127919432 educacao-sexual

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  • Ver tratamento
  • Agente InfecciosoParasita Phthirus pubis.
    Como se transmite?Sexo
    contacto com objectos contaminados.
    Sintomaslesões maculares azuladas
    Prurido nos órgãos genitais externos
    PrevençãoHigiene íntima adequada.
    TratamentoCreme/loções locais, também para o parceiro sexual.
  • 127919432 educacao-sexual

    1. 1. Educação Sexual Helder Sousa Unidade de Saúde Familiar de Fanzeres
    2. 2. Adolescencia Sexualidade Gravidez na adolescência Planeamento familiar Doença sexualmente transmissível
    3. 3. Adolescência e transformações no corpo  Passagem da infância à idade adulta  Problemáticas É normal que o adolescente se comporte de maneira inconsciente e imprevisível. Lutar contra os seus impulsos e aceitá-los; amar os seus pais e odiá-los; ter vergonha de os assumir perante os outros e querer conversar com eles; identificar-se e imitar os outros enquanto procura uma identidade própria. O adolescente é idealista, artístico, generoso, altruísta, como jamais o será novamente, mas também é o oposto: egoísta, calculista, egocêntrico Ana Freud
    4. 4. Agentes de socialização na adolescencia  Despertar de pulsões, mudanças físicas repentinas  Segurança  inadaptação  Manifestações na família, com os professores e com os amigos
    5. 5. Alterações pubertárias nas raparigas  existe uma alteração ligeira no teu cheiro corporal;  as ancas alargam;  surgem alguns pêlos púbicos;  aparecem os pêlos nas axilas;  os mamilos escurecem;  o peito aumenta;  os pêlos púbicos florescem;  chega o período;
    6. 6. Alterações pubertárias nos rapazes  Nariz e queixo mais angulares  Alterações na voz  Surgem odores diferentes  Desenvolvem-se os músculos  Surgem pêlos púbicos  Surgem pêlos no rosto  Aparecimento de acne  Aumento do pénis e testículos
    7. 7. Sexo e Sexualidade (s) A sexualidade é uma energia que nos motiva a procurar amor, contacto, ternura, intimidade; que se integra no modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados; é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; ela influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental. Definição da OMS
    8. 8. Responsabilidade sexual Ter Responsabilidade Sexual é:  Saber respeitar os meus sentimentos e o meu corpo e saber respeitar os sentimentos e o corpo do outro;  Pensar e tomar providências quanto à possibilidade de gravidez e Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s);  Implica ter ideias claras sobre o que a tua relação significa para ti e para o(a) teu(tua) parceiro(a) e o que pretendem os dois com essa relação.
    9. 9. Gravidez na adolescência  Inúmeras questões  Muitas desvantagens  Imaturidade física  Imaturidade psicológica
    10. 10. Gravidez na adolescência  Socialmente:  Abandono escolar  Interrupção dos estudos  Impossibilidade de desfrutar da adolescência
    11. 11. Planeamento familiar  O Planeamento Familiar é um conjunto de cuidados de saúde que visa ajudar as mulheres e os homens a planearem o nascimento dos seus filhos, a viverem a sua sexualidade de uma forma gratificante e sem o receio de uma gravidez que, naquele momento, não desejam  Para além disto, o Planeamento Familiar ajuda os casais que têm problemas de fertilidade, ajuda na prevenção das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s), bem como no diagnóstico precoce de algumas formas de cancro da mama e do útero
    12. 12. Planeamento familiar- objectivos    Promover a vivência da sexualidade de forma saudável e segura; Regular a fecundidade segundo o desejo do casal; Preparar para uma maternidade e paternidade responsáveis;  Reduzir a incidência das ITS e as suas consequências;  Melhorar a saúde e o bem-estar da família.
    13. 13. Métodos contraceptivos Os métodos contraceptivos possibilitam uma vida sexual “sem medos”, permitindo evitar uma gravidez indesejável Se pretendes optar por um método contraceptivo, fá-lo com responsabilidade Consulta um Profissional de Saúde que te auxilie na escolha do método mais adequado para o teu caso, bem como para te fornecer todas as informações necessárias
    14. 14. Métodos contraceptivos Métodos Naturais Hormonal Barreira Definitivos
    15. 15. Métodos naturais Método do Calendário Método da Temperatura Método do Muco
    16. 16. Contracepção Hormonal Contracepção Oral Hormonal - Pílula Contracepção Hormonal Injectável Contracepção Hormonal - Implante Anel Vaginal Adesivo Contraceptivo Dispositivo Intra-Uterino (DIU)
    17. 17. Métodos Barreira Preservativo Masculino Espermicidas Diafragma
    18. 18. Métodos definitivos Laqueação / Esterilização Feminina Vasectomia / Esterilização Masculina
    19. 19. Como iniciar a pílula? A pílula deve ser iniciada no 1º dia da menstruação Tomar diariamente e à mesma hora, durante 21 dias Interromper 7 dias Recomeçar nova embalagem ao 8º dia
    20. 20. Efeitos colaterais  Náusea e vómitos  Alteração do peso  Mastodínia (dor nas mamas)  Alteração do fluxo menstrual  Depressão  Irregularidades Menstruais
    21. 21. Em caso de esquecimento… Quando não se toma 1 comprimido no horário habitual, convém tomá-lo assim que possível desde que não tenham sido ultrapassadas 12 horas, mantendo a toma correspondente a esse dia; neste caso, não é necessária nenhuma contracepção suplementar Quando o esquecimento for além das 12 horas, tomar o comprimido que foi esquecido, continuando a tomar a pílula e utilizando, durante 7 dias, outro método associado (por exemplo, o preservativo) Episódio de vómito e/ou diarreia anula o efeito contraceptivo da pílula Ler sempre a bula da pílula
    22. 22. Vantagens da pílula  Tem elevada eficácia contraceptiva  Não interfere com a relação sexual  Regulariza os ciclos menstruais  Melhora a tensão pré-menstrual e as dores menstruais  Previne e controla a anemia  Contribui para a prevenção de algumas doenças  Não altera a fertilidade, após a suspensão do método
    23. 23. Desvantagens da pílula  Exige o empenho da mulher para a toma diária da pílula  Não protege contra as IST’s
    24. 24. Preservativo É um invólucro de látex que evita a gravidez e protege contra as Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s)
    25. 25. Preservativo Precauções:  Nunca se deve usar o mesmo preservativo mais do que uma vez  Nunca se deve usar dois preservativos ao mesmo tempo  Conservar a embalagem num lugar fresco e sem contacto directo com o sol
    26. 26. Preservativo Vantagens  Desvantagens Protege contra as IST’s  Embora seja muito raro, há pessoas que fazem  Não necessita de ser alergia ao látex prescrito pelo médico   Envolve o homem na Se não for correctamente, usado pode contracepção e na prevenção rasgar ou ficar dentro da das IST’s vagina
    27. 27. Pílula do dia seguinte O QUE É?  Método de emergência que pode ser utilizado após uma relação sexual não protegida para prevenir uma gravidez  Só pode ser utilizado nos 3 dias a seguir a uma relação sexual desprotegida
    28. 28. Contracepção de Emergência: como actua? Bloqueia a ovulação Altera o muco cervical Altera o endométrio
    29. 29. Pílula do dia seguinte QUANDO SE DEVE UTILIZAR  Quando se rompe o preservativo  Quando se esquece de tomar a pílula  Em qualquer outra situação de relação sexual não protegida
    30. 30. Pílula do Dia Seguinte A PÍLULA DO DIA SEGUINTE SÓ DEVE SER UTILIZADA EM CASO DE EMERGÊNCIA!
    31. 31. Em caso de dúvidas recorre ao CENTRO DE ATENDIMENTO A JOVENS (CAJ) d O CAJ localiza-se na É gratuito, confidencial e anónimo. Actividades Informação sobre a anatomia e fisiologia da reprodução; Informação sexual; Preparação dos jovens para uma vivência correcta da sua sexualidade; Fornecimento de contraceptivos em situações de risco.
    32. 32. Infecções sexualmente transmissíveis  Doenças adquiridas através de relações sexuais com uma pessoa infectada ou por contacto íntimo com os órgãos genitais, boca ou ânus.
    33. 33. Infecções sexualmente transmissíveis Factores de Risco  Muitos companheiros sexuais ou mudança frequente de companheiro  Relações sexuais com parceiros ocasionais  Não usar o preservativo  Não conhecer o próprio corpo  Não ter uma boa relação com o médico e a enfermeira
    34. 34. QUAIS SÃO? SIDA  Hepatite B  Hepatite C  Herpes  Sífilis  Gonorreia  Chlamydia  Cândida  HPV 
    35. 35. SIDA AGENTE INFECCIOSO Virus HIV Sintomas SINTOMAS entre 7 a 10 dias após contagio Fadiga, anemia, febre, perda de peso, alterações imunitárias, desenvolvimento de doenças oportunistas.
    36. 36. SIDA Uso COMO SE EVITA? de preservativo. Evitar comportamentos de risco.  TRATAMENTO Medicamentos ??? Medicamentos oportunistas!! para as doenças
    37. 37. SIDA CONSEQUÊNCIAS •Tumores •Infecções: sífilis Herpes Tuberculose micoses •…Morte
    38. 38. Como se transmite? •Sexo desprotegido •Sangue infectado •Uso de agulhas e seringas contaminadas TATUAGENS!!! •Mãe-feto •Leite materno •Objectos cortantes contaminados •Escova de dentes!!!
    39. 39. Não se transmite… •Uso da mesma roupa •Uso dos mesmos talheres e colheres •Beijos, apertos de mãos e abraços •Sexo com preservativo •Contacto social/profissional
    40. 40. Hepatite B Agente Infeccioso Vírus VHB SINTOMAS hepatite Tipo gripe Icterícia COMO EVITAR?  Preservativo Comportamento sexual “saudável” VACINA!!! TRATAMENTO Sem cura definitiva Tratamento dos sintomas
    41. 41. Sífilis Agente Infeccioso Bactéria Treponema pallidum COMO SE TRANSMITE? Sexo Mãe-feto SINTOMAS Lesões COMO SE PREVINE? Preservativo TRATAMENTO Antibioticoterapia nos órgãos genitais externos, que não cicatrizam. DEPOIS lesões na pele e mucosas.
    42. 42. Gonorreia Agente Infeccioso Bactéria Neisseria gonorrhoeae. Sexo Como se transmite? Contacto com roupa interior e outros objectos contaminados. MULHER: inflamação Sintomas da uretra e do colo do útero alterações no padrão menstrual leucorreia. HOMEM: inflamação da uretra e secreção amarelada.
    43. 43. Chlamídia Agente Infeccioso Bactéria Chlamydia trachomatis. Como se transmite? Sexo Sintomas Homens: Dor a urinar, corrimento uretral, prurido. Mulheres:  corrimento branco-amarelado, metrorragias ou hemorragia após as relações sexuais, dor a urinar e dor abdominal baixa.
    44. 44. Candidíase Agente Infeccioso Cândida Albicans (fungo) Como se transmite? Sexo Factores predisponentes Sintomas Homens: Rara Lesões ponctiformes vermelhas e pruriginosas Mulheres: prurido,ardência dores nas relações sexuais corrimento tipo “nata do leite”  órgãos sexuais com edema e ruborizados. 
    45. 45. Condilomas Agente Infeccioso Vírus papiloma virus humano. Como se transmite? Sexo Sintomas Lesões Como se previne? Uso Tratamento Cauterização Parto ulcerosas ou verrugas nos genitais externos. DEPOIS, lesões na pele e mucosas. de preservativo. Nova vacina!!! Recidivas Sem frequentes cura definitiva órgãos
    46. 46. PERGUNTAS??? DÚVIDAS??? COMO FICAMOS, ENTÃO???
    47. 47. PREVENÇÃO Sexo com um “único” companheiro/a “Reduzir” o número de parceiros sexuais Interrogar o parceiro sexual Usar métodos de barreira Cuidados de higiene Vacinação (Hepatite B) Vacina HPV?
    48. 48. SEMPRE QUE TIVERES: • Corrimento anormal pelos órgãos sexuais • Ulcerações, vesículas, verrugas Prurido, dor ou sensação de queimadura ao urinar • • Dores difusas no baixo ventre Dor, sensação de queimadura durante/depois das relações sexuais. •
    49. 49. SUSPEITA TER CONTRAÍDO UMA DTS Fala com o teu médico ou com a tua enfermeira de família Fala com o teu parceiro/parceiros Toma a medicação Usa o preservativo ou evita as relações sexuais
    50. 50. PROTEGE-TE A TI E AOS OUTROS USA O PRESERVATIVO

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