Evolucionismo x Criacionismo

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Evolucionismo x Criacionismo

  1. 1. Evolucionismo x Criacionismo
  2. 2. <ul><li>Criacionismo Religioso </li></ul><ul><li>Design Inteligente </li></ul><ul><li>Disputas pela Política Educacional </li></ul><ul><li>A Ciência: Introdução ao Método Científico e às Teorias Evolutivas </li></ul><ul><li>História do Pensamento Evolutivo </li></ul><ul><li>Lamarckismo </li></ul><ul><li>Darwinismo </li></ul><ul><li>Tabela com Argumentos Criacionistas e Evolucionistas </li></ul>
  3. 4. <ul><li>Introdução. </li></ul><ul><li>Dentro do termo criacionismo várias hipóteses podem ser enquadradas que sustentam a interpretação de diversos livros sagrados. </li></ul><ul><li>O criacionismo se caracteriza pela oposição às teorias científicas sobre fenômenos relacionados à origem do Universo, da vida e da evolução das espécies. </li></ul><ul><li>Distinção. </li></ul><ul><li>Basicamente duas vertentes podem ser detectadas. Os criacionistas puros, que acreditam na criação divina e ponto, e os criacionistas evolucionistas, que aceitam as teorias evolucionistas e ao mesmo tempo acreditam que essas teorias descrevam o método como Deus criou todas as coisas. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>Religiões. </li></ul><ul><li>Cristãos – Abrigam as duas correntes, criacionistas que apóiam a criação da Terra em 6 dias, outros aceitam a idade da Terra e do Universo defendida pelos cientistas, mas mantendo posições conflitantes com a biologia evolucionista. </li></ul><ul><li>Os criacionistas evolucionistas dizem que a Bíblia e outros livros sagrados dão margem a uma mistura da evolução, origem da vida e criação dizendo que Deus deu origem à vida, mas permitiu que ela evoluísse. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>Hinduísmo – Afirmam que o tempo não é linear como nas religiões anteriores. </li></ul><ul><li>O tempo tem uma natureza circular. </li></ul><ul><li>Criação e evolução são repetidas eternamente em ciclos de renovação e destruição. </li></ul><ul><li>Obs. : O ciclo de renovação e destruição pode ser observado tanto na vida dos seres vivos, nascimento e morte, tantas vezes quantas forem necessárias para a sua evolução, quanto na criação e destruição do Universo (sopro de Brahma) </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Criação segundo a Mitologia Grega </li></ul>Tudo começa com Caos , deus (ou entidade) que simboliza a matéria desordenada a desagregação.
  7. 8. De pedaços de Caos surgem Érebo (a escuridão) e Nix (a noite). Caos também gera Gaia (Mãe terra), tartaro (abismo abaixo de Gaia as trevas profundas) e Eros (deus do amor, da agregação).
  8. 9. Nix sozinha da origem a deuses como Éris (a Discórdia), a miséria,os sonhos e os irmão gêmeos Hypnos (Deus do sono) e Thanatos (Deus da morte). Porem da relação com seu irmão Érebo (a escuridão) nascem Éter (o ar, conhecido como a Luz celestial) e Hemera (o Dia) Já Gaia (a mãe terra) sozinha gera as montanhas (não são uma entidade “viva”), Urano (o céu) e Pontos (o mar). Gaia se relaciona com seus próprios filhos, tendo com ambos descendentes. De Urano nascem os Titãs surgindo toda uma genealogia que inclui Prometeu e seu irmão Epimeteu. Nyx , deusa da noite (William-Adolphe Bouguereau - La Nuit (1883))
  9. 10. A Prometeu e seu irmão Epimeteu foi dada a tarefa de criar os homens e todos os animais. Epimeteu encarregou-se da obra e Prometeu encarregou-se de supervisioná-la depois de pronta, assim Epimeteu atribuiu a cada animal seus dons variados. Porém, quando chegou a vez do homem, que deveria ser superior a todos os animais, Epimeteu gastara todos os recursos, assim, recorre a seu irmão Prometeu que roubou o fogo e ofertou aos homens, ensinando-lhe também como trabalhar com ele, garantindo assim sua superioridade. Porém o fogo era uma exclusividade dos deuses que castigaram Prometeu, Epimeteu e também a humanidade. voltar
  10. 12. <ul><ul><li>Definição: é a assertação de que &quot;certas características do universo e dos seres vivos são melhor explicadas por uma causa inteligente, e não por um processo não-direcionado como a seleção natural&quot;. Teoria segundo qual causas inteligentes seriam responsáveis pela origem do universo e da vida, em toda a sua diversidade. Seus defensores sustentam que há provas empíricas da existência de Deus ou de agentes superinteligentes. </li></ul></ul><ul><ul><li>Em 1987 nos E.U.A após decisão da Corte sobre o caso Edwards vs. Aguilard de incorporar tema religioso na formação dos alunos. </li></ul></ul>A Teoria do Design Inteligente
  11. 13. <ul><ul><li>Visão Geral: O design inteligente é apresentado como uma alternativa as explicações naturais para a origem e diversidade da vida. Ela se situa em oposição à ciência biológica convencional, que depende do método científico para explicar a vida através de processos observáveis como mutações e a seleção natural. </li></ul></ul>x
  12. 14. <ul><ul><li>Complexidade Irredutível: </li></ul></ul><ul><ul><li>Um único sistema que é composto de várias partes interativas bem integradas que contribuem para a função básica, e de onde a retirada de qualquer das partes faz com que o sistema deixe de funcionar efetivamente. </li></ul></ul><ul><ul><li>Complexidade Específica: </li></ul></ul><ul><ul><li>Uma vez que padrões complexos específicos podem ser encontrados em organismos, alguma forma de orientação deve ter sido responsável por sua aparição, sendo impossível terem se desenvolvido de processos do acaso. </li></ul></ul><ul><ul><li>Princípio Antrópico: </li></ul></ul><ul><ul><li>Afirma que o mundo e o Universo estão finamente ajustados para permitir a vida na Terra. Requer que as variáveis estejam perfeitamente harmonizadas. </li></ul></ul>
  13. 15. Complexidade Irredutível <ul><ul><ul><li>Visão – Det. Olho </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Contra producente à sobrevivência </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Eliminada pela Seleção Natural </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Mecanismo Flagelo Celular </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Para os defendores do D.I., algumas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>estruturas biológicas não podem ser </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>explicadas pela Seleção Natural </li></ul></ul></ul>
  14. 16. Complexidade Específica <ul><ul><ul><li>Castelo de Areia </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Seria impossível que padrões </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>complexos se desenvolvam </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>através do acaso </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sequência do DNA </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Mensagens transmitidas pelo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>DNA na célula eram especificadas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>por uma inteligência </li></ul></ul></ul>
  15. 17. Princípio Antrópico <ul><ul><ul><li>Afirma que o mundo e o universo estão “finamente ajustados” para permitir a vida na Terra. A existência e desenvolvimento da vida na Terra requerem que tantas variáveis estejam perfeitamente harmonizadas que seria impossível que todas elas chegassem a ser como são apenas pelo acaso, por eventos não-coordenados. </li></ul></ul></ul>
  16. 18. <ul><ul><ul><li>Teoria do Design Inteligente não identifica a fonte da inteligência mas a maioria dos teóricos são teístas. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ateus que não conseguem negar a forte evidência do agente inteligente, porém não admitem a existência de um Deus Criador. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A Teoria do D.I. não é Criacionismo Bíblico. </li></ul></ul></ul>voltar Criacionismo Bíblico Teóricos do D I Concluem que o relato bíblico da criação é confiável e correto. Criação de Deus. Partem a esfera natural e chegam à conclusão subsequente de que a vida na Terra foi desenhada por um agente inteligente (quem quer que seja)
  17. 20. <ul><li>Não pretendemos fazer nenhum juízo de valor </li></ul><ul><li>Propiciar o questionamento </li></ul><ul><li>Educação como base para propagação de uma linha de pensamento </li></ul>
  18. 21. <ul><li>Histórico do ensino religioso no Brasil </li></ul><ul><li>Catecismo tradicional (jesuítas), religião católica Romana, oficial do Império. </li></ul><ul><li>1 ª República passa a ser facultativa </li></ul><ul><li>Proclamação da república 1889, Estado laico, liberdade religiosa, porém na prática predominava o ensino da religião católica </li></ul><ul><li>CF /88 Art 210 § único “ O ensino religioso, de matrícula facultativa, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas” </li></ul><ul><li>LDB/96 Art 33, estabelece que o ensino religioso será oferecido sem ônus para os cofres públicos. Sendo o mesmo de caráter confessional de acordo com a opção do aluno ou responsável. (sem proselitismo) </li></ul><ul><li>Escolas particulares religiosas, são autorizadas legalmente a ministrar religião de acordo com sua proposta estratégica pedagógica </li></ul>
  19. 22. <ul><li>QUESTÕES IMPORTANTES </li></ul><ul><li>Será o ensino religioso uma ameaça ao conhecimento científico? </li></ul><ul><li>“ O principal problema não é levar a religião para escola, mas a forma como ela será abordada ” (Silas Guerriero, Sociólogo e professor) </li></ul><ul><li>Religião e ciência devem estar no mesmo plano ? </li></ul><ul><li>A dúvida é um pressuposto da ciência, enquanto a religião é uma questão fundamentalmente de fé. </li></ul><ul><li>“ Não vamos contrapor as teses, mas o equivocado seria oferecer só uma informação. O evolucionismo é tão questionado quanto o criacionismo ” (Suzana Vieira, secretaria de Educação do Rio de Janeiro) </li></ul><ul><li>O Criacionismo religioso pode ser considerado ciência ? </li></ul><ul><li>As Escolas particulares religiosas são procuradas por oferecerem ensino religioso ou pela qualidade dos seus diversos serviços ? </li></ul><ul><li>Será o ensino religioso o problema maior das escolas públicas ? Seria uma prioridade essa questão ? </li></ul>
  20. 23. <ul><li>Mensagem importante </li></ul><ul><li>“ Se te preparas para um ano, plante cereais, se te preparas para uma década, plante árvores, se te preparas para uma vida, eduque e treine seus homens ” (pensador chinês) </li></ul><ul><li>Independente do que se é ensinado, o mais importante é a qualidade e a importância da educação. </li></ul>voltar
  21. 25. <ul><li>Pela primeira vez o homem busca explicação da natureza dentro da natureza e abandona as explicações mitológicas, aquilo que alguns historiadores costumam chamar de &quot;milagre grego&quot;, ou seja, a passagem do saber mítico para o pensamento racional, filosófico. Os pensadores jônios podem ser vistos como precursores da ciência moderna e Tales de Mileto como o primeiro ser humano a ser considerado um cientista. </li></ul>
  22. 26. <ul><li>Criada em 331 a.c. </li></ul><ul><li>700.000 livros </li></ul>Bibliotecário-chefe Período Demétrio de Faléreo 284 a.C. Zenôdoto de Éfeso 284-260 a.C. Calímaco de Cirene 260-240 a.C. Apolônio de Rodes 240-235 a.C. Erastóstenes de Cirene 235-195 a.C. Apolônio Eidógrafo 180-160 a.C. Aristarco de Samotrácia 160-145 a.C.
  23. 27. <ul><li>Pelas referências de Arquimedes, sabemos que as suas teorias astronômicas tinham uma clara base heliocêntrica - quase dois milênios antes de Copérnico. </li></ul>Demonstrou a esfericidade da Terra e mediu com precisão e engenhosidade o perímetro de sua circunferência.
  24. 28. O último cientista a trabalhar na biblioteca foi... uma mulher. Distinguiu-se na matemática, na astronomia, na física e foi ainda responsável pela escola de filosofia neoplatônica. Apesar do grande perigo que corria, continuou a ensinar e a publicar até que no ano de 415, a caminho do seu trabalho, foi atacada por um grupo de partidários do arcebispo Cirilo. Hipátia
  25. 29. <ul><li>No ano de 389, Teófilo é nomeado patriarca de Alexandria e inicia imediatamente uma violenta campanha de destruição de todos os templos e santuários não-cristãos, tendo apoio do imperador Teodósio. Esta destruição culminou no ano de 391 com a destruição do templo de Serapis e da sua biblioteca </li></ul>
  26. 30. <ul><li>Quem tem a coragem de explorar a estrutura e textura do cosmos, mesmo quando difere acentuadamente dos seus desejos e crenças, penetrará profundamente nos seus mistérios. </li></ul>
  27. 31. <ul><li>As teorias científicas distinguem-se dos mitos por serem criticáveis e por estarem abertas a modificações à luz da crítica. </li></ul>
  28. 32. <ul><li>O conhecimento científico pode ser descrito como um grupo de asserções com graus variáveis de incerteza; algumas mais prováveis que outras, mas nenhuma absolutamente certa. </li></ul>
  29. 34. OS 7 “PECADOS”* CAPITAIS DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO *Nos termos da Escolástica; pensamento cristão da Idade Média, que tentava conciliar a racionalidade platônica e aristotélica com a concepção cristã de contato direto com a verdade revelada. Por extensão de sentido, passou a designar qualquer filosofia elaborada em função de uma doutrina religiosa, cujos seguidores perpetuam um pensamento acrítico, ortodoxo, tradicionalista e dogmático.
  30. 35. <ul><li>O Conhecimento Científico </li></ul><ul><li>É verdadeiro ? </li></ul><ul><li>Não, mas também não é falso . </li></ul><ul><li>Pretende ser plausível , </li></ul><ul><ul><li>o máximo que for capaz. Não se apresenta como verdade , se expressa por probabilidades . </li></ul></ul>PRIMEIRO PECADO CAPITAL: PROBABILIDADE
  31. 36. <ul><li>O Conhecimento Científico </li></ul><ul><li>É indubitável ? </li></ul>Não, mas também não é duvidoso . Prima por ser dubitável , sendo inseparável da dúvida , que não o deixa se estagnar no dogmatismo . SEGUNDO PECADO CAPITAL: DÚVIDA
  32. 37. <ul><li>O Conhecimento Científico </li></ul><ul><li>É perfeito ? </li></ul>Não, mas também não é malfeito . Por ser imperfeito , é plenamente perfectível e, por ser uma obra aberta e inacabada , está sempre pronto para reformular-se . TERCEIRO PECADO CAPITAL: IMPERFEIÇÃO
  33. 38. <ul><li>O Conhecimento Científico </li></ul><ul><li>É definitivo ? </li></ul>Não, mas também não é indeciso . O seu parecer é decisivo e não hesita , sabendo que seu risco de errar foi minimizado, dentro das contingências, mas não eliminado. QUARTO PECADO CAPITAL: CONTINGÊNCIA
  34. 39. <ul><li>O Conhecimento Científico </li></ul><ul><li>É provado ? </li></ul>Não, mas também não é inválido . Observação e experimentação fazem dele a representação da realidade mais provável criada até hoje. Mesmo assim, não pode fazer afirmações categóricas sobre ela. QUINTO PECADO CAPITAL: REFUTABILIDADE
  35. 40. <ul><li>O Conhecimento Científico </li></ul><ul><li>É descoberta ? </li></ul>Não, mas também não é ilusório . Inventa modelos que tentam reproduzir , com êxito progressivo , o funcionamento da natureza; o que não evidencia serem descrições fiéis de como ela exatamente é. SEXTO PECADO CAPITAL: INVENÇÃO
  36. 41. <ul><li>O Conhecimento Científico </li></ul><ul><li>É certo ? </li></ul>Não, mas também não é errado . Tem um nível de incerteza que sempre está se esforçando para tornar o menor possível. SÉTIMO PECADO CAPITAL: INCERTEZA
  37. 42. <ul><li>O que defendiam os fixistas ? </li></ul><ul><li>Espécies permanentes </li></ul><ul><li>Espécies Perfeitas </li></ul><ul><li>Espécies Imutáveis </li></ul><ul><li>Independentes umas das outras </li></ul>Os evolucionistas consideram que os seres vivos da atualidade são o resultado da modificação dos seres vivos que existiram no passado. O que defendem os evolucionistas ?
  38. 43. Teorias fixistas Criacionismo: Espontaneísmo: Catastrofismo: Queda de um meteorito Erupção Vulcânica
  39. 44. Teorias Evolucionistas Lamarckismo - Lamarck Evolução por Seleção Natural Darwin e Wallace voltar
  40. 46. <ul><li> Apesar de, nos tempos antigos, a idéia do fixismo, de que as espécies são imutáveis, dominasse, havia, também, certo pensamento evolutivo. </li></ul><ul><li>Chineses : os filósofos taoístas acreditavam que o céu, a natureza e os seres humanos estavam em um estado de “constante transformação”. Acreditavam, ainda, que os seres vivos desenvolviam atributos diferentes em resposta a ambientes diferentes. </li></ul><ul><li>Gregos : </li></ul><ul><li>Anaximandro (610-546 a.C) – a vida se originou no mar e depois alcançou a terra; </li></ul>
  41. 47. <ul><li>Empédocles (490-430 a.C) – a origem não foi sobrenatural; sugeriu uma forma de seleção natural: “ Onde quer que todas as partes apareçam tal como seriam se tivessem sido feitas para um determinado fim, tais coisas sobreviveram, sendo organizadas espontaneamente num modo adequado; enquanto outros que crescera de outra maneira pereceram e continuam a perecer ...” ; </li></ul><ul><li>Platão (438-428 a.C) – foi “o grande anti-herói do evolucionismo”: “ Demiurgo” criou todas as formas de vida (isso era essencial para a criação perfeita) de modo que fossem tão parecidas com ele como fosse possível, “porque ele é bom”. </li></ul><ul><li>Aristóteles (384-322 a.C) – é o historiador natural mais antigo: estudos biológicos na Ilha de Lesbos com o objetivo de classificar hierarquicamente os animais em “Scala Naturae”. </li></ul>
  42. 48. <ul><li> Após a queda do Império Romano do Ocidente muitas das teorias evolutivas sumiram da Europa. </li></ul><ul><li>Povos Islâmicos – Na Idade de ouro da cultura islâmica (séculos VIII a XIII), teorias evolutivas iniciais foram ensinadas em escolas islâmicas. </li></ul><ul><li>Os primeiros cientistas islâmicos tentaram explicar os efeitos do ambiente nas chances de sobrevivência dos seres vivos e descrever a luta pela vida </li></ul><ul><li>Outros tentaram mostrar como se deu o desenvolvimento da vida: </li></ul><ul><li>matéria vapor água minérios plantas animais primatas seres humanos; </li></ul>
  43. 49. <ul><li>Renascença e Iluminismo : caráter mais materialista – surge a idéia de um ancestral comum. A visão estática da natureza, segundo o fixismo, começa a perder créditos. </li></ul><ul><li>Paleontologia : os estudos começam a se basear em registros fósseis. A escala geológica começa a ser descoberta e, então surge a idéia de que a história da vida é um resultado de sucessivos eventos catastróficos de extinção ou de forças geológicas graduais. </li></ul><ul><li>Jean-Baptiste de Lamarck (início do século XIX): teoria da transmutação de espécies – acreditava que o uso e desuso de certas partes do corpo eram a causa de sua maior complexidade. Essa característica adquirida seria passada de pai para filho. Ele creditava em abiogênese e evolução linear. </li></ul><ul><li>Charles Robert Darwin e Alfred Russel Wallace : durante a sua viagem às Ilhas Galápagos no Beagle, Darwin observou os padrões biogeográficos e supôs uma evolução divergente ou ramificada. A idéia Malthusiana de crescimento populacional, que levaria a uma luta pela sobrevivência, aliada ao seu conhecimento de como os criadores selecionavam os seus rebanhos, levaram à concepção da teoria da seleção natural. Na metade do século XIX, Darwin e Wallace publicam a Teoria de Seleção Natural, que é explicada no livro “A Origem das Espécies” . Apesar de muitos anteciparem aspectos da seleção natural, somente Darwin conseguiu desenvolver a idéia e convencer a comunidade científica de sua importância. Levou a uma rápida aceitação da evolução, mas não da seleção natural, pois Darwin não conseguiu explicar a fonte de variação em características dentro de uma espécie e como ocorria a transmissão dessas características de geração para outra. </li></ul>
  44. 51. <ul><li>Alternativas à seleção natural : </li></ul><ul><li>Evolucionismo Teísta : A evolução é apenas o meio que Deus adotou para a Criação; </li></ul><ul><li>Neo-Lamarckismo : Lamarck estava mais certo que Darwin, a herança de caracteres adquiridos é o fator mais importante para a evolução; </li></ul><ul><li>Ortogênese : os seres vivos apresentam uma característica inata à mudança, que leva a uma evolução linear rumo à perfeição; </li></ul><ul><li>Saltacionismo : as novas espécies surgem apenas através de grandes mutações. </li></ul>
  45. 52. <ul><li>Genética de Populações : durante os anos 1920 e 1930; síntese da teoria darwiniana de seleção natural com a genética de hereditariedade mendeliana; </li></ul><ul><li>Síntese Evolutiva Moderna : durante os anos 1930 e 1940; avanço da genética permite a integração da genética de populações com diversas áreas da Biologia. </li></ul><ul><li> </li></ul><ul><li> A partir dos anos 1950 e 1960, com o desenvolvimento da genética molecular, surge uma visão gene-cêntrica da evolução; percebeu-se, também, a importância da deriva genética e da seleção sexual. </li></ul><ul><li> Com o desenvolvimento da computação evolutiva e o aprimoramento do seqüenciamento de DNA, pôde-se entender melhor a história evolutiva. </li></ul><ul><li> Além disso, a transferência horizontal de genes e fatores de simbiogênese recentemente descobertos introduziram ainda mais complexidade à história evolutiva. </li></ul>voltar
  46. 54. <ul><li>O primeiro a tentar explicar o processo da evolução foi Jean-Baptiste Lamarck (1744-1829) </li></ul><ul><li>teorias transformistas </li></ul><ul><li>a tendência dos seres vivos para um melhoramento constante rumo a perfeição, gerando uma linhagem contínua e progressiva </li></ul><ul><li>Lei do uso e desuso: pelo uso ou pelo desuso de certas partes do corpo, gera-se alterações no organismo do indivíduo </li></ul><ul><li>os seres vivos vão desenvolvendo determinados órgãos de acordo com suas necessidades de sobrevivência </li></ul>
  47. 56. <ul><li>L ei das características adquiridas: a transmissão das características adquiridas pelo uso ou desuso, de geração a geração </li></ul><ul><li>as constantes mudanças que o ambiente terrestre sofre, forçam os seres vivos a se adaptarem ao novo meio, transmitindo e acumulando as transformações adquiridas </li></ul>
  48. 57. voltar
  49. 60. Dois aspectos principais: * As diversas formas de vida surgiram a partir de ancestrais por modificações na descendências * O mecanismo de modificação é a seleção natural Originalmente, a teoria da evolução por seleção natural, foi publica em 1858, pela leitura de manuscritos de Darwin e Wallace, na Sociedade Lineana de Londres. Ela sugeria que na luta pela sobrevivência os indivíduos que variavam ao acaso, nas direções favorecidas pelo ambiente, tendiam a prosperar, enquanto aqueles com variações em outras direções tendiam a ser eliminados. *Seleção Artificial *Teorias uniformitaristas – a Terra é muito antiga e está constantemente em mudança Baseou-se:
  50. 61. Selecção natural Antes da revolução industrial Depois de revolução industrial
  51. 62. Argumentos a favor : Diferentes áreas contribuíram para a consolidação do conceito de evolução ✿ Paleontologia ✿ Anatomia Comparada ✿ Embriologia ✿ Biogeografia ✿ Biologia celular e Molecular
  52. 63. <ul><li>A Paleontologia é o estudo dos fósseis e estes podem corresponder a formas já extintas ou a formas vivas. </li></ul>
  53. 64. Anatomia Comparada
  54. 65. Embriologia – comparação dos embriões
  55. 66. Darwin - A escolha das fêmeas é um importante mecanismo de seleção e portanto de mudança de perfil de uma espécie. Em A origem das espécies, de 1859, Darwin dedicou 3 páginas ao mecanismo da seleção sexual. Em 1871 em seu A origem do homem e a seleção natural (Descent of man and selection in relation to sex), mais de 350 páginas, quase 70% , são dedicadas a apresentar e tentar explicar as diferenças estruturais secundárias entre os sexos em inúmeros grupos de animais incluindo os humanos. Os primeiros 30% do livro tratam de mostrar a origem comum, estrutural e comportamental, entre a espécie humana, outros primatas e certos mamíferos. Todo o “resto” do livro é para discutir e tentar resolver o enigma das diferenças entre fêmeas e machos. O mecanismo que Darwin propõe é o poder discriminatório da fêmea. Mas qual o significado das masculinas caudas dos pavões, das galhadas dos alces, dos cantos dos pássaros para elas? Por que se dão ao trabalho de escolher? Wallace - As características sexuais secundárias são de fato úteis. Cores, chifres servem para identificação, por exemplo. Ou em alguns casos, para a defesa mesmo. De uma maneira mais genérica: a seleção sexual é apenas uma extensão da seleção natural.
  56. 67. Lamarckismo Darwin e Wallace Neodarwinismo Explica a a hereditariedade por características transmitidas através da código genético voltar
  57. 68. Fim Criacionistas x Evolucionistas Deus criou o homem e os demais seres vivos já na forma atual há menos de 10 mil anos O homem e os demais seres vivos são resultado de uma lenta e gradual transformação que remonta há milhões de anos Os fósseis (inclusive de dinossauros) são animais que não conseguiram embarcar na Arca de Noé a tempo de salvarem-se do dilúvio Os fósseis e sua datação remota confirmam que a extinção de espécies também faz parte do processo evolutivo Deus teria criado todos os seres vivos seguindo um propósito e uma intenção As transformações evolutivas são resultado de mutações genéticas aleatórias expostas à seleção natural pelo ambiente O homem foi feito à imagem e semelhança de Deus e, portanto, não descende de primatas O homem não é descendente dos primatas atuais, mas tem uma relação de parentesco. Ambos descendem de um ancestral comum já extinto Não há como comprovar a hipótese evolutiva em laboratório e, portanto, ela não é científica Seres vivos com ciclo de vida mais curto comprovam a evolução por seleção e adaptação, como no caso de populações de bactérias resistentes a determinados antibióticos Desde Darwin, vários aspectos de sua teoria já foram revistos, o que prova sua inconsistência Apenas detalhes científicos que ainda não estavam claros no tempo em que Darwin viveu, como os avanços na área da Genética e da Biologia Molecular, foram revistos. No essencial, a teoria é válida há 145 anos A Segunda Lei da Termodinâmica demonstra que os sistemas tendem naturalmente à entropia (desorganização) A Segunda Lei da Termodinâmica não se aplica a sistemas abertos, como os seres vivos A perfeição dos seres vivos comprova a existência de um Criador inteligente Os seres vivos são complexos, mas longe de serem perfeitos. O apêndice humano é um exemplo de estrutura residual sem função Mesmo admitindo a Evolução, ela só poderia ser de origem divina por caminhar sempre no sentido da maior complexidade e do aperfeiçoamento biológico A evolução não caminha sempre para a maior complexidade. Insetos atuais são mais simples que seus ancestrais já extintos. Nem sempre evolução significa melhoria, apenas maior adaptação ao meio ambiente A origem da vida ainda não é explicada de modo satisfatório pelos evolucionistas Aspectos fundamentais envolvendo a origem da vida ainda precisam ser mais bem esclarecidos, mas o método científico e não-dogmático é o caminho mais adequado para atingir esses objetivos
  58. 69. <ul><li>Referências Bibliográficas </li></ul><ul><li>http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_do_pensamento_evolutivo </li></ul><ul><li>http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT884203-1664-9,00.html </li></ul><ul><li>http://tempora-mores.blogspot.com/ </li></ul><ul><li>http://www.folha.uol.com.br/ </li></ul><ul><li>www.criacionismo.com </li></ul><ul><li>www.cristianansewrs.net </li></ul><ul><li>revista eletronica de ciencias sociais </li></ul><ul><li>O ensino religioso na escola pública Brasileira(Cézar de Alencar de Toledo e Fátima Aparecida) </li></ul><ul><li>Lei de Diretrizes e Bases e Constituição da República Federativa do Brasil.  </li></ul><ul><li>  http://pt.wikipedia.org/wiki/Design_inteligente   </li></ul><ul><li>http://darwinismo.wordpress.com/2008/10/04/publicacoes-que-defendem-o-design-inteligente/ </li></ul><ul><li>http://www.skepdic.com/brazil/di.html </li></ul><ul><li>http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_grega </li></ul><ul><li>http://greciantiga.org/ </li></ul><ul><li>http://geocities.yahoo.com.br/nonagiria </li></ul><ul><li>http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT884203-1664-8,00.html </li></ul><ul><li>http://pt.wikipedia.org/wiki/Criacionismo </li></ul><ul><li>http://pt.wikipedia.org/wiki/Evolucionismo </li></ul><ul><li>http://pt.wikipedia.org/wiki/Introdução_à_evolução </li></ul>
  59. 70. .BUSS, David M. A paixão perigosa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000. .CRONIN, Helena. A formiga e o pavão: altruísmo e seleção sexual de Darwin até hoje. Campinas: Papirus, 1995. .DARWIN, Charles. A origem do homem e a seleção sexual. Belo Horizonte: Itattiaia, 2004. .DARWIN, Charles. Origem das espécies. Belo Horizonte: Itatiaia, São Paulo: Edusp, 1985. .DAWKINS, Richard. O gene egoísta. Belo Horizonte/São Paulo, Itatiaia/Edusp, 1979. .DENNETT, Daniel C. 1998 A perigosa idéia de Darwin. Rio de Janeiro, Rocco, 1998. .DESMOND, Adrian e MOORE, James Darwin: a vida de um evolucionista atormentado. São Paulo: Geração Editorial, 2000. .DIAMOND, Jared Armas, germes e aço: os destinos das sociedades humanas. Rio de Janeiro: Record, 2001. .Gallavotti, B. 1997. Segredos da Vida . DoGi. Itália. .Gribbin, J. 1999. O Pequeno Livro da Ciência. Editorial Bizâncio. Lisboa. .MAYR, Ernst O desenvolvimento do pensamento biológico. Brasília, EdunB, 1998. .MILLER, Geoffrey F. A mente seletiva. Rio de Janeiro: Campus, 2000. .POPPER, K. R., (1959), A lógica da pesquisa científica , Ed. Cultrix (tradução, 1975), São Paulo. .RIDLEY, Matt The red queen: sex and the evolution of human nature. New York: Penguin Books, 1995. .SAGAN, CARL (1980) Cosmos, Gradiva,Lisboa: 2001 .SAGAN, CARL Mundo Assombrado Pelos Demonios, O. COMPANHIA DAS LETRAS, 1996. .ZAHAVI, Amotz; ZAHAVI, Avish. The handicap principle: a missing piece of Darwin’s puzzle. Oxford: Oxford University Press, 1999. Site: http://www.bibalex.org/English/index.aspx

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