Adolescência -> 15-16 anos

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Desenvolvimento do Adolescente de 15 e 16 anos.

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Adolescência -> 15-16 anos

  1. 1. A ADOLESCÊNCIA 15-16 ANOS
  2. 2. Adolescência  Pré-adolescência – período anterior aos 10-12 anos  Adolescência (período central) – 13-16 anos  Adolescência (período final) – 17-21 anos
  3. 3. Adolescência O As mudanças implicam a necessidade de se adaptar a elas, e quanto mais rapidamente se produzem tanto mais difícil será a adaptação. Durante os últimos anos da infância a vida desenrola-se a um ritmo relativamente calmo. As primeiras adaptações ao ambiente físico e social encontram uma solução bastante satisfatória na época em que a criança chega à idade escolar. A partir de então, e até à adolescência, as novas adaptações vão-se realizando de forma gradual, com tempo suficiente e com a ajuda de pais e mestres, o que forma a adaptação relativamente fácil.
  4. 4. Visão da neuropsicologia *por volta dos 15, 16 anos de idade, o desenvolvimento biológico do ser humano é concluído. O mesmo não ocorre com os aspectos emocional e cognitivo. "O crescimento cognitivo é a capacidade mental do indivíduo, tudo o que envolve o aprendizagem. Já o desenvolvimento emocional está ligado ao controle dos desejos, impulsos"
  5. 5. Novas competências mentais Adolescentes começam a ter as habilidades computacionais e de tomada de decisão de um adulto, caso tenham determinado tempo e acesso à informação Porém, no calor do momento, suas decisões podem ser excessivamente influenciadas pela emoção, tendo em vista que seus cérebros confiam mais no sistema límbico (o banco emocional do cérebro) do que o córtex pré-frontal, mais racional, conta Feinstein.
  6. 6. “Esta dualidade de competência do adolescente pode ser muito confuso para os pais”, comenta Johnson. Isso significa que, por vezes, os adolescentes fazem coisas estranhas como socar a parede ou dirigir rápido demais, mas quando perguntados da razão, eles não conseguem achar motivos racionais para seus atos.
  7. 7. Emoções intensas O As alterações hormonais, pode dar origem a novas experiências intensas de raiva, medo, agressividade (inclusive para si mesmo), excitação e atração sexual. O Ao longo da adolescência, o sistema límbico está sob maior controle do córtex pré-frontal, a área logo atrás da testa, associada com o planejamento, o controle de impulsos e o pensamento de ordem superior. O Enquanto outras áreas do cérebro começam a ajudar a processar a emoção, os adolescentes mais velhos ganham mais equilíbrio nesta área. Até lá, porém, muitas vezes eles são mal interpretados por professores e pais, diz Feinstein. O “Você pode ter todo o cuidado possível e ainda assim causar choro ou raiva porque eles simplesmente interpretam mal o que você diz”, completa.
  8. 8. “Eu sou o centro do universo – e este universo não é bom o suficiente!” O As alterações hormonais na puberdade têm enormes efeitos no cérebro, uma das quais é o estímulo à produção de mais receptores de ocitocina. O Enquanto a ocitocina é frequentemente descrita como o “hormônio do vínculo afetivo”, a maior sensibilidade aos seus efeitos no sistema límbico também tem sido associada à sensação de autoconsciência, fazendo com que um adolescente realmente pense que todos estão olhando para ele. Segundo pesquisadores, esses sentimentos atingem o pico em torno dos 15 anos de idade. O Embora isso possa fazer com que um adolescente pareça egocêntrico (e em sua defesa, eles têm que enfrentar muita coisa acontecendo ao mesmo tempo), as mudanças no cérebro adolescente podem igualmente impulsionar alguns dos esforços mais idealistas enfrentados pelos jovens ao longo da história. O “É a primeira vez que eles estão vendo a si mesmos no mundo”, diz Johnson. Seu sentido de maior autonomia abre os olhos para o que está além de suas famílias e da escola. “Eles estão se perguntando talvez pela primeira vez que tipo de pessoa querem ser e que tipo de lugar querem que o mundo seja”, acrescenta.
  9. 9. Adolescência Diversas tarefas de desenvolvimento pertencem principalmente às fases intermediária e final da adolescência: O Aceitar o físico adulto e suas características pessoais; O Desenvolver independência emocional dos pais e figuras de autoridade; O Desenvolver perícia na comunicação interpessoal; Realizar relacionamento com colegas e outras pessoas, tanto individualmente como no grupo; O Aceitar-se e confiar nas próprias habilidades e possibilidades; O Fortalecer o autocontrole em base de uma escala de valores e princípios; O Ter modelos humanos para identificação.**
  10. 10. Adolescência
  11. 11. Adolescência
  12. 12. CURIOSIDADE Efeitos Psicológicos da Maturação Precoce e Tardia O Maturação nos meninos: O Meninos com amadurecimento precoce: O Mais equilibrados; O Tranquilos; O Afáveis; O Populares e inclinados a liderança; O Menos impulsivos (em relação aos que amadurecem mais tarde); O Se preocupam em ser estimados; O Cautelosos nas relações; O Limitados por regras e rotinas; O O desempenho cognitivo é superior aos que amadurecem mais tarde.
  13. 13. CURIOSIDADE Efeitos Psicológicos da Maturação Precoce e Tardia O Maturação nos meninos: O Meninos com amadurecimento tardio: O Sentem-se mais incompetentes; O Inibidos; O Rejeitados; O Dominados; O Dependentes; O Agressivos; O Inseguros ou depressivos; O Habilidades sociais inferiores aos que amadurecem mais cedo; O Tem pior opinião a seu próprio respeito. (PAPALIA, Diane E. Desenvolvimento Humano. Artmed 2006).
  14. 14. CURIOSIDADE Efeitos Psicológicos da Maturação Precoce e Tardia O Maturação nas meninas: O Meninas com amadurecimento precoce: O Menos sociáveis; O Menos expressivas; O Menos equilibradas; O Mais introvertidas e tímidas; O Mais negativas com relação a menarca; O São mais vulneráveis ao sofrimento psicológico; O Tendem a associar-se com amigas anti-sociais; O Imagem corpora e piores do que as meninas com maturação mais tardia. O Risco de sofrer problemas de saúde mental (incluindo depressão), comportamentos inadequados, de transtornos alimentares, de abuso de substâncias e de tentativas de suicídio.
  15. 15. Adolescência O Saúde Física e Mental Meninos e meninas que entram na puberdade cedo ou cuja maturação cognitiva está atrasada são especialmente propensos a comportamento de risco.
  16. 16. Adolescência O Saúde Física e Mental O Boa forma física O Uma vida sedentária na adolescência pode levar a em maior risco de obesidade, diabete, doença cardíaca e câncer. O Necessidade de sono. O Mesmo tempo de sono (9h por noite) O Mudança no ritmo circadiano
  17. 17. Adolescência O Saúde Física e Mental O Distúrbios de Nutrição e de Alimentação O Adolescentes precisam de uma dieta que contenha: O Cálcio O Ferro O Zinco
  18. 18. Adolescência O Saúde Física e Mental O Distúrbios de Nutrição e de Alimentação O Obesidade O Anorexia Nervosa O Bulimia Nervosa O Uso e abuso de drogas O Drogas de porta de entrada: O Álcool O Cigarro O Maconha
  19. 19. ARTIGO Título: Adolescentes, vulnerabilidade, sexualidade e saúde mental. Autores: Carla R. Silva; Helen I. Freitas; Roseli E. Lopes. SILVA, Carla R.; FREITAS, Helen I.; LOPES, Roseli E. Adolescentes, vulnerabilidade, sexualidade e saúde mental. Simpósio Internacional de Adolescentes. 2005.
  20. 20. Adolescência O Bibliografia O ABERASTURY, A. & KNOBEL, M. (1981). Adolescência normal – um enfoque psicanalítico. Porto Alegre: Artes Médicas. O BEE, H. L.; MITCHELL, S. K. (1984). A pessoa em desenvolvimento. Tradução Jamir Martins. São Paulo: Harper & Row do Brasil. O COSTA, M. (1986). Sexualidade na adolescência, dilemas e crescimento. Porto Alegre: J & PM. O GREESNPAN, S. I.; GREESNPAN, N. T. (1993). Entrevista clínica com crianças. Tradução D. Batista. Porto Alegre: Artes Médicas. O KOLLER, S. H. (Org.). (2002). Adolescência e psicologia: concepções, práticas e reflexões críticas. Rio de Janeiro: Conselho Regional de Psicologia. O MUSSEN, P. H. et al. (1995). Desenvolvimento e personalidade da criança. 3. ed. Tradução Maria Lúcia G. Leite Rosa. São Paulo: Harper & Row do Brasil. O PAPAGLIA, D. E.; OLDS, S. W. (2000). Desenvolvimento humano. 7 ed. Tradução Daniel Bueno. Porto Alegre: Artes Médicas Sul. O RAPPAPORT, C. L. (Org.). (1981). Psicologia do Desenvolvimento. São Paulo: EPU. Vols. 1, 2 e 3. O VYGOTSKY, L. S.; LURIA, A. R.; LEONTIEV, A. N. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. Tradução Maria da Penha Villalobos. São Paulo: Ícone; Editora da Universidade de São Paulo, 1991.
  21. 21. O Bibliografia: O GESSEL, Psicologia evolutiva de 1 a 16 aflos, Ed. Paidós, Buenos Aires, 1963. O HURLOCK, Desarrolio Psicológico dei Nulo, Ed. del Castillo, Madrid, 1963. O “Nuestro Tiempo”, nº 211, Janeiro 1972. Este número é dedicado todo à adolescência. O HURLOCK, Psicologia de la adolescência, Ed. Paidós. O DEBESSE, La adolescência. Vergara. A adolescência é abordada do ponto de vista individual e social. O MORAGAS, Pedagogia familiar, Ed. Lumen, Barcelona, 1964.

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