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  1. 1. 7 ' 'Tvfg - | LUSTRAÇAOJÍ P l * < ? .3
  2. 2. D FINI AO DE 2
  3. 3. ÍEFINIÇAO DE IL o Çma ilustração é uma imagem pictórica, geralmente 'urativo (representando algo material), embora algumas _ . ,_, '"4 ' raras vezes também abstrata, utilizada para acompanhar, 'v' ' x explicar, acrescentar informação, sintetizar ou até K t_ simplesmente decorar um texto. Embora o termo seja 'v ~ f' ' usado frequentemente para se referir a desenhos, pinturas ou colagens, uma fotografia também é uma ilustração. ' isso, a ilustração é um dos elementos mais A portantes do design gráfico. .l ' › A . .fl ' ›
  4. 4. DEFINIÇÃO DE ILUSTRAÇÁO ' _Sao r orm ins mn lOlllçllS, l'(“. /'l%l<í*- s» livi'r>s, ospcrcl. ilmcrrtc nx lilseiyaíltiairta iirfairt<í›-¡Llxrr>iwi| itlââLllllliiiCkí, multas. VOZ/ (ãs, lllll papel ll luis ll IllJVJIÍcIlITÉ” qllf: o lextcü, :-C'll(_l() tamlxyrri Lltilizuclgls l m , urublicitlçitle 'ld ; JiOpaÇianLla luas «fgxislern lairil)<3iii ilustracorõs lnclrgpenclentes, de texto, oi IL e t: piopi ia ilustrauçtní) o a. inf«; vriieitacgir_> pri¡ iciptll. , , Um meriiplt) : stent: Lim llUIYJ sem l 7 O l l texto, iriam incor num en¡ LlLlaÇlllI ilios ou livrry» ll)làli'll'x
  5. 5. ILUSTRAÇÃO DEFINIÇÃO DE ILUSTRÃÇÃO A ilustração editorial tem origens na lluminura, utilizada largamente na Idade Média nos manuscritos, mas atualmente difere desta por se servir de meios mecânicos (e mais recentemente de meios fotomecànicos e digitais) para a sua reprodução. Portanto, a sua evolução e história © está intimamente ligada à imprensa e à gravura.
  6. 6. DEFINIÇAO DE ILUSTRAÇAO Iluminura ou miniatura é um tipo de pintura decorativa, frequentemente aplicado às letras capitulares no inicio dos capitulos dos códices de pergaminho medievais. O termo se aplica igualmente ao conjunto de elementos decorativos e representações imagéticas executadas nos manuscritos, produzidos principalmente nos conventos e abadias da Idade Média. A sua elaboração era um ofício refinado e bastante importante no contexto da arte medieval.
  7. 7. II. DEFII, .à. llumini¡ Pl' freque capítul O terrr decora manus abadia refinac mediei Ç_ txruihiiuirtvtibiilgñii' _, . im¡ ui lluiitriizi immiü' ' , niDiiininniiniíviiilix' j; ' _› › _ nn : n11 ()nrfmiirbi ' ' _ mmiwtisirxtidiiridr ç . a nuudzüiu ¡iicurmi gn itlixttulvaiidllniiiiirgtütirrrlíiii -Íí iinürylidluai'. ¡iüriuuii ñiiriua] . irfa¡ giidtucci uma mi ÍhíIwfIittIgY-Í j' Í 'unhaoiiiiiii'l›¡yt1iíx'¡uniniimi 7 nr¡ rzurimuumiríautuuiàuiroiir T_ iumimzmitxr ¡iurtiuxwiisiiiàwi s *mau um àicôiiiutuzñuiamiJH mlk* '. mu' fd niürtiitlni Dñuiwxlñuui II d; tixübrgmnirunriu iuuim iíulimi ir ' ; ›: (a mui¡ Ixôàgiuiirrriiai opdtrm mi : in llllftllltlffúlllül irfitltyuvni _ uiuu gnumülxñü' Im 0311' 1:* - Z _^IIÍÚEI mn ? vi '- “C2 : o' ' V
  8. 8. i - . : _adam . ul. . .-. L4 1 DEFINIÇÃO DE ILUSTRAÇAO A ilustração possui uma tradição antiga que remonta às primeiras formas pictóricas, continuando pela Revolução Industrial até a nossa era digital. Atualmente essa tradição tem sido especialmente importantes para as histórias em quadrinhos e a animação. p u g e IE. , *l (7 i O (AI
  9. 9. F _Ji_ u A p v . ¡_ i g , _ L' _ | Ê4|li| l_. i¡ ílí I' I' Mv ¡' Il". '*! l|i: --lÍII›1ÍInL0,lli= :i ligam. ~éi: ;~oíI= .i: ..*nfiatoiI= _L-u= i'aíni : Lnlelllllxllfxwí ltílôwÍlàñullàtvldv, niuqasiaiikiiniunía ! mim nmarziílviái auiisianitzil Ilñkapldi . íllilãlÍÍklãli' *Ill e: .i-'itàirgii iíõlllümírxj_ ¡Flllñlgs . s. : miau air. ziiãwiiamalic, oilaiamiliiaioilaisapiuvwrais- , mi». w- : LT ~al= _~. r.iit<2=_i¡nini l l I I _ H l, . ' › "i V : :i _ I . _ l . ' 1 J _ ”' . L El , _ , m - . gira-r . .- x ia. -
  10. 10. Qual é a maneira mais comum de o fazer? Quando é que um desenh ç - começa a ser uma ilustra " . _ Quando deixa de o ser
  11. 11. ILUSTRAÇÃO iÍ)l'llTii“li'i3l 'i. ”i%Í(i, llliiii lliltFi(_: li'“-Ii“i «iriiiuijia ; i sei' iiiiia ili istrriciii qi Iii! iilo ("Iv «ilritiiii ii iodo fiii feita , IJGllH rixiiraisiiiiiiii' 'i/ iwlldllllíiilt' iiiii irixlrfi Pixiieiitiinos, tiiiiiiiirrtii' poi ÇlIlliiiçllilllij esta ii<: ›il›; ,= se: Lili IÇI (Irib tJlkÍl( Iifl istic ; is l, )()”: ›' . iixis (Iii Lliliü IILIHI lxlgit") Si) iiotli) al iiii iai' que esta í) Lil l id (las carai_tt-iisticas iílSíiüiiLlçllS pOliÇlLKj IJOCIE* ieiuicseiittíii' uiii IlIl iii; ou Llllitl musica, pcire ' ilpI-í) Pcid<3i': aiii<; isqeiiisiti” l', tlizeiitli; que iiiiigi iltistiaçiio e Llllicl ii iititieiii citie não foi , iiiotluzidti para ILIIlLIÇJIIcII' por si iiiesiiia, iiias pcllpl estai (Ii), çiIçlLllll ii iodo, Iiqtitlgi (I (JLIIIO obieio ioiiteiidirlt) «itltll iiíio ttriiiit) Llllicl (Íolõcl trstiiitiiiieàiite: iiitiieiitil ¡ÊXXIP ll'c"ilcii"st“ (Ie iiiiia lldllklllvrl, :le uiii conceito, etc)
  12. 12. . . A A , _ ' ' ' l . _' s I I IIl o 'O tam: i~0_I[: 'Hâl§P= lñ~= lIlÍíl vim: ,oiiniivin nniikiílvni I “i ' "e. *u dinnriiirz-átanni i , _ , Mk llmini , aiiui1vin¡i: iiii: ›: : naun: ;mesma iznêiilb. "7' 91V) : izuinipilz ' im: (amam: _ai silvia é ; im : i Illialnigqei ' , II h' ? din _min : '.= l rqpirczdiunir-hiain¡ naum = iaiqiui= intir~ ' _ : ;Hnllllfi : :uma : :iiiiíiani iiiãi A ; fan 1:49¡ m: à ' _ I i lnlíâr-. küslriila uuiLnEr--nia pair: : ; : xifksüilính. 'I i I
  13. 13. S. í_ , l LuáRAçÃo As ilustrações nas paredesÇa Dama Aflita não foram feitas para serem reproduzidas em massa, por exemplo, embora apareçam num catálogo, muitas delas reenquadradas e redimensionadas. Neste caso, são ilustrações porquê feitas por ilustradores e estão exp paredes de uma galeria especializada em ilustração. Existe assim um lado institucional da ilustração que faz dela a emanação de uma certa estrutura que forma e legitima certo tipo de profissionais.
  14. 14. Ãs ilustrações nas pa não foram feitas par em massa, por exe apareçam num catàl reenquadradas e red Neste caso, são ilust feitas por ilustradore paredes de uma gal em ilustração. Existe institucional da ilustr a emanação de uma que forma e legitim profissionais. 08 NOV - 09 DEZ IIIIIIIIIIIIIIIIIIIII IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII IIIIIIIIIIIIIII-III-IIIIII_ N! ) : naum IIEIJTSCII | IlIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII iii-. i›i_. i ADEGA "Non CN 30| __ iiiiiiii
  15. 15. , , a r uva* parede uma galeria uma ilustração deixa, pura e simplesmente, de ser uma ilustração pelo menos no sentido dássico. Naturalmente, isto é um argumento essendalista, que defende que algo só pode ser uma ilustração em circunstâncias muito precisas. Bsas circunstâncias não incluem, por exemplo, o fato da grande maioria das publicações dispensarem cada vez mais o recurso à ilustração, _ levando os ilustradores a redireccionarem os seus ta V' ("tespara exposições e para formatos mais experimentais, o que ç _ ¡pgdeate aperfeiçoar as suas qualidades. 'I Muita gente o . . . .JU . .., , . _.
  16. 16. rgdg¡ ILUSTRA ^ DO No entanto, se acreditarmos que existe uma ilustração clássica, quais são as suas caracteristicas? O que se perde A_ o o_ o . u-iiui. ação numa parede ou reproduzindo-a E r; . r. u l maioria dos casos, perde-se muito pouco; mas alguns raros ilustradores perdem alguma coisa.
  17. 17. Esses ilustradores pensam a ilustração não ~ _ apenas como um desenho que representa um texto, mas como algo que o acompanha fisicamente, que partilha o mesmo suporte, adaptando o seu estilo à tipografia e paleta de cores de uma determinada publicação. N¡ p
  18. 18. ILUSTRÃÇÃO CONCEITO DE ILUSTRÃÇÃO Ilustração é a ação e o efeito de ilustrar (desenhar, adornar). O termo permite fazer referência ao desenho, à estampa ou à gravação que adorna, documenta ou decora um livro.
  19. 19. I I I i- I I Ííiíiiiiíiâiriti* rirlJ "Vlalihiiwlllbiifiti hinfoiânn- ®1~'l§íI= "›'. =l Imisi iiui : iinifiniinnr: oítmirciprcirrfreiaraii llhlkvlikllãllitãiií»âllliãlllilllliâillllI "anita-s. i aii YÍEIIÍIQJLIIILÍÍÉI¡': (@l§l(â“êlpllílâlllllallíggmi' "VIQIIIIIILÍÍISJPVIISÉ- ñOlÍqlíâwC@SmithNâÍÍÍEVÍÔI-ÍINÍÍE»ãttlliklfânrhr'
  20. 20. Í_ _nr CONCEITO DE ILUSTRÃÇÃO T Este conceito esta' relacionada com a Ilustração enquanto movimento filosófico que surgiu no seculo XVIII e que se caracterizou por destacar o predomínio da razão. r, .
  21. 21. INI i 1 I' I . I vãj, l^l i i: ,MQIHHNJHSvÔh Iimlntñ; :r . lãtêrllnlifãlll guia. :rimvrá: r: :: na 'animaram : iniciam-rival Iuinii iin-. ai giant-flar i. : HILEIHHÍI; s* " “ ÊJIIIQÊTÍIEHEIIÊKÁÉIÍQÉÍIV(elite7 _ . a , ,f 'zm/ Nr' i / __L z' i rsinilas-«aiiauaçinsiirqniõ
  22. 22. ILUSTRAÇAO ç 1,. .., CONCEITO DE ILUSTRÃÇÃO Os líderes do movimento estavam convencidos de que eram escolhidos para educar o povo e para liderar as pessoas em prol de um novo tipo de sociedade. Ã Ilustração defendia que o Antigo Regime e o absolutismo em geral se aproveitavam da ignorância da população para estabelecer o domínio.
  23. 23. CONCEITO DE ILUSTRÃÇÃO Convém destacar que o movimento era antropocêntrico (ao considerar o ser humano enquanto centro das ações), racionalista (a realidade ° 4 i, limita-se à experiência sensível) e pragmático , - (apenas é válido o que é útil). o' v h A
  24. 24. ILUSTRAÇÃO Uma ilustração não precisa ser sempre uma arte à cores detalhada. a ç Um traço bem feito e expressivo, bem ' minimalista mesmo também será uma ilustração se estiver, como dito acima: ilustrando algo. As ilustrações podem ser à cores ou em preto e branco é claro, mas dentro disso há mais subdivisões: artes à traço (só nanquim preto sobre fundo branco) monocromáticas (em tons de uma mesma cor, também chamado de tom sobre tom) e em tons de cinza (do branco ao preto mas com todas as nuances de cinzas intermediários).
  25. 25. Os próprios tons de cinza e as cores podem ser quentes ou frias, ou uma mistura das duas. Modernamente, ainda temos, em termos de recursos de gráfica, a aplicação de cores especiais, retículas, degradées e cores metálicas para colorir e acrescentar efeitos especiais à artes originalmente à traço, ou seja, uma arte impressa à cores não foi necessariamente colorida pelo artista, mas pode _ ter sido encomendada e supervisionada por ele ou “N ainda ser uma parceria entre o desenhista e o i1* - colorista para sua ilustração à traço, como no caso das revistas em quadrinhos.
  26. 26. « A história da ilustração e enorme e a variedade de materiais ' e técnicas também é muito grande: do lápis ao computador, passando por todo tipo de técnicas tradicionais, mistas, modernas e experimentais. Tradicionalmente, as superfícies para se ilustrar são o papel e as telas, mas naturalmente, qualquer superfície pode ser usada, pois depende da visão ç que o artista deseja materializar. O importante aqui é I dominar a técnica de sua preferência e se esmerar para que seja realmente bela e de bom gosto e não apenas um amontoado de garatujas toscas ou manchas semqnexo.
  27. 27. i ILUSTRAÇÃO Muitos artistas confundem sua vontade de se expressar com arte. Ter vontade de se expressar é uma coisa, o que se produz com isso é outra. Embora o cenário atual seja de não discriminar o que é ou não arte, ainda temos o bom senso e este deve prevalecer para que saibamos separar o "joio do trigo
  28. 28. '. Naturalmente, quase todos gostam de poer ver de tudo, decidir por si mesmos e não serem "privados" de nenhuma - forma de arte, assustados que ainda estão com a palavra "censura como antítese da liberdade de expressão, etc. Mas já estava na hora de se perceber quanto tempo valioso . é perdido em nossas curtas vidas por nossa falta de J discernimento coletivo do que vale a pena ser criado : e e ' ido.
  29. 29. "â I i gl I _q x' N vç Z 7, ; Él x . * “ , - ' r - . . * I* D' * s o i i F Ig. ) ' f I _. .*. V¡ F'. . “a j A *ÍlTx Iríiç ? AÍ/ al 7 . "'*'”; 7X: Z¡ i . e i ut"? .I * _t i i i ii i N. __ i T i' I *. -› ie ' . . . . Afinal, de que vale a arte sem nosso discernimento do que nos convém absorver, usar, admirar e se deixar influenciar? Um discernimento é , q ainda mais valioso quando coletivo do que apenas individual, restrito à esfera dos gostos pessoais apenas. É quando uma civilização l amadurece como um todo que se pode desfrutar do melhor X das artes.
  30. 30. ILUSTRAÇÃO Sem dúvida, esse é um processo lento que não pode ser imposto, mas será ainda mais lento e danoso se não exercitarmos o bom senso individual e apurarmos nossa visão desde já, tanto como meros apreciadores como criadores de artes visuais, textuais ou musicais, pois para tudo haverá responsabilidades, consequências e méritos, sejam imediatos ou a longo prazo.
  31. 31. Arte não é criada somente por artistas experientes ou profissionais; um iniciante também pode criar artes fascinantes se tiver sensibilidade e talento, surpreendendo muitos veteranos pela qualidade. Um artista, portanto, nunca deve perder essa questão de vista se quiser realmente progredir na sua formação pessoal é contribuir para um mundo melhor, -já que tem "a faca e o queijo na mão bem'mais do que os que não tem a oportunidade ou o dom de criar em qualquer uma das artes.
  32. 32. ILUSTRA Conquistar o sucesso no mundo, nem sempre é o mesmo que conquistar o sucesso pessoal, a satisfação de ter feito algo realmente bom para todos.
  33. 33. ILUSTRAÇÃO O ilustrador pode ter uma tecnica hiper-realista para retratar o mundo, para retratos, com grande conhecimento de anatomia humana e animal, arquitetura urbana e paisagismo, ou pode ter grande desenvolvimento de arte de precisão técnica para trabalhos de alta complexidade técnica para ilustrar veiculos, máquinas e aparelhos de todo tipo, veiculos, mobiliário e vistas explodidas de peças atuais ou concepções artísticas de todo tipo para empresas de tecnologia e industria mecânica de como alguma nova idéia poderia ser,
  34. 34. ILUSTRAÇÃO num exercício de futurismo, e só disso já se pode ver a bagagem que um artista assim precisa ter e que outras areas artísticas nunca tem que se preocupar ou as vezes sequer sonham que a ilustração pode realizar tanto.
  35. 35. ILUSTRAÇÃQ ~ Com isso vemos também que esta forma de arte não é só abstrata ou de fantasia, ela é também de alta complexidade e precisão técnica, seja usando ' métodos manuais, um aerõgrafo para realismo completo como no chamado Retoque Americano de antigamente, ou mesmo em técnicas igualmente incríveis no computador.
  36. 36. n. ç-riLg_ I Ir N 'r ¡ r- 4 , . _ _VTQ_ Ç_¡____. ~ ; Q trigger! ? *tâanrersilnr-'hi-oi-illuininrrti ai: ' . ..Ellntâirhimãin ÁUÉIIÕIÍIÍITÉÊÊL; ' viria a gizfltxtiiãtífítf. II ll l J l l' / j l l g , c , j. , _, _ t? D' ? tem . ij __ ñáiqIIr " ' *g t. ; . .siviiiñtewkirftaíttg . tairiiiwginrai i '-735' « 7 gnrzgftgrc - ç llriairainrqlepaibio»iqeini ' Ti' , Bwàlilmí-ai_ ni (9 lllãâllll «comi 'inrcrgreiiig-aai-; irei-icfraii: › crajpiaikqeiniewniuiuni *illnrvçoinntgiei Íliiãlñíltãl: (aulas-Jia ãllllqlllâlãlhllllaliíü'à' ¡raimiíivni iraniailiniirt: :r: .J. l= lñ= inliiri . Aulllmio
  37. 37. â¡ l-Êl» lliiiñinrga: Ítaniiilczwiurá raiar: : = nnriuiivn. ,Ollàtliiàlíaâif-, I lliqgrslrzi IVuei: ..o'l= ~~'o¡ im. “~-›= F: «nizft : :limitam: l . illlflfcibvíií IIEIIIPEIIÍIV): -ih-gjnlllíl: :mim: em: ;ira tem mil ¡Lgizi nr= i-= ›zc= iíto'lãt; ..: iiêinni ai: imitam: :iam n: '
  38. 38. ILUSTRAÇÃO Uma variação dessa forma de Ilustração é a Ilustração Natural' que eu mesmo desenvolvo e sobre a qual escrevi em m . .au publicada na revista Com Ciência Ambiental. Completando, temos as Vinhetas decorativas e finalm E _ Arte Abstrata, estilizada, feita de manchas e formas que não precisam mais retratar a realidade concreta, mas sim a pura poesia visual, indo onde a fotografia 'não pode ir. Hoje, com o computador, a arte Vetorizada ganhou enorme impulso e significado abrangendo uma gama de formas e cores belíssimas que podem ser realistas ou estilizadas, com cores chapadas e vivas ou em delicados meios-tons e transparências. O universo das Artes Gráficas é realmente muito vasto para se conhecer e explorar
  39. 39. ç Há ainda mais um fatorfundamental que diferencia o h Ilustrador do Pintor ou do Artista Plástico. Vimos que a Ilustração é Arte Comercial e que este tipo de arte é caracterizada por ter sido concebida para acompanhar um texto ou um produto, ilustrando-o portanto.
  40. 40. De nada adianta criar uma arte belíssima, se ela estiver numa técnica imprópria, fora das medidas necessárias ou conter cores de repodução difícil ou não previstas. Como se vê, a formação do ilustrador precisa ser ampla, abrangendo tudo que puder sobre tipos de letra (para poder orientar seu uso adequado pois não saber combinar letras com a arte é um erro básico e fatal que estragará o produto final e certamente o situará na vala comum dos trabalhos amadoristicos),
  41. 41. além de técnicas de gráfica, filmes, fotografia (esta é outra área de grande importância para o ilustrador saber beml), sistemas de cores analógicas e digitais, e tudo enfim para garantir o sucesso do produto final. Assim, ser ilustrador vai além da sua habilidade de desenhar e pintar, pois você estará sempre criando para uma finalidade e deverá saber acompanharecontrolaro resultado final. , ' _
  42. 42. l ' ' í i i l _ “ v A i _ ' 'Glãlñlliiràiiík - . amâíiíhftsk. plñlnílqrr. : 16k' ¡oifçifíàalnni a , "ãell'l›“ãlñ°r_le. .crrivll›*, âü : gran: nur: : amam: : : :uma foíl-Hiilnmibflaiaàngialtaimiz ' , lléhilrgíñfànâ“íà1ldlãlt'%r›#Midia s; 'glllilllkhglíbnimll : :irãi-¡Inlnlílslat Nhnlluiainrátt, :ranwrrahnnral: ?raro cair' IKQIÍÍFVLCIÊÍ$GIIVníííllll'ãâlll cjngànil: :lllíêlllllà-a” w341i: ?ir *escritor i¡ - quai-xau um rqpimi lsãlicwílâlle-QLII: ãalãmnigirsxxxe-: aa í ~oíl= .i= ~q: ir= :.: :› 'àliíriãrf-'Ílevñtlltr ãâíb;
  43. 43. ILUSTRAÇÃO Fonte: iD Studio; conceito. de; THE RESSABIATOR; a| pha21 0.
  44. 44. í ILUSTRAÇA OBRIGADO a RNARUTO@G l/ lAlL. COl/ l a facebook. com/ rafael. naruto

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