UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ  UESC UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL – UAB POLO DE IPIAÚ-BA COMPONENTES: EDINETE SOUZA ...
RESUMO <ul><ul><li>A trajetória educacional no que se refere a  educação especial tem sido motivo de debates e inovações, ...
PREVENÇÃO ÀS DEFICIÊNCIAS <ul><li>Prevenir significa poder evitar; </li></ul><ul><li>A condição de vida das pessoas interf...
<ul><li>A  educação ambiental e sexual  servem de exemplos para entendermos melhor a importância da prevenção na vida das ...
Principais causas de deficiências <ul><li>Nutrição inadequada de mães e crianças; </li></ul><ul><li>Infecções; </li></ul><...
AÇÕES PREVENTIVAS: <ul><li>É  tarefa individual e coletiva identificar as causas das doenças e da deficiência na população...
As ações preventivas podem ser realizadas em 3 etapas <ul><li>Prevenção Primária </li></ul><ul><li>Prevenção Secundária </...
<ul><li>A literatura quando trata da prevenção e da etiologia da deficiência, organiza em momentos distintos os cuidados a...
ESTIMULAÇÃO PRECOCE <ul><li>Quando um recém-nascido apresenta condições diferente das esperadas para sua idade, devem ser ...
<ul><li>A  estimulação precoce  está inserida no rol de atividades da intervenção precoce. </li></ul><ul><li>A Secretaria ...
Referências <ul><li>Corrêa, Maria Angela Monteiro. Educação Especial . Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, 2010.208p. </li><...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Educação Especial

1.471 visualizações

Publicada em

Uma nova atitude

Publicada em: Educação
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.471
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
201
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
27
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Educação Especial

  1. 1. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ UESC UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL – UAB POLO DE IPIAÚ-BA COMPONENTES: EDINETE SOUZA DE JESUS IVANA DE JESUS SENA PATRÍCIA SOUZA CORREIA ROBERTO CARLOS SENA ROSÂNGELA SORAIA DE JESUS SANTOS TATIANA DOS PRAZERES SANTOS TÓPICOS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL PREVENÇÃO E ESTIMULAÇÃO. INICIATIVAS E PROGRAMAS.
  2. 2. RESUMO <ul><ul><li>A trajetória educacional no que se refere a educação especial tem sido motivo de debates e inovações, o que implica em uma nova postura diante das pessoas com necessidades especiais. Nesse contexto, se faz necessário procedimentos e ações preventivas no intuito de evitar o nascimento de crianças com deficiência, bem como reduzir as consequências dos problemas gerados pela deficiência. Nesse sentido, professor, família e comunidade possuem uma imensa responsabilidade, especificamente os profissionais da educação, visto que é parte essencial para a conscientização de uma nova geração de indivíduos sensibilizados para lidar com responsabilidade às pessoas com necessidades especiais. </li></ul></ul>
  3. 3. PREVENÇÃO ÀS DEFICIÊNCIAS <ul><li>Prevenir significa poder evitar; </li></ul><ul><li>A condição de vida das pessoas interfere nas ações preventivas necessárias; </li></ul><ul><li>Para o educador é importante conhecer essa condição, para uma melhor compreensão sobre a realidade em que atua. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>A educação ambiental e sexual servem de exemplos para entendermos melhor a importância da prevenção na vida das pessoas. </li></ul><ul><li>A utilização adequada dos recursos hídricos é fundamental para a manutenção do equilíbrio dos ecossistemas, e consequentemente, para a prevenção de doenças. </li></ul><ul><li>As informações transmitidas através da educação sexual contribui para a diminuição de doenças sexualmente transmissíveis, que na gestação podem causar abortos, problemas neurológicos e/ou deficiência no feto. </li></ul>
  5. 5. Principais causas de deficiências <ul><li>Nutrição inadequada de mães e crianças; </li></ul><ul><li>Infecções; </li></ul><ul><li>Acidentes; </li></ul><ul><li>Problemas genéticos. </li></ul><ul><ul><ul><li>A prevenção, neste campo,diz respeito a um conjunto de medidas que devem ser tomadas em nível individual, comunitário e governamental com o objetivo principal de identificar, minimizar e, se possível, eliminar a maioria das causas da deficiência e promover a saúde física e mental no nascimento, no desenvolvimento e na maturidade dos indivíduos. (ESCORSIA E MENEZES, 1993, p. 14) </li></ul></ul></ul>
  6. 6. AÇÕES PREVENTIVAS: <ul><li>É tarefa individual e coletiva identificar as causas das doenças e da deficiência na população e procurar reverter a situação. </li></ul><ul><li>As estatísticas mostram, por exemplo, que cerca de 70% das deficiências poderiam ser evitadas se houvesse políticas mais apropriadas e maior envolvimento comunitário. </li></ul>
  7. 7. As ações preventivas podem ser realizadas em 3 etapas <ul><li>Prevenção Primária </li></ul><ul><li>Prevenção Secundária </li></ul><ul><li>Prevenção Terciária </li></ul><ul><li>Quando o tema é ações preventivas, a saúde da mulher e da criança deve ser prioridade. E nem tudo começa na gravidez. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>A literatura quando trata da prevenção e da etiologia da deficiência, organiza em momentos distintos os cuidados a serem tomados. Os momentos são: </li></ul><ul><li>Assistência pré-concepcional; </li></ul><ul><li>Assistência pré-natal; </li></ul><ul><li>Assistência perinatal; </li></ul><ul><li>Assistência pós-natal; </li></ul><ul><li>Grande parte das deficiências poderia ser evitadas se houvesse uma maior participação da sociedade nas medidas preventivas e no atendimento precoce àqueles que apresentam algum tipo de deficiência . </li></ul>
  9. 9. ESTIMULAÇÃO PRECOCE <ul><li>Quando um recém-nascido apresenta condições diferente das esperadas para sua idade, devem ser imediatamente encaminhado para uma avaliação mais criteriosa, pois essa atitude aumenta a chance de recuperação ou de minimização do problema. A isso chamamos de INTERVENSÃO PRECOCE. </li></ul><ul><li>Intervenção precoce é o processo que visa a identificação, ao diagnostico e ao tratamento dos desvios do desenvolvimento infantil. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>A estimulação precoce está inserida no rol de atividades da intervenção precoce. </li></ul><ul><li>A Secretaria de educação Especial do MEC, define estimulação precoce como sendo um conjunto dinâmico de atividades e de recursos humanos e ambientais incentivadores que são destinados a proporcionar à criança nos seus primeiros anos de vida experiências significativas para alcançar pleno desenvolvimento no seu processo evolutivo. </li></ul>
  11. 11. Referências <ul><li>Corrêa, Maria Angela Monteiro. Educação Especial . Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, 2010.208p. </li></ul>

×