Teoria e História da Arquitetura e Urbanismo I   Professora orientadora: Ana CecíliaObra arquitetônica do século XX - Hemi...
Hemisféric, Valência 1998                                                                                                 ...
CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA E CULTURAL         Valência é a capital da Comunidade Valenciana, formada por         comercial...
A OBRA E ACIDADE         O Hemisferic ocupa uma área de 200 x 1.300m(aproximadamente 26.000m²) localizada entre o Museu de...
A CIDADE DAS ARTES E DAS CIÊNCIAS          A Cidade das Artes e da Ciência é um Centro Científico eCultural composto pelas...
OCEANOGRÀFIC        O Oceanogràfic inaugurado em 2003 é omaior aquário da Europa. Único equipamento daCidade das Artes e d...
MUSEO DE LAS CIENCIAS          PRÍNCIPE FELIPE        O museu, concluído em 2000, tem a propostade ser um lugar aberto e d...
PALAU DE LES ARTS REINA SOFIA        O Palácio das Artes Rainha Sofia foi concluídoem 2005. Construído com as mais moderna...
UMBRACLE        Concluído em 2000 e inaugurado junto com oMuseu Principe Felipe, o LUmbracle é o portal deentrada para a C...
ÁGORA        Inaugurado em 2009, a Ágora é uma estruturametálica com planta semelhante a uma elipse com 88mde comprimento ...
HEMISFÈRIC        Nome da obra: Hemisfèric.        Ano do projeto: 1990.        Inauguração: 1998.        Autor do projeto...
O ORGANICISMO E A ARTISTICIDADE NA             OBRA TECNOLÓGICA DE              SANTIAGO CALATRAVA         Santiago Calatr...
O CONJUNTO ARQUITETÔNICO         O Hemisfèric está composto por três corpos diferenciados. Noextremo este situam-se a cafe...
O PROJETO         Podemos observar diversas figuras geométricas (elipses, círculos,triângulos e trapézios) na composição d...
O PROCESSO CONSTRUTIVO         A arquitetura exterior, a cúpula ovóide do Hemisféric,   fôrma ao concreto realizado desde ...
IMAGENS DA CONSTRUÇÃO
ASPECTOS SIMBÓLICOS E SUBJETIVOS                                                                                          ...
O HEMISFÉRIO E OUTRAS OBRAS         Segundo Curtis, a arquitetura final do século XX evidentementeseguiu muitos caminhos e...
REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICOBENEVOLO, Leonardo. A arquitetura no novo milênio. São Paulo: Estação Liberdade, 2007.COLIN, Silv...
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Trabalho acadêmico sobre a obra arquitetônica Hemisferic de Santiago Calatrava,

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  • Oi thiago td bem? ficou muito bom seu trabalho parabens, tenho um trabalho para o fim do semestre e escolhi essa obra para fazer a maquete, vc poderia me enviar esta apresentação? desde ja agradeço,
    nathalia teixeira
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  1. 1. Teoria e História da Arquitetura e Urbanismo I Professora orientadora: Ana CecíliaObra arquitetônica do século XX - Hemisfèric Aluno: Thiago Fernandes
  2. 2. Hemisféric, Valência 1998 Santiago Calatrava (1951-)CONCEPÇÃO ESTÉTICA DINÂMICA E ÚNICA "Para mim, é justamente o rigor da engenharia que alça a arquitetura a um patamar mais elevado". Santiago Calatrava A decisão de escolher a obra “Hemisferic” para esta pesquisafoi pela sua grande dimensão e principalmente pelo movimento realizadopelas estruturas metálicas laterais, uma concepção estética dinâmicaúnica. O Hemisfério é um planetário e um Cinema IMAX Dome que fazparte de um dos complexos científico-culturais mais importantes do mundoeuropeu: A Cidade das Artes e das Ciências. A construção do complexofoi iniciado em 1990 sendo inaugurado em 1998. Cidade das Artes e das Ciências Hemisféric
  3. 3. CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA E CULTURAL Valência é a capital da Comunidade Valenciana, formada por comercialização se estendeu e a prosperidade se fez com a cidade deCastellón, Alicante e a própria Valência, com cerca de um milhão de Valência. Posteriormente, e até o século XX, a cidade iniciou seu processohabitantes. de crescimento para se tornar atualmente a terceira maior cidade da A Cidade das Artes e das Ciências pode ser considerada o Espanha. Valência é uma cidade que defendeu a República espanhola emaior complexo de difusão científica e cultural em na Europa. foi a capital entre 1936 e 1939, ano em que a Espanha estava Valência como cidade tem as suas origens em 138 aC. Durante mergulhada na Guerra Civil.as suas primeiras décadas, a situação de Valência foi difícil, estava A construção do Hemisfério e da Cidade das Artes e dasenvolvida em guerras, que enfraqueceu a cidade, a ponto de destruir-la Ciências foi uma iniciativa da "Generalitat Valenciana" (prefeiturapraticamente na Guerra de Pompeu em 76 aC, porém, a cidade foi de Valencia) que promoveu uma série de intervenções urbanasreconstruída no século I da nossa era e tinha um estatuto de cidade, um para incorporar a cidade de Valencia ao Terceiro Milênio ereconhecimento importante no tempo dos romanos. recuperar a área urbana localizada entre o antigo leito do rio Turia Uma época que durou vários séculos, e que iniciou o processo e a autopista de Saler. O projeto da Cidade das Artes e da Ciência foide enfraquecimento no final do século XI, quando o Cid cercou à cidade inicialmente composto por uma Torre de Telecomunicações, um planetáriode Valência. Jaime I, rei de Aragão e conde de Barcelona, foi responsável (o Hemisferic) e o Museu das Ciências Príncipe Felipe. Posteriormentepor acabar com a reconquista de Valência em 1239. alterado, a Torre foi substituída pelo Palácio das Artes O século XV é conhecido como a Idade de Ouro castelhano, Hoje Valência é uma cidade muito importante, a Indústria aoatingindo a cidade cerca de cem mil habitantes, no final do mesmo redor do Porto e o Turismo são atualmente o que movimenta a economiaséculo. Começou a construir grandes templos, grandes igrejas, a local. Vista panorâmica da cidade de Valência
  4. 4. A OBRA E ACIDADE O Hemisferic ocupa uma área de 200 x 1.300m(aproximadamente 26.000m²) localizada entre o Museu de Ciências e oPalácio das Artes (Umbracle). Localiza-se entre o antigo leito do rio Turia e a autopista deSaler. Está limitado ao norte e ao sul por dois piscinas retangulares,emergindo delas como uma grande cúpula formada por uma parte centrafixa (a coberta opaca), os elementos laterais móveis que funcionam comobrises (ou guarda - sois), e a lateral transparente envidraçada. Foto de cima tirada em 2000 e a de baixo tirada em 2010
  5. 5. A CIDADE DAS ARTES E DAS CIÊNCIAS A Cidade das Artes e da Ciência é um Centro Científico eCultural composto pelas seguintes obras: - Palácio das Artes Rainha Sofia; São 350 mil m² destinados ao aprendizado e descobrimento das - Hemisfério; artes e das ciências, abrigadas pela imponente arquitetura de - Umbracle; Santiago Calatrava e Felix - Museu das Ciências Príncipe Felipe; Candela - Ágora; - Oceanográfic. Vista aérea da Cidade das artes e das Ciências
  6. 6. OCEANOGRÀFIC O Oceanogràfic inaugurado em 2003 é omaior aquário da Europa. Único equipamento daCidade das Artes e das Ciências que não foi projetadopor Calatrava; o projeto é de Félix Candela. Um parque oceanográfico de 80.000m², comtúneis envidraçados com 70m de comprimento, réplicasperfeitas de setores costeiros com aquários de diferentesecossistemas com 10,5m de profundidade, quepermitem conhecer os mais diversos animais aquáticosde cada região do planeta.
  7. 7. MUSEO DE LAS CIENCIAS PRÍNCIPE FELIPE O museu, concluído em 2000, tem a propostade ser um lugar aberto e dinâmico onde o que é proibidoé não tocar nas obras, a interação com a obras é aprincipal característica de suas exposições. Possui mais de 26.000m² de uma estruturametálica com vidro, onde o visitante passa por diferentesáreas com temas científicos relacionados a biologia e afísica até as mais avançadas tecnologias aplicadas àcomunicação, construção , esportes, dentre outros.
  8. 8. PALAU DE LES ARTS REINA SOFIA O Palácio das Artes Rainha Sofia foi concluídoem 2005. Construído com as mais modernastecnologias, tem uma altura de 75m e um espaço commais de 40.000m²; é uma escultura com grandeconteúdo simbólico, vanguardista e moderno. Criadopara destacar a secular tradição musical da cidade deValencia. É o centro artístico e cultural mais importante domundo; pois une arquitetura, engenharia e tecnologiapara criar um espaço onde há lugar para todos osestilos: dos clássicos até as últimas tendências em ópera,teatro, musica e dança. Possui três auditórios: Salaprincipal com capacidade para 1.800 pessoas, Salade câmara para 400 pessoas e um Auditório ao ar livresituado no alto para 2.500 pessoas.
  9. 9. UMBRACLE Concluído em 2000 e inaugurado junto com oMuseu Principe Felipe, o LUmbracle é o portal deentrada para a Cidade das Artes e das Ciências. É um mirante com mais de 17.500m²constituída por uma imensa área verde de 7.000m²,com 300m de comprimento e 60m de largura. Possui esculturas contemporâneas e diversosjardins com plantas mediterrâneas e tropicais.
  10. 10. ÁGORA Inaugurado em 2009, a Ágora é uma estruturametálica com planta semelhante a uma elipse com 88mde comprimento por 66m de largura e área coberta4.811m². A coberta atinge uma altura máxima de 70metros acima do solo, é feita por painéis de vidro e naárea inferior coberta por painéis opacos. Estão dispostas na parte superior estruturasmóveis que servem de para-sol que abrem e fechampermitindo regular a intensidade de luz solar que iluminao interior da Ágora.
  11. 11. HEMISFÈRIC Nome da obra: Hemisfèric. Ano do projeto: 1990. Inauguração: 1998. Autor do projeto: Santiago Pevsner Calatrava Vall. O Hemisferic (planetário) é um dos edifíciosfundamentais do complexo. Foi o primeiro a serconstruído e inaugurado (início em 1990 e conclusãoem 1998). É a maior sala de projeção da Espanha, comtrês sistemas de projeção em uma tela côncava de900m², grandes filmes no formato IMAX Domesemiesférico, cinema 3D digital com tela de 12x6m eprojeção digital para exibições astronômicas eespetáculos de entretenimento. Tem capacidade para 300 espectadores porsessão. Sua estrutura conta com um dos melhoressuportes tecnológicos do mundo e proporciona aosvisitantes as mais inovadoras sensações audiovisuais.
  12. 12. O ORGANICISMO E A ARTISTICIDADE NA OBRA TECNOLÓGICA DE SANTIAGO CALATRAVA Santiago Calatrava nasceu próximo de Valença , Espanha, em28 de julho de 1951. Segundo Montaner, Calatrava recebeu uma ampla formaçãoentre as quais estão: artes plásticas, engenharia , arquitetura ematemática. Estudou arquitetura em Valença, e fez cursos de pósgraduação em urbanismo e em engenharia civil. Tem um Ph.D. de ciênciastécnicas do instituto de tecnologia federal suíço, e doutorado honoráriodas universidades: Politécnica de Valença, universidade de Sevilha, Milwaukee Art Museum Ponte Mujer, Buenos Aires, Argentinauniversidade de Heriot-Watt em Edimburgo, em Scotland, e da escola deengenharia de Milwaukee. Esta formação o permite desenvolver uma obra pessoal onde asbelas e dinâmicas formas de cada contrução - pontes, fábricas,pavilhões, estações, etc. - são o resultado da expressividade formal nopróprio percorrido das forças. Seus projetos são considerados únicos ealtamente influentes. O partido arquitetônico de Calatrava é marcante e escultural;combina conhecimentos em estruturas e tecnologia com a utilização de Sundial Bridge, Redding, California, EUA Estação de trem do Aeroporto Lyon-Saint Exupérydiversos materiais com relevância plástica, principalmente o aço e ovidro. Segundo Montaner, a obra de Calatrava apresenta uma síntesede dois paradigmas aparentemente opostos: a máquina e a obra de arte. Calatrava soube romper, nas suas primeiras obras, fronteirastradicionais entre escultura, arquitetura e engenharia, pórém depois dosprimeiros avanços caiu em um declarado maneirismo e arbitrariedade. Milwaukee Art Museum
  13. 13. O CONJUNTO ARQUITETÔNICO O Hemisfèric está composto por três corpos diferenciados. Noextremo este situam-se a cafeteria, lojas e escritórios. No centro dacobertura a cúpula que abriga a sala de projeções, e no extremo oeste osserviços técnicos. A estrutura geral está constituída por uma cobertura ovoidal,formada por cinco arcos rebaixados de secção caixão, que apóiam nosextremos sobre tripés de concreto armado, unidos entre sim por perfislaminados e vigas - caixão curvas. Dentro de esta estrutura se dispões aoutra secundária que constitui a sala de projeções, executada emconcreto armado, assentada sobre uma fundação de lajes de grandeespessura. No conjunto arquitetônico se destaca o acabamento de"trencadís" de cor branco brilhante (revestimento de mosaico de azulejosfragmentados), recobrimento típico das cúpulas mediterrâneas.
  14. 14. O PROJETO Podemos observar diversas figuras geométricas (elipses, círculos,triângulos e trapézios) na composição do Hemisferic ou Hemisfério. Estasfiguras estão presentes nas demais obras que fazem parte do complexocientífico-cultural e são recorrentes nas obras do arquiteto Calatrava quetem admiração e inspiração nas formas orgânicas. Calatrava evidenciou nesta obra a dinâmica nas estruturasmetálicas utilizadas juntamente com vidro. Planta do planetário Corte Transversal Corte Longitudinal
  15. 15. O PROCESSO CONSTRUTIVO A arquitetura exterior, a cúpula ovóide do Hemisféric, fôrma ao concreto realizado desde o exterior.está formada por grandes laminas tóricas, formadas por vigas A construção da esfera foi realizada em três fasesmetálicas caixão de 90m de comprimento, que surgindo do por trechos de altura.nível da água envolvem a cúpula. Na primeira fase se executou a soldagem dos perfis Estas laminas estão provistas de enormes cancelas laminados curvos às placas de ancoragem, unindo as cabeçasmóveis parecidas com as pálpebras do olho. O movimento é destes meridianos a um anel horizontal formado por um tuboobtido por meio de um sistema hidráulico, semelhante ao metálico curvado.usado em portões de garagem. Posteriormente colocou-se o resto da armadura e os Os espaços vazios das costelas entre viga inferior e a reforços, concretando a continuação. A segunda fase é umasua imediata superior servem como janelas envidraçadas repetição da primeira enquanto que a terceira consistiu noexecutadas com vidro laminado. içamento, montagem e colocação do casquete superior da A cúpula se fecha sobre uma arquibancada esfera.semicircular inclinada fechando-se em uma serie de volumes A esfera foi posteriormente impermeabilizada eesféricos que assumem as diversas funções: telão esférico de recoberta pelo material de acabamento.projeção de 24m de diâmetro, abóbada de concreto com A fundação do Hemisféric utiliza muros de arrimo32m de diâmetro, e a abóbada tórica que envolve todo o perimetrais. A concretagem foi realizada por etapas.conjunto. A laje de fundação ancorada aos muros de arrimo A arquibancada está disposta sobre as máquinas de tem de 1,50 a 2,00m de espessura pois recebem as cargasprojeção e tem capacidade para 302 espectadores mas 4 normais da construção e deve resistir ao empuxo da água poisespaços para deficientes físicos. enquanto a cota mais baixa de fundação esta a -15,00m, o A esfera está composta por armadura e base de perfis nível freático sobe até o nível -9,00.laminados do tipo IPN de 160mm. Tanto a laje como os muros perimetrais tem função Curvadas com o raio da esfera e com dupla impermeabilizante, sendo o encontro entre ambos elementosarmadura, vigas separadoras destes meridianos e fortalecidos selados com um duplo cordão de isolamento, o primeiro emem forma de cruz de Santo André. Na face interna existe junto massa expansiva e o segundo com tubos porososcom as armaduras, uma camada de nervometal que serve de posteriormente injetados com poliuretano.
  16. 16. IMAGENS DA CONSTRUÇÃO
  17. 17. ASPECTOS SIMBÓLICOS E SUBJETIVOS Vista Lateral externa O projeto de suas fachadas laterais é nitidamente inspirado no olho humano com a pupila representando o planetário e as pálpebras a estrutura móvel, compondo sua proteção. Um planetário em formato de olho humano adornado com gigantescas pálpebras de aço em constante abre e fecha As fachadas menores de acesso sugeremVista superior um animal parecido com uma tartaruga. Sua forma lembra elementos orgânicos. Croquis do arquiteto Vista frontal externa Vista interna
  18. 18. O HEMISFÉRIO E OUTRAS OBRAS Segundo Curtis, a arquitetura final do século XX evidentementeseguiu muitos caminhos e tem se caracterizado tanto pela diversidadegeográfica qunto pelo pluralismo intelectual. Para compreender e aceitara arquitetura recente, precisamos ir além de tais afirmações importantes eanalisar as sensibilidades e os mitos sociais que elas exemplificam; levarem consideração tanto as intenções únicas de cada edificação quanto a O Palácio de Cristal - 1851, de Paxton. Sydney Opera House, de Jom Utzon - 1973posição desta no campo geral da investigação arquitetônica. Os edifícios de Calatrava têm em comum o fato de jamais seintegrarem harmonicamente à paisagem, eles sempre se chocam com apaisagem. Podemos identificar na sua obra as formas orgânicas tambémutilizadas nas obras de Gaudi e de Joseph Paxton,além do desenhoaerodinâmico norte-americano dos anos 50 e de todos os mestres daarquitetura escultórica e expressiva do período pós-guerra: Félix Candela,Eeero Saarinem, Kenzo Tange, Pier Luigi Nervi e Jom Utzon. O TWA-terminal, New York International - 1956 , de Saarinem Casa Batlo - 1875, de Gaudi Diz-se na Espanha que Calatrava representa para Valência omesmo que o catalão Antonio Gaudí significou para Barcelona, noprincípio do século XX. A arquitetura-espetáculo representada por Calatrava nãocompõe exatamente uma nova corrente – tais são as diferenças de estiloentre seus mais proeminentes nomes, como o americano Frank Gehry(autor do Museu de Bilbao) e o holandês Rem Koolhaas (do Museu Gug-genheim de Las Vegas). Suas obras, no entanto, guardam uma notável Museu Guggenheim Bilbao - 1997, de Frank Gehry St. Marys Cathedral Tokyo - 1963, de Kenzo Tangesemelhança: utiliza técnicas de construção que permitem edificar prédiosem formatos tão ousados desafiando as leis da física, elas sempreprovocam uma transformação radical no cenário. Os prédios-esculturas têm se prestado à função de valorizaráreas decadentes e abandonadas – sendo às vezes decisivos na suarevitalização. Por exemplo o Museu Guggenheim, transformou a cidadede Bilbao, na Espanha, tornando-a um polo turístico. Museu Gug-genheim de Las Vegas - 2002, de Rem Koolhaas Catedral de Santa Maria da Assunção, de Pier Luigi Nervi - 1967
  19. 19. REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICOBENEVOLO, Leonardo. A arquitetura no novo milênio. São Paulo: Estação Liberdade, 2007.COLIN, Silvio. Pós-modernismo: Repensando a arquitetura. Rio de Janeiro: Uapê, 2004.CURTIS, William J. R. Arquitetura moderna desde 1900. São Paulo: Bookman, 2008.MONTANER, Joseph M. Depois do movimento moderno: Arquitetura da Segunda metade do século XX. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2001.

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