Aula 11 qualidade de água

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Aula 11 qualidade de água

  1. 1. Qualidade da água Walter Collischonn IPH UFRGS
  2. 2. Qualidade x Uso da Água A água é um elemento vital para as atividades humanas e para a manutenção da vida. Para satisfazer as necessidades humanas e ambientais, é necessário que a água tenha certas características qualitativas, e as exigências com relação à pureza da água variam com o seu uso. A água utilizada para análises clínicas, por exemplo, deve ser tanto quanto possível isenta de sais e outras substâncias em solução ou suspensão. Já para a navegação e para a geração de energia, por exemplo, a água deve apenas atender ao requisito de não ser excessivamente agressiva às estruturas. Para os processos biológicos incluindo a manutenção dos ecossistemas, a alimentação humana e a dessedentação animal, as exigências são intermediárias.
  3. 3. Massa, concentração e fluxoAspectos fundamentais da qualidade da água são,normalmente, apresentados em termos deconcentração de substâncias na água. Aconcentração é expressa como a massa dasubstância por volume de água, em mg.l-1, ou g.m-3.Por exemplo, ao acrescentar e dissolver 12 mg desal em um litro de água pura, obtém-se água comuma concentração de 12 mg.l-1 de sal.
  4. 4. Mistura De forma semelhante, quando são misturados volumes de água com concentrações diferentes, a concentração final equivale a uma média ponderada das concentrações originais, o mesmo ocorrendo no caso de vazões. Assim, se um rio com vazão QR e concentração CR recebe a entrada de um afluente com vazão QA e com concentração CA. Admitindo uma rápida e completa mistura das águas, a concentração final é dada por: QA CA QR CR QF CF QR ⋅ C R + Q A ⋅ C A CF = QR + Q A
  5. 5. Exemplo
  6. 6. Carga de poluentes A carga ou fluxo de um poluente ou substância é dada pelo produto entre a vazão e a concentração. No exemplo anterior, o fluxo de Nitrogênio Total no rio, a jusante da entrada de esgoto é dado por: m 3 ⋅ mg Kg WF = QF ⋅ C F = 23,5 ⋅ 2,04 = 23,5 ⋅ 2,04 = 48 Kg .s −1 s ⋅l s
  7. 7. Parâmetros de qualidade da água A qualidade da água é avaliada de acordo com a concentração de substâncias denominados parâmetros de qualidade de água. As concentrações destes parâmetros são importantes para a caracterização da água frente aos usos a que ela se destina. Por exemplo, para ser bebida a água não pode ter uma concentração excessiva de sais.
  8. 8. Parâmetros Temperatura Salinidade Oxigênio dissolvido (OD) pH DBO Concentração de coliformes fecais Concentração de metais pesados (Pb, Hg) Concentração de nutrientes para algas (N, P) Etc.
  9. 9. Parâmetros conservativos Parâmetros que não reagem, não alteram a sua concentração por processos físicos, químicos e biológicos, exceto a mistura. Exemplo: sais
  10. 10. Parâmetros não conservativos Reagem com o ambiente alterando a concentração. Exemplo: DBO, temperatura, coliformes, OD
  11. 11. Exemplo parâmetro conservativo QA CA QR CR QF CF QR ⋅ C R + Q A ⋅ C A CF = QR + Q A C distância
  12. 12. Exemplo parâmetro não conservativo QA CA QR CR QF CF QR ⋅ C R + Q A ⋅ C A QF2 CF2 CF = QR + Q A C distância
  13. 13. Autodepuração A introdução de matéria orgânica em um corpo dagua resulta, indiretamente, no consumo de oxigênio dissolvido. Tal se deve aos processos de estabilização da matéria orgânica realizados pelas bactérias decompositoras, as quais utilizam o oxigênio disponível no meio líquido para a sua respiração. O decréscimo da concentração de oxigênio dissolvido tem diversas implicações do ponto de vista ambiental, constituindo-se, como já dito, em um dos principais problemas de poluição das águas em nosso meio. VON SPERLING, M.
  14. 14. Autodepuração Após o lançamento dos esgotos, o curso d’água poderá se recuperar por mecanismos puramente naturais, constituindo o fenômeno da autodepuração. Lançamento de esgoto com DBO COD distância
  15. 15. Autodepuração
  16. 16. Pontos importantes - autodepuração Utilizar a capacidade de assimilação dos rios. Dentro de uma visão prática, pode-se considerar que a capacidade que um corpo dágua tem de assimilar os despejos, sem apresentar problemas do ponto de vista ambiental, é um recurso natural que pode ser explorado. Esta visão realística é de grande importância em nossas condições, em que a carência de recursos justifica que se utilize os cursos dágua como complementação dos processos que ocorrem no tratamento de esgotos (desde que feito com parsimônia e dentro de critérios técnicos seguros e bem definidos). Impedir o lançamento de despejos acima do que possa suportar o corpo dágua. Desta forma, a capacidade de assimilação do corpo dágua pode ser utilizada até um ponto aceitável e não prejudicial, não sendo admitido o lançamento de cargas poluidoras acima deste limite.
  17. 17. Exercício
  18. 18. Rio GuaíbaEutrofização
  19. 19. CLASSIFICAÇÃO DOS CORPOS DE ÁGUAS DOCES, SALINAS E SALOBRAS DO TERRITÓRIO NACIONAL RESOLUÇÃO CONAMA Nº 357 17/03/2005 Define classes de acordo com os usos da água e define qualidade da água mínima para cada uso
  20. 20. “ÁGUAS DOCES” (Artigo 4° CONAMA 357/05)I - Classe Especial - águas destinadas:a) ao abastecimento para o consumo humano, com desinfecção;b) à preservação do equilíbrio natural das comunidades aquáticas; ec) à preservação dos ambientes aquáticos em unidades de conservação de proteção integral.II - Classe 1 - águas que podem ser destinadas:a) ao abastecimento para consumo humano, após tratamento simplificado;b) à proteção das comunidades aquáticas;c) à recreação de contato primário, tais como natação, esqui aquático e mergulho, conforme resolução CONAMA N° 274/2000;d) à irrigação de hortaliças que são consumidas cruas e de frutas que se desenvolvam rentes ao solo e que sejam ingeridas cruas sem remoção de película; ee) à proteção das comunidades aquáticas em Terras Indígenas.
  21. 21. Continuação “ÁGUAS DOCES” (Artigo 4° CONAMA 357/05)III - Classe 2 - águas que podem ser destinadas:a) ao abastecimento para consumo humano, após tratamento convencional;b) à proteção das comunidades aquáticas;c) à recreação de contato primário, tais como natação, esqui aquático e mergulho, conforme resolução CONAMA N° 274/2000;d) à irrigação de hortaliças, plantas frutíferas e de parques, jardins, campos de esporte e lazer com os quais o público possa vir a ter contato direto; ee) à aqüicultura e à atividade de pesca.IV - Classe 3 - águas que podem ser destinadas:a) ao abastecimento para consumo humano, após tratamento convencional ou avançado;b) à irrigação de culturas arbóreas, cerealíferas e forrageiras;c) à pesca amadora;d) à recreação de contato secundário; ee) à dessedentação de animais.V - Classe 4 - águas que podem ser destinadas:a) à navegação; eb) à harmonia paisagística.
  22. 22. “ÁGUAS SALINAS” (Artigo 5° CONAMA 357/05)I - Classe Especial - águas destinadas:a) à preservação dos ambientes aquáticos em unidades de conservação de proteção integral; eb) à preservação do equilíbrio natural das comunidades aquáticas.II - Classe 1 - águas que podem ser destinadas:a) à recreação de contato primário, conforme Resolução CONAMA 274/2000;b) à proteção das comunidades aquáticas; ec) à aqüicultura e à atividade de pesca.III - Classe 2 - águas que podem ser destinadas:a) à pesca amadora; eb) à recreação de contato secundário.IV - Classe 3 - águas que podem ser destinadas:a) à navegação; eb) à harmonia paisagística.
  23. 23. “ÁGUAS SALOBRAS” (Artigo 6° CONAMA 357/05)I - Classe Especial - águas destinadas:a) à preservação dos ambientes aquáticos em unidades de conservação de proteção integral; eb) à preservação do equilíbrio natural das comunidades aquáticas.II - Classe 1 - águas que podem ser destinadas:a) à recreação de contato primário, conforme Resolução CONAMA 274/2000;b) à proteção das comunidades aquáticas;c) à aqüicultura e à atividade de pesca;d) ao abastecimento para consumo humano após tratamento convencional ouavançado; ee) à irrigação de hortaliças que são consumidas cruas e de frutas que sedesenvolvam rentes ao solo e que sejam ingeridas cruas sem remoção de película, eà irrigação de parque, jardins, campos de esportes e lazer, com os quais o públicopossa vir a ter contato direto.
  24. 24. “ÁGUAS SALOBRAS” (Artigo 6° CONAMA 357/05)III - Classe 2 - águas que podem ser destinadas:a) à pesca amadora; eb) à recreação de contato secundário.IV - Classe 3 - águas que podem ser destinadas:a) à navegação; eb) à harmonia paisagística.
  25. 25. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS DOCES CLASSE DO RI O 1 2 3 4Resolução CONAMAn° 357/ 05 Art igo 14 Ar t igo 15 Art igo 16 Art igo 17( Condições/ Padrões)CondiçõesToxicidade crônica aos Não Não Não detec- -organismos aquáticos detectado detectado tado (aguda) Virtualmente Virtualmente Virtualmente VirtualmenteMateriais flutuantes ausentes ausentes ausentes ausentes Virtualmente Virtualmente VirtualmenteÓleos e graxas ausentes ausentes ausentes -Substâncias que Não objetá- Virtualmente Virtualmente Virtualmentecomuniquem gosto ou ausentes ausentes ausentes veis (odor eodor aspecto) Não será Não seráCorantes (fontes Virtualmente ausentes permitida a permitida a -antrópicas) presença presençaResíduos sólidos Virtualmente Virtualmente Virtualmente ausentes ausentes ausentes -objetáveis
  26. 26. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS DOCES CLASSE DO RI O 1 2 3 4 Resolução CONAMA n° 357/ 05 Art igo 14 Art igo 15 Art igo 16 Ar t igo 17 ( Condições/ Padrões) 2500/ 100 mL Conama 274/00 Conama 274/00 (recreação de (recreação) (recreação) contato secundário) 1000/ 100 mL 200/100 mL 1000/ 100 mL Coliformes ( dessedentação (demais usos) (demais usos) de animais) - termotolerantes 4000/ 100 mL E.coli – valor a E.coli – valor a (demais usos) critério do ór- critério do ór- E.coli – valor a gão ambiental) gão ambiental) critério do ór- gão ambiental) DBO5,20 (mg/ L O2) ≤ 3,0 ≤ 5,0 ≤ 10,0 - OD (mg/ L O2) ≥ 6,0 ≥ 5,0 ≥ 4,0 ≥ 2,0 Turbidez (UNT) ≤ 40,0 ≤ 100,0 ≤ 100,0 - Cor verdadeira(mg Pt/ L) Natural Natural ≤ 75,0 - pH 6,0 a 9,0 6,0 a 9,0 6,0 a 9,0 6,0 a 9,0
  27. 27. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS DOCES CLASSE DO RI O 1 2 3 4Resolução CONAMAn° 357/ 05 Art igo 14 Ar t igo 15 Art igo 16 Art igo 17( Condições/ Padrões)Padrões / Parâm et rosClorofila a ( µ g/ L) 10,0 30,0 60,0 - 20.000,0 50.000,0 100.000,0Densidade de - cel/ mL cel/ mL cel/ mLcianobactéria 2,0 mm3/ L 5,0 mm3/ L 10,0 mm3/ L -Sólidos dissolvidos 500,0 500,0 500,0 -totais (mg/ L)Padrões / Parâm et ros I norgânicosAlumínio dissolvido 0,1 0,1 0,2 -(mg/ L Al)Antimônio (mg/ L Sb) 0,005 0,005 - - 0,01 0,01Arsênio total (mg/ L As) µ µ 0,033 - 0,14 g/ L (1) 0,14 g/ L (1)
  28. 28. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS DOCES CLASSE DO RI O 1 2 3 4 Resolução CONAMA n° 357/ 05 Art igo 14 Art igo 15 Art igo 16 Art igo 17 ( Condições/ Padrões) Bário total (mg/ L Ba) 0,7 0,7 1,0 - Berílio total (mg/ L Be) 0,04 0,04 0,1 - Boro total (mg/ L B) 0,5 0,5 0,75 - Cádmio total (mg/ L Cd) 0,001 0,001 0,01 - Chumbo total (mg/ L Pb) 0,01 0,01 0,033 - Cianeto livre (mg/ L CN) 0,005 0,005 0,022 - Cloreto total (mg/ L Cl) 250,0 250,0 250,0 - Cloro residual total (combinado + livre) 0,01 0,01 - - (mg/ L Cl) Cobalto total (mg/ L Co) 0,05 0,05 0,2 - Cobre dissolvido (mg/ L Cu) 0,009 0,009 0,013 -
  29. 29. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS DOCES CLASSE DO RI O 1 2 3 4Resolução CONAMAn° 357/ 05 Art igo 14 Ar t igo 15 Art igo 16 Art igo 17( Condições/ Padrões)Crômio total (mg/ L Cr) 0,05 0,05 0,05 -Ferro dissolvido (mg/ L Fe) 0,3 0,3 5,0 -Fluoreto total (mg/ L F) 1,4 1,4 1,4 -Fósforo total (ambiente 0,020 0,030 0,05 -lêntico) (mg/ L P)Fósforo total (ambienteintermediário, comtempo de residênciaentre 2 e 40 dias, e 0,025 0,050 0,075 -tributários diretos deambiente lêntico)(mg/ L P)
  30. 30. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS DOCES CLASSE DO RI O 1 2 3 4 Resolução CONAMA n° 357/ 05 Ar t igo 14 Ar t igo 15 Ar t igo 16 Art igo 17 ( Condições/ Padr ões) Fósforo total (ambiente lótico e tributários de 0,1 0,1 0,15 - ambientes intermediá- rios) (mg/ L P) Lítio total (mg/ L Li) 2,5 2,5 2,5 - Manganês total 0,1 0,1 0,5 - (mg/ L Mn) Mercúrio total 0,0002 0,0002 0,002 - (mg/ L Hg) Níquel total (mg/ L Ni) 0,025 0,025 0,025 - Nitrato (mg/ L N) 10,0 10,0 10,0 - Nitrito (mg/ L N) 1,0 1,0 1,0 -
  31. 31. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS DOCES CLASSE DO RI O 1 2 3 4Resolução CONAMAn° 357/ 05 Art igo 14 Art igo 15 Ar t igo 16 Ar t igo 17( Condições/ Padrões) 3,7 p/ 3,7 p/ 13,3 p/ pH ≤ 7,5 pH ≤ 7,5 pH ≤ 7,5 2,0 p/ 2,0 p/ 5,6 p/Nitrogênio amoniacal 7,5 < pH≤ 7,5 < pH≤ 7,5 < pH≤ 8,0 8,0 8,0 -total (mg/ L N) 1,0 p/ 1,0 p/ 2,2 p/ 8,0< pH ≤ 8,0< pH ≤ 8,0< pH ≤ 8,5 8,5 8,5 0,5 p/ 0,5 p/ 1,0 p/ pH ≥ 8,5 pH ≥ 8,5 pH ≥ 8,5Prata total (mg/ L Ag) 0,01 0,01 0,05 -Selênio total (mg/ L Se) 0,01 0,01 0,05 -Sulfato total (mg/ L SO4) 250,0 250,0 250,0 -
  32. 32. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS DOCES CLASSE DO RI O 1 2 3 4Resolução CONAMAn° 357/ 05 Art igo 14 Ar t igo 15 Art igo 16 Ar t igo 17( Condições/ Padrões)Sulfeto (H2S não 0,002 0,002 0,3 -dissociado) (mg/ L S)Urânio total (mg/ L U) 0,02 0,02 0,02 -Vanádio total (mg/ L V) 0,1 0,1 0,1 -Zinco total (mg/ L Zn) 0,18 0,18 5,0 -Padrões / Parâm et r os Or gânicosAcrilamida ( µ g/ L) 0,5 0,5 - -Alacloro ( µ g/ L) 20,0 20,0 - -Aldrin + Dieldrin ( µ g/ L) 0,005 0,005 0,03 -
  33. 33. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS DOCES CLASSE DO RI O 1 2 3 4Resolução CONAMAn° 357/ 05 Art igo 14 Ar t igo 15 Art igo 16 Ar t igo 17( Condições/ Padrões)Atrazina ( µ g/ L) 2,0 2,0 2,0 -Benzeno (mg/ L) 0,005 0,005 0,005 - 0,001 0,001Benzidina ( µ g/ L) - - 0,0002 (1) 0,0002 (1)Benzo(a)antraceno 0,05 0,05 - -(µg/ L) 0,018 (1) 0,018 (1) 0,05 0,05Benzo(a)pireno ( µ g/ L) 0,7 - 0,018 (1) 0,018 (1)Benzo(b)fluoranteno 0,05 0,05 - -(µg/ L) 0,018 (1) 0,018 (1)Benzo(k)fluoranteno 0,05 0,05 - -(µg/ L) 0,018 (1) 0,018 (1)
  34. 34. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS DOCES CLASSE DO RI O 1 2 3 4Resolução CONAMAn° 357/ 05 Art igo 14 Art igo 15 Art igo 16 Ar t igo 17( Condições/ Padrões)Carbaril ( µg/ L) 0,02 0,02 70,0 -Clordano (cis + trans) 0,04 0,04 0,3 -(µ g/ L)2-Clorofenol ( µ g/ L) 0,1 0,1 - - 0,05 0,05Criseno ( µg/ L) - - 0,018 (1) 0,018 (1)2,4-D ( µg/ L) 4,0 4,0 30,0 -Demeton (demeton-O + 0,1 0,1 14,0 -demeton-S) ( µ g/ L)Dibenzo(a,h)antraceno 0,05 0,05 - -(µ g/ L) 0,018 (1) 0,018 (1)3,3 Diclorobenzidina 0,028 (1) 0,028 (1) - -(µ g/ L)
  35. 35. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS DOCES CLASSE DO RI O 1 2 3 4Resolução CONAMAn° 357/ 05 Art igo 14 Art igo 15 Ar t igo 16 Ar t igo 17( Condições/ Padrões)1,2-Dicloroetano (mg/L) 0,01 0,01 0,01 -1,1-Dicloroeteno (mg/ L) 0,003 0,003 30,0( µ g/ L) -2,4-Diclorofenol ( µ g/ L) 0,3 0,3 - -Diclorometano (mg/ L) 0,02 0,02 - -DDT (p,p’-DDT+ p,p’- 0,002 0,002 - -DDE+ p,p’-DDD) ( µL) g/Dodecacloro 0,001 0,001 0,001 -pentaciclodecano ( µL) g/Endossulfan 0,056 0,056 0,22 -( α + sulfato) ( µ +β g/ L)Endrin ( µg/ L) 0,004 0,004 0,2 -Estireno (mg/ L) 0,02 0,02 - -Etilbenzeno ( µ g/ L) 90,0 90,0 - -
  36. 36. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS DOCES CLASSE DO RI O 1 2 3 4Resolução CONAMAn° 357/ 05 Art igo 14 Art igo 15 Ar t igo 16 Art igo 17( Condições/ Padrões)Fenóis totais (substân-cias que reagem com 4- 0,003 0,003 0,01 -aminoantipirina)(mg/ L C6H5OH)Glifosato ( µL) g/ 65,0 65,0 280,0 -Gution ( µL) g/ 0,005 0,005 0,005 -Heptacloro epóxido + 0,01 0,01 0,03 -heptacloro ( µL) g/ 0,000039(1) 0,000039(1)Hexaclorobenzeno 0,0065 0,0065 - -( µL) g/Endeno (1,2,3-cd) 0,05 0,05 - -pireno ( µL) g/ 0,018 (1) 0,018 (1)Lindano ( γ -HCH) ( µ g/ L) 0,02 0,02 2,0 -
  37. 37. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS DOCES CLASSE DO RI O 1 2 3 4Resolução CONAMAn° 357/ 05 Art igo 14 Ar t igo 15 Art igo 16 Ar t igo 17( Condições/ Padrões)Malation ( µ g/ L) 0,1 0,1 100,0 -Metolacloro ( µg/ L) 10,0 10,0 - -Metoxicloro ( µg/ L) 0,03 0,03 20,0 -Paration ( µ g/ L) 0,04 0,04 35,0 -PCBs-Bifenilas 0,001 0,001 0,001 -policloradas ( µ g/ L) 0,000064(1) 0,000064(1)Pentaclorofenol (mg/ L) 0,009 0,009 0,009 - 3,0 ( g/ L)(1) 3,0 ( g/ L)(1) µ µSimazina ( µg/ L) 2,0 2,0 - -Substâncias tensoativasque reagem com o azul 0,5 0,5 0,5 -de metileno (mg/ L LAS)2,4,5-T ( µ g/ L) 2,0 2,0 2,0 -
  38. 38. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS DOCES CLASSE DO RI O 1 2 3 4Resolução CONAMAn° 357/ 05 Art igo 14 Art igo 15 Ar t igo 16 Ar t igo 17( Condições/ Padrões)Tetracloreto de carbono 0,002 0,002 0,003 -(mg/ L) 1,6 ( µL)(1) 1,6 ( µ g/ g/L)(1) 0,01 0,01Tetracloreteno (mg/ L) µ µ 0,01 - 3,3 ( g/ L)(1) 3,3 ( g/L)(1)Tolueno ( µL) g/ 2,0 2,0 - - 0,01 0,01Toxafeno ( µL) g/ 0,21 - 0,00028(1) 0,00028(1)2,4,5-TP ( µg/ L) 10,0 10,0 10,0 -Tributilestanho 0,063 0,063 2,0 -( µL TBT) g/Triclorobenzeno (1,2,3- 0,02 0,02 - -TCB+ 1,2,4-TCB) (mg/ L)Tricloroeteno (mg/ L) 0,03 0,03 0,03 -
  39. 39. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS DOCES CLASSE DO RI O 1 2 3 4Resolução CONAMAn° 357/ 05 Ar t igo 14 Art igo 15 Art igo 16 Ar t igo 17( Condições/ Padrões) 0,01 0,012,4,6-Triclofenol (mg/ L) µ µ 0,01 - 2,4( g/ L)(1) 2,4( g/ L)(1)Trifluralina ( µL) g/ 0,2 0,2 - -Xileno ( µL) g/ 300,0 300,0 - -(1) Padrões para corpos d’água onde haja pesca ou cultivo de organismos para fins de consumo intensivo.OBSERVAÇÃO: Para as águas doces de Classe 4 (Artigo 17) às substâncias facilmente sedimentadas que contribuam para o assoreamento de canais de navegação deverão estar virtualmente ausentes..
  40. 40. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALINAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 18 Ar t igo 19 Ar t igo 20( Condições/ Padrões)CondiçõesToxicidade crônica aos Não - -organismos aquáticos detectadoToxicidade aguda aos Não - -organismos aquáticos detectado Virtualmente Virtualmente VirtualmenteMateriais flutuantes ausentes ausentes ausentes Virtualmente Virtualmente Toleram-seÓleos e graxas ausentes ausentes iridescênciasSubstâncias que produzem Virtualmente Virtualmente Virtualmenteodor e turbidez ausentes ausentes ausentes Virtualmente Virtualmente VirtualmenteCorantes (fontes antrópicas) ausentes ausentes ausentes Virtualmente Virtualmente VirtualmenteResíduos sólidos objetáveis ausentes ausentes ausentes
  41. 41. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALINAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 18 Art igo 19 Ar t igo 20( Condições/ Padrões) Conama 274/ 00 (recreação) 43/ 100 mL (cultivo de moluscos 2500/ 100 mL 4000/ 100 mL bivalvos) 88/ 100mLColiformes termotolerantes (percentil 90% não deverá ser ultrapassado) 1000/ 100 mL E.coli – valor E.coli – valor (demais usos) a critério do a critério do E.coli – valor a órgão órgão critério do ór- ambiental) ambiental) gão ambiental)
  42. 42. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALINAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 18 Art igo 19 Ar t igo 20( Condições/ Padrões)Carbono orgânico total ≤ 3,0 ≤ 5,0 ≤ 10,0(mg/ L C)Oxigênio dissolvido (mg/ L O2) ≥ 6,0 ≥ 5,0 ≥ 4,0pH 6,5 a 8,5 * 6,5 a 8,5 * 6,5 a 8,5 *Padr ões / Parâm et r os inor gânicosAlumínio dissolvido (mg/ L Al) 1,5 1,5 - 0,01Arsênio total (mg/ L As) 0,14 ( µ g/ L)(1) 0,069 -Bário total (mg/ L Ba) 1,0 1,0 -Berílio total ( µ Be) g/ L 5,3 5,3 -Boro total (mg/ L B) 5,0 5,0 -Cádmio total (mg/ L Cd) 0,005 0,04 -
  43. 43. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALINAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 18 Art igo 19 Art igo 20( Condições/ Padr ões)Chumbo total (mg/ L Pb) 0,01 0,21 -Cianeto livre (mg/ L CN) 0,001 0,001 -Cloro residual total(combinado mais livre) 0,01 19,0 µ g/ L -(mg/ L Cl)Cobre dissolvido (mg/ L Cu) 0,005 7,8 µ g/ L -Crômio total (mg/ L Cr) 0,05 1,1 -Ferro dissolvido (mg/ L Fe) 0,3 0,3 -Fluoreto total (mg/ L F) 1,4 1,4 -Fósforo total (mg/ L P) 0,062 0,093 -Manganês total (mg/ L Mn) 0,1 0,1 -
  44. 44. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALINAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 18 Art igo 19 Ar t igo 20( Condições/ Padrões)Mercúrio total (mg/ L Hg) 0,0002 1,8 µ g/ L -Níquel total (mg/ L Ni) 0,025 74,0 µ g/ L -Nitrato (mg/ L N) 0,40 0,70 -Nitrito (mg/ L N) 0,07 0,20 -Nitrogênio amoniacal total 0,40 0,70 -(mg/ L N)Polifosfatos (determinadopela diferença entre fósforo 0,031 0,0465 -ácido hidrolizável total efósforo reativo total) (mg/L P)Prata total (mg/ L Ag) 0,005 0,005 -Selênio total (mg/ L Se) 0,01 0,29 -
  45. 45. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALINAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 18 Art igo 19 Ar t igo 20( Condições/ Padrões)Sulfetos (H2S não dissociado) 0,002 0,002 -(mg/ L S)Tálio total (mg/ L Tl) 0,1 0,1 -Urânio total (mg/ L U) 0,5 0,5 -Zinco total (mg/ L Zn) 0,09 0,12 -Padrões / Parâm et ros orgânicosAldrin + Dieldrin ( µ g/ L) 0,0019 0,03 - 700 700Benzeno ( µ g/ L) 51 ( 1) 51 ( 1) -Benzidina ( µ g/ L) 0,0002 ( 1) 0,0002 ( 1) -Benzo(a)antraceno ( µ g/ L) 0,018 ( 1) 0,018 ( 1) -Benzo(a)pireno ( µ g/ L) 0,018 ( 1) 0,018 ( 1) -
  46. 46. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALINAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 18 Art igo 19 Ar t igo 20( Condições/ Padrões)Benzo(b)fluoranteno ( µ g/ L) 0,018 ( 1) 0,018 ( 1) -Benzo(k)fluoranteno ( µ g/ L) 0,018 ( 1) 0,018 ( 1) -Carbaril ( µ g/ L) 0,32 0,32 -Clordano (cis + trans) ( µ g/ L) 0,004 0,09 -Criseno ( µ g/ L) 0,018 ( 1) 0,018 ( 1) -2-clorofenol ( µ g/ L) 150,0 ( 1) 150,0 ( 1) -2,4 D ( µg/ L) 30,0 30,0 -2,4 diclorofenol ( µ g/ L) 290,0 ( 1) 290,0 ( 1) -1,2-dicloroetano ( µg/ L) 37,0 ( 1) 37,0 ( 1) -1,1-dicloroeteno ( µ g/ L) 3,0 ( 1) 3,0 ( 1) -3,3-diclorobenzidina ( µg/ L) 0,028 ( 1) 0,028 ( 1) -
  47. 47. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALINAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 18 Art igo 19 Ar t igo 20( Condições/ Padrões)Dibenzo(a,h)antraceno ( µ 0,018 ( 1) g/ L) 0,018 ( 1) -DDT (p,p’-DDT+ p,p’-DDE+ 0,001 0,13 -p,p’-DDD) ( µg/ L)Demeton (demeton-O + 0,1 0,1 -demeton-S) ( µ g/ L)Dodecacloro 0,001 0,001 -pentaciclodecano ( µ g/ L)Endossulfan ( α sulfato) +β + 0,01 0,01 -(µ g/ L)Endrin ( µ g/ L) 0,004 0,037 -Etilbenzeno ( µg/ L) 25,0 25,0 -
  48. 48. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALINAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 18 Art igo 19 Ar t igo 20( Condições/ Padrões)Fenóis totais (substâncias quereagem com 4-aminoantipirina) 60,0 60,0 -( µ C6H5OH)) g/LGution ( µ g/ L) 0,01 0,01 -Heptacloro epóxido + 0,001 0,053 -heptacloro ( µg/ L) 0,000039( 1)Hexaclorobenzeno ( µg/ L) 0,00029 ( 1) 0,00029 ( 1) -Indeno (1,2,3-cd) pireno( µ g/ L) 0,018 ( 1) 0,018 ( 1) -Lindano ( γ-HCH) ( µ g/ L) 0,004 0,16 -Malation ( µg/ L) 0,1 0,1 -Metóxicloro ( µ g/ L) 0,03 0,03 -Monoclorobenzeno ( µ g/ L) 25,0 25,0 -
  49. 49. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALINAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 18 Art igo 19 Art igo 20( Condições/ Padr ões) 7,9Pentaclorofenol ( µ g/ L) 13,0 - 3,0 ( 1)PCBs-Bifenilas Policlororadas 0,03 0,03 -(µg/ L) 0,000064( 1) 0,000064( 1)Substâncias tensoativas quereagem com azul de metileno 0,3 0,3 -(mg/ L LAS)2,4,5-T ( µg/ L) 10,0 10,0 -Tolueno ( µ g/ L) 215,0 215,0 -Toxafeno ( µ g/ L) 0,0002 0,210 -2,4,5-TP ( µg/ L) 10,0 10,0 -Tributil estanho ( µ TBT) g/ L 0,01 0,37 -
  50. 50. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALINAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 18 Art igo 19 Ar t igo 20( Condições/ Padrões)Triclorobenzeno (1,2,3-TCB + 80,0 80,0 -1,2,4-TCB) ( µ g/ L)Tricloroeteno ( µ g/ L) 30,0 30,0 -Tetracloroeteno ( µ g/ L) 3,3 ( 1) 3,3 ( 1) -2,4,6-triclorofenol ( µ g/ L) 2,4 ( 1) 2,4 ( 1) -* Não devendo haver uma mudança do pH natural maior do que 0,2 unidade.(1) Padrões para corpos d’água onde haja pesca ou cultivo de organismos para fins de consumo intensivo.
  51. 51. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALOBRAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 21 Art igo 22 Ar t igo 23( Condições/ Padrões)CondiçõesToxicidade crônica aos Não - -organismos aquáticos detectadoToxicidade aguda aos Não - -organismos aquáticos detectado Virtualmente Virtualmente VirtualmenteMateriais flutuantes ausentes ausentes ausentes Virtualmente Virtualmente Toleram-seÓleos e graxas ausentes ausentes iridescênciasSubstâncias que produzem Virtualmente Virtualmente Virtualmentecor, odor e turbidez ausentes ausentes ausentes Virtualmente VirtualmenteResíduos sólidos objetáveis ausentes ausentes -
  52. 52. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALOBRAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 21 Art igo 22 Art igo 23( Condições/ Padrões) Conama 274/ 00 (recreação) 43/ 100 mL (cultivo de moluscos 2500/ 100 mL 4000/ 100 mL bivalvos) 88/ 100mL (percentil 90%Coliformes termotolerantes não deverá ser ultrapassado) 200/ 100 mL (irrigação) E.coli – valor E.coli – valor 1000/ 100 mL a critério do a critério do (demais usos) órgão órgão E.coli – valor a ambiental) ambiental) critério do ór- gão ambiental)
  53. 53. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALOBRAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 21 Art igo 22 Ar t igo 23( Condições/ Padrões)Carbono orgânico total ≤ 3,0 ≤ 5,0 ≤ 10,0(mg/ L C)Oxigênio dissolvido (mg/ L O2) ≥ 5,0 ≥ 4,0 ≥ 3,0pH 6,5 a 8,5 6,5 a 8,5 5,0 a 9,0Substâncias facilmentesedimentáveis que Virtualmentecontribuam para o - - ausentesassoreamento dos canais denavegação
  54. 54. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALOBRAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 21 Art igo 22 Art igo 23( Condições/ Padrões)Padrões / Parâm et r os inorgânicosAlumínio dissolvido (mg/ L Al) 0,1 0,1 - 0,01 0,069Arsênio total (mg/ L As) 0,14 µ 1) g/ L( 0,14 µ 1) g/L( -Berílio total ( µ Be) g/ L 5,3 5,3 -Boro total (mg/ L B) 0,5 0,5 -Cádmio total (mg/ L Cd) 0,005 0,04 -
  55. 55. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALOBRAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 21 Art igo 22 Ar t igo 23( Condições/ Padrões)Chumbo total (mg/ L Pb) 0,01 0,210 -Cianeto livre (mg/ L CN) 0,001 0,001 -Cloro residual total(combinado mais livre) 0,01 19,0 µ g/ L -(mg/ L Cl)Cobre dissolvido (mg/ L Cu) 0,005 7,8 µ g/ L -Crômio total (mg/ L Cr) 0,05 1,1 -Ferro dissolvido (mg/ L Fe) 0,3 0,3 -Fluoreto total (mg/ L F) 1,4 1,4 -Fósforo total (mg/ L P) 0,124 0,186 -Manganês total (mg/ L Mn) 0,1 0,1 -
  56. 56. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALOBRAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 21 Art igo 22 Ar t igo 23( Condições/ Padrões)Mercúrio total (mg/ L Hg) 0,0002 1,8 µ g/ L -Níquel total (mg/ L Ni) 0,025 74,0 µ g/ L -Nitrato (mg/ L N) 0,40 0,70 -Nitrito (mg/ L N) 0,07 0,20 -Nitrogênio amoniacal total 0,40 0,70 -(mg/ L N)Polifosfatos (determinadopela diferença entre fósforo 0,062 0,093 -ácido hidrolizável total efósforo reativo total) (mg/L P)Prata total (mg/ L Ag) 0,005 0,005 -Selênio total (mg/ L Se) 0,01 0,29 -
  57. 57. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALOBRAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 21 Art igo 22 Ar t igo 23( Condições/ Padrões)Sulfetos (H2S não dissociado) 0,002 0,002 -(mg/ L S)Zinco total (mg/ L Zn) 0,09 0,12 -Padrões / Parâm et ros orgânicosAldrin + Dieldrin ( µ g/ L) 0,0019 0,03 - 700 700Benzeno ( µ g/ L) 51 ( 1) 51 ( 1) -Benzidina ( µ g/ L) 0,0002 ( 1) 0,0002 ( 1) -Benzo(a)antraceno ( µ g/ L) 0,018 ( 1) 0,018 ( 1) -Benzo(a)pireno ( µ g/ L) 0,018 ( 1) 0,018 ( 1) -
  58. 58. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALOBRAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 21 Art igo 22 Ar t igo 23( Condições/ Padrões)Benzo(b)fluoranteno ( µ g/ L) 0,018 ( 1) 0,018 ( 1) -Benzo(k)fluoranteno ( µ g/ L) 0,018 ( 1) 0,018 ( 1) -Carbaril ( µ g/ L) 0,32 0,32 -Clordano (cis + trans) ( µ g/ L) 0,004 0,009 -Criseno ( µ g/ L) 0,018 ( 1) 0,018 ( 1) -2-clorofenol ( µ g/ L) 150,0 ( 1) 150,0 ( 1) -2,4 D ( µg/ L) 10,0 10,0 -2,4 diclorofenol ( µ g/ L) 290,0 ( 1) 290,0 ( 1) -1,2-dicloroetano ( µg/ L) 37,0 ( 1) 37,0 ( 1) -1,1-dicloroeteno ( µ g/ L) 3,0 ( 1) 3,0 ( 1) -3,3-diclorobenzidina ( µg/ L) 0,028 ( 1) 0,028 ( 1) -
  59. 59. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALOBRAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 21 Art igo 22 Ar t igo 23( Condições/ Padrões)Fenóis totais (substâncias quereagem com 4-aminoantipirina) 0,003 0,003 -(mg/ L C6H5OH))Gution ( µg/ L) 0,01 0,01 -Heptacloro epóxido + 0,001 0,053 -heptacloro ( µ g/ L) 0,000039( 1) 0,000039( 1)Hexaclorobenzeno ( µ g/L) 0,00029 ( 1) 0,00029 ( 1) -Indeno (1,2,3-cd) pireno( µg/ L) 0,018 ( 1) 0,018 ( 1) -Lindano ( γ-HCH) ( µ g/ L) 0,004 0,160 -Malation ( µg/ L) 0,1 0,1 -Metóxicloro ( µ g/ L) 0,03 0,03 -Monoclorobenzeno ( µ g/ L) 25,0 25,0 -
  60. 60. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALOBRAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 21 Art igo 22 Ar t igo 23( Condições/ Padrões)Paration ( µ g/ L) 0,04 0,04 - 7,9 13,0Pentaclorofenol ( µ g/L) - 3,0 ( 1) 3,0 ( 1)PCBs-Bifenilas Policlororadas 0,03 0,03 -(µg/ L) 0,000064( 1) 0,000064( 1)Substâncias tensoativas quereagem com azul de metileno 0,2 0,2 -(mg/ L LAS)2,4,5-T ( µg/ L) 10,0 10,0 -Tolueno ( µ g/ L) 215,0 215,0 -Toxafeno ( µ g/ L) 0,0002 0,210 -2,4,5-TP ( µg/ L) 10,0 10,0 -
  61. 61. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALOBRAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 21 Art igo 22 Ar t igo 23( Condições/ Padrões)Dibenzo(a,h)antraceno ( µ 0,018 ( 1) g/ L) 0,018 ( 1) -DDT (p,p’-DDT+ p,p’-DDE+ 0,001 0,001 -p,p’-DDD) ( µg/ L)Demeton (demeton-O + 0,1 0,1 -demeton-S) ( µ g/ L)Dodecacloro 0,001 0,001 -pentaciclodecano ( µ g/ L)Endossulfan ( α sulfato) +β + 0,01 0,01 -(µ g/ L)Endrin ( µ g/ L) 0,004 0,004 -Etilbenzeno ( µg/ L) 25,0 25,0 -
  62. 62. SÚMULA DOS PADRÕES DE QUALIDADE (Legislação Federal) ÁGUAS SALOBRAS CLASSE DO RI O 1 2 3Resolução CONAMA n°357/ 05 Art igo 21 Art igo 22 Ar t igo 23( Condições/ Padrões)Tributil estanho ( µ g/ L TBT) 0,010 0,037 -Triclorobenzeno (1,2,3-TCB + 80,0 80,0 -1,2,4-TCB) ( µ g/ L)Tricloroeteno ( µ g/ L) 30,0 ( 1) 30,0 ( 1) -Tetracloroeteno ( µ g/ L) 3,3 ( 1) 3,3 ( 1) -2,4,6-triclorofenol ( µ g/ L) 2,4 ( 1) 2,4 ( 1) -(1) Padrões para corpos d’água onde haja pesca ou cultivo de organismos para fins de consumo intensivo.
  63. 63. CORPO HÍDRICO RECEPTOR (ÁGUA DOCE, SALINA OU SALOBRA)Indústria Indústria Indústria STAR STAR STAR PE (Artigo 18 Legislação Estadual Artigo 34 Legislação Federal PE (Artigo 19A Legislação PE (Artigo 18 Legislação e Artigo 19A inciso 3° Estadual) Estadual e 34 Legislação (proteção à rede) e PQ Federal) RPC RPC ETE PE (Artigo 18 Legislação Estadual Artigo 34 Legislação Federal) PQ PQ PQ CORPO RECEPTOR

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