Ministério de Minas e Energia
Secretaria de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis                               ...
BOLETIM MENSAL DOS COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS                                                                                ...
BOLETIM MENSAL DOS COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS                                                                                ...
BOLETIM MENSAL DOS COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS                                                                                ...
BOLETIM MENSAL DOS COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS                                                                     NO 12 DEZEM...
BOLETIM MENSAL DOS COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS                                                                                ...
BOLETIM MENSAL DOS COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS                                                                                ...
BOLETIM MENSAL DOS COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS                                                                                ...
BOLETIM MENSAL DOS COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS                                                                     NO 12 DEZEM...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Exportações de Bicombustíveis - 2008

365 visualizações

Publicada em

No período, o Brasil vendeu 5,16 bilhões de litros de etanol. O número é recorde e supera com larga margem o volume de gasolina que a Petrobras exportou ano passado, afirma o Ministério. O maior importador em 2008 foram os Estados Unidos, que sozinhos compraram 2,2 bilhões de litros de biocombustível brasileiro.

Publicada em: Tecnologia, Negócios
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
365
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
7
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Exportações de Bicombustíveis - 2008

  1. 1. Ministério de Minas e Energia Secretaria de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis EDIÇÃO Departamento de Combustíveis Renováveis no 12 – Dez/2008 BOLETIM MENSAL DOS COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS SUMÁRIO APRESENTAÇÃO Biodiesel 4 Mais um ano se inicia, agora num contexto de incertezas econômicas em escala Produção e Capacidade 4 mundial. No Brasil, há desafios importantes no segmento dos biocombustíveis, em Atos Normativos 4 especial a manutenção dos investimentos para expansão da produção, assim como a Preços de B2 e B3 5 questão da competitividade dos renováveis em relação ao petróleo, cujo preço Entregas dos Leilões 6 internacional sofreu forte redução. Preço de Matéria-Prima 6 Resultado 12º Leilão 7 Nesta edição, trazemos dados referentes a dezembro e apresentamos dois Etanol 8 destaques importantes que ocorreram em 2008: a) a ampliação da produção de biodiesel Produção e Consumo 8 em 190%, o que reduziu a necessidade de importação de diesel, com conseqüente ganho na balança comercial; e b) recordes na produção e na exportação de etanol. Exportação 8 Frota Flex-Fluel 8 Preços e Margens 9 Muito obrigado, Paridade de Preços 10 Preços do Açúcar 11 A Equipe do DCR DESTAQUES DO MÊS Biodiesel propicia ganho de quase US$ 1 bi da balança comercial Com o biodiesel, evitou-se a importação de 1,1 bilhão de litros de diesel de petróleo em 2008, o que representa um ganho de aproximadamente US$ 976 milhões na balança comercial. Mesmo assim, a importação líquida de diesel ultrapassou 4 bilhões de litros em 2008 (1), com aumento de 36% em relação a 2007. O dispêndio dessa importação foi US$ 4,9 bilhões (+97%), contra US$2,5 bilhões em 2007. Ou seja, aumentou-se a dependência do país num combustível específico, seja em termos de volume demandado, seja em valor monetário. Este gasto contraproducente na balança comercial brasileira teria sido ainda maior se não houvesse a mistura compulsória de biodiesel (B2 no 1º semestre e B3 no 2º semestre). Além desse fato positivo para o biodiesel, há de se considerar efeitos indiretos de sua produção e uso: propicia a movimentação de economias locais e regionais, seja na etapa agrícola ou na indústria de bens e serviços. Mais do que um combustível ambiental e socialmente correto, o biodiesel se configura como uma solução para mitigar ou eliminar a dependência de diesel importado. Produção e exportação de etanol mostram forte crescimento em 2008 As exportações brasileiras de etanol bateram um novo recorde em 2008, totalizando o volume de 5,16 bilhões de litros. Esse volume corresponde a mais do dobro das exportações de gasolina pela Petrobras no mesmo período. O preço médio FOB ficou em US$0,47/litro em 2008, 16% superior ao preço praticado em janeiro de 2008. O maior destino das nossas exportações foram os Estados Unidos (2,86 bilhões de litros), incluindo-se o etanol exportado para desidratação no Caribe e reexportação para os EUA. O mercado dos EUA, em particular, é extremamente sensível aos níveis de preço do petróleo, que exerce influência imediata nos preços da gasolina, concorrente direto do E85 (mistura com 15% de etanol). Em 2008, observou-se na prática os efeitos de uma volatilidade nos preços do petróleo como há muito não se via. A cotação do Brent alcançou a cifra inimaginável de US$144,22 em 03 de julho, considerada por muitos analistas como artificial. Terminou o ano com a não menos artificial cifra de US$33,65. Uma queda de 77% no preço do petróleo. O câmbio reagiu e a moeda brasileira se desvalorizou praticamente na mesma proporção, saindo do patamar de R$1,55/US$ em 1º de agosto e alcançando a relação R$2,50/US$ em 05 de dezembro. Uma desvalorização de 63%. Para efeito da competitividade do produto brasileiro, o efeito da queda do preço do petróleo foi praticamente compensado pelo impacto da desvalorização do Real. Valores de dez/08 ainda não disponíveis. Assumiram-se, nesse cálculo, os mesmos valores do mês anterior para dez/08. (1)
  2. 2. BOLETIM MENSAL DOS COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS NO 12 DEZEMBRO/2008 Biodiesel: Evolução da Produção e da Capacidade Produtiva Mensais 350 Produção de biodiesel 300 De m anda Capacidade operacional (ANP + RFB/MF) m é dia p/ B5 250 mil m 3 / mês Capacidade operacional com SELO SOCIAL 200 Dem anda m é dia p/ 150 Obrigatório B3 2ºS/08 Autorizativo 100 De m anda m édia p/ B2 50 - jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2007 2008 Font e: Produção 2007 = Dados Est at í st icos M ensais - ANP; Produção 2008 = Est imat iva M M E com base nas ent regas nos leilões; Capacidade = Levant ament o M M E. A produção de biodiesel totalizou mais de 1.163 mil m3 de janeiro a dezembro de 2008, em função das entregas pelos produtores às distribuidoras e à formação de estoque na Petrobras e na Refap. Isso representa um crescimento de quase 190% em relação ao ano anterior, quando a produção foi 402 mil m3. A demanda efetiva de biodiesel em 2008 foi 1.120 mil m3 (estimado, valor ainda não consolidado). A capacidade de produção nominal ultrapassa 3.700 mil m3 anuais, dos quais 91% é detentora do Selo Combustível Social. Biodiesel: Localização das Unidades Produtoras Capacidade Instalada nº Região usinas mil m3/ano % N 6 203 5% NE 8 720 19% CO 19 1.360 37% SE 11 714 19% S 7 705 19% Total 51 3.702 100% OBS: usinas com Autorização ANP e Registro Especial na SRB/MF. Legenda: Usinas Usinas com Selo Sem Selo Observação: na mensuração da capacidade anual, (mil m3/ano) (mil m3/ano) a ANP passou a adotar, desde o final de 2008, o critério de 360 dias de operação, multiplicado pela capacidade diária. O critério anterior era 300 dias. Isso resultou num aumento da capacidade nominal anual de 20% nas unidades já existentes. Biodiesel: Últimos Atos Normativos e Autorizações de Novos Produtores Legislação: Resolução ANP nº 37/2008: altera Resolução ANP nº 17/2008 que trata do uso experimental de biodiesel; Convênio CONFAZ ICMS nº 136/2008: altera Convênio ICMS nº 110/07 que dispõe sobre o regime de substituição tributária nas operações com combustíveis, passando a incluir o biodiesel. Produtores: Autorização de Comercialização ANP no 586/2008 (Fiagril/MT), 587/2008 (Barralcool/MT, 591/2008 (Bio Óleo/MT), 594/2008 (Bioverde/SP), 595/2008 (ADM/MT); 596/2008 (BSBIOS/RS), 604/2008 (Coomisa/MT), 605/2008 (Caramuru/GO), 005/2009 (Biotins/TO), 013/2009 (Biocapital/SP), 026/2009 (Binatural/GO), 027/2009 (Petrobras Biocombustível/BA), 028/2009 (Petrobras Biocombustível/CE). Autorização de Produtor ANP nos 600/2008 (Ampliação Granol/RS); transferência de titularidade da Petrobras/BA, CE e MG para Petrobras Biocombustível/Ba, CE e MG; 025/2009 (Cooperbio/Cuiabá-MT), Registro Especial: Atos Declaratórios RFB/MF nos 32/2008 (Caibiense/MT), 33/2008 (Bicoar/MS), 01/2009 (Tauá/MT); 02/2009 a 04/2009 (cancela Petrobras/CE, BA e MG) e 05/2009 a 07/2009 (Petrobras Biocombustível/CE, BA e MG). Página 2
  3. 3. BOLETIM MENSAL DOS COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS NO 12 DEZEMBRO/2008 Biodiesel: Evolução Semanal de Preços e Margem de Revenda das Misturas Diesel B2 (jan- jun/08) e Diesel B3 (jul/08 em diante) 2,30 Preço de Venda ao Consumidor Final 2,25 2,20 2,15 R$ / litro 2,10 2,05 2,00 1,95 1,90 1,85 1,80 Brasil Centro Oeste Nordeste Norte Sudeste Sul Fonte: ANP. 1,75 123451234123412345123512341234512341234123451234123412 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan 2008 2009 2,00 Preço de Venda da Distribuidora ao Posto Revendedor 1,95 1,90 R$ / litro 1,85 1,80 1,75 1,70 1,65 Brasil Centro Oeste Nordeste Norte Sudeste Sul Fonte: ANP. 1,60 123451234123412345123512341234512341234123451234123412 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan 2008 2009 0,300 M argem Bruta de Revenda 0,275 0,250 R$ / litro 0,225 0,200 0,175 0,150 Fonte: ANP. Brasil Centro Oeste Nordeste Norte Sudeste Sul 0,125 123451234123412345123512341234512341234123451234123412 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan 2008 2009 No mês de dezembro, o preço médio de venda da mistura B3 ao consumidor não apresentou variação perceptível na média nacional, em relação ao mês anterior. Regionalmente, houve elevação de 0,1% nas regiões Centro-Oeste,Nordeste e Norte e nas regiões Sul e Sudeste os preços permaneceram estáveis. No preço intermediário (na venda pelas distribuidoras aos postos), os preços permaneceram estáveis na média nacional em dezembro. Houve decréscimo de -0,2% no Centro-Oeste e -0,1% no Norte, Nordeste e no Sul, e ficou estável no Sudeste. A margem bruta de revenda da mistura B3, por sua vez, aumentou 0,1%. É importante lembrar que esta margem é calculada pela diferença entre o preço de venda ao consumidor final e o preço de aquisição do produto pelo posto revendedor. Representa, em tese, a lucratividade bruta do posto por cada litro de combustível comercializado. Os preços ao consumidor e de distribuição são obtidos por meio de pesquisas semanais realizadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em 555 municípios espalhados pelo país. Os resultados da pesquisa podem ser acessados em http://www.anp.gov.br/preco/. Página 3
  4. 4. BOLETIM MENSAL DOS COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS NO 12 DEZEMBRO/2008 Biodiesel: Entregas nos Leilões e Demanda em 2008 Em dezembro, as entregas para os leilões regulares corresponderam a 86,9 mil m3 de biodiesel. Por sua vez, nos leilões de estoque, as entregas das unidades produtoras somaram 31,6 mil m3. Totalizou-se, assim, a comercialização de 118,5 mil m3 de biodiesel, equivalente a 107% da necessidade inicialmente estimada para a mistura B3 no mês (111 mil m3). 150 mil m 3 / mês B2 B3 100 50 - jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Leilões Regulares ANP Leilões de Estoque Demanda Estimada Fontes: entregas nos leilões (ANP, Petrobras e Refap); estimativa de demanda (ANP). Biodiesel: Evolução de Preço das Matérias-Primas No mercado de óleos vegetais, a soja é a matéria-prima mais abundante e com maior liquidez. Por essa razão, são apresentadas a seguir apenas as cotações da soja em grão e de seu óleo. Normalmente, as demais oleaginosas acompanham proporcionalmente as cotações da soja. R$ 55 Soja em Grão no Brasil R$ / Saca de 60 kg R$ 50 R$ 45 R$ 40 Fonte: Soja em R$ = CEPEA/ESALQ (Indicador Diário Soja - Paraná) R$ 35 go ar n ai n l r n ut ov ez t v ju ab Se ja Ja ju fe m m O A D N 2008 2009 O preço médio da soja em grão no mercado doméstico ficou em R$ 44,61/sc em dezembro, algo inferior ao observado nos meses anteriores (R$ 45,13/sc). A cotação em 30/12/08 foi de R$ 46,73 a saca. Nos últimos meses o mercado internacional apresentou abrupta redução do preço, sendo o efeito cambial responsável pela manutenção dos preços em reais. US$ cents / lb Cotação Internacional do Óleo de Soja Fonte: Chicago Board of Trade - CBOT Na Bolsa de Chicago (CBOT), a cotação do óleo de soja, para contratos com entrega em mai/09, apresenta uma tendência de recuperação em relação ao mês anterior. Entretanto, os valores observados são menores do que aqueles do mesmo período do ano anterior. A cotação em 13/01/09 era US$ 0,3521 por libra, o que representa aproximadamente R$ 1,61 por litro de óleo de soja. Para comparação, em São Paulo, em 08/12/2008, o preço sem ICMS situava-se em R$1,63/litro (fonte: Cisoja/CMA). Página 4
  5. 5. BOLETIM MENSAL DOS COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS NO 12 DEZEMBRO/2008 Biodiesel: Resultados do Último Leilão para Formação de Estoque Em 27/11/2008, houve a realização pela Petrobras de mais um leilão para a formação de estoque, com entrega do produto a partir de 1º de dezembro. O volume contratado totaliza mais de 28 mil m3, com preço médio de R$ xx/litro (na condição CIF, incluindo Pis/Pasep e Cofins). Empresa / Volume Locais de Preço Médio Unidade (m3) entrega Paranaguá e ADM /MT 5.000 2.318 Porto Velho BSBios /RS 5.000 2.285 Paranaguá Caramuru /GO 2.000 2.430 Candeias Comanche /BA 2.000 2.430 Candeias Granol /GO 8.000 2.431 Candeias Granol /RS 5.000 2.281 Paranaguá Oleoplan /RS 3.000 2.295 Paranaguá Volume total: 30.000 Preço médio: R$ 2.349,18 Página 5
  6. 6. BOLETIM MENSAL DOS COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS NO 12 DEZEMBRO/2008 Álcool: Evolução da Produção e Consumo Mensais CONSUMO COMBUSTÍVEL PRODUÇÃO 2,5 Anidro Anidro 1,5 Hidratado Hidratado 2,0 Bilhões de litros Bilhões de litros 1,2 1,5 0,9 1,0 0,6 0,5 0,3 0,0 0,0 set out set out set out nov nov nov jun jun jun jun jul jul jul jul fev fev fev fev mar abr mar abr mar abr mar abr jan ago jan ago jan ago jan mai mai mai mai dez dez dez set out set out set out nov nov nov jun jun jun jun jul jul jul jul fev fev fev fev mar abr mar abr mar abr mar abr jan ago jan ago jan ago jan mai mai mai mai dez dez dez 2005 2006 2007 08 2005 2006 2007 08 Fonte: MAPA. Obs.: Até a data da publicação desta edição não houve atualização dos dados de produção e consumo do mês de ago, set, out, nov e dez. De acordo com os dados da ANP, entre os meses de janeiro e novembro de 2008, foram consumidos no País 17.703.919 m³ de álcool combustível em ambas as formas (anidro e hidratado) contra 16.778.438 m³ de gasolina. Álcool: Evolução da Exportação Quantidade (litros) Milhões 6.000 Fonte: ALICE/MDIC 2005 2006 2007 2008 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 - jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez As exportações brasileiras de etanol em 2008 totalizaram o volume de 5.164 milhões de litros. O preço médio FOB de 2008 está em US$0,47/litro, 16% superior ao preço praticado em janeiro de 2008. Os principais destinos foram os países do CBI + CAFTA, que têm privilégios para entrada no mercado norte-americano, Países Baixos, Estados Unidos. Álcool: Evolução da Frota Flex-Fuel Licenciamento de automóveis e comerciais leves Flex Álcool Gasolina Diesel Por combustível - Nacionais e importados 100% 80% 60% 40% 20% 0% jan/03 jul/03 jan/04 jul/04 jan/05 jul/05 jan/06 jul/06 jan/07 jul/07 jan/08 jul/08 O licenciamento de veículos flex-fuel representou 87,2% do total de veículos leves licenciados no país em 2008. De 2003 a 2008 já foram comercializados 7,01 milhões de unidades e sua participação estimada na frota de veículos leves é de 27%. Praticamente a totalidade dos veículos a gasolina que são vendidos atualmente no mercado interno corresponde a veículos importados. Página 6
  7. 7. BOLETIM MENSAL DOS COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS NO 12 DEZEMBRO/2008 Álcool: Evolução de Preços Evolução de Preços do Álcool Hidratado - Média nas Capitais R$/litro Preço no posto revendedor Preço na distribuidora Preço na Usina (sem tributos) 2,30 1,90 1,50 1,10 0,70 0,30 1 234 12 34 123 45 123 41 234 12 34 512 34 123 41 23 451 23 412 34 123 45 12 341 23 412 34 512 34 12 345 12 341 23 41 234 51 234 12 341 23 45 123 4 jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2007 2008 Fonte: ANP, ESALQ/USP Evolução de Margens do Álcool Hidratado - Médias nas Capitais Margens (R$/litro) 0,30 0,25 0,20 Margem Bruta de Distribuição (s/ frete) Margem Bruta de Revenda (s/ frete) 0,15 0,10 0,05 0,00 -0,05 -0,10 1 234 12 34 123 45 123 41 234 12 34 512 34 123 41 23 451 23 412 34 123 45 12 341 23 412 34 512 34 12 345 12 341 23 41 234 51 234 12 341 23 45 123 4 jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2007 2008 Fonte: ANP e MME. R$ / litro Evolução Semanal dos Preços de Álcool no Produtor (ESALQ) Sem PIS/COFINS, sem ICMS Região Centro Sul 1,30 1,20 1,10 1,00 0,90 0,80 0,70 0,60 0,50 Anidro Hidratado 0,40 0,30 jul/ 03 jul/ 04 jul/ 05 jul/ 06 jul/ 07 jul/ 08 jan/03 jun/03 jan/04 jun/04 jan/05 jun/05 jan/06 jun/06 jan/07 jun/07 jan/08 jun/08 abr/ 03 3 abr/ 04 4 abr/ 05 5 abr/ 06 6 abr/ 07 7 abr/ 08 8 fev/03 s et/ 03 out/03 fev/04 s et/ 04 out/04 fev/05 s et/ 05 out/05 fev/06 s et/ 06 out/06 fev/07 s et/ 07 out/07 fev/08 s et/ 08 out/08 2 3 3 3 3 4 4 4 4 5 5 5 5 6 6 6 6 7 7 7 7 8 8 8 8 ago/0 ago/0 ago/0 ago/0 ago/0 ago/0 dez /0 m ar/0 m ai/0 nov /0 dez /0 m ar/0 m ai/0 nov /0 dez /0 m ar/0 m ai/0 nov /0 dez /0 m ar/0 m ai/0 nov /0 dez /0 m ar/0 m ai/0 nov /0 dez /0 m ar/0 m ai/0 nov /0 dez /0 Fonte: ESALQ/USP A evolução dos preços de álcool hidratado no produtor, sem tributos, mostra que os preços praticados em dezembro deste ano estão situados no patamar mais baixo dos últimos dois anos, no mesmo período. Durante o mês de novembro, os preços apresentaram queda tanto para o álcool hidratado como para o anidro. Já no mês de dezembro, os preços sinalizam alta moderada, com níveis inferiores aos praticados em outubro passado. Os preços apresentados no gráfico da evolução semanal são nominais (não foram deflacionados). Destaca-se que o mercado interno continua aquecido, esperando-se um aumento real no consumo de etanol pelos consumidores proprietários de veículos flex-fuel dada a competitividade do álcool hidratado em relação à gasolina principalmente no mercado das regiões sudeste, centro-oeste e sul. Página 7
  8. 8. BOLETIM MENSAL DOS COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS NO 12 DEZEMBRO/2008 Álcool: Paridade de Preço em Relação à Gasolina Paridade de Preços (%) Paridade de Preços: Álcool / Gasolina Capitais Brasileiras - Semana de 21/Dez a 27/Dez/2008 100% Paridade acima de 70% indica que é melhor economicamente abastecer com gasolina o veículo bi-combustível. 90% 80% 70% 70% 60% 50% 71,4% 63,1% 81,8% 70,2% 66,4% 67,5% 70,3% 67,6% 61,5% 63,8% 46,3% 63,5% 68,4% 76,1% 72,6% 61,4% 60,9% 73,5% 66,3% 71,1% 68,6% 67,8% 79,9% 64,1% 54,6% 72,5% 61,8% 40% al ife lia a or jú o a co ria á PE ba as za ém bá ó RN o ís oa ho A- aus a re lis at ni PA nte ap Ho de st ul in ca ir ei CE vad sí ec Lu m le an iti itó -N eg iâ ia Vi ss ne SP ópo Pa RR Vel el ac an ac ra es o ra ta an ur -R al Cu Go Br -B -V Al Pe riz ão Ja l a -B M -M er -P Gr -A or Sa ão -C SC -Bo -M to n ES T- O- L- io to -S -T DF TO -F ria SE AP o de PR -S or po AM M A R G oã or PI A lo -P B o C- io M m -P -J el -F O -R A Ca RS PB -B R RJ S- G M M Fonte: ANP – Pesquisa Semanal de Preços A paridade de preços na última semana de dezembro de 2008 apresenta para as capitais brasileiras a vantagem da utilização do álcool hidratado em 17 estados, incluídos os principais centros consumidores. Em Belo Horizonte e Porto Alegre, a pesquisa de preços da ANP situa o preço do álcool hidratado quase no limiar de 70%. As demais capitais: Rio Branco, Macapá, Manaus, Brasília, Belém, João Pessoa, Teresina, Natal, Boa Vista e Aracaju apresentam média de preços acima de 70%. Paridade de Preços (%) Paridade de Preços: Álcool / Gasolina Regiões do Brasil - Semana de Semana de 21/Dez a 27/Dez/2008 95% Paridade acima de 70% indica que é melhor economicamente abastecer com gasolina o veículo bi-combustível. 85% 75% 70% 65% 69,8% 66,4% 62,7% 61,7% 60,2% 55% 55,2% 45% Brasil Centro-Oeste Nordeste Norte Sudeste Sul Fonte: ANP – Pesquisa Semanal de Preços Considerando-se a média das regiões brasileiras, observa-se que a Região Norte tem preços médios no limiar de 70% na última semana de dezembro. Na Região Nordeste houve queda na paridade passando de 67,4% para 66,4% em relação ao mês anterior. Em volume de etanol consumido, estima-se que o mercado de etanol (anidro e hidratado) onde a paridade é superior aos 70% corresponda a 7,80% do mercado total de etanol no Brasil. Página 8
  9. 9. BOLETIM MENSAL DOS COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS NO 12 DEZEMBRO/2008 Álcool: Evolução de Preços do Açúcar e do Petróleo em Relação ao Álcool US$ / barril US$/ton 140 450 400 Álcool Anidro na Usina (ex trib) 120 Gasolina na Refinaria - Brasil (ex trib) 350 Petróleo Brent 100 300 Açúcar Bruto - US$/ton 80 250 200 60 150 40 100 20 50 - - Fev Nov Fev Nov Fev Nov Fev Nov Fev Nov Fev Nov Fev Nov Ago Ago Ago Ago Ago Ago Ago Dez Dez Dez Dez Dez Dez Dez Abr Abr Abr Abr Abr Abr Abr Jan Mai Jun Jul Jan Mai Jun Jul Jan Mai Jun Jul Jan Mai Jun Jul Jan Mai Jun Jul Jan Mai Jun Jul Jan Mai Jun Jul Set Out Set Out Set Out Set Out Set Out Set Out Set Out Mar Mar Mar Mar Mar Mar Mar 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Os preços do açúcar recuaram em dezembro, após leve tendência de alta apresentada nos último mês, mas ainda não sinalizam um aperto nos estoques no mercado internacional. Houve forte queda nos preços médios de petróleo e, conseqüentemente, queda no preço da gasolina no Brasil em dólar (ex-tributos). O valor médio do barril do petróleo no mês de dezembro foi inferior a US$50 por barril. Ressalva do Editor A reprodução de textos, figuras e informações deste Boletim não é permitida para fins comerciais. Para outros usos, a reprodução é permitida, desde que citada a fonte. Distribuição do Boletim A distribuição do Boletim é feita gratuitamente por e-mail. Àqueles interessados em receber mensalmente essa publicação, favor solicitarem cadastramento na lista de distribuição, mediante envio de mensagem para o endereço dcr@mme.gov.br. Equipe do Departamento de Combustíveis Renováveis Ricardo de Gusmão Dornelles (Diretor), Carla Adriana Oliveira Silva, Luciano Costa de Carvalho, Marlon Arraes Jardim Leal, Paulo Roberto M. F. Costa, Ricardo Borges Gomide, Tatiana de Carvalho Benevides, Yedda Beatriz G. A. D. C. S. S. Afonso. Página 9

×