Eae aula 5 - Constituição Geografica da Terra

1.364 visualizações

Publicada em

Aula Destinada às Escolas de Aprendizes do Evangelho

Publicada em: Espiritual
0 comentários
3 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.364
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
8
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
104
Comentários
0
Gostaram
3
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Eae aula 5 - Constituição Geografica da Terra

  1. 1. Expurgos periódicos até o Dilúvio de Nóe. CONSTITUIÇÃO GEOGRÁFICA DA TERRA Aula 4
  2. 2. AS TRANSFORMAÇÕES GEOLÓGICAS E RACIAIS Desde o início de sua formação geológica, o globo terrestre tem sofrido inumeráveis transformações que continuam a se dar até os nossos dias. Realmente, ainda não há muito tempo, no Oceano Pacífico houve uma catástrofe marítima tendo desaparecida uma ilha no arquipélago de Sunda; em função dessas ações da natureza, terras surgem e desaparecem no mar e os próprios continentes aumentam e diminuem de extensão produzindo prejuízos, às vezes consideráveis, à humanidade.
  3. 3. No dia 27 de Agosto de 1883, a ilha de Krakatoa ou Cracatoa (em indonésio: Krakatau), localizada no estreito de Sunda, entre as ilhas de Sumatra e Java, na Indonésia, desapareceu quando o vulcão de mesmo nome, no monte Perboewatan - supostamente extinto - entrou em erupção. É considerada a erupção vulcânica mais violenta que o homem moderno já testemunhou
  4. 4. A sucessão de erupções e explosões durou 22 horas e o saldo foi de mais de 37 mil mortos. Sua explosão atirou pedras a aproximadamente 27 km de altitude e o som da grande última explosão foi ouvida a cinco mil quilômetros, na ilha de Rodrigues, tendo os habitantes ficado surpresos com o estrondo, supondo significar uma batalha naval. Os barógrafos de Bogotá (próximo à antípoda do local da explosão) e em Washington enlouqueceram. O barulho chegou também até Austrália, Filipinas e Índia.
  5. 5. Porém, vamos aqui falar somente das transformações de vulto, que serviram de causa à eliminação de grandes massas da população do globo e tenderam a estabilizar sua atual constituição. A descrição geográfica que vamos fazer é a existente nos tempos narrados pelo Velho Testamento, no período que vai da formação do globo até o Dilúvio chamado de Noé e que abrange enorme extensão de tempo.
  6. 6. Deixaremos de lado as transformações havidas durante o tempo em que o globo ainda não estava habitado pelo homem, visto que estas não influciaram diretamente na sua evolução, mas tomaremos o globo quando era habitado pelos homens dos fins da Segunda e o princípio da Terceira Raça que, conquanto ainda bárbaras, já apresentavam apreciáveis condições de inteligência.
  7. 7. No Oriente existiam: (Fig. 1) a) O grande continente da Lemúria, que se estendia das alturas de Madagáscar para leste e sul cobrindo toda a região hoje ocupada pelo Oceano Índico, até a Austrália e prosseguindo para leste, cobrindo a atual região da Polinésia; b) A Ásia, terminando ao sul pelos Himalaias, estendendo-se, a leste, Pacífico adentro e terminando a oeste em um grande mar que subia do sul para o norte até o Oceano Ártico. No Ocidente haviam: Linha do Equador Fig. 1 O mundo era então muito diferente do que é hoje.
  8. 8. a) O continente da Atlântida, que se desenvolvia, de norte a sul, em grande parte da região hoje ocupada pelo oceano que lhe herdou o nome; b) As terras da parte superior da América do Norte que lançavam um braço para leste e outro para oeste na direção do Pacífico; c) O continente Hiperbóreo - Situado na região hoje tomada pelo Oceano Ártico, a partir da Groenlândia para leste em toda a largura da atual Europa.
  9. 9. Além destes continentes, a tradição religiosa do mundo acusava a existência de um outro, chamado o 1° Continente, Terra Sagrada, Terra dos Deuses, Berço do Mundo, Berço do 1° Adão, etc., e que realmente era uma referência mística à Capela, de onde foram desterradas para aqui ondas sucessivas de exilados, espíritos rebeldes expulsos daquele astro por terem se tornado incompatíveis com a sua adiantada civilização espiritual. Esse continente sagrado era o paraíso perdido para onde esses espíritos voltariam após a dolorosa encarnação na Terra. “E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado”. Gênesis 2:8
  10. 10. Esses continentes eram todos habitados por homens da Terceira Raça, que neles acabara de fazer sua aparição sucedendo a Segunda, composta de homens tão próximos aos símios que com estes se confundiam perfeitamente. Assim, estavam eles distribuídos : Na Lemúria - havia os rutas, homens de pele escura, antepassados dos hindus, semi-animalizados. Na Ásia - os mongóis, homens de pele amarelada. Na Atlântida - os atlantes, homens vermelhos - homens da terra, cor de barro, por serem bronzeados, na maior parte.
  11. 11. Mas como esses povos ainda careciam de ajuda, foi decidido no Espaço que se encaminhasse para a Terra levas de espíritos de Capela, porque lá, se utilizando dos poderes espirituais que possuíam, tentaram revoltar-se contra as leis divinas desviando seus irmãos do caminho reto; espíritos tentadores, chamados luciferinos. Esses Espíritos é que foram trazidos para cá, para ajudar no desevolvimento do nosso planeta e das condições dos que aqui habitavam.
  12. 12. Foi assim que o grande continente da Lemúria passava a agasalhar o núcleo mais poderoso de homens da Terceira Raça. Como já falamos anteriormente, eram homens escuros, robustos, peludos, de braços longos, muito parecidos ainda com os símios, porém já muito afastados destes, no que respeita ao uso da inteligência; os antigos da nossa era os chamavam de preselenitas (pré-selenitas) porque no seu tempo ainda não havia surgido a Lua como satélite da Terra.
  13. 13. Porém esse continente afundou-se nas águas, onde pereceram milhões de seres, com exceção de alguns milhares que se salvaram refugiando-se: no sul da Ásia, que com o cataclismo se levantou; na parte sul, mais tarde chamada Austrália e nas inumeráveis ilhas que sobraram com a fragmentação do continente antes do afundamento, sendo que outros milhares também conseguiram ganhar as costas da África, na parte que já existia nessa época.
  14. 14. Com esse afundamento houve grandes alterações no globo: (Fig. 2) a) Completou-se o levantamento da parte sul da Ásia; b) O mar que existia a oeste deste continente refluiu para norte e sul e, em seu lugar, levantou-se uma terra nova, formando então: 1) A Europa. 2) A Ásia Menor. 3) Com o aumento da África, em seu centro formou-se um mar interno que foi chamado pelos antigos de Mar Tritônio.
  15. 15. Formando-se o resto do Continente Americano. No local do afundamento as partes mais altas formaram ilhas (Antilhas) Formaram-se os Alpes na Europa. Rompeu-se o istmo que ligava a Europa à África. Abrindo-se o Estreito de Gibraltar Com esse movimento secou o Mar Tritônio, ficando em seu lugar o Deserto do Saara.
  16. 16. Após essas movimentações e o consequente expurgo dos Espíritos que não se ajustaram a nova orbe outra leva de Capelinos foram enviados à Terra
  17. 17. Quarta Raça Eles encarnam na Atlântida;;;;; Eram homens Grandes, cor de cobre, adoradores do Deus Posseidon e do Sol; Possuíam grande saber político e econômico, por isso dominaram o mundo existente; Deles surgiram os principais povos: Semitas, Toltecas, Turanianos, Tlavatis e Mongóis; Tornaram-se ambiciosos, violentos e ligados a magia negra... Em função desse comportamento um novo expurgo se tornou necessário –Veio então o Segundo Grande Expurgo. Novas ocorrências climáticas e geológicas surge para que pudesse acontecer esse Grande expurgo, assim:
  18. 18. 4 ou 5 mil anos após, a Pequena Atlântida também afundou. O Oceano invadiu as partes baixas entre a Europa, a Ásia Menor e a África, formando-se o Mediterrâneo. Terminou o levantamento da África ao norte e ocidente. Como o afundamento foi lento, muitos se salvaram, refugiaram-se na América (Astecas, Maias e Toltecas), na África (Fenícios, Hebreus e Egípcios), na Europa (Gauleses e Celtas) e no Hiperbóreo (formadores da 5ª Raça). O Impacto dessas migrações foi muito grande, propiciando uma melhora geral nos povos da Terra.
  19. 19. Quinta Raça Instalando-se entre Hiperbóreos, os atlantes constituíram para eles forte fator de progresso, elevando suas conquistas nos diversos ramos de suas atividades; transformando o tipo fundamental biológico hiperbóreo por efeito do clima, dos costumes e dos cruzamentos com os tipos-base, já previamente selecionado pelos guias da evolução planetária, auxiliares do Cristo; foram fixados os elementos etnográficos fundamentais e definitivos do homem branco, de porte elegante, cabelos loiros, olhos azuis e rosto de feições mais delicadas. Ocorreu nessa época um processo de intenso resfriamento, como já sucedera outras tantas vezes na Terra, tornando toda a região hiperbórea inóspita e inadequada à manutenção da vida humana. Este fato obrigou seus habitantes a migrarem em massa e quase repentinamente para o sul, invadindo o centro do planalto europeu, procurando aí estabelecer-se, com seus animais domésticos e seus rebanhos.
  20. 20. Estabelecendo-se no centro da Europa, os hiperbóreos não puderam, entretanto, ali permanecer definitivamente; defrontam-se com os homens da raça negra que subiam da África chefiados por conquistadores aguerridos e violentos, cujos estandartes traziam estampada a figura de um Touro, símbolo da força bruta e da violência. Parecia inevitável um choque sangrento, que foi, entretanto sustado pela intervenção dos poderes espirituais que polarizaram suas forças em Rama - o primeiro dos grandes enviados históricos do Divino Mestre Jesus - permitindo que ele conquistasse grande prestígio entre as massas formadas pelos homens brancos.
  21. 21. Visavam, assim, os dirigentes do Alto preservar aquelas espécimes brancas que já traziam consigo valiosas conquistas, portadoras que eram de uma civilização mais avançada e tão laboriosamente selecionada. Assim, levantando o estandarte do Cordeiro - símbolo da paz e renúncia - Rama conduziu os homens brancos para os lados do Oriente, que invadindo a índia, pela Pérsia, desalojaram os descendentes dos Rutas primitivos e aí se estabelecendo o tronco da Quinta Raça Mãe, sob o nome de Árias.
  22. 22. Fim

×