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Materialidade e memória

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Em cada época, as linguagens são
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Mudança de paradigma

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A ruptura tecnológica determinou
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Jameson, 1996).
Nossa memória nas nuvens

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tecnologias são processos
sociais. É preciso cuidado
com o pensamento
enviesado pelo determinismo
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Produção de informação

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Produção de informação
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Imaterialidade e identidade

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A informação dever ser
ordenada, estruturada ou
contida de alguma forma, senão
permanecerá amorfa e
inutilizável, daí a...
Alzheimer digital

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Qualquer contato humano
com as coisas do mundo
contém um componente de
sentido e um componente
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“[...] Estamos numa época de grandes
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MORAS, Teder M. RESENDE, Fernanda Elisa C.P. Território Audiovisual: imagens e sons como...
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Este material exercita uma reflexão sobre as inovações tecnológicas e como essas implicam mudanças não somente dos suportes materiais, mas da própria sociedade que é obrigada a interagir com essas transformações. Diante de uma produção virtual cada vez maior e a sua imaterialidade colocam-se questões decorrentes desse cenário digital: o descarte, a falta de registro, e principalmente a ausência efetiva de guarda. Para esses problemas buscamos respostas que possam auxiliar a gestão desse conteúdo imaterial, melhor compreensão da mudança comportamental dos produtores desse conteúdo e principalmente o desafio em preservar aquilo que nos representa e registra nossa história sem gerar um monstruoso arquivo de lixo cibernético. Diante dessa temática, este estudo busca evidenciar as mudanças ocorridas em face da adoção da tecnologia digital. Como objeto de estudo escolhemos a TV Cultura de São Paulo. Temos como princípio norteador a premissa de Gumbrecht (2010) que consiste em considerar que a materialidade do meio de transmissão influencia e até certo ponto determina a estruturação da mensagem comunicacional e as consequências da imaterialidade em fluxos digitais. Ao mesmo tempo, inserir a relação dos novos dispositivos tecnológicos com os seus usuários, as condições históricas e materiais com a própria materialidade do objeto (conteúdo produzido).

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  1. 1. Universidade Paulista – UNIP Programa de Doutorado em Comunicação Recodificações Tecnológicas na Comunicação Visual Prof.ª Dr.ª Solange Wajnman ALZHEIMER DIGITAL REFLEXÕES SOBRE O PARADIGMA DE UM UNIVERSO DIGITAL DOUTORANDO: TEDER MUNIZ MORÁS SÃO PAULO, 27 NOV 2013
  2. 2. Uma História Social do Conhecimento – De Gutenberg a Diderot, por Peter Burke  Uma das principais consequências da invenção da prensa tipográfica foi ampliar as oportunidades de carreira aberta aos letrados.  O aumento do número de estudantes no século XVI e início do XVIII resultou em parte da nova função da universidade como instituição de treinamento para o clero das paróquias, e também da crescente demanda dos governos por funcionários formados em direito. 2
  3. 3. Uma História Social do Conhecimento – De Gutenberg a Diderot, por Peter Burke  A difusão da informação – controlar a informação não era fácil. Embora os arquivos não fossem abertos a todos, era possível obter acesso a eles por razões particulares. Os governos às vezes precisam tornar públicas informações para seus próprios propósitos. Jornais oficiais como a Gazette de Paris apresentavam notícias selecionadas.  Uma das razões para se afirmar que vivemos numa sociedade da informação é que a produção e venda de informações contribui de maneira considerável para as economias mais desenvolvidas. 3
  4. 4. Uma História Social do Conhecimento – De Gutenberg a Diderot, por Peter Burke  No renascimento, as disputas sobre plágio eram cada vez mais comuns, a despeito (ou em função) da dificuldade de definir a propriedade intelectual. Os humanistas da época regularmente se acusavam de “roubo”, os próprios implicados afirmando que não praticavam senão “imitação” criativa.  O nascimento da propriedade intelectual. Do final da idade média em diante, assistimos à ênfase crescente na exploração do conhecimento para o ganho e na necessidade de proteger os segredos do oficio como “propriedade intelectual valiosa”. O primeiro direito autoral registrado de um livro foi concedido ao humanista Marcantonio Sabellico, em 1486, por sua história de Veneza. 4
  5. 5. Uma História Social do Conhecimento – De Gutenberg a Diderot, por Peter Burke  Comércio e informação. O comércio, assim como a indústria, dependia do que alguma vez foi chamado de “busca da informação que nos falta e proteção da informação que temos”. No século XVI, as cartas para casa escritas das mais importantes cidades comerciais da Europa e da Ásia por membros das famílias de comerciantes de Genova, Veneza, Florença e outras cidades constituíam “banco de dados” virtuais.  A informação e a VOC (Vereenigte Ost-Indische Compagnie). Um ótimo exemplo da consciência do valor comercial da informação nesse período bem da história da Companhia das Índias Orientais holandesa, conhecida como VOC. A VOC foi descrita com uma “multinacional”, com requisitos de informação não muito diferentes dos de um império. O que era mais notável no sistema de informações da VOC era a importância que dava aos relatórios regulares. 5
  6. 6. Uma História Social do Conhecimento – De Gutenberg a Diderot, por Peter Burke  A impressão e o comércio do conhecimento – A aquisição de conhecimento sobre assuntos comerciais foi obviamente reforçado pela impressão. Informações comerciais de tipo mais confidencial também chegavam a ser impressas, com ou sem autorização. A própria publicação de livros era um negócio que atraia o interesse de mais negociantes que já ajudavam a financeiras impressores no século XV.  Jornais e revistas – Os periódicos em particular, por exemplo o Journal Étranger, dependiam de assinaturas. Embora os panfletos sobre eventos da atualidade já fossem comuns no século XVI, os jornais e revistas, que começaram a ser publicados depois de 1600, são os gêneros literários que melhor ilustram a comercialização da informação. As notícias já eram vistas como mercadorias no século XVII. 6
  7. 7. Uma História Social do Conhecimento – De Gutenberg a Diderot, por Peter Burke  Surgimento das obras de referência – O problema de encontrar a informação quando necessário, a “recuperação da informação” como hoje é chamada, é antigo. Os livros tornaram muitos aspectos da informação mais fáceis de encontrar, desde que se tivesse antes encontrado o livro certo. O surgimento da resenha de livros no final do século XVII foi uma resposta a um problema que era cada vez mais agudo. Entre os livros de maior sucesso estavam o dicionário histórico do padre Louis Moréri (com 24 edições em francês e 16 em traduções entre 1674 e 1759). A proliferação também levou à especialização. A bibliografia, por exemplo, começou com o objetivo universal, pelo menos no campo da cultura e em Latim. Seguiram-se as bibliografias nacionais, como a Bibliothéque française (1584), de La Croix du Maine. Pouco mais tarde, princípio do século XVII, vieram as bibliografias por assunto, usando categorias como teologia, direito, medicina, história e política. 7
  8. 8. Uma História Social do Conhecimento – De Gutenberg a Diderot, por Peter Burke  Aquisição do conhecimento: a parte do leitor. No campo do conhecimento, o consumo individual é relativamente bem documentado. Inventários de bens muitas vezes arrolam o conteúdo de bibliotecas, título por título. Bibliotecas públicas se multiplicavam no período, assim como o número de usuários e o de livros disponíveis nas estantes. Em 1648, por exemplo, entre 80 e 100 estudiosos frequentavam regularmente a Biblioteca Mazarina em Paris. 8
  9. 9. Uma História Social do Conhecimento – De Gutenberg a Diderot, por Peter Burke  Leitura e recepção. Como é óbvio, a aquisição do conhecimento depende não só da possibilidade de acesso e acervos de informação, mas também da inteligência, pressupostos e práticas individuais.  A leitura intensiva era incentivada nas escolas e universidades, onde grande familiaridade com certos textos de Aristóteles, Cícero, a Bíblia e Corpus do Direito Romano às vezes era exigida dos estudantes.  Os “lugares” incluíam conceitos como comparações e oposições, que ajudavam o leitor a organizar a informação e recuperá-la quando necessária.  A abordagem retórico-moral incorporada nos livros lugares-comuns e ensinada nas escolas e universidades influenciou os modos de ler nos primórdios da Europa moderna e pode ser utilizada para reconstruir esses modos.  O estudo da história era em geral justificado por motivos morais. Leitores de Tito Lívio, Tácito ou Guicciardini deviam procurar exemplos morais, bons exemplos a seguir e maus exemplos evitar. A história era também lida tendo em mente os preceitos da retórica. 9
  10. 10. Uma História Social do Conhecimento – De Gutenberg a Diderot, por Peter Burke  Obras de referência. Se os livros de lugares-comuns incentivavam a leitura intensiva, seu oposto complementar, a leitura extensiva, era estimulada pelo florescimento o das obras de referência.  Ordem alfabética. A ordem alfabética aparecera no século XI, numa enciclopédia bizantina conhecida como “Suidas”. Índices desse tipo eram usados pelos cistercianos e outros no século XIII. A ordem alfabética ficou cada vez mais comum no decorrer do século XVIII. Thomas James, bibliotecário da Bodleian de Oxford, pretendia que o catálogo da biblioteca, publicado em 1605, fosse organizado em ordem alfabética, embora seu fundador, Sir Thomas Bodley, insistisse na tradicional distribuição por disciplinas. O conflito entre os dois sistemas mostra bem os problemas levantados pela apresentação da história do conhecimento como uma história de progresso. A mudança do sistema temático para sistema alfabético não é uma mera mudança de menor para maior eficiência. Ela pode refletir uma mudança na visão do mundo, uma perda da fé na correspondência entre o mundo e a palavra. Também corresponde a uma mudança na maneira de ler. 10
  11. 11. Uma História Social do Conhecimento – De Gutenberg a Diderot, por Peter Burke  Auxilio à pesquisa histórica. Em 1450, nosso estudioso teria que depender inteiramente de fontes manuscritas. Cem anos mais tarde, poderia consultar algumas obras de referência. Em 1750, desde que tivesse acesso a uma biblioteca de porte razoável, nosso estudioso poderia toda uma estante de cronologias. 11
  12. 12. Uma História Social do Conhecimento – De Gutenberg a Diderot, por Peter Burke  De Montaigne a Montesquieu. Quando Montaigne se retirou para sua propriedade no campo, para pensar e escrever assegurou-se ter espaço para acomodar seus livros. Sabe-se que utilizou apenas 271 livros. Embora mostrasse desprezo pelo que chamava de “amontoados de lugares-comuns”, é provável que mantivesse um livro de lugares-comuns.  Os estudos mais sistemáticos de Montesquieu se baseiam na maior quantidade de livros disponíveis em sua época. A biblioteca de sua casa de campo em La Brède continha aproximadamente 3 mil volumes.  Sem ignorar nem superficializar as idiossincrasias ou a originalidade de Montaigne e de Montesquieu, é possível argumentar que o contraste entre esses vizinhos é, entre outras coisas, um contraste entre as maneiras de ler nos séculos XVI e XVII. A maneira de Montaigne era intensiva, permitindo-lhe citar passagens de memória, e centrada em exemplos morais. Montesquieu, ao contrário, muitas vezes folheava os livros sem lê-los até o fim, e o fazia com a atenção voltada para os fatos e para as estatísticas. 12
  13. 13. Uma História Social do Conhecimento – De Gutenberg a Diderot, por Peter Burke  O gerenciamento da informação para o setor empresarial se tornou em si mesmo um segmento empresarial de sucesso. [...] Os historiadores também tem adquirido consciência mais clara de seu lugar na história. Quanto aos cientistas, Tim Berners-Lee se referiu ao surgimento da informação sobre a informação como o “início do novo Iluminismo”. 13
  14. 14. Uma História Social do Conhecimento – De Gutenberg a Diderot, por Peter Burke  Como empreendimento organizado, a sociologia do conhecimento remonta ao começo do século XX. Mais exatamente, pelo menos três empreendimentos semelhantes tiveram início em três países diferentes: França, Alemanha e Estados Unidos. Por que teria surgido uma preocupação especial com a relação entre conhecimento e sociedade nesses três países em particular é um problema interessante para a própria sociologia do conhecimento. 14
  15. 15. Uma História Social do Conhecimento – De Gutenberg a Diderot, por Peter Burke  Aquisição do conhecimento de outras culturas. Em termos gerais, os europeus educados obtinham seu conhecimento do mundo exterior à Europa de um conjunto relativamente pequenos de livros: González de Mendonza sobre a China, López de Gómara sobre o México e Jean de Léry sobre o Brasil, pelo jesuíta Matteo Ricci sobre a China, Luis Frois sobre o Japão, África por Leo, Africano (Hassam al-Wazzân), mulçumano que raptado por piratas e levado a Roma, e do Congo, por Duarte Lopes. Sobre o Império Otomano, temido por todos, por Ogier Ghiselin de Busbecq, conjunto que mudou gradativamente ao longo do período, a seguir: Descrição da China (1735), pelo jesuíta francês Jean-Baptiste du Halde, Japão, por Engelbert Kaempfer, África, pelo missionário Jerônimo Lobo, América do Sul, principalmente Brasil, Voltaire, Charles-Marie de La Condamine e William Robertson, dentro outros. 15
  16. 16. Uma História Social do Conhecimento – De Gutenberg a Diderot, por Peter Burke  A Confiança e a Desconfiança no conhecimento: uma Coda (término de um período ou época/embate). A confiabilidade do conhecimento não pode ser tomada como certa. E diferentes culturas e em diferentes períodos, os critérios de confiabilidade variam e mudam. Uma das tendências intelectuais mais importantes nos primórdios da Europa moderno foi a ascensão de diversos tipos de ceticismo em relação à pretensão do conhecimento. Num nível mais genérico, havia considerável interesse pelo ceticismo filosófico ou “pirronismo”, assim denominado em referência ao filósofo grego Pirro. As obra de Pirro ser perderam, como as de outros céticos, como Carnéades. Mas um resumo de suas posições foi apresentado num texto grego posterior, os Esboços (Hypotyposes) de Sextus Empiricus, afirmando, diante da diversidade de pontos de vista, que se devia suspender o julgamento sobre todas as pretensões ao conhecimento que fossem além das aparências. 16
  17. 17. Uma História Social do Conhecimento – De Gutenberg a Diderot, por Peter Burke  Ceticismo pragmático. Esse movimento dos filósofos foi acompanhado por uma ascensão gradual do ceticismo pratico ou pragmático que provavelmente afetou muito mais gente a longo prazo. A autoridade dos antigos, especialmente de Aristóteles, era criticada e também a própria noção de “autoridade” intelectual nas universidades e fora delas.  Havia ou não uma crise de consciência ao final do século XVII, havia certamente uma consciência de crise. Filósofos e outros procuravam uma solução para o problema do conhecimento e encontravam duas possiblidades, dois métodos.  O significado das crises consiste exatamente no fato de que indicam que é chegada a ocasião para renovar instrumentos (KUHN, 2000).  A transição de um paradigma em crise para um novo, do qual pode surgir uma nova tradição de ciência normal, está longe de ser um processo cumulativo obtido através de uma articulação do velho paradigma. E antes uma reconstrução que altera algumas das generalizações teóricas mais elementares do paradigma, bem como muitos de seus métodos e aplicações. (KUHN, 2000). 17
  18. 18. Uma História Social do Conhecimento – De Gutenberg a Diderot, por Peter Burke  O método geométrico. O método geométrico, associado a René Descartes, já tinha encontrado a solução para sua própria crise cética por meio dele, como conta em seu Discurso do método (1637), deduzindo seu sistema intelectual de um número mínimo de axiomas (verdades inquestionáveis universalmente válidas, muitas vezes utilizadas como princípios na construção de uma teoria ou como base para uma argumentação). 18
  19. 19. Uma História Social do Conhecimento – De Gutenberg a Diderot, por Peter Burke  O Surgimento do empirismo. Ao lado do método geométrico, houve outras tentativas de escapar à crise intelectual. Pode parecer estranho apresentar o empirismo como uma reação ao ceticismo, em outras palavras como uma invenção ou descoberta que teve lugar num período particular. No que diz respeito à epistemologia, porém, os empíricos eram levados menos a sério do que Aristóteles. A partir do século XVI, por outro lado, começou a ser atribuído maior peso ao conhecimento dos particulares ou detalhes (congitio singularium) em vários domínios intelectuais, da medicina à história, e isso por parte de filósofos como Bacon e Locke, O próprio “empirismo” recebeu esse nome no século XVIII. 19
  20. 20. Uma História Social do Conhecimento – De Gutenberg a Diderot, por Peter Burke  A nota de pé de página. O objetivo principal dessa prática era facilitar uma retorno às “fontes”, seguindo o princípio de que a informação, como a água, era mais pura quanto mais próxima estivesse da fonte. A nota histórica, como a descrição detalhada de um experimento, pretendia permitir que o leitor pudesse repetir a experiência do autor se assim o desejasse. 20
  21. 21. ALZHEIMER DIGITAL Reflexões sobre o paradigma de um universo digital  Capitalismo é um sistema socioeconômico em que os meios de produção são propriedades privadas de uma classe social em contraposição à outra classe de trabalhadores não proprietários. (SINGER, 1987).  [...] compreender o capitalismo como categoria histórica implica viabilizá-lo não apenas como um período histórico ou uma ordem econômica distinta. É preciso considerá-lo em sua condição de categoria histórica, social e econômica, como um modo de produção associado a um sistema de ideias e a uma fase histórica (MARTINELLI, 1997). 21
  22. 22. ALZHEIMER DIGITAL Reflexões sobre o paradigma de um universo digital  Apesar do capitalismo ser a forma de organizar a economia na sociedade, temos elementos negativos que o caracterizam: 1) Acumulação permanente de capital; 2) A distribuição desigual de riqueza; 3) O papel desempenhado pelo dinheiro e pelos mercados financeiros; 4) A concorrência, embora modificada pela concentração monopolística. 22
  23. 23. ALZHEIMER DIGITAL Reflexões sobre o paradigma de um universo digital  Produção e acumulação. O homem transforma-se em um escravo do tempo, submetido a leis abstratas e dominado pelo mundo das coisas. Em 1947, guerrilheiros comunistas ameaçavam tomar parte da Grécia. Os Estados Unidos enviaram ajuda ao governo grego e à Turquia, para impedir a influência soviética na região. O Secretário de Estado, George Marshall, anunciou que os Estados Unidos ajudariam economicamente os europeus para reerguer a Europa e barrar o avanço do comunismo. O plano Marshall beneficiou também os Estados Unidos, pelo fato de fornecer bens de consumo e equipamentos à Europa Ocidental. Também criou uma integração econômica.  Neste contexto, tem-se o autofinanciamento dos grupos monopolistas para garantir a fixação desse sistema. A classe trabalhadora é diretamente atingida, refletindo sua significativa exploração pela burguesia. 23
  24. 24. ALZHEIMER DIGITAL Reflexões sobre o paradigma de um universo digital  É no contexto da emergência do monopolismo que se efetiva a questão social quando os trabalhadores começam a contestar a realidade em que estão submetidos, ou seja, neste processo de desenvolvimento do capitalismo, é o momento em que se aguça a questão social, no âmbito do projeto societário proletário. E após a Segunda Guerra Mundial se efetiva uma questão social menos politizada no contexto da social democracia e do welfare state (estado do bem-estar social).  O Estado não está fora do conjunto da sociedade, mas se expressa no antagonismo social, pois é produto dessa mesma sociedade. “O Estado se funda na contradição entre o público e a vida privada, entre o interesse geral e o particular”. (OLIVEIRA, 1985 apud SILVA, 1992, p.33) 24
  25. 25. ALZHEIMER DIGITAL Reflexões sobre o paradigma de um universo digital  O que é que nos distingue, seres humanos do século XXI, do homem das cavernas? Segundo Tornero (2007), esta questão pode fazer sentido, se desviarmos para a pré-história o contexto desta quando se refere à sociedade da era digital: “atualmente, a esfera pública encontra-se obrigada a mediações icônicas, gestuais, visuais, espaciais. Adaptando a noção de esfera pública, que na era pré-histórica era circunscrita a uma pequena comunidade, o homem das cavernas, à sua escala, também estava rodeado de mediações icônicas (colares, vestes, pinturas na pele), gestuais (comunicação), visuais (gravuras e pinturas na pedra) e espaciais (o espaço da caça, do acesso à água, o desconhecido)”. 25
  26. 26. ALZHEIMER DIGITAL Reflexões sobre o paradigma de um universo digital  Continuando com a caracterização da era digital, Tornero refere que “A digitalização da imagem abre caminho à consolidação de um tipo de escrita que desenvolverá as mesmas funções que a escrita alfabética desempenhou, um dia, em relação à linguagem verbal. A imagem do que há muito sucedeu com esta escrita, a digitalização funcionará como ferramenta para segmentar o continuum da representação, para pôr em destaque as suas estruturas – perceptivas, em grande medida -, para potenciar o modelo de mediação associado à transmissão de imagens icônicas – tal como, outrora, a escrita possibilitou a mediação do livro. Cumprirá, igualmente, a função de alargar uma nova competência comunicativa que relocalizará a competência textual até agora dominante. Ou seja, após as possibilidades da escrita, a civilização caminha de novo para a comunicação visual/icônica, tal como os nossos antepassados comunicaram através das pinturas nas paredes. A diferença, é que agora as imagens são feitas de pixeis e podem ter movimento”. 26
  27. 27. ALZHEIMER DIGITAL Reflexões sobre o paradigma de um universo digital  Continuando com a alegoria do homem das cavernas, vou ao encontro da metáfora da caverna de Platão. Será que a parede da caverna onde as sombras da realidade são projetadas, passou a ser a tela dos computadores e das televisões? Será que somos os prisioneiros agrilhoados que julgamos ver a verdade através das telas?  A questão surge, igualmente, em resposta ao enorme deslumbramento que a web e as tecnologias digitais provocam, patente em muitos textos, livros, autores, pedagogos.  A internet e as tecnologias digitais estão a mudar o mundo, tal e qual como um pedaço de pedra lascada também mudou o mundo há milhares de anos atrás. Nesta evolução, contudo, os problemas do mundo continuam. 27
  28. 28. ALZHEIMER DIGITAL Reflexões sobre o paradigma de um universo digital  A era digital catapulta a comunicação para níveis espetaculares e, sim, deslumbremo-nos com o espetáculo, tal como os nossos antepassados se deslumbraram com um pedaço de pedra lascada. É esse deslumbramento que nos permite explorar as capacidades dos artefatos.  No entanto, é necessário que seja um deslumbramento refletido pois, em tudo, há sempre dois lados a considerar, como uma faca de dois gumes: recuando na sucessão de invenções, não podemos considerar que a bomba atômica também teve origem nesse pedaço de pedra lascada. 28
  29. 29. ALZHEIMER DIGITAL Reflexões sobre o paradigma de um universo digital  As necessidades de expansão histórica do capital, já nos séculos XV e XVI, vão estabelecer um ambiente favorável ao aparecimento de práticas científicas nos meios intelectuais do Renascimento; mas, vai ser só em finais do século XVIII que a acumulação de conhecimentos tecnológicos, produto da pesquisa empírica orientada a inventar dispositivos de interconexão social, alcançou configurações de abrangência social considerável. (MATTERLART, 2002). 29
  30. 30. ALZHEIMER DIGITAL Reflexões sobre o paradigma de um universo digital  As redes de caminhos, de telégrafos, de cabos submarinos, de circulação de jornais e impressos constituíram-se nos primeiros sistemas de base da informação durante o século XIX. É curioso constatar como, no último quarto desse século, as invenções tecnologias floresceram na linha comunicacional: rádio, cinema, telefone vão ser tecnologias de base para a futura constituição midiática das redes audiovisuais, dos sistemas de telecomunicações e das indústrias cinematográficas (MALDONADO, 2002). 30
  31. 31. ALZHEIMER DIGITAL Reflexões sobre o paradigma de um universo digital  O fato é que, durante um pouco mais de duzentos anos, construiuse um complexo de sistemas, redes, ambientes e cenários destinados ao transporte de informação e à dinamização de processos comunicacionais atravessados de auxiliares eletroeletrônicos. (SANTOS, 1994). 31
  32. 32. ALZHEIMER DIGITAL Reflexões sobre o paradigma de um universo digital  Haraway sugere, não dever ser pelo regresso a alguma suposta origem na qual o homem se restaure como entidade unitária e singular. E na aceitação da identidade fragmentada, na apropriação do conhecimento acerca das pesquisas de ponta, na familiarização com os artefatos informáticos, na composição de alianças com outros indivíduos também colocados em situação de desvantagem, enfim, seria da compreensão e tomada de possa de nossa condição de ciborgues de desestabilizar as relações de domínio e sujeição vigentes. (HARAWAY, 2000).  Todas as descobertas cientificas causaram mudanças de paradigmas ou contribuíram para tanto. Além disso as mudanças nas quais descobertas estiveram implicadas foram, todas elas, tanto construtivas como destrutivas”. (KUHN, 2000). 32
  33. 33. ALZHEIMER DIGITAL Reflexões sobre o paradigma de um universo digital  A mudança de forma perceptiva (Gestalt), sobre tudo por ser atualmente tão familiar, é um protótipo elementar útil para o exame do que ocorre durante uma mudança total de paradigma. (KUHN, 2000).  A tecnociencia, com seus investimento financeiros milionários e todas as formas de exclusão que o acesso e as barreiras do capital são capazes de estabelecer, não está ai a serviço do cuidado: esta ai a serviço da reinvenção. Conectado ou desconectando corpos e populações dos dispositivos informáticos, ela faz emergir novas modalidades de prazer e, mais do que isso, de prestação e es sensação de segurança. (HARAWAY, 2000). 33
  34. 34. ALZHEIMER DIGITAL Reflexões sobre o paradigma de um universo digital  A nova mudança de camada, será considerada como virada reflexiva dos pecados sociais, portanto como “ensimesmamento”. (FLUSSER, 2008).  Partindo das imagens técnicas atuais, podemos reconhecer nelas duas tendências básicas diferentes. Uma indica o rumo da sociedade totalitária, centralmente programada, dos receptores das imagens e dos funcionários das imagens; a outra indica o rumo para a sociedade telemática dialogante dos criadores das imagens e dos colecionadores das imagens. As duas forma de sociedade parecem fantásticas para nós, embora a primeira utopia tenha características negativas, a segunda positivas. Hoje, sem dúvida, ainda temos liberdade de pôr em questão esta avaliação. Mas o que não podemos questionar mais é o domínio das imagens técnicas na sociedade futura. (FLUSSER, 2008). 34
  35. 35. ALZHEIMER DIGITAL Reflexões sobre o paradigma de um universo digital  O mundo não se apresenta mais enquanto linha, processo, acontecimento, mas enquanto plano, cena, contexto – como era o caso na pré-história e como ainda é o caso iletrados. (FLUSSER, 2008).  As imagens técnicas não ocupam o mesmo nível ontológico das imagens tradicionais, porque são fenômenos sem paralelo no passado. As imagens tradicionais são superfícies abstraídas de volumes, enquanto as imagens técnicas são superfícies construídas de pontos. (FLUSSER, 2008).  [...] Tudo isto (imagens técnicas) se dá com a velocidade da luz, isto é, “imediatamente”. As imagens aparecem como relâmpago e como relâmpago desaparecem. No entanto, são “eternas”, porque guardas em memórias, e também recuperáveis “imediatamente”. (FLUSSER, 2008). 35
  36. 36. ALZHEIMER DIGITAL Reflexões sobre o paradigma de um universo digital Da teoria à pratica... 36
  37. 37. Materialidade e memória 37
  38. 38. Materialidade e memória audiovisual 38
  39. 39. Aliás as futuras gerações jamais saberão a relação entre dois objetivos... 39
  40. 40. 40 Em cada época, as linguagens são determinadas, em grande parte, pelos recursos técnicos disponíveis (Roberto Elísio dos Santos, 2009).
  41. 41. Mudança de paradigma 41
  42. 42. 42 A ruptura tecnológica determinou mudanças fundamentais no comportamento da sociedade (Fredric Jameson, 1996).
  43. 43. Nossa memória nas nuvens 43
  44. 44. A criação e o uso de tecnologias são processos sociais. É preciso cuidado com o pensamento enviesado pelo determinismo tecnológico, que nos leva a raciocinar em termos de uma suposta “neutralidade da técnica” e a concentrar esforços em estudar seus “impactos” na sociedade (Albino Ruim, 2005). 44
  45. 45. Produção de informação 45
  46. 46. Produção de informação   Segundo Índice Cisco® Global Cloud, publicado em Out 2013, o tráfego em nuvem chegará a 4,3 zetabytes até 2016. Para contextualizar, 4,3 zetabytes equivalem a: • 92 trilhões de horas de música, • 16 trilhões de horas de conferências de negócios na web, • 7 trilhões de horas de transmissão de vídeo online em alta definição (HD). • Obs.: 1 ZB = 1. 000 000 000 000 000 000 000 (21 zeros) ou 1 Bilhão de TR. 46
  47. 47. Imaterialidade e identidade 47
  48. 48. 48 A informação dever ser ordenada, estruturada ou contida de alguma forma, senão permanecerá amorfa e inutilizável, daí a importância na gestão da informação e garantir seu tratamento bibliográfico, guarda e recuperação (Kevin McGarry, 1999).
  49. 49. Alzheimer digital 49
  50. 50. Qualquer contato humano com as coisas do mundo contém um componente de sentido e um componente de presença, e que a situação da experiência estética é específica na medida em que nos permite viver esses dois componentes em sua tensão (Hans Ulrich Gumbrecht, 2010). 50
  51. 51. “[...] Estamos numa época de grandes transformações, e todos nós temos três opções: temê-las, ignorá-las ou aceita-las” (Mark Warshaw, 2008), prefácio de Cultura da Convergência de Henry Jenkins. Obrigado, tedermoras@gmail.com 51
  52. 52. Referencias e créditos imagens  BURKE, Peter. Uma história social do conhecimento – I: de Gutenberg a Diderot; tradução Plínio Dentzien. – Rio de Janeiro : Zahar, 2003.  BURKE, Peter. Uma história social do conhecimento – II: da Enciclopédia à Wikipédia; tradução Denise Bottmann. – Rio de Janeiro: Zahar, 2012.  FLUSSER, Vilém. A história do diabo. Revisão técnica de Gustavo Bernardo. 3ª edição. São Paulo : Annablume, 2008.  FLUSSER, Vilém. O universo das imagens técnicas: elogio da superficialidade. São Paulo : Annablume, 2008.  GUMBRECHT, Hans Ulrich. Org.: João Cesar de Castro Rocha. Corpo e forma: ensaios para uma crítica não hermenêutica. Rio de Janeiro : EdUERJ, 1998.  GUMBRECHT, Hans Ulrich. Produção de Presença: o que o sentido não consegue transmitir. Rio de Janeiro : Contra Ponto – PUC Rio, 2010.  HARAWAY, Donna. Manifesto ciborgue: ciência, tecnologia e feminismosocialista no final do século XX. In SILVA, Tomaz Tadeu da. Antropologia do ciborgue: as vertigens do pós-humano. Belo Horizonte, Autentica, 2000.  JAMESON, Fredric. A lógica cultura do capitalismo tardio. In: ___. Pósmodernismo. A lógica cultura do capitalismo tardio (trad. Maria Elisa Velasco), São Paulo: Ática, 1996. p.61. 52
  53. 53. Referencias e créditos imagens  JENKIS, Henry. Cultura da convergência / Henry Jenkins; tradução Susana Alexandria, 2.ed., São Paulo : Aleph, 2009.  KUHN, Thomas S. A Estrutura das revoluções científicas. Ed. Perspectiva. São Paulo, 2000.  MALDONADO. A.E.G.Torre. Produtos midiáticos, estratégias, recepção. A perspectiva transmetodológica. Disponível em: <http://www.uff.br/ciberlegenda/ojs/index.php/revista/article/view/299/182> . Acesso em 25 de novembro de 2013.  MARTINELLI, Maria Lucia. Serviço social: identidade e alienação. 5.ed. São Paulo: Cortez, 1997.  MATTELART, Armand. História da utopia planetária/da cidade profética à sociedade global, Porto Alegre, Sulina, 2002.  McGARRY, Kevin. O contexto dinâmico da informação: uma análise introdutória. Brasília; Briquet de Lemos, 1999.  MCLUHAN, Marshall. Os meios de comunicação como extensões do homem. São Paulo: Cultrix, 1974.  MORAS, Teder M. Digitalização, a mudança de paradigma no processo de produção de cenários televisivos na TV Cultura. Dissertação apresentada ao Programa de Mestrado em Comunicação da Universidade Paulista. São Paulo, 2012. 53
  54. 54. Referencias e créditos imagens  MORAS, Teder M. RESENDE, Fernanda Elisa C.P. Território Audiovisual: imagens e sons como estratégia metodológica de pesquisa. Reflexão de questões levantadas no Simpósio 23, intitulado Território Audiovisual – Imagens e Sons como Estratégia Metodológica de Pesquisa, coordenado pelos autores durante o IV TAAS – Reunión de Teoría Arqueológica de América Del Sur, realizado em setembro de 2012, na cidade de Goiânia, GO, Brasil.  PLATÃO, A República (Livro VII).  SANTOS, Milton. Técnica, espaço, tempo/globalização e meio técnico-científico informacional, São Paulo, Hucitec, 1994.  SANTOS, Roberto Elísio dos. Mutações da cultura midiática/Roberto Elísio dos Santos, Herom Vargas, João Batista F. Cardoso. – 1ª. Ed. – São Paulo: Paulinas, 2009 (Coleção Comunicação & Cultura).  SILVA, M. J. L. Diagnóstico sistêmico e sociedade pós industrial. Disponível em:<http://bocc.ubi.pt/pag/silva_lopes_diagnostico_sistemico.html>. Acesso em 25 de novembro de 2013.  SINGER, Paul. O capitalismo: sua evolução, sua lógica e sua dinâmica. 10.ed. São Paulo: Moderna, 1987.  TORNERO, J.M.P. Comunicação e Educação na Sociedade da Informação. Porto : Porto Editora. 2007.  UNIVERSIDADE ABERTA – Comunicação Educacional Multimédia. O Homem das Cavernasreflexão em torno das tecnologias digitais. Disponível em: <http://unidadescurriculares.wordpress.com/2011/09/11/reflexoes/>. Acesso em 25 novembro de 2013. 54
  55. 55. Referencias e créditos imagens  Cisco Global Cloud Index http://www.cisco.com/en/US/netsol/ns1175/networking_solutions_solution_cate gory.html, acesso em 02/11/2013.  Foto1, http://www.alojarsecantabria.com/altamira/altamira.html, acesso em 02/11/2013.  Foto 2, http://www.blisstree.com/2009/07/20/sex-relationships/handwritinganalysis/, acesso em 02/11/2013.  Foto 3, http://cintraseupovo.blogspot.com.br/2012/03/historia-da-bicicleta.html, acesso em 02/11/2013.  Foto 4, http://mundo-editorial.blogspot.com.br/2010/08/o-livro-nosso-velhoconhecido.html, acesso em 02/11/2013.  Foto 5, http://www.francetvinfo.fr/culture/cinema/la-renaissance-des-vieuxfilms_371604.html, acesso em 02/11/2013.  Foto 6, http://www.thepunch.com.au/articles/The-NBN-is-as-useful-as-thosenewfangled-Beta-tapes/, acesso em 02/11/2013.  Foto 7, http://www.taringa.net/posts/videos/7163517/Videos-Como-se-hacenlos-discos-de-vinilo.html, acesso em 02/11/2013. 55
  56. 56. Referencias e créditos imagens  Foto 8, http://diogoesse.wordpress.com/2013/08/07/a-fita-cassete-faz-50-anosde-idade-mixtape-history/, acesso em 02/11/2013.  Foto 9, http://lonesoul.thoughts.com/posts/our-children-will-never-know-the-linkbetween-the-two-lool, acesso em 02/11/2013.  Foto 10, http://www.newworldencyclopedia.org/entry/DVD, acesso em 02/11/2013.  Foto 11, http://pt.wikipedia.org/wiki/Computador, acesso em 02/11/2013.  Foto 12, http://www.lenashop.com.br/maquina-digital-fashion-120megapixel_103xJM, acesso em 02/11/2013.  Foto 13, http://www.tompromocional.com.br/site/dia-a-dia/d129-pen-drivegiratorio/, acesso em 02/11/2013.  Foto 14, http://www.asus.com/Tablets_Mobile/PadFone/, acesso em 02/11/2013.  Foto 15, http://rogerluethy.wordpress.com/2013/09/17/lto-vs-fast-changingenterprise-tech/, acesso em 02/11/2013. 56
  57. 57. Referencias e créditos imagens  Foto 16, https://cloud.google.com/products/cloud-storage, acesso em 02/11/2013.  Foto 17, http://www.midiassociais.net/, acesso em 02/11/2013.  Foto 18, http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/ms186865.aspx, acesso em 02/11/2013.  Foto 19, http://zenithjr.blogspot.com.br/2008_12_01_archive.html, acesso em 02/11/2013. 57

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