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Fatores Criticos De Fracasso Na Colaboracao

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Trecho do livro “Sinergia Fator de Sucesso nas Realizações Humanas”
Sérgio Lins editado pela Campus-Elsevier em 2005
No esforço para desenvolver um trabalho colaborativo, quando consideramos a inter-dependência entre os interesses e necessidades dos parceiros existem algumas forças criadas por atitudes e comportamentos que podem botar tudo a perder. Algumas destas forças se tornam tão críticas que por si só podem ser responsáveis pelo fracasso de qualquer empreendimento cola-borativo. Dentre estas forças ora denominadas fatores críticos de fracasso destacam-se: ansie-dade, arrogância, inconstância e deslealdade.

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Fatores Criticos De Fracasso Na Colaboracao

  1. 1. Sinergia Organizacional Fatores Críticos de Fracasso no Trabalho Colaborativo No esforço para desenvolver um trabalho colaborativo, quando consideramos a inter- dependência entre os interesses e necessidades dos parceiros existem algumas forças criadas por atitudes e comportamentos que podem botar tudo a perder. Algumas destas forças se tornam tão críticas que por si só podem ser responsáveis pelo fracasso de qualquer empreendimento cola- borativo. Dentre estas forças ora denominadas fatores críticos de fracasso destacam-se: ansie- dade, arrogância, inconstância e deslealdade. Ansiedade De acordo com Robert Gerzon, a verdadeira serenidade talvez seja mais necessária e possível hoje, nessa época de tensões, do que em qualquer outro momento da História. Para ele, embora a ansiedade seja um dos nossos mais graves problemas, é a ela oferece nossas maiores oportunidades. Ao mesmo tempo em que a ansiedade nos impede de dar o melhor de nós mesmos, é também a fonte de nossos maiores talentos e conquistas. Em função de como se origina, dos conflitos que gera e do efeito que produz, a ansiedade pode ser caracterizada como tóxica, sagrada ou natural.[06] Ansiedade Tóxica Este tipo de ansiedade se origina nos desejo sentimentos e pensamentos reprimidos. Provoca reações exageradas ou paralisias, dando sempre a sensação de perigo e ameaça onde poderia se identificar oportunidades. As manifestações são pouco realistas, ineficientes e repetitivas com um tom alarmista, culpado ou envergonhado. São relativas às preocupações que costumam fugir ao controle, provocando por isto comportamentos contraproducentes. É uma ansiedade que tende a crescer e os alívios conseguidos são, em geral, temporários. Um dos piores efeitos é a queda da auto-estima e a dúvida de si mesmo acompanhado de cansaço e desmotivação. Talvez a única forma de conseguir crescimento pessoal seja ir 1
  2. 2. Colaboração Sinergística eliminando aos poucos este tipo de ansiedade através da resolução dos conflitos internos. Para isto precisa-se de autocontrole, autoconsciência, e disciplina emocional. Esta ansiedade é um dos maiores bloqueios para o trabalho colaborativo, pois afeta a nossa tolerância, coragem, disciplina e integridade, transformando-se em um fator crítico de fracasso para a colaboração. Ansiedade Sagrada Este tipo de ansiedade se origina das reflexões existenciais sobre o propósito e significado da vida, a identidade e até a morte. Estamos permanentemente com esta ansiedade, mas raramente temos consciência. São relativas a preocupações além do nosso controle. Pode ser atenuada pela consciência mais profunda e a harmonia com o universo. Um dos efeitos positivos desta ansiedade é a melhoria da auto-estima que evolui para amor e aceitação incondicional, pois seu propósito positivo é conscientização do ser espiritual e das questões mais profundas da existência. Para isto são necessárias habilidades de meditação, reflexão para combinar o comportamento cotidiano com o credo ético e o propósito da vida. A serenidade é o resultado de um incondicional amor pela vida. Crescimento espiritual, unidade, compaixão, amor e alegria. Frase-chave é deixe a vida fluir. Quando se ignora esta ansiedade as inquietações cotidianas são exageradas e vistas como questões de “vida ou morte”, elevando os níveis de estresse até chegar a ponto de tornar-se uma ansiedade tóxica. Assim a ansiedade sagrada, da mesma forma que contribui para o sucesso da colaboração, pode transformar-se em ansiedade tóxica e vir a afetar a nossa prudência, nosso senso de justiça, nossa coragem e nossa persistência, transformando-se em um fator crítico de fracasso. Ansiedade Natural Este tipo de ansiedade se origina das incertezas naturais da vida. Não saber o que vai acontecer. Provoca reações reais específicas, realistas, razoáveis, úteis e proporcionais ao grau de perigo. Aumenta a percepção de novas chances e oportunidades. Aparece num tom calmo, respeitoso, amigável, confidente, podendo ser também excitado e entusiasta. Envolve preocupações dentro das possibilidades de controle que podem ser aliviadas pela ação responsável. Um dos efeitos é advertir para os riscos reais, mostrar oportunidades, dar energia para crescer. A meta de cada um pode ser aceitar a ansiedade natural da vida e usá-la para o crescimento individual. Esta ansiedade pode ser aproveitada melhor com habilidades e técnicas para o controle, clareza mental, estratégias para a resolução de problemas, ação 2
  3. 3. Sinergia Organizacional dirigida a metas, habilidades interpessoais. Esta ansiedade leva ao sucesso pelo alcance das metas através de relações mais dinâmicas, criatividade e paixão. Entretanto, se a rejeitarmos como fonte de crescimento pessoal ela se deteriora, estagna, regride e transforma-se em ansiedade tóxica que é fator crítico de fracasso. Gerzon em seu livro mostra como restringir o poder da ansiedade natural, visando evitar que ela se transforme em tóxica. Ele também propõe fórmulas para dominar a ansiedade tóxica, usando o poder do diálogo interior e transformando a ansiedade em autoconsciência e ação. Arrogância A arrogância no sentido de altivez, soberba, orgulho já é suficiente para dificultar a colaboração e no sentido de insolência ou atrevimento impede o desenvolvimento de qualquer trabalho colaborativo.[19] A arrogância como negação da humildade bloqueia o reconhecimento de nossas carências e a aceitação do limite das nossas forças. Tanto no sentido de soberba quanto da negação da humildade, a arrogância impede que se tenha uma perspectiva equilibrada do poder perante todas as forças e fraquezas a que estamos sujeitos. Sem essa perspectiva há uma dificuldade de reconhecimento e aceitação das vantagens e benefícios do trabalho em conjunto. Devido a tudo isto, a arrogância pode vir a ser um dos maiores fatores de fracasso para o trabalho colaborativo. Inconstância Ser inconstante é então não ter firmeza na realização de uma intenção, nem capacidade de conservar a força e o poder de ação.[19] Inconstante é aquele que não consegue permanecer por muito tempo pensando sobre um mesmo trabalho, ou realizando um mesmo objetivo. A inconstância como a negação da persistência significa a falta de assiduidade e insistência com relação a algo que se está ligado por promessa ou dever.[19] A inconstância está ligada a renúncia, desistência e preguiça. Em qualquer um destes casos, o inconstante fere a lealdade. O inconstante não entra em sintonia com os desafios que se apresentam, e pode transformar a ansiedade da espera em uma angústia e desalento tão grande que impeça qualquer satisfação ou prazer da realização. Enquanto o persistente muda a abordagem em busca de aprimoramento, o inconstante muda a forma de falar, pensar ou fazer sem qualquer motivo plausível. Por todos estes motivos, acredito que não é preciso muito esforço para entender porque a inconstância é um fator crítico de fracasso para o trabalho colaborativo. 3
  4. 4. Colaboração Sinergística Deslealdade A deslealdade é típica das pessoas que não conseguem manter constância a qualquer promessa ou dever[20] relativo a grupos, instituições ou ideais. Ser um cidadão e um amigo leal significa agir com atenção e seriedade e não apenas estar sempre de acordo com o que foi estabelecido. Não se precisa gostar, nem ser amigo, daqueles a quem se é leal. A deslealdade impede qualquer intenção de preservar relacionamentos e reduzir riscos de decisões impulsivas com relação ao que se está ligado por algum voto de confiança. Em geral a deslealdade tem algum interesse pessoal por trás. Por isto, o desleal não consegue demonstrar apoio e colaboração de forma independente e isenta de interesses pessoais. Num trabalho colaborativo, pode haver deslealdade não só entre colaboradores como também relativa ao cumprimento das instruções e o respeito pelos canais hierárquicos da organização. Por tudo isto se pode dizer que a deslealdade pode botar a perder uma realização conjunta em andamento, sendo assim um fator crítico de fracasso para o trabalho colaborativo. Produto final do trabalho colaborativo Colaboradores que compartilham uma mesma visão, consideram os modelos mentais dos outros e se empenham com afinco e maestria, formam equipes de alto desempenho. Uma das características mais importante desses colaboradores é que eles começam pensando sobre como gostariam de terminar cada etapa do trabalho colaborativo e a partir daí mapeiam um caminho para chegar lá. Desta forma sentem-se sempre preparados para realizar o que der e vier em termos de colaboração, pois entendem os compromissos interdependentes. Entender compromissos significa certificar-se da compreensão dos detalhes e saber se todos conhecem suas responsabilidades e os obstáculos. Com isto é possível planejar as ações necessárias para realizar o trabalho e dar continuidade ao processo de colaboração. Um dos resultados mais importantes que se obtêm com o trabalho colaborativo é a formação de um espírito de sinergia. Esta sinergia, útil num determinado conjunto de tarefas, continuará existindo na mente de todos os componentes da equipe e será sempre útil quando houver necessidade de formação de outra equipe, ou houver necessidade de desenvolvimento de outro trabalho colaborativo. Diz-se então que se adotou o sinergismo como um modo de pensar e agir para realizar em conjunto algo melhor, com mais qualidade, ou algo que não se consegue em separado. Quanto mais 4
  5. 5. Sinergia Organizacional oportunidades de trabalho em conjunto maior a aprendizagem que aprimora, amplia e facilita o efeito da cooperação mútua. Sinergia No trabalho colaborativo, a Sinergia requer confiança e cooperação orientadas para produzir algo muito melhor do que se conseguiria com o somatório dos resultados em separado. Ou seja, a Sinergia é Muita diversidade diversidade a energia produzida quando se complementar Catálise Sinergia produz em conjunto algo mais explícita significativo do que o esforço Pouca isolado. Esta energia será tão diversidade diversidade Indiferença Cooperação maior quanto mais claro for o complementar explícita objetivo cooperativo, quanto Pouca explicitação Muita explicitação explicitação mais forte for a relação de de interesses ou de interesses ou interesses interesses confiança, e quanto maior for a semelhança semelhança semelhança objetividade das soluções inte- gradoras. Uma vez tomadas as decisões e realizadas as ações, a Sinergia, produzida na realização das tarefas relacionadas com as decisões, depende de quatro padrões de comportamento que enfatizam de forma diferente a confiança e a cooperação: indiferença, cooperação, catálise e sinergia. Indiferença O padrão indiferença ocorre quando não se pode contar nem com a semelhança nem com a diversidade complementar necessárias a um processo sinérgico. Também não há esclarecimento dos interesses, nem qualquer semelhança explícita na forma de operar ou realizar os processos, nem tampouco qualquer esforço para identificar diversidades que se complementem. Este é o caso de uma equipe multidisciplinar em que cada um se preocupa apenas em descobrir o mínimo que pode fazer com o que sabe sem dar a mínima atenção à competência dos outros ou à interdependência das tarefas. Neste caso, falta visão compartilhada e explicitação de modelos mentais. Cooperação O padrão cooperação ocorre quando através de esforço e dedicação os interesses são explicitados e as semelhanças afloram. Entretanto, como não se dá a mínima atenção à complementaridade das competências, o ganho com a interdependência das tarefas se limita à soma dos esforços para usar 5
  6. 6. Colaboração Sinergística habilidades semelhantes que é estimulado pelo reconhecimento dos interesses comuns. Este é o caso de uma equipe em que cada membro se preocupa apenas em explicitar seus interesses, deixando aflorar apenas as semelhanças na forma de atuar. Este é o caso do indivíduo que está tão a fim de cooperar que não se importa de realizar tudo sozinho, dando aos outros a ilusória sensação de situação vantajosa. Ilusória porque a equipe como um todo sai perdendo, pois o resultado apenas na base da cooperação será sempre inferior ao que se consegue quando se combina confiança e colaboração. Neste caso, há uma visão compartilhada, mas falta explicitação de modelos mentais Catálise O padrão catálise ocorre quando facilmente se percebe a complementaridade das diferenças inerentes a cada um dos componentes. Entretanto, nenhum esforço é feito para esclarecer os interesses e fazer com que aflorem as semelhanças. Este é o caso de uma equipe multidisciplinar em que todos têm consciência do valor da diversidade das competências, mas se perdem nos debates e discussões porque não visualizam o resultado do trabalho colaborativo como algo de interesse comum. Pouco pode ser feito enquanto não houver uma explicitação dos interesses e das semelhanças nas suas formas de atuar, ou seja o resultado da colaboração, mesmo que os modelos mentais estejam explicitados, será sempre inferior ao que pode ser conseguido quando houver uma visão compartilhada. Este é o caso do relacionamento entre fornecedor e cliente que percebem a natural complementaridade das diferenças entre quem necessita e quem tem a oferecer, mas perdem a chance de conseguir sinergia por não explicitarem seus interesses comuns, dentre os quais está o sucesso dos clientes de seus clientes. Com um pouco mais de reflexão compreenderiam que o volume de negócios em conjunto cresce na proporção do sucesso de terceiros que eles atendem direta ou indiretamente. Quando esta compreensão se completa eles se encaixam no padrão sinergia. Sinergia O padrão sinergia ocorre quando, além de se perceber com facilidade a diversidade complementar das competências, os envolvidos no processo sinérgico se esforçam para demonstrar seus interesses e identificar as similaridades entre eles. Este é o caso de uma equipe multidisciplinar em que existe uma visão, do que se espera do trabalho colaborativo, compartilhada por todos e estimulada pela explicitação dos diversos modelos mentais que mobilizam os colaboradores que compõem a equipe. Este é o caso de uma 6
  7. 7. Sinergia Organizacional brigada de incêndio em que cada um conhece os limites da competência do outro e todos saem compartilhando a visão inspiradora de salvar vidas e patrimônios ameaçados pelo fogo. É também o caso de uma equipe de projeto que aproveita a multidisciplinaridade dos colaboradores para realizar uma visão exaustivamente compartilhada por todos desde o momento da concepção do projeto, sendo ratificada pelos principais interessados no resultado ao longo de todos os estágios do desenvolvimento. Término do processo colaborativo Talvez uma das grandes dificuldades enfrentadas no trabalho colaborativo ocorra quando o projeto termina. Em muitos casos, surge uma vontade de elaborar outro projeto que aproveite a competência desenvolvida ao longo do tempo em que a equipe se formou. Entretanto, muitas vezes, grande parte do sucesso do projeto finalizado aconteceu em função de uma Sinergia criada muito mais pela diversidade cultural do que pela afinidade de interesses. Por isto, o alinhamento conquistado com a formação da equipe não constitui vantagem, e dependendo do caso pode até ser uma desvantagem para enfrentar um novo projeto. Sendo assim, temos que admitir desde o início que o relacionamento colaborativo vai um dia terminar, pois em geral, as colaborações são pragmáticas e orientadas para uma meta que uma vez atingida a necessidade de colaboração some. Neste sentido, as colaborações bem sucedidas estão mais para entrevistas do que para romances. Uma vez que o objetivo tenha sido atingido, ou a tarefa tenha sido um sucesso, ou o novo produto tenha atingido grande margem de participação no mercado, a colaboração normalmente acaba. Tudo se passa como se a relação de colaboração fosse dependente da tarefa e raramente a tarefa dependesse do relacionamento colaborativo.[14] A maioria das colaborações tem um momento de fim e aquele grupo que se formou e se integrou tão bem, só voltará a se reunir quando houver outro motivo semelhante. Contudo dificilmente isto acontecerá com os mesmos componentes. Isto porque cada colaborador da equipe anterior pode estar agora compondo outras equipes com interesses bastante diferentes. Eles podem estar em regiões diferentes ou em organizações distintas para realizar projetos sem qualquer correlação. Possivelmente, com isto, os objetivos técnicos, científicos, pessoais e profissionais de cada um passam a ser outros bem diferentes. 7
  8. 8. Colaboração Sinergística Conclusões Na sociedade do conhecimento, a conquista do sucesso está cada vez mais dependente de um equilíbrio entre confiança e colaboração. A grande contribuição dos esforços colaborativos, tanto para melhorar os negócios quanto para o bem social, surge quando ocorre sinergia fruto do propósito unificado, boa comunicação, e realização de compromissos assumidos. Sendo assim, uma das tarefas mais importantes do líder talvez seja garantir que cada parte compreenda os interesses da outra e esteja consciente do que ganha com a colaboração. E cada um ganha a perspectiva de continuar interagindo no futuro para realizar um trabalho sinérgico. Um dos resultados mais importantes que se obtêm com o trabalho colaborativo é a formação de um espírito de sinergia. Este por sua vez depende de confiança e cooperação orientadas para produzir algo muito melhor do que se conseguiria com o somatório dos resultados em separado. Entretanto, muitas vezes, grande parte do sucesso do projeto finalizado aconteceu em função de uma Sinergia criada muito mais pela diversidade cultural do que pela afinidade de interesses. Tudo se passa como se a relação de colaboração fosse dependente da tarefa e raramente a tarefa dependesse do relacionamento colaborativo. Trecho do livro “Sinergia Fator de Sucesso nas Realizações Humanas” Sérgio Lins editado pela Campus-Elsevier em 2005 Referências [06] GERZON, Robert. Encontrando serenidade na era da ansiedade. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 1997. [14] SCHRAGE, Michael. Shared Minds: The New Technologies of Collaboration. New York: Random House, 1990. [19] BARROSO, Ellery Girão. Dicionário Aurélio Eletrônico. Rio de Janeiro: Lacerda & Geiger, 1996. [20] Language Master LM 2200. The Proximity Merriam-Webster Concise Electronic Dictionary. New Jersey: Franklin Electronic Publishers, 1990. Acompanhe - http://twitter.com/teamwrk 8

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