Um jovem recém

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Um jovem recém

  1. 1. Um jovem recém-casado estava sentado em um sofá num dia quente e úmido, bebericando chá gelado durante uma visita aoseu pai. Ao conversarem sobre a vida, o casamento, as responsabilidades da vida, as obrigações da pessoa adulta, o pairemexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo quando lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho.– Nunca se esqueça de seus amigos, aconselhou! Serão mais importantes na medida em que você envelhecer.Independentemente do quanto você ame sua família, os filhos que porventura venha a ter, você sempre precisará de amigos.Lembre-se de ocasionalmente de ir a lugares com eles. Faça coisas com eles. Telefone para eles..."Que estranho conselho", pensou o jovem. "Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza minha esposae a família que iniciaremos serão tudo de que necessito para dar sentido à minha vida!"Contudo, ele obedeceu ao pai. Manteve contato com seus amigos e anualmente aumentava o número de relacionamentos.Conforme os anos se passavam, ele foi compreendendo que seu pai sabia do que falava. Na medida em que o tempo e anatureza realizavam suas mudanças e mistérios sobre o homem, amigos mostraram-se baluartes em sua vida. Passados maisde 50 anos, eis o que aprendeu:O tempo passa.A vida acontece.A distância separa.As crianças crescem.Os empregos vêm e vão.O amor perde a intensidade.As pessoas não fazem o que deveriam fazer.O coração se rompe.Os pais morrem.Os colegas esquecem-se dos favores.As carreiras terminam.Mas, os verdadeiros amigos estão sempre lá, não importando quanto tempo e quantos quilômetros haja entre vocês.Um amigo nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor eesperando por você de braços abertos, abençoando sua vida!Quando iniciamos esta aventura chamada VIDA, não sabemos das incríveis alegrias ou tristezas que estarão adiante. Nemsabemos o quanto precisaremos uns dos outros.Uma parábola de um Santo da Igreja :Um certo homem tinha três amigos. Dois desses amigos ele amava muito. Ele sacrificaria tudo por tais amizades. Ele ficariaacordado a noite toda apenas para agradá-los. Ele, literalmente os adorava.Para o primeiro amigo ele trabalharia dia e noite. Ele tinha um amor tão grande por ele que em razão de sua devoção, muitasvezes nem sequer ter tempo para comer ele tinha.Mas ele também era louco por seu segundo amigo. Quando abriu a carteira podia-se ver as fotografias deste amigo. Quandoele encontrava esse amigo, dava pulos de alegria. Ele apreciava de fato passar tempo com ele.Ele contudo tinha ainda um terceiro amigo. Mas este terceiro ele não amava. Vez ou outra ele lembrava de o visitar, masmuito raramente pensava nele ou buscava fazer algo por ele. Seu interesse de fato centrava-se nos dois primeiros amigos.Um dia contudo, ele recebeu uma má notícia, que o fez entrar em pânico.Certa noite, enquanto dormia, foi acordado por uma batida forte na porta. Ele se levantou e encontrou um policial na portacom uma intimação."O que é isso?" Perguntou, incrédulo."Esta é uma intimação, convocando você a participar de uma audiência judicial. Você é um suspeito." Disse o visitantenoturno."Eu ? Suspeito? O que fiz?" Perguntou, apavorado !"Eu não sei. Tudo o que sei é que você está sendo acusado de um crime. Basta assinar a intimação, por favor, não possoesperar mais. Devo visitar outros como você, os instimando para o tribunal."E após isso, o policial deixou a intimação e foi embora.O homem,agora um suspeito intimado pela justiça, foi deixado para trás, petrificado. Ele estava realmente preocupado,perplexo. O que aconteceria com ele?Ele desde já começou a pensar em encontrar algumas testemunhas em seu favor, para ajudá-lo a provar sua inocência e evitarqualquer condenação. Mas quais seriam essas pessoas?"Eu tenho sim, dois bons amigos. Eu os amo muito. Se eles não me ajudarem agora neste momento, o mais dificil da minhaexistencia, quando eles poderiam me ajudar, provando assim a sua amizade? Eu devo ir encontrá-los imediatamente". Pensouo desesperado homem.Logo pela manhã, ele foi a casa do primeiro dos seus dois grandes amigos.
  2. 2. Enquanto caminhava a porta de seu primeiro amigo, ele imaginava já com algum alívio o quão feliz seu amigo ficaria em oreceber e o quanto ele poderia lhe ajudar..Ao ser recebido, ja na porta ele desabafou : "Meu amigo,você sabe o quanto eu me importo com você, por já ha tantos anos oquanto me sacrifico por ti, quantas noites eu trabalhei para você alegremente.Então agora eu peço a você, e esta é a primeira vez que lhe peço um favor. Em nome de nossa amizade, por favor venha aotribunal dizer ao juiz que eu não sou culpado. Diga-lhe que sou inocente. Por favor me ajude."Enquanto dizia essas coisas, já chorava, mas sua angustia se tornou ainda maior quando percebeu a total indiferença do seuamigo.Disse então com frieza, o "primeiro amigo" : "Ouça-me. Eu sei que você me amou e fez tudo por mim sempre, mas nestemomento não posso ir a tribunal. Eu tenho uma importante viagem de negócios... Mas eu percebo que você está mal vestido,com roupas velhas, e isso não vai lhe ajudar no tribunal. Então, o que posso lhe oferecer é um belo e caro terno, para vocêfazer uma boa figura , ao menos na aparencia, no tribunal, perante o juiz."O pobre e angustiado homem se enervou : "Um terno caro, meu amigo ? Eu não preciso de roupas. Eu quero seu apoio,pessoalmente comigo diante do juiz, como minha testemunha. Você não pode fazer isso por mim? Você não se lembra otempo todo que passamos juntos, de toda a nossa grande amizade ? "Seu primeiro e grande amigo mudou então da frieza para uma já notória rispides, e indicou que a partir daquele instante apresença do "suspeito intimado" já não era mais bem vinda na sua casa, e então aquela amizade foi oficialmente encerrrada.O pobre homem, arrasado, ainda tinha o seu segundo grande amigo, e ele não esperou um outro momento para o procurar.Correu em direção a sua casa."Quem é?" Respondeu o segundo grande amigo com uma voz ríspida, ao ouvir as batidas na porta."É o seu bom amigo. Abra por favor, eu tenho que lhe dizer algo muito sério."Seu amigo abre a porta e fica surpreso com a condição de seu visitante, e pede-lhe que explique o aconteceu, por que estatão perturbado, tão pálido e em lágrimas."Oh meu amigo, eu estou em apuros. Estou sendo acusado. Amanhã devo estar no tribunal. Eu sou acusado de um crime e sefor considerado culpado , vou ser condenado a morte."O amigo se mostrou solidario : "O que é isso ? É um absurdo ! Você é uma pessoa boa, como pode ser acusado de algo tãograve? Não , não é possível."O pobre homem sem conseguir se confortado por tais palavras, atropelou seu segundo grande amigo, clamando ancioso porsua ajuda : "Não, é a mais pura verdade, estou sim sendo acusado. Então eu vim lhe pedir para vir comigo ao tribunal no diado meu julgamento. Você sabe o quanto de amor eu sempre tive por você ao longo de todos esses anos... Por favor, venhacomigo para testemunhar em meu nome e provar minha inocência. Meu outro grande amigo me abandonou. Não me mandeembora de mãos vazias. Por favor, me ajude ... "O segundo grande amigo, consternado, perguntou, prestativo : "Quando você quer que eu vá?""Amanhã". Respondeu o aflito homem."Oh, isso é lamentável, mas amanhã eu não posso, pois estou mesmo muito ocupado. A única coisa que posso fazer é ir comvocê até a porta do tribunal. Depois eu lamentavelmente não vou poder lhe acompanhar. Olha, eu sinto muito por suasituação, de o ver nesta condição, vou realmente ficar muito triste se você for considerado culpado. Mas eu não sei o que tedizer, mas eu não posso te ajudar mais do que isso. "O homem então se enfurece : "Eu não estou procurando companhia para me acompanhar ao tribunal", estou à procura detestemunhas para me ajudar a me salvar!"O segundo grande amigo, triste e um pouco constrangido, diz , já tentando dar fim a constrangedora conversa : "Eu entendosua angustia,mas simplesmente não posso. Desculpe ..."O pobre homem se vê perdido. Seu mundo caiu, suas seguranças se foram. Então, já totalmente desesperado, ele pensanaquele terceiro amigo. Ele pensa, duas, três, cinco vezes, temendo por mais uma resposta evasiva ou mesmo francamentenegativa deste terceiro amigo. Ele pensa : " Se a esses dois a quem tanto amei e me dediquei, nada recebi, o que possoesperar deste ao qual fui sempre tão negligente e seco ?"Ainda assim, não tendo mais a quem recorrer, ele decide arriscar.Quando chegou à casa de seu terceiro amigo, ele bateu na porta com o coração aflito."Quem é?" Respondeu o amigo com uma voz bastante amigável."Sou eu", respondeu o aflito homem com uma voz trêmula. "Abra a porta para mim por favor. Estou em apuros .."Com muita alegria e polidez seu amigo abriu a porta: "Bem-vindo! Por favor, entre ! Como você está? Como está tudo? Vocêparece chateado. O que está acontecendo com você? Talvez eu possa ajudar.""Meu amigo", disse o visitante com muito embaraço : "Tenho vergonha de mesmo olhar para você. Eu sei que eu não tenhosido um bom amigo, que se comparado ao amor que dediquei a outros dois amigos eu mesmo não poderia assim lheconsiderar.... Mas agora, só você pode me ajudar! Eu sei que eu não sou digno de seu amor e eu realmente vou entender sevocê me negar ajuda, mas..."Seu terceiro amigo logo o interrompeu : "Bobagem! Não seja tímido. Não tenha medo. Vamos enfrentar seja o que for juntos.Eu não vou deixar você, e eu tenho certeza que posso convencê-los de sua inocência. Então não se preocupe. Vamos. Vocêpode contar que vou apresentar provas em seu favor no tribunal, diante do juiz ... "
  3. 3. Todos nós podemos imaginar os sentimentos do homem quando recebeu tal resoluto e incontestável apoio deste terceiro enegligenciado amigo. De onde menos esperava, ele encontrou compreensão e amor. Seu terceiro amigo então realmente oacompanhou no dia seguinte ao tribunal, e seu auxílio foi fundamental, para provar sua inocência.

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