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Andelita Pereira Tania Carregari Prof. Mestre: Thiago de Almeida (www.thiagodealmeida.com.br)
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- O comportamento agressivo entre estudantes é um problema universal, tradicionalmente admitido como natural e freqüenteme...
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<ul><li>Agressão verbal é uma forma de violência psicológica; </li></ul><ul><li>Colocar apelidos; </li></ul><ul><li>Xingar...
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<ul><li>- O Cyberbullying consiste no ato de, intencionalmente, uma criança ou adolescente, fazer uso das novas tecnologia...
<ul><li>Insultar; </li></ul><ul><li>Discriminar; </li></ul><ul><li>Difamar; </li></ul><ul><li>Humilhar; </li></ul><ul><li>...
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<ul><li>- São inúmeros e variados e estão geralmente ligados à: </li></ul><ul><li>- à carência afetiva, </li></ul><ul><li>...
<ul><li>- Problemas de aprendizagem, </li></ul><ul><li>- Transtornos de comportamentos, </li></ul><ul><li>- Atitudes de in...
<ul><li>Vítima:  </li></ul><ul><li>- Procura se isolar do grupo ou ficar perto  de professores e funcionários. </li></ul><...
<ul><li>Agressor: </li></ul><ul><li>- Apresenta atitude hostil, desafiante e agressiva, </li></ul><ul><li>- É habilidoso p...
<ul><li>- Avaliar o desempenho dos alunos por suas notas e cumprimentos de tarefas,  </li></ul><ul><li>- Monitorar o conví...
<ul><li>- As escolas devem intervir diretamente e buscar auxílio de outras instituições como centros de saúde, conselhos t...
<ul><li>Programa desenvolvido por Cleo Fante em São José do Rio Preto. </li></ul><ul><li>- Estratégias psicopedagógicas fu...
<ul><li>- Programa Educar para a Paz *   Cleodelice Aparecida Zonato Fante  - Doutoranda em Ciências da Educação pela Univ...
 
<ul><li>- SILVA, Geane de Jesus.  Bullying: quando a escola não é um paraíso . Disponível em:  http:// www.pucrs.br/mj/bul...
<ul><li>- FERREIRA, Luis Gustavo Fabris Ferreira.  Bullying: uma questão de Direitos Humanos . Disponível em:  http:// www...
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Bullying: o que é e como combatê-lo?

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  • We all know that bullying is a rampant nowadays and parent should always think what's good for their kids in finding ways in teaching their kids on how to handle and deal with school bullying.As a way of helping everyone especially the parents, who still find it quite hard to manage issues like this, I found this great application which featured a safety app which gets me connected to a Safety Network or escalate my call to the nearest 911 when needed, it has other cool features that are helpful for your kids with just a press of a Panic Button. #SafekidZone, Check it here: http://bit.ly/ZjYchC
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  1. 1. Andelita Pereira Tania Carregari Prof. Mestre: Thiago de Almeida (www.thiagodealmeida.com.br)
  2. 2. <ul><li>- A definição universal de BULLYING é compreendida como um subconjunto de comportamentos agressivos, intencionais e repetitivos que ocorrem sem motivação evidente, adotado por um ou mais alunos contra outro (a), causando dor, angústia e sofrimento. </li></ul><ul><li>- Em 1970, na Suécia surgiu um maior interesse da sociedade sobre este problema, logo em seguida estendeu-se para vários países; </li></ul><ul><li>- Dan Olweus (1978- 1993) , na Noruega, foi o primeiro autor a estudar o Bullying no inicio dos anos 70; </li></ul><ul><li>- Foi quando na Noruega, doze anos mais tarde, em 1982 ocorreu o suicídio de três crianças entre 10 e 14 anos, motivadas pela situação de maus-tratos a que eram submetidos pelos seus companheiros da escola. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>- Olweus pesquisou inicialmente cerca de 84.000 estudantes, 300 a 400 professores e 1.000 pais entre os vários períodos de ensino; </li></ul><ul><li>- Adotou questionários, consistindo de um total de 25 questões com respostas de múltipla escolha, onde se verificava a freqüência, tipos de agressões, locais de maior risco, tipos de agressores e percepções individuais quanto ao número de agressores; </li></ul><ul><li>- Adaptado e utilizado em diversos estudos, em vários países, inclusive no Brasil, pela ABRAPIA- Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção a Infância e a Adolescência; </li></ul><ul><li>- Verificou-se que 1 em cada 7 estudantes estava envolvido em caso de BULLYING; </li></ul>
  4. 4. <ul><li>- É a forma de violência que mais cresce e está ocorrendo nas escolas do mundo inteiro, inclusive no Brasil, apesar de não termos muitas pesquisas e estudos referentes a este assunto; </li></ul><ul><li>- A Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (ABRAPIA) nos mostram que nas escolas brasileiras o BULLYING apresenta índices superiores aos países europeus; </li></ul><ul><li>- A ABRAPIA apontam uma diferença em relação aos dados internacionais, pelo fato &quot;de que aqui os estudantes identificaram a sala de aula como o local de maior incidência desse tipo de violência, enquanto, em outros países, ele ocorre principalmente fora da sala de aula, no horário do recreio”. </li></ul>
  5. 5. - O comportamento agressivo entre estudantes é um problema universal, tradicionalmente admitido como natural e freqüentemente ignorado ou não valorizados pelos adultos, porém, o BULLYING entre estudantes, é definido como um ato agressivo intencional e repetido, provocado por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, executado dentro de uma relação desigual de poder, seja por idade, desenvolvimento físico ou relações com o grupo.
  6. 6. <ul><li>- É importante salientar que nem todo tipo de agressão que ocorre entre pares é considerada como BULLYING; </li></ul><ul><li>- Agressões que não envolvem desequilíbrio de forças, são conflitos normais entre pessoas por motivos de discórdia não persistindo na perseguição mas negociando entre os pares para satisfazer ambas necessidades não é considerado BULLYING. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>- Relação de desequilíbrio de poder com propriedade de causar “traumas” ao psiquismo da vítima; </li></ul><ul><li>- Não há motivos evidentes para sua ocorrência; </li></ul><ul><li>- Ocorre de duas formas: </li></ul><ul><li>Direta Indireta </li></ul><ul><li>Agressões físicas Exclusão de seu </li></ul><ul><li>e verbais. grupo social. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Tipo Verbal </li></ul><ul><li>Tipo Relacional </li></ul><ul><li>Tipo Físico </li></ul><ul><li>Tipo Eletrônico (Cyberbullying) </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Agressão verbal é uma forma de violência psicológica; </li></ul><ul><li>Colocar apelidos; </li></ul><ul><li>Xingar; </li></ul><ul><li>Criticar; </li></ul><ul><li>Zombar; </li></ul><ul><li>Caçoar; </li></ul><ul><li>Intimidar. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Intimidar; </li></ul><ul><li>Excluir; </li></ul><ul><li>Ameaçar; </li></ul><ul><li>Perseguir; </li></ul><ul><li>Humilhar; </li></ul><ul><li>Aterrorizar; </li></ul><ul><li>Roubar; </li></ul><ul><li>Destruir pertences pessoais. </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Bater; </li></ul><ul><li>Chutar; </li></ul><ul><li>Beliscar; </li></ul><ul><li>Ferir; </li></ul><ul><li>Puxar o cabelo; </li></ul><ul><li>Empurrar; </li></ul><ul><li>Agredir. </li></ul>
  12. 13. <ul><li>- O Cyberbullying consiste no ato de, intencionalmente, uma criança ou adolescente, fazer uso das novas tecnologias de informação, denegrir, ameaçar, humilhar ou executar outro qualquer ato mal intencionado dirigido a outra criança ou adolescente. </li></ul><ul><li>- A internet, telefones celulares, ou outros dispositivos são utilizados para enviar textos ou imagens com a intenção de ferir ou constranger outra pessoa. </li></ul>
  13. 14. <ul><li>Insultar; </li></ul><ul><li>Discriminar; </li></ul><ul><li>Difamar; </li></ul><ul><li>Humilhar; </li></ul><ul><li>Ofender; </li></ul><ul><li>Expor. </li></ul>
  14. 15. <ul><li>- Intimidar o aluno em voz alta rebaixando-o perante a classe e ofendendo sua autoestima. Uma forma mais cruel e severa é manipular a classe contra um único aluno o expondo a humilhação </li></ul><ul><li>- Assumir um critério mais rigoroso na correção de provas com o aluno e não com os demais. Alguns professores podem perseguir alunos com notas baixas; Ameaçar o aluno de reprovação; </li></ul>
  15. 16. <ul><li>- Negar ao aluno o direito de ir ao banheiro ou beber água, expondo-o a tortura psicológica; </li></ul><ul><li>- Difamar o aluno no conselho de professores, aos coordenadores e acusá-lo de atos que não cometeu; </li></ul><ul><li>- Tortura física, mais comuns em crianças pequenas. Puxões de orelha, tapas e cascudos </li></ul>
  16. 17. <ul><li>Pesquisa realizada no interior de São Paulo em estabelecimentos de ensino públicos e privados. </li></ul><ul><li>( Apud   Cleodelice Aparecida Zonato Fante : O FENÔMENO BULLYING E AS SUAS CONSEQÜÊNCIAS PSICOLÓGICAS) </li></ul><ul><li>49% Envolvidos </li></ul><ul><li>22% Vítimas 15% Agressores </li></ul><ul><li>12% Vítimas-agressoras </li></ul>
  17. 18. <ul><li>Vítima Típica: aspecto físico frágil, timidez, passividade. </li></ul><ul><li>Vítima provocadora: Atrai e provoca reações agressivas, responsável por causar tensões no ambiente que vive. </li></ul><ul><li>Vítima agressora: Reproduz maus-tratos sofridos como forma de compensação – ciclo vicioso. </li></ul>
  18. 19. <ul><li>Agressor: </li></ul><ul><li>- Caráter violento e perverso; </li></ul><ul><li>- liderança por meio de força e agressividade; </li></ul><ul><li>- Oriundo de família desestruturada em que há ausência de afetividade; </li></ul><ul><li>- Geralmente está envolvido em atos de pequenos delitos, roubo e vandalismo; </li></ul><ul><li>- Predomínio do sexo masculino; </li></ul><ul><li>- Também incluem alunos que manifestam apoio ao agressor não tomando iniciativa da violência mas sendo cúmplices, são chamados de agressor secundário (Efeito Matilha). </li></ul>
  19. 20. <ul><li>Espectadores: </li></ul><ul><li>- Alunos que testemunham a tudo, mas adotam a “lei do silêncio”; </li></ul><ul><li>- Não tomam partido, nem saem em defesa do agredido por medo de serem a próxima vítima; </li></ul><ul><li>- Também nesse grupo estão alguns alunos que não participam dos ataques, mas manifestam apoio ao agressor. </li></ul>
  20. 21. <ul><li>- São inúmeros e variados e estão geralmente ligados à: </li></ul><ul><li>- à carência afetiva, </li></ul><ul><li>- ausência de limites, </li></ul><ul><li>- maus-tratos físicos e explosões emocionais violentas dos pais sobre esses indivíduos (principal queixa apontada pelos agressores); </li></ul><ul><li>- garantia de sua popularidade, respeito, e veneração entre os membros do seu grupo. </li></ul>
  21. 22. <ul><li>- Problemas de aprendizagem, </li></ul><ul><li>- Transtornos de comportamentos, </li></ul><ul><li>- Atitudes de insegurança, </li></ul><ul><li>- Dificuldade relacional, </li></ul><ul><li>- Retraimento e indefesa aos ataques, </li></ul><ul><li>- Neuroses, fobia social, depressão, </li></ul><ul><li>- Homicídios seguido ou não de suicídios, </li></ul><ul><li>- Absenteísmo e a evasão escolar, entre outros. </li></ul>
  22. 23. <ul><li>Vítima: </li></ul><ul><li>- Procura se isolar do grupo ou ficar perto de professores e funcionários. </li></ul><ul><li>- Mostra-se insegura, </li></ul><ul><li>- Aspecto triste, deprimido e aflito, </li></ul><ul><li>- Apresenta contusões, feridas, roupas rasgadas, </li></ul><ul><li>- Falta frequentemente as aulas, </li></ul><ul><li>- Perde seus pertences e apresenta gastos altos, </li></ul><ul><li>- Dores de cabeça frequentes, pouco apetite, dor de estômago, tontura; </li></ul>
  23. 24. <ul><li>Agressor: </li></ul><ul><li>- Apresenta atitude hostil, desafiante e agressiva, </li></ul><ul><li>- É habilidoso para se sair bem em situações difíceis, </li></ul><ul><li>- Exterioriza sua autoridade sobre alguém. </li></ul><ul><li>Espectadores: </li></ul><ul><li>- Sentimentos de insegurança, ansiedade, medo e estresse, </li></ul><ul><li>- Pode comprometer seu sucesso socioeducacional. </li></ul>
  24. 25. <ul><li>- Avaliar o desempenho dos alunos por suas notas e cumprimentos de tarefas, </li></ul><ul><li>- Monitorar o convívio social e perceber como ele se desenvolve; </li></ul><ul><li>- Envolver toda a comunidade: professores, funcionários, diretores, pais e dos próprios alunos; </li></ul><ul><li>- Priorizar a conscientização geral de todos; </li></ul>
  25. 26. <ul><li>- As escolas devem intervir diretamente e buscar auxílio de outras instituições como centros de saúde, conselhos tutelares e redes de apoio; </li></ul><ul><li>- Oferecer apoio e proteção ás vítimas e conscientizar os agressores sobre a incorreção de seus atos; </li></ul><ul><li>- Os agressores devem ser trabalhos afetivamente de forma a desenvolverem comportamentos amigáveis e sadios; </li></ul><ul><li>- Deve-se evitar ações puramente punitivas que podem acabar por marginaliza-los; </li></ul>
  26. 27. <ul><li>Programa desenvolvido por Cleo Fante em São José do Rio Preto. </li></ul><ul><li>- Estratégias psicopedagógicas fundamentadas sobre princípios de solidariedade, tolerância e respeito ás diferenças; </li></ul><ul><li>- Trabalho individualizado com os envolvidos no bullying visando fortalecer a auto-estima das “vítimas” e a canalização da agressividade do “agressor”; </li></ul><ul><li>- Programa de cuidado a saúde emocional e controle de estresse, pois pessoas saudáveis educam crianças saudáveis. </li></ul>
  27. 28. <ul><li>- Programa Educar para a Paz * Cleodelice Aparecida Zonato Fante - Doutoranda em Ciências da Educação pela Universidade de Ilhas Baleares, Espanha. Pesquisadora do Bullying Escolar. Autora do Programa Educar para a Paz. Conferencista. (cleofante@hotmail.com)* </li></ul><ul><li>- Livro: Fenômeno bullying : Como prevenir a violência nas escolas e educar para a paz. Cleo Fante </li></ul><ul><li>- Filme: Bullying, provocações sem limites. </li></ul>
  28. 30. <ul><li>- SILVA, Geane de Jesus. Bullying: quando a escola não é um paraíso . Disponível em: http:// www.pucrs.br/mj/bullying.php </li></ul><ul><li>- FANTE, Cleodelice Aparecida Zonato. O Fenômeno Bullying e as suas consequências psicológicas. Disponível em: http://www.psicologia.org.br/internacional/pscl84.htm </li></ul><ul><li>- BANDEIRA, Claudia de Moraes . Bullying: Auto Estima e Diferenças de Gênero . Dissertação de Mestrado. Agosto 2009. Disponível em: http:// www.lume.ufrgs.br/handle/10183/23014 </li></ul><ul><li>- LOPES, Aramis A. Lopes Neto . Bullying – comportamento agressivo entre estudantes . Jornal de Pediatria Copyright 2005 by Sociedade Brasileira de Pediatria Artigo de Revisão. Disponível em: http:// www.scielo.br/pdf/jped/v81n5s0/v81n5Sa06.pdf </li></ul>
  29. 31. <ul><li>- FERREIRA, Luis Gustavo Fabris Ferreira. Bullying: uma questão de Direitos Humanos . Disponível em: http:// www.pjpp.sp.gov.br/2004/artigos/51.pdf </li></ul><ul><li>SIQUEIRA, Raquel de Arruda. A PROBLEMÁTICA DO BULLYING NA PRÁTICA DOCENTE , 2008. Disponível em: http://www.webartigos.com/articles/7301/1/Bullying/pagina1.html#ixzz1LS6o3SCJ </li></ul><ul><li>http://pt.wikipedia.org/wiki/Cyberbullying , acesso em 04/05/2011. </li></ul><ul><li>Vídeos disponíveis em: </li></ul><ul><li>http://www.youtube.com/watch?v=mGbmqdGeokM </li></ul><ul><li>http://www.youtube.com/watch?v=8q3z5lp5U1A&feature=related </li></ul><ul><li>http://www.youtube.com/watch?v=uH73lBo68OA </li></ul>
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