Programa de Ciências Integradas 3º e 4º anos - Experimentação

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Programa de Ciências Integradas 3º e 4º anos - Experimentação em Cabo Verde - APC

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Programa de Ciências Integradas 3º e 4º anos - Experimentação

  1. 1. Direcção Geral do Ensino Básico e Secundário Programa de Ciências Integradas 3º e 4º anos Ensino Básico (versão para experimentação) Conceptores: Filomena Maria Oliveira Andrade Maria Alice Silva Praia, 2011
  2. 2. 2 Índice Introdução ..............................................................................................................................................3 1. Natureza e papel da disciplina no currículo do ensino básico..................................................................................... 3 1.1. Fundamentos e objecto ...................................................................................................................................... 3 1.2. Evolução da Disciplina...................................................................................................................................... 3 2. Finalidades .................................................................................................................................................................. 4 1. Orientações pedagógico – didácticas .......................................................................................................................... 5 2. Orientações para a Integração dos temas transversais................................................................................................. 5 3. Avaliação .................................................................................................................................................................... 6 4. Competência Terminal de Integração (CTI) Competência intermédia de Integração (CII) e as competências de base (CB)....................................................................................................................8 4.1. Quadro síntese ........................................................................................................................................................ 8 5. Quadro de recursos associado às competências de base – 3º ano (quadro de organização e sequenciação dos conteúdos)...............................................................................................................10 5.1. Competência de base 1 ......................................................................................................................................... 10 5.2. Competência de base 2 ......................................................................................................................................... 15 5.3. Competência de base 3 ......................................................................................................................................... 20 6. Quadro de recurso associadas as competências de base - 4º Ano (quadro de organização e sequenciação dos conteúdos)...............................................................................................................28 6.1. Competência de base 1 ......................................................................................................................................... 28 6.2. Competência de base 2 ......................................................................................................................................... 34 6.3. Competência de base 3 ......................................................................................................................................... 42 Bibliografia ..........................................................................................................................................52
  3. 3. 3 Introdução 1. Natureza e papel da disciplina no currículo do ensino básico 1.1. Fundamentos e objecto As Ciências Integradas são no currículo do ensino básico uma área do conhecimento que integra dois grandes domínios com especificidades epistemológicas:  Ciências Humanas e Sociais  Ciências da Natureza As Ciências Humanas Sociais têm como objecto de estudo o homem cabo-verdiano e a mulher cabo- verdiana no seu contexto sócio-cultural, nas suas relações interpessoais e com o meio. As Ciências da Natureza têm como objecto de estudo os seres humanos, enquanto ser vivo e a sua relação com outros seres vivos e o meio natural, integrando os seus aspectos biológicos, físicos e químicos. Assim, o programa de Ciências Integradas deverá, privilegiadamente, dotar o (a) aluno (a) de utensílios e de procedimentos susceptíveis de ajudar na compreensão do contexto em que vivem, pelo que os conhecimentos e as habilidades, (saber e saber fazer) serão considerados não mais como um objecto a transmitir e a assimilar, mas como um recurso individual ao qual deverão ser capazes de se servir no seu dia – a – dia para resolver os problemas resultantes da sua relação com o meio ambiente. 1.2. Evolução da Disciplina As Ciências Integradas integram uma área curricular do ensino básico cuja entrada em vigor se data da década de 1990, no âmbito da Reforma do Sistema Educativo de então. Herdeira do currículo tradicional do ensino primário que integrava de forma disciplinar e compartimentada as disciplinas de Ciências da Natureza, História e Geografia, as Ciências Integradas constituem no currículo reformado, simultaneamente, uma inovação pedagógica e um desafio didáctico sem precedentes. Sendo o Ser Humano um individuo natural, social e cultural, o seu estudo e compreensão deverá ser integrado, pelo que a proposta curricular vinculada às Ciências Integradas deveria cumprir este lógico propósito. Contudo, se em termos teóricos ou de intenção pedagógica, Ciências Integradas tem conseguido atingir os objectivos da sua instituição, em termos da prática pedagógica a sua
  4. 4. 4 abordagem tem sido disciplinar, os conteúdos estanques e com enfoque fundamental na transmissão de conhecimentos. A pedagogia por objectivos não tem favorecido a integração dos saberes da área curricular das Ciências Integradas e nem sempre tem permitido que os alunos e as alunas que concluem o ensino básico possam recorrer dos saberes adquiridos nesta área curricular para resolver os seus problemas do dia-a-dia, na sua relação com o meio ambiente. A presente revisão curricular, ao adoptar a Abordagem Por Competências (APC), sem entrar em ruptura com o desenvolvimento cognitivo da criança neste ciclo de ensino, propõe uma pedagogia que promove a integração de saberes, habilidades e atitudes construídas nas diferentes actividades de ensino aprendizagem da disciplina, visando dotar as crianças de competências de base para resolução dos problemas do seu quotidiano. Assim, as Ciências Integradas afiguram-se como uma área curricular do ensino básico que capacita os alunos e as alunas de competências de base para a compreensão e relação harmoniosa com o meio social, cultural e ambiental. 2. Finalidades As Ciências Integradas pretendem ser uma área curricular transdisciplinar que permita aos alunos e alunas: 1- A construção de uma visão global e coerente do ser humano na sua relação com a natureza. 2- Obter os suportes técnicos necessários para a compreensão da realidade através do exercício contínuo da reflexão – acção - reflexão. 3- Desenvolver uma atitude investigativa e o desenvolvimento do raciocínio lógico, criativo, crítico e ético na construção dos saberes sobre o contexto da sua vivência. 4- Agir para resolver os problemas do dia-a-dia. 5- Construir um referencial de intervenção baseado no exercício de uma cidadania democrática, fomentadora do pensamento crítico, capaz de compreender o significado das instituições, as atitudes e os modelos sociais actuais. 6- Intervir, comprometidamente numa discussão reflectida sobre os assuntos ambientais, sociais, culturais e políticos da sua vivência quotidiana. 7- Aprender a viver com a diversidade e adquirir competências de produção do bem comum, ou seja, agir local pensando global. Ter presente que esta finalidade é a grande utopia das Ciências Integradas, deverá ser um projecto gradual no decurso ensino básico, que se prolongará ao longo do aluno e da aluna.
  5. 5. 5 1. Orientações pedagógico – didácticas A natureza dos objectos de estudos da área curricular das Ciências Integradas, as finalidades curriculares que a sustenta e a opção pela pedagogia de integração, com enfoque na abordagem por competências, deverão provocar metodologias activas diversificadas que propiciem aos estudantes do ensino básico, situações de experiências com meio físico, social e cultural do seu contexto relacional, de práticas laboratoriais e de utilização de uma variedade de fontes de informação para que, de forma reflectida, possam construir as suas próprias conclusões e fundamentá-las individualmente e em grupo. Práticas de investigação com recurso à análise documental, à observação do meio e práticas experimentais devem ser observadas ao longo do desenvolvimento dos programas do ensino básico. A abordagem dos conteúdos deve partir da realidade vivencial do aluno e da aluna para situações que favoreçam a compreensão dos fenómenos sociais e naturais globais. Assim, o desenvolvimento do programa far-se-á em espiral, considerando os saberes de uma fase como pré-requisitos para a construção dos saberes das fases sequentes. Privilegiar-se-ão metodologias activas diversificadas em que o aluno e a aluna (em grupo e individual) têm um papel activo na construção dos saberes, tendo o (a) professor (a), nesse processo de aquisições, um papel e uma atitude de facilitador (a) das aprendizagens. O programa, o guia do (a) professor (a) e o manual do (a) estudante deverão ser suportes didácticos imprescindíveis no desenvolvimento da área curricular, sem prejuízo a outros recursos disponíveis no meio escolar que possam servir para ampliar as visões do aluno e da aluna e consolidar a interdisciplinaridade, enquanto princípio estruturante da pedagogia de integração. 2. Orientações para a Integração dos temas transversais Os temas transversais, Direitos Humanos, Educação Ambiental, Protecção Civil, Educação para a Saúde e Educação para a Cidadania, serão integrados no programa e nas abordagens pedagógicas da disciplina a partir do desenvolvimento de habilidades (saber fazer) e do desenvolvimento de valores, atitudes e comportamentos (saber ser e estar) relacionados com as grandes temáticas e conteúdos (saberes) dos programas das Ciências Integradas.
  6. 6. 6 Com efeito, a pedagogia por competência implica que o (a) docente engendre na sala de aula situações complexas sobre todos os temas e conteúdos da disciplina das Ciências Integradas cuja resolução exige que o aluno e a aluna mobilizem, não só os conhecimentos/conceitos teóricos, mas também, as habilidades, as técnicas, os valores, as atitudes e os comportamentos. Assim, para a integração dos temas transversais, sem prejuízos à criatividade do (a) docente, bem como o contexto de trabalho, sugere-se as seguintes actividades:  Incentivar atitudes de observação sistemática e problematização de situações em cenários reais, exteriores à escola.  Encorajar a formulação de hipóteses e a definição de caminhos possíveis para a procura de respostas para os problemas identificados na relação com o meio.  Proporcionar condições favoráveis para manipulação de objectos, classificação, comparação, observação, medição, registo, análise, descrição e estabelecimento de relações. Estimular a confrontação das ideias tácitas com as novas aprendizagens e a reformulação crítica dos conceitos procedimentos e atitudes. 3. Avaliação A avaliação dos saberes, das atitudes, valores e comportamentos adquiridos nas Ciências Integradas ao longo da primeira fase do ensino básico não considera exclusivamente saberes de natureza teórica. Inclui, também, a observação do modo de pensar, de agir, os hábitos e as práticas do aluno e da aluna, acompanhando as modificações que as aprendizagens vão provocando no seu dia-a-dia. Assim, recomenda-se:  Propor uma tarefa complexa e ver se os alunos e as alunas conseguem identificar-se com ela, apropriar-se dela e realizá-la mobilizando os conhecimentos, as habilidades, as atitudes e os valores adquiridos sobre o assunto;  Integrar a avaliação no quotidiano das aulas (avaliação contínua e das aquisições intermédias);  Observar o aluno e a aluna nas tarefas didácticas e exercer um juízo sobre as competências que estão a desenvolver. As observações deverão ser documentadas e as competências demonstradas devem ser anotadas metodicamente. O registo do progresso individual do aluno e da aluna é importante neste processo, pois é fundamental fazer um cuidado balanço contínuo das competências construídas ou adquiridas, através de ferramentas apropriadas e pré-construídas. Neste caso, recomenda-se o cuidado de não se pretender uniformizar os
  7. 7. 7 procedimentos, nem de avaliar todos os alunos e as alunas ao mesmo tempo, dando sempre oportunidades aos que apresentam Necessidades Educativas Especiais (NEE). Nesta modalidade de avaliação privilegiam-se os documentos pessoais produzidos ao longo de todo o processo, tais como o caderno diário do aluno e da aluna, o dossier individual dos trabalhos práticos realizados, as grelhas de registos individuais feitos pelo (a) professor (a). É importante ter em atenção o tempo do (a) estudante, a sua forma de aprender e de demonstrar as suas competências (as especificidades individuais). Assim, recomenda-se que as anotações sobre a progressão do (a) estudante não consistam, necessariamente, na elaboração de listas e itens a preencher, mas que seja uma grelha de leitura do (a) observado (a), construída com base nos modelos teóricos de aprendizagem, de acordo com os pressupostos, quer da didáctica das Ciências Integradas, quer dos conceitos transversais, estatuto do erro, estilo cognitivo, regulação, obstáculos observados e metacognição individual. Numa perspectiva multidisciplinar, é importante o recurso a materiais produzidos no âmbito das outras disciplinas curriculares, nomeadamente das línguas, da educação artística, do desenvolvimento pessoal e social (…) como suporte das avaliações formativas e sumativas.
  8. 8. 8 4. Competência Terminal de Integração (CTI) Competência intermédia de Integração (CII) e as competências de base (CB) 4.1.Quadro síntese CTI – Competência Terminal de Integração No final do 4º ano, o aluno e a aluna deverão ser capazes de, numa situação concreta de contextualização de Cabo Verde no mundo e no espaço, resolver problemas que implicam a relação entre a geografia, a história, a cultura, as potencialidades económicas, os recursos naturais e a interacção com outros povos e culturas, com a identidade cabo-verdiana, o desenvolvimento económico, político e tecnológico, propondo soluções para a melhoria da qualidade de vida, igualdade de oportunidades, a interculturalidade, a sustentabilidade ambiental, a paz e a segurança, através da análise de situações, aplicação do conhecimento e normas de relação interpessoal, visando o bem-estar nacional. COMPETÊNCIA DE BASE 3 O aluno e a aluna deverão ser capazes de, numa situação concreta de relação com o meio ambiente, estabelecer a relação de complementaridade entre os diferentes elementos naturais as características geográficas, climáticas, e geomorfológicas a distribuição a expressão cultural e o modo de vida das populações, através de estudos de casos, análise e propostas de soluções, preservação ambiental, consumo e segurança, visando o bem-estar pessoal e nacional. COMPETÊNCIA DE BASE 2 O aluno e aluna deverão ser capazes de, numa situação concreta de satisfação das necessidades económicas, sociais e culturais, de estabelecer relações entre as actividades económicas, as potencialidades naturais e culturais, as capacidades de geração de empregos, as inovações tecnológicas e o desenvolvimento de Cabo Verde, através de estudos de casos e de situações concretas da vivência do aluno, visando o desenvolvimento de uma atitude critica e responsável na tomadas de decisões, fundamentais para o bem -estar pessoal e nacional. COMPETÊNCIA DE BASE1 O aluno e a aluna deverão ser capazes de, numa situação concreta de compreensão da história e da cultura cabo-verdiana, de relacionar a situação arquipelágica do território, com as migrações internas e externas, com património cultural, com a multiculturalidade, com símbolos nacionais e o modelo de organização politica e administrativa nacional, através de estudos de casos e de análise de textos e imagens, visando o desenvolvimento do sentimento patriótico e de cidadania universal.
  9. 9. 9 - Competência Intermédia de Integração (CII) No final do 3º ano o aluno e a aluna deverão ser capazes de, numa situação concreta de relação social, económica e cultural com os diferentes membros e com as diferentes instituições das comunidades que integram a sua ilha e na relação com o meio ambiente, resolver problemas que visam a satisfação das necessidades básicas, através do reconhecimento das funções das instituições, dos organismos políticos, administrativos e culturais, das potencialidades e recursos económicos, profissionais e naturais, aplicando regras de relações interpessoais, consumo, higiene, segurança e preservação ambiental, visando o bem- estar pessoal e do grupo COMPETÊNCIA de BASE 3 O aluno e aluna deverão ser capazes de, numa situação concreta de relação com o ambiente natural do concelho e ou ilha, relacionar a distribuição demográfica com as condições geográficas, geomorfológicas, hídrica e climática, através da proposta de soluções de produção, consumo e preservação ambiental, segurança, em suporte orais, escritos e de imagens, visando a saúde e o bem-estar pessoal e de grupo. COMPETÊNCIA de BASE 2 O aluno e a aluna deverão ser capazes de, numa situação concreta de relação social e económica entre diferentes membros da localidade, concelho e ilha, relacionar as actividades económicas com as condições naturais e culturais da ilha e propor soluções que visam a satisfação das necessidades básicas pessoais, da família e dos munícipes, a melhoria da qualidade da produção, e prestação de bens e serviços, através da aplicação do conhecimento e das regras de relações interpessoais, de consumo, de higiene, segurança e preservação ambiental, em suportes orais, escritos e de imagens, visando o bem-estar pessoal e do grupo. COMPETÊNCIA de BASE 1 O aluno e a aluna deverão ser capazes de, numa situação concreta de relação social, cultural com membros e as diferentes instituições que prestam serviços à localidade, concelho e ilha, relacionar as funções de cada instituição com as diferentes necessidades básicas pessoais, da família e dos munícipes e propor soluções que visam a melhoria da qualidade da prestação e do consumo destes bens e serviços, através da aplicação do conhecimento e das regras de relações interpessoais, de consumo, de higiene, segurança e preservação ambiental, em suportes orais, escritos e de imagens, visando o bem-estar pessoal e do grupo.
  10. 10. 10 5. Quadro de recursos associado às competências de base – 3º ano (quadro de organização e sequenciação dos conteúdos) Competência Intermédia de Integração No final do 3º ano o aluno e a aluna deverão ser capazes de, numa situação concreta de relação social, económica e cultural com os diferentes membros e com as diferentes instituições das comunidades que integram a sua ilha e na relação com o meio ambiente, resolver problemas que visam a satisfação das necessidades básicas, através do reconhecimento das funções das instituições, dos organismos políticos, administrativos e culturais, das potencialidades e recursos económicos, profissionais e naturais, aplicando regras de relações interpessoais, consumo, higiene, segurança e preservação ambiental, visando o bem-estar pessoal e do grupo 5.1. Competência de base 1 O aluno e a aluna deverão ser capazes de, numa situação concreta de relação social, cultural com membros e as diferentes instituições que prestam serviços à localidade, concelho e ilha, relacionar as funções de cada instituição com as diferentes necessidades básicas pessoais, da família e dos munícipes e propor soluções que visam a melhoria da qualidade da prestação e do consumo destes bens e serviços, através da aplicação do conhecimento e das regras de relações interpessoais, de consumo, de higiene, segurança e preservação ambiental, em suportes orais, escritos e de imagens, visando o bem-estar pessoal e do grupo. Saber Saber Fazer Sugestões de actividades UNIDADE I: RELAÇÕES SOCIAIS 1- Relações sociais 1.1. Conceito de Sociedade 1.2. Estrutura básica  Construir o conceito elementar de Sociedade  Reconhecer-se como membro de uma sociedade  Reconhecer o ser humano como ser social  Identificar as instituições básicas de uma sociedade A professora ou o professor deverá utilizar estratégias diversificadas e recursos do meio do aluno e da aluna, valorizando sempre o lúdico, a observação, o diálogo, o manuseamento e a experiência.
  11. 11. 11 de uma sociedade 1.2.1 Instituições fundamentais que estruturam uma sociedade 1.2.2. Relações de interdependência entre os elementos da sociedade  Relacionar os serviços prestados pelas instituições básicas de uma sociedade com o bem-estar individual e colectivo dos seus membros.  Reconhecer a interdependência entre as instituições sociais. Assim sugere-se: - Realização de actividades lúdicas que envolve comunidade - Visitas a instituições que prestam serviços na comunidade - Diálogo sobre as relações de interdependência entre os membros de uma sociedade - Interpretação de imagens que ilustram a vivência em sociedade. - Exploração de actividades artísticas: Música, plástica e dramática Saber Ser  Valoriza as relações interpessoais como forma de bem - estar pessoal e do grupo.  Demonstra atitudes de respeito no relacionamento com as instituições sociais.
  12. 12. 12 Saber Saber Fazer Sugestões de actividades 2. Relações na sociedade cabo-verdiana 2.1 Organização política e administrativa de Cabo Verde 2.1.1. Concelhos 2.1.2. Órgãos do poder local  Identificar a organização política e administrativa da sociedade cabo- verdiana.  Reconhecer no mapa de Cabo verde a ilha onde reside.  Identificar o concelho onde reside no mapa da sua respectiva ilha.  Descrever a organização administrativa do concelho de residência  Indicar os órgãos do poder local.  Indicar as funções dos órgãos do poder local.  Relacionar as funções dos órgãos do poder local com o bem-estar dos membros concelho/município. Visitas à Câmara municipal ou outras instituições que representam o poder politico na ilha. Saber Ser  Manifesta sentimento de pertença em relação à ilha onde vive.  Respeita as normas e as leis emanadas pelos órgãos do poder municipal.
  13. 13. 13 Saber Saber Fazer Sugestões de actividades 3. Actividades Culturais e Recreativas 3.1. Conceitos de cultura e recreio 3.2. Importância de cultura e recreio no desenvolvimento da ilha 3.3. Património cultural  Definir actividade cultural  Definir actividade de recreio e lazer.  Relacionar actividades culturais com as actividades recreativas da ilha.  Identificar as actividades culturais da sua ilha  Indicar actividades recreativas da ilha onde reside  Indicar as festas tradicionais da ilha.  Apontar a importância das actividades culturais e recreativas na ilha onde reside  Relacionar as festas locais com personagens ou factos históricos  Identificar figuras da história local presentes nas estátuas e nas tradições  Identificra os centros de lazer e de cultura existentes na ilha onde reside O professor e a professora partem dos saberes dos alunos e das alunas adquiridos nos temas anteriores e partindo das vivências particulares e da turma, promove situações que propiciem o diálogo, a troca de experiências e construção de novos saberes. É importante na introdução destes saberes potencial a interdisciplinaridade com outras disciplinas do currículo, nomeadamente, a educação artística, língua portuguesa e educação para a cidadania. Para isso sugere-se: - Visita a espaços culturais e recreativos da localidade. - Realização de actividades culturais - Promoção de encontros e conversas sobre
  14. 14. 14 cultura e actividades de recreio com pessoas mais velhas da comunidade - Recolhas, recorte e colagens de imagens alusivas às actividades culturais e recreativas. - Recriação de actividades recreativas de lazer da vivência dos alunos e das alunas. - Realização de actividades culturais e de recrio em que os alunos e as alunas participam. - Jornais de Parede. - Comemoração de datas e efemérides de forma a promover a participação das crianças juntamente com a comunidade local nas actividades culturais e de recreio. Saber Ser  Reconhecer o património cultural da ilha como expressão da sua identidade.  Valoriza as manifestações culturais da ilha.  Manifesta atitudes de respeito e carinho em relação às figuras históricas da ilha.
  15. 15. 15 5.2. Competência de base 2 O aluno e a aluna deverão ser capazes de, numa situação concreta de relação social e económica entre diferentes membros da localidade, concelho e ilha, relacionar as actividades económicas com as condições naturais e culturais da ilha e propor soluções que visam a satisfação das necessidades básicas pessoais, da família e dos munícipes, a melhoria da qualidade da produção, e prestação de bens e serviços, através da aplicação do conhecimento e das regras de relações interpessoais, de consumo, de higiene, segurança e preservação ambiental, em suportes orais, escritos e de imagens, visando o bem-estar pessoal e do grupo. Saber Saber Fazer Sugestões de actividades Unidade ii: actividades económicas e profissionais 1. Actividades profissionais e recursos económicos 1.1 Agricultura  Definir recursos económicos  Apontar a importância das actividades económicas na satisfação das necessidades.  Relacionar as actividades económicas com o meio natural e cultural.  Diferenciar actividades económicas de profissões.  Relacionar actividades económicas com as profissões.  Identificar as actividades económicas da ilha onde vive.  Definir agricultura  Indicar a importância da agricultura.  Reconhecer a agricultura como uma actividade económica básica das O professor e ou a professora cria, recria e ou coloca os alunos e as alunas em contexto directo com situações que representam as actividades económicas e respectivas profissões da localidade dos contextos da vivência da criança. Exemplos: .Observação de actividades que conduzam ao reconhecimento da agricultura, pecuária, pesca e
  16. 16. 16 1.2. Pecuária 1.3. Pesca 1.4. Comercio sociedades.  Relacionar a agricultura com outras actividades económicas da ilha onde reside.  Apontar os instrumentos e utensílios agrícolas utilizados em Cabo Verde.  Definir pecuária  Indicar a importância da pecuária.  Relacionar a pecuária com outras actividades económicas da ilha onde reside.  Definir Pesca  Reconhecer a pesca como uma das actividades económicas mais importantes de Cabo verde  Relacionar a pesca com as outras actividades económicas da ilha onde reside.  Definir comércio  Relacionar as actividades comerciais com outras actividades económicas da ilha onde reside.  Definir indústria exploração mineral como fontes de matérias-primas, estabelecendo ligações com a indústria, comércio e os serviços. • Visitas a locais ligados ao passado local, regional ou nacional e recolha de elementos. • Visita e registo de dados sobre colectividades e serviços locais. • Listagem de profissões e actividades e pesquisas elementares sobre elas, bem como a relação de umas com as outras. • Organização de álbuns com gravuras sobre as diversas regiões de cabo Verde e as actividades
  17. 17. 17 1.5. Industria 1.5.1. Tipos de indústria  Artesanal  Mecanizada 1.6. Turismo  Identificar os materiais e produtos da ilha que servem de matéria- prima para a indústria.  Distinguir indústria artesanal de indústria mecanizada  Identificar os sectores da indústria artesanal na ilha onde reside.  Identificar os sectores da indústria mecanizada na ilha onde reside.  Relacionar a indústria com outras actividades económicas da ilha.  Definir turismo.  Identificar as atracções turísticas de Ilha onde reside.  Identificar outras actividades económicas relacionadas com o turismo.  Reconhecer a importância do turismo na economia da ilha profissionais e aspectos do quotidiano a eles associados • Diálogo, dramatização, etc., sobre atitudes e maneiras adequadas a contextos diversificados, a partir de fontes de informação diversas, incluindo de meios de comunicação. -Elaboração de painéis com fotografias das zonas turísticas da ilha onde reside. . Exposição de produtos Saber Ser  Valoriza a todas as profissões, demonstrando atitudes de respeito em relação aos profissionais respectivos.  Valoriza os produtos nacionais dando preferência ao seu consumo.  Demonstra atitudes de respeito ao ambiente de forma a proteger as actividades económicas.
  18. 18. 18 Saber Saber Fazer Sugestões de actividades 2. Meios de Transporte e vias de Comunicação 2.1 Meios de transporte 2.1.1 Tipos de meios de transporte  Transporte escola  Transporte de doentes  Transporte turístico  Transporte de serviços públicos 2.2 Vias de comunicação 2.3 Regras de segurança nos meios de transporte.  Indicar a importância dos meios de transporte vias de comunicação no desenvolvimento da ilha onde reside.  Apontar a importância dos meios de transporte na deslocação das pessoas e mercadorias.  Relacionar os meios de transporte com as actividades económicas da ilha.  Relacionar os meios transporte com a localidade onde reside.  Identificar os meios de transporte mais utilizados na s ilha onde reside.  Classificar os meios de transporte quanto às suas funções sociais.  Relacionar tipos de meios de transporte com os serviços sociais que prestam na ilha onde reside.  Indica a importância das vias de comunicação na circulação de pessoas e mercadorias.  Identificar as principais vias de comunicação existentes na ilha onde reside.  Relacionar cada meio de transporte com a via onde circula  Identificar regras básicas de segurança nos meios de transporte  Identificar os sinais de trânsito que permitem circular com segurança na estrada. O professor e ou a professora cria, recria e ou coloca os alunos e as alunas em contexto directo com a realidade criança. Tais como: Observação de imagens de meios de meios existentes na ilha e a relação com as suas funções dentro no meio onde existem Visitas de estudo órgãos de comunicação social nomeadamente televisão, rádio e jornais. Organização na sala de aula de debates sobre os temas e noticias
  19. 19. 19 2.3.1. Sinais de trânsito  Passadeira  Pista obrigatória para peões  Pista proibida para peões  Stop que passam na televisão e na rádio. Elaboração de cartazes represen- tando os sinais de trânsito. Simulações que demonstrem situações de atravessar a rua Saber Ser  Demonstra atitudes e comportamentos de valorização na utilização dos meios de transporte colectivos manifestando respeito ao património, condutor e passageiros.  Manifesta atitudes e comportamentos de respeito aos meios de comunicação social, utilizando-os para fins de utilidade pessoal e social.  Valoriza os meios de comunicação social pública, preservando-os e utilizando-os para fins de utilidade pessoal e social.  Adopta atitudes e comportamentos de respeito aos sinais de trânsito.
  20. 20. 20 5.3. Competência de base 3 O aluno e aluna deverão ser capazes de, numa situação concreta de relação com o ambiente natural do concelho e ou ilha, relacionar a distribuição demográfica com as condições geográficas, geomorfológicas, hídrica e climática, através da proposta de soluções de produção, consumo e preservação ambiental, segurança, em suporte orais, escritos e de imagens, visando a saúde e o bem-estar pessoal e de grupo. Saber Saber Fazer Sugestões de actividades Unidade iii - seres vivos e ambiente 1. Animais e Plantas 1.1 Animais 1.1.1 Diversidade do mundo animal 1.1.2 Animais vertebrados invertebrados 1.1.3. Cuidados a ter com os animais 1,2. Plantas 1.2.1 Diversidade do mundo vegetal  Construir o conceito elementar de ambiente.  Reconhecer seres vivos como elementos do meio ambiente  Identificar a diversidade de animais da ilha onde reside.  Agrupar animais de acordo com as suas semelhanças e diferenças  Reconhecer a diversidade no mundo animal  Definir animais vertebrados  Definir animais invertebrados  Identificar animais vertebrados  Identificar animais invertebrados  Explicar a necessidade de cuidar dos animais.  Apontar cuidados a ter com animais  Indica formas de proteger os animais   Indicar plantas existentes na ilha onde reside  Agrupar plantas de acordo com as suas semelhanças e diferenças  Reconhecer a diversidade do mundo vegetal O Professor e a professora deverão partir da vivência dos alunos e das alunas e da realidade onde se insere a escola para incentivar uma relação reflectida com o meio ambiente e com o próprio corpo. É importante, igualmente, apoiar-se nas aprendizagens que os alunos e as alunas já possuem sobre o meio ambiente (canções, poesias, jogos, etc.) Assim, no desenvolvimento dos saberes programáticos propostos sugere-se: - Observação directa do meio ambiente
  21. 21. 21 1.2.2 Classificação das plantas quanto ao porte  Árvores  Arbustos  Ervas 1.2.2. Utilidade das plantas  Comestíveis  Ornamentais 1.2.3 Partes constituintes de uma planta  Classificar as plantas quanto ao porte  Exemplificar árvores  Exemplificar arbustos  Exemplificar ervas  Classificar as plantas quanto á sua utilidades  Exemplificar plantas comestíveis  Exemplificar plantas ornamentais  Identificar as partes constituintes de uma planta Reconhecer a flor como a parte da planta responsável pela reprodução fora da sala de aula - Visitas de estudo a locais onde existem animais e plantas - Observação directa de animais e plantas na sala de aula - Observação de cartazes com diferentes tipos de animais e plantas. -Trabalho de grupo - Elaboração de painéis e jornais de parede com animais existentes na ilha. - Recolha de plantas existentes na localidade e elaboração de um herbário Saber Ser  Protege as plantas  Proteger os animais
  22. 22. 22 Saber Saber Fazer Sugestões de actividades 2- O Ser humano 2.1 O corpo humano  Partes do corpo humano  Principais órgãos do corpo humano 2.2 Regras de higiene do corpo humano  Reconhecer o ser humano como um ser vivo  Indicar as partes que compõem o tronco do corpo humano  Apontar os principais órgãos do corpo humano  Identificar numa representação do corpo humano os principais órgãos  Indicar regras de higiene a ter com os órgãos e que visam que visam a manutenção da saúde - Exploração do corpo humano através da observação directa e indirecta, servindo-se da própria criança, modelos anatómicos, mapas, imagens, etc. -Observação e exploração de cartazes com imagens do corpo humano. -Utilização de modelos anatómicos para identificação das partes constituintes do corpo e dos órgãos. -Simulação de actividades que demonstram atitudes de higiene do corpo humano Saber ser  Manifesta atitudes de valorização do corpo  Adopta práticas que visam a higiene pessoal.
  23. 23. 23 Saber Saber Fazer Sugestões de actividades 3. Ambiente 3.1 Elementos do meio ambiente  Relevo  Rochas  Solo 3.2 Clima 3.2.1 Temperatura  Definir relevo.  Identificar as formas de relevo da ilha onde reside.  Identificar as rochas mais comuns da ilha onde reside.  Indicar a utilidades das rochas existe na ilha.  Reconhecer a importância do solo na vida dos seres.  Distinguir solo arável de solo não arável.  Identificar formas de protecção do solo.  Define clima.  Identificar os elementos fundamentais do clima.   Definir temperatura.  Relacionar a temperatura ambiente com os diferentes estados do tempo da ilha ao longo ano.  Identificar aparelhos utilizados na medição da temperatura do corpo - Observação paisagens, para identificar elementos naturais e humanos. - Desenho esboços das paisagens observadas para registar os elementos observados. - Observação fotografias, esboços simples, desenhos ou outras imagens de paisagens, para identificar os elementos naturais e humanos. - Realização de visitas de estudo na área da escola para observar e identificar elementos naturais (formas de relevo, rochas, cursos de água, estados de tempo...) e humanos (casas, lojas, indústrias, vias de comunicação, campos de cultura...).
  24. 24. 24 humano e do meio ambiente.  Utilizar o termómetro na medição da temperatura. - Observação diariamente o tempo que faz (temperatura, vento, nebulosidade, precipitação...) e registar as observações num cartaz da sala (utilizar fotos, desenhos, símbolos, cores....). - Realização dr actividades em grupo para registar e organizar a informação recolhida no meio local e regional. Saber Ser  Adopta normas de segurança na circulação nos ambientes acidentados.  Adopta normas de segurança face à exposição ao sol.
  25. 25. 25 Saber Saber Fazer Sugestões de actividades 4. Homem e a sua distribuição no espaço Cabo- verdiano 4.1 O Arquipélago de Cabo verde Definir arquipélago. Definir ilha. Localizar no mapa o arquipélago de Cabo Verde. Identificar no mapa os municípios que integram o arquipélago de cabo Verde. Identificar no mapa as principais povoações da ilha onde reside. Reconhecer que a população na sua ilha não se distribui uniformemente. Relacionar as localidades de maior concentração da população da ilha onde reside com as suas condições geomorfológicas. O Professor e a professora deverão partir da vivência dos alunos e das alunas e da realidade onde se insere a escola para incentivar uma relação reflectida com o meio ambiente. Assim, no desenvolvimento dos saberes programáticos propostos sugere-se: Observação do mapa de Cabo Verde Observação e exploração do mapa da ilha para identificação das principais localidades, centros urbanos e dos municípios Saber Ser  Valoriza a população da ilha onde reside como elementos importantes para o seu desenvolvimento.  Manifesta atitudes patrióticas.
  26. 26. 26 Saber Saber Fazer Sugestões de actividades 5- A Terra suporte da Vida 5.1. Sol, Água e Ar  Água  Sol 5.2 A Terra no Espaço Identificar os elementos físicos indispensáveis pela vida na Terra. Identificar o sol, a água e o ar como fontes de energia. Indicar como a água está distribuída na Terra. Indicar os estados físicos da água. Classificar a água quanto à sua qualidade: Potável e não potável. Apontar as propriedades da água potável. Identificar as formas de tratamento da água. Realizar experiências simples de tratamento da água. Indicar forma de poupança de água. Identificar o sol como uma estrela. Identificar o sol como fonte de energia e calor. Identificar a Terra e a Lua como Planetas. Identificar Sol como uma estrela. Identifica a Lua como satélite da Terra. -Construção de cartazes utilizando fotografias/desenhos para descrever a forma como se distribuem os elementos naturais e humanos das paisagens observadas. - Observação directa do meio ambiente fora da sala de aula. - Observação directa dos elementos do meio dentro da sala de aula. - Observação indirecta do meio ambiente e dos seus constituintes, através de cartazes, desenhos, revista, vídeos, etc. - Diálogo - Simulações e dramatizações sobre a interdependência dos seres vivos e
  27. 27. 27 Distingue estrelas de planetas. Descrever o processo de orientação pelo Sol (a partir do poente e do nascente). não vivos. - Campanhas de limpeza e protecção do ambiente - Pequenas experiências demonstrando as propriedades da água do sol e do ar- -Observação de imagens representando o espaço celeste para identificação de estrelas e planetas Saber Ser  Adopta práticas de poupança e preservação da água.  Protege-se contra os efeitos do sol e do vento.
  28. 28. 28 6. Quadro de recurso associadas as competências de base - 4º Ano (quadro de organização e sequenciação dos conteúdos) Competência Terminal de Integração No final do 4º ano, o aluno e a aluna deverão ser capazes de, numa situação concreta de contextualização de Cabo Verde no mundo e no espaço, resolver problemas que implicam a relação entre a geografia, a história, a cultura, as potencialidades económicas, os recursos naturais e a interacção com outros povos e culturas, com a identidade cabo-verdiana, o desenvolvimento económico, político e tecnológico, propondo soluções para a melhoria da qualidade de vida, igualdade de oportunidades, a interculturalidade, a sustentabilidade ambiental, a paz e a segurança, através da análise de situações, aplicação do conhecimento e normas de relação interpessoal, visando o bem-estar nacional. 6.1.Competência de base 1 O aluno e a aluna deverão ser capazes de, numa situação concreta de compreensão da história e da cultura cabo-verdiana, de relacionar a situação arquipelágica do território, com as migrações internas e externas, com património cultural, com a multiculturalidade, com símbolos nacionais e o modelo de organização politica e administrativa nacional, através de estudos de casos e de análise de textos e imagens, visando o desenvolvimento do sentimento patriótico e de cidadania universal. Saber Saber Fazer Sugestões de Actividades  Relações Sociais 1.1. Sociedades, Povos e Culturas. …. 1.2. Migrações internas e externas 1.2.1. Migrações inter-ilhas 1.2.2. Emigração 1.2.3. Imigração  Localizar no Mapa-mundo as ilhas de Cabo Verde.  Reconhecer que Cabo Verde mantém relações com outros povos e culturas.  Identificar sociedades com as quais Cabo Verde mantém relações.  Construir o conceito elementar de migrações.  Reconhecer a necessidade das pessoas se deslocarem de um sítio para outro: localidade, ilha e país. O professor e a professora parte dos saberes dos alunos e das alunas adquiridos nos temas anteriores e partindo das vivências particulares e da turma, promove situações que propiciem o diálogo, a troca de experiências e construção de novos saberes. É importante na introdução destes saberes potencial a interdisciplinaridade com
  29. 29. 29  Explicar de que forma as migrações contribui para as relações sociais entre povos e culturas.  Distinguir emigração de imigração.  Reconhecer Cabo Verde como um país de emigração.  Identificar as comunidades de imigração em Cabo Verde. outras disciplinas do currículo, nomeadamente, a educação artística, língua portuguesa e educação para a cidadania. Assim sugere-se: -Través da utilização do, mapa-mundo levar os alunos a descobrirem a localização de cabo verde. No mapa de Cabo Verde localizar as ilhas. Fazer um levantamento das crianças na sala de aula que têm familiares no estrangeiro e levá-los a identificar; as razões da emigração, os países de destino, o que enviam aos familiares…. Saber ser Manifesta atitudes de respeito e de tolerância no relacionamento com a diferença e a diversidade cultural
  30. 30. 30 Saber Saber Fazer Sugestões de Actividades 2. Relações na sociedade Cabo- verdiana 2.1. Relações de interdependência entre as diferentes ilhas 2.2. Organização política e administrativo Cabo Verde. 2.2.1. Órgãos do poder central 2.3. Relações de interdependência entre os diferentes órgãos de poder Central  Identifica o papel de cada uma das ilhas na …  Satisfazer as necessidades básicas da sociedade cabo-verdiana.  Reconhecer as relações de interdependência entre as ilhas de Cabo Verde na unidade social e cultural do país  Identificar os órgãos de poder central da sociedade cabo-verdiana  Indicar as funções de cada órgão de poder Central  Relacionar as funções dos órgãos de poder central com as do poder local.  Identificar o regime político de Cabo Verde.  Definir democracia.  Relacionar a organização política e administrativa da sociedade cabo-verdiana com a democracia - Análise do mapa de Cabo Verde para identificação da organização política de Cabo Verde -Identificação dos principais centros e localização dos órgãos de poder central -Diálogo sobre as relações na sociedade Cabo-verdiana - Debate sobre os órgão do poder politico e as suas funções na sociedade. - Simulações na sala de aula de actos de votação Organização de palestras que envolvem entidades ligadas ao poder politico Saber ser  Desenvolve o sentimento de pertença nacional.  Manifesta atitudes de patriotismo.
  31. 31. 31 Saber Saber Fazer Sugestões de Actividades 3. Actividades Culturais e Recreativas 3.1. Diversidade cultural 3.2. Património cultural 3.2.1 Usos e costumes 3.2.2 Tradições 3.2.3 Festas nacionais 3.2.3 Personagens e factos históricos  Reconhecer a importância das actividades culturais e recreativas nas relações interpessoais e entre os povos.  Identificar as actividades culturais e recreativas características de cada uma das ilhas Cabo Verde.  Identificar a diversidade de povos e culturas residentes em Cabo Verde.  Reconhecer Cabo Verde como um país multicultural.  Identificar usos e costumes típicos de Cabo Verde relacionados com a alimentação, vestuário, habitaç1ão e com as actividades económicas.  Descrever usos costumes populares em Cabo Verde.  Relacionar os usos e costumes com as tradições.  Identificar as festas nacionais de Cabo Verde  Identificar personagens e factos da história com relevância Nacional  Relacionar os factos históricos com os feriados nacionais  Definir património  Reconhecer a importância da preservação do património O professor e a professora parte dos saberes dos alunos e das alunas adquiridos nos temas anteriores e partindo das vivências particulares e da turma, promove situações que propiciem o diálogo, a troca de experiências e construção de novos saberes. É importante na introdução destes saberes potencial a interdisciplinaridade com outras disciplinas do currículo, nomeadamente, a educação artística, língua portuguesa e educação para a cidadania. Para isso sugere-se: - Visita a espaços culturais e recreativos da localidade. - Realização de actividades culturais
  32. 32. 32 - Promoção de encontros e conversas sobre cultura e actividades de recreio com pessoas mais velhas da comunidade - Recolhas, recorte e colagens de imagens alusivas às actividades culturais e recreativas de cabo verde. - Recriação de actividades recreativas de lazer da vivência dos alunos e das alunas. - Realização de actividades culturais e de recrio em que os alunos e as alunas participam. - Jornais de Parede. - Comemoração de datas e efemérides de forma a promover a participação das crianças juntamente com a comunidade local nas actividades culturais e de recreio. - Palestras com personalidades
  33. 33. 33 históricas -Visitas a museus e centros históricos . - Recolha de costumes e tradições de cada ilha e organização de álbuns Saber Ser  Valoriza a cultura nacional enquanto expressão da identidade pessoal e nacional.  Manifesta atitudes e comportamentos de respeito e de tolerância relativamente à cultura do outro.  Valoriza o património nacional: material e imaterial.
  34. 34. 34 6.2. Competência de base 2 O aluno e aluna deverão ser capazes de, numa situação concreta de satisfação das necessidades económicas, sociais e culturais, de estabelecer relações entre as actividades económicas, as potencialidades naturais e culturais, as capacidades de geração de empregos, as inovações tecnológicas e o desenvolvimento de Cabo Verde, através de estudos de casos e de situações concretas da vivência do aluno, visando o desenvolvimento de uma atitude critica e responsável nas tomadas de decisões, fundamentais para o bem -estar pessoal e nacional. Saber Saber Fazer Sugestões de Actividades Unidade ii: actividades económicas e profissionais 1.Actividades económicas e profissionais 1.1 Actividades económicas e profissionais do passado e do presente 1.2 Agricultura  Apontar a importância das actividades económicas praticadas em Cabo Verde.  Relacionar as actividades económicas com o desenvolvimento.  Identificar a complementaridade entre as actividades económicas.  Reconhecer que as actividades económicas sofreram alterações ao longo dos tempos  Indicar as actividades económicas mais importantes no passado.  Indicar as actividades económicas surgidas num passado mais recente em Cabo Verde.  Apontar as novas profissões resultantes das novas actividades económicas.  Relacionar as actividades económicas de cada ilha com as suas características O professor e a professora parte dos saberes dos alunos e das alunas adquiridos nos temas anteriores e partindo das vivências particulares e da turma, promove situações que propiciem o diálogo, a troca de experiências e construção de novos saberes. -Observação de actividades que conduzam ao reconhecimento da agricultura, pecuária, pesca e exploração mineral como fontes de matérias-primas, estabelecendo
  35. 35. 35 1.2.1 Factores que condicionam a agricultura 1.2.2. Tipos de agricultura  Explicar a importância da agricultura na satisfação das necessidades básicas do país.  Relacionar a agricultura com outras actividades económicas praticadas no país.  Indicar os factores que condicionam a prática da agricultura em Cabo Verde.  Identificar as ilhas de Cabo Verde com maior expressão na prática da agricultura.  Indica os tipos de agricultura praticados em Cabo Verde.  Distingue a agricultura do sequeiro da agricultura do regadio.  Compara a tecnologia agrícola na agricultura do sequeiro e na agricultura do regadio.  Indica as inovações tecnológicas que têm contribuído para o melhoramento da agricultura em Cabo Verde  Relaciona as más práticas da agricultura com a degradação ambiental.  Caracteriza a actividade pecuária em Cabo Verde.  Identifica produtos resultantes da actividade pecuária.  Relaciona a pecuária com outras actividades económicas.  Indica as inovações tecnológicas que têm contribuído para o ligações com a indústria, comércio e os serviços. • Visitas a locais ligados ao passado local, regional ou nacional e recolha de elementos. • Visita e registo de dados sobre colectividades e serviços locais. - Visitas de estudo a fábricas ou campos de cultura lojas supermercados • Listagem de profissões e actividades e pesquisas elementares sobre elas, bem como a relação de umas com as outras. • Organização de álbuns com gravuras sobre as diversas regiões de cabo
  36. 36. 36 1.3. Pecuária 1.4.Pesca 1.4.1. Factores que condicionam a pesca em Cabo Verde 1.4.2. Tipos de Pesca  Artesanal - Linha/vara - Arrasto - Rede de cerco  Industrial melhoramento da pecuária em Cabo Verde  Relaciona más práticas da pecuária com a degradação ambiental.  Relaciona a pesca com as condições do meio natural do arquipélago.  Relaciona a pesca com outras actividades económicas e profissionais.  Indica os tipos de pescas praticadas em cabo Verde.  Distingue os tipos de pescas praticadas em Cabo Verde em  função das técnicas utilizadas.  Relaciona os tipos de pesca com as pescarias respectivas.  Relaciona as más práticas da pesca com a degradação ambiental.  Explica a importância do comércio na satisfação das necessidades da população.  Relaciona o comércio com as necessidades básicas da sociedade.  Classifica o comércio quanto à sua organização (formal e informal).  Distingue o comércio formal de informal  Explica o impacto do comércio informal na sociedade cabo- Verde e as actividades profissionais e aspectos do quotidiano a eles associados • Diálogo, dramatização, etc., sobre atitudes e maneiras adequadas a contextos diversificados, a partir de fontes de informação diversas, incluindo os media. - Elaboração de roteiros turísticos da ilha ou de cabo verde -Dramatizações demonstrando actividades económicas das diferentes ilhas ou próprias de cabo Verde. - Produção de trabalhos de artesanato em colaboração com a disciplina de expressão plástica
  37. 37. 37 - Linha/vara - Cerco 1.5. Comércio 1.5.1. Factores que condicionam o comércio em Cabo Verde:  População  Oferta  Consumo 1.5.2. Tipos de Comércio  Formal  Informal 1.5.2. Circulação dos produtos verdiana.  Reconhecer o comércio como uma actividade que favorece a circulação dos produtos nacionais.  Identificar a origem dos produtos consumidos em Cabo Verde.  Relacionar o comércio com outras actividades económicas e profissionais.  Relacionar as más práticas de consumo com a degradação ambiental.  Relacionar a indústria com as condições naturais de Cabo Verde.  Identificar os condicionalismos fundamentais para a actividade económica industrial.  Definir matéria-prima  Definir matéria-bruta  Definir mão-de-obra  Definir produto  Apontar as matérias-primas mais utilizadas na indústria em Cabo Verde.  Identificar as fontes de matéria-prima e de matéria-prima mais
  38. 38. 38 1.6. Indústria 1.6.1. Condicionalismos fundamentais do desenvolvimento industrial 1.6.2. Tipos de indústria  Indústria de base  Indústria de bens e consumo 1.7. Turismo 1.7.1. Os condicionalismos fundamentais do desenvolvimento turístico. 1.7.2. Tipos de turismo  Turismo de praia  Turismo de cultural  Turismo de montanha exploradas em cabo Verde.  Classificar a indústria quanto à finalidade do produto.  Distinguir indústrias de base de indústrias de bens e consumo.  Exemplificar sectores de indústria de base existentes em Cabo Verde.  Exemplificar sectores de indústria de bens e consumo existentes em Cabo Verde.  Relacionar a indústria com outras actividades económicas em Cabo Verde.  Relacionar a prática da indústria de base em Cabo Verde com a degradação ambiental.  Identificar os condicionalismos fundamentais para a actividade turística.  Identificar as ilhas mais turísticas de Cabo Verde.  Classifica o turismo em CV quanto à natureza de atracção.  Relaciona o turismo de praia com as condições do meio natural do arquipélago.  Relacionar o turismo cultural com os eventos de atracção turística
  39. 39. 39 em Cabo Verde.  Relacionar o turismo de montanha com as condições naturais do arquipélago.  Apontar outras actividades económicas relacionadas com o turismo.  Relacionar o impacto do turismo na sociedade no ambiente Saber ser  Adopta práticas de conservação do ambiente.  Manifesta atitudes de simpatia e morabeza em relação aos turistas.  Desenvolve hábitos de selecção dos produtos que consome, visando a saúde e a segurança Saber Saber Fazer Sugestões de Actividades 2. Meios de transporte e comunicação 2.1 Meios de transporte 2.1.1 Evolução dos meios de transporte  Explicar a importância dos meios de transporte no desenvolvimento do país  Comparar os meios de transporte mais utilizados pelos seus avós, pais e os que utilizas no dia-a-dia.  Reconhecer que os meios de transporte evoluíram ao longo dos tempos. O professor ou a professora cria, recria e ou coloca os alunos e as alunas em contexto directo com situações que representam os meios de transporte e a respectiva utilização. As actividades de aprendizagem devem permitir que o
  40. 40. 40 2.1.2 Tipos de transporte  Transporte de alimentos  Transporte de inertes  Transporte de combustível 2.1.3 Regras de segurança na circulação nas estradas 2.2 Meios de comunicação 2.2.1. Tipos de meios de comunicação social  Impressa  Audio-visual  Identificar as principais inovações introduzidas nos meios de transporte em Cabo Verde.  Relacionar dos meios de transporte com as actividades económicas do País  Interpretar sinais convencionais relativos à segurança nas estradas  Definir meios de comunicação  Nomear os tipos de comunicação existentes nos pais.  Comparar os meios de comunicação utilizados hoje com os utilizados pelos pais, avós e bisavós.  Reconhece a evolução no tempo dos meios de comunicação social  Aponta a importância dos meios de comunicação no desenvolvimento do país.  Explica a importância dos meios de comunicação na relação entre pessoas e entre os povos aluno e aluna vivenciam situações, observem, experimentem, questionem e dê opiniões. Para isso sugere-se: - Observação directa dos meios de transporte que existem na ilha. - Observação de imagens de meios de transporte do passado e trabalho de grupo - Debate à volta do tema - Visitas de estudo a órgãos de comunicação social tais rádio televisão, jornais Simulações sobre a utilização das vias de comunicação - Debate à volta dos programas que passam na comunicação social
  41. 41. 41 2.2.2 Importância dos meios de comunicação social  Indica as funções sociais dos meios de comunicação  Classificar os meios de comunicação social quanto às suas formas de apresentação.  Distinguir meios de comunicação social impressa dos audiovisuais.  Exemplificar os meios de comunicação social impressa existentes em cabo Verde.  Exemplificar os meios de comunicação social audiovisual existentes em Cabo Verde.  Indicar as vantagens de cada um dos meios de comunicação social no bem-estar das pessoas.  Indica as vantagens dos méis de comunicação social impressos  Indica as vantagens dos meios de comunicação social audiovisuais Saber Ser  Demonstra atitudes e comportamentos de valorização na utilização dos meios de transporte colectivos manifestando respeito ao património e aos seus utentes.  Manifesta atitudes e comportamentos de respeito aos meios de comunicação social, utilizando-os para fins de utilidade pessoal e social.  Adopta atitudes e comportamentos de respeito aos sinais de trânsito.  Adopta boas práticas de consumo dos produtos da televisão e da internet visando a saúde e a segurança.
  42. 42. 42 6.3. Competência de base 3 O aluno e a aluna deverão ser capazes de, numa situação concreta de relação o seu corpo e com o meio ambiente nacional ou local, estabelecer a relação entre as características geográficas, climáticas, e geomorfológicas com a fauna, a flora, a distribuição da população, a expressão cultural e o modo de vida das populações através de propostas de soluções, estudos de casos e análise de situações concretas da vivência do aluno, em suportes escritos, orais ou imagens, visando o a preservação ambiental e o bem-estar físico e social. Saber Saber Fazer Sugestões de Actividades Unidade iii - ambiente e seres vivos 5. Animais e plantas 1.1 Animais 1.1.1. Diversidade do mundo animal quanto ao habitat  Aquáticos  Terrestres  Aéreos 1.1.2. Diversidade do mundo animal quanto à alimentação  Identificar os diferentes tipos de ambiente onde os seres vivos habitam.  Agrupar os animais de acordo com o meio onde vivem.  Indicar as características dos animais tendo em conta o meio onde se deslocam.  Classificar os animais de acordo com o tipo de alimentação.  Construir cadeias alimentares simples  Indicar animais existentes em Cabo Verde que podem ser transmissores de doenças.  Reconhecer que alguns animais podem transmitir doenças. O Professor e a professora deverão partir da vivência dos alunos e das alunas e da realidade onde se insere a escola para incentivar uma relação reflectida com o meio ambiente e com o próprio corpo. É importante, igualmente, apoiar-se nas aprendizagens que os alunos e as alunas já possuem sobre o meio ambiente (canções, poesias, jogos, etc.) - Observação directa do meio ambiente fora da sala de aula.
  43. 43. 43  Carnívoros  Herbívoros  Granívoros  Omnívoros 1.1.3. Animais transmissores de doenças 1.2 Plantas 1.2.1 Plantas completas e incompletas 1.2.1 Partes constituintes das plantas - Funções  Raiz  Caule  Folhas  Flores  Frutos  Indicar medidas preventivas e de combate aos animais transmissores de doenças  Explica a necessidade de encurralar os animais.  Reconhece que as plantas não apresentam todas a mesma constituição  Distingue plantas completas de plantas incompletas  Identifica as partes de uma planta Completa  Indica as funções de cada uma das partes da planta  Aponta as condições necessárias ao desenvolvimento da planta  Explica a importância da água, ar e sol no desenvolvimento da planta  Demonstra o processo de germinação da planta Reconhece a importância das plantas na vida de todos os seres vivos e no meio ambiente - Observação directa dos elementos do meio dentro da sala de aula. - Observação indirecta do meio ambiente e dos seus constituintes, através de cartazes, desenhos, revista, vídeos, etc. - Diálogo - Simulações e dramatizações sobre a interdependência dos seres vivos e não vivos. - Construção de herbários - Construção de cartazes - Campanhas de limpeza e protecção do ambiente - Realização de experiencias de germinação na sala de aula
  44. 44. 44 1.2.2 Condições que favorecem o desenvolvimento das plantas Saber Ser  Adopta práticas de higiene e segurança no manuseamento e consumo de plantas e os seus derivados.  Adopta práticas de higiene e segurança na relação com os animais. Saber Saber Fazer Sugestões de Actividades 2. O Homem 2.1 Funções vitais do organismo 2.1.1 Digestão  Aparelho digestivo 2.1.2 Respiração  Aparelho respiratório 2.1.3 Circulação  Relacionar a vida do ser humano com as funções vitais  Identificar fenómenos biológicos relacionados com as funções vitais dos órgãos do corpo humano  Relacionar cada aparelho com as funções vitais  Reconhecer que o corpo humano é formado por um conjunto aparelhos  Identificar os aparelhos que compõem o corpo humano  Indicar os órgãos que compõem cada um dos aparelhos  Localizar os órgãos que compõem cada aparelho em representações do Realização de experiencias para demonstrar os movimentos respiratórios. - Utilização de modelos anatómicos do corpo humano Simulação de situações que demonstram atitudes e comportamentos de higiene do corpo humano
  45. 45. 45  Aparelho circulatório 2.1.4 Excreção  Aparelho urinário 2.2. Higiene do corpo humano corpo humano  Identificar regras básicas a ter com os aparelhos que visam a manutenção da saúde e prevenção das doenças. Saber Ser  Adopta no dia-a-dia práticas de exercício físico visando a manutenção da saúde.  Adopta práticas de higiene corporal. Adopta práticas de consumo alimentar e ambiental que visam a saúde pessoal Saber Saber Fazer Sugestões de Actividades 3. Ambiente 3.1 Elementos do meio ambiente  Relevo  Rochas  Caracterizar as ilhas de cabo verde quanto ao aspecto geomorfológico. Agrupar as ilhas de acordo com o seu aspecto morfológico.  Identificar os tipos de rochas existentes em Cabo Verde.  Indicar a diversidade de aplicação das rochas existentes em Cabo Verde.  Relacionar as características geomorfológicas das ilhas com as expressões culturais e modos de vida das populações.  Identificar os tipos de solo existentes em Cabo Verde. O professor deverá partir da observação da realidade envolvente da criança da criança. Para o desenvolvimento dos saberes sugere-se: -Observação paisagens, para identificar elementos naturais e humanos.
  46. 46. 46  Solo 3.2. Clima  Temperatura  Indicar as características de solo arável.  Identificar factores que condicionam a degradação dos solos.  Relacionar a degradação dos solos em Cabo Verde com as actividades económicas.  Nomear os factores do clima.  Descrever sumariamente o clima de Cabo Verde.  Identificar a temperatura média anual de Cabo Verde.  Relacionar a temperatura ao longo do ano com as oscilações climáticas em Cabo Verde.  Relacionar o regime das chuvas em Cabo Verde com o tipo de clima. - Recolha e exposição de rochas da localidade - Desenhar esboços das paisagens observadas para registar os elementos observados. - Observação de fotografias, esboços simples, desenhos ou outras imagens de paisagens, para identificar os elementos naturais e humanos. - Realização visitas de estudo na área da escola para observar e identificar elementos naturais (formas de relevo, rochas, cursos de água, estados de tempo...) e humanos (casas, lojas, indústrias, vias de comunicação, campos de cultura...). - Construção de cartazes utilizando fotografias/desenhos para descrever a forma como se distribuem os
  47. 47. 47 elementos naturais e humanos das paisagens observadas. - Observação diária do tempo que faz (temperatura, vento, nebulosidade, precipitação...) e registar as observações num cartaz da sala (utilizar fotos, desenhos, símbolos, cores...). - Realizar actividades em grupo para registar e organizar a informação recolhida no meio local e regional. Saber ser  Manifesta atitudes de preservação do solo e das praias.  Adopta normas de segurança e protecção pessoal face às manifestações do clima.
  48. 48. 48 Saber Saber Fazer Sugestões de Actividades 4.O homem e a sua distribuição no espaço Cabo-verdiano 4.1. O arquipélago de Cabo Verde no espaço 4.2.Distribuição da população no arquipélago  Localizar Cabo Verde em relação ao Continente Africano e ao Oceano Atlântico.  Localizar no Globo e no planisfério os continentes e os oceanos.  Localizar no mapa os dois grupos de ilhas: Barlavento e Sotavento.  Relacionar a posição dos dois grupos de ilhas em relação à circulação dos ventos.  Identificar as ilhas mais populosas do arquipélago de Cabo de Cabo Verde.  Relacionar as ilhas mais populosas com as condições geomorfológicas existentes. O Professor e a professora deverão partir da vivência dos alunos e das alunas e da realidade onde se insere a escola para incentivar uma relação reflectida com o meio ambiente e com o próprio corpo. É importante, igualmente, apoiar-se nas aprendizagens que os alunos e as alunas já possuem sobre o meio ambiente (canções, poesias, jogos, etc.) Assim, no desenvolvimento dos saberes sugere-se: - Completar planisférios utilizando cores para localizar diferentes espaços no Mundo (continentes, oceanos, África Oceano atlântico Cabo Verde). - Realizar pequenas visitas de estudo para identificar problemas geográficos
  49. 49. 49 concretos (ex. construções em leito de cheias, dunas, áreas protegidas,...; habitações junto a áreas industriais, lixeiras, dificuldades ou conflitos na circulação de peões e de veículos motorizados nas vilas e cidades; espaços verdes nas áreas urbanas...) - Realizar pequenos debates e ou conversas com convidados exteriores à escola para adquirir informação sobre os assuntos e temas em estudo. - Observar paisagens para identificar os principais elementos naturais e humanos, bem como a sua inter-relação Saber Ser  Reconhece o dever de cidadania enquanto cidadão cabo-verdiano.  Reconhece-se como africano demonstrando atitudes de cortesia com as comunidades africanas emigradas em Cabo Verde.
  50. 50. 50 Saber Saber Fazer Sugestões de Actividades A Terra suporte da Vida 5.1. Sol, Água e Ar  Água  Sol  Ar  Explicar a importância da água na vida dos seres vivos.  Apontar as formas de captação e conservação da água das chuvas.  Descrever o ciclo da água.  Relacionar o ciclo da água com os seus diferentes estados físicos.  Justificar a necessidade de poupança da água.  Indicar formas de aproveitamento do sol como fonte de energia.  Justificar a necessidade da utilização da energia solar.  Relacionar o sol com práticas económicas, culturais e desportivas em Cabo Verde.  Identificar o vento como ar em movimento.  Indicar formas de aproveitamento do vento como fonte de energia.  Justificar a necessidade de utilização do vento como fonte de energia.  Relacionar o vento com práticas económicas, culturais e desportivas em Cabo Verde. O professor deverá estimular os alunos para a observação do que se passa à sua volta. Assim sugere-se - A constatação de que existe dia e noite pode ser consubstanciada com registos de observação à noite (cada aluno trará os registos para a aula no dia seguinte para serem discutidos), -Chamar a atenção para determinados aspectos, como a existência de Lua com formas diversas, a existência de astros diferentes, com brilho diferente. -A comparação com a situação diurna, mediante observação do céu durante o dia, ajuda à compreensão da presença ou ausência desses astros e respectiva
  51. 51. 51 5.2. A Terra no Espaço  Indicar a constituição do sistema solar.  Identificar os movimentos da Terra.  Distingue o movimento de rotação do movimento de translação da terra.  Explica a razão dos dias e das noites em função do movimento de rotação da terra.  Reconhecer o Sol como referência da orientação do ser humano no Espaço.  Identificar os pontos cardeais.  Aplicar as técnicas básicas de orientação pelo Sol. explicação científica. -Simulações dos movimentos de rotação e translação da terra para identificação do dia e da noite e as estações do ano Saber Ser  Sensibiliza-se para a utilização de recursos energéticos renováveis  Adopta práticas de poupança de água e da sua preservação.
  52. 52. 52 Bibliografia Le Boterf, Guy (2005). Construir as competências individuais e Colectivas. Trad. Garrido,Mº. Lisboa: Edições ASA; Marques, R. (1999). Modelos Pedagógicos Actuais. Lisboa: Plátano Editora. Ministério da Educação e do Desporto de Cabo Verde (1990). Programa das áreas de Matemática, Ciências Integradas e Expressões. Roegiers, X. & De Ketele, J. (2001). Uma Pedagogia da Integração: Competências e Aquisições no Ensino. Trad. Huang, C. (2004). Porto Alegre: Artmed _________________ (s/d). O que é a APC Roldão, Maria do Céu (2003). Gestão do currículo e Aval

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