Understanding discourse

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Apresentação do texto de Christine Nuttal

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Understanding discourse

  1. 1. Professora: Alessandra BittencourtAlunas: Cristiane CarvalhoLuciana ChamarelliNathália LopesThaís Amaral AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  2. 2. Senso comum- faculdade apreciar; de julgar ; de dar sentido a algo que é de conhecimento geral.Discurso- sentido geral, oculto, de uma fala ou conjunto de falas.(definições encontradas em FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Aurélio Júnior. Positivo: Curitiba, 2011) AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  3. 3. • Os marcadores discursivos servem para indicar o valor funcional dasfrases.• Entretanto, algumas sentenças são escritas sem a utilização demarcadores discursivos. Como interpretar o Como entender qual a valor funcional dessas intenção comunicativa frases? do autor nesses casos?• São necessárias habilidades especiais a fim de se traçar e interpretar ovalor de uma frase baseado simplesmente no modo como o autororganizou o texto.• 1ª Habilidade: Para entendermos um discurso é necessário entender o valor funcional das frases que o compõem. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  4. 4. É possível reconhecermos o valor funcional em duascircunstâncias: 1ª- quando ele é sinalizado com o uso de um marcadordiscursivo ou por outros meios: therefore, however, Iconclude, let us define it as, it can be assumed, etc. 2ª- quando não há marcador discursivo explícito, o leitorprecisa se empenhar de forma a captar, inconscientemente,qual a intenção do autor ao escrever aquela frase. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  5. 5.  É perfeitamente possível entender um texto sem ter o completo entendimento acerca das terminologias necessárias para a descrição do valor funcional e a organização retórica de um texto.1- Função independente (associada ao sentido proposicional)2-Função dependente do texto (associada ao sentido contextual)3- Função dependente de interação (associado ao sentido pragmático) AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  6. 6. Em alguns casos, a forma da frase e sua significaçãosão apenas um sinal de sua função ou até mesmo docontexto: - Definição - Descrição - Classificação - Relato - Generalização - Especulação - Nomeação - Predição AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  7. 7. Este caso define somente termos que mantêm relaçãoentre frases do mesmo texto. - Afirmativa - Hipótese - Exemplificação - Comentário - Reforço - Conclusão - Explicação AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  8. 8. Essa é a categoria mais controversa, masimportante distingui-la das anteriores. Esse tipo defunção propõe que o autor dialogue com o leitor, já noscasos anteriores; essa interação ocorria somente paraquem a queria ver. - Admissão - Desculpa - Avaliação - Sugestão - Convite - Reclamação - Instrução - Elogio - Aviso AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  9. 9. Há, também, frases que pertencem a mais deuma categoria simultaneamente e nem por isso, umvalor exclui o outro. É preciso começar o trabalho com textos curtos afim de envolvê-los na classificação, na sequência deações, nos passos do processo de causa e efeito,entre outras. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  10. 10. O valor de uma frase surge da relação existente comoutras frases de um mesmo texto, e de acordo com ocontexto. Só se aprende a fazer uma correta classificação defrases por meio de muita leitura e prática. A prática em sala de aula é necessária a fim de que osconceitos se torne mais claros e ofereçam aos alunoshabilidade para leitura e classificação correta das frasesestudadas. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  11. 11. O reconhecimento de um texto se dá através da percepção da coerência que se estabelece a partir do propósito que se pretende obter com ele.O leitor é capaz de identificar o contexto do texto pela forma como ele é organizado e de ver como as suas ideias se organizam em conjunto.A organização de um parágrafo e seus padrões deve ser estudada, pois por meio dela é que somos capazes de identificar o significado da frase e interpretar um texto de difícil compreensão, ainda que alguns parágrafos não mostrem o padrão de organização claramente. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  12. 12. É uma tarefa popular com os alunos eextremamente efetiva, pois possibilita ao alunointegrar o conhecimento adquirido nas habilidadesde leitura já trabalhadas.É uma tarefa simples para se preparar, desafiadorae leva tempo para fazê-la adequadamenteFuncionam com trabalhos em grupo, já que buscaum pensamento crítico e estimulantes para umadiscussão. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  13. 13.  Fornecer um texto com parágrafos extensos com um deles omitido e fornecê-lo separadamente aos alunos.TAREFA: Decidir onde o parágrafo omitido se encaixa no texto. Fornecer um texto com parágrafos extensos com a abertura ou conclusão de um parágrafo omitido.TAREFA: Decidir onde o parágrafo melhor se encaixa no texto. Fornecer um texto com parágrafos extensos com um parágrafo colocado no lugar errado.TAREFA: Decidir qual parágrafo está fora do lugar e onde colocá-lo. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  14. 14. Fornecer um parágrafo com uma frase-chave omitida e substituí-la por um espaço.TAREFA: Escolher a frase-chave correta. Fornecer um parágrafo com uma frase omitida sem indicar por um espaço.TAREFA: Decidir onde a frase omitida deve estar no texto. Fornecer um parágrafo com uma frase fora do lugar.TAREFA: Decidir qual frase está fora do lugar e onde ela deveria estar. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  15. 15. O objetivo é mostrar a estrutura do texto e a forma como as ideias e informações são apresentadas. http://grad.berkeley.edu/policies/guides/appointments/ AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  16. 16. Interpretação ambígua ;Alguns alunos podem entender e discutir, enquanto outros podem ficar confusos;Pode levar o leitor à distorção em vez da interpretação;A terminologia abstrata pode causar mais problema do que solução;Dificulta as vezes o entendimento do aluno sobre o que quer se tratar através dos diagramas textuais do que pelo próprio texto em si; AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  17. 17.  É necessário, primeiro, entender o texto para então encontrar uma forma de representar sua compreensão por meio de diagramas.Decidir o que escrever e fazer relação entre as ideias expostas.Deixar que outras pessoas tentem utilizar um diagrama feito por outro e comentem em uma sessão de feedback, a fim de avaliar os resultados dos diagramas de textos. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  18. 18.  Os pressupostos podem ser divididos em dois grupos:a) o conhecimento e a experiência que o escritor espera que o leitor tenha;b) as opiniões, atitudes, emoções que o escritor espera o leitor compartilhar ou pelo menos entender. A segunda categoria é a mais perigosa, porque um ponto de vista fortemente sustentado pode nos cegar para a existência de pontos de vista diferentes, não interpretando as palavras expressadas por alguém. Isto é particularmente provável se o escritor não define suas opiniões, mas simplesmente assume em compartilhá-las. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  19. 19.  Revisão de uma produção de ópera.“Seu palco é uma tela suja, sempre em mudança, mas sempre em branco - mundo de Wozzeck: desolado. Os projetos de Hildegard Bechtler são todos sujos, superfícies aflita; uma única cortina preta açoita entre as cenas, como uma eliminaçao cinemática”.(From Seckrson, E.on Opera North’s Wozzeck, The independent 17 May 1993) Alguém que não conhece a ópera Wozzeck ou não gosta de sua tristeza, pode achar difícil reconhecer que este comentário é favorável. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  20. 20. “ Feito com o mesmo cuidado e atenção aos detalhes, como nossas famosas camisas de manga longa, estas camisas de manga curta estão agora disponíveis com um desconto de 10%. Elas apresentam pequenos extras que definem a camisa (nome comercial), além de costura dupla , caudas longas, ossos de colarinho removível e um bolso do peito ...”(advertisement by James Meade Ltd, Daily Telegrah Magazine 15 May 1993) O escritor pretende assumir que você está familiarizado com camisas de mangas compridas e de qualidade. Da mesma forma, está implícito que todos familiarizados com as camisas de mangas compridas ficarão impressionados com o fato de que as novas camisas oferecem o mesmo cuidado e atenção, e assim você também - apesar de sua ignorância lamentável - pode ter a certeza da qualidade. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  21. 21. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  22. 22. A inferência muitas vezes pode ser usada para reconstruir as pressuposições não declaradas do escritor .Quando o escritor espera que o leitor desenhe algumas conclusões a partir de dados não declarados, pontos em uma discussão, etc. Neste caso, o leitor tem todos os elementos necessários, mas espera-se ter a última a etapa de si mesmo. Na prática a divisão entre esses usos de inferências nem sempre é clara. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  23. 23.  1º exemplo: A segunda dessas declarações é demonstravelmente falsa. Será que estamos a deduzir que a primeira afirmação é verdadeira? ou apenas que o escritor não pode contestá-la? Precisamos estar alertas para a ambiguidade, para que possamos voltar e corrigir a inferência, se necessário. 2º exemplo: O tratamento foi retirado mais tarde. No dia seguinte, o paciente morreu. A sequência de frases sugere, mas não afirma, que a retirada do tratamento causou a morte. Este tipo de dúvida, é usada pelos escritores que desejam equivocar - implicar alguma coisa que sabe ser falsa, sem realmente mentir. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  24. 24.  A melhor forma de desenvolvê-la é fazer com que os alunos trabalhem as inferências necessárias, colocando- as, passo a passo, se elas são complexas, quando você lidar com textos que se prestam a isso. Da mesma forma, os pressupostos subjacentes devem ser identificados quando você sente que os alunos podem não reconhecer ou compartilhá-los. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  25. 25.  Frases de abastecimento envolvendo pressupostos. Fornecer frases ou textos muito curtos em que certos fatos estão implícitos. Praticar com textos longos é necessário, porque algumas inferências só podem ser feitas através de fatos de várias partes do texto.Nota: É claro que exercícios como estes provocam muita discussão. Muitas vezes é uma questão de interpretação. Eles são, portanto, ideias para trabalho em grupo, seguido pela discussão guiada. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  26. 26.  É uma estratégia de leitura que tem por objetivo prever ou adivinhar situações existentes no texto. Deve ser “provocada” conscientemente pelo professor na prática de leitura. Previsão só é possível quando os escritores organizam as suas idéias, pois as pessoas tendem a ter pensamentos similares uma das outras, e porque certos tipos de textos possuem estruturas previsíveis. Se usadas com clareza, exigem que o leitor acione seus conhecimentos prévios como idéias, hipóteses, visão de mundo e de linguagem sobre o assunto. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  27. 27.  A capacidade de prever auxilia na compreensão e na interpretação de um texto. Alguns tipos de textos facilitam a previsão mais de que outros, pois possuem padrões identificáveis de organização. Previsões começam no momento em que o leitor observa o título. As previsões, para serem úteis, não necessariamente devem ser bem sucedidas. Mesmo as falsas expectativas nos levam a refletir sobre o texto e nos tornam ativamente envolvidos com ele. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  28. 28.  Usar a previsão na leitura de um texto envolve o uso de esquemas em diversos aspectos:- A maneira de como o texto funciona;- A maneira de como o texto é construído;- A maneira que as pessoas o interpreta. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  29. 29.  Atividades que levam o leitor a estabelecer a previsão.1. Trabalhe com um texto que tenha imagem, se possível;2. Exponha o primeiro parágrafo, fornecendo aos alunos tempo para a leitura;3. Discuta sobre o parágrafo: como exemplo se o parágrafo está fazendo uma generalização ou talvez esteja começando uma história; AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  30. 30. 4. Antes de prosseguir a leitura, faça perguntas sobre de que se trata o segundo parágrafo. O objetivo é que os leitores, através da previsão, consigam extrair informações através de dicas presentes no texto;5. Após a discussão, exponha o segundo parágrafo e pergunte aos alunos se o parágrafo está de acordo com suas previsões e a razão por eles terem optado por determinadas maneiras de desenvolver o texto. Em seguida, repita esse processo com os outros parágrafos. Todas as estratégias de leitura levam ao leitor a um único objetivo: Entender o texto de uma forma geral, não apenas traduzir palavra por palavra. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  31. 31.  Para compreender um texto, o leitor precisa ser capaz de distinguir entre:- Importância e não importância de determinados pontos e de detalhes;- Fato e opinião;- relevância e irrelevância;- Conclusões válidas ou não válidas; evidência adequada ou inadequada; inferências válidas e não válidas;- Hipóteses, evidência, inferência e conclusão;- Certeza, probabilidade, possibilidade, necessidade e suas ausências;- causas, efeitos, propósitos e condições. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2
  32. 32. NUTTAL. C. Teaching reading skills in a foreignlanguage. London: Heinemann, 1982. AMARAL; CHAMARELLI; LOPES; OLIVEIRA, 2012.2

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