DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM             SEGUNDO A TAXONOMIA NANDA:                                        UM OLHAR         ...
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Diagnósticos de enfermagem segundo a taxonomia NANDAABSTRACT                                            nomy. As methodolo...
APÊNDICEARTIGO: “Diagnósticos de Enfermagem segundo A Taxonomia                NANDA”Instrumento de coleta de dados       ...
Apêndice                 Tema           Prescrições de Enfermagem          Diagnósticos de Enfermagem                     ...
TITULAÇÃO DOS AUTORESAlexandra B. Santos                                       Isabela Costa PeixotoEspecialista em Enferm...
Titulação dos autoresSônia Regina Oliveira e Silva de Souza                   Viviane Amado FerreiraProfessora Assistente ...
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  1. 1. DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM SEGUNDO A TAXONOMIA NANDA: UM OLHAR SISTEMATIZADO DAS PRESCRIÇÕES DE ENFERMAGEM AOS RECÉM-NASCIDOS NO ALOJAMENTO CONJUNTO Thábbata Christina de L. Ribeiro Renata de O. MacielRESUMO Sistematizar o cuidado e organi- crições de enfermagem que contribua parazar a assistência de enfermagem a uma a implementação da Sistematização de En-clientela nos seus primeiros dias de vida fermagem segundo a taxonomia NANDA.é, ainda, um grande desafio para a equipe Como instrumento metodológico, foi uti-de enfermagem. Dessa forma, torna-se ne- lizada uma pesquisa descritiva, com abor-cessário que a equipe de enfermagem seja dagem quantitativa e, como procedimentoqualificada para a prestação dos cuidados técnico, a pesquisa documental, sendo uti-de forma sistematizada, maximizando, lizado o método de procedimento estatísti-assim, a realização das ações implemen- co e dados primários. O método estatísticotadas. Esta pesquisa teve como objeto a se relaciona com dois termos principais:correlação das prescrições de enfermagem população e universo. O presente estudopara o recém-nascido (RN) admitido no utilizou, como representação dos dados,Alojamento Conjunto com os Diagnósti- o uso de tabelas, quadro ou gráficos atra-cos de Enfermagem (DE), segundo a taxo- vés da análise de conteúdo. Ao analisarnomia de NANDA (North American Nur- os dados e resultados do presente estudo,sing Diagnosis Association). Os objetivos percebemos que, além da complexidadeforam: listar as prescrições de enfermagem que abrange o Processo de Enfermagem,mais comumente implementadas para os outras dificuldades podem ser encontra-RN admitidos no Alojamento Conjunto a das para sua implementação sistemáticapartir de uma relação preestabelecida; cor- e efetiva na prática profissional, dentre asrelacionar ações/prescrições com os DE quais destacamos o elevado percentual desegundo a taxonomia NANDA; estabele- enfermeiros que não se sentem capacitadoscer o tipo de raciocínio feito pelo enfermei- para realizar a SAE (47,3%). Identificamosro clínico, lotado no cenário do estudo, ao assim, a necessidade de uma abordagemdeterminar as prescrições de enfermagem intensificada da SAE aos enfermeiros lota-necessárias aos RNs admitidos; propor um dos no cenário do estudo através da utiliza-instrumento preestabelecido para as pres- ção da educação permanente como forma Ano 10, Janeiro a Março de 2011 109
  2. 2. Diagnósticos de enfermagem segundo a taxonomia NANDAde capacitação e atualização. Entretanto, é Diante da problemática citada,fundamental que a equipe de enfermagem emergiram as seguintes hipóteses:internalize esse processo como o marcoprincipal para reconhecimento da enfer- 1. Os enfermeiros lotados no Alojamentomagem como ciência. Conjunto utilizam que tipo de raciocínio para confirmarem as prescrições preesta-PALAVRAS-CHAVE: Recém–nascido; belecidas aos recém-nascidos?;Diagnóstico de Enfermagem; Taxonomiade NANDA. 2. Os enfermeiros clínicos lotados no Alo- jamento Conjunto relacionam as prescri- ções preestabelecidas a diagnósticos deINTRODUÇÃO enfermagem?; A ciência da enfermagem está ba- 3. As prescrições de enfermagem preesta-seada em uma ampla estrutura teórica e o belecidas podem ser correlacionadas comprocesso de enfermagem é uma das ferra- os diagnósticos de enfermagem descritosmentas por meio da qual essa estrutura é pela a taxonomia de NANDA?aplicada à prática da enfermagem – ou seja– é o método de solução dos problemas docliente23. Assim, o objeto desse estudo é a Sistematizar o cuidado é ainda correlação das prescrições de enfermagemalgo novo para muitas realidades que en- para o recém-nascido admitido no Aloja-contramos nos serviços de saúde. A im- mento Conjunto com os Diagnósticos deportância que o mesmo significa para a Enfermagem (DE) segundo a taxonomiaorganização da assistência vai além da es- de NANDA.trutura organizacional. Portanto, a partir do objeto ante- O processo de enfermagem é en- riormente citado, o estudo terá como obje-tendido por Alfaro-LeFevre1, como um sis- tivos:tema humanizado por se basear na crençade que à medida que planejamos ou pro- a. Listar as prescrições de enfermagemporcionamos cuidados, devemos conside- mais comumente implementadas para osrar exclusivamente os interesses, os ideais RNs admitidos no Alojamento Conjunto ae os desejos do consumidor do atendimen- partir de um impresso preestabelecido;to de saúde (a pessoa, a família, a comuni-dade). b. Correlacionar ações/prescrições com os Quando nasce, um bebê é alvo Des segundo a taxonomia NANDA;de diversos cuidados e, por ser pequeno,é considerado um ser frágil. Os primeiros c. Estabelecer o raciocínio feito pelo enfer-dias de vida são momentos de diversas meiro clínico, lotado no cenário do estudo,adaptações e exigem plena atenção daque- ao determinar as prescrições de enferma-les que são responsáveis por seus cuida- gem necessárias aos RNs admitidos nodos. Implementar e realizar o processo de Alojamento Conjunto;enfermagem direcionados a essa clientelaainda é um grande desafio para equipe de d. Propor um instrumento preestabelecidoenfermagem. para as prescrições de enfermagem que110 Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto, UERJ
  3. 3. Diagnósticos de enfermagem segundo a taxonomia NANDAcontribua para a implementação da Siste- em:matização de Enfermagem segundo a taxo-nomia NANDA. a. Contribuir para um melhor desenvol- vimento e qualificação do trabalho da en- Por ser a Enfermagem a ciência e fermagem, permitindo a continuidade e aarte do cuidado, é estritamente necessário uniformidade das ações implementadas naque tanto os profissionais quanto os acadê- assistência ao RN no alojamento conjunto;micos de enfermagem se familiarizem coma Sistematização da Assistência para que b. Contribuir para o esclarecimento dospossam nortear o cuidado de enfermagem, enfermeiros acerca dos diagnósticos de en-visando maximizar a assistência à clientela fermagem segundo a taxonomia de NAN-deste estudo. DA e para a formação acadêmica, fomen- De acordo com a Resolução do tando uma prática atual e sistematizada;COFEN - 272/2002, a SAE (Sistematiza-ção da Assistência de Enfermagem) é uma c. Permitir o fortalecimento das pesquisasincumbência privativa do enfermeiro, res- relacionadas ao cuidado sistematizado aosaltando a importância e obrigatoriedade RN e à área materno-infantil, direcionandoda implementação da mesma em toda a as ações, as quais serão implantadas, obje-instituição de saúde, pública e privada. tivando a qualidade assistencial; Podemos apontar também a Reso-lução 358/2009 (COFEN) que dispõe so- d. Fornecer bases científicas que sejam im-bre a Sistematização da Assistência de En- plementadas e utilizadas pelo Núcleo Peri-fermagem e a implementação do Processo natal, campo do estudo;de Enfermagem em ambientes públicos ouprivados, em que ocorre o cuidado profis- e. Contribuir para o crescimento pessoal,sional de Enfermagem, e dá outras provi- profissional e acadêmico, enquanto resi-dências. dente da enfermagem e futura enfermeira Tal determinação é considerada obstetra.um grande avanço e merece atenção e maisinvestimento dos profissionais e acadêmi-cos de enfermagem no desenvolvimento MÉTODOSde pesquisas que contribuam para imple-mentação cada vez mais significativa em Segundo Ruiz,:diversos seguimentos hospitalares, assim “... pesquisa científica é a realização concretacomo na obstetrícia, expandindo-se no ce- de uma investigação planejada, desenvolvida enário do sistema de saúde vigente. redigida de acordo com as normas da metodo- Destacam-se também os diagnós- logia consagradas pela ciência. É o método de abordagem de um problema em estudo que ca-ticos de NANDA que se definem como a racteriza o aspecto científico de uma pesquisa.”Classificação Diagnóstica da AssociaçãoNorte-Americana dos Diagnósticos de En- Conhecendo os diferentes tipos defermagem, que têm sido introduzidos cada natureza de pesquisa e o objeto e objetivosvez mais na prática profissional, sendo de do presente estudo, concluiu-se que foi uti-extrema importância para que seja estabe- lizada uma pesquisa descritiva com abor-lecida uma linguagem única e universal dagem quantitativa e, como procedimentopara os cuidados de Enfermagem. técnico, a pesquisa documental utilizando Portanto, a relevância está pautada Ano 10, Janeiro a Março de 2011 111
  4. 4. Diagnósticos de enfermagem segundo a taxonomia NANDAo método de procedimento estatístico e da- fevereiro de 2010, ou seja, uma pesquisados primários. documental retrospectiva. A pesquisa descritiva observa, re- Após esta etapa, foi elaboradagistra, analisa e correlaciona fatos ou fenô- uma listagem com as prescrições de maiormenos sem manipulá-los. Procura desco- frequência, realizadas pelos enfermeirosbrir, com a precisão possível, a frequência clínicos, lotados no cenário do estudo ecom que um fenômeno ocorre, sua relação através de um questionário (Apêndice Ae conexão com outros, sua natureza e ca- nos anexos) foi pesquisado sobre o racio-racterísticas9. cínio do mesmo ao escolher as prescrições A pesquisa quantitativa significa necessárias aos RNs, a correlação dessastransformar opiniões e informações em prescrições com o diagnóstico de Enfer-números para possibilitar a classificação e magem determinado por NANDA, dentreanálise. Exige o uso de recursos e de técni- outros questionamentos. O período paracas estatísticas9. esta coleta foi de agosto a setembro de O estudo foi realizado em um 2010.Hospital Universitário, situado no municí-pio do Estado do Rio de Janeiro, no Nú-cleo Perinatal, especificamente, no setor ANÁLISE E INTERPRETAÇÃOde Alojamento Conjunto, que dentre outras DOS DADOSatividades é responsável pelo acolhimentodos recém-nascidos prematuros advindos Segundo Rauen, é a parte queda UTI Neonatal e da sala de parto. Justi- apresenta os resultados obtidos na pesqui-fica-se esta escolha do campo por se tratar sa e analisa-os sob o crivo dos objetivosde um dos serviços de referência no Rio de e/ou das hipóteses. Assim, a apresentaçãoJaneiro para essa característica da clientela dos dados é a evidência das conclusões ee por ser campo da residência. a interpretação consiste no contrabalanço A população do estudo foi com- dos dados com a teoria.posta dos enfermeiros lotados no Aloja- Durante o período de junho e julhomento Conjunto compreendendo todos os de 2010, buscou-se inicialmente 137 pron-cargos institucionais por eles exercidos tuários cujos números de registros foram(Treinamento Profissional – TP; Estatu- encontrados no livro de altas do Alojamen-tários; Treinamento Profissional Bolsista to Conjunto onde, deste total, 12 não fo-– TPB e Residentes). A amostra compre- ram encontrados no arquivo, 2 não tinhamendeu os enfermeiros clínicos lotados no a primeira prescrição de enfermagem, 10setor desde o período do levantamento das os RNs foram encaminhados para o Ber-prescrições (julho a dezembro de 2009) e çário Intermediário (BI) e 10 os RNs fo-aqueles presentes no período de coleta, ou ram encaminhados para a UTI-Neo. Assimseja, nos meses de maio e junho de 2010, totalizaram-se 105 prontuários que foramexcluindo os enfermeiros de férias, licen- analisados e as seguintes Prescrições deças e os que não autorizaram a participação Enfermagem emergiram.na pesquisa. Foram coletados os dados dos im-pressos das prescrições de enfermagemdos recém-nascidos oriundos da sala departo no momento de sua admissão no Alo-jamento Conjunto, no período de janeiro a112 Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto, UERJ
  5. 5. Diagnósticos de enfermagem segundo a taxonomia NANDAPrescrições encontradas: so das prescrições de enfermagem, o mate- rial passou pela análise estatística visandoa. Aferir e registrar tax 3x/dia; apontar as principais prescrições de enfer-b. Aferir e registrar tax 2x/dia; magem necessárias ao cuidado dos RNsc. Aferir e registrar tax 1x/dia; admitidos no Alojamento conjunto.d. Observar e registrar: pega, posição e O presente estudo utilizou comosucção; fontanelas; tórax e abdome; coto representação dos dados o uso de tabelas,umbilical; genitália; eliminações vesicoin- quadro e gráficos, sendo um total de 8 ta-testinais; vínculo mãe-bebê; belas e 6 gráficos aos quais destacam-se,e. Orientar mãe quanto à aplicação de ál- representativamente, as Tabelas 1,6,7 e 8 ecool a 70% no coto umbilical a cada troca o Gráfico 6.de fraldas; Analisando os dados encontradosf. Orientar acerca dos cuidados com RN e através da análise dos questionários res-coto umbilical; pondidos pelos enfermeiros do cenário dog. Mensurar e registrar medidas antropo- estudo, observamos, na Tabela 1, a preva-métricas; lência das prescrições relacionadas à temá-h. Pesar e avaliar ganho ou perda ponderal; tica Estado Geral que foi citada 96 vezes.i. Realizar limpeza do coto umbilical com Em relação às prescrições, encontramosálcool a 70%; como as de maior ocorrência:j. Realizar o 1º banho amanhã; ‘Aferir e registrar tax 1x/dia’ (57,5k. Incentivar aleitamento materno exclusi- %); ‘Mensurar e registrar medidas antro-vo e em livre demanda; pométricas’ (84,2%); ‘Realizar limpeza dol. Estimular vínculo mãe-bebê; coto umbilical com álcool a 70%’ (57,1%);m. Realizar credê; ‘Observar e registrar as características don. Observar e registrar aceitação do NAN RN’ (78,1%).de 3/3h; Destaca-se, na Tabela 2, a igual-o. Observar e registrar atividade e reativi- dade no quantitativo numérico da parti-dade; cipação dos profissionais categorizadosp. Observar abalos, tremores e cianose. como Residente, Treinamento ProfissionalAtenção para quadro de desconforto respi- Bolsista e Funcionários (33,3), seguidosratório; por Treinamento Profissional sem bolsaq. Aplicar SF 0,9% 0,5 ml em cada narina (5,55%).3x/dia; Observamos, na Tabela 3, a pre-r. Observar e registrar sinais de hipoglice- valência de profissionais com 10 anos demia; formação (21,0%), seguidos pelos de 3, 2 es.Observar e registrar reflexos primitivos; 1 ano (10,5%) e, posteriormente, pelos de-t. Observar e registrar a coloração da pele; mais períodos equiparados (5,26%). O queu. Realizar dextro de 6/6h conforme pres- remete-nos à necessidade de aperfeiçoa-crição médica; mento desses profissionais para que aco-v. Observar e registrar aceitação de LHO plem o conhecimento adquirido nos anosde 3/3h. de experiência prática a um embasamento teórico-científico atual. Na Tabela 4, observamos a preva-RESULTADOS E DISCUSSÃO lência de profissionais com tempo de atu- ação no setor superior ou igual a 2 anos Após a coleta de dados no impres- (31,5%), seguidos pelos de tempo de atu- Ano 10, Janeiro a Março de 2011 113
  6. 6. Diagnósticos de enfermagem segundo a taxonomia NANDA Tabela 1. Prescrições de enfermagem mais frequentes e sua temática (Rio de Janei- ro, 2010). Tema Prescrições de Enfermagem f f(%) Total mais frequentes Sinais vitais Aferir e registrar tax 1x/dia 38 57,5 66 Aferir e registrar tax 3x/dia 28 42,4 Cuidados com Orientar acerca dos cuidados o RN com o RN e coto umbilical 18 50,0 36 Orientar mãe quanto à apli- cação de álcool a 70% no coto umbilical a cada troca de fraldas 18 50,0 Crescimento e desenvolvimento Mensurar e registrar medidas antropométricas 80 84,2 95 Pesar e avaliar ganho ou per- da ponderal 15 15,7 Higiene Realizar limpeza do coto um- bilical com álcool a 70% 28 57,1 49 Realizar o 1º banho amanhã 21 42,8 Aleitamento materno Incentivar aleitamento materno exclusivo e em livre demanda 41 100,0 41 Estado geral Observar e registrar: pega, po- sição e sucção; fontanelas; tó- rax e abdome; coto umbilical; genitália; eliminações vesicoin- testinais; vínculo mãe- bebê 75 78,1 96 Estimular vínculo mãe-bebê 21 21,8 96 Total 383ação de 01 mês (15,7%), 03 e 02 meses se sentem capacitados para realizar a SAE(10,5%) e os demais com o mesmo percen- (47,3%), sendo este um dado importante,tual (5,26%). já que – de acordo com a resolução CO- Na Tabela 5, onde os enfermeiros FEN nº 358/2009 – a Sistematização dasão questionados sobre sua especialidade Assistência de Enfermagem e a implemen-profissional, podemos concluir que a gran- tação do Processo de Enfermagem devemde parte dos enfermeiros possui especiali- ser realizadas em ambientes, públicos ouzação (68,4%). Dentre as especializações, privados, em que ocorre o cuidado profis-foram citadas as de lato sensu (Enferma- sional de Enfermagem. Destacando assimgem Pediátrica; Paciente Crítico; Centro a necessidade de uma abordagem inten-Cirúrgico; Saúde Mental; Enfermagem sificada da SAE aos enfermeiros lotadosdo Trabalho; Saúde Pública; Cardiologia; no cenário do estudo através da utilizaçãoEnfermagem dermatológica; Obstetrícia; da educação permanente como forma deHemoterapia, Hematologia e Terapia de capacitação e atualização, visto que, aoSuporte) e stricto sensu (Mestrado). observarmos a Tabela 5, podemos perce- Visualizamos, na Tabela 6, o ele- ber a grande diversidade de qualificaçõesvado percentual de enfermeiros que não apresentada pelos enfermeiros do cenário114 Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto, UERJ
  7. 7. Diagnósticos de enfermagem segundo a taxonomia NANDA Tabela 2. Caracterização dos enfermeiros lotados no cenário do estudo (Rio de Janeiro, 2010). Categorização f f(%) Funcionário 06 33,3 Residente 06 33,3 Treinamento Profissional sem bolsa 01 5,55 Treinamento Profissional Bolsista 06 33,3 Total 19 100do estudo, porém, nenhuma voltada para a os que Não utilizam nenhum raciocínioSistematização da Assistência. (00,0%). Analisa-se, na Tabela 7, que o tipo Finalizando a análise das tabelasde raciocínio mais utilizado pelos enfer- destacadas, ressaltamos a Tabela 8 ondemeiros é o Indutivo (42,1%) que parte de percebemos que a grande parte dos enfer-uma observação feita do mundo, de uma meiros relaciona a Prescrição de Enfer-realidade, de um evento, de um fato, de magem com um Diagnóstico de Enferma-uma experiência. Logo após pelo racioci- gem, entretanto, uma parcela significativano dedutivo (26,3%) que partindo de uma (21,0%) realiza a mesma sem relacioná-lahipótese geral não tem referência com o com um diagnóstico. Percebe-se, então,mundo real, mas tem referência com o que que – diariamente – é realizada pelos en-o cientista, filósofo ou pensador imagina fermeiros lotados no cenário do estudosobre o mundo, com a lógica. Em segui- apenas uma fase do Processo de Enferma-da, pelo outro tipo de raciocínio (21,0%) gem (Prescrição de Enfermagem) sem queonde foram citados o raciocínio científico ocorra a interligação com as outras fasese o baseado na clínica do paciente, e fina- do mesmo.lizando com Sem Registro (10,5%) e com No que se refere à correlação re- Tabela 3. Tempo de Formação da Graduação (Rio de Janeiro, 2010). Ano/Mês/Dia f f(%) 13 anos 01 5,26 11 anos 01 5,26 10 anos 04 21,0 06 anos 01 5,26 05 anos 01 5,26 04 anos e 10 meses 01 5,26 03 anos 02 10,5 02 anos 02 10,5 01 ano e 10 meses 01 5,26 01 ano 02 10,5 08 meses 01 5,26 Sem registro 02 10,5 Total 19 100 Ano 10, Janeiro a Março de 2011 115
  8. 8. Diagnósticos de enfermagem segundo a taxonomia NANDA Tabela 4. Tempo de atuação no setor (Alojamento Conjunto) (Rio de Janeiro, 2010). Ano/Mês/Dia f f(%) 04 anos 01 5,26 03 anos 01 5,26 02 anos e 09 meses 01 5,26 02 anos e 06 meses 02 10,5 02 anos e 05 meses 01 5,26 02 anos e 03 meses 01 5,26 02 anos 01 5,26 10 meses 01 5,26 04 meses 01 5,26 03 meses 02 10,5 02 meses 02 10,5 01 mês 03 15,7 Sem registro 02 10,5 Total 19 100alizada pelos enfermeiros das Prescrições tionamento acerca do Processo de enfer-de enfermagem mais frequentes, de acor- magem e não só o relacionado à assistên-do com a análise dos prontuários e com os cia, como o grande processo de mudançadiagnósticos de Enfermagem segundo a de arte para cientificidade pelo qual vemTaxonomia Nanda 2009-2011, ressaltamos passando a Enfermagem.os dados encontrados na Tabela 9 que con- Analisando os objetivos traçados,templou o maior percentual de diagnósti- pode-se dizer que os mesmos conseguiramcos para as prescrições de enfermagem. ser alcançados de acordo com o tempo e as normas propostas para o seu alcance. Considerou-se, de grande impor-CONCLUSÃO tância, a presença de parte da Sistema- tização da Assistência de Enfermagem Durante o caminhar da pesquisa, (Prescrição de Enfermagem) no cenário docada dado obtido instituía um novo ques- estudo que possibilitou a realização desta Tabela 5. Especialização profissional dos enfermeiros lotados no cenário do estudo (Rio de Janeiro, 2010). Especialização f f(%) Sim 13 68,4 Não 06 31,5 Total 19 100116 Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto, UERJ
  9. 9. Diagnósticos de enfermagem segundo a taxonomia NANDA Tabela 6. Capacitação para realização da sistematização da as- sistência de enfermagem (Rio de Janeiro, 2010). f f(%) Sim 10 52,6 Não 09 47,3 Total 19 100 Tabela 7. Raciocínio clínico na determinação da prescrição de en- fermagem. Raciocínio f f(%) Indutivo 08 42,1 Dedutivo 05 26,3 Outro 04 21,0 Não Utiliza 0 00,0 Sem Registro 02 10,5 Total 19 100 Tabela 8. Relação da prescrição com um diagnóstico de enferma- gem (Rio de Janeiro, 2010). f f(%) Sim 15 78,9 Não 04 21,0 Total 19 100 Ano 10, Janeiro a Março de 2011 117
  10. 10. Diagnósticos de enfermagem segundo a taxonomia NANDA Tabela 9. Diagnósticos de Enfermagem (Rio de Janeiro, 2010). Diagnóstico de Enfermagem f(%) Risco de infecção 4,62 Risco de integridade da pele prejudicada 4,04 Disposição para estado de imunização melhorado 1,15 Risco de desequilíbrio na temperatura corporal 0,57 Risco de crescimento desproporcional 4,04 Risco de atraso no desenvolvimento 0,57 Padrão ineficaz de alimentação do bebê 7,51 Nutrição desequilibrada: menos do que as necessidades corporais 3,46 Risco de glicemia instável 1,73 Padrão respiratório ineficaz 3,46 Risco de volume de líquidos deficiente 7,51 Disposição para eliminação urinária melhorada 5,71 Eliminação urinária prejudicada 5,20 Risco de constipação 7,51 Risco de motilidade gastrointestinal disfuncional 5,20 Padrão respiratório eficaz 1,73 Conhecimento deficiente 1,73 Risco de baixa autoestima situacional 4,62 Tensão do papel de cuidador 4,04 Risco de vínculo prejudicado 9,24 Processos familiares disfuncionais 2,89 Amamentação ineficaz 7,51 Risco de paternidade ou maternidade prejudicada 1,15 Desempenho de papel ineficaz 4,62 Amamentação eficaz 1,15pesquisa, incluindo o impresso próprio ea assiduidade com que são realizados os a. Proporcionar oficina de sensibilizaçãoregistros de enfermagem, facilitando a ob- da equipe de enfermagem a respeito datenção de dados dos prontuários. Sistematização da Assistência de Enfer- O estudo contou com a participa- magem;ção da quase totalidade dos enfermeiros b. Realizar reuniões (semanais ou quinze-presentes no período de coleta de dados, nais) com as equipes de enfermagem a fimsendo de extrema importância para que de realizar atualização técnica e realizandofosse possível a reflexão dos mesmos acer- educação em saúde, visando à qualidadeca da Sistematização da Assistência na assistencial e o bem-estar do cliente;prática profissional. c. Discutir, individualmente, cada caso, E, a partir dos dados oriundos pois cada indivíduo e família são únicos edo presente estudo, onde foi concedida a merecem ser tratados individualmente deoportunidade de se aproximar da Sistema- acordo com sua necessidade;tização da Assistência unida à prática diá- d. Apurar os sentidos para ser capaz de de-ria, apontam-se questões para a reflexão da tectar as necessidades do cliente e, assim,equipe de enfermagem: sistematizar a assistência individualizada.118 Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto, UERJ
  11. 11. Diagnósticos de enfermagem segundo a taxonomia NANDA January/December 2000; 4:1-2. Ao finalizar o estudo, percebe-se 6.Fachin O. Essentials of methodology. 3rd ed. São Paulo: Saraiva; 2001que, além da complexidade que abrange o 7.Fulya PSC, Leite JL, LIMA, Suzin BS. NationalProcesso de Enfermagem, outras dificulda- schools of thought on systematization of nursingdes podem ser encontradas para sua imple- care. Federal University of Rio de Janeiro. Schoolmentação sistemática e efetiva na prática of Nursing Anna Nery. Rio de Janeiro, RJ. Rev. bras. enf. Brasília Nov. / Dec. 2008; 61:6-7.profissional. Entretanto, é fundamental 8.Gil AC. How to design research projects. 4. ed.que a equipe de enfermagem internalize São Paulo: Atlas; 2002.esse processo como o marco principal para 9.Gil AC. Methods and Techniques of Social Rese-reconhecimento da enfermagem como ci- arch. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999; Chapter 11,ência. p.117-127. 10.Gonçalves AM, Sena RR. Assisting/Ca- Assim, de acordo com Chiavena- ring in Nursing. REME - Revista Mineira de En-to4, a mudança ocorre quando há alterações fermagem-Jan/Jun1998,2:1.no ambiente, na estrutura, na tecnologia ou 11.Hermida PMV. Clarifying the Implemennas pessoas de uma organização; envolve tation of the Nursing Care System. Rev Bras Enferm. Brasília Nov./Dec. 2004, 57: 6-7.transformação, perturbação e ruptura de 12.Horta WA. Process enferhábitos e costumes, dependendo de sua in- magem.São Paulo: EPU, 1979.tensidade. 13.Lakatos EM, Marconi MA. Methodology of Dessa forma, a implementação da scientific work. São Paulo: Atlas; 1995.SAE deve ser planejada a fim de garantir 14.Lakatos EM, Marconi MA. Fundamentals of Scientific Method. São Paulo: Atlas; 2001.que a inovação seja compatível com as 15.Leopardi MT. Theory and method in nursingnecessidades tanto dos clientes quanto das care. 2nd ed. Florianópolis: Soldasof; 2006.metas da unidade de serviço, sendo funda- 16.Mendes MA, Bastos MAR. Nursing Process:mental um processo de avaliação contínua sequences in caring make the difference. Rev Bras Enf.; 2003.para que a sua introdução no ambiente pos- 17.NANDA, North American Nursing Association.sa ser sujeita a readaptações necessárias às NANDA nursing diagnoses: Definitions and clas-características do cuidado. sification - 2009-2011. Philadelphia: Saunders, 2010. 18.ICS Oliveira, Robinson RG. Newborn Care: per- spectives for nursing knowledge inREFERÊNCIAS neonatology (1937-1979) Rev. enf. Text con text. Florianópolis Oct. / Dec. 2005, 14: 4-5.1.Alfaro-Lefevre R. Application of Nursing Process: 19.Pimentel M. Nursing Diagnoses and the Pers a step by step guide. 4th ed. Porto Alegre: Art- pectives of Nursing Practice for a New Millen med; 2000. nium. Paddle - Revista Mineira de Enfermagem2.Backes DS, Schwartz E. Implementation cons - Reflective items. January / December 2000, 4:1-2. traints of the Systematization of Nursing Care: 20.Polit DF, Beck CT, Hungler BP. Fun- Challenges and Achievements of Manage damentals of Nursing Research. 5th rial Viewpoint. Rev. Science Health Care; 2005. ed .- Philadelphia: Saunders, 2004.3.Castilho NC, Ribeiro PC, Chirelli MQ. The im- 21.Rauen FJ. Elements of beginning research. plementation of the systematization of nursing South River, SC: New Age, 1999. care in hospital health care services in Brazil. Rev. 22.Rodrigues DC, Carvalho JV, Meaning of Care enf. Text context Florianópolis Apr / Jun 2009; 18 Planning. REME - Revista Mineira de Enferma- (Pt 2):104-35. gem, Jan. / Jun 1998: 2:1-2.4.Chiavenato I. Administration in modern times. 23.Tannure MC, Gonçalves AMP. SAE, Systema Rio de Janeiro: Campus; 1999 tization of nursing care: a practical guide. Rio de5.Ercole FF, Costa RS, TCM Chianca, Moreira LF. Janeiro (RJ): Guanabara-Koogan, 2008. Reflective Items - The Nursing Diagnosis and Prospects for Nursing Practice for a New Millen- nium. Paddle - Revista Mineira de Enfermagem. Ano 10, Janeiro a Março de 2011 119
  12. 12. Diagnósticos de enfermagem segundo a taxonomia NANDAABSTRACT nomy. As methodological tool used was a descriptive research with quantitativeSystematize and organize care nursing care approach, such as technical procedure, re-to clients in their first days of life, still a search documents and used the method ofgreat challenge for nursing staff. Thus, it is statistical methods and primary data.necessary that the nursing staff is qualified The statistical method is related to twoto provide care in a systematic manner, thus main terms: population and universe. Thismaximizing the realization of actions im- study used data representation using ta-plemented. This research was focused on bles, picture or graphic through contentthe correlation of the requirements for nur- analysis. When analyzing the data andsing the newborn admitted to the Rooming results of this study, we noticed that besi-with Nursing Diagnoses (DE), according des the complexity that covers the nursingto the taxonomy of NANDA (North Ame- process, other difficulties can be found forrican Nursing Diagnosis Association). The its systematic implementation and effecti-objectives were to: List the prescriptions ve professional practice among which wemost commonly implemented for nursing highlight the high percentage of nursesinfants admitted to the rooming, from a who do not feel qualified to make the NCSpre-established; correlate actions / requi- (47.3%). Thus underscoring the need forrements with the DE under the NANDA an intensified approach of NCS to nursestaxonomy; establish the reasoning made in the crowded scene of the study throughby the nurse clinician, crowded scenario the use of continuing education as a meansin the study, to determine the requirements of training and updating. However it is es-necessary for nursing newborns admitted; sential that the nursing staff to internalizepropose a pre-established instrument for this process as the main framework for re-nursing prescriptions to contribute to the cognition of nursing as a science.implementation of the Systematization ofNursing according to the NANDA taxo KEYWORDS: Infant-Born; Nursing Diag- nosis; NANDA Taxonomy. 120 Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto, UERJ
  13. 13. APÊNDICEARTIGO: “Diagnósticos de Enfermagem segundo A Taxonomia NANDA”Instrumento de coleta de dados ( ) IndutivoQuestionário: ( ) outro. Qual:_____________1. Caracterização do enfermeiro: ( ) não utiliza( ) Funcionário C) Você, ao determinar uma prescrição,( ) Treinando profissional por bolsa relaciona-a com um Diagnóstico de Enfer-(TPB) magem?( ) Residente( ) Treinamento Profissional (sem ( ) SIM ( ) NÃObolsa) 3- Correlacione as prescrições de enfer- magem registradas com maior frequênciaTempo de formado:_________________ no alojamento conjunto com os títulos dosTempo de atuação no setor:__________ Diagnósticos de Enfermagem segundo a Taxonomia NANDA 2009-2011, listados a seguir, de acordo com a sua numeraçãoEspecialização: (de 1 a 32 ).( ) SIM ( ) NÃO Diagnósticos de Enfermagem (títulos) se-Qual:______________ gundo a Taxonomia NANDA-2009/20112- Questões: Risco de infecção Risco de integridade da pele prejudicadaA) Você se sente capacitado para realizar a Disposição para estado de imunização melho-Sistematização da Assistência de Enferma- radogem na sua prática profissional? Hipertermia Hipotermia( ) SIM ( ) NÃO Risco de desequilíbrio na temperatura corporal Risco de crescimento desproporcional Risco de atraso no desenvolvimentoB) Você utiliza que tipo de raciocínio clí- Padrão ineficaz de alimentação do bebê nico ao determinar a prescrição de enfer- Nutrição desequilibrada: menos do que as ne-magem ao RN admitido no Alojamento cessidades corporaisConjunto? Risco de glicemia instável Icterícia neonatal( ) Dedutivo Risco de volume de líquidos deficiente Disposição para eliminação urinária melhorada130 Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto, UERJ
  14. 14. Apêndice Tema Prescrições de Enfermagem Diagnósticos de Enfermagem mais frequentes (títulos) Sinais Vitais - Aferir e registrar tax 1x/dia. ( ) ( ) ( ) ( ) - Aferir e registrar tax 3x/dia. Outros : ________________ Cuidados com - Orientar acerca dos cuidados ( ) ( ) o RN com o RN e coto umbilical. ( ) ( ) Outros : ________________ - Orientar mãe quanto a aplicação de álcool a 70% no coto umbili- cal a cada troca de fraldas. Crescimento e - Mensurar e Registrar medidas ( ) ( ) desenvolvimento Antropométricas ( ) ( ) Outros : ________________ - Pesar e avaliar ganho ou perda ponderal. Higiene - Realizar limpeza do coto umbi- ( ) ( ) lical com álcool a 70%. ( ) ( ) Outros : ________________ - Realizar o 1º banho amanhã. Aleitamento - Incentivar aleitamento materno ( ) ( ) Materno exclusivo e em livre demanda. ( ) ( ) Outros : ________________ Estado Geral - Observar e registrar: pega, ( ) ( ) posição e sucção; fontanelas; ( ) ( ) tórax e abdome; coto umbilical; Outros : ________________ genitália; eliminações vesicoin- testinais; vínculo mãe-bebê. - Estimular vínculo mãe-bebêEliminação urinária prejudicada cadaRisco de constipação Risco de vínculo prejudicadoDiarreia Processos familiares disfuncionaisMotilidade gastrintestinal disfuncional Amamentação ineficazRisco de motilidade gastrintestinal disfuncio- Amamentação eficaznal Desempenho de papel ineficazPadrão respiratório ineficazDisposição para conhecimento aumentadoConhecimento deficiente Risco de baixa autoestima situacionalTensão do papel de cuidadorRisco de tensão do papel de cuidadorDisposição para paternidade ou maternidademelhoradasRisco de paternidade ou maternidade prejudi- Ano 10, Janeiro a Março de 2011 131
  15. 15. TITULAÇÃO DOS AUTORESAlexandra B. Santos Isabela Costa PeixotoEspecialista em Enfermagem Pediátrica da Universi- Enfermeira residente do Programa de Clínica Médica dodade Gama Filho (UGF). HUPE/UERJ.Aline Teixeira Vargas Leonardo Vinicius de Araújo SantosEnfermeira residente do Programa de Clínica Cirúrgica Enfermeiro residente do Programa de Nefrologia doHUPE/UERJ. HUPE/UERJ.Ana Cláudia Cândido Oliveira Leticia Louredo do CarmoEnfermeira residente do Programa de Enfermagem Neona- Enfermeira residente do Programa de em Clínica Médicatal HUPE/UERJ. do HUPE/UERJ.Andréia Fontes da Paz Marcia Silva de OliveiraEnfermeira do Núcleo deEnsino e Pesquisa de Adolescente Enfermeira do Suporte Nutricional do HUPE. Mestre emdo HUPE; Mestre em Enfermagem. Enfermagem.Angelina M.A. AlvesEnfermeira da UTI-Neonatal do HUPE/UERJ; Professo- Maristela F. Silvara da Graduação em Enfermagem da Fundação Osvaldo Mestre em Enfermagem; Professora Assistente da Facul-Aranha (UniFOA); Profa. Adjunta do Departamento de dade de Enfermagem da UERJ. Enfermeira Preceptora doEnfermagem Materno-infantil do EAP-Unirio; Doutora Programa de Residência em Enfermagem em Centro Cirúr-em Enfermagem. gico do HUPE/UERJ.Antônio A.F. Peregrino Nádia Mariana MendesDoutor em Saúde Pública; Professor Adjunto da UERJ e Enfermeira residente do Programa de Terapia IntensivaUniversidade Veiga de Almeida (UVA). Adultos/HUPE/UERJ.Antônio Marcos T. Gomes Olga Veloso da Silva OliveiraProfessor Adjunto da Faculdade de Enfermagem da UERJ; Enfermeira especialista em Enfermagem Oncológica pelaDoutor em Enfermagem pela UFRJ. Unirio.Clara Caroline Araujo LemosEnfermeira residente do Programa de Clínica Médica do Raquel de Souza RamosHUPE/UERJ; Pós-graduanda em Alta Complexidade. Enfermeira mestre em Saúde Pública; Enfermeira pela UERJ.Cristiane Maria de Amorim CostaProfessora Assistente da Faculdade de Enfermagem da Renata da Silva SchulzUERJ; Chefe de seção da Enfermaria de Urologia do Enfermeira residente do Programa de Clínica Cirúrgica doHUPE. HUPE/UERJ.Débora Ribeiro Duque Renata de Oliveira MacielEnfermeira residente do Programa de Enfermagem em Ne- Enfermeira mestre do HUPE/UERJ; Chefe da Unidade defrologia do HUPE/UERJ. Enfermagem Pediátrica do HUPE.Frances Valéria Costa e Silva Roberta Faitanin PassamaniDoutora pelo IMS/UERJ; Professora Adjunta da Faculda- Enfermeira residente do Programa de Terapia Intensivade de Enfermagem da UERJ; Enfermeira da Unidade de HUPE/UERJ.Diálise Peritonial. Ano 10, Janeiro a Março de 2011 9
  16. 16. Titulação dos autoresSônia Regina Oliveira e Silva de Souza Viviane Amado FerreiraProfessora Assistente da Faculdade de Enfermagem daUERJ; Chefe de Enfermagem do Serviço de Terapia Inten- Enfermeira Residente do Programa de Clínica Médica dosiva do HUPE/UERJ. Mestre em Enfermagem. HUPE/UERJ.Thábbata Christina de L. RibeiroEnfermeira residente do Programa de Obstetrícia doHUPE/UERJ.10 Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto, UERJ

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