CICLOS VITAIS                           Principais desenvolvimentos                    nos oito períodos do ciclo de vida ...
Ø   Interesse por outras crianças aumenta.                    SEGUNDA INFÂNCIA(DE 3 A 6 ANOS)PRINCIPAIS DESENVOLVIMENTOS  ...
PRINCIPAIS DESENVOLVIMENTOS     Saúde física atinge o máximo, depois cai ligeiramente.  Ø   Habilidades cognitivas assume...
LIVRO CICLO DA VIDA     Gestação, Parto e Puerpério     O Bebê e os Pais     O Ciclo Vital da Família     A Criança de...
   Negação: evitar a percepção de algum aspecto doloroso da      realidade, negando dados sensoriais. Afeta mais a percep...
   Intelectualização: controle dos afetos e dos impulsos pensando       sobre eles, mas não os experimentando.      Isol...
dinheiro e visitas e quando um dos pais começa a namorar;7. quando se comemoram aniversários, formaturas e outros aconteci...
   Buscar ajuda na comunidade;      Praticar exercícios, manter uma atividade física regular.                    TAREFAS...
nenhuma doença familiar para o médico.      A descrição do sintoma parece exagerada ou afetada, eimagens floridas são emp...
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Ciclos vitais

  1. 1. CICLOS VITAIS Principais desenvolvimentos nos oito períodos do ciclo de vida Faixa etária Estágiopré-natal(concepção até nascimento) Primeira infância(nascimento até 3 anos)  Segunda infância(3 a 6 anos)  Terceira infância(6 a 12 anos)  Adolescência(12 a 20 anos)  Jovem adulto(20 a 40 anos)  Meia-idade(40 a 65 anos)  Terceira idade(65 anos em diante) ESTÁGIO PRÉ-NATAL(CONCEPÇÃO ATÉ NASCIMENTO)PRINCIPAIS DESENVOLVIMENTOS Formação da estrutura e órgãos corporais básicos. O crescimento físico é o mais rápido de todos os períodos Ø Grande vulnerabilidade às influências ambientais. PRIMEIRA INFÂNCIA(NASCIMENTO ATÉ 3 ANOS) PRINCIPAIS DESENVOLVIMENTOS O recém-nascido é dependente porém competente. Ø Todos os sentidos funcionam no nascimento. Crescimento físico e desenvolvimento das habilidades motoras são rápidos. Ø Capacidade de aprender e lembrar está presente, até mesmo nas primeiras semanas de vida. Ø ØCompreensão e fala se desenvolvem rapidamente. Ø Autoconsciência se desenvolve no segundo ano. Ø Apego aos pais e a outros se forma aproximadamente no final do primeiro ano de vida.
  2. 2. Ø Interesse por outras crianças aumenta. SEGUNDA INFÂNCIA(DE 3 A 6 ANOS)PRINCIPAIS DESENVOLVIMENTOS Força e habilidades motoras simples e complexas aumentam. Comportamento é predominantemente egocêntrico, mas a compreensão da perspectiva dos outros aumenta. Imaturidade cognitiva leva a muitas idéias ilógicas acerca do mundo. Brincar, criatividade e imaginação tornam-se mais elaborados. Ø Independência, autocontrole e cuidado próprio aumentam.Ø Ø ØFamília ainda é o núcleo da vida, embora outras crianças comecem a se tornar importantes.Ø TERCEIRA INFÂNCIA(DE 6 A 12 ANOS)PRINCIPAIS DESENVOLVIMENTOS Crescimento físico diminui. Força e habilidades físicas se aperfeiçoam. Egocentrismo diminui. Crianças passam a pensar com lógica, embora predominantemente concreta. Memória e habilidades de linguagem aumentam. Ganhos cognitivos melhoram a capacidade de tirar proveito da educação formal. Auto-imagem se desenvolve, afetando a auto-estima. Amigos assumem importância fundamental ADOLESCÊNCIA(DE 12 A 20 ANOS)PRINCIPAIS DESENVOLVIMENTOS Ø Mudanças físicas são rápidas e profundas. Ø Atinge-se a maturidade reprodutiva. Ø Capacidade de pensar abstratamente e usar o pensamento científico se desenvolve. Ø Egocentrismo adolescente persiste em alguns comportamentos. Ø Busca de identidade torna-se fundamental. Ø Grupos de amigos ajudam a desenvolver e testar a auto-imagem. Ø Relacionamento com os pais geralmente é bom. ADULTO(DE 20 A 40 ANOS)
  3. 3. PRINCIPAIS DESENVOLVIMENTOS  Saúde física atinge o máximo, depois cai ligeiramente. Ø Habilidades cognitivas assumem maior complexidade. Ø Decisões sobre relacionamentos íntimos são tomadas. Ø A maioria das pessoas se casa; a maioria tem filhos. Ø Escolhas profissionais são feitas. MEIA- IDADE(DE 40 A 65 ANOS)PRINCIPAIS DESENVOLVIMENTOS  Ocorre certa deterioração da saúde física, e declínio da resistência e perícia. Mulheres entram na menopausa. Ø Sabedoria e capacidade de resolução de problemas práticos são acentuadas; capacidade de resolver novos problemas declina. Ø ØSenso de identidade continua a se desenvolver. Dupla responsabilidade de cuidar dos filhos e pais idosos pode causar estresse. Ø ØPartida dos filhos tipicamente deixa o ninho vazio. Ø Para alguns, sucesso na carreira e ganhos atingem o máximo; para outros ocorre um esgotamento profissional. Ø Busca do sentido da vida assume importância fundamental. Ø Para alguns, pode ocorrer a crise da meia-idade. TERCEIRA IDADE(DE 65 ANOS EM DIANTE)PRINCIPAIS DESENVOLVIMENTOS  A maioria das pessoas é saudável e ativa, embora a saúde e a capacidade física declinem um pouco. Ø Retardamento do tempo de reação afeta muitos aspectos do funcionamento. Ø A maioria das pessoas é mentalmente ativa. Embora a inteligência e a memória possam se deteriorar em algumas áreas, a maioria das pessoas encontra modos de compensação. Ø Aposentadoria pode criar mais tempo para o lazer mas pode diminuir as rendas. Ø As pessoas precisam enfrentar perdas em muitas áreas (perdas de suas próprias faculdades, perda de afetos) e a iminência de sua própria morte.
  4. 4. LIVRO CICLO DA VIDA Gestação, Parto e Puerpério O Bebê e os Pais O Ciclo Vital da Família A Criança de 0 a 3 anos A Criança Pré-Escolar A idade Escolar: Latência (6 a 12 anos) A Puberdade A Adolescência Adultos Jovens, seus Scripts e Cenários Idade Adulta: Meia-Idade A Velhice A Morte: Última Etapa do Ciclo Vital O NEURÔNIO  O neurônio é a unidade funcional do cérebro.  Um neurônio pode receber milhares de conexões sinápticas de outros neurônios, uma vez que o cérebro humano apresenta, aproximadamente, 10 neurônios.  Calcula-se que o número total de genes do DNA humano chegue a 100.000. Desses, talvez 50.000 sejam funcionais exclusivamente no cérebro, o que sugere a enorme complexidade do controle genético sobre o cérebro e seu desenvolvimento. Crise Psicossocial Estágios Confiança Básica X Desconfiança I. Sensório-Oral (Infância) Autonomia X Vergonha, Dúvida II. Anal-Muscular Iniciativa X Inferioridade III. Genital-Locomotor Atividade X Inferioridade IV. Latência (Idade escolar) Identidade X Confusão de Identidade V. Puberdade e Adolescência Intimidade X Isolamento VI. Adulto Jovem Generatividade X Estagnação VII. Adulto Integridade de Ego X Desespero MECANISMOSDEDEFESAI -DefesasNarcísicas
  5. 5.  Negação: evitar a percepção de algum aspecto doloroso da realidade, negando dados sensoriais. Afeta mais a percepção da realidade externa do que da realidade interna. Não é necessariamente psicótica, podendo estar a serviço de objetivos adaptativos ou neuróticos.  Projeção:perceber e reagir a estímulos internos inaceitáveis e seus derivados como se estivessem fora do self (eu). Pode levar a delírios francos sobre a realidade externa, usualmente de cunho persecutório; inclui tanto a percepção de seus próprios sentimentos em outros como agir em função dessa percepção.  Distorção:reformular grosseiramente a realidade externa no sentido de enquadrá-la aos desejos internos, podendo incluir crença irreal megalomaníaca, alucinações e delírios, utilizando sentimentos delirantes de superioridade ou autoridade.II - DefesasImaturas  Atuação (acting-out):expressão direta de um desejo ou pulsão inconsciente para evitar a consciência do afeto associado a eles. A fantasia inconsciente é vivida de modo impulsivo, gratificando mais o impulso do que a sua proibição. Inclui agir para evitar a tensão que resultaria se o impulso fosse postergado.  Bloqueio:inibição usualmente temporária dos afetos, pensamentos ou impulsos.  Hipocondria:transformação da censura alheia em autocensura e queixas de dor e enfermidade somática, como conseqüência de privação, solidão ou pulsões agressivas inaceitáveis.  Introjeção:internalização das características de um objeto amado, visando a aproximar-se deste e manter sua presença. A introjeção de um objeto temido, pela internalização das suas características agressivas, leva a um controle da agressão.  Comportamento passivo-agressivo: agressão para com o objeto, manifestada de forma indireta e ineficaz por meio de passividade, masoquismo e voltando-se contra si mesmo.  Projeção:atribuição aos outros dos próprios sentimentos inaceitáveis. Inclui preconceitos, rejeição, suspeita, excessiva cautela contra perigos externos, etc.  Regressão:retorno a um estágio anterior do desenvolvimento devido à dificuldade de enfrentar as ansiedades e desafios atuais. Inclui um retorno a pontos de fixação primitivos e incorporação de comportamentos já abandonados.  Somatização:conversão defensiva de derivados psíquicos em sintomas corporaisIII - Defesas Neuróticas  Controle: tentativa exagerada de manejar ou regular os acontecimentos ou o ambiente externo com o objetivo de minimizar a ansiedade e resolver conflitos internos.  Deslocamento: sentimentos vinculados a um objeto são redirecionados a outro (p. ex. fobias).  Dissociação:modificação do caráter de uma pessoa ou de seu sentimento de identidade a fim de evitar angústia. Separa ativamente sentimentos, representações do self ou do objeto contraditórias como bem-mal, prazer-desprazer, etc.
  6. 6.  Intelectualização: controle dos afetos e dos impulsos pensando sobre eles, mas não os experimentando.  Isolamento:divisão intrapsíquica ou separação entre o afeto e seu conteúdo, levando à repressão da idéia ou afeto ou ao deslocamento do afeto para um conteúdo diferente ou substituto.  Racionalização: aplicação de justificativas incorretas ou uso de sofismas convincentes para explicar atitudes, crenças ou comportamentos inaceitáveis de outra forma.  Formação reativa: expressão de sentimentos inaceitáveis de uma forma antitética ou oposta.  Repressão ou recalque: expulsão de uma idéia ou sentimento da percepção consciente para o inconsciente.IV - Defesas Maduras  Altruísmo: satisfação vicária construtiva e gratificante das pulsões por serviços prestados aos outros.  Ascetismo: gratificação derivada da renúncia do prazer atribuída a uma experiência em favor de valores morais.  Humor: capacidade de fazer graça de si mesmo sem incômodo pessoal e sem causar desprazer nos demais. Permite que se tolere o que parece ser terrível de ser suportado.  Sublimação: gratificação de uma pulsão cuja finalidade é preservada, mas cujo alvo ou objeto é convertido de socialmente objetável em socialismo valorizado. Permite que as pulsões sejam canalizadas em vez de reprimidas ou desviadas.  Supressão: decisão consciente ou semiconsciente de adiar a tenção para um impulso ou conflito consciente.  Representações da gestante como mulher e mãe.  Fantasias a respeito do filho e da sua identidade futura.  Antecipações de dificuldades profissionais e no relacionamento com o marido.  Medo da própria morte e/ou do bebê no parto, bem como de malformaçõesDurante o processo do divórcio observam-se minicrises previsíveispara as quais os adultos devem estar preparados (Seibt, 1996) :1. no momento da decisão de separar-se;2. quando a decisão é comunicada à família e aos amigos;3. quando se discutem dinheiro e visitas;4. quando a separação física acontece;5. quando o divórcio legal é assinado;6. quando assuntos precisam ser renegociados, como, por exemplo,
  7. 7. dinheiro e visitas e quando um dos pais começa a namorar;7. quando se comemoram aniversários, formaturas e outros acontecimentosimportantes (um dos dois casa novamente, por exemplo). EXPRESSÃOGRÁFICA  O domínio do traço oblíquo:a criança vai mais além do desenho do quadrado, da cruz, do círculo e do triângulo para o desenho do losango e do “x”.  O detalhamento e a coordenação das estruturas do desenho da figura humana:surgem atributos como mãos e olhos e posicionamento adequado do pescoço e dos diferentes segmentos do corpo.  O aparecimento no desenho do movimento e de interações:a criança se expressa mais pelo desenho do que pelo relato de fatos.  A noção de profundidade e de sombreado: noções que surgem ao final e indicam mudança no sentido da aquisição de perspectiva tridimensional. AS TAREFAS EVOLUTIVAS DA MEIA-IDADE  aceitação do corpo que envelhece;  aceitação da limitação do tempo e da morte pessoal;  manutenção da intimidade;  reavaliação dos relacionamentos;  relacionamentos com os filhos: deixar ir, atingir igualdade, integrar novos membros;  relação com seus pais: inversão de papéis, morte e individuação;  exercício do poder e posição: trabalho e papel de instrutor;  novos significativos, habilidades e objetivos dos jogos na meia-idade;  preparação para a velhice. MEDIDAS PREVENTIVAS  Manter a saúde física com a prevenção das doenças degenerativas;  Independência econômica;  Ter seu próprio espaço físico ou moradia;  Ter laços de amizade e vínculos fortes com a família;  Manter um relacionamento íntimo com um(a) companheiro(a);  Ter um vínculo com a comunidade;  Manter-se sempre ocupado e com planos para o futuro;  Se possível, manter um vínculo com seu antigo trabalho ou profissão;
  8. 8.  Buscar ajuda na comunidade;  Praticar exercícios, manter uma atividade física regular. TAREFAS EVOLUTIVAS DO ADULTO JOVEM (20 A 40 ANOS)1. Desenvolvimento de um sentido do self e do outro – a terceiraindividuação, com busca do preenchimento das lacunas deixadas pelasduas outras (infância e adolescência). Ele permite uma separaçãopsicológica dos pais da infância e uma (relativa) auto-suficiência no mundoadulto; facilita a relação de reciprocidade com os pais.2.Desenvolvimento de amizades adultas, mais difíceis de serem mantidas,diferentes daquelas da adolescência. Amizades com pessoas de diferentesidades, e de diferentes backgrounds. (“Não vale” só pessoas da mesmaidade, da mesma profissão, do mesmo nível sócio-econômico-cultural, etc.)3.Desenvolvimento da capacidade para a intimidade emocional e sexual.Rever a crise conforme Erikson: intimidade versus isolamento (resultado:amor e filiação).4.Tornar-se pai ou mãe em termos biológicos e psicológicos, capacidadeesta baseada em antecedentes ou conquistas desenvolvimentais prévias:identidade de gênero nuclear na infância, consciência da diferença entre ossexos, resolução saudável do Édipo, integração, na fase da latência, deatitudes pessoais, familiares e sociais em relação à masculinidade efeminilidade, evolução da vida sexual na adolescência e experiênciasevolutivas de sexo e intimidade na fase de adulto jovem. (Engravidar podeaté ser fácil; difícil é ser pai ou mãe).5. Formação de uma identidade profìssional adulta, encontrando um lugar gratificante no mundo do trabalho (atenção para as diferenças entretrabalho, emprego e subemprego na nova economia).6.Desenvolvimento de formas adultas de brincar. Manter-se em contato com "a criança de cada um de nós" ; não esquecer que o brincar é abase do inventar, do criar, do descobrir, essenciais na atividade artísticae científica.7.Tomada de consciência da limitação do tempo e da morte pessoal, deforma integrada. (Rever a hipótese de Elliot Jaques: auge versus morte naspessoas criativas entre os 35 e 39 anos.) CARACTERÍSTICAS QUE SUGEREM PROVÁVEL ETIOLOGIA PSICOSSOCIAL DOS SINTOMAS  A história e a descrição do sintoma não caracterizam
  9. 9. nenhuma doença familiar para o médico. A descrição do sintoma parece exagerada ou afetada, eimagens floridas são empregadas para descrever a queixa. Queixas somáticas múltiplas, envolvendo vários sistemas,são relatadas. O tipo da queixa física indica, por si só, alta probabilidade deetiologia psicogênica (por exemplo, dor abdominal recorrente,cefaléia crônica, hiperventilação, tonturas, etc). A queixa é acompanhada de outros sinais e sintomas denatureza vegetativa (sudorese, palidez, tonturas, taquicardia,polaciúria, etc), e/ou de queixas vagas como fadiga, dores difusas,distúrbios do apetite e do sono. O paciente parece indiferente ou pouco preocupado com aexistência do sintoma, apesar da aparente gravidade deste, ou, aocontrário, sua preocupação é desproporcionalmente intensa paraum sintoma pouco significativo. As queixas surgiram após um evento ou situaçãoestressante. Os sintomas do adolescente se assemelham aos de algumapessoa (pais, irmãos, parentes, amigo, vizinho) que faleceurecentemente ou está com alguma doença grave. Há conflito familiar (desarmonia, drogadição, separação,doença grave, morte, etc), abuso sexual, e/ou história de queixassomáticas freqüentes nos pais. O adolescente e/ou seus pais notam a relação entre asintomatologia e eventos (ou situações) estressantes, e/ousintomas emocionais com ansiedade, medo, tristeza, raiva, etc. O adolescente e/ou seus pais relutam em aceitar aassociação etiológica do sintoma físico com os fatores psicossociais,quando esta parece óbvia para o médico. A sintomatologia física é acompanhada de sinais e sintomasde um distúrbio afetivo, como depressão, ou de ansiedade, ou dedistúrbio de conduta, e/ou de condições como abuso de drogas,ideação suicida, ou preocupação exagerada com a morte. A sintomatologia física parece trazer ganhos secundáriosdesejados pelo adolescente, como faltas à escola ou à competiçãoesportiva, maior atenção da família, menor responsabilidade, etc. As queixas físicas motivaram freqüentes faltas à escola ou aotrabalho, e essas faltas não foram mencionadas pelo paciente. O adolescente foi visto com a mesma queixa por váriosmédicos e/ou atendido várias vezes em pronto-socorros, e/ourealizou vários exames complementares, e/ou tomou váriosmedicamentos, sem melhora da sintomatologia. A sintomatologia melhora após uma ou mais entrevistas deapoio, e/ou após medicação placebo, e/ou após exames queresultaram normais.

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