA TÉCNICA: DADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAIS -REPRESENTAÇÕES SIMBÓLICAS METAMORFOSEADAS PELOREPRESENTAÇÕES SIMBÓLICAS METAMORFOSEADAS PELOPESQUISADOR ?PESQUISADOR ?Fernando Coutinho Garcia e Alexandre de Pádua CarrieriFernando Coutinho Garcia e Alexandre de Pádua Carrieri5 PESQUISA-AÇÃO NO ESTUDO DAS ORGANIZAÇÕESColin Eden e Chris HuxhamTradução: Ailton Bomfim BrandãoRevisão técnica: Maria Ceci Misoczky6 NOTA TÉCNICA: PESQUISA-AÇÃO NO ESTUDO DASORGANIZAÇÕESSylvia Maria Azevedo Roesch2. SUMÁRIO2. SUMÁRIO…cont. 1
    14. 14. 14 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.Parte II - NOVOS OBJETOS DE ESTUDOParte II - NOVOS OBJETOS DE ESTUDO7 EXPLORANDO O LADO ESTÉTICO DA VIDA ORGANIZACIONALPasquale GagliardiTradução: Marcelo Milano Falcão Vieira e Cristina Amélia Pereira deCarvalhoRevisão técnica: Eloise Dellagnelo8 NOTA TÉCNICA: A PERSPECTIVA ESTÉTICA CONTRA O IMPÉRIODA RAZÃOThomaz Wood Jr.9 A EMOÇÃO E O PROCESSO DE ORGANIZARStephen FinemanTradução: Sylvia Maria Azevedo RoeschRevisão técnica: Sônia Maria Rodrigues Calado2. SUMÁRIO2. SUMÁRIO…cont. 2
    15. 15. 15 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.10   IMAGENS DO TEMPO NO TRABALHO E NA ORGANIZAÇÃOJohn Hassard Tradução: Maria José Tonelli Revisão técnica: Eduardo Loebel Parte III - TEORIZANDO SOBRE A TEORIAParte III - TEORIZANDO SOBRE A TEORIA11   JOGOS DE GUERRA DA CULTURA ORGANIZACIONAL: A LUTAPELO DOMÍNIO INTELECTUALJoanne Martin e Peter Frost Tradução: Carmem Penido Revisão técnica: Tânia Fischer 12   NOTA TÉCNICA: JOGANDO COM CULTURA ORGANIZACIONALTânia Fischer e Mônica Mac-A1lister2. SUMÁRIO2. SUMÁRIO…cont. 3
    16. 16. 16 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.13   ALGUNS OUSAM CHAMÁ-LO DE PODERCynthia Hardy e Stewart R. C1egg Tradução: Vitarque Lucas Coêlho e Tomaz Assmar Santos Revisão técnica: Tânia Fischer 14   NOTA TÉCNICA: DE VOLTA AO CÍRCULO DO PODERRosa Maria Fischer Parte IV - CONCLUSÕESParte IV - CONCLUSÕES15   CONCLUSÃO: REPRESENTAÇÃOStewart R. Clegg e Cynthia Hardy Tradução: Maria Ceci Misoczky e Luis Roque Klering Revisão técnica: Ilan Avrichir e Rafael Alcadipani 16   NOTA TÉCNICA: REPRESENTAÇÕES - A IMPORTÂNCIA DOSUJEITO NA TEORIA ORGANIZACIONALAntônio Augusto Pereiras Prates e Suzana Braga Rodrigues2. SUMÁRIO2. SUMÁRIO…cont. 4
    17. 17. 17 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXI3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXIAntecedentes históricos (Cap. 2Antecedentes históricos (Cap. 2 p. 43-61p. 43-61))
    18. 18. 18 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXI3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXIFundamentosFundamentos econômicoseconômicos e sociológicos (Cap. 3e sociológicos (Cap. 3 p. 63-82p. 63-82))
    19. 19. 19 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.3. RECAPITULANDO - Sistemas Econômicos3. RECAPITULANDO - Sistemas Econômicos
    20. 20. 20 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.3. RECAPITULANDO - Teorias Econômicas3. RECAPITULANDO - Teorias Econômicas
    21. 21. 21 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXI3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXIFundamentos econômicos eFundamentos econômicos e sociológicossociológicos (Cap. 3(Cap. 3 p. 63-82p. 63-82))
    22. 22. 22 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXI3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXIIdentidades/atividades do administrador (Cap. 4Identidades/atividades do administrador (Cap. 4 p. 83-100p. 83-100))
    23. 23. 23 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXI3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXIIdentidades/atividades do administrador (Cap. 4Identidades/atividades do administrador (Cap. 4 p. 83-100p. 83-100))
    24. 24. 24 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXI3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXIA noção de paradigma na administração (Cap. 5A noção de paradigma na administração (Cap. 5 p. 103-113p. 103-113))“Paradigma” é um conceito que vem da Grécia antiga, onde significava “mostrar lado a lado”.O filósofo PlatãoPlatão (c. 427 a.C-327 a.C.) usava-o para designar idéia de “modelo”.Conceito  retomado  e  popularizado,  nos  anos  1970-1980,  pelo  físico,  filósofo  e historiador  da  ciência,  o  americano  Thomaz KuhnThomaz Kuhn (1922-1996)  no  seu  livro    Aestrutura das revoluções científicas: paradigma  é  um  conjunto  de  crenças compartilhadas por cientistas, uma espécie de acordo sobre como os problemas de determinado campo do conhecimento devem ser compreendidos.Comentários  feitos  por  Gildo MagalhãesGildo Magalhães,  professor  de  História  da  Ciência  e Tecnologia, no livro Introdução à metodologia da pesquisa:1.“[...] Um paradigma da ciência normal seria deixado de lado [segundo KuhnKuhn] quando um novo paradigma surgisse em condições de tomar o lugar do antigo” (Magalhães, 2005, p. 209);2.a noção de paradigma assemelha-se à de dogma de um grupo, quando se torna um obstáculo ao desenvolvimento do conhecimento (Magalhães, 2005, p. 211-213);
    25. 25. 25 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXI3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXIA noção de paradigma na administração (Cap. 5A noção de paradigma na administração (Cap. 5 p. 103-113p. 103-113))3. o problema seria o progresso científico não se orientar pela busca da verdade, mas sim  para  manter  o  poder  de  um  grupo  e  seu  paradigma  ao  longo  do  tempo (Magalhães, 2005, p. 211-213);4. a dúvida que fica é como entender a mudança de um paradigma ou quando ele deixa de se apresentar como referência de um grupo científico (Magalhães, 2005, p. 211-213).“alguns autores (Toffler, 1980; Lynck e Kordis, 1988 e Savage, 1996) descreveram as transformações da sociedade sob a forma de ondas. Segundo esses autores, uma onda se forma à medida que mudanças de valores, crenças e comportamentos se acumulam e são disseminados no interior das sociedades e entre as sociedades” (ANGELONI e FERNANDEZ, 2000, p. 2).
    26. 26. 26 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXI3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXIA questão do ParadigmaA questão do ParadigmaFonte: apresentação Paradigma Interpretacionista Juliana Graminho e Rodrigo G. Bortoloto - 24/out/2011  Modo  de  pensar  é  influenciado  pelo  ambiente  social  (condicionado, incontestável e inconsciente) – pressupostos afirmados e reafirmados pelos cientistas  Aquisição  de  novos  modos  de  pensar  depende  de  um  afastamento  da antiga visão de mundo “Aquilo  que, dentro  de um certo grupo, é aceito como  absoluto  parece, para  quem  está  fora,  condicionado  pela  situação  do  grupo  e  reconhecido como algo parcial” Perceber qual paradigma está usando ajuda o pesquisador arelativizar e perceber as limitações da sua visão
    27. 27. 27 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXI3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXIQuatro (4) Paradigmas na teoria das organizaçõesQuatro (4) Paradigmas na teoria das organizaçõesFonte: apresentação Paradigma Interpretacionista Juliana Graminho e Rodrigo G. Bortoloto - 24/out/2011Sociologia da Mudança Radical  visão revolucionária contraponto à dominaçãoHumanistaRadicalEstruturalistaRadicalInterpretativista FuncionalistaSubjetivo ObjetivoSociologia da Regulaçãovisão ordem mantenedora do status quo
    28. 28. 28 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXI3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXIQuatro (4) Paradigmas na teoria das organizaçõesQuatro (4) Paradigmas na teoria das organizaçõesFonte: apresentação Paradigma Interpretacionista Juliana Graminho e Rodrigo G. Bortoloto - 24/out/20111. Funcionalista: sociedade concreta, real e tangível, foco na objetividade e crença na possibilidade da isenção2. Interpretativista: realidade social é duvidosa, não existe em sentido concreto mas como produto de experiência (inter) subjetiva3. Humanista Radical: realidade socialmente criada e sustentada, que aprisiona os seres humanos. Alienação de pensamento e ação.4. Estruturalista Radical: sociedade é força dominadora e alienante, vista como concreta e real. Ênfase na práxis como meio de transcender a dominação.
    29. 29. 29 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXI3. RECAPITULANDO – TGO para o Século XXIA questão das MetáforasFonte: apresentação Paradigma Interpretacionista Juliana Graminho e Rodrigo G. Bortoloto - 24/out/2011MetáforaMetáfora - não é uma representação da realidade, e simdeve ser vista como ferramenta para captar e lidar com oque se percebeInvestigação CientíficaInvestigação Científica - processo criativo que vê omundo metaforicamente para desenvolver modelos deanálise
    30. 30. 30 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.4.4. DADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAISDADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAIS EOsEOs tratam do esforço de compreensão do mundo social quehabitamos. Não é um sistema fechado de estudo (como Lógica ou Matemática). EOsEOs são, necessariamente, estudos empíricos, explorando atitudes ,comportamentos, experiências, artefatos, símbolos, documentos, textos,sentimentos, crenças, significados, medidas, fatos e números. Até os teóricos conceituais têm que se basear em dados empíricos. Não há claro consenso sobre uma resposta, dentro da(s) comunidade(s)de especialistas que estudam organizações, do que deve serconsiderado como dados da vida organizacional. Podemos descrever 3 (três) características universais de todas aspesquisas de EOs : o propósito do pesquisador, oo propósito do pesquisador, opúblico-alvo e os dados.público-alvo e os dados.
    31. 31. 31 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.4.4. DADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAISDADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAIS...cont. 1O PROPÓSITOO PROPÓSITO.Pesquisadores em EOsEOs podem trabalhar por: um interesse técnico em controle e predição; um interesse prático em adquirir um compreensão mútua orientadapara a ação ou para um interesse emancipatório em estender aautonomia e responsibilidade humanas..Tipos mais específicos de propósitospropósitos poderiam ser: “resolver um debate na literatura”; “preocupar-se com o bem-estar do grupo”; “resolver um problema moral”; “desenvolver uma compreensão de...”; “legitimar resistência em um local de trabalho”..O propósitopropósito : de um projeto ou programa de pesquisa é normalmente chamado de“questão”; é específico para cada pesquisa.
    32. 32. 32 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.4.4. DADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAISDADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAIS...cont. 2O PROPÓSITOO PROPÓSITO...cont 1.Cada projeto ou linha de pesquisa tem 1 (um) ou mais propósitospropósitos..Os propósitospropósitos dos estudiosos em organizações- seres complexos, como todas as pessoas, sãolimitadamente e mais que racionais - podem ser : múltiplos, variáveis, emergentes e até conflitivos; conscientes ou não..Todos os EOsEOs têm um propósitopropósito.Fonte: Quivy e Campenhoudt (2005, p. 242)- Manual de Investigação em Ciências Sociais
    33. 33. 33 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.4.4. DADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAISDADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAIS...cont. 3O PÚBLICO-ALVOO PÚBLICO-ALVOPodem ser identificados 4 (quatro) públicos-alvopúblicos-alvo para os EOsEOs:1.1. audiência de seus pares (outros pesquisadores)audiência de seus pares (outros pesquisadores) - menor deles, poiso total não excederia a poucos milhares no mundo tudo (se limitarmosaos pesquisadores ativos que publicam em jornais de pesquisa nalíngua inglesa);2.2. professores cuja atividade principal é ensinar EOsprofessores cuja atividade principal é ensinar EOs - na casa dascentenas de milhares;3.3. alunosalunos - compêndios ou livros didáticos onde a maioria dos textostambém inclui tentativas de criar experiências organizacionaissimuladas;4.4. trabalhadores organizacionaistrabalhadores organizacionais – são milhões em todo o mundo, maspoucos pesquisadores organizacionais demonstram interesse emalcançá-los.
    34. 34. 34 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.4.4. DADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAISDADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAIS...cont. 4OS DADOSOS DADOSo Conecta a intenção do pesquisador com o público-alvopúblico-alvo.o Todos os estudos de organização selecionam e interpretam dadosdadospara seu públicopúblico na tentativa de atingir seus propósitospropósitos.o DadosDados ou expressões alternativas ‘”sumarizar dadosdados” sugerem umprocesso mecânico de gravar (dadosdados falam por si mesmos), contudo:⇒ isso não faz jus ao esforço e criatividade demandados dopesquisador na coleta, análise e relato de dadosdados (Frost e Stablein,1992; Hackman, 1992; Meyer et al., 1992);⇒ essa linguagem também esconde o pesquisador em uma névoa de“objetividade” que não é garantida em relatórios de estudosquantitativos (Gephart, 1988) ou qualitativos (Van Maanen,1988).o Para discussão das várias técnicas de análise de dadosdados consultar porexemplo: Bryman, 1989; Pedhazur e Schmelkin, 1991; Miles eHuberman, 1994.
    35. 35. 35 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.4.4. DADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAISDADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAIS...cont. 5Então, o que sãoEntão, o que são DADOSDADOS ??• As respostas aos questionários, os comportamentos de sujeitosexperimentais, os registros de empregados, os registros dos empregados,os registros financeiros, as conversas de sala de reunião de diretoria, osdados de produção, o humor do chão de fabrica, as folhas de balanço daempresa, as expressões dos informantes, as observações de reaçõesemocionais de participantes e não participantes ...• Todos os dadosdados são representações, mas nem todas asrepresentações são dadosdados.• Precisamos identificar quais os tipos de representações que podem serconsiderados como dadosdados.• Como representações, os dados sugerem coisas que sãorepresentadas, e um processo de representação.• Ambas as características devem ser examinadas para separar os dadosdadosde outros tipos de representações.
    36. 36. 36 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.4.4. DADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAISDADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAIS...cont. 6Uma definição deUma definição de DADOSDADOSDadosDados em EOsEOs são representações que mantêm uma correspondência deduas vias entre realidade empírica e um sistema simbólico.Realidade empírica => é um conjunto de idéias constituídas, desenvolvidase sustentadas por uma subcomunidade de acadêmicos de EOEO.DadosDados são:: produzidos por um processo de representação que é documentadopelas suposições de representação; manipulados dentro de um sistema simbólico, produzindo resultadosque aumentam nossa compreensão de uma realidade organizacional.Tipos deTipos de DADOSDADOSA distinção (popular) QUANTITATIVA(O) / QUALITATIVA(O):
    37. 37. 37 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.4.4. DADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAISDADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAIS...cont. 7Tipos deTipos de DADOSDADOS...cont. 1 é uma oposição binária que esconde uma distinção mais complexa, nãodicotômica e não hierárquica; está enraizada na separação entre representações numéricas (não sãomembros de uma única classe) e representações não numéricas; condena “tudo o mais” (inclui um conjunto diverso de realidadesorganizacionais alvo de estudos e práticas de representação) ao ladosubordinado, não numérico dessa linha divisória.DADOSDADOS de survey o questionário – tipo papel e lápis é provavelmente o método deprodução de dados mais frequentemente utilizado nos estudosorganizacionais.DADOSDADOS de estudo de caso. pode ser colhida por entrevista de profundidade.
    38. 38. 38 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.4.4. DADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAISDADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAIS...cont. 8Tipos deTipos de DADOSDADOS...cont. 2DADOSDADOS secundários os dados interpretados por um estudioso de organizações que foramcoletados para outro propósito.DADOSDADOS experimentais pré-teste é importante para saber se a pesquisa esta coerente com ashipoteses.Etnodadosdados etnopesquisas onde o pesquisador se insere no meio organiacional.Nota: vide Goldenberg (2001, p. 25-32) - A arte de pesquisar - Como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais.Texto como DADOSDADOS estuda somente os relatórios como fonte de dados.
    39. 39. 39 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.4.4. DADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAISDADOS EM ESTUDOS ORGANIZACIONAIS...cont. 9Tipos deTipos de DADOSDADOS...cont. 3.Exemplo prático e real de ENTREVISTA com ESTAGIÁRIO Brasileiro:http://www.youtube.com/watch?v=VdIhejX6imc
    40. 40. 40 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.5. CONTEXTUALIZAÇÃO5. CONTEXTUALIZAÇÃORepresentation of Data, Information,Knowledge and Wisdom
    41. 41. 41 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.5. CONTEXTUALIZAÇÃO5. CONTEXTUALIZAÇÃO…cont. 1DDEESSAAFFIIOOSS““achar dados certamente não é um problema nestes dias; achar oachar dados certamente não é um problema nestes dias; achar otipo certo de informação é que é” (Fuld, 1998)tipo certo de informação é que é” (Fuld, 1998)“nós temos focalizado mais em dominar a transação de dados enós temos focalizado mais em dominar a transação de dados enão o suficiente em transformá-los em informação enão o suficiente em transformá-los em informação econhecimento” (Davenport, 1999)conhecimento” (Davenport, 1999)
    42. 42. 42 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.6. NOTA TÉCNICA6. NOTA TÉCNICA ((Garcia, F.C. e Carrieri, A. de P.Garcia, F.C. e Carrieri, A. de P.)) EOsEOs no Brasil têm sido analisados sob vários enfoques, vários trabalhos quetentam tipificar, explicar e evidenciar um caminho - ou caminhos - por ondea pesquisa em administração estaria seguindo. No texto, Ralpha Stablein propõe que se analisem os EOsEOs segundo o propósitopropósito,a audiênciaaudiência (o públicopúblico) e os dadosdados. Essas são 3 (três) características básicas que ajudam a elucidar oscontornos do campo de pesquisa que são as organizações, as pessoas eprincipalmente, a realidade socialNOTA: Como resposta às correntes internalistas do Comportamentalismo einspirado pelo Behaviorismo Filosófico, Burrhus F. Skinner publicou, em 1945,o livro Science and Human Behavior. A publicação desse livro marca o inícioda corrente comportamentalista conhecida como Behaviorismo Radical.
    43. 43. 43 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.6. NOTA TÉCNICA6. NOTA TÉCNICA…cont. 1O PROPÓSITOO PROPÓSITOo Segundo Stablein, cada pesquisa tem um propósitopropósito ou váriosprópositosprópositos.o Carrieri e Luz (1998), estudando algumas dissertações de mestrado,observaram que os própositosprópositos variam.Fonte: http://scholar.googleusercontent.com/scholar?q=cache:nFiXwlwm3mIJ:scholar.google.com/&hl=pt-BR&as_sdt=0o Em algumas dissertações estudam-se muitas vezes os modismoscolocados por um establishment, com o própositopróposito de legitimar aspesquisas aqui realizadas.o Bertero, Caldas e Wood (1998) mencionam que, além dos própositosprópositospessoais, grupais, inerentes a qualquer pesquisa, existe o própositopróposito deadequar os EOsEOs brasileiros às discussões produzidas em outraspaisagens, outras realidades presentes a da The Academy ofManagement Review ou a da Administrative Science Quarterly.Fonte: http://www.scielo.br/pdf/rac/v3n1/v3n1a09.pdf
    44. 44. 44 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.6. NOTA TÉCNICA6. NOTA TÉCNICA…cont. 2O PÚBLICOO PÚBLICO Referindo-se à audiênciaaudiência (o públicopúblico) Stablein argumenta que são 4(quatro) os públicospúblicos básicos para os EOsEOs: a de seus parespares, a dosprofessoresprofessores, a dos alunosalunos e a dos que trabalham em organizaçõestrabalham em organizações. Em relação aos EOsEOs brasileiros, segundo Lima (1999) e Bertero, Caldase Wood (1998), a produção acadêmica dos EOsEOs possui inclinaçãopreponderantemente acadêmica com pouca atenção aos problemasenfrentados na realidade pelos administradores e gerentes. As pesquisas desenvolvidas e seus resultados - evidenciados emensaios, trabalhos, dissertações, teses, livros, etc. - visam satisfazer aospróprios pesquisadores e seus pares (primeira, pequena mas poderosaaudiênciaaudiência para os EOsEOs brasileiros.Documento doMicrosoft Office Word 97 - 2
    45. 45. 45 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.6. NOTA TÉCNICA6. NOTA TÉCNICA…cont. 3O PÚBLICOO PÚBLICO...cont. 1Rodrigues (1997) lança algumas considerações sobre esse grande públicopúblico,pouco prestigiado nos EOsEOs brasileiros: a rede institucional que liga as universidades, pesquisadores,professores, alunos e os próprios editoresé muito frágil no Brasil, e o mais comumé a tradução de EOsEOs realizados fora,principalmente de origem americana.OS DADOSOS DADOSPara Stablein, os dadosdados: fazem as conexões entre o propósitopropósito e o públicopúblico. são representações.Já para Martins (1997:8-9): a coleta e a interpretação dos dadosdados nos EOsEOs brasileiros estãocondicionadas às abordagens teórico-metodológicas utilizadas;
    46. 46. 46 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.6. NOTA TÉCNICA6. NOTA TÉCNICA…cont. 4OS DADOSOS DADOS...cont. 1 as pesquisas consideradas positivistas e funcionalistas utilizam-se deextensos formulários em que predominam questões fechadas, e deescalas tipo Likert; “A validação dos resultados é garantida por sistematização e análisedos dadosdados e pela lógica do método hipotético-dedutivo para otratamento das variáveis”.Método hipotético-inindutivo Método hipotético-dededutivoA construção parte da observação.A construção parte de um postulado ou conceitopostulado como modelo de interpretação dofenômeno estudado.O indicador é de natureza empírica.A partir dele constroem-se novos conceitos, novashipóteses e, conseqüentemente, o modelo que serásubmetido ao teste dos fatos.Este modelo gera, através de um trabalho lógico,hipóteses, conceitos e indicadores para os quais seterão de procurar correspondentes no real.Fonte: Quivy e Campenhoudt (2005, p. 144-145) - Manual de Investigação em Ciências Sociais
    47. 47. 47 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.6. NOTA TÉCNICA6. NOTA TÉCNICA…cont. 5OS DADOSOS DADOS...cont. 2Carrieri e Luz (1998) também mostram/afirmam/apontam que: nas dissertações em que os autores optaram por uma análise funcionalista,observou-se coerência metodológica; as técnicas mais utilizadas para a coleta de dadosdados, na maioria das dissertaçõesestudadas, foram as entrevistas semi-estruturadas e, em segundo lugar, oquestionário fechado. nas dissertações que se baseiam no paradigma interpretativo, pode-se observarque a opção metodológica evidencia preocupação com a “busca empírica dosmétodos que os indivíduos utilizam para dar sentido e, ao mesmo tempo,construir suas ações cotidianas: comunicar, tomar decisões, raciocionar”(Coulon, 1995:17); a validação dos dadosdados estaria ligada à interpretação e à capacidade de reflexãodo pesquisador, a maioria das dissertações na área de administração estudas por eles temoptado pela pesquisa qualitativa.
    48. 48. 48 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.6. NOTA TÉCNICA6. NOTA TÉCNICA…cont. 6OS DADOSOS DADOS...cont. 3Segundo Ricolfi (1997):o as pesquisas que se utilizam de técnicas bibliográficas e históricas, priorizando aanálise dos discursos, são aquelas denominadas crítico-dialética (mais comunsnas áreas de teoria e comportamento organizacional e recursos humanos);o a validade dos dados e resultados apóia-se na lógica interna do processodialético;o na Europa os EOsEOs têm preferido a metodologia qualitativa, notadamente pormeio de entrevistas em profundidade com técnicas de análise do discurso e/oude conteúdo.Para Lima (1999:6): As pesquisas que se baseiam em estudos qualitativos podem aprofundar-se noconhecimento da realidade e promover a reflexão mais profunda sobre os dadoscoletados.
    49. 49. 49 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.7.7. CONCLUSÃOCONCLUSÃOCom bem disse Alves (2007) entendemos “que os dados em estudosorganizacionais estabelecem uma relação entre sujeito e objeto de estudoonde através do simbolismo se faz observações, experimentações everificabilidade, ou seja, se constrói conjecturas para corroboração ou não dehipóteses”.Onde:SujeitoSujeito : pesquisador,formação de construtos.Objeto de estudoObjeto de estudo: estudosorganizacionais (EOsEOs)Simbolismo:Simbolismo: todos os tipos de dados,referência teórica, ciência, empirismo etc..Nota: ERNANI J. ALVES São Paulo, SP, Brazil Mestre em Administração pela PUC - SP, MBA pela FGV,Pós em Enga. Econômica-financeira pelo IPEP e Graduado em Administração pela Universisdade AnhembiMorumbi. São Paulo - SP / Brasil – vide BLOG http://organizacoes.blogspot.com/
    50. 50. 50 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.7.7. CONCLUSÃOCONCLUSÃO…cont 1Sendo assim, a coleta de dados e sua interpretação são conseqüências deuma coerência teórico-metodológica e de uma coerência epistemológica naconstrução da pesquisa dos EOsEOs.Contudo, é necessário que trabalhemos para promover a interlocução dasmetodologias e dos tipos de dados que as acompanham, enriquecendo-se,desta forma, os estudos na área de administração de empresas.Artigo interessante da HBR :O’REILLY, C.;TUSHMAN, M. L.; The Ambidextrous organizations. HBR,Vol. 82, nº 4, apr. 2004, pp. 74-81
    51. 51. 51 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.PERGUNTAS PARA DISCUSSÃOPERGUNTAS PARA DISCUSSÃOComo coletar os dados?O que fazer com esses dados?O que devemos medir?Nas organizações como osadministradores devem se comportarmediante a esses dados?
    52. 52. 52 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.APÊNDICE -APÊNDICE - VÍDEOS YOU TUBE1.1. GE (General Electric)GE (General Electric)1.1. GE - Innovation | Clean Energy | Green Business | Renewable Energyhttp://www.youtube.com/watch?v=xdxHBP2dRlU&feature=relmfu1.2. GE General Electric commercialhttp://www.youtube.com/watch?v=-w0HnD8Oobg&feature=related1.3. GE Commercial - Today is a New Day (2009)http://www.youtube.com/watch?v=iMGnbXayj2E&feature=related1.4. ecomagination is GEhttp://www.youtube.com/watch?v=xvTuoXWCH1c&feature=related1.5. GE Today: healthymaginationhttp://www.youtube.com/watch?v=jNhwUoIJFoo&feature=relmfu1.6. GE General Electric commercial - Wind Energyhttp://www.youtube.com/watch?v=fViObqGvIjM1.7. GE First Timehttp://www.youtube.com/watch?v=F1P1wSbMvCQ&feature=related1.8. General Electrics New Enginehttp://www.youtube.com/watch?v=a7NMCSNkjc4&feature=related
    53. 53. 53 Programa de Estudos Pós-Graduados em ADMINISTRAÇÃO, nível MESTRADO.APÊNDICE -APÊNDICE - VÍDEOS YOU TUBE2. RAÍZEN -2. RAÍZEN - http://www.raizen.com/http://www.raizen.com/2.1. Globo⇒ Jornal Nacionalhttp://www.youtube.com/watch?v=CXNZ-E1IQ60&feature=related⇒ Jornal da Noite - Cosan e Shell se unem e criam a Raízenhttp://www.youtube.com/watch?v=askF6Bp2t3g&feature=related⇒ Globo Rural - União da Shell com Cosan é anunciadahttp://www.youtube.com/watch?v=tq2IYSEF5sI&feature=related⇒ Conta Corrente - Presidente da Raízen fala sobre o início da nova companhiahttp://www.youtube.com/watch?v=u5nV2ixyvUQ&feature=related2.2. SBT - Jornal do SBT - 1ª Edição - 14/02/2011http://www.youtube.com/watch?v=CuYJxTWfMMM&feature=related2.3. Canal Rural Agribusiness - Entrevistahttp://www.youtube.com/watch?v=WcJsXK9DU6U2.4. Portal EXAME - O impacto do acordo entre Cosan e Shellhttp://www.youtube.com/watch?v=iO69zpCWN74&feature=related2.5. Vídeo institucionalhttp://www.youtube.com/watch?v=lNGmqYDCPAE&feature=related

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