Distensão

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Distensão

  1. 1. Graduação em Fisioterapia Disciplina: Primeiros Socorros Docente: Shislen Mendes
  2. 2. ISTENSÕES
  3. 3. Conceito • A. A distensão muscular ocorre quando um músculo ou o tendão que se prende ao osso é submetido a um esforço que rompe algumas ou muitas fibras musculares e os vasos sanguíneos que as irrigam, dando origem a um hematoma acompanhado de inflamação local. Amanda
  4. 4. Amanda
  5. 5. Classificação • Distensão aguda: acontece quando os tendões e os músculos são solicitados a fazer uma contração repentina, de forte intensidade. Exemplos são as contusões musculares que ocorrem durante a prática de esportes competitivos, quando levantamos objetos pesados do chão ou fazemos força brusca contra uma resistência. Amanda
  6. 6. •Distensão crônica: surge em consequência de exercícios repetitivos, prolongados, que solicitam sempre os mesmos músculos. São as distensões musculares que atingem os corredores, os ciclistas e os que praticam esportes competitivos. Amanda
  7. 7. Fatores de risco • O risco de sofrer distensões musculares aumenta nas seguintes situações: Falta de aquecimento antes da prática dos exercícios. Falta de condicionamento físico e do emprego da técnica adequada para a realização de cada tipo de exercício. Excesso de peso corpóreo Cansaço extremo Tássia
  8. 8. Sintomas • Dor; • Hematoma (mancha roxa); • Edema (inchaço); • Dificuldade para movimentar o músculo lesado; • Quando há ruptura completa das fibras e o rompimento dos vasos sanguíneos, surge um grande hematoma no local que fica muito inchado. • No que se refere à dor, nas distensões agudas, ela pode vir acompanhada de pontadas e dificuldade de movimentação do músculo comprometido. Tássia
  9. 9. Diagnóstico • Além da avaliação clínica da região afetada pela distensão muscular, radiografia, ressonância magnética e eletromiograma são exames de imagem importantes para estabelecer o diagnóstico diferencial e orientar o tratamento. Tássia
  10. 10. Tratamento • Normalmente, o próprio organismo se encarrega de reparar as fibras musculares que se romperam, absorver o coágulo e controlar a inflamação. Lesões mais graves exigem avaliação médica imediata para excluir a presença de fraturas e evitar sequelas que limitem os movimentos. Kelly
  11. 11. • As seguintes medidas são essenciais para o tratamento das distensões musculares: Aplicação de gelo no local da lesão; Compressão da área para evitar inchaço; Repouso; Elevação do membro em que ocorreu o ferimento; Uso de analgésicos e dos anti- inflamatórios; Kelly
  12. 12. Recomendações • Aplique gelo no local da lesão imediatamente. O frio diminui a sensibilidade à dor, o inchaço, o sangramento interno e o processo inflamatório. Repita a operação a cada duas horas até desaparecerem os sintomas; • Proteja o músculo lesado com uma faixa para comprimir a área e evitar que o inchaço e o sangramento interno aumentem; • Evite atividades que aumentem a dor, mas não fique completamente parado. Use o bom senso: os limites para a atividade são a dor e o inchaço. Doeu ou inchou, parou; • Mantenha o membro em que ocorreu a distensão em posição mais alta do que o coração; • Recorra ao uso de analgésicos e dos anti-inflamatórios para aliviar a dor. No entanto, os anti- inflamatórios não devem ser empregados por mais de três ou quatro dias e sem orientação médica. Kelly
  13. 13. Torções
  14. 14. Conceito • O entorse é uma lesão dos ligamentos de uma articulação sem deslocamento das superfícies articulares. Em caso de entorse, o raio de ação normal de uma articulação é. Distinguimos o entorse benigno (não há ruptura dos ligamentos) dos entorses graves (há ruptura dos ligamentos). Raphael
  15. 15. Classificação • Para os entorses benignos – Em geral, a articulação fica muito dolorosa e inchada. Neste caso, ainda é possível efetuar movimentos normais na região da articulação. Após algumas horas, geralmente aparece um edema (sem equimose) e dor. • Para os entorses moderados e graves – O primeiro sinal de entorse pode ser um estalo audível e relativamente forte com uma forte dor, assim como um inchaço na articulação e um edema. Raphael
  16. 16. Sintomas • A articulação fica inchada e dolorida; • Incapacidade de movimentar a articulação lesionada; • A princípio, a pele da articulação fica vermelha e, em poucas horas ou até dias, apresenta equimose. Raphael
  17. 17. Diagnóstico • O médico examina a lesão. Talvez sejam necessários raios X para se certificar de que não existem ossos quebrados. Raphael
  18. 18. Tratamento • Descanso: Primeiro é preciso evitar atividades que causem dor. Em casos de torções no tornozelo ou no joelho, pode ser necessário usar muletas. • Compressas de gelo: aplicar compressas de gelo sobre a área da torção por 8 minutos seguidos de 3 minutos de pausa, esse ciclo deve ser repetido até completar o 30 minutos, por 3 ou 4 dias ou até que a dor desapareça. • Compressão: O médico poderá recomendar o uso de uma faixa elástica envolta da articulação torcida para reduzir o edema. • Elevação: Manter a articulação lesionada elevada acima da altura do coração. • O médico pode fornecer ao paciente um dispositivo para ajudá-lo a apoiar a articulação como, por exemplo, uma tala, uma bengala ou uma tipoia. • Exercícios podem ser sugeridos para ajudar o paciente a se recuperar mais rapidamente. • Algumas torções com total rompimento dos ligamentos podem precisar de cirurgia Kelly
  19. 19. Prevenção • A maioria das torções ocorre por acidentes, por isso incontroláveis. Entretanto, usar calçados apropriados para a atividade e ficar atento ao andar em superfícies irregulares, pode ajudar na prevenção. Tássia
  20. 20. ESTIRAMENTOS
  21. 21. Conceito • Um estiramento muscular, ou distensão muscular, ocorre quando um músculo estica demais. • Essa situação, geralmente, ocorre num momento de grande esforço, ao praticar algum tipo de atividade física. • O estiramento muscular pode ocorrer em indivíduos pouco preparados fisicamente ou até mesmo em atletas de alta competição. • Não é uma lesão muito grave, mas causa dor e incapacidade de realizar os movimentos na perfeição, por isso, necessita de um tratamento adequado. Kelly
  22. 22. Classificação • Diferentes graus de estiramento muscular: Grau 1: ruptura microscópica das fibras musculares. Grau 2: ruptura parcial das fibras musculares. Grau 3: ruptura total das fibras musculares. Lutiana
  23. 23. GRAU I • É o estiramento de uma pequena quantidade de fibras musculares (lesão em menos de 5% do músculo). A dor é localizada em um ponto específico, surge durante a contração muscular contra resistência e pode desaparecer no repouso. Lutiana
  24. 24. GRAU II • O número de fibras lesionadas e a gravidade da lesão são maiores (a lesão atinge entre 5% e 50% do músculo). São encontrados os mesmos achados da lesão de primeiro grau, porém com maior intensidade. Acompanha-se de: dor, moderada hemorragia, processo inflamatório local mais exuberante e diminuição maior da função. O tratamento do problema é mais lento. Lutiana
  25. 25. GRAU III • Esta lesão geralmente ocorre desencadeando uma ruptura completa do músculo ou de grande parte dele (lesão atinge mais de 50% do músculo), resultando em uma grave perda da função com a presença de um defeito palpável. A dor pode variar de moderada a muito intensa, provocada pela contração muscular passiva. O edema e a hemorragia são grandes. Lutiana
  26. 26. Tratamento • Após tratamento inicial na fase aguda da lesão, com gelo, repouso, elevação, uso de anti-inflamatórios prescritos por um profissional médico, ultrassom pulsátil, micro correntes e laser, inicia-se a recuperação do movimento ativo, com carga que não produza dor. A inclusão dos exercícios de alongamentos são fundamentais na recuperação da lesão. Raphael
  27. 27. Componentes •Raphael Luna •Amanda Santana •Tassia Catiuscia •Kelly Fernandes •Lutiana
  28. 28. Referências • Revista Brasileira de Ortopedia; • Site: www.tuasaude.com.br;

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