PROGRAMA DO MESTRADO EM 
MUSEOGRAFIA E EXPOSIÇÕES 
PARTE III 
Segundo ano
Museu Arqueológico Nacional - Madri
7. A MONTAGEM. A ARTE DE EXPOR OBRAS DO 
PATRIMONIO CULTURAL. DESTREZAS OPERATIVAS 
NO DESENHO E INSTALAÇÃO DE EXPOSIÇÕES ...
 7.1.3. O interesse, peso e impacto visual do 
objeto. 
Inter-relação e interdependências. 
 7.1.5. A organização tridim...
O Gabinete Real de História Natural 
Museu Nacional de Ciências Naturais - Madri
7.2. TÉCNICAS DE MONTAGEM E 
INSTALAÇÃO DOS OBJETOS 
 7.2.1. Meios e instrumentos bbáássiiccooss ddee mmoonnttaaggeemm ee...
7.3. Manipulação e armazenamento. Embalagem e 
abertura de embalagens. O transporte dos diversos 
objetos do patrimônio. 
...
 7.3.5. Manipulação, embalagem, ttrraannssppoorrttee ee aabbeerrttuurraa 
ddee eemmbbaallaaggeennss ddee oouuttrrooss oob...
Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia
8. O CLIENTE E O PROFISSIONAL DE 
EXPOSIÇÕES. OS ESPAÇOS E AS 
EXPOSIÇÕES COMERCIAIS 
 8.1. O PROFISSIONAL E A QUALIDADE ...
 8.1.3. TTrrââmmiittee lleeggaall ee aaddmmiinniissttrraattiivvoo ddaass 
aattiivviiddaaddeess eexxppoossiittiivvaass.. A...
 8.2. O COLECIONADOR E O EXPOSITOR DE OBJETOS DO 
PATRIMONIO CULTURAL. DESTREZAS E PRÁTICAS 
OPERATIVAS. 
 8.2.1. Coleci...
Museu Nacional do Prado - Madri
8.2.3. Investimento e patrocínio 
 8.2.3.1. Benefício patrimonial e sócio-cultural 
 8.2.4.2. Benefícios legais e fiscai...
8.3. AS EXPOSIÇÕES, O PATRIMÔNIO 
E A GESTÃO CULTURAL 
 8.3.1. As Exposições Universais e o Patrimônio 
cultural. 
 8.3....
8.4. A EXPOSIÇÃO PROFISSIONAL 
 8.4.1. Organização ee mmooddeellooss ooppeerraattiivvooss.. 
MMaaqquueetteess ppaarraa ee...
8.5. TIPOLOGIAS DE EXPOSIÇÕES 
COMERCIAIS DE OBJETOS 
ARTÍSTICOS 
 8.5.1. OO aatteelliieerr eexxppoossiittiivvoo ddoo aar...
8.6. A EXPOSIÇÃO COMERCIAL. 
 EMPRESAS E INDÚSTRIAS CULTURAIS E OS 
OBJETOS DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO-ARTÍSTICO 
 8.6.1./2...
 8.6.5. Os agentes ddoo ccoomméérrcciioo ddee aarrttee.. 
 88..66..66.. GGaalleerriiaass,, lleeiillõõeess,, ffeeiirraass...
Museu de América - Madri
9. PRÁTICAS EM MUSEUS OU CENTROS DE 
EXPOSIÇÕES, MEMÓRIA OU TESE DE 
MESTRADO. 
 Em 10 de abril de 1997 a UCM assinou com...
9.2. OBJETIVOS: os derivados do 
programa do Mestrado. 
 9.2.1. Estudo e avaliação de exposições 
permanentes (e temporár...
9.3. PROGRAMA 
 9.3.1. Elaboração da guia para a Memória das 
Práticas e/ou Tese de Mestrado. 
 9.3.2. Redação da Memóri...
9.4. LINHAS DE ESPECIALIZAÇÃO DAS 
PRÁTICAS E DA TESE 
 9.4.1. DDooccuummeennttaaççããoo,, rreeggiissttrroo ee iinnvveennt...
 9.4.6. Ordenação ee mmoonnttaaggeemm ddee ppeeççaass 
 99..44..77.. SSiinnaalliizzaaççããoo ee ttééccnniiccaass ddee iin...
RESUMO 
 Horas teórico-práticas.............................420 
 Horas práticas...........................................
Museu Nacional de Escultura – Valladolid 
“a cultura da cópia”
Professores, Coordenadores e Colaboradores 
 ÁÁRREEAA DDEE EEDDUUCCAAÇÇÃÃOO 
 CCoooorrddeennaaddoorraa:: ÁÁnnggeellaa GG...
 Pilar Caldera, Conservadora do Museu Nacional de Arte 
Romana de Mérida. 
 Isabel Caride, Departamento de Educação e Aç...
 Juan Ignacio Pozo, Departamento de Psicologia da 
Universidade Autônoma de Madri. 
 Alicia Quintana, Departamento de Ed...
ÁREA DE GESTÃO: 
 COORDENADORA: Leticia Azcue Brea, Subdiretora 
Geral de Ação e Difusão Cultural do Ministério da 
Defes...
 Javier García Fernández, Catedrático de Direito, 
Universidade de Alicante. 
 Araceli Pereda Alonso. Diretora Gerente d...
Primeiro curso 
 CCoonncceeiittuuaaççããoo ddooss mmuusseeuuss ee ssuuaass ffuunnççõõeess 
 AA eexxppoossiiççããoo ee oo m...
Segundo curso 
 Desenho de exposições e ggeessttããoo ddee pprroojjeettooss 
 DDeesseennvvoollvviimmeennttoo pprrááttiicc...
 Profa. Dra. Teresa Cristina de Andrade Bock 
Mestre em Museografia e Exposições, Faculdade de Belas Artes da 
Universida...
Projetos relacionados: 
Manual de Museografia (1982) ENCRyM –– MMeexxiiccoo,, ccoomm aass 
ccoonnttrriibbuuiiççõõeess ddee...
Textos acadêmicos relacionados 
 Kotait, Ivani, Bock, Teresa. Atualização da Grade Curricular da 
Especialização em Museo...
Museu Lázaro Galdiano 
Madri - Espanha 
Hieronymus Bosh: 
Meditaciones de San Juan Bautista
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Programa 3. do mestrado em museografia e exposições

276 visualizações

Publicada em

organizar museus e exposições, planejamento estratégico de exposições em museus, museografia e museus, conceitos paralelos

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
276
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
4
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Programa 3. do mestrado em museografia e exposições

  1. 1. PROGRAMA DO MESTRADO EM MUSEOGRAFIA E EXPOSIÇÕES PARTE III Segundo ano
  2. 2. Museu Arqueológico Nacional - Madri
  3. 3. 7. A MONTAGEM. A ARTE DE EXPOR OBRAS DO PATRIMONIO CULTURAL. DESTREZAS OPERATIVAS NO DESENHO E INSTALAÇÃO DE EXPOSIÇÕES  7.1 CONCEITOS MUSEOGRÁFICOS E EXPOTÉCNICOS DE APLICAÇÃO  7.1.1. Composição e direção da composição. Modelos de composição e desenho.  7.1.2. O centro da questão: o objeto e seu contexto. O valor comunicativo.
  4. 4.  7.1.3. O interesse, peso e impacto visual do objeto. Inter-relação e interdependências.  7.1.5. A organização tridimensional. Discurso integrado e interdisciplinar.  7.1.6. Aplicação espacial do projeto expositivo.
  5. 5. O Gabinete Real de História Natural Museu Nacional de Ciências Naturais - Madri
  6. 6. 7.2. TÉCNICAS DE MONTAGEM E INSTALAÇÃO DOS OBJETOS  7.2.1. Meios e instrumentos bbáássiiccooss ddee mmoonnttaaggeemm ee iinnssttaallaaççããoo  77..22..22.. MMaatteerriiaaiiss.. CCoonnssttrruuççããoo.. FFaabbrriiccaaççããoo.. DDeessttrreezzaass ooppeerraattiivvaass..  77..22..33.. TTééccnniiccaass ddee mmoonnttaaggeemm ee iinnssttaallaaççããoo.. SSuusstteennttaaddoorreess ee aannccoorraaggeennss..  77..22..44.. AAss oobbrraass bbiiddiimmeennssiioonnaaiiss.. TTiippoollooggiiaass ee mmeettooddoollooggiiaass.. PPaaiinnééiiss ee mmóódduullooss..  77..22..55.. OOss oobbjjeettooss ttrriiddiimmeennssiioonnaaiiss.. OO eessppaaççoo aauuttôônnoommoo.. SSuuppoorrtteess ee ccoonntteennddoorreess..  77..22..66.. AAss mmooddeerrnnaass pprrooppoossttaass ddee oobbjjeettooss eexxppoossiittiivvooss.. DDeessttrreezzaass mmuusseeooggrrááffiiccaass..
  7. 7. 7.3. Manipulação e armazenamento. Embalagem e abertura de embalagens. O transporte dos diversos objetos do patrimônio.  7.3.1. Normativas legais, aaddmmiinniissttrraattiivvaass ee mmuusseeoollóóggiiccaass..  77..33..22.. MMaanneejjoo ddee oobbrraass ee aarrmmaazzeennaammeennttoo nnooss eessppaaççooss mmuusseeooggrrááffiiccooss..  77..33..33.. MMaanniippuullaaççããoo,, eemmbbaallaaggeemm,, ttrraannssppoorrttee ee aabbeerrttuurraa ddee eemmbbaallaaggeennss ddaass oobbrraass bbiiddiimmeennssiioonnaaiiss..  77..33..44.. MMaanniippuullaaççããoo,, eemmbbaallaaggeemm,, ttrraannssppoorrttee ee aabbeerrttuurraa ddee eemmbbaallaaggeennss ddee oobbrraass ttrriiddiimmeennssiioonnaaiiss..
  8. 8.  7.3.5. Manipulação, embalagem, ttrraannssppoorrttee ee aabbeerrttuurraa ddee eemmbbaallaaggeennss ddee oouuttrrooss oobbjjeettooss eessppeeccííffiiccooss..  77..33..66.. PPrrootteeççããoo ee sseegguurraannççaa ddooss oobbjjeettooss eemm rreesseerrvvaass ttééccnniiccaass ee dduurraannttee oo ttrraannssppoorrttee..  77..33..77.. SSeegguurrooss ee ggaarraannttiiaass nnaacciioonnaaiiss ee iinntteerrnnaacciioonnaaiiss.. PPrrááttiiccaass ooppeerraattiivvaass..  77..33..88.. SSeegguurrooss,, ttaaxxaass,, iinnddeenniizzaaççõõeess,, ccoommppeennssaaççõõeess,, rreessttaauurraaççããoo..  Créditos.............................................3  Total de horas de docência.................30/40
  9. 9. Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia
  10. 10. 8. O CLIENTE E O PROFISSIONAL DE EXPOSIÇÕES. OS ESPAÇOS E AS EXPOSIÇÕES COMERCIAIS  8.1. O PROFISSIONAL E A QUALIDADE DO OBJETO A SER EXPOSTO.  8.1.1. Funções ee oobbjjeettiivvooss ddaa oobbrraa ccoolleecciioonnaaddaa ccoommoo eelleemmeennttoo ddee eexxppoossiiççããoo..  88..11..22.. DDeeoonnttoollooggiiaa ddoo pprrooffiissssiioonnaall ddee ppaattrriimmôônniioo ee aass aattiivviiddaaddeess eexxppoossiittiivvaass.. RReeccuuppeerraaççããoo ddee bbeennss hhiissttóórriiccooss..
  11. 11.  8.1.3. TTrrââmmiittee lleeggaall ee aaddmmiinniissttrraattiivvoo ddaass aattiivviiddaaddeess eexxppoossiittiivvaass.. AAttooss iillíícciittooss ccoonnttrraa oo PPaattrriimmôônniioo..  88..11..44.. OO ccoonnssuullttoorr,, oo eexxppeerrttoo ee oo aavvaalliiaaddoorr ddooss oobbjjeettooss ddee vvaalloorr ppaattrriimmoonniiaall..  88..11..55.. LLeeggiissllaaççããoo vviiggeennttee ee ccoommppaarraaddaa..
  12. 12.  8.2. O COLECIONADOR E O EXPOSITOR DE OBJETOS DO PATRIMONIO CULTURAL. DESTREZAS E PRÁTICAS OPERATIVAS.  8.2.1. Colecionador e expositor público e provado  8.2.2. Como e o quê colecionar, o quê e como expor  8.2.2.1. Qualidade, valor significativo e representativo  8.2.2.2. Valor subjetivo, valor sócio-cultural  8.2.2.3. Critérios de seleção e organização de uma coleção  8.2.2.4. Critérios de seleção e organização de uma exposição
  13. 13. Museu Nacional do Prado - Madri
  14. 14. 8.2.3. Investimento e patrocínio  8.2.3.1. Benefício patrimonial e sócio-cultural  8.2.4.2. Benefícios legais e fiscais  8.2.4.3. Valor patrimonial e valor de cambio
  15. 15. 8.3. AS EXPOSIÇÕES, O PATRIMÔNIO E A GESTÃO CULTURAL  8.3.1. As Exposições Universais e o Patrimônio cultural.  8.3.2 Exposições. Organização de atividades paralelas.  8.3.3. Preparação para aceder ao mundo empresarial e saber estar na empresa.
  16. 16. 8.4. A EXPOSIÇÃO PROFISSIONAL  8.4.1. Organização ee mmooddeellooss ooppeerraattiivvooss.. MMaaqquueetteess ppaarraa eexxppoossiiççõõeess ee mmuusseeuuss..  88..44..22.. AA eemmpprreessaa ddee ddeesseennhhoo ee iinnssttaallaaççããoo ddee eexxppoossiiççõõeess..
  17. 17. 8.5. TIPOLOGIAS DE EXPOSIÇÕES COMERCIAIS DE OBJETOS ARTÍSTICOS  8.5.1. OO aatteelliieerr eexxppoossiittiivvoo ddoo aarrttiissttaa,, aa ggaalleerriiaa ccoommeerrcciiaall,, aa ffeeiirraa ddee aarrttee..
  18. 18. 8.6. A EXPOSIÇÃO COMERCIAL.  EMPRESAS E INDÚSTRIAS CULTURAIS E OS OBJETOS DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO-ARTÍSTICO  8.6.1./2./3. Patrocínio, “Mecenazgo” e Fundações.  8.6.4. Os agentes de comércio de objetos de valor histórico
  19. 19.  8.6.5. Os agentes ddoo ccoomméérrcciioo ddee aarrttee..  88..66..66.. GGaalleerriiaass,, lleeiillõõeess,, ffeeiirraass ee aa eessttrruuttuurraa ddoo mmeerrccaaddoo ddee oobbjjeettooss ddee vvaalloorr hhiissttóórriiccoo-- aarrttííssttiiccoo ee oouuttrrooss oobbjjeettooss ddoo ppaattrriimmôônniioo ccuullttuurraall..  Créditos.......................3  Total de horas de docência....30/40
  20. 20. Museu de América - Madri
  21. 21. 9. PRÁTICAS EM MUSEUS OU CENTROS DE EXPOSIÇÕES, MEMÓRIA OU TESE DE MESTRADO.  Em 10 de abril de 1997 a UCM assinou com o Ministério da Educação e Cultura para os alunos do Mestrado em Museografia e Exposições um Convênio para a realização de práticas formativas nos Museus de Titularidade Estatal subscritos à Direção Geral de Belas Artes e Bens Culturais, aplicado a todos os formandos.  9.1. Duração: 4/6 meses, nos museus acordados ou de titularidade estatal. Valor mínimo 10 créditos e 100/110 horas.
  22. 22. 9.2. OBJETIVOS: os derivados do programa do Mestrado.  9.2.1. Estudo e avaliação de exposições permanentes (e temporárias) de diferentes tipos de museus.  9.2.2 Trabalho global de todos os aspectos e elementos implicados nas exposições (discurso expositivo, materiais, conservação, etc.)
  23. 23. 9.3. PROGRAMA  9.3.1. Elaboração da guia para a Memória das Práticas e/ou Tese de Mestrado.  9.3.2. Redação da Memória das Práticas, ou da Tese.  9.3.3. Realização e entrega da Memória das Práticas ou da Tese.
  24. 24. 9.4. LINHAS DE ESPECIALIZAÇÃO DAS PRÁTICAS E DA TESE  9.4.1. DDooccuummeennttaaççããoo,, rreeggiissttrroo ee iinnvveennttáárriioo  99..44..22.. CCaattaallooggaaççããoo ee aavvaalliiaaççããoo  99..44..33.. CCoonnsseerrvvaaççããoo ee rreessttaauurraaççããoo  99..44..44.. DDeesseennhhoo ddee eessppaaççooss ee iinnssttaallaaççõõeess  99..44..55.. AApplliiccaaççããoo iinnffoorrmmááttiiccaa
  25. 25.  9.4.6. Ordenação ee mmoonnttaaggeemm ddee ppeeççaass  99..44..77.. SSiinnaalliizzaaççããoo ee ttééccnniiccaass ddee iinnffoorrmmaaççããoo ggrrááffiiccoo-- vviissuuaall  99..44..88.. EEdduuccaaççããoo.. DDiiddááttiiccaa,, ddiiffuussããoo ee aavvaalliiaaççããoo..  99..44..99 GGeessttããoo,, aaddmmiinniissttrraaççããoo ee rreellaaççõõeess ppúúbblliiccaass  99..44..1100.. LLeeggiissllaaççããoo
  26. 26. RESUMO  Horas teórico-práticas.............................420  Horas práticas.........................................160  Total de horas letivas e teórico práticas...................................................580  Total de créditos........................................50
  27. 27. Museu Nacional de Escultura – Valladolid “a cultura da cópia”
  28. 28. Professores, Coordenadores e Colaboradores  ÁÁRREEAA DDEE EEDDUUCCAAÇÇÃÃOO  CCoooorrddeennaaddoorraa:: ÁÁnnggeellaa GGaarrccííaa BBllaannccoo;; Conservadora Chefe do Departamento de Difusão ddoo MMuusseeuu AArrqquueeoollóóggiiccoo NNaacciioonnaall,, MMaaddrrii..  MMaarrggaarriittaa ddee llooss ÁÁnnggeelleess.. Departamento de Educação e Ação Cultural ddoo MMuusseeuu NNaacciioonnaall ddee EEssccuullttuurraa,, VVaallllaaddoolliidd..  MMiikkeell AAsseennssiioo &&EElleennaa PPooll.. Professores de Psicologia ddaa UUnniivveerrssiiddaaddee AAuuttôônnoommaa ddee MMaaddrrii..  LLuuiiss CCaabbaalllleerroo ZZoorreeddaa.. Pesquisador C.S.I.C. e Conservador de Museus.
  29. 29.  Pilar Caldera, Conservadora do Museu Nacional de Arte Romana de Mérida.  Isabel Caride, Departamento de Educação e Ação Cultural, Museu do Prado, Madri.  José Luis Jordana, Departamento de Difusão do Museu de América, Madri.  Eloísa Perez Santos, Psicóloga, Universidade Complutense de Madri.  Pilar López, Departamento de Programas Públicos, Museu de Ciências Naturais, Madri.  María Ángeles Polo. Departamento de Educação e Atividades Culturais do Museu Nacional de Escultura de Valladolid.
  30. 30.  Juan Ignacio Pozo, Departamento de Psicologia da Universidade Autônoma de Madri.  Alicia Quintana, Departamento de Educação e Ação Cultural, Museu do Prado, Madri.  Dolores Ramirez, Departamento de Programas Públicos, Museu de Ciências Naturais, Madri.  Pilar Romero de Tejada, Diretora, Museu Nacional de Antropologia, na sede do Museu Etnológico, Madri.  Emilio Sánchez Miguel, Professor de Psicologia da Educação, Universidade de Salamanca.
  31. 31. ÁREA DE GESTÃO:  COORDENADORA: Leticia Azcue Brea, Subdiretora Geral de Ação e Difusão Cultural do Ministério da Defesa, Madri, e Conservadora de Museus.  Leticia Arbeteta, Jefe de Serviço da Subdireção Geral de Patrimônio Histórico Espanhol, MEC, Madri, e Conservadora de Museus.  Manuel Casamar Pérez, Conservador de Museus, Membro da Junta de Qualificação, Avaliação e Exportação do Patrimônio Histórico Espanhol, MEC, Madri.  Elena Cortés, Chefe do Serviço, Artes Plásticas, Ministério da Educação e Cultura, Madri.
  32. 32.  Javier García Fernández, Catedrático de Direito, Universidade de Alicante.  Araceli Pereda Alonso. Diretora Gerente da Fundação e Museu Lázaro Galdiano, Madri.  Concha Vela García, Conservadora do Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madri.  Diretor: Dr. Luis Alonso Fernández, Professor de Museologia da UCM e Conservador de Museus. Membro Fundador do Módulo Europeu de Museologia Comparada de União Européia.
  33. 33. Primeiro curso  CCoonncceeiittuuaaççããoo ddooss mmuusseeuuss ee ssuuaass ffuunnççõõeess  AA eexxppoossiiççããoo ee oo mmuusseeuu  CCoonncceeiittuuaaççããoo ddaa eexxppoossiiççããoo  AAnnáálliissee ddee ppúúbblliiccoo ee aavvaalliiaaççããoo ddaa eexxppoossiiççããoo
  34. 34. Segundo curso  Desenho de exposições e ggeessttããoo ddee pprroojjeettooss  DDeesseennvvoollvviimmeennttoo pprrááttiiccoo ddoo ddeesseennhhoo ee iinnssttaallaaççããoo ddee eexxppoossiiççõõeess eemm ccaaddaa uummaa ddaass ffaasseess ddee rreeaalliizzaaççããoo  AA mmoonnttaaggeemm.. AA aarrttee ddee eexxppoorr oobbrraass ddoo PPaattrriimmôônniioo CCuullttuurraall  OO cclliieennttee ee oo pprrooffiissssiioonnaall ddee eexxppoossiiççõõeess.. OOss eessppaaççooss ee aass eexxppoossiiççõõeess ccoommeerrcciiaaiiss  PPrrááttiiccaass eemm mmuusseeuuss ee ssaallaass ddee eexxppoossiiççõõeess ee//oouu TTeessee ddee MMeessttrraaddoo..  MMeemmóórriiaa ddaass pprrááttiiccaass oouu tteessee ddee mmeessttrraaddoo..  Total de horas................................................520  Créditos...........................................................50
  35. 35.  Profa. Dra. Teresa Cristina de Andrade Bock Mestre em Museografia e Exposições, Faculdade de Belas Artes da Universidade Complutense de Madri. Bolsista MAE - AECID – Espanha. Tese: “Exposiciones: Técnicas y Materiales” : manual técnico (1982-1999) Facultad de Bellas Artes – UCM. Orientação: Profa. Dra. Isabel García Fernández, Professora Associada de Museologia da Faculdade de Belas Artes. Master em Museologia pela San Francisco State University e especialista pelo Canadian Conservation Institute de Ottawa, Canadá.
  36. 36. Projetos relacionados: Manual de Museografia (1982) ENCRyM –– MMeexxiiccoo,, ccoomm aass ccoonnttrriibbuuiiççõõeess ddee DDaanniieell MMoonnssiivvaaiiss,, YYaannii HHeerrrreemmaann,, LLuuiiss RReeppeettttoo,, MMaarriioo VVaassqquueezz,, EErriicc CCaammaarraa,, RRoobbeerrttoo AAllaarrccóónn CCeeddiilllloo,, JJoorrggee GGaalleeaannoo,, MMaarriiaa EEnnggrraacciiaa VVaalllleejjoo BBeerrnnaall,, GGuuaaddaalluuppee SSaallcceeddoo,, MMaarriiaa CCaannttuu,, MMaarrggaarriittaa LLeehhnnee GG..,, CChhaarrlleess DDaabboo,, RReennéé RRiivvaarrdd,, MMaarrcceelloo MMaaggaaddáánn,, CCrriissttiinnaa SSuuaarreezz yy FFaarriiaass,, AAllffrreeddoo MMoorreeiirraa QQuuiirróózz,, vváárriiooss..;; oorriieennttaannddoo aass ddiissccuussssõõeess ee eennccaammiinnhhaammeennttooss tteeóórriiccooss ddooss tteemmaass mmuusseeooggrrááffiiccooss.. EEssttáággiiooss,, vviissiittaass ttééccnniiccaass ee mmoonnttaaggeemm ddee eexxppoossiiççõõeess,, ccoollooccaannddoo eemm pprrááttiiccaa aass nnooççõõeess oobbttiiddaass nnoo ccuurrssoo ee nnoo ccoonnttaattoo ccoomm cchheeffeess ddee sseerrvviiççooss ddoo IINNAAHH ee ddee mmuusseeuuss aassssoocciiaaddooss.. AA pprrááttiiccaa MMuusseeoollóóggiiccaa:: MMuusseeooggrraaffiiaa ee MMoonnttaaggeemm ddee EExxppoossiiççõõeess,, 22001122.. (Registro ISBN 978-85-914169-0-5 Brasil)
  37. 37. Textos acadêmicos relacionados  Kotait, Ivani, Bock, Teresa. Atualização da Grade Curricular da Especialização em Museologia. Instituto de Museologia de São Paulo, IMSP, 1991.  Bock, Teresa. Projeto para a implementação da Especialização em Museografia. Instituto de Museologia de São Paulo, IMSP, 2001.  Hassouba, Hassan, Bock, Teresa. La Arquitetura de Museos es Museografia. (1990) Asociación Española de Pós Graduados y Doctores em Bellas Artes y Arquitectura, Madrid. in: Textos do IMSP (1993).
  38. 38. Museu Lázaro Galdiano Madri - Espanha Hieronymus Bosh: Meditaciones de San Juan Bautista

×