Escola EB 2,3 D. António Ferreira Gomes                                                                                   ...
Escola EB 2,3 D. António Ferreira Gomes                                                                                   ...
Escola EB 2,3 D. António Ferreira Gomes                                                                                   ...
Escola EB 2,3 D. António Ferreira Gomes                                                                                   ...
Escola EB 2,3 D. António Ferreira Gomes                                                                                   ...
Escola EB 2,3 D. António Ferreira Gomes                                                                                   ...
Escola EB 2,3 D. António Ferreira Gomes                                                                                   ...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Mundo romano

14.317 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
12 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
14.317
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
27
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
12
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Mundo romano

  1. 1. Escola EB 2,3 D. António Ferreira Gomes Disciplina de História, 7º anoTEMA B2 - O MUNDO ROMANO NO APOGEU DO IMPÉRIO 1) Localiza no espaço e no tempo o Império Romano.Localização espacial: (mapa p.42)Roma – cidade junto ao rio Tibre na Península Itálica.Península Itálica – banhada por três mares: Mar Adriático, Mar Tirreno e Mar Mediterrâneo.Cronologia: (cronologia p. 40 e 41) 2) Descreve as etapas de formação do Império Romano.  1º milénio a.C. – P. Itálica habitada por povos, como os Sabinos e Latinos, sob um regime monárquico. Latinos fundaram Roma, uma pequena aldeia, com terras muitos férteis.  753 a.C. - Fundação de Roma. Início da Monarquia (Lenda de Rómulo e Reno)  Século VI a.C. - Roma foi anexada pelos Etruscos, que a tornaram numa grande cidade.  509 a.C. - uma revolução liderada por famílias romanas pôs fim à Monarquia e implantou uma República. Foi nesta fase que se iniciou o processo de expansão territorial. Factores que motivaram a expansão romana: - Conquista de novas terras, procura de novos mercados, produtos e mão-de-obra; - Os ataques de povos vizinhos levaram à criação de um bom exército e a maiores preocupações com a segurança. - Desejo de obter prestígio. 4 etapas da expansão do Império Romano: (mapa p. 45) - Conquista da Pen. Itálica: 500 a.C. a 270 a.C. - Conquista de Cartago, Península Ibérica e Grécia: 270 a.C. a 100 a.C. Guerras Púnicas. Roma conquista Cartago e passa a controlar o comércio no Mediterrâneo, que passaram a designar por Mare Nostrum. - Costa Mediterrânica do Norte de África e Gália: 100 a.C. e 20 d.C - Britânia, Dácia e parte da Ásia Menor: 20 d.C. a 220 d.C.  27 a.C. – Início do período Imperial. 3) Identifica os factores de integração dos povos dominados (p. 46 a 48) Romanização – processo lento de influência da cultura romana sobre as diversas províncias do Império, com o objectivo de integrar e transformar os habitantes dessas províncias em cidadãos romanos.Ano lectivo 2010/11 Prof. Teresa Maia 1
  2. 2. Escola EB 2,3 D. António Ferreira Gomes Disciplina de História, 7º ano 4 agentes: 1) legiões; 2) funcionários administrativos; 3) colonos; 4) mercadores Elementos de união do Império: 1) rede de estradas; 2) língua; 3) direito romano; 4) administração local; 5) urbanismo e arquitectura – os romanos davam grande atenção à planificação das suas cidades e construíram grandes obras públicas; 6) moeda – as moedas romanas difundiram-se em todo o império. 4) Explica o significado de uma economia urbana, comercial e monetária.Século I e II grande prosperidade e desenvolvimento económico Economia urbana, comercial e monetária (texto de autor p. 52) Economia urbana, porque era uma economia ligada às cidades, que sendo grandes centros de consumo, dinamizavam a produção agrícola e artesanal e por consequência levaram ao desenvolvimento do comércio (economia comercial). As crescentes trocas comerciais implicaram uma grande circulação de moeda, por isso a economia romana era também monetária.A necessidade da manutenção do Império obrigou ao desenvolvimento do comércio mas também de outrossectores como a agricultura, a extracção mineira e a produção artesanal. 5) Localiza no mapa as principais rotas comerciais. (mapa sobre o Mundo Romano do Atlas)Ano lectivo 2010/11 Prof. Teresa Maia 2
  3. 3. Escola EB 2,3 D. António Ferreira Gomes Disciplina de História, 7º ano 6) Caracteriza a sociedade romana (texto de autor p. 54 e 56) A diferenciação social baseava-se na liberdade, na cidadania e na fortuna. Era uma sociedade hierarquizada, mas possibilitava a mobilidade social. Era uma sociedade dominada por homens (as mulheres tinham o estatuto social dos seus pais e, depois casarem, dos seus maridos). Era uma sociedade esclavagista, porque dependia do trabalho da mão-de-obra escrava. IMPER ADOR ORDEM SENATORIAL: Senadores ORDEM EQUESTRE Cavaleiros Comerciantes e administradores do império PLEBE LIBERTOS ESCRAVOSImperador  Era o primeiro dos cidadãos;  Como governante absoluto de Roma e do seu império possuía riqueza, poder e privilégios;  Em companhia da sua família vivia uma vida luxuosa, mas constantemente sujeito à intriga política.Ordem Senatorial (Senadores) • Nomeados pelo imperador; • Eram uma minoria; • Eram grandes proprietários rurais;Ano lectivo 2010/11 Prof. Teresa Maia 3
  4. 4. Escola EB 2,3 D. António Ferreira Gomes Disciplina de História, 7º ano • Com uma fortuna avaliada em 1 milhão de sestércios; • Exerciam altas funções no Império (senadores, magistrados, governadores de províncias).Ordem Equestre (Cavaleiros) • Com uma fortuna avaliada em cerca de 400 sestércios; • Ocupavam cargos na administração; • Dedicavam-se ao comércio e aos negócios; • Prestavam serviço militar a cavalo; • Ingressava-se nesta ordem por mérito pessoal; • O seu poder foi aumentando ao longo do tempo. Plebe • Camponeses, artesãos, comerciantes, armadores e empreiteiros; • Grupo social numeroso; • Muitos viviam com dificuldades, por isso tornavam-se dependentes (clientes) dos mais ricos (patronos); • Tinham pouco poder individual, mas juntos podiam tornar-se perigosos; por isso alguns imperadores, conscientes deste risco, procuraram manter os plebeus mais pobres razoavelmente bem alimentados e entretidos para que não se revoltassem. Este tipo de política ficou conhecida com a expressão"pão e circo". Libertos • Antigos escravos que se tornaram livres, por compra ou por vontade dos seus dos seus senhores; • Os seus filhos passavam a ser cidadãos romanos de pleno direito. Escravos • A escravidão não se baseava na raça; • Eram prisioneiros de guerra, marinheiros capturados e vendidos por piratas, ou escravos comprados fora do território romano; • Chegaram a atingir 40% da população em certas zonas do império; • Trabalhavam, sobretudo, nas lides domésticas, no campo, nas minas e nas obras públicas; • Os mais cultos, normalmente de origem grega, tornavam-se mestres e pedagogos dos jovens romanos; • Alguns eram muito maltratados e utilizados em espectáculos como gladiadores.Ano lectivo 2010/11 Prof. Teresa Maia 4
  5. 5. Escola EB 2,3 D. António Ferreira Gomes Disciplina de História, 7º ano 7) Descreve aspectos da vida quotidiana dos Romanos. Vida Quotidiana em RomaOs ricos: Os pobres:  Viviam nas domus urbanas e/ou nas villae  Se vivia no campo, dedicava-se aos trabalhos rurais. agrícolas.  Ocupavam os seus dias com a política e os  Na cidade, vivia em blocos de apartamentos - negócios. as insulae -, prédios com 4 a 5 andares,  Frequentavam as termas, o teatro e outros construídos em tijolo e madeira, onde o risco de espectáculos. incêndio era constante.  À noite participavam, por vezes, em banquetes (  Alimentavam-se com refeições simples nos quais eram servidos muitos pratos de carne constituídas por uma espécie de sopa de feijão, de caça, aves ou peixes acompanhados com lentilhas e cebola, acompanhada de pão e fruta. vinho de várias qualidades, misturado com água,  Havia muitos desempregados , alimentados mel e ervas aromáticas). pelo Imperador e pelos mais poderosos com  Tinham ao seu serviço numerosos escravos “pão e circo” . 8) Identifica as principais instituições romanas (quadro p. 59) Imperador (1º imperador romano Octávio César Augusto) Senado Magistrados Comícios 9) Menciona os poderes do Imperador  Comandante supremo do exército  Chefe religioso supremo – Pontifex Maximus  Direito de veto e de decisão no Senado  Controla a administração pública  Nomeia os governadores das províncias  Autoriza a cunhagem de moeda 10) Identifica aspectos essenciais da civilização romana (língua, literatura, direito e urbanismo). ( p. 60 a 68) Direito Toda a administração do Império funcionava com base num conjunto de leis que regiam as relações entre os cidadãos e a acção governativa. O direito romano inspirou a organização jurídica dos países europeus e revela o espírito prático dos romanos. (doc. 26 p. 60) Urbanismo Desenhavam as cidades tendo em conta as necessidades daqueles que nela habitavam. O plano urbanístico obedecia a um traçado geométrico, no qual as ruas eram largas e conduziam ao centro da cidade – o fórum.Ano lectivo 2010/11 Prof. Teresa Maia 5
  6. 6. Escola EB 2,3 D. António Ferreira Gomes Disciplina de História, 7º ano Língua e Literatura A língua utilizada na escrita era o latim, mas também o grego. Os principais autores foram: Cícero, desenvolveu a prosa latina e a oratória Poesia: Virgílio (“Eneida”), Ovídeo (“Metamorfoses”) e Horácio (“Odes”) Teatro: comédias, tragédias e pantominas (os actores representam através de gestos) História: Tito Lívio 11) Menciona os principais edifícios públicos. Aquedutos, pontes, teatros, circos, recintos desportivos, termas, habitações (domus, villae, insulae) 12) Identifica a influência dos Gregos na arte romana. Literatura: Sofreu influências gregas afastando-se, no entanto, das temáticas tratadas pelos autores helenísticos. Os escritores mais eruditos utilizavam também o grego, como língua dos seus escritos. Arquitectura: (docs.34 , 35 e 36 p. 65) Com influências gregas, mas com aspectos inovadores: (texto de autor p. 64 e 65)  Sentido prático e utilitário dos edifícios;  Inventaram uma espécie de cimento (argamassa, água, cascalho e cinza vulcânica)  Acrescentaram aos edifícios os arcos de volta perfeita, as abóbadas e as cúpulas. Escultura: (docs.38 e 39 p. 66)  Representavam os indivíduos como eram na realidade, não a beleza ideal, como os gregos;  Esculpiam estátuas de grandes dimensões, altos e baixos relevos e bustos Pintura: (doc. 40 p. 67)  Caracteriza-se, também, pelo realismo.  Era muito utilizada na decoração interior das dómus romanas (os frescos)  Representavam paisagens, edifícios, motivos históricos ou mitológicos, figuras humanas, animais e flores. Artes Decorativas: (doc. 42 p. 67)  Destaca-se o mosaico  Representavam cenas muito variadasAno lectivo 2010/11 Prof. Teresa Maia 6
  7. 7. Escola EB 2,3 D. António Ferreira Gomes Disciplina de História, 7º ano 13) Refere os principais deuses romanos Os Romanos eram politeístas e adoptaram os deuses gregos e de outros povos conquistados, mas mudaram-lhe o nome. (Ex: Ísis –deusa egípcia e Mitra – deusa persa)Deuses Gregos Deuses Romanos AtribuiçõesApolo Apolo Sol e artesAres Marte GuerraHera Juno Irmã e esposa de ZeusAfrodite Vénus Beleza e amorDeméter Ceres ColheitasHéstia Vesta LarAtena Minerva SabedoriaÁrtemis Diana caçaHefesto Vulcano FogoHemes Mercúrio Comunicações e comércioPoseídon Neptuno MarHades Plutão Reino dos mortos e infernoDionísio Baco VinhoZeus Júpiter Céu e tempestades Tipos de culto praticados no Império: (texto de autor p. 70)  Culto familiar  Culto público  Culto imperial 14) Mostra a influência da presença romana na Península Ibérica. (p.49 a 51) 218 a 19 a.C. – Conquista da Pen. Ibérica pelos romanos. A partir do século I a.C. as populações vão adoptando progressivamente os usos e costumes romanos:  Agricultura: introdução de novas técnicas e produtos (trigo, vinha, oliveira e árvores de fruto)  Actividades artesanais: exploração mineira; actividades ligadas ao aproveitamento de recursos marinhos (sal, peixe e salmoura); olaria.  Urbanismo: fundação de muitas cidades (ex: Braga – Bracara Augusta)  Obras públicas: construção de aquedutos, fontes, cisternas, rede de estradas, pontes, termas, edifícios de espectáculos.  Cultura: o latim deu origem ao português  Direito romano.Ano lectivo 2010/11 Prof. Teresa Maia 7

×