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  1. 1. e o Idoso A Animação
  2. 2. CONCEITO DE ANIMAÇÃO Animar - dar vida - dar ânimo A Animação e o Idoso  Motivar para uma acção/actividade  Aceitar uma iniciativa  Respeitar o projecto individual definido por cada um  Ajudar a pessoa a afirmar-se  Apoiar não substituir  Dar movimento a uma situação onde reina a imobilidade, o aborrecimento Animação è acção, é vida…
  3. 3. Muitas das pessoas Idosas não vivem existem, sem ser vistas  SOLIDÃO  ABANDONO  INACTIVIDADE  Animação  Ocupação dos tempos livres  Terapia ocupacional A Animação e o Idoso
  4. 4. OBJECTIVO DA ANIMAÇÃO Consciencializar Pessoas  Torná-las mais livres  Mais participativas  Mais activas na vida  A animação dá ao Idoso: conhecimento das suas possibilidades físicas, morais e espirituais A Animação e o Idoso
  5. 5. A Animação e o Idoso Não impor - mas ajudá-lo a descobrir os seus dotes e estimulá-los Ajudá-lo a encontrar o seu lugar na sociedade e na comunidade Ajudá-lo a ultrapassar os seus problemas
  6. 6. A Animação e o Idoso  Nos dias de hoje, a velhice constitui um problema social  Durante o último século assistimos ao aumento de pessoas que atingem idades avançadas.  As questões da Terceira Idade devem merecer uma particular e continua atenção.
  7. 7. O contexto actual da nossa sociedade deve conduzir-nos à evolução e à procura de soluções inovadoras, mais adaptadas às realidades Melhorar as condições de vida dos idosos, salvaguardando os laços sociais: • afectividade • convívio • comunicação • solidariedade de vizinhança • caminho para a dimensão da pessoa humana A Animação e o Idoso
  8. 8. A mudança de atitudes começam a germinar • Assiste-se, hoje à descoberta do valor humano dos mais velhos e à procura de os manter integrados na comunidade – accionando-se o reconhecimento social da necessidade de intervir com políticas sociais orientadas especificamente para a velhice. • A alteração de atitudes tem de ser assumida por todos: • Comunidade • Idosos • Família • Animador A Animação e o Idoso
  9. 9. A Comunidade Deve investir muito do seu esforço na mudança de atitudes para com os idosos: • Relacionamento • Estabelecimento de medidas políticas Os idosos têm o direito à participação dos benefícios decorrentesOs idosos têm o direito à participação dos benefícios decorrentes do desenvolvimento da sociedade que ajudaram a construirdo desenvolvimento da sociedade que ajudaram a construir A Animação e o Idoso
  10. 10. O Idoso • Tem de desempenhar um papel mais activo, na mudança “Ser velho, não é ser incapaz e inútil” • Tem o direito à plena participação nas actividades inerentes à vida social • Deverá prosseguir com o seu desenvolvimento e tornar-se autor de si próprio A Animação e o Idoso
  11. 11. A Família • Tem de deixar de ver o idoso como um peso que a impede de alcançar muitos dos seus projectos O idoso integrado numa família ou vivendo na proximidade desta, pode contribuir com a sua presença para equilíbrio do todo: Pela afectividade que pode dar Pela partilha do seu saber e experiência Pelo exercício da solidariedade do grupo familiar A Animação e o Idoso
  12. 12. A Animação e o Idoso O/A Animador/a  Ser mais facilitador do que orientador;  Evitar dar conselhos – ser informativo;  Ter um papel de catalisador;  Criar um clima de confiança;  Ser a consciência e memória do grupo;  Ser um agente de formação – ser modelo.
  13. 13.  Cada vez mais são urgentes as respostas a problemas cada vez mais comuns … A Animação e o Idoso Mudança de mentalidadesMudança de mentalidades
  14. 14. A Animação e o Idoso Esta mudança não é espontânea, não se pode impor, não é nem pode ser decretada por diploma legal. Existe um esforço para ser conseguida, devendo ser construída com base no reconhecimento de que o idoso é uma peça fundamental da comunidade e da família, como qualquer outro elemento, participando ao mesmo nível dos projectos sociais e familiares.
  15. 15. ATITUDES a ASSUMIR • Apoiar o idoso – não esquecendo as técnicas de entreajuda, nomeadamente de postura, mudança de posicionamento, administração de medicamentos, higienização... • Compreender, incentivar e transmitir confiança em si próprio • Respeitar a sua individualidade, os seus ideais, crenças, história e projecto de vida. A Animação e o Idoso
  16. 16. ATITUDES a EVITAR  Não confundir os estatutos  Não bloquear a autonomia do idoso  Não esquecer a aplicação das técnicas  Não dramatizar atitudes A Animação e o Idoso
  17. 17. ESTRUTURA INVISÍVEL  Idoso  Filho/Filha  Nora/Genro  Netos  Instituições  Serviços e grupos da população Emaranhado de relações humanas entreEmaranhado de relações humanas entre A Animação e o Idoso
  18. 18.  Uma experiência intergeracional  Uma aventura de aprendizagem recíproca “AVÓS E NETOS” Estimular o convívio Esbater a solidão Promover a auto-estima Ser participativo A Animação e o Idoso Uma forma Uma forma
  19. 19. ANIMAÇÃO E ATITUDE A animação é mais uma atitude que uma acção específica; uma maneira de trabalhar mais do que o conteúdo da acção. E. Grosjean y Ingberg Fases de implementação do processo de ANIMAÇÃO 1 – Sensibilização/Motivação O que se propõe tem que ter em conta: • A satisfação e as necessidades • Os centros de interesse • O nível de consciência A Animação e o Idoso
  20. 20. 2 – Elementos potencialmente líderes Importância do reconhecimento de indivíduos que influenciam o grupo 3 – Capacitação para a animação Incentivar, participar, colaborar, actuar, organizar, agir… A Animação e o Idoso
  21. 21. A Animação e o Idoso 4 – Princípios operativos para a organização e desenvolvimento de actividades • Partir das situações em que se encontram as pessoas • Necessidade de articulação dos projectos • Não propor tendencialmente actividades padronizadas • Ter em conta outras organizações, de modo a não repetir actividades
  22. 22. ONDE SE PODERÁ DESENVOLVER A ANIMAÇÃO?  Lar  Centro de Dia  Centro de Convívio  Apoio Domiciliário  UTIs  Centro de Acolhimento Temporário  Colónias de Férias  Residência  Acolhimento Familiar  Centro de Noite A Animação e o Idoso
  23. 23. FORMAS DE ANIMAÇÃO • Em meio aberto • Em meio Institucional • Formativas • Artísticas • Ocupacionais • Sociais • Lúdicas • Difusão Reveste-se de duas formas: • Para: grupos dependentes, estimulando capacidades existentes ou melhorar condições pessoais • Com: Pessoas autónomas e/ou semi-autónomas, promovendo a manutenção das suas capacidades A Animação e o Idoso
  24. 24. ALGUMAS ACTIVIDADES DE OCUPAÇÃO/ANIMAÇÃO Activ. da rotina diária  Fazer a cama  Limpar o pó  Arrumar loiças  Fazer compras  … Permitem a liberdade de movimentos, o poder de decisão e manter-se activo A Animação e o Idoso
  25. 25. A Animação e o Idoso Actividades manuais  Rendas  Tricôt  Cestaria  Olaria  Pintura  Colagem  Jardinagem  … Valorizam e estimulam as capacidades sensoriais, mentais e motoras
  26. 26.  Férias  Cinema  Passeios  Saídas culturais  Participação em festas  Ao café  Às compras  Ida ao ginásio  Jogo  … A Animação e o Idoso Deslocações e diversões Permitem a autonomia, quebram o isolamento e mantêm a boa forma física
  27. 27. A Animação e o Idoso Formativas  Leitura  Escrita  Alfabetização  UTIs  Informática  Discussões em grupo  … Estimulam a capacidade de expressão, a memória e melhoram a auto-estima
  28. 28. O que melhora?  As relações interpessoais  Reforço da auto-estima  Equilíbrio emocional  Bem-estar psico-social  Proporciona um projecto de vida  Viabiliza a participação activa A Animação e o Idoso
  29. 29. Vontade Motivação Participação Sensibilidade Responsabilidade Compreender A Animação e o Idoso É Necessário:
  30. 30. A Animação e o Idoso “...é na riqueza dos afectos... que o idoso vai buscar a energia e a motivação para continuar a existir” Erikson
  31. 31. A Animação e o Idoso Trabalho realizado por: Maria do Carmo Lourenço Crucho Animadora Cultural e Educadora Comunitária

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