11o fórum de inovação sustentare - ana sena

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  • A distribuição de mercês se apresenta como um elemento central na lógica de funcionamento da sociedade do Antigo Regime . A concessão de títulos, pensões, monopólios, isenções, foros jurídicos diferenciados, entre outros tipos de honrarias, engendrava distinção social , elevação de status e, principalmente, criação e reprodução de laços de lealdade entre o Rei (benfeitor) e seus súditos (beneficiados). Papel político: construção de relações de subordinação entre distintos atores sociais
  • CT-Ericsson
  • 11o fórum de inovação sustentare - ana sena

    1. 1. Nokia Institute of Technology
    2. 2. Agenda• Reflexão sobre Inovação• Propriedade Intelectual• Colaboração• Uma história de Tecnologia e Inovação• Atraindo P&D para o Brasil• O Sistema
    3. 3. Fonte: X Conferência ANPEI
    4. 4. Conhecimento, Inovações e Aprendizado Conhecimento Inovações Aprendizado Fonte: Bessant, 2003
    5. 5. Manual de Oslo – 2005 Uma inovação é a implementação de um novo ou significativamente melhorado produto (bem ou serviço), ou processo; um novo método de marketing ou um novo método organizacional naspráticas de negócios, nos ambientes de trabalho ou nas relações externas.
    6. 6. Classificação para gestão: de tecnologia, de P&D e de inovação (Fonte: Spencht 2002 apud Drem 2008).
    7. 7. Ciclo de vida da inovaçãoFonte: Sena e Silva 2010
    8. 8. Funções no processo de inovação e suas descrições Pensador Empreendedor Gerente Criativo Gestão de idéia Empreendedorismo Liderança de Controle de Patrocinador projeto portões- Gera novas idéias - Vende novas idéias -Provê ao time - Mantém informado - Ajuda a desenvolvere testa sua para outros na liderança e sobre talentos; desenvolvimentos que - Provê encorajamentoviabilidade organização motivação ocorrem fora da - Dá acesso à base de- Bom em solução de - Busca recursos - Garante que os organização poder dentro daproblema - Agressivo ao defender requerimentos - Passa informações organização- Vê novas maneiras sua causa administrativos - Serve como recurso - Protege o time do projetode fazer as coisas - Corre riscos sejam alcançados de informação para os de constrangimentos- Busca novidades - Balanceia os outros na organização organizacionais - Provê coordenação desnecessários objetivos do informal entre o - Ajuda o time do projeto a projeto com as pessoal alcançar o que é necessário - necessidades Provê legitimidade e organizacionais confiança organizacional no projetoFonte: Drem (2008).
    9. 9. Características da Atividade Inovadora• Específica da empresa;• Cumulativa ao longo do tempo;• Diferenciada;• Exige, cada vez mais, a colaboração entre grupos diferentes de especialistas;• Cercada de grande incerteza em relação aos seus resultados comerciais.
    10. 10. Inovar é preciso A vantagem competitiva pode advir do tamanho da empresa ou de seus ativos, mas, sem dúvida, a habilidade para mobilizar conhecimento, tecnologia e experiência para criar produtos, processos ou serviços é cada vez mais o fator fundamental Este é o principal desafio da INOVAÇÃO, pois, não se trata apenas de produzir algo, o que já é uma atividade complexa:  A inovação está ligada ao processo de mudança e representa uma parte essencial da função de renovação das organizações sociais. É um evento não-usual através do qual as organizações mudam o que fazem e como fazem
    11. 11. ...em resumo• A inovação é a introdução, com êxito, no mercado, de produtos, serviços, processos, métodos e sistemas que não existiam anteriormente ou que contenham alguma característica nova e diferente do padrão em vigor• A inovação também pode ser descrita como a solução de um problema tecnológico que resulta de um processo de pesquisa e desenvolvimento, quer dizer, que passa pelas fases de pesquisa básica, pesquisa aplicada, desenvolvimento experimental, engenharia não-rotineira, protótipo e comercialização pioneira
    12. 12. Agenda• Reflexão sobre Inovação• Propriedade Intelectual• Colaboração•Uma história de Tecnologia e Inovação• Atraindo P&D para o Brasil•O Sistema
    13. 13. Apropriação do conhecimento Uma rápida passagem pelas grandescivilizações da história da humanidade revelauma ausência completa de qualquer noção de apropriação de conhecimento ou suas expressões Fonte: INPI – Academia Propriedade Intelectual – Silva, Araken (2012)
    14. 14. Mundo Grego Antigo - O que o poeta fala são palavras dos deuses, não são suas próprias criações - Conhecimento e a habilidade de o revelar ao homem era tido como uma dádiva que as musas ofereciam ao poeta Civilização Chinesa - Confucionismo- “Eu transmito ao invés de criar; Eu acredito e amo os antigos”- A sabedoria vem do passado e a tarefa do sábio é desenterrá-la, preservá-la e transmiti-la O Mundo Islâmico - Todo o conhecimento é tido como vindo do Deus - O Alcorão é o grande livro do qual emana todos os outros conhecimentos O Mundo Judáico-Cristão - Moisés recebeu a lei de Javé e a transmitiu livremente para o povo escolhido para ouvi-la - O Novo Testamento santifica a ideia do conhecimento como um dádiva de Deus numa das passagens do apóstolo Mateus (10:8) “De graça recebestes; de graça daí”. - Esta passagem foi interpretada pelos teólogos medievais como “o conhecimento é uma dádiva de Deus, conseqüentemente não pode ser vendido” Fonte: INPI – Academia Propriedade Intelectual – Silva, Araken (2012)
    15. 15. Apesar desta tradição...Na prática, a coisa foi diferente
    16. 16. Código de Hamurábi, 1750 a.C.O mais antigo conjunto de leis já encontrado emescavações arqueológicas e que se refere à antigaMesopotâmia Lei No. 188: “Se um artesão tiver adotado uma criança e lhe tiver ensinado o seu ofício, ela não pode ser tomada de volta.” Lei No. 189: “Se ele não lhe tiver ensinado o seu ofício, esse filho adotado pode voltar à casa do pai.” 16Fonte: INPI – Academia Propriedade Intelectual – Silva, Araken (2012)
    17. 17. Código de Justiniano Imperador Bizantino (séc. V) Sobre os fabricantes 3. Dos Imperadores Arcádio e Honório a Ósio, Chefe dos Ofícios. “Marcas indeléveis…devem ser colocadas nos braços dos aprendizes de ofícios, para que desta maneira possam ser facilmente reconhecidos, no caso de tentarem esconder-se, e para que os que tenham assim sido marcados, bem como seus filhos, possam ser identificados sem qualquer dúvida por sua guilda...” 17Fonte: INPI – Academia Propriedade Intelectual – Silva, Araken (2012)
    18. 18. Lei veneziana de 1454“ Se um trabalhador levar para outro país qualquer arte ou ofício emdetrimento da República, receberá ordem de regressar; sedesobedecer, seus parentes mais próximos serão presos, a fim deque a solidariedade familiar o convença a regressar; se persistir nadesobediência serão tomadas medidas secretas para matá-lo, ondequer que esteja” (Leo Huberman, A história da riqueza do homem) 18 Fonte: INPI – Academia Propriedade Intelectual – Silva, Araken (2012)
    19. 19. Sobre como os portugueses organizaram o processo de colonização do Brasil Cap. IV - O escravo negro na vida sexual e de família do brasileiro (Do Livro: “Casa, Grande & Senzala”, de Gilberto Freyre, Editora Record, 28ª Edição, 1992, p. 308) “(...) Vieram-lhe da África "donas de casa" para seus colonos sem mulher branca; técnicos para as minas; artífices em ferro; negros entendidos na criação de gado e na indústria pastoril; comerciantes de panos e sabão; mestres, sacerdotes e tiradores de reza maometanos” Fonte: INPI – Academia Propriedade Intelectual – Silva, Araken (2012)
    20. 20. Um conceito recente na história da humanidade• Um conceito de propriedade intelectual só veio surgir quando o ser humano começou a acreditar que o conhecimento resulta do trabalho da mente humana sobre seus sentidos/sentimentos em relação ao mundo e não de revelações divinas ou de textos antigos.• Esta é uma história recente cuja consolidação se deu ao passo em que todas as relações sociais, políticas e econômicas foram se transformando através de um processo de completa mercantilização e monetização das condições de sobrevivência. Fonte: INPI – Academia Propriedade Intelectual – Silva, Araken (2012)
    21. 21. HistóricoAté fins do século XV, reis e governantes concediam, aos indivíduos, a exclusividade para exercer um determinado comércio, vender um produto ou usar um processo de fabricação (aplicação de determinado conhecimento). privilégio ato pessoal razões econômicas motivos outros estimular a produção de beneficiar determinado invenções súdito Registros em cartas abertas privilégios não era um direito instituído Fonte: INPI – Academia Propriedade Intelectual – Silva, Araken (2012)
    22. 22. Patentes venezianas - 1474 • concedidas inicialmente aos fabricantes de vidros e espelhos da ilha de Murano, nos arredores de Veneza, estabelecendo como principios básicos: novidade; aplicação industrial; exclusividade; salvaguarda dos interesses do Estado; licença de exploração; sanção a terceiros que utilizassem a invenção sem autorização do titular.Além disso, o diploma que assegurava o privilégio adquirido peloinventor, incorporava uma exata descrição do invento – segredoficava proibido Fonte: INPI – Academia Propriedade Intelectual – Silva, Araken (2012)
    23. 23. ...em síntese ampliação do comércio revolução industrial + internacional ou seja internacionalização do espaço econômico necessidad e mecanismos para impedir a cópia dos produtos expostos nas feiras industriais regulamentar a PI em termos internacionaisFonte: INPI – Academia Propriedade Intelectual – Silva, Araken (2012)
    24. 24. O Sistema de Propriedade Intelectual no Brasil está estruturado da seguinte forma: Direitos de autorPropriedade industrial Músicas, Obras de Artes,Concessão de Patentes, Obras Literárias (LeiRegistro de Marcas, de 9.610/98), Programas deDesenhos Industriais, Computador (LeiIndicações Geográficas 9.609/98)(Lei 9.279/96) Outros mecanismos sui generis: •Cultivares (Lei 9.456/97), Circuitos Integrados (Lei 11.484/07) • Células-Tronco, Trangênicos (Lei de Biossegurança, 11.105/05), • Conhecimentos Tradicionais (MP 2186-16/01). Fonte: INPI – Academia Propriedade Intelectual – Silva, Araken (2012)
    25. 25. As empresas e a Propriedade Intelectual: relações internasFonte: INPI – Academia Propriedade Intelectual – Silva, Araken (2012)
    26. 26. As empresas e a Propriedade Intelectual: relações externas
    27. 27. As várias funções da Propriedade Intelectual no processo de inovação Fonte: INPI – Academia Propriedade Intelectual – Silva, Araken (2012)
    28. 28. Usar estrategicamente o sistema de Propriedade Intelectual para promover aprendizado e inovação Fonte: INPI – Academia Propriedade Intelectual – Silva, Araken (2012)
    29. 29. Receita mundial de Royalties e Taxas de Licenciamento por região (Billhões de US$ e %) Valor % 2009 2010 2010Mundo 220 245 100América do Norte 94 100 40,7América do Sul e Central 1 1 0,5Europa 93 101 41,2Ásia 29 39 15,9 Fonte: “International trade statistics 2011” do Banco Mundial
    30. 30. Em 2011, o Brasil importou 3.917,71 toneladas de Circuitos Integrados Volume exportado equivalente a 01 Valor da tonelada de tonelada de Circuito Integrado importado Ano Circuito Integrado em 2011 importado (US$) 1.892,62 ton. de AÇÚCAR2009 689.136,47 2.191,15 ton. de SOJA2010 922.003,85 8.580,49 ton. de MINÉRIO DE FERRO2011 1.084.582,83Fonte: MDIC/SECEX – ALICE web
    31. 31. Agenda• Reflexão sobre Inovação• Propriedade Intelectual•Colaboração•Uma história de Tecnologia e Inovação• Atraindo P&D para o Brasil•O Sistema
    32. 32. Agentes do Sistema Nacional de InovaçãoUniversidades e Institutos de Pesquisa (ICTs)EstadoFirmasCapital FinanceiroOrganizações Internacionais
    33. 33. Instituições de Ciência e Tecnologia - ICTs (Universidades e Institutos de Pesquisa) Responsabilidades: Desenvolver pesquisa básica e aplicada Desenvolver conhecimento científico e tecnológico Desenvolver protótipos Formação de recursos humanos Transferência de conhecimento e tecnologia para a iniciativa privada Não é reponsável pela inovaçãoFonte: http://eebbernardoschmitz.blogspot.com
    34. 34. EmpresasLocus da inovaçãoRealizar investimentos em inovaçãoEstruturar centros de P&Dativar mercado de trabalhoInteração intra e inter-firmas Importância das atividades colaborativas entre as firmasRedes – formação de alianças estratégicas locais e globaisPapel das subsidiárias no desenvolvimento tecnológico Fonte: http://educsup.blogspot.com/
    35. 35. Estado Responsabilidades: Definição de políticas públicas Políticas macroeconômicas “estáveis” Diminuição das incertezas e estímulo aos agentes a investir em inovação tecnológica Uso da política fiscal, política monetária e da política cambial em prol da produção de inovação tecnológica Coordenação e direcionamento do progresso tecnológico Criação de instituições que regulamentam o Fonte: http://vladmirfalmeida.blogspot.com setor produtivo e o sistema financeiro
    36. 36. A inovação resulta de uma interação complexa entre Academia e Empresa ACADEMIA – preocupa-se com a ampliação dos horizontes do conhecimento humano. EMPRESA – preocupa-se com a criação de novos produtos ou processos ou sistemas de organização e comércio.  CIÊNCIA e TECNOLOGIA  a esfera da INVENÇÃO  a esfera da INOVAÇÃO
    37. 37. Complexa interação Academia-Empresa os agentes responsáveis por programas de pesquisa e os responsáveis por processos de inovação trabalham em condições diferentes com metodologias diferentes com tempos, preocupações e objetivos diferentes a geração de inovação traz enormes desafios para os agentes que atuam no ambiente das empresas, pois, requer  Capacitação para utilizar ou até mesmo reconhecer os conhecimentos mais relevantes para a atividade na qual a empresa está inserida  Capacidade para desenvolver tecnologias (soluções de problemas)  O funcionamento de um bem articulado sistema de proteção contra a disseminação indevida de seus conteúdos
    38. 38. Agenda• Reflexão sobre Inovação• Propriedade Intelectual• Colaboração• Uma história de Tecnologia e Inovação• Atraindo P&D de multinacionais para o Brasil•O Sistema
    39. 39. Uma história de tecnologia einovação•Fundada em Tampere 1865•Fabricação de celulose 1865•Fabricação de botas 1898•Fabricação de cabos elétricos 1912•Eletrônicos começou em 1967•Celulares nos anos 80•Telecomunicações nos anos 90•Serviços e Internet em 2007• Paixão por inovação - valor
    40. 40. Evolução do Celular Nokia Nokia 6110 GSM 2110 GSM Nokia 8210 GSM Nokia Nokia 101 8110 GSM Nokia 8810 GSM 1982 1984 1987 1992 1994 1996 1998 1998 1999 ~10 ~5 770 g 275 g 236 g 151 g 137 g 98 g 79 g kg kg
    41. 41. Agenda• Reflexão sobre Inovação• Propriedade Intelectual• Colaboração• Uma história de Tecnologia e Inovação• Atraindo P&D de multinacionaispara o Brasil•O Sistema
    42. 42. Atraindo P&D demultinacionais para o Brasil •1997 – Implantação da fábrica da Nokia/Gradiente em Manaus com incentivos da Zona Franca •2001 - Lei de Informática 10.176 (TIC) •Criação do INdT
    43. 43. Matéria Valor Econômico: Multinacionas implantam centros locais deprojetos – por Ana Luiza Mahlmeister“Outro fabricante com tradição em projetos inovadores é a Nokia. OInstituto Nokiade Tecnologia (INdT), com unidades em Manaus, Brasília,Recife e São Paulo, tem sete laboratórios e mais de 300 funcionários.Suas áreas de Pesquisa abrangem o desenvolvimento de aplicativos pararedes sociais, serviços baseados em localização, inclusão social, soluçõesde TV Digital, jogos e sensores, reconhecimento de imagem, realidadeaumentada e pagamento móvel. Um dos aplicativos desenvolvidos noINdT foi o Facelock, que permite que os usuários bloqueiem edesbloqueim seus aparelhos usando procedimentos de reconhecimentofacial.Também saiu do INdT o projeto Nokia Data Gathering, sistema queauxilia as organizações a coletar dados usando telefones celulares emvez de formulários de papel, tablets ou laptops. “De 2008 a 2009, oprojeto ajudou o governo do Amazonas a reduzir mais de 90% dos casosde dengue. Hoje, a solução está presente em várias partes do mundo”.
    44. 44. Cooperação Tecnológica: Empresas & UniversidadesO INdT trabalha com universidades para promover tecnologias da Nokia e para formar competências na área de mobilidade
    45. 45. Agenda• Reflexão sobre Inovação• Propriedade Intelectual• Colaboração• Uma história de Tecnologia e Inovação• Atraindo P&D para o Brasil• O Sistema
    46. 46. 8 pontos focais
    47. 47. Os objetivos da Gestão da Inovação:-Desenvolver competência em Gestão de Inovação e disseminara cultura de inovação na região- Institucionalização de um Sistema de Gestão de Inovaçãoatravés do nivelamento do conhecimento-Desenvolver um processo de inovação compatível a um institutode P&D- Busca da excelência na execução de projetos de inovação- Pesquisa em Gestão de Inovação e suas melhores práticas
    48. 48. Gestão da Inovação na Prática•Funil de Inovação•Premiação aos melhores inovadores•Fundos destinados a projetos baseados em Inovação
    49. 49. RESULTADOS DE INOVAÇÃO2 0 /0 2 0 72 1 Selo ANPEI de inovação 13 submissões de patentes – Nokia 5 Chamadas de inovação – 84 submissões Capacitação – 24 novos especialistas em inovação 2 artigos internacionais em inovação Nokia Institute of Technology
    50. 50. Agenda do Sistema Nacional de Inovação tecnológica Discussão sobre a importância da inovação para o desenvolvimento Busca da competitividade internacional Importância das políticas públicas
    51. 51. Discussão: Com base na agenda de inovação, como indivíduos e organizações podem contribuir para o desenvolvimento e aumento da competitividade internacional do país, levando em conta a apropriação doconhecimento e a crescente necessidade de colaboração?
    52. 52. info + contato indt.org.brana.sena@indt.org.br

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