Treinamento 03 HP12C Gerentes de Autos

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Treinamento 03 HP12C Gerentes de Autos

  1. 1. HP12C para Gestão de Vendas de Veículos Automotores
  2. 2. EMPREENDEDOR Pós - graduado MBA em Gestão de Pessoas, Gestão de MKT e Gestão Empresarial. Atualmente Docente Nível Superior e da Pós Graduação das Faculdades Integradas do Instituto Cuiabano de Educação, Presidente da AGENCIAUTO/MT - Associação dos Revendedores de veículos Usados do Estado de Mato Grosso e Vice Presidente FENAUTO, Federação Nacional das Associações dos Revendedores de veículos Automotores. Com experiência profissional no comercio varejista de veículos novos e usados, Consultor, Gestor Comercial e Administrativo de empresas do setor Automobilístico. Instrutor e Conteudista do SENAC/Varejo – Cuiabá, e Palestrante da empresa AW Mundo do Automóvel.
  3. 3. Curso de Formação Específica 01 OBJETIVO GERAL
  4. 4. Professor Especialista Ricardo Julio Jatahy Laub Jr. Gestores Gestor Profissional • Objetivo do Curso – Formar Gestores nos conhecimentos específicos na utilização da HP12c direcionados para atividade no setor automobilístico. CONHECIMENTO FORÇA QUE MOVE O FUTURO
  5. 5. 02 SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL
  6. 6. 02 SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL Vamos fazer os conceitos simplificados de  Sistema Financeiro Nacional  Banco Central  O Conselho Monetário Nacional - CMN  Comitê de Política Monetária – COPOM  Taxa Selic  Instituição Financeira  Financiamento
  7. 7. SISTEMA FINANCEIRO Conceito: O Sistema Financeiro Nacional – SFN - é formado pelo conjunto de instituições dedicadas a propiciar condições satisfatórias para a manutenção de um fluxo de recursos entre poupadores e investidores no País.
  8. 8. SISTEMA FINANCEIRO Conceito: O Sistema Financeiro Nacional – SFN - é formado pelo conjunto de instituições dedicadas a propiciar condições satisfatórias para a manutenção de um fluxo de recursos entre poupadores e investidores no País. Função: O principal objetivo do SFN é valorizar a intermediação entre poupança e investimento, possibilitando ao setor produtivo maior eficiência. Lembre-se sempre disto, é um princípio básico: intermediar dinheiro de quem tem “sobrando” para os que tem “faltando”, é uma analogia simplista, mas é a essência de todo o processo.
  9. 9. Professor Especialista Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.
  10. 10. Professor Especialista Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.
  11. 11. Professor Especialista Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.
  12. 12. Professor Especialista Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.
  13. 13. Professor Especialista Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.
  14. 14. Professor Especialista Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.
  15. 15. Professor Especialista Ricardo Julio Jatahy Laub Jr.
  16. 16. Professor Especialista Ricardo Julio Jatahy Laub Jr. ONDE NÓS TRABALHAMOS EXATAMENTE
  17. 17. Professor Especialista Ricardo Julio Jatahy Laub Jr. Subsistema Normativo Subsistema Operacional Sistema Financeiro Nacional Conselho Monetário Nacional Banco Central do Brasil Comissão de Valores Mobiliários Banco do Brasil BNDES Agentes Especiais Bancos Comerciais Bancos Estaduais Cooperativas de Crédito Caixas Econômicas Factorings Sociedades de crédito Bolsas de Valores Corretoras e Distribuidoras Bolsas de Futuros Caixas de Registro e Liquidação Bancos de Investimento Clubes de Investimentos
  18. 18. BANCO CENTRAL Conceito: O Banco Central é a instituição responsável pelo controle da oferta de moeda e pela supervisão de todo o sistema financeiro, nomeadamente os Bancos Comerciais e outras Instituições Financeiras.
  19. 19. O CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN) É o órgão deliberativo máximo do Sistema Financeiro Nacional.
  20. 20. O CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN) Ao CMN compete: Estabelecer as Diretrizes Gerais das políticas monetária, cambial e creditícia; Regular as Condições de constituição, funcionamento e fiscalização das instituições financeiras e Disciplinar os Instrumentos de política monetária e cambial.
  21. 21. DEFINIÇÃO: Órgão do BC, responsável por estabelecer a meta para taxa Selic. Foi criado para estabelecer um ritual adequado ao processo decisório de política monetária e aprimorar sua transparência. COMITÊ DE POLÍTICA MONETÁRIA - COPOM
  22. 22. TAXA SELIC É um índice pelo qual as taxas de juros cobradas pelos bancos no Brasil se balizam. A taxa é uma ferramenta de política monetária utilizada pelo Banco Central do Brasil para atingir a meta da taxa de juros estabelecida pelo Comitê de Política Monetária (Copom).
  23. 23. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA É uma organização cuja finalidade é otimizar a alocação de capitais financeiros próprios e/ou de terceiros, obedecendo uma correlação de risco, custo e prazo que atenda aos objetivos dos seus patrocinadores, incluindo pessoas físicas ou jurídicas que tenham interesses em sua operação como acionistas, clientes, colaboradores, Cooperados, fornecedores, agências reguladoras do mercado onde a organização opere.
  24. 24. É o ato de uma organização, usualmente uma empresa, que ajuda a pagar um produto ou um serviço de uma pessoa, ou de outra empresa, através de doação de dinheiro ou empréstimo. Um financiamento pode ser e usualmente é oferecido por uma instituição financeira, que cobrará juros sobre o empréstimo. O financiamento diferencia-se do empréstimo por estar vinculada a venda de um bem ou serviço. FINANCIAMENTO
  25. 25. INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS
  26. 26. 03 MATEMÁTICA FINANCEIRA - NOÇÕES
  27. 27. 03 MATEMÁTICA FINANCEIRA - NOÇÕES CAPITAL: O Capital é o valor aplicado através de alguma operação financeira. Também conhecido como: Principal, Valor Atual, Valor Presente ou Valor Aplicado. Em língua inglesa, usa-se Present Value, indicado nas calculadoras financeiras pela tecla “PV”.
  28. 28. JUROS: Juros representam a remuneração do Capital empregado em alguma atividade produtiva. Os juros podem ser capitalizados segundo os regimes: simples ou compostos, ou até mesmo, com algumas condições mistas. 03 MATEMÁTICA FINANCEIRA - NOÇÕES
  29. 29. TAXA: é um índice numérico relativo cobrado sobre um capital para a realização de alguma operação financeira. 03 MATEMÁTICA FINANCEIRA - NOÇÕES 03 MATEMÁTICA FINANCEIRA - NOÇÕES
  30. 30. DEFINIÇÕES IMPORTÂNTES 03 MATEMÁTICA FINANCEIRA - NOÇÕES NOMINAL EFETIVA REAL
  31. 31. DEFINIÇÕES IMPORTÂNTES TAXA NOMINAL: É quando o período de formação e incorporação dos juros ao Capital não coincide com Aquele a que a taxa está referida. Exemplo: 310% ao ano com capitalização mensal. 200% ao semestre com capitalização Mensal. 213% ao ano com capitalização trimestral. 03 MATEMÁTICA FINANCEIRA - NOÇÕES
  32. 32. DEFINIÇÕES IMPORTÂNTES TAXA EFETIVA: É quando o período de Formação e incorporação dos juros ao Capital coincide com Aquele a que a taxa está referida. Ex: 145% ao mês com capitalização mensal. 412% ao semestre com capitalização semestral. 120% ao ano com capitalização anual. 03 MATEMÁTICA FINANCEIRA - NOÇÕES
  33. 33. DEFINIÇÕES IMPORTÂNTES TAXA REAL: É a taxa efetiva corrigida pela taxa inflacionária do período da Operação. 03 MATEMÁTICA FINANCEIRA - NOÇÕES
  34. 34. DESCONTO: O desconto é aplicado quando um empréstimo é saldado antes do vencimento previsto e, claro, desde que esse desconto esteja previsto em contrato. Se uma pessoa deve uma quantia em dinheiro numa data futura, é normal que entregue ao credor um título de crédito, que é o comprovante dessa dívida. DEFINIÇÕES IMPORTÂNTES 03 MATEMÁTICA FINANCEIRA - NOÇÕES
  35. 35. DEFINIÇÕES IMPORTÂNTES 03 MATEMÁTICA FINANCEIRA - NOÇÕES DESCONTO COMERCIAL SIMPLES: O conceito de desconto em juro simples é similar ao de desconto em juro simples.
  36. 36. DEFINIÇÕES IMPORTÂNTES 03 MATEMÁTICA FINANCEIRA - NOÇÕES DESCONTO COMERCIAL COMPOSTO: O conceito de desconto em juro composto é similar ao de desconto em juro simples.
  37. 37. MONTANTE (FV) (Cálculo do Futuro Valor) é igual a soma do Presente Valor (capital inicial) aos Juros referentes ao período da aplicação. DEFINIÇÕES IMPORTÂNTES
  38. 38. TEMPO (N): é o prazo ou período de capitalização pelo qual o capital é aplicado. DEFINIÇÕES IMPORTÂNTES
  39. 39. PRESTAÇÃO (PMT): é a parcela contínua que amortiza o Capital e os Juros. DEFINIÇÕES IMPORTÂNTES
  40. 40. CAPITALIZAÇÃO: É o processo de aplicação de uma taxa de juros sobre um capital, resultando de um juro e, por conseguinte de um montante. Quando queremos saber qual o valor de um montante, estamos querendo saber o resultado da capitalização do valor atual. DEFINIÇÕES IMPORTÂNTES
  41. 41. DESCAPITALIZAÇÃO: Corresponde a operação inversa, sabemos o valor do montante e queremos saber o valor atual. Fazemos descapitalização quando queremos saber, por exemplo, quanto precisamos investir hoje em um determinado regime de capitalização, durante um determinado número de períodos, para ter numa data futura um determinado montante. DEFINIÇÕES IMPORTÂNTES

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