Defesa de Mestrado - 2014

1.166 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.166
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
23
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Defesa de Mestrado - 2014

  1. 1. 2.1 Sujeitos de pesquisa. 2.2 Objetivos. 2.3 Percurso metodológico. 2.3.1 Estudos de Redes Sociais: conceituação acerca dos Sites de Redes Sociais. 2.3.2 Netnografia: Abordagens e procedimentos. 2.3.3 Etapas de pesquisa: Desenho metodológico. 3.1 Resultados: 1° e 2° etapa. 3.2 Resultados: 3° e 4° etapa. 3.3 Considerações finais. 1.1 Um recorte de minha trajetória acadêmica. 1.2 Uma entre muitas linhas do tempo. 1.3 Cultura mobile. 1.4 Instagram. 1.5 Problematizações acerca da produção de imagens na cultura mobile.
  2. 2. Educação / Cibercultura / Comunicação Henriques (2010); Lemos, (2003); Ferreira (2012); Santos (2012); Prensky (2009); Valentim (2009); Cônsolo e Silva (2008); Santaella (2010); Reis (2013); Silva; Couto (2013); Saccol (2011); Santos e Weber (2013); Cruz e López (2010); Abreu e Barreto (2012); Foucault (1994); Oikawa (2013); Schaun et al. (2009): Fragoso (2000); Nagumo (2013).
  3. 3. Total 995 Encontrados no Facebook 804 Enviado o questionário 770 Respondido o questionário 206 Com Instagram 22/15 UFPEL Total 243 Encontrados no Facebook 177 Enviado o questionário 147 Respondido o questionário 88 Com Instagram 18 Total 224 Encontrados no Facebook 163 Enviado o questionário 161 Respondido o questionário 83 Com Instagram 54 Total 1.462 Final 377 Final com Instagram 87 Final com Instagram e perfil público 31
  4. 4. Fragoso, Recuero e Amaral (2011); Recuero (2012; 2009); Primo (2007); Silva (2011); Wellman et al. (1996); Boyd & Ellison (2007). Braga (2012); Fragoso, Recuero e Amaral (2011); Amaral (2010); Gutierrez (2009); Amaral, Natal e Viana (2008); Montardo e Passerino (2006); Rocha e Montardo (2005); Kozinets (2010; 1998); Hine (2000).
  5. 5. ° ° ° °
  6. 6. ° ° ° ° °
  7. 7. Nome dos Sujeitos; Número de mídias postadas; Número de usuários os quais o Sujeito segue e é seguido; Marcações de fotos; Indicações do local de registro das imagens; Conteúdo das fotografias; Conteúdos relacionados com a escola; Número/aspectos relacionados aos likes (curtidas), comentários e uso de hashtags. Possui conta no Instagram há quanto tempo? Costuma sincronizar suas fotos à outros Sites de Redes Sociais? Caso você não sincronize suas fotos, ou apenas sincronize algumas delas, comente os seus motivos. Curto fotos de: Costumo seguir: Porque você segue alguém no Instagram? O que você costuma postar em seu perfil no Instagram? Segue algum professor ou funcionário da escola no Instagram? Acredita no uso do Instagram nas práticas educativas? Se sim, como você vê essa possibilidade?
  8. 8. 4.441 2.527 1.069 845 Um termo constante nas respostas foi a indicação de que seguem pessoas com fotos “interessantes” ou que “interessam”, ainda dentro deste termo, também aparecem respostas como, por exemplo, “pessoas que costumam postar fotos legais” (Sujeito 1). “Não sei dizer. Cada foto que eu curto me atrai por algum motivo” (Sujeito 2), “não sei... a foto tem que me chamar a atenção, independente do que tem nela” (Sujeito 3).
  9. 9. O recurso de marcação de imagens foi adicionado recentemente ao aplicativo, porém observa-se uma apropriação diferenciada das vistas em outros SRS. As marcações locativas apontam os rastros dos alunos, podendo ser indicações de seus desejos e modos de ser. São lugares que se constituem como espaços, com a passagem e registro dos discentes (REIS, 2013). A vontade de saber mais sobre a rotina dos outros também se destaca entre as respostas; “porque eu quero ver as fotos/vídeos deles, as novidades” (Sujeito 6), “para manter-me atualizado sobre o que acontece com meus amigos” (Sujeito 7). “porque eu gosto de ter a timeline cheia para checar e curtir as fotos que gostei” (Sujeito 8), “porque não teria motivo ter Instagram e não seguir ninguém” (Sujeito 9).
  10. 10. Segundo Recuero C. (2012), o uso da fotografia digital para dar visibilidade ao “eu”, torna-se, hoje, um meio de aceitação e conversação nos SRS. Ao analisar todo o perfil dos alunos, foi possível observar que, em alguns casos, as postagens mais antigas possuíam uma temática mais “infantil”. Sendo assim, o uso do Instagram pode ser uma forma de “reafirmar a construção da subjetividade como uma prática social, na qual a colaboração do outro não só a influencia como é determinante para a sua existência”. (CARRERA, 2012, p.15). Já Sibilia (2013), traz a ideia de um devir-imagem, tratando-se da subjetividade e corporeidade, ou seja, uma incitação para a produção do “eu” no campo do visível.
  11. 11. Coletivo, aberto e passível de edição por seus seguidores, através do recurso de marcação. Do particular ao público, uma memória coletiva (CASADEI, 2013, p.24). Um dossiê digital (PALFREY; GASSER, 2011). A postagem de uma imagem contendo o CPF de um aluno também chamou a atenção. Entre muitas outras publicações, tornou-se visível a imensa quantidade de informações dos Sujeitos sobre os Sujeitos e postadas pelos Sujeitos.
  12. 12. “Sincronizo apenas algumas, porque às vezes não são fotos que eu colocaria no Facebook” (Sujeito 11). Em outra resposta, é possível obsevar a preocupação com certos “tipos” de imagens publicadas pelo aluno no aplicativo, as quais o mesmo não sincroniza no Facebook por acreditar que envergonharia sua família.
  13. 13. Não foi evidenciada nenhuma atividade pedagógica, contemplando o uso do aplicativo Instagram. A maioria dos registros realizados dentro do espaço escolar, foi entre os alunos do 1° ano. Cadernos, livros, esquemas sobre a matéria (construção de mapas mentais acerca da disciplina de História) e apostilas. Poucas interações entre professores/funcionários e alunos.
  14. 14. Imagens sem indicativo de estudos. Esse comportamento manteve-se em imagens contendo outros tipos de ação, como ir para a escola, neste caso acompanhado do uso de hashtags (#partiu). “mais conhecido como inferno” (Sujeito 13 - imagem do pátio); “Cara, eu odeio essa aula!” (Sujeito 14 - foto do professor explicando a matéria); “não aguento mais Biologia” (Sujeito 15 - registro do caderno e livros). Fotografar fluente. As capturas acompanham o fluxo do acontecer, das rotinas, por mais banais que as mesmas possam parecer (LEMOS, 2007b).
  15. 15. Não existência de um diálogo contínuo nos comentários presentes nas imagens; Muitas vezes, são apenas elogios à aparência dos alunos/usuários. Em alguns casos, observa-se a continuidade de diálogos iniciados em outros lugares (SRS ou mesmo momentos offline). Como dado discrepante dos demais, uma imagem possui 72 comentários em uma conversa contínua e, aparentemente, síncrona. Durante a conversa, as alunas chegam a comentar “imagina se alguém vê isso aqui” (Sujeito 16).
  16. 16. “postar coisas interessantes” (Sujeitos 20); Uso por meio de fotos tiradas na aula (sem indicativo de qual momento); “para trazer a matéria para mais perto dos alunos, os professores poderiam publicar fotos/curiosidades sobre a matéria ministrada em aula” (Sujeito 21). “cada turma podia ter seu Instagram para postar fotos sobre os conteúdos, avisos importantes e fotos da galera reunida”. 62% dos Sujeitos. Os alunos indicam que “o uso do Instagram seria inútil, visto que a informação seria muito restrita, devido ao único modo de postagem: foto” (Sujeito 18), salientando que o uso deste tipo de dispositivo seria como “o uso dos iPads no [nome da escola], não há controle” (Sujeito 19).
  17. 17. As propostas que parecem destoar de uma Educação, ou de práticas educativas tradicionais, não foram bem aceitas, principalmente entre os 3° anos. Ou seja, ainda existe a linha que separa as apropriações menos formais, de uma mídia social, das suas potencialidades pedagógicas.
  18. 18. Conteúdos imagéticos; relações de afetos e afecções; composições e incorporações. ...ou seja, a pluralidade de apropriações vinculadas a este aplicativo.
  19. 19. ...Ou seja, os usuários precisam se sentir afetados, tanto pelo que é produzido quanto pelo que é visto nesta rede.
  20. 20. Arranhar práticas, escoriar métodos, isto é, produzir inquietações, movimentos, potências e pensamentos acerca de nossas práticas educativas.
  21. 21. ABREU, Adelmo; BARRETO, Robério. Mobile Learning: novos caminhos para o processo de ensino e aprendizagem. Revista Discentis, Bahia, 1ed. p.74-84, 2012. AGAMBEN, Giorgio. O que é o contemporâneo? e outros ensaios. 1ed. Chapecó: Argos, 2009. 92p. AMARAL, Adriana; NATAL, Geórgia; VIANA, Luciana. Netnografia como aporte metodológico da pesquisa em comunicação digital. Revista Comunicação Cibernética, Porto Alegre, n.20, p.1-7, 2008. AMARAL, Adriana. Etnografia e pesquisa em cibercultura: limites e insuficiências metodológicas, Revista USP, São Paulo, v.1, n.86, p.122-135, 2010. AMARAL, Caroline. Ciberinfância: um desafio para os planejamentos pedagógicos. Revista Novas Tecnologias na Educação. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. v. 9, n.1, 2011. ARRUDA, Eucidio. Relações entre tecnologias digitais e educação: perspectivas para a compreensão da aprendizagem escolar contemporânea. In:______. Cibercultura e formação de professores. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. p.13- 22. BAUMWORCEL. Ana. As escolas radiofônicas do MEB, 2008, Niterói, Rio de Janeiro. Anais do VI Congresso de Historia da Mídia. p. 1-13. BARBOSA, Lívia. Juventudes e Gerações no Brasil Contemporâneo. 1 ed. Porto Alegre: Sulina, 2012. 375p. BOYD, Danah; ELLISON, Nicole. Social network sites: Definition, history, and scholarship. Journal of Computer-Mediated Communication. Disponível em: <http://jcmc.indiana.edu/vol13/issue1/boyd.ellison.html>. Acesso em: 20 mai. 2012. BRAGA, Adriana. Etnografia segundo Christine Hine: abordagem naturalista para ambientes digitais, Revista da Associação Nacional dos Programas de Pós- Graduação em Comunicação, Brasília, v.15, n.3, p.1-9, 2012. BRANBILLA, A. Para entender as mídias sociais. Disponível em: <http://paraentenderasmidiassociais.blogspot.com.br/>. Acesso em: 15 jun. 2011. CARRERA, Fernanda. Instagram no Facebook: uma reflexão sobre ethos, consumo e construção de subjetividade em Sites de Redes Sociais. Revista Animus interamericana de comunicação midiática, Santa Maria, v.11, n.22, p.148-165, 2012. CASADEI, Eliza. Tumblrs fotográficos como lugares de memória: a profanação do acontecimento e a lógica de arquivo. Revista vozes e diálogos, Itajaí, v.12, n.2, p.19-32, 2013. CASTELLS, Manuel. A era da informação: Economia, Sociedade e Cultura. 3.ed. Volume I: A Sociedade em Rede. São Paulo: Editora Paz e Terra S. A., 2000. 617p. CASTELLS, Manuel. A galáxia da internet: reflexões sobre a internet, os negócios e a sociedade. 1.ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2003. 247p. CASTRO, Edgardo. Vocabulário de Foucault – Um Percurso pelos seus temas, conceitos e autores. 1.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. 477p. CASTRO, Rodrigo; SPEROTTO, Rosária; MARTINS, Antoniela. Site de Redes Sociais: Interações entre estudantes do ensino médio. Anais do II Congresso Internacional TIC e Educação – TICEDUCA. Lisboa, Portugal, 2012. p.1-12. CASTRO, Rodrigo; SPEROTTO, Rosária. Cibercultura e comportamentos contemporâneos: possibilidades de outras formas metodológicas de pesquisa em educação. Anais do VI Simpósio Nacional da Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura. Novo Hamburgo, 2012. p.1-13. COELHO, Alberto. Diálogos e bons encontros. In: _____. Cartografia do sensível: Estética e subjetivação na contemporaneidade. Org – Cynthia Farina e Carla Rodrigues. Porto Alegre: Evangraf Ltda., 2009. p.115-124. CÔNSOLO, Adriane; SILVA, Maria. Mobile Learning – uso de dispositivos móveis como auxiliar na mediação pedagógica de cursos a distância. Disponível em <http://www.sbpcnet.org.br/livro/60ra/resumos/resumos/R4675-1.html> Acesso em: 14 nov. 2013. COSTA, Rogério. A cultura digital. 2.ed. São Paulo: Publifolha, 2003. 96p. COUTINHO, Clara; BOTTENTUIT, João. Blog e Wiki: Os Futuros Professores e as Ferramentas da Web 2.0. Anais do IX Simpósio Internacional de Informática Educativa. Porto, 2007. p.199-204. COUTINHO, Clara. Tecnologias Web 2.0 na sala de aula: três propostas de futuros professores de Português. Revista Educação, Formação & Tecnologias; v.2 (1); p. 75-86, 2009. DELEUZE, Gilles. Conversações. 1.ed. São Paulo: Ed. 34, 1992. 232p. DELEUZE, Gilles. Cinema, a imagem-movimento. São Paulo: Brasiliense, 1983. 244p. DELEUZE, Gilles. Espinoza e os signos. Tradução de Abílio Ferreira. Porto Alegre: Ed. Rés. 1971. 202p. DELEUZE, Gilles. O Abecedário de Deleuze. Entrevista com Claire Parnet. Paris, 1988. 1 Vídeo. Divulgado pela TV Escola, Ministério da Educação. DELEUZE, Gilles. Cours Vincennes. Les cours de Gilles Deleuze, 1978. Disponível em <www.webdeleuze.com/rtf/pt/Spinoza/240178.zip> Acesso em: 20 nov. 2013. DELEUZE, Gilles. O ato de criação. Disponível em <http://pt.scribd.com/doc/127398914/Gilles-Deleuze-O-ato-de-Criacao> Acesso em: 15 mar. 2013. FAZITO, Dimitri. A Análise de Redes Sociais (ARS) e a Migração: mito e realidade. Anais do XIII Encontro da Associação Brasileira de Estudos Populacionais. Ouro Preto, 2002. p. 1-25. FERREIRA, Helenice. Cultura da mobilidade: como ela aparece na escola? Anais da 35° Reunião Anual da ANPED. 2012. FOERSTE, Gerda. Leitura de imagens: um desafio à educação contemporânea. 1.ed. Vitória: EDUFES, 2004. 142p.
  22. 22. FORMENTIN, Cláudia e LEMOS, Maite. Mídias sociais e educação. Anais do III Simpósio sobre Formação de Professores – SIMFOP. Tubarão, 2011. p.1-9. FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. 27.ed. Petrópolis: Vozes, 2006. 288p. FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 1979. 295p. FOUCAULT, Michel. Dits et écrits. 1954-1988. Édition de Daniel Defert, François Ewald e Jacques Lagrange. Paris: Gallimard, 1994. 4 v. (original). FRAGOSO, Suely. Espaço, Ciberespaço, Hiperespaço. Revista Textos de Comunicação e Cultura, Bahia, n. 42. p. 105-113, 2000. FRAGOSO, Suely; RECUERO, Raquel; AMARAL, Adriana. Métodos de pesquisa para internet. 1.ed. Porto Alegre: Sulina, 2011. 239p. FREITAS, Maria. Cibercultura e formação de professores. 1ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. 119p. GADOTTI, Moacir. História das ideias pedagógicas. 1.ed. São Paulo: Editora Ática S.A, 1993. 319p. GALLINA, Simone. Invenção e aprendizagem em Gilles Deleuze. 2008. 162f. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2008. GIL, Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 1.ed. São Paulo: Atlas,1987. 206p. GOMES, Maria. Blogs: um recurso e uma estratégia pedagógica. Anais do VII Simpósio Internacional de Informática Educativa – SIIE. Leiria, Portugal, 2005. p.311-315. GOMES, Patrícia. Fotografar: capturar a passagem. In:_____. Pesquisar na diferença: um abecedário. Porto Alegra: Sulina, 2012. p.117-119. GONTIJO, Pedro. Nos caminhos de uma educação por vir: ressonância e deslocamento em Deleuze. 2008. 157f. Tese (Doutorado em Educação) Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2008. GUATTARI, Félix. Caosmose; um novo paradigma estético. 2.ed. São Paulo: Editora. 34, 2012. 192p. GUÉRON, Rodrigo. Da imagem ao clichê, do clichê à imagem: Deleuze, cinema e pensamento. 1. ed. Rio de Janeiro: NAU Editora, 2011. 272p. GUTIERREZ, Suzana. A etnografia virtual na pesquisa de abordagem dialética em redes sociais on-line. Disponivel em: <http://www.anped.org.br/reunioes/32ra/arquivos/trabalhos/gt16-5768--int.pdf>. Acesso em: 12 ago. 2012. HENNING, Clarissa. A normalização da cópia. 2013. 123f. Dissertação (Mestrado em Comunicação), Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2013. HENRIQUES, Sandra. Novas tecnologias móveis: aspectos sobre o leitor e as redes sociais na Pós-modernidade In:_____. INTERCOM SUL Perspectivas da Pesquisa em Comunicação Digital. São Paulo: INTERCOM, 2010. p.111-140. HINE, Christine. Virtual ethnography. 1.ed. Los Angeles: Sage, 2000. 175p. JUNIOR, José. Da fotografia Expandida à Fotografia Desprendida: Como o Instagram Explica a Crise da Kodak e Vice-versa, 2012, Fortaleza. Anais do XXXV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. p.1-13. KLEN, Otávio. A gênese do conceito de dispositivo e sua utilização nos estudos midiáticos. Revista estudos em comunicação. n. 1, 2007. KOZINETS, Robert. Netnography. Doing ethnography research online. 1.ed. Los Angeles: Sage, 2010. 213p. KOZINETS, Robert. On netnography: initial reflections on consumer research investigations of cyberculture. Disponível em: <http://www.acrwebsite.org/search/viewconferenceproceedings.aspx?Id=8180>. Acesso em: 11 mar. 2013. KOZINETS, Robert. The Field Behind the Screen: Using Netnography for Marketing Research in Online Communities. Journal of Marketing Research, v.39, n.1, p. 61- 72, 2002. LARROSA, Jorge. Tecnologias do eu e educação. In: Silva, Tomaz Tadeu. O sujeito da educação. Petrópolis: Vozes, 1994, p.35-86. LEMOS, André. Cibercultura: alguns pontos para compreender a época, In:_____. LEMOS, A. & CUNHA, P. Olhares sobre a cibercultura. Porto Alegre: Sulina, 2003. LEMOS, André. Ciberespaço e Tecnologias Móveis: processos de Territorialização e Desterritorialização na Cibercultura. In:_____. Médola, Ana Silvia; Araújo, Denise; Bruno, Fernanda. (orgs.), Imagem, Visibilidade e Cultura Midiática. Porto Alegre, Editora Sulina, 2007a. p. 277-293. LEMOS, André. Comunicação e práticas sociais no espaço urbano: as características dos Dispositivos Híbridos Móveis de Conexão Multirredes (DHMCM). Revista comunicação, mídia e consumo, São Paulo, v. 4, n.10. p.23-40, 2007b. LEMOS, André. Cultura da mobilidade. Revista FAMECOS: mídia cultura e tecnologia, Porto Alegre, v.1, nº 40, p.28-35, 2009. LEMOS, André. Cibercultura: tecnologia e vida social na cultura contemporânea. 5.ed. Porto Alegra: Sulina, 2010a. 295p. LEMOS, André. Você está aqui! Mídia locativa e teorias “materialidades da comunicação” e “ator-rede”. Revista Comunicação & Sociedade, Ano 32, n. 54, p. 5-29, 2010b. LEMOS, André. Celulares, funções pós-midiáticas, cidade e mobilidade. Revista Brasileira de Gestão Urbana, v. 2, n. 2. P.155-166, 2010c. LÉVY, Pierre. Cibercultura. 1.ed. São Paulo: Ed 34, 1999. 272p. LIPOVETSKY, Gilles; SERROY, Jean. A cultura-mundo: resposta a uma sociedade desorientada. 1.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. 207p. MARTELETO, Regina; SILVA, Antonio. Análise de Redes Sociais – aplicação nos estudos de transferência da informação.Ci. Inf., Brasília, v. 30, n. 1, p. 71-81, jan./abr. 2001. MARTELETO, Regina; SILVA, Antonio. Redes e capital social: o enfoque da informação para o desenvolvimento local. Ci. Inf., Brasília, v. 33, n. 3, p.41-49, set./dez. 2004. MATHEUS, Renato; SILVA, Antonio. Fundamentação teórica para a análise de redes com ênfase na Análise de Redes Sociais. Disponível em: <http://www.rfmatheus.com.br/doc/fundamentacaoarsv0.55.pdf> Acesso em 7 abr. 2013.
  23. 23. MCCUNE, Zachary. Consumer Production in Social Media Networks: A Case Study of the “Instagram” iPhone App. Disponível em: <http://pt.scribd.com/doc/58386692/Consumer-Production-in-Social-Media-Networks- A-Case-Study-of-the-Instagram-iPhone-App>. Acesso em: 20 abr. 2012. MONTARDO, Sandra; PASSERINO, Liniana Estudo dos blogs a partir da netnografia: possibilidades e limitações. Revista novas tecnologias na educação, Porto Alegre,v. 4, n.2, p. 1-10, p.1-10, 2006. NAGUMO, Everton. O que os estudantes dizem sobre a escola no Twitter. Anais da 36ª Reunião Nacional da ANPEd, Goiânia-GO, 2013. p. 1-15. NEVES, Claudia. Desejar. In:_____. Pesquisar na diferença: um abecedário. Porto Alegra: Sulina, 2012. p.69-72. OIKAWA, Erika. Qualidade de Vida na Palma da Mão: tecnologias móveis digitais, vigilância e visibilidade na busca pelo bem-estar. Revista vozes e diálogo, Itajaí, v. 12, n.2. p.33-43, 2013. PALFREY, Jonh; GASSER, Urs. Nascidos na era digital: entendendo a primeira geração de nativos digitais. 1 ed. Porto Alegre: Artemed, 2011. 352p. PATRÍCIO, Maria; GONÇALVES, Vitor; CARRAPATOSO, Eurico. Tecnologias Web 2.0: Recursos Pedagógicos na Formação Inicial de Professores. Carvalho, Ana Amélia A. (Org.). Actas do Encontro sobre Web 2.0. Braga: CIEd, 2008. p.108-119. PELBART, Peter. Vida capital. Ensaios de biopolítica. 1.ed.São Paulo: Iluminuras Ltda. 2003. 252p. PIMENTEL, Fernando et al. Microblogs e seu potencial de uso em educação. Revista Educação a Distância e Práticas Educativas Comunicacionais e Interculturais, Sergipe, v.1, n.6, p.73-84, 2010. POHLMANN, Angela. O que as gravuras nos sussurram aos olhos?. In: _____. Cartografia do sensível. Estética e subjetivação na contemporaneidade. Porto Alegre: Evangraf Ltda., 2009. p.99-113. PRENSKY, Marc. Digital Natives, Digital Immigrants. Disponível em: <http://www.marcprensky.com/writing/prensky%20-%20digital%20natives,%20digital %20immigrants%20-%20part1.pdf>. Acesso em: 12 jan. 2012. PRIMO, Alex. O aspecto relacional das interações na Web 2.0. Revista da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação, Brasília, v.9, n.1, p.1-21, 2007. REBS, Rebeca. Em Busca do Território Virtual: dos Lugares Concretos para os Lugares Virtuais In:_____. INTERCOM SUL Perspectivas da Pesquisa em Comunicação Digital. São Paulo: INTERCOM, 2010. p.52-87. RECUERO, Raquel. O Facebook é o novo reino dos memes: de novo. Disponível em: <http://www.raquelrecuero.com/arquivos/2011/11/o-facebook-e-o-.html> Acesso em: 07 nov. 2011. RECUERO, Raquel. Atos de Ameaça a Face e a Conversação em Redes Sociais na Internet. Disponível em: <http://www.raquelrecuero.com/ arquivos/rascunhoatosdeameaca.pdf> Acesso em: 14 jun. 2013. RECUERO, Raquel. Pôneis e outros memes, TTs e contextos. Disponível em: <http://www.raquelrecuero.com/arquivos/poneis_e_outros_memes_tts_e_contexto.ht ml>. Acesso em: 09 ago. 2011. RECUERO, Raquel. Redes Sociais na Internet. 1.ed. Porto Alegre: Sulina, 2009. 191p. RECUERO, Raquel. Sobre memes e redes sociais: de novo. Disponível em: <http:// www.raquelrecuero.com/arquivos/2011/09/sobre-memes-e-r-1.html>. Acesso em: 05 set. 2011. RECUERO, Raquel: Orkut x Facebook: de novo. Disponível em <http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/orkut_x_facebook_de_novo.html>. Acesso em: 09 nov. 2011. RECUERO, Raquel. Um estudo do Capital Social gerado a partir de Redes Sociais no Orkut e nos Weblogs. Revista FAMECOS: mídia cultura e tecnologia, Porto Alegre, v. 28, n.1, p.1-19, 2005. RECUERO, Carlos. O Álbum Fotográfico Virtual: uma Nova Forma de Conversação nas Redes Sociais na Internet. Anais do VI Simpósio Nacional da ABCiber: Entretenimento Digital. Curituba, 2012. p.1-16. REIS, Breno. Pensando o espaço, o lugar e o não lugar em Certeau e Augé: perspectivas de análise a partir da interação simbólica no Foursquare. Revista Contemporânea: geografia da comunicação, Rio de Janeiro, v.1, n.21, p.136-148. ROCHA, Paulo; MONTARDO, Sandra. Netnografia: incursões metodológicas na cibercultura. Revista da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação, Brasília, v.4, n.1, p.1-22, 2005. RODEGHIERO, Carolina. Violência na Internet: Um estudo do cyberbullying no Facebook. 2012. 152f. Dissertação (Mestrado em Letras). Universidade Católica de Pelotas, Pelotas, 2012. SACCOL, Amarolinda, et al. M-learning e u-learning: novas perspectivas da aprendizagem móvel e umbíqua. 1ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. SANTAELLA, Lúcia. Mídias locativas: a internet móvel de lugares e coisas. Revista FAMECOS: mídia cultura e tecnologia, Porto Alegre, v.1, nº 35. p. 95-101, 2008a. SANTAELLA, Lúcia. A estética política das mídias locativas. Revista Nómadas, Coimbra, v.1, n°28. p.128-137, 2008b. SANTAELLA, Lúcia. A aprendizagem ubíqua substitui a educação formal? Revista de Computação e Tecnologia da PUC-SP — Departamento de Computação/FCET/PUC-SP, São Paulo, v.3, n.1, p.17-22, 2010. SANTOS, E. Pesquisando com a mobilidade ubíqua em redes sociais da internet: um case com o Twitter. Com Ciência – Revista Eletrônica de Jornalismo Científico. 10 fev. 2012. Disponível em: <http://www.comciencia.br/comcienci a/?section=8&edicao=74&id=932>. Acesso em: 09 jan. 2014. SANTOS, Edméa; WEBER, Aline. Educação e cibercultura: aprendizagem ubíqua no currículo da disciplina didática. Revista Diálogo Educ., Curitiba, v. 13, n. 38, p. 285- 303, 2013.
  24. 24. SAVIANI, Dermeval. História das ideais pedagógicas no Brasil. 3.ed. Campinas, São Paulo: Autores Associados, 2010. 474p. Schaun, Angela et al. Produção científica brasileira na temática da mobilidade e redes sociais na internet entre 2005 e 2009, um olhar. Anais do III Simpósio Nacional ABCiber, 2009, São Paulo. p.1-15. SIBILIA, Paula. O show do eu: a intimidade como espetáculo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008. 276p. SIBILIA, Paula. Redes ou paredes: a escola em tempos de dispersão. 1.ed. Rio de Janeiro: Contraponto, 2012. 222p. SIBILIA, Paula. Os corpos visíveis na contemporaneidade: da purificação midiática à explicitação artística. In:_____. Visualidades hoje. Salvador: EDUFBA, 2013. p.119- 136. SILVA, Ana; CHAVES, Joselisa. Utilização do Google Maps e Google Earth no ensino médio: estudo de caso no Colégio Estadual da Polícia Militar-Diva Portela em Feira de Santana-BA. Anais do XV Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto - SBSR, Curitiba, PR, 2011. p.3220-3226. SILVA, Ana; COUTO, Edvaldo. PROFESSORES USAM SMARTPHONES: Considerações sobre tecnologias móveis em práticas docentes. Anais 36ª Reunião Nacional da ANPEd, Goiânia, 2013. p.1-16. SILVA, Jacqueline. Indicações para utilização de questionário online em pesquisa científica por meio do aplicativo Google Docs. Anais do ESUD – VIII Congresso Brasileiro de Ensino Superior a Distância Ouro Preto – UNIREDE. 2011. SILVA, Marcelo. A Linguagem Multimidiática do YouTube e o Ensino de Literatura. ARTEFACTUM – Revista de estudos em linguagem e tecnologia, Rio de Janeiro, v.2, n.2, p.49-57, 2009. SIMÕES, Luís; GOUVEIA, Luís. Geração Net, Web 2.0 e ensino superior, in: FREITAS, E.; TUNA, S. (Orgs.). Novos Média, Novas Gerações, Novas Formas de Comunicar. Edição especial Cadernos de Estudos mediáticos, n. 6. Edições Universidade Fernando Pessoa, 2009. p 21-32. SPINOZA, Benedictus. Ética. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2007. VALENTIM, Hugo. Para uma compreensão do Mobile Learning. 2009. 118f. Dissertação (Mestrado em Gestão de Sistema de E-Learning). Universidade Nova de Lisboa, Lisboa, 2009. VEEN, Win; VRAKKING, Bem. Homo zappiens: Educando na era digital. São Paulo: Artmed, 2009. 139p. VIEIRA, Paula. O ProInfo no entrecruzamento de seus diferentes discursos: um estudo Bakitiniano. Anais da 26° Reunião Anual da ANPED. 2003. WELLMAN, Barry et al. Computer networks as social networks: collaborative work, telework, and virtual community. Disponível em:< http://goo.gl/7Cl4sV >. Acesso em: 20 mar. 2013. ZAGO, Gabriela. Trolls e Jornalismo no Twitter. Estudos em Jornalismo e Mídia, Santa Catarina, v.9, n.1, p.150-163, 2012.

×