O ESPÍRITO NA
ARTE E NA CIÊNCIA
C.G. JUNG – VOL 15
CARL GUSTAV JUNG
 Psiquiatra e Psicoterapeuta
 Nasceu na Suíça
 1875 - 1961
 Fundador da Psicologia Analítica
 Estudo...
O LIVRO
 Título original:
Über das Phänomen des Geistes I
Kunst und Wisseschft
 1970 - 7ª Edição
 Coletânea de ensaios
...
ENSAIO PARACELSO
 Phillipus Aureolus Teophrastus Bombastus
von Hohenheim
 Nome dado ainda jovem pelo pai que o já o
cons...
PARACELSO - INFÂNCIA
 Wilhelm era filho ilegítimo de Georg Bombast > Grão Mestre
da Ordem dos Cavaleiros de São João.
 I...
PARACELSO - JUVENTUDE
 Paracelso agiu no sentido contrário.
 Ávido por conhecer o mundo sentia-se o vingador do amado pa...
PARACELSO - JUVENTUDE
 Apesar de ter um espírito de grande ímpeto a natureza o dotou
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PARACELSO - ADULTO
 Era autodidata e autossuficiente, seguia a risca um lema
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SOBRE A MEDICINA
 A psicoterapia de Paracelso, o conversar a doença, chamado por
ele de Theorica esta dividida em duas: a...
SOBRE A MEDICINA
 Adepto da doutrina a das “marcas” relacionadas naquela época a
medicina popular (bruxas, parteiras e cu...
SOBRE A MEDICINA
 “O verdadeiro médico vê e conhece todas as doenças fora do
homem”.
 Somente as coisas externas trazem ...
SOBRE A MEDICINA
 Segundo ele em primeiro lugar, e antes de mais nada, é preciso
mencionar a compaixão o que deve ser ina...
"QUEM OLHA PARA FORA, SONHA E QUEM
OLHA PARA DENTRO, ACORDA."
C.G.JUNG
OBRIGADO!
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O espirito na arte e na ciencia - C.G. Jung / Paracelso

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Seminário sobre a coletânea de ensaios de C.G.Jung.
Apresentação de sua análise sobre o médico, astrólogo e alquimista Paracelso.

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O espirito na arte e na ciencia - C.G. Jung / Paracelso

  1. 1. O ESPÍRITO NA ARTE E NA CIÊNCIA C.G. JUNG – VOL 15
  2. 2. CARL GUSTAV JUNG  Psiquiatra e Psicoterapeuta  Nasceu na Suíça  1875 - 1961  Fundador da Psicologia Analítica  Estudou o Inconsciente Individual e Inconsciente Coletivo  Arquétipos, Imagens Primitivas  Influência na religião, mitos e lendas.
  3. 3. O LIVRO  Título original: Über das Phänomen des Geistes I Kunst und Wisseschft  1970 - 7ª Edição  Coletânea de ensaios  Análise da obra de grandes personalidades: Paracelso > Freud > Picasso > Joyce  Foco no espírito da época: influências históricas e desenvolvimento individual  Análise da fonte da criatividade nas estruturas arquetípicas
  4. 4. ENSAIO PARACELSO  Phillipus Aureolus Teophrastus Bombastus von Hohenheim  Nome dado ainda jovem pelo pai que o já o considerava mais sábio do que Celso, médico célebre do imperador Augusto.  Médico, Alquimista e Astrólogo  1493 – Enseindeln / Suíça  Período – Renascença entre Séculos XIV XV  Filho do médico Wilhelm Bombast
  5. 5. PARACELSO - INFÂNCIA  Wilhelm era filho ilegítimo de Georg Bombast > Grão Mestre da Ordem dos Cavaleiros de São João.  Influência psíquica muito grande na infância de Paracelso  Frustração da vida não vivida do pai que se afastou da cidade escolhendo trabalhar em um barraco a beira da estrada cuidando de peregrinos.  Não se sentia no direito de usar o nome do pai por ser filho ilegítimo.
  6. 6. PARACELSO - JUVENTUDE  Paracelso agiu no sentido contrário.  Ávido por conhecer o mundo sentia-se o vingador do amado pai, que havia renunciado ao sucesso, a vida e ao famoso nome.  Sentia-se na obrigação de reconquistar o que lhe tinha sido negado.  Foi enviado à escola dos beneditinos do mosteiro de Santo André,  Tornou-se amigo do bispo Eberhard Baum-gartner, um dos alquimistas mais notáveis de seu tempo.  Depois foi para Basiléia, onde fez grandes progressos no estudo das Ciências Ocultas e astrologia.
  7. 7. PARACELSO - JUVENTUDE  Apesar de ter um espírito de grande ímpeto a natureza o dotou mal para a função.  Tinha apena 1,50 de altura, aparência doentia, além de existir uma versão de que era Eunuco.  Com isso parece nunca ter se envolvido em nenhuma relação amorosa.  Investiu a maior parte do seu tempo aos estudos.  Na europa viajou pela Alemanha, França, Itália, Holanda, Dinamarca, Suécia.  Consta ainda registro de viagens a África e Ásia, o que teve grande influência em seu aprendizado holístico.
  8. 8. PARACELSO - ADULTO  Era autodidata e autossuficiente, seguia a risca um lema tipicamente suíço. “Quem pode ser aquele que é, não deve seguir os outros.”  Em 1525, já um médico famoso, foi convidado pelo Conselho a ir a terceira maior cidade Suíça, Basileia.  Médico Municipal odiado pelos seus pares por ministrar as aulas em alemão, na época linguagem de servos e criadas e por ter um estilo de trabalho mais controverso do que o da época.  Tinha uma veia filosófica e usava da sua espiritualidade intuitiva no atendimento aos seus pacientes.
  9. 9. SOBRE A MEDICINA  A psicoterapia de Paracelso, o conversar a doença, chamado por ele de Theorica esta dividida em duas: a Teórica da essência da cura e a Teórica da essência da causa.  Utilizava-se de metáforas e linguagem mais acessível com exemplos da natureza, uma forma de exercer uma influência sugestiva sobre o doente, por meio dos estímulos psíquicos.  Não descrevia as doenças segundo critérios clínicos ou anatômicos, mas segundo seus remédios específicos.
  10. 10. SOBRE A MEDICINA  Adepto da doutrina a das “marcas” relacionadas naquela época a medicina popular (bruxas, parteiras e curandeiros).  Segundo a doutrina se uma folha tivesse o formato de uma mão serviria para curar as doenças das mãos.  Acreditava que plantas ou um minerais seriam o remédio contra uma respectiva doença.  Para ele o mundo todo era uma grande farmácia e Deus o principal farmacêutico.  Pai das ciências naturais, um pioneiro do espírito novo.  Era considerado por muitos um feiticeiro devido aos seus métodos
  11. 11. SOBRE A MEDICINA  “O verdadeiro médico vê e conhece todas as doenças fora do homem”.  Somente as coisas externas trazem o conhecimento do interior.  Acreditava que o ambiente ao redor influencia ou explica fenômenos que acontecem com o homem.  A astrologia tinha um papel importantíssimo em seu trabalho.  "O médico deve reconhecer o céu interior. Pois conhecendo apenas o céu exterior ele permanece um astrônomo e um astrólogo: no entanto, organizando-o no homem, conhecerá dois céus. Estes dois céus darão ao médico o conhecimento da parte influenciada pela esfera superior.
  12. 12. SOBRE A MEDICINA  Segundo ele em primeiro lugar, e antes de mais nada, é preciso mencionar a compaixão o que deve ser inata no médico.  Onde não existir amor não haverá arte.  Médico e remédio nada mais são do que caridade dada aos necessitados por Deus.  Do trabalho com amor será alcançada a arte da medicina.  O médico deve estar imbuído com não menos compaixão e amor do que Deus tem para com os homens.  A compaixão é o mestre-escola do médico.
  13. 13. "QUEM OLHA PARA FORA, SONHA E QUEM OLHA PARA DENTRO, ACORDA." C.G.JUNG OBRIGADO! Rodrigo Volponi – Mestrando – Faculdade Cásper Líbero - 2013

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