Palestra fieo

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Palestra fieo

  1. 1. Interatividade e TV digital:Notas sobre o sistemaatual no Brasil + Rod de Lima-Lopes Fác. Cásper Líbero rll307@gmail.com
  2. 2. + Projeto inicial Desenvolvimento de uma plataforma nacional  Barateamento dos custos  Equipamentos e plataformaIncentivo a produção tecnológica nacional  Soluções adequadas ao contexto nacional  Perfis tecnológicos adequados a realidade social  Aproveitar o parque de televisores
  3. 3. + Diferenças Básicas TV analógica:  Transmissão de dados televisivos em tempo real  Tricromática (RGB) / PAL-M  525 linhas 4/3 (800X600) TV digital  Qualidade de DVD / 1125 linhas (1920X1080)  Widescreen (16/9) / Som estéreo surround  Possibilidade de serviços interativos:  Internet, compras, pagamentos, jogos, chat com outros usuários  Informações sobre a programação
  4. 4. + Vantagens da TV digital Melhores alternativas de utilização de sistemas de cifragem e acesso condicional Possibilidade de transporte conjunto de sinais de áudio, vídeo e dados de diversas naturezas Facilidade na troca de programas entre países, uma vez que a TV digital carrega as informações das componentes de cor separadamente Ganho de qualidade na transmissão
  5. 5. + CODEC  MPEG-2  Organização dos dados  Cada sistema possui um diferente nível de perda/ganho de informação  Tamanho dos arquivos/pacotes  Procedimentos de reconstrução e interpretação desses dados  Suporta desde vídeofone até HDTV
  6. 6. + Decisões  Tecnológico de codificação  Como os dados são transmitidos  Arquitetura da plataforma  Códigos da plataforma de transmissão e recepção  Modeloe possibilidade de exploração  Concessão, comercial
  7. 7. +Padrões de TV Digital  ATSC  EUA, Coréia do Sul Canadá  TV de alta definição  DVB-t  Europa e Oceania  Multiprogramação  Interatividade  Serviços  ISDB  Japão  TV de alta definição  Recepção móvel e portátil
  8. 8. + Quem prefere qual padrão?  Redes de TV: o japonês porque querem transmitir em alta definição e para receptores móveis.  Operadoras de telefonia: o europeu, porque dá mais oportunidade de negócios para que elas entrem no ramo de transmissão de conteúdo  Fornecedores de equipamentos: o europeu, porque é adotado em 57 países
  9. 9. + Escolha do padrão japonês  Maiorlobby das operadoras de TV local  Padrão japonês dificulta a entrada das operadoras de telefonia  Maior contrapartida na transferência tecnológica  Japoneses ofereceram mais vantagens na transferência de tecnologia  Maior facilidade na renovação do parque televisivo
  10. 10. + Possibilidades de interação  Contra o convencional  Informação como o acesso simultâneo e cooperativo  Textos  Imagens  Sons  Construção contínua do conhecimento  Problemas relacionados ao:  Incentivo ao consumo de supérfluos  Incentivo ao estabelecimento de padrões de consumo baseados na mídia  Produções inspiradas apenas pelo consumo
  11. 11. + Broadcast and Cable (Brasil, 2008)  Atualizaçãoon-line de informações sobre programação  Olimpíada  Previsão do tempo  Índices econômicos  Navegação em ícones, utilização do controle remoto
  12. 12. + Divergências das operadoras  Dois conceitos paralelos:  Portal de serviços:  Programação inserida em uma interface algo similar a um website  Acesso decidido pelo espectador  Formatos menos intrusivos e competitivos  Medo de competição direta com websites e portais  Em ambos os casos a atualização de dados em tempo real acontece em paralelo à programação exibida
  13. 13. + Implementação  Interfaces ainda em testes:  Não disponibilidade de decodificadores no mercado  Só dois fabricantes anunciaram a produção de hardware com o Ginga  Problemas com licença referentes à  Sistemas que permitem aplicativos e aplicabilidade  Desenvolvimento dessa parte pode chegar eu outubro 2008  Pressão dos fabricantes contra possíveis atualizações (Lançamento completo)
  14. 14. + Implementação  Operadoras de TV a cabo oferecem sistemas digitais  Gravação em HD de decodificador  Informações escritas sobre o programa  Navegação por menus de canais  Legendas e dublagem e diversos idiomas  Compra de programas PPV  Organização de canais em listas personalizadas
  15. 15. + Implementação  Parque televisivo capaz de receber o sinal é pequeno  Mobile é ainda inferior  Ambos sofrem com a questão dos custos  Decodificadores e televisores sem a plataforma podem gerar atualizações ou sucateamento prematuro  Desconhecimento de aspectos técnicos gera a escolhas inadequadas
  16. 16. + Implementação  Proibição de gravação  Emissoras (defensoras):  Defendem a proibição por temer comercialização de programação em DVDs piratas, dada a definição da mídia  Grupos não defensores  Fere aspecto de liberdade do consumidor  Aumento nos preço dos equipamentos  Rapidamente quebrada, exemplo disso é a Inglaterra
  17. 17. + Avaliação Geral dos aspectos de TV digital no Brasil  Padrão -Decisão positiva, pois oferece mais liberdade de recepção e maior liberdade de programação e Interatividade  Implantação - Negativa, houve pressa e falta de planejamento, o sistema foi implantado pela metade e tanto os profissionais como o público correm riscos de desatualização  Interatividade - Negativa, principalmente pela falta de planejamento e implementação até agora
  18. 18. + Continuação. . .  Preço - alto, mas tende a baixar com a vulgarização da tecnologia  Aferição de lucro - positiva do ponto de vista dos broadcasters, pois crescem as possibilidades. Discutível do ponto de vista estético, pois em conjunto com a interatividade pode tornar a programação em meras vitrines  Mobilidade - positiva enquanto conceito, uma vez que permite liberdade de recepção. Discutível do ponto de vista do preço (que tende a baixar) e do ponto de vista estético, uma vez que ainda não há um consenso sobre a criação de uma estética ou canais específicos.

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