37º Congresso Brasileiro de Medicina Farmacêutica | Dra. Gabriela Tannus

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A Crescente Importância da ATS (Avaliação de Tecnologias em Saúde)

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37º Congresso Brasileiro de Medicina Farmacêutica | Dra. Gabriela Tannus

  1. 1. Temas estratégicos em Medical affairs XXXVII Congresso Brasileiro de Medicina Farmacêutica São Paulo, 18 de Agosto de 2014 A crescente importância da ATS
  2. 2. Gabriela Tannus Branco de Araujo, MSc •Economista •MestreemCiênciasdaSaúde •PresidentedocapítuloBrasileirodaISPOR–InternationalSocietyforPharmacoeconomicsandOutcomesResearch •Chair2012–2014doConsórcioLatinoAmericanodaISPOR •PesquisadoraeProfessoraconvidada–Nucleodeavaliaçãodetecnologiasemsaúdedamulher-NATS_MUNIFESP •SeniorPartner–AXIA.BIO–GrupoprivadoBrasileiroespecializadoemATSepesquisadedesfechos •Atuaçãoprofissionalnaindústriafarmacêuticade1995a2003
  3. 3. No consultório “Paciente de 57 anos, hipertenso, diabético, dislipidêmico, apresenta piora recente da frequência e intensidade dos episódios de dor precordial aos esforços. O cardiologista que o assiste decide submetê-lo a estudo cinecoronariográfico para a avaliação da conduta terapêutica. O exame revela lesão proximal de artéria descendente anterior, com 90% de obstrução, passível de tratamento por angioplastia coronária. O paciente apresenta importantes fatores de risco para doença arterial coronariana e apresenta um alto risco para reestenoseprecoce. Diante desse cenário, o cardiologista indica o procedimento de angioplastia coronariana com colocação de stentcom rapamicina, porém a rede pública de saúde não oferece esta modalidade de stent. O paciente é funcionário público aposentado, não possui plano de saúde privado e a renda familiar é de 6 salários mínimos mensais. O paciente economizou, ao longo de sua vida, certa quantia para proporcionar-lhe segurança em sua aposentadoria. A opção pelo implante do stentcom rapamicinaexigirá o comprometimento de toda a quantia poupada pelo paciente. O médico deve decidir sobre questões importantes, que transcendem a esfera clínica” ViannaD, MesquitaET. Revistada SOCERJ. Vol16 No 4. Out/Nov/Dez2003
  4. 4. Na sociedade médica Tecnologia: Stents farmacológico Indicação: Doença Arterial Coronariana (DAC) Demandante: Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista Recomendação: •Considerando as evidências avaliadas para um subgrupo específico, a CONITEC recomendou a incorporação dos stents farmacológicos para as intervenções endovasculares cardíacas e extracardíacas •Pacientes diabéticos e com lesões em vasos finos (lesões de calibre inferior a 2,5 mm e extensão maior do que 18 mm) •Condicionada ao mesmo valor de tabela do stent convencional, que é R$ 2.034,50.
  5. 5. Na sociedademédica2 Fonte: http://sbhci.org.br/a-contribuicao-da-sbhci/
  6. 6. Contribuição da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionistaà Consulta Pública No 08/2014 da CONITEC, acerca da incorporação do stentfarmacológico para o tratamento da doença arterial coronariana (DAC) Trechos que motivaram a contribuição da sociedade (documento completo disponível no site da SBHCI): “2.) Nesse contexto, pretende-se deixar bem claro que a SBHCI concorda com a recomendação da CONITEC no sentido de que o stentfarmacológico (SF) deve ser incorporado no SUS para o tratamento de pacientes diabéticos com vasos finos, e que sejam acometidos pela doença arterial coronariana, elegíveis para intervenção coronária percutânea, uma vez que se trata de indicação que encontra suporte suficiente na literatura médica.” “3.) No entanto, esta Sociedade discorda veementemente da restrição da incorporação das demais subclasses de indicações e reitera a conclusão do estudo que apresentou ao pleitear a incorporação dos stentsfarmacológicos perante a CONITEC ” Fonte: Contribuição da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionistaà Consulta Pública No 08/2014 da CONITEC, acerca da incorporação do stentfarmacológico para o tratamento da doença arterial coronariana (DAC). Dcumento público disponibilizado na URL: http://sbhci.org.br/a-contribuicao-da-sbhci/ http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/lei…nisterio/259-sctie-raiz/dgits-raiz/conitec/l2-conitec/8777-propostas Consulta em 24/07/2014 Após a Consulta publica
  7. 7. Nem tudo que é novo inova….ou é viável Harvard Business review July-August 2014
  8. 8. Quem, de forma direta ou indireta, participa na decisão em saúde no Brasil?
  9. 9. Avaliação de tecnologias em saúde (ATS) Um conjunto de métodos que estuda as consequências de curto, médio e longo prazos da aplicação de uma tecnologia de cuidados à saúde Medicamentos Correlatos Materiais Diagnósticos
  10. 10. ATS Revisão da literatura para avaliação dos resultados clínicos e sua significância Políticas de saúde, objetivos e necessidades Alternativass terapêuticas atualmente disponíveis no sistema Necessidades logísticas para incluir a nova tecnologia no sistema: Exames, equipamentos e treinamento Análise econômica Análise de impacto orçamentário Sustentabilidade: Produção local OU transferência de tecnologia Processo de incorporação de novas tecnologias em saúde Adaptado de: Evidências aplicadas a processos de registro, autorização de preço e incorporação de novos medicamentos no SUS. Available in:http://portal.saude.gov.br/portal/saude/Gestor/visualizar_texto.cfm?idtxt=38572&janela=1
  11. 11. Acesso ao mercado • Fonte pagadora pública e suplementar Marketing • Material promocional • Planejamento estratégico Comercial • Padronizações • Negociações regionais Um projeto de ATS bem conduzido
  12. 12. Medical affairs e ATS •A base da ATS é a literatura científica e o que ela nos diz –Qualidade da informação –Adequação ao ambiente de saúde local –“História médica” do mercado •Casos onde se identifica a necessidade da condução de estudos locais (experimentais ou observacionais) –Desenho e condução de estudos adequados a regulamentação local •Bases de dados •Pesquisa clínica •Validação médica da base de argumentação e estudos econômicos –História natural da doença –Qualidade da literatura –Líderes de opinião •Relacionamento médico –Sociedades medicas –Universidades –Consultas públicas
  13. 13. Diretrizes Brasileiras
  14. 14. Boas práticas em pesquisa -ATS http://www.ispor.org
  15. 15. Obrigada pela sua atenção! gabriela.tannus@axia.bio.br www.axia.bio.br Miami 200 South Biscayne Boulevard –suite 2790 Miami –FL -USA São Paulo RuaPascal, 1.239 São Paulo –SP -Brasil

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