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  1. 1. Jc Repórter JC Abuso de autoridade Lamentável e sem necessidade a ação de um policial militar que, abusando da autoridade que julga possuir, tentou impedir que a repórter fotográfica Michele Souza, deste JC, realizasse o seu trabalho. Durante protesto de moradores de Peixinhos (Olinda) no terminal rodoviário de Xambá, 2ª feira, a jornalista foi ameaçada de prisão e recebeu ordens para deletar foto do PM que estava sem identificação. Não é a primeira vez que esse tipo de coisa acontece, mas já está na hora de parar. Trata-se de uma ação intimidatória inadmissível em tempos de democracia e estado de direito. Da mesma forma como se critica o uso de máscaras para praticar vandalismo, condenável é a polícia não se identificar na hora de agir em defesa da lei, sua obrigação precípua. Pior ainda é querer impedir a imprensa de registrar tais irregularidades. CIDADES Uso de máscara não é crime, diz MPPE Publicada em 28/08/2013 MANIFESTAÇÃO Procurador-geral de Justiça avisa que não existe previsão legal para impedir a presença de pessoas mascaradas em atos públicos. Polícia não pode reprimir "Quem disse que usar máscara é crime não conhece o Código Penal." A declaração dada ontem pelo procurador-geral de Justiça, Aguinaldo Fenelon, deixou claro o posicionamento oficial do Ministério Público de Pernambuco sobre a proibição do uso de máscaras em manifestações públicas. O procurador foi categórico ao afirmar que não existe nenhuma previsão legal para impedir a presença de pessoas mascaradas, de forma pacífica, em atos públicos. Ele chegou a brincar com o assunto: "É até muito bonita uma máscara. Eu não vejo crime nenhum nisso." A proibição havia sido determinada, na semana passada, pelo secretário de Defesa Social, Wilson Damázio, que ontem preferiu silenciar e, por meio de sua assessoria de imprensa, disse que não ia se pronunciar sobre a postura do Ministério Público.
  2. 2. JC NAS RUAS À espera da PM A assessoria da SDS informou que delegou à Polícia Militar a tarefa de responder se os policiais serão obrigados a usar a identificação na farda no policiamento durante os dias de protesto. Mas a PM, até o momento, não se pronunciou. Aguinaldo Fenelon garantiu que o manifestante tem a proteção da lei para usar máscaras e, se a polícia impedir, quem vai estar cometendo crime é o policial. "Quem for mascarado de forma pacífica deverá ter o respeito das autoridades. O agente que não respeitar esse direito legal vai estar cometendo abuso de poder", afirmou o procurador- geral, garantindo que os possíveis excessos serão apurados pelo Ministério Público. Fenelon deu as declarações após reunião com membros da Frente de Luta pelo Transporte Público, ontem, na sede do MPPE. "Não há porque proibir desde que a pessoa não esteja praticando um ato ilícito, como portar coquetéis molotov, pedras ou qualquer tipo de arma. Isto sim configuraria a necessidade de revista e um crime", explicou. Um dos representantes do movimento em defesa do passe livre, Pedro Josephi, disse que a decisão de Damázio é uma "aberração jurídica" e a postura do Ministério Público expõe o equívoco da SDS. "Há protestos no País inteiro e nenhum outro Estado tomou uma decisão como esta. Todos nós sabíamos que o secretário estava errado. O MP mostrou que qualquer prisão efetuada pelo simples fato de alguém estar com máscara será ilegal e arbitrária", afirmou Josephi. Hoje o MPPE deverá emitir um documento com recomendações para a SDS sobre o uso das máscaras e a atuação dos policiais em futuras manifestações. "Vamos orientar para que as vistorias sejam direcionadas às pessoas que estejam com indicativo de prática de crime", informou o promotor de Direitos Humanos da Capital, Maxwell Vignoli. O promotor esclareceu que a proibição das máscaras ficou só no discurso do secretário. "A assessoria jurídica da SDS ou a Procuradoria do Estado jamais poderiam formalizar uma decisão como essa porque ela não tem amparo legal." A recomendação do MPPE deverá sair antes do Baile de Máscaras, que está sendo organizado pelos manifestantes para ironizar a decisão de Damázio. O protesto será amanhã em frente à sede da SDS, a partir das 15h. ESPORTES (Des)Organização O histórico duelo entre Náutico e Sport poderia chamar atenção por ser o primeiro jogo oficial entre os clubes fora do Recife. A primeira vez do Clássico dos Clássicos na nova arena. A partida que indicará o representante de Pernambuco na fase internacional da Copa Sul-Americana. Ou a reabilitação de um dos dois. Mas ficará marcado pela desorganização
  3. 3. do poder público, que tanto defendeu a construção do estádio em São Lourenço da Mata, até bancando financeiramente boa parte do projeto. Tudo pelo conforto da população. Só se esqueceu de mencionar que a comodidade seria apenas do lado interno da praça esportiva. Parece até brincadeira de mau gosto, quando Governo do Estado e Metrorec firmam parceria e colocam trens expressos para levar torcedores rubro-negros e alvirrubros de diferentes estações até a Arena Pernambuco. Ótimo. Tiveram atitude. Só que esqueceram a volta. E não pensaram na consequência dela. O clássico acaba perto de meia-noite. Mas o Metrô fecha às 23h. Poderia estender o horário, como fez no Maior Show do Mundo. Mas não quer ser alvo de possíveis vandalismos. Bateu o pé e vai deixar o mesmo torcedor que levou até a Arena por lá. Que se vire. Num lugar afastado, inseguro e escuro. A Polícia Militar poderia ajudar, reforçando o policiamento nas estações. Mas nem sequer houve reunião para tentar resolver isso. Num confronto marcado há pelo menos um mês! Tolerância zero para "infiltrados" Publicada em 28/08/2013 A venda de ingressos para o clássico revelou mais uma vez o lado violento das torcidas organizadas. Ontem, integrantes da Fanáutico fizeram ameaças, via Twitter, aos torcedores que compraram tíquetes para as arquibancadas destinadas aos timbus e não comparecerem com a camisa do time alvirrubro. As ameaças foram feitas porque, após poucas horas de vendas, anteontem, as 2.000 entradas do Sport acabaram, e os leoninos começaram a se mobilizar, por meio das redes sociais, para comprar bilhetes separados para os anfitriões. A atitude inflamou os ânimos da Fanáutico, que começou a postar avisos de acertos de conta. A sequência de tuitadas foi aberta com a seguinte mensagem: "Estamos sabendo que a torcida do Ex-port está comprando ingressos para nossos setores! Não vamos permitir, o bambu vai gemer. TJF". Recado seguido por outro que expõe o mesmo estilo. "Pedimos que quem for para o jogo amanhã vá com camisa do Náutico, quem estiver sem camisa vai ser enquadrado e se gaguejar já sabe". As publicações revelam hostilidade. Entretanto, Fabiano Silva, presidente da Fanáutico, afirmou que a conta utilizada não possui ligação com a atual diretoria da organizada. "Nosso único canal em redes sociais é o grupo no Facebook chamado GRTO Jovem Fanáutico. O Twitter não é oficial", resumiu. Apesar da declaração de Fabiano, o perfil representa a torcida no microblog. A própria polícia tem monitorado a publicação, mas o coronel Gilmar de Araújo Oliveira, um dos
  4. 4. responsáveis pelo policiamento no estádio, disse não acreditar em conflitos motivados por leoninos "infiltrados". "É uma hipótese remota. Não tem cabimento os rubro-negros invadirem a área do Náutico", analisou. Segundo o coronel, qualquer ato que comprometa a ordem no estádio terá intervenção policial. Isso vale para um torcedor do Sport que entre no setor do Náutico vestindo uma camisa do Leão ou até mesmo para leoninos com roupas neutras, mas que se expressem de forma a provocar a torcida mandante. Comemorar um gol ou cantar o grito de guerra leonino são exemplos de atos que não serão tolerados. "Caso um rubro- negro na área alvirrubra comemore ou provoque os rivais, ele será detido e levado para o Juizado do Torcedor para responder pelo seu ato", garantiu.

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