Faculdade de Ciências da
                          Universidade de Lisboa

           Mestrado Integrado de Engenharia da ...
Relatório de estágio - LNEC                       2010


                                  Agradecimentos


Em primeiro lu...
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Figura 20 – Início da rebentação da onda. ......
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1. OBJECTIVO DO TRABALHO

   O presente relatório tem como o...
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2. DESCRIÇÃO DOS ENSAIOS

  2.1      Condições e...
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       O perfil longitudinal do canal é mostrado...
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  2.2      Equipamento de medição

        O equi...
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         Esta sonda é constituída por duas varetas par...
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       As especificações técnicas da sonda Wave-He...
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  2.2.2 ADV - Vectrino

     A medição de velocidad...
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         As posições do Vectrino foram idênticas à...
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        As especificações técnicas do ADV são apresentad...
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  2.3      Condições de agitação incidente

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  2.4     Geração de ondas

        O sistema de g...
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      Para a geração das ondas, foram construídos ...
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                 Figura 11 – Onda a ser gerada pelo batedor.
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  2.5      Registo de dados das sondas

        No...
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  2.6      Procedimentos dos ensaios

        Para cada co...
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             5. Gravar os dados na pasta do dia:
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3. RESULTADOS

  3.1      Elevação da superfíci...
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                             Elevação da superfície ...
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     Figura 16 – Altura de onda média quadrática...
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  3.2      Velocidades

        Os valores da veloc...
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  3.3      Zona de rebentação

        A localiza...
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        Já no Quadro 5, são apresentados os loca...
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4. CONCLUSÕES

     Neste relatório descreveram-se o trabalho...
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

      Endres, L. e R. Capitão (2...
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          ANEXOS



Ricardo Saiote                            P á g i n a | 31
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                    ANEXO A

 Relatório de procedimentos para início
        dos e...
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Equipamento:

  Na Observation box:
     • CPU 1 (TOSHIBA por...
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Passo 1 – Ligações

Na caixa junto ao canal:

   1. Ligar a al...
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  5. Ligar o interruptor 3

  6. Acende uma luz com o código “A...
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CPU1:


  1. Ligar o computador – a password é “lnec1700”

...
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Ligações junto ao CPU2:

  1. Verificar a se todos os ins...
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  3. Verificar se as sondas 1 (de nível ao largo) e sonda 2...
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  5.    Verificar as ligações do ADV para a placa da Nati...
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  6.   Verificar as ligações USB atrás do CPU2, uma da plac...
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Passo 2 - Configuração do CPU1 como
gerador de sinal:
  1. ...
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  3. Tem que se colocar o software “LabVIEW SignalExpress”...
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  7. No separador “Import Signals”:
         •   Fazer “check” à “Colum...
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  8. Fazer right click à esquerda (o mesmo que clicar em “add ...
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   12.Verificar se os menus estão pela seguinte ordem:




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Passo 3 – Configuração do CPU2 para
aquisição de dados:

  1. Liga...
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  6. Actualizar o ficheiro “Diário dos ensaios ADV.doc”, que se...
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  8. Clicar em “Communication”, na barra de ferramentas




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  11. Clicar em “Data collection”
          • Depois em “Edi...
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  14.Verificar os parâmetros da correlação (próximos dos 90...
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  18.Seleccionar os canais de 0 a 5 e clicar em “ok”




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   20.Clicar no separador Data View
          • Clicar com...
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  6. Actualizar o ficheiro “Diário dos ensaios ADV.doc”, que se e...
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No software Vectrino:


   1. Seleccionar “File” -> “Open...
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   6. Seguidamente iniciar a visualização dos valores do ADV...
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Passo 4 – Colocação do ADV na posição
correcta
  1. Ainda com...
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       •   Também se tem que utilizar um nível para verificar a...
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Passo 5 – Encher o canal com água do
reservatório
  1. Abrir a válvula de en...
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  3. Verificar se a válvula de retorno está fechada




Ricardo Saiote         ...
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  4. Bombear a água do local onde está a bomba de modo a ...
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  5. Carregar no botão verde para encher o canal




  6....
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Passo 6 – Ensaios
Notas:

  •   Poderá ser necessário gerar ...
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Procedimento para cada geração de onda:


   1. No software ...
Relatório de estágio - LNEC                            2010


Passo 7 – Calibração das sondas de nível e
registo das const...
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  3. Ajustar as sondas de nível ao largo e do ADV, às posiçõe...
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  5. Se tudo correu bem, os valores das constantes, dados pel...
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Programas para análise dos resultados
  1. Abrir o programa...
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  5. Escolher o início a 120s e a duração a 240s.




  6. Cli...
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  9. Clicar na seta para correr o programa e abrir o fich...
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  12. Com o Access aberto, clicar duplamente em “Abre_Proj”
...
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  17. Em “Project”, inserir no nome do projecto com o for...
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 19. Em “Run ANOI”
        a) Definir a pasta em que estão os ...
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 21. Por fim, os dados que se querem estão no ficheiro “Resu...
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Em caso do batedor parar na posição
errada
Notas:

   •   Nunc...
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   4. Clicar em “Run”, esperar 2 ou 3 segundos e clicar e...
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  8. Clicar em “Run”




  9. Esperar que o programa pare ...
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  1. 1. Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Mestrado Integrado de Engenharia da Energia e do Ambiente Ricardo Miguel Louro Saiote Laboratório Nacional de Engenharia Civil Relatório de Estágio 15 de Julho a 30 de Setembro 2010 LNEC Departamento de Hidráulica Orientador Núcleo de Portos e Estruturas Marítimas Conceição Juana Fortes Av. Do Brasil 101 1700-066 Lisboa Co-Orientadores Portugal Diogo Neves e Luiz Endres
  2. 2. Relatório de estágio - LNEC 2010 Agradecimentos Em primeiro lugar, agradeço à Eng. Conceição Juana Fortes pela forma como orientou o meu trabalho. As suas recomendações e a cordialidade com que sempre me recebeu foram bastante importantes. Estou grato por ambas e também pela liberdade de acção que me permitiu, que foi decisiva para que este trabalho contribuísse para o meu desenvolvimento profissional e pessoal. Em segundo lugar, agradeço ao Mestre Diogo Rúben Castelo Branco das Neves pelo incentivo amigo, por todo o conhecimento facultado e pelo apoio permanente que sempre me ofereceu. Agradeço também, ao Prof. Doutor Luiz Augusto Magalhães Endres, pelo apoio e esclarecimentos prestados, foram sem dúvida indispensáveis para o sucesso do meu estágio. Gostaria ainda de agradecer ao Prof. Doutor Joaquim Guilherme Henriques Dias e ao Prof. Doutor Jorge Maia Alves por terem possibilitado a ponte entre a FCUL e o LNEC, de modo a tornar este estágio possível. Por fim, gostaria de dar um obrigado a todos aqueles, pertencentes ao Departamento de Hidráulica e Ambiente – Núcleo de Portos e Estruturas, e que ainda não foram aqui referidos, que de algum modo contribuíram de forma positiva para a minha integração nesta equipa de investigação. E como não poderia deixar de ser, um sincero obrigado à minha família, namorada e amigos, que sempre me apoiaram incondicionalmente e contribuíram para que chegasse a onde estou hoje. Ricardo Saiote Página |2
  3. 3. Relatório de estágio - LNEC 2010 Índice 1. OBJECTIVO DO TRABALHO................................................................................................. 7 2. DESCRIÇÃO DOS ENSAIOS .................................................................................................. 8 2.1 Condições experimentais ........................................................................................................... 8 2.2 Equipamento de medição ........................................................................................................ 10 2.2.1 Sondas de altura de onda, baseadas em condutividade .......................................................... 10 2.2.2 ADV - Vectrino .......................................................................................................................... 13 2.3 Condições de agitação incidente .............................................................................................. 16 2.4 Geração de ondas ..................................................................................................................... 17 2.5 Registo de dados das sondas .................................................................................................... 20 2.6 Procedimentos dos ensaios ...................................................................................................... 21 3. RESULTADOS................................................................................................................... 23 3.1 Elevação da superfície livre ...................................................................................................... 23 3.2 Velocidades .............................................................................................................................. 26 3.3 Zona de rebentação.................................................................................................................. 27 4. CONCLUSÕES .................................................................................................................. 29 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .................................................................................................... 30 ANEXOS ...................................................................................................................................... 31 ANEXO A ........................................................................................................................................... 32 Ricardo Saiote Página |3
  4. 4. Relatório de estágio - LNEC 2010 Índice de Figuras Figura 1 – Canal (à esquerda); gerador de ondas irregulares (à direita). ................................ 8 Figura 2 – Canal de ondas: Planta e perfil longitudinal.......................................................... 8 Figura 3 – Perfil longitudinal do fundo do canal de ensaios utilizado..................................... 9 Figura 4 - Características geométricas da sonda Wave-Height Sensor (WHS) mark III........... 10 Figura 5 – a) Sonda junto ao batedor; b) Sonda junto ao ADV. ............................................ 11 Figura 6 – Características geométricas do ADV Vectrino. .................................................... 13 Figura 7 – a) Sonda do ADV; b) sonda de nível do ADV e Vectrino. ...................................... 14 Figura 8 – Posicionamento do ADV em planta. ................................................................... 14 Figura 9 – Sistema de geração das ondas: a) Batedor de ondas; b) Computador de geração do sinal (CPU1); c) Painel de actuação do gerador. .................................................................. 17 Figura 10 – Série temporal da diferença de potencial da onda gerada. ................................ 18 Figura 11 – Onda a ser gerada pelo batedor. ...................................................................... 19 Figura 12 – Computador de aquisição de sinal a 25 Hz (CPU2)............................................. 20 Figura 13 – Ensaios em curso. ............................................................................................ 22 Figura 14 – Sinais da sonda de nível ao largo (a vermelho) e da sonda de nível do ADV (a branco). ............................................................................................................................ 23 Figura 15 – Elevação da superfície livre registada na sonda de nível ao largo, durante 60 segundos, desde o instante t=200 s até ao instante t=260 s, para uma onda gerada com T= 2.0 s e H=14 cm. ................................................................................................................ 24 Figura 16 – Altura de onda média quadrática para uma onda incidente de T=1.1s e H=12 cm. ........................................................................................................................................ 25 Figura 17 – Período médio para uma onda incidente de T=1.1s e H=12 cm. ......................... 25 Figura 18 – Sinal do ADV para os eixos X, Y, Z1 e Z2. ........................................................... 26 Figura 19 – Tratamento de resultados para obtenção da velocidade mínima, média e máxima. ........................................................................................................................... 26 Ricardo Saiote Página |4
  5. 5. Relatório de estágio - LNEC 2010 Figura 20 – Início da rebentação da onda. .......................................................................... 27 Figura 21 – Fim da rebentação da onda.............................................................................. 28 Ricardo Saiote Página |5
  6. 6. Relatório de estágio - LNEC 2010 Índice de Quadros Quadro 1 – Especificações técnicas da sonda de nível da sonda Wave-Height Sensor (WHS) mark III. ............................................................................................................................ 12 Quadro 2 – Especificações técnicas do ADV Vectrino. ......................................................... 15 Quadro 3 – Combinações de períodos e alturas de onda utilizadas nos ensaios................... 16 Quadro 4 – Zona de início da rebentação das diversas condições de agitação incidente, em centímetros. ..................................................................................................................... 27 Quadro 5 – Zona de término da rebentação das diversas condições de agitação incidente, em centímetros. ..................................................................................................................... 28 Ricardo Saiote Página |6
  7. 7. Relatório de estágio - LNEC 2010 1. OBJECTIVO DO TRABALHO O presente relatório tem como objectivo a descrição do trabalho realizado no período de 15 de Julho de 2010 e 30 de Setembro de 2010, no Núcleo de Portos e Estruturas Marítimas, do Departamento de Hidráulica e Ambiente do Laboratório Nacional de Engenharia Civil. O trabalho consistiu na realização de ensaios em modelo físico no canal de ondas irregulares do LNEC, com vista à recolha de dados de elevação da superfície livre e da velocidade das partículas, para várias condições de agitação incidente, em diferentes posições ao longo do canal. Foi também efectuada a observação visual do início e do fim da rebentação das ondas. Estes ensaios inserem-se numa das tarefas do Projecto BRISA - Breaking waves and Induced SAnd transport, que é financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (contrato PTDC/ECM/67411/2006). Este relatório tem 5 capítulos. Depois da introdução, no capítulo 2, apresentam-se as condições experimentais, com a descrição do canal, do sistema de geração de ondas, do equipamento de medição, das condições de agitação incidente e dos procedimentos de ensaios. No capítulo 3, apresentam-se alguns dos registos efectuados durante as medições. No capítulo 4, descreve-se o procedimento de análise dos dados de medição. Finalmente, o capítulo 5 é onde se apresentam as conclusões. Ricardo Saiote Página |7
  8. 8. Relatório de estágio - LNEC 2010 2. DESCRIÇÃO DOS ENSAIOS 2.1 Condições experimentais Os testes experimentais foram realizados no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) num canal com 32 m de comprimento, com cerca de 1 m de largura e 1 m de profundidade e equipado com um gerador de ondas irregulares, Figura 1. Figura 1 – Canal (à esquerda); gerador de ondas irregulares (à direita). Na Figura 2, apresenta-se uma planta do canal e o respectivo perfil de fundo. Figura 2 – Canal de ondas: Planta e perfil longitudinal. Ricardo Saiote Página |8
  9. 9. Relatório de estágio - LNEC 2010 O perfil longitudinal do canal é mostrado na Figura 3, sendo “y” a coordenada vertical e “x” a distância horizontal até ao batedor. Este perfil consiste numa zona plana de cerca 7 m ao qual se segue uma rampa de 9 m com inclinação de 1:20 e posteriormente uma rampa de inclinação de aproximadamente 1:80. Batedor Linha de água 0.1 m y 0.6 m x 1:80 Batedor 1:20 6.82 m 10 m 15.58 m 32.4 m Figura 3 – Perfil longitudinal do fundo do canal de ensaios utilizado. Ricardo Saiote Página |9
  10. 10. Relatório de estágio - LNEC 2010 2.2 Equipamento de medição O equipamento de medição é constituído por sondas resistivas para medição da elevação da superfície livre e pelo ADV (Acoustic Doppler Velocimeter) para medição de velocidades das partículas. De seguida, descrevem-se cada um destes componentes. 2.2.1 Sondas de altura de onda, baseadas em condutividade A medição da elevação da superfície da água é feita com emprego de uma sonda resistiva e o correspondente condicionador de sinais. Foi utilizada a sonda Wave- Height Sensor (WHS) mark III, da Delft Hydraulics, com eléctrodos de 50 cm. As suas características geométricas são apresentadas na Figura 4. Figura 4 - Características geométricas da sonda Wave-Height Sensor (WHS) mark III. Ricardo Saiote P á g i n a | 10
  11. 11. Relatório de estágio - LNEC 2010 Esta sonda é constituída por duas varetas paralelas de aço inoxidável, montadas por baixo de uma pequena caixa que contém os circuitos electrónicos para o sensor de excitação, detecção e amplificação de sinal. As varetas actuam como eléctrodos através dos quais se mede a condução eléctrica. É incluído um eléctrodo de referência, de platina, para medir a condutividade do fluido, sendo esta usada para compensar a medição de altura de onda. Esta compensação é óptima em água doce, sendo que em água salgada existe uma diminuição da sua precisão. O sinal analógico de saída é proporcionalmente linear com o nível de água entre as varetas do sensor. Para a medição dos valores da elevação da superfície livre, colocou-se, Figura 5: • Uma sonda junto ao batedor x=6 m, para caracterização das condições de agitação incidente. Esta sonda foi mantida nesta posição para todas as condições de agitação incidente, Figura 5a. A frequência de aquisição é de 25Hz. A função desta sonda é verificar que o batedor de ondas está a gerar a altura de onda correcta. • Uma sonda junto ao medidor de velocidades. As posições da sonda variaram entre -1000 cm até 560 cm, com um espaçamento de 100 cm no intervalo entre -1000 e – 100 cm e de 10 cm entre os -100 cm e os 430 cm, Figura 5b. A frequência de aquisição é também de 25 Hz. a) b) Figura 5 – a) Sonda junto ao batedor; b) Sonda junto ao ADV. Ricardo Saiote P á g i n a | 11
  12. 12. Relatório de estágio - LNEC 2010 As especificações técnicas da sonda Wave-Height Sensor (WHS) mark III são apresentadas no Quadro 1. Quadro 1 – Especificações técnicas da sonda de nível da sonda Wave-Height Sensor (WHS) mark III. Varetas de 50 cm, aço inoxidável, tipo 316 Eléctrodos do sensor Diâmetro – 4mm; espaçamento - 20 cm Comprimento – 580 mm Dimensões Incluindo electrónica – 649 x 34 x 150 mm Eléctrodo de referência Platina, 5 x 2 mm de diâmetro Não-linearidade 0.5% da gama de medição, linha de tendência linear óptima Meio liquido Todos os líquidos compatíveis com os materiais supracitados Condutividade mínima requerida – 0.08mS Efeito-condutividade Sensibilidade <1% para variações entre 0.1 e 0.2 mS Saída -10 até +10 VDC para gama completa, i.e. 0.4 V/cm Fornecido um cabo padrão, 7 núcleos, blindado, com conectores Cabo de alimentação para o sensor e o Sensor Control Box, comprimento total - 10 m Comprimento máximo - 100 m Ricardo Saiote P á g i n a | 12
  13. 13. Relatório de estágio - LNEC 2010 2.2.2 ADV - Vectrino A medição de velocidades é feita com um medidor acústico (ADV - Acoustic Doppler Velocimeter), marca NORTEK, modelo Vectrino, com sonda “down-looking”. As suas características geométricas são apresentadas na Figura 6. Figura 6 – Características geométricas do ADV Vectrino. A sonda consiste em quatro transdutores receptores, cada um montado no interior do braço receptor, e um transdutor de transmissão ao centro. O Vectrino usa o efeito Doppler para medir a velocidade da água. Este transmite pares de impulsos sonoros curtos, capta os seus ecos e, finalmente, mede a variação de frequência do som que captou. O som não é reflectido na água em si, mas sim, a partir de partículas em suspensão na água (zooplâncton ou sedimentos). Cada sonda tem um sensor de temperatura. Este velocímetro fornece três componentes ortogonais da velocidade instantânea das partículas em suspensão na água, numa posição de análise (volume de medição), Figura 7a. Ricardo Saiote P á g i n a | 13
  14. 14. Relatório de estágio - LNEC 2010 As posições do Vectrino foram idênticas às posições da sonda resistiva que foi colocada ao seu lado. Na Figura 7b apresenta-se a montagem experimental utilizada nos ensaios. a) b) Figura 7 – a) Sonda do ADV; b) sonda de nível do ADV e Vectrino. O ADV foi posicionado a meio da largura do canal e mantido com a direcção “x”, alinhado com o eixo longitudinal do canal - ângulo 0° (representação esquemática na figura seguinte). A profundidade na posição de medição corresponde ao meio da coluna de água. A posição da sonda de nível foi ao lado do ADV. A frequência de aquisição é de 25 Hz. Batedor Sensor de elevação Eixo do canal 96.5 cm ADV 49.8 cm x Figura 8 – Posicionamento do ADV em planta. Ricardo Saiote P á g i n a | 14
  15. 15. Relatório de estágio - LNEC 2010 As especificações técnicas do ADV são apresentadas no Quadro 2. Quadro 2 – Especificações técnicas do ADV Vectrino. Medições de velocidade da água Gama ±0.01, 0.1, 0.3, 1, 2, 4 m/s Precisão ±0.5% do valor medido ±1 mm/s Taxa de amostragem (Saída) 1–25 Hz 1–200 Hz (firmware do Vectrino) Volume de amostragem Distância da sonda 0.05 m Diâmetro 6 mm Altura 3–15 mm (personalizável) Intensidade do eco Frequência acústica 10 MHz Resolução Escala linear Gama dinâmica 25 dB Temperatura do termistor • Gama – 4°C até 40°C embutido na sonda • Precisão/Resolução - 1°C/0.1°C • Tempo de resposta - 5 min Alimentação e saída de dados Entrada DC 12 – 48 VDC Pico de corrente 2.5 A a 12 VDC (personalizável) Consumo máximo 200 Hz 1.5 W Saídas analógicas 3 canais padrão, um para cada componente da velocidade. A gama de saída é 0–5 V. Ambiente Temperatura de operação –5°C até 45°C Temperatura de –15°C até 60°C armazenamento Ricardo Saiote P á g i n a | 15
  16. 16. Relatório de estágio - LNEC 2010 2.3 Condições de agitação incidente As condições de onda simuladas no canal foram limitadas pelas características do gerador de ondas, que apenas consegue simular um período de onda máximo e correspondente altura de onda máxima de T=2.7 s e H=23 cm, respectivamente. Assim, apenas 15 casos foram considerados (Quadro 3), correspondendo a períodos de onda de 1.1, 1.5, 2.0, e 2.5s e alturas de onda de 12, 14, 16, e 18cm. No caso de T=1.1 s e H=18 cm, as ondas rebentavam imediatamente após a sua formação devido à declividade da onda, pelo que este teste foi excluído. Quadro 3 – Combinações de períodos e alturas de onda utilizadas nos ensaios. T(s) 1.1 1.5 2.0 2.5 H(cm) 12 x x x x 14 x x x x 16 x x x x 18 x x x Ricardo Saiote P á g i n a | 16
  17. 17. Relatório de estágio - LNEC 2010 2.4 Geração de ondas O sistema de geração de ondas é constituído pelo batedor de ondas e pelos equipamentos electrónicos e informáticos indicados na Figura 9. a) b) c) Figura 9 – Sistema de geração das ondas: a) Batedor de ondas; b) Computador de geração do sinal (CPU1); c) Painel de actuação do gerador. Este sistema de geração de onda é controlado a partir de um computador portátil (CPU1), Toshiba, modelo Tecra S10, conectado via USB a um conversor digital- analógico marca National Instruments que transforma o sinal digital em analógico e o envia para a instalação eléctrica do batedor de ondas. Ricardo Saiote P á g i n a | 17
  18. 18. Relatório de estágio - LNEC 2010 Para a geração das ondas, foram construídos arquivos em formato ASCII correspondentes a uma duração de 490s (duração total do ensaio). Estes arquivos possuem duas colunas sendo a primeira, o tempo, com intervalo de 0.01s e, a segunda, a amplitude das ondas incidentes em voltagem. A geração destes arquivos foi efectuada com emprego de um programa escrito em ambiente LabVIEW que reproduz um sinal sinusoidal ou rectilíneo, incorporando a função de transferência do sistema gerador, com as seguintes características: • Ondas regulares com características de amplitude e período definido; • Rampa de amplitudes de onda crescente até à estabilização dos 0 s aos 120 s • Valor da amplitude de onda constante dos 120 s aos 360 s; • Rampa de amplitudes de onda decrescente dos 360 s aos 480 s; • Valor de amplitude constante e igual a zero dos 480 s aos 490 s. A figura seguinte mostra o aspecto da interface com o usuário para criação do arquivo mencionado. Figura 10 – Série temporal da diferença de potencial da onda gerada. Ricardo Saiote P á g i n a | 18
  19. 19. Relatório de estágio - LNEC 2010 Figura 11 – Onda a ser gerada pelo batedor. Ricardo Saiote P á g i n a | 19
  20. 20. Relatório de estágio - LNEC 2010 2.5 Registo de dados das sondas No computador torre (CPU2, Figura 12) efectuou-se a aquisição de sinal das sondas resistivas e do ADV. Utilizou-se o software Vectrino 1.15 para aquisição e visualização da elevação da superfície livre e da velocidade das partículas no volume de controle definido pelo ADV segundo os três eixos espaciais. Figura 12 – Computador de aquisição de sinal a 25 Hz (CPU2). Os testes tiveram a duração de 490 s e efectuou-se a aquisição de dados durante todo esse período. Ricardo Saiote P á g i n a | 20
  21. 21. Relatório de estágio - LNEC 2010 2.6 Procedimentos dos ensaios Para cada condição de agitação incidente, procedeu-se à medição de: • Elevação da superfície livre; • Velocidade das partículas; • Início e fim da rebentação. Cada teste (cada condição de agitação incidente) teve a duração total de 490 s. O procedimento de ensaios foi: • Ligação do hardware relativo ao canal de ondas; • Configuração do CPU1 como gerador de sinal; • Configuração do CPU2 para aquisição de dados a 25Hz; • Posicionamento do ADV no local em que se vai realizar o ensaio; • Colocação de água no canal de ondas; • Início dos ensaios: 1. No software “LabVIEW SignalExpress”, do CPU1, fazer duplo click em “Load from ASCII” e no separador “Parse file”, clicar em “input file path”; • Seleccionar “All files” para que se consiga visualizar todos os ficheiros das ondas e escolher o ficheiro de onda a gerar; 2. Em “DAQmx Generate”: • Clicar no “triângulo virado para baixo” e seleccionar a “column 2” do ficheiro da onda que se quer gerar; 3. Em simultâneo: • No CPU1 Clicar em “Run”; • No CPU2 clicar em “Record” (se não estiver já, fazer check a “Voltage” na janela que aparece) e clicar em “OK”; 4. Clicar em “Stop” quando acabar os 10 minutos de tempo reservado para o ensaio; Ricardo Saiote P á g i n a | 21
  22. 22. Relatório de estágio - LNEC 2010 5. Gravar os dados na pasta do dia: • Right click em “Voltage” e seleccionar “Convert to ASCII”; • Seleccionar a pasta do dia em que se está a fazer os ensaios dentro da pasta VecNivCan, e o nome do ficheiro tem o formato T(período)H(altura)_(posição); • Fazer right click no ficheiro que foi gravado no software “LabVIEW SignalExpress”, no canto inferior esquerdo do ecrã e clicar em delete; 6. Verificar o nível de água e corrigi-lo se for necessário; 7. Voltar ao ponto 1 para a onda seguinte, até se ter efectuado os ensaios para todas as condições de agitação incidente. • Calibração das duas sondas de nível; • Análise dos dados adquiridos. O procedimento de ensaio está descrito em mais detalhe no Anexo A. Figura 13 – Ensaios em curso. Ricardo Saiote P á g i n a | 22
  23. 23. Relatório de estágio - LNEC 2010 3. RESULTADOS 3.1 Elevação da superfície livre A Figura 14 mostra os registos da sonda de nível junto ao batedor e da sonda de nível do ADV. Figura 14 – Sinais da sonda de nível ao largo (a vermelho) e da sonda de nível do ADV (a branco). Através da Figura 15, é possível observar que a sonda de nível regista características de onda iguais às impostas pelo batedor, o que mostra que realmente as características da onda no canal, registadas através da sonda de nível, são as mesmas que foram geradas a partir do gerador de ondas. Ricardo Saiote P á g i n a | 23
  24. 24. Relatório de estágio - LNEC 2010 Elevação da superfície livre (T=20s e H=14cm) 8.00 6.00 4.00 2.00 0.00 H (cm) -2.00 200 210 220 230 240 250 260 -4.00 -6.00 -8.00 -10.00 -12.00 Tempo (s) Figura 15 – Elevação da superfície livre registada na sonda de nível ao largo, durante 60 segundos, desde o instante t=200 s até ao instante t=260 s, para uma onda gerada com T= 2.0 s e H=14 cm. Para cada condição de agitação incidente, obtiveram-se as séries temporais de elevação da superfície livre em vários pontos ao longo do canal. Com base nessas séries, efectuou-se o cálculo das estatísticas da série de valores da elevação da superfície da água, isto é, dos valores de altura média quadrática e do período médio, nesta fase preliminar. Para tal, utilizou-se o módulo SOPRO/ANALISE, Fortes e Pinheiro (2010), que efectua a análise temporal de uma série temporal de dados (registo), recorrendo ao programa em FORTRAN, ANOIAGI. Obtêm-se, para cada registo, os valores de HM (altura máxima), HS (altura significativa), Hmed (altura média), TS (período significativo) e Tmed (período médio). A título de exemplo, as Figuras 16 e 17 representam a evolução da altura relativa de onda para T=1.1 s e H=12 cm ao longo do canal nas posições estudadas. Ricardo Saiote P á g i n a | 24
  25. 25. Relatório de estágio - LNEC 2010 Figura 16 – Altura de onda média quadrática para uma onda incidente de T=1.1s e H=12 cm. Figura 17 – Período médio para uma onda incidente de T=1.1s e H=12 cm. Ricardo Saiote P á g i n a | 25
  26. 26. Relatório de estágio - LNEC 2010 3.2 Velocidades Os valores da velocidade nos eixos X, Y, Z1 e Z2 são registados pelo ADV e podem ser visualizados através do software Vectrino 1.18 (Figura 18). Figura 18 – Sinal do ADV para os eixos X, Y, Z1 e Z2. Posteriormente, os dados recolhidos pelo ADV são tratados, através de software utilizado no Laboratório, desenvolvido em ambiente LabView 8.5 (Endres e Capitão, 2010), de modo a se conseguir obter a velocidade média do registo e as médias das velocidades mínimas e máximas, de cada onda no registo (Figura 19). Figura 19 – Tratamento de resultados para obtenção da velocidade mínima, média e máxima. Ricardo Saiote P á g i n a | 26
  27. 27. Relatório de estágio - LNEC 2010 3.3 Zona de rebentação A localização do início e fim da rebentação foi efectuada por observação visual. No Quadro 4 pode-se observar os locais onde se inicia a rebentação (Figura 20) das diversas condições de agitação incidente. Todos os valores estão de acordo com o referencial do canal. Figura 20 – Início da rebentação da onda. Quadro 4 – Zona de início da rebentação das diversas condições de agitação incidente, em centímetros. T(s) 1.1 1.5 2.0 2.5 H(cm) 12 -220 -200 -200 -190 14 -320 -270 -270 -250 16 -400 -315 -315 -260 18 -380 -360 -310 Ricardo Saiote P á g i n a | 27
  28. 28. Relatório de estágio - LNEC 2010 Já no Quadro 5, são apresentados os locais onde termina a rebentação (Figura 21) das diversas condições de agitação incidente. Estes valores estão também de acordo com o referencial do canal. Figura 21 – Fim da rebentação da onda. Quadro 5 – Zona de término da rebentação das diversas condições de agitação incidente, em centímetros. T(s) 1.1 1.5 2.0 2.5 H(cm) 12 230 290 340 450 14 210 270 330 450 16 200 260 310 430 18 250 290 420 Ricardo Saiote P á g i n a | 28
  29. 29. Relatório de estágio - LNEC 2010 4. CONCLUSÕES Neste relatório descreveram-se o trabalho realizado no LNEC no período de 15 de Julho a 30 de Setembro de 2010. Este trabalho consistiu essencialmente na: • Aprendizagem dos procedimentos de ensaios em modelo físico e seu melhoramento; • Realização de ensaios em modelo físico com vista à recolha de dados de elevação da superfície livre e da velocidade das partículas, para várias condições de agitação incidente, correspondentes às posições dos instrumentos ao longo do canal desde -1000 m até 60 m (35 posições). Assim, para cada posição, foi efectuado 1 ensaio correspondente a 15 condições de agitação incidente. No total foram efectuados 525 ensaios. Para algumas das posições foi também efectuada a observação visual do início e do fim da rebentação das ondas; • Realização do relatório que descreve os procedimentos de ensaios; • Realização do presente relatório. Ricardo Saiote P á g i n a | 29
  30. 30. Relatório de estágio - LNEC 2010 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Endres, L. e R. Capitão (2010). “A comparison of time and spectral analyses on physical simulations of wave records in flume”, Proceedings of CoastLab 2010, Barcelona. FORTES, C.J.E.M.; PINHEIRO, L.; SANTOS, J.A. (2010) – Análise temporal, espectral e de erros no pacote SOPRO. Aplicações. 10º Congresso da Água – Marcas d’Água, Algarve, 21 a 24 de Março. Ricardo Saiote P á g i n a | 30
  31. 31. Relatório de estágio - LNEC 2010 ANEXOS Ricardo Saiote P á g i n a | 31
  32. 32. Relatório de estágio - LNEC 2010 ANEXO A Relatório de procedimentos para início dos ensaios com o ADV Ricardo Saiote P á g i n a | 32
  33. 33. Relatório de estágio - LNEC 2010 Equipamento: Na Observation box: • CPU 1 (TOSHIBA portátil) • Geração de ondas (Labview) Junto ao canal: • CPU2 (Torre) • Recolha de dados (Vectrino & Signal express - National instruments) Hardware • Placa da National Instruments • Transferência de dados analógicos para digital Password’s dos CPU’s: • CPU1 – lnec1700 • CPU2 – Apenas carregar em ok (Sem password) (Atenção carregar F1 para iniciar computador, acertar sempre a hora deste computador!) Ricardo Saiote P á g i n a | 33
  34. 34. Relatório de estágio - LNEC 2010 Passo 1 – Ligações Na caixa junto ao canal: 1. Ligar a alimentação na tomada que está no chão 2. Ligar o botão superior direito (Master Switch – botão preto) 3. Ligar à esquerda o botão no sistema de geração (botão National Instruments) (automaticamente liga a luz amarela, e depois liga a luz verde quando está pronto e desaparece ficando ligado amarelo no “Ready” (quando a geração está a ser feita a luz passa a acender no “Active”) Na caixa por trás do canal: 1. Ligar o interruptor 1 (está ao lado da ficha) 2. Esperar que apareça o código “bb” no display 3. Ligar o interruptor 2 (mais à esquerda) 4. Acende uma luz vermelha a piscar e aparece na luz de código “Ab” no display (este é um sinal de segurança para não sobreaquecer o quadro) Ricardo Saiote P á g i n a | 34
  35. 35. Relatório de estágio - LNEC 2010 5. Ligar o interruptor 3 6. Acende uma luz com o código “AF” no display 7. Para desligar o quadro fazer o percurso inverso à ligação do quadro 2 1 3 Display Ricardo Saiote P á g i n a | 35
  36. 36. Relatório de estágio - LNEC 2010 CPU1: 1. Ligar o computador – a password é “lnec1700” 2. Ligar o cabo USB azul ao computador, só quando este já tiver iniciado totalmente. • Deve evitar-se utilizar a porta USB do meio dado que tem apresentado problemas ao se ligar os equipamentos. Ricardo Saiote P á g i n a | 36
  37. 37. Relatório de estágio - LNEC 2010 Ligações junto ao CPU2: 1. Verificar a se todos os instrumentos estão ligados na extensão que está colocada no chão (instrumentos: box, placa da National Instruments, monitor, computador, Vectrino) (figura abaixo) 2. Verificar se estão os instrumentos ligados na extensão (ficha tripla na figura abaixo): Ricardo Saiote P á g i n a | 37
  38. 38. Relatório de estágio - LNEC 2010 3. Verificar se as sondas 1 (de nível ao largo) e sonda 2 (de nível junto ao ADV) estão ligadas na box de acordo com a figura abaixo: 4. Verificar se os fios das sondas de nível 1 e 2 que saem da box estão ligados à placa da National Instruments (a sonda 1 corresponde ao canal 6 e a sonda 2 corresponde ao canal 5 da placa da National Instruments) (figura abaixo) Ricardo Saiote P á g i n a | 38
  39. 39. Relatório de estágio - LNEC 2010 5. Verificar as ligações do ADV para a placa da National Instruments (no ADV: x(1) no canal 1 da placa, y(2) no canal 2 da placa, z1(3) no canal 3 da placa, z2(4) no canal 4 da placa e ground (5) no negativo da placa (terra) juntamente com o negativo das sondas de nível e dos canais do ADV) (figuras abaixo) Ricardo Saiote P á g i n a | 39
  40. 40. Relatório de estágio - LNEC 2010 6. Verificar as ligações USB atrás do CPU2, uma da placa da National Instruments (fio azul) e a outra do ADV, como na figura abaixo! Não trocar o local porque senão muda a porta de ligação ao Vectrino! CPU 2: 1. Verificar mais uma vez se está tudo ligado e pronto a iniciar o computador Ricardo Saiote P á g i n a | 40
  41. 41. Relatório de estágio - LNEC 2010 Passo 2 - Configuração do CPU1 como gerador de sinal: 1. Quando se liga o cabo USB azul, o software “LabVIEW SignalExpress” inicia automaticamente. (Se este não ligar clicar em “Start” -> “Programs” -> “National Instruments” -> “LabVIEW SignalExpress” -> “LabVIEW SignalExpress”) 2. Clicar na entrada analógica (aquela que tem o circulo vermelho na figura abaixo) 3. Depois da entrada ficar highlighted (verde) clicar em OK para o LabVIEW entrar Primeira vez: No LabVIEW: 1. NÃO ESQUECER, clicar em “STOP” na barra de ferramentas 2. Right click no “DAQmx Acquire” e fazer delete (Quando se inicia o programa através do menu iniciar não é necessário este passo) Ricardo Saiote P á g i n a | 41
  42. 42. Relatório de estágio - LNEC 2010 3. Tem que se colocar o software “LabVIEW SignalExpress” sem projectos 4. Fazer right click à esquerda (o mesmo que clicar em “add step”) • Clicar em “Create Signals” -> “Create analog signal” • No separador “Configuration”, em “Signal type”, escolher “DC signal” e seleccionar 0.0000 de Offset(v) 5. Fazer right click à esquerda (o mesmo que clicar em “add step”) • Clicar em “Load/Save Signals” -> “Analog Signals” -> “Load from ASCII” 6. Escolher o ficheiro da onda a gerar em “Import file path” e seleccionar “All files” para que se consiga visualizar todos os ficheiros das ondas • Escolher, por exemplo, o ficheiro T25H18_V472_novo.dat (Atenção! Os dados de entrada aqui devem ser voltagens!) Ricardo Saiote P á g i n a | 42
  43. 43. Relatório de estágio - LNEC 2010 7. No separador “Import Signals”: • Fazer “check” à “Column 2” • Em “Input x value” e seleccionar a “Column 1” Ricardo Saiote P á g i n a | 43
  44. 44. Relatório de estágio - LNEC 2010 8. Fazer right click à esquerda (o mesmo que clicar em “add step”) • Clicar em “Generate Signal” -> “DAQmx Generate” -> “Analog Output” -> “Voltage” 9. Vai aparecer uma janela – escolher o canal “ao0” e clicar em “ok” 10.No separador “Configuration” • Clicar em “Generate Mode” • Seleccionar “Continuous Sample” 11.No separador “Advanced Timing” • Clicar em “Regenerate Mode” • Selecionar “Do not allow regeneration” Ricardo Saiote P á g i n a | 44
  45. 45. Relatório de estágio - LNEC 2010 12.Verificar se os menus estão pela seguinte ordem: 13.Para começar a geração da onda clicar em “DAQmx Generate” • Clicar no “triângulo virado para baixo” e seleccionar a “Column 2” da onda a gerar Próximas vezes: No LabVIEW: 1. Seleccionar “File” -> “Open Project” • Ir à pasta “VecNivCan” e abrir o ficheiro “gerador.seproj” 2. Clicar duplamente em “DAQmx Generate” para visualizar a onda a ser gerada Ricardo Saiote P á g i n a | 45
  46. 46. Relatório de estágio - LNEC 2010 Passo 3 – Configuração do CPU2 para aquisição de dados: 1. Ligar o CPU2 2. Clicar F1 se apresentar mensagem de erro ao inciar 3. Quando pedir a password clicar em “ok” (não tem password) 4. Colocar hora e data certas 5. Na pasta VecNivCan, criar uma nova pasta onde os ficheiros de registo vão ser guardados, tendo um nome com o formato DDMMAAAA Ricardo Saiote P á g i n a | 46
  47. 47. Relatório de estágio - LNEC 2010 6. Actualizar o ficheiro “Diário dos ensaios ADV.doc”, que se encontra na pasta VecNivCan, com todos os dados do dia em que se está a efectuar o ensaio. 7. Clicar no icon do software Vectrino, que se encontra no Desktop Ricardo Saiote P á g i n a | 47
  48. 48. Relatório de estágio - LNEC 2010 8. Clicar em “Communication”, na barra de ferramentas 9. Clicar em “Serial port” e verificar se os valores estão como na figura abaixo (deve funcionar tudo bem com os valores que estão na figura abaixo, caso contrario tem que se experimentar vários valores) 10.Clicar em “Communication”, na barra de ferramentas • Clicar “terminal emulator” • E no menu em “send break” para verificar se o ADV está a comunicar bem com o CPU2 (se estiver a comunicar bem, no ecrã vai aparecer algo do género Nortek qualquer coisa como na figura abaixo) Ricardo Saiote P á g i n a | 48
  49. 49. Relatório de estágio - LNEC 2010 11. Clicar em “Data collection” • Depois em “Edit configuration” (também pode ser icon que tem o desenho de uma mão com uma folha e colocar as opções da configuração como na figura abaixo 12.Seguidamente clicar em “Apply” e depois em “Update” 13.Seguidamente iniciar a visualização dos valores do ADV com o Vectrino, clicar no icon com a seta azul para baixo (para desligar clicar no icon da seta vermelha para cima) Ricardo Saiote P á g i n a | 49
  50. 50. Relatório de estágio - LNEC 2010 14.Verificar os parâmetros da correlação (próximos dos 90), distância ao fundo (se os valores fazem sentido), SNR (próximo dos 15-20) e qualidade (maior possivel) 15.Na janela principal do vectrino clicar sobre o eixo y de qualquer um dos gráficos e colocar a escala de +100 a –100 16.Clicar em “Start” -> “Programs” -> “National Instruments” -> “LabVIEW SignalExpress” - > “LabVIEW SignalExpress”) 17.Com o botão direito do rato clicar na janela branca do lado esquerdo e, como na figura abaixo, clicar em “Aquire Signals” -> “DAQmx Acquire” -> “Analog Input” -> “Voltage” Ricardo Saiote P á g i n a | 50
  51. 51. Relatório de estágio - LNEC 2010 18.Seleccionar os canais de 0 a 5 e clicar em “ok” 19.Colocar as settings na janela como na figura abaixo (Samples to read: 25; Rate: 25Hz) Ricardo Saiote P á g i n a | 51
  52. 52. Relatório de estágio - LNEC 2010 20.Clicar no separador Data View • Clicar com o botão direito do rato na janela escura e escolher Data View -> Add Display Below • Na janela superior, clicar com o botão direito do rato na janela superior do data view e seleccionar “Signals” -> “Add Signals” e adicionar desde o sinal “Voltage – cDAQ1Mod1_a0” até ao “Voltage – cDAQ1Mod1_a3” 21.Na janela inferior, clicar com o botão direito do rato na janela superior do Data View e seleccionar “Signals” -> “Add Signals” e adicionar o sinal “Voltage – cDAQ1Mod1_a4” e “Voltage – cDAQ1Mod1_a5” Próximas vezes: 1. Ligar o CPU2 2. Clicar F1 se apresentar mensagem de erro ao iniciar 3. Quando pedir a password clicar em “ok” (não tem password) 4. Colocar hora e data certas 5. Na pasta VecNivCan, criar uma nova pasta onde os ficheiros de registo vão ser guardados, tendo um nome com o formato DDMMAAAA Ricardo Saiote P á g i n a | 52
  53. 53. Relatório de estágio - LNEC 2010 6. Actualizar o ficheiro “Diário dos ensaios ADV.doc”, que se encontra na pasta VecNivCan, com todos os dados do dia em que se está a efectuar o ensaio. Ricardo Saiote P á g i n a | 53
  54. 54. Relatório de estágio - LNEC 2010 No software Vectrino: 1. Seleccionar “File” -> “Open configuration” • Ir à pasta “VecNivCan” e abrir o ficheiro “Configuração vectrino.dep” 2. Clicar na barra de ferramentas onde diz comunication • Clicar “terminal emulator” • E no menu em “send break” para verificar se o ADV está a comunicar bem com o CPU2 (se estiver a comunicar bem, no ecrã vai aparecer algo do género Nortek qualquer coisa como na figura abaixo) 3. Clicar em “Data collection” • Depois em “Edit configuration” (também pode ser icon que tem o desenho de uma mão com uma folha e colocar as opções da configuração como na figura abaixo 4. Seguidamente clicar em “Apply” e depois em “Update” 5. Seguidamente iniciar a visualização dos valores do ADV com o Vectrino, clicar no icon com a seta azul para baixo (para desligar clicar no icon da seta vermelha para cima) Ricardo Saiote P á g i n a | 54
  55. 55. Relatório de estágio - LNEC 2010 6. Seguidamente iniciar a visualização dos valores do ADV com o Vectrino, clicar no icon com a seta azul para baixo (para desligar clicar no icon da seta vermelha para cima) 7. Verificar os parâmetros da correlação (próximos dos 90), distância ao fundo (se os valores fazem sentido), SNR (próximo dos 15-20) e qualidade (maior possível) 8. Na janela principal do vectrino clicar sobre o eixo y de qualquer um dos gráficos e colocar a escala de +100 a –100 No software LabVIEW SignalExpress: 1. Seleccionar “File” -> “Open Project” • Ir à pasta “VecNivCan” e abrir o ficheiro “gravador.seproj” Ricardo Saiote P á g i n a | 55
  56. 56. Relatório de estágio - LNEC 2010 Passo 4 – Colocação do ADV na posição correcta 1. Ainda com o canal sem água, colocar o ADV na posição do canal em que se vai efectuar os ensaios. • Este tem que estar centrado com o canal e ao meio da coluna de água. Para isso utiliza-se uma fita métrica para o colocar na posição correcta. Ricardo Saiote P á g i n a | 56
  57. 57. Relatório de estágio - LNEC 2010 • Também se tem que utilizar um nível para verificar a sua verticalidade, e corrigi-la se necessário. Ricardo Saiote P á g i n a | 57
  58. 58. Relatório de estágio - LNEC 2010 Passo 5 – Encher o canal com água do reservatório 1. Abrir a válvula de entrada e saída de água do canal 2. Verificar se as válvulas estão fechadas Ricardo Saiote P á g i n a | 58
  59. 59. Relatório de estágio - LNEC 2010 3. Verificar se a válvula de retorno está fechada Ricardo Saiote P á g i n a | 59
  60. 60. Relatório de estágio - LNEC 2010 4. Bombear a água do local onde está a bomba de modo a que não entre na correia • Ligar a ficha que está no chão junto ao reservatório • Desligar a ficha quando se começa a ouvir o ar a entrar na bomba Ricardo Saiote P á g i n a | 60
  61. 61. Relatório de estágio - LNEC 2010 5. Carregar no botão verde para encher o canal 6. Quando o canal estiver com o nível de água correcto, carregar no botão vermelho para parar de bombear água para o canal 7. Fechar a válvula de entrada e saída do canal 8. Para retirar a água do canal, abrir a válvula de entrada do canal e a de retorno Ricardo Saiote P á g i n a | 61
  62. 62. Relatório de estágio - LNEC 2010 Passo 6 – Ensaios Notas: • Poderá ser necessário gerar uma ou duas ondas de grande período e altura com o Vectrino ligado para que o ADV comece a detectar bem as partículas em suspensão na água. Escolher, por exemplo a onda T25H18. (Normalmente, se for água do reservatório, não é preciso, mas se for água da rede, talvez seja melhor). • Nunca se deve interromper o ensaio quando este já começou, evitando assim que a pá fique fora da posição zero inicial. • Verificar periodicamente se o motor do batedor está a aquecer demasiado! Se ao meter a mão no motor, este queimar, tem que se parar um pouco para deixar o motor aquecer. • Caso o motor sobreaqueça, o sistema desliga-se automaticamente para evitar que sejam causados danos no hardware. Nesse caso, aparecerá a mensagem “F219” no display, na caixa atrás do canal. Para resolver este problema, tem que se recorrer às soluções apresentadas no final do relatório de procedimentos e esperar que o motor alcance arrefeça. • Verificar sempre se a sonda de nível junto ao ADV está a registar as voltagens correctas (observar na janela inferior do Data View do CPU2 se não existem rectas quando estão a ser geradas ondas) Ricardo Saiote P á g i n a | 62
  63. 63. Relatório de estágio - LNEC 2010 Procedimento para cada geração de onda: 1. No software “LabVIEW SignalExpress”, do CPU1, fazer duplo click em “Load from ASCII” e no separador “Parse file”, clicar em “input file path” • Seleccionar “All files” para que se consiga visualizar todos os ficheiros das ondas e escolher o ficheiro de onda a gerar 2. Em “DAQmx Generate” • Clicar no “triangulo virado para baixo” e seleccionar a “column 2” do ficheiro da onda que se quer gerar 3. Em simultâneo: • No CPU1 Clicar em “Run” • No CPU2 clicar em “Record” (se não estiver já, fazer check a “Voltage” na janela que aparece) e clicar em “OK” 4. Clicar em “Stop” quando acabarem os 10 minutos de ensaio 5. Gravar os dados na pasta do dia: • Right click em “Voltage” e seleccionar “Convert to ASCII” • Seleccionar a pasta do dia em que se está a fazer os ensaios dentro da pasta VecNivCan, e o nome do ficheiro tem o formato T(período)H(altura)_(posição) • Fazer right click no ficheiro que foi gravado no LabVIEW SignalExpress no canto inferior esquerdo do ecrã e clicar em delete 6. Verificar o nível de água e corrigi-lo se for necessário 7. Repetir o processo para a onda seguinte Ricardo Saiote P á g i n a | 63
  64. 64. Relatório de estágio - LNEC 2010 Passo 7 – Calibração das sondas de nível e registo das constantes de calibração 1. Quando todos os ensaios do dia estiverem concluídos, abrir o ficheiro “calibracao diogo endres.xls”, que se encontra na pasta VecNivCan, no CPU2 2. Criar um novo registo para o dia, copiando o do dia anterior (para que as fórmulas de cálculo das constantes de calibração se mantenham nas células correctas) e apagar os valores correspondentes aos níveis do dia anterior Ricardo Saiote P á g i n a | 64
  65. 65. Relatório de estágio - LNEC 2010 3. Ajustar as sondas de nível ao largo e do ADV, às posições em que se vai efectuar a leitura dos valores de voltagem (o valor do nível é lido numa chapa como a da figura abaixo) 4. Registar os valores médios de voltagem das sondas de nível, indicados no software “LabVIEW SignalExpress”, no ficheiro “calibracao diogo endres.xls” Ricardo Saiote P á g i n a | 65
  66. 66. Relatório de estágio - LNEC 2010 5. Se tudo correu bem, os valores das constantes, dados pelas células com fundo verde, serão à volta de 3 Ricardo Saiote P á g i n a | 66
  67. 67. Relatório de estágio - LNEC 2010 Programas para análise dos resultados 1. Abrir o programa “xyz1z2etaVetaL.vi” em LabVIEW 2. Clicar na “seta” em cima para correr o programa 3. Abrir o ficheiro de dados extraído das sondas (este ficheiro tem 6 colunas) 4. Colocar os parâmetros de calibração das duas sondas de nível. Estes valores mudam todos os dias. Ricardo Saiote P á g i n a | 67
  68. 68. Relatório de estágio - LNEC 2010 5. Escolher o início a 120s e a duração a 240s. 6. Clicar “pressione para gravar” 7. Gravar o ficheiro de resultados com o nome original do ficheiro dos dados de origem e adicionar “_VHT” ao nome do ficheiro de resultados 8. Abrir o programa “MinMedMax.vi” em Labview Ricardo Saiote P á g i n a | 68
  69. 69. Relatório de estágio - LNEC 2010 9. Clicar na seta para correr o programa e abrir o ficheiro “VHT” criado no programa anterior (xyz1z2etaVetaL.vi) 10. Fazer “print screen” dos resultados do MinMedMax.vi e gravar ficheiro na pasta do dia que se está a utilizar 11. Em seguida, ir à pasta “ANOIAGI” que está dentro da pasta VecNivCan e abrir “anoiagi.mdb” Ricardo Saiote P á g i n a | 69
  70. 70. Relatório de estágio - LNEC 2010 12. Com o Access aberto, clicar duplamente em “Abre_Proj” 13. Clicar duplamente em New Project 14. Clicar em “Sim” no aviso que aparecer 15. Escolher “Novo Projecto” de entre a lista de projectos (normalmente está sempre no fim da lista) 16. Clicar em Open Project Ricardo Saiote P á g i n a | 70
  71. 71. Relatório de estágio - LNEC 2010 17. Em “Project”, inserir no nome do projecto com o formato ADV_DDNomeDoMês (na figura abaixo está “ADV_12Julho”) 18. Em “Data”, verificar que todos os valores estão conforme a figura em seguinte Ricardo Saiote P á g i n a | 71
  72. 72. Relatório de estágio - LNEC 2010 19. Em “Run ANOI” a) Definir a pasta em que estão os ficheiros a processar b) Seleccionar todos os ficheiros “qualquercoisa_VHT.txt” c) Clicar em “Write data file for ANOI” d) Clicar em “Run ANOI” a) b) c) d) 20. Deixar correr o ANOIAGI.exe na linha de comandos e premir uma tecla quando terminar Ricardo Saiote P á g i n a | 72
  73. 73. Relatório de estágio - LNEC 2010 21. Por fim, os dados que se querem estão no ficheiro “Resultados_Totais.res”, que se encontra na pasta ANOIAGIAN_qualquercoisa (neste caso será a pasta AN_291_ADV_12Julho) Ricardo Saiote P á g i n a | 73
  74. 74. Relatório de estágio - LNEC 2010 Em caso do batedor parar na posição errada Notas: • Nunca desligar o quadro quando a pá parar fora do zero inicial. Só mesmo em caso das seguintes soluções não resolverem o problema. Solução nº 1: 1. Ir à caixa atrás do canal e colocar o display em “Ab” 2. Se este não passar automaticamente para “Ab”, clicar no interruptor “S1” para fazer reset à mensagem de erro 3. No CPU1, seleccionar “DC signal”, em “DAQmx Generate” Ricardo Saiote P á g i n a | 74
  75. 75. Relatório de estágio - LNEC 2010 4. Clicar em “Run”, esperar 2 ou 3 segundos e clicar em “Stop” 5. Ir à caixa atrás do canal e colocar o display em “AF”. 6. Caso tudo corra bem, a pá deve voltar à posição inicial. Caso contrário, tem que se recorrer à solução nº 2 Solução nº 2: 1. Ir à caixa atrás do canal desligar tudo 2. Esperar 15 segundos e voltar a ligar os interruptores 1 e 2 até aparecer “Ab” no display na caixa atrás do canal 3. No CPU1, seleccionar “DC signal”, em “DAQmx Generate” 4. Clicar em “Run”, esperar 2 ou 3 segundos e clicar em “Stop” 5. Voltar à Box atrás do canal e desligar tudo 6. Em seguida, ligar tudo até aparecer “AF” no display na caixa atrás do canal 7. No CPU1, ir à pasta “DesktopCOI3Recover_Position_Lost_Zero_Memory.vi” Ricardo Saiote P á g i n a | 75
  76. 76. Relatório de estágio - LNEC 2010 8. Clicar em “Run” 9. Esperar que o programa pare automaticamente e ler valores, que têm que estar entre 0.04 e 0.06 10. Voltar a desligar todos os interruptores na caixa atrás do canal 11.Esperar 15 segundos e voltar a ligar os interruptores 1 e 2 até aparecer “Ab” no display na caixa atrás do canal 12.No CPU1, seleccionar “DC signal”, em “DAQmx Generate” 13.Clicar em “Run”, esperar 2 ou 3 segundos e clicar em “Stop” 14.Voltar à Box atrás do canal e desligar tudo 15.Em seguida, ligar tudo até aparecer “AF” no display na caixa atrás do canal 16.Agora o problema deve estar resolvido e a pá na sua posição inicial Ricardo Saiote P á g i n a | 76
  77. 77. Relatório de estágio - LNEC 2010 Ricardo Saiote P á g i n a | 77

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