Aula 1 cartografia coordenadas e fusos

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  • Explicar a relação entre a disposição de um paralelo e sua Latitude e dos meridianos e suas longitudes.
  • Incitar o questionamento sobre os usos da cartografia para guerras, intervenções militares e outras atividades de controle.
  • Insira um mapa do seu país.
  • Insira um mapa do seu país.
  • Insira um mapa do seu país.
  • Insirir um mapa do Brasil e mostrar como é observado o movimento aparente do Sol em nosso país.
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    1. 1. CARTOGRAFIACARTOGRAFIA SUELY TAKAHASHI 1
    2. 2. Origem e Desenvolvimento da Cartografia •Coordenadas •Fusos Horários •SIGs •Sensores Remotos
    3. 3. Coordenadas Geográficas pra que serve? • Imagine um navio a deriva no meio do oceano!!! • O seu comandante manda S.O.S via rádio...
    4. 4. Coordenadas Geográficas pra que serve? • A equipe de resgate responde e pede a localização do navio... • Que ponto de referência o navio pode dar para que o resgate chegue a tempo? As Coordenadas Geográficas!!!!
    5. 5. Coordenadas Geográficas • Temos que utilizar elementos de referência que nos permitam localizar com exatidão qualquer lugar da Terra. • Esse elemento consiste em linhas destinadas a fixar a posição dos pontos na superfície da terra.
    6. 6. Coordenadas Geográficas • A rede cartográfica ou geográfica nos dá a indicação das coorde- nadas geográficas: • Paralelos (latitude) • Meridianos (longitude).
    7. 7. Meridianos e Paralelos • MERIDIANOS - São círculos máximos que cortam a TERRA em duas partes iguais de pólo a pólo. “O meridiano de origem é o de GREENWICH (0º)”.
    8. 8. GREENWICH(0º)
    9. 9. Meridianos e Paralelos • PARALELOS - São círculos que cruzam os meridianos perpen- dicularmente, isto é, em ângulos retos (0° a 90°). “Existe apenas um círculo máximo, o Equador (0º) os demais paralelos diminuem a medida que se aproxima dos pólos”.
    10. 10. Equador (0º)
    11. 11. Latitude Geográfica É o arco contado sobre o meridiano do lugar e que vai do Equador até o lugar considerado. Sua variação é de: 0º a 90º N e 90º S
    12. 12. Latitude Geográfica • A latitude quando medida no sentido do pólo Norte é chamada Latitude Norte ou Positiva. • Quando medida no sentido do pólo Sul é chamada Latitude Sul ou Negativa.
    13. 13. Sistema de Coordenadas 0° 45° 90°
    14. 14. Longitude Geográfica • É o arco contado sobre o Equador e que vai de GREENWICH até o Meridiano do referido lugar. • A Longitude varia de: 0º a 180º W e 0º a 180º L;
    15. 15. Longitude Geográfica • A Longitude pode ser contada no sentido Oeste, quando é chamada Longitude Oeste de Greenwich (W Gr) ou Negativa. • Ou no sentido Leste, quando é chamada Longitude Leste de Greenwich (WGr) ou Positiva.
    16. 16. Sistema de Coordenadas 0° 45° 90°
    17. 17. Qual localização dos Pontos?? 60° de Latitude Sul 15° de Longitude Oeste 30° de Latitude Sul 90° de Longitude Leste
    18. 18. QUESTÃO Cite exemplos da aplicação atual das coordenadas geográficas para o uso civil e militar.
    19. 19. Tema 2 Ferramentas e Técnicas Cartográficas • Fusos Horários • SIGs • Sensores Remotos: aplicações e usos
    20. 20. Fuso Horário “Enquanto os paulistanos estão tomando café da manhã 9 horas, os franceses almoçam 1 da tarde, os indianos tomam o chá da tarde 5 horas, os tailandeses jantam 7 da noite e os australianos de Sydney de preparam para dormir 10 da noite”.
    21. 21. Fuso horário. Pra que serve? • Imagine a confusão que seria se cada lugar do mundo adotasse um critério diferente para marcar o tempo? • Em 1884, 25 países reunidos em Washington estabeleceram uma divisão do Globo em 24 fusos de uma hora, baseando-se no Movimento de Rotação da Terra.
    22. 22. Fuso Horário Para entender a contagem do tempo na Terra, é fundamental considerar o seu movimento de rotação, com duração de 24h, permitindo dizer que o sol faz um giro aparente em torno do nosso planeta durante esse período.
    23. 23. Fuso Horário Durante as 24h do dia, o sol irá percorrer um espaço corres- pondente a 360º de Longitude (Leste para Oeste), o que equivale dizer que em 1h o espaço percorrido é de 15º.
    24. 24. Observe a imagem.. Oeste Leste Rotação da terra Movimento aparente do sol LesteOeste
    25. 25. Brasil anoitecendo Olhando mais de perto... Oeste W Leste E
    26. 26. Uma visão do Canadá, Estados Unidos e México ao anoitecer... Olhando mais de perto... Oeste W Leste E
    27. 27. Movimento Aparente do Sol W L NOITE DIADIA
    28. 28. Resumindo... Rotação do planeta Terra • Giro de 360º ao redor de si mesma (giro aparente do Sol) • Duração: 24h Logo • 15º= 1h • Duração: 1h
    29. 29. Portanto... • O que determina a mudança da hora no mundo são as linhas de fuso. • Elas "fatiam" o globo verticalmente, em 24 faixas, que acompanham as linhas de meridiano. • Cada faixa corresponde a uma hora, dentro de cada faixa por convenção a hora é a mesma .
    30. 30. Tem mais!!! • O primeiro fuso da Terra e que serve de referência para todos os lugares é o do Meridiano de Greenwich (Londres). É a partir dele que sabemos que horas são, por exemplo, no Rio de Janeiro, em Paris ou em Pequim.
    31. 31. Entendo Melhor... Oeste (W) Leste (E) Atrasado (-) Adiantado (+) Conforme se passa de um fuso a outro, deve-se aumentar (se for para o leste) ou diminuir (se for para oeste) uma hora no relógio.
    32. 32. Aprendendo na prática!! 45° 30° 15° 0° 15° 30° 45° A B 12h Se no ponto B a 30° (E) é 12h, ou meio- dia aparente, local equivalente ao momento em que o Sol estiver no seu ponto mais alto no céu, que horas deve ser no ponto A a 45° (W)? Greenwich
    33. 33. Resolvendo!! 45° 30° 15° 0° 15° 30° 45° A B 12h Greenwich - W E + No ponto A com certeza é menos de 12h. Observe que este estar a Oeste de B.
    34. 34. Resolvendo!! 75° é a distância entre A e B. Essa distância deverá ser convertida para horas: 45° 30° 15° 0° 15° 30° 45° A B 12h Greenwich 75° de distância
    35. 35. Resolvendo!! A  45°W B  30°E 75° 15 5 Devemos atentar ainda que, para transformar distância em grau para horas, temos que dividi-la por 15.
    36. 36. Resolvendo... • Encontramos 5 fusos de diferença, ou seja, 5 horas de diferença. • Como o ponto A está a Leste, significa portanto que o mesmo vai ter 5h a menos que o ponto B.
    37. 37. Resposta... 45° 30° 15° 0° 15° 30° 45° A B 12h 5h a menos 7h da manhã do mesmo dia
    38. 38. Agora é sua vez!!! A partir da divisão em fuso horário, podemos concluir que o meridiano central do 4º fuso, a Oeste (W) de Greenwich, e do 4º fuso, a Leste (L) de Greenwich, respectivamente:
    39. 39. Fuso Horário do Brasil A grande extensão territorial do Brasil, no sentido leste- oeste, faz com que haja quatro fusos horários. • O primeiro deles compreende apenas algumas ilhas oceânicas e tem 1 hora a mais que o Horário de Brasília .
    40. 40. • o segundo compreende os Estados de RS, SC, PR, SP, MG, RJ, ES, GO, TO, BA, SE, AL, PE, PB, RN, CE, MA, AP, a porção leste do PA e o Distrito Federal e corresponde ao Horário Oficial do Brasil (Horário de Brasília); Fuso Horário do Brasil
    41. 41. Fuso Horário do Brasil • o terceiro fuso compreende os Estados de MS, MT, RO, RR, a porção oeste do PA e AM, exceto extremo oeste e tem 1 hora a menos que o Horário de Brasília;
    42. 42. Fuso Horário do Brasil • o quarto fuso compreende o Estado do Acre e o extremo oeste do Amazonas e tem 2 horas a menos que o Horário de Brasília. Em relação a Londres (Greenwich Meridian Time), o Horário Oficial do Brasil tem 3 horas a menos.
    43. 43. Linha Internacional da Data • O meridiano de 180º é chamado Linha Internacional da Data. • É, por convenção internacional, o meridiano que determina a mudança de data.
    44. 44. Linha Internacional da Data • Seja qual for a data a oeste da Linha, a leste está no dia anterior. • Como a Terra gira de oeste para leste, quando é meio-dia de uma segunda-feira a leste da Linha, é meio-dia de terça-feira a oeste.
    45. 45. Dia 12/04/ 2006 Dia 11/04/ 2006
    46. 46. Sistemas de Informações Geográficas SIG
    47. 47. Sistemas de Informações Geográficas SIG • Você sabe o que é SIG ? “... um sistema com capacidade para digitais georreferenciadas, topologicamente estruturadas asso-ciadas ou não a um banco de dados alfanuméricos”. (Rocha, 2000).
    48. 48. Sistemas de Informações Geográficas - SIG • De modo geral, um SIG trabalha com dados e informações geográficas ou espaciais, representadas graficamente por pontos, linhas e polígonos, aos quais são associados atributos e características das feições que esses elementos geométricos representam.
    49. 49. Sistemas de Informações Geográficas - SIG Resumindo... • SIG são programas compu- tacionais que permitem em geral aliar bancos de dados com representações gráficas (mapas) realçando feições e possibilitando sua análise.
    50. 50. Alguns SIG usados no Brasil • ARC-INFO • ArcView GIS • IDRISI • MAPINFO • SPRING
    51. 51. Ambiente gráfico do ARC-INFO
    52. 52. Ambiente gráfico do ArcView GIS
    53. 53. A importância dos SIG O surgimento das técnicas de sensoriamento remoto e o desenvolvimento da Cartografia assistida por computador possibilitaram ao geógrafo trabalhar um conjunto de informações cada vez maior.
    54. 54. A importância dos SIG para o ensino da Geografia Os alunos e os professores também podem ser usuários desta ferramenta de análise espacial. O IBGE já possui um Atlas Digital Interativo baseado em SIG, voltado para a problemática do ensino e da aprendizagem da Geografia.
    55. 55. Sensoriamento Remoto
    56. 56. Sensoriamento Remoto • técnica para obter informações sobre objetos através de dados coletados por instrumentos que não estejam em contato físico como os objetos investigados. (Meneses, 2001)
    57. 57. Princípios Básicos Três elementos são fundamentais para o funcionamento de um sistema de Sensoriamento Remoto: • Objeto de estudo; • radiação eletromagnética; • um sensor.
    58. 58. Sensores São equipamentos capazes de coletar energia proveniente do objeto, convertê-la em sinal passível de ser registrado e apresentá-lo em forma adequada à extração de informações.
    59. 59. Energia Na grande maioria das vezes é a energia eletromagnética ou radiação eletromagnética. Quanto a fonte de energia eles podem ser: • Passivos • Ativos
    60. 60. Tipos e utilização O sensoriamento remoto pode ser em nível: • Terrestre; • sub-orbital; • orbital.
    61. 61. Sub-orbital • Os representantes mais conheci- dos do nível sub-orbital são as também chamadas fotografias aéreas, utilizadas principalmente para produzir mapas. Neste nível opera-se também algumas câmeras de vídeo e radares.
    62. 62. Sistema de recobrimento por fotografias aéreas
    63. 63. fotografia aérea
    64. 64. • Balões meteorológicos: utilizados nos estudos do clima e da atmosfera terrestre, assim como em previsões do tempo; • Satélites: também podem produzir imagens para uso meteorológico, mas são úteis nas áreas de mapeamento e estudo de recursos naturais. Orbital
    65. 65. Sensoriamento por satélite Google Earth
    66. 66. OBRIGADA!OBRIGADA! suelysc@gmail.com

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