Poder Marítimo e os EUA como
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 Para ele, desde A Guerra do Peloponeso (400 a.C.) os
princípios e as funções da marinha de guerra são os
mesmos, cabendo...
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 E como último fator, Mahan diz respeito ao que chama
de caráter nacional
 Seria a direção seguida pelos países com rela...
 Com exploração baseada simplesmente na “caça à
riqueza imediata” de ouro e prata, que é efêmera sem a
articulação com ou...
3 fatores para o Poder marítimo
(Mahan)
1. Posição geográfica;
2. Condições estratégicas;
3. Caráter nacional.
As profecias de Mahan acontecem:
 (após 10 anos – livro) EUA vencem a guerra contra a
Espanha no Caribe, estendendo o seu...
Mackinder - Heartland
 Halford Mackinder, como Ratzel, sempre foi crítico aos
geógrafos, pela pouca atenção que dedicavam...
 Mackinder defendia a ideia de que a disputa pela
hegemonia em escala global dependia da importância
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Eurásia, percebe um fenômeno fundamental para ele:
 O contraste entre as...
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poder naval nas modernas estratégias em nível
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Cordão Sanitário
Criação do Cordão Sanitário Após I Guerra Mundial
Criação da Polônia, Tcheco-Eslováquia, Hungria, Iugoslá...
 Recebe críticas quando favorece as ferrovias, sendo que
há um grande avanço na tecnologia da propulsão a
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 Mackinder acrescenta sua teoria
 Haveria um só oceano e uma Ilha-mundo
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 Por isso a grande preocupação com a instável região
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Spykman - Rimland
 Críticas à Mackinder e revalorização à Mahan
 Com base na Teoria do Heartland cria a Teoria do
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Teoria atual - Criméia
Países marítimos, terrestres e
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 Países insulares
 Fenícios, Portugueses, espanhóis, Holandeses, Inglaterra
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Terrestres maritimos e anfibios

  1. 1. Poder Marítimo e os EUA como potências mundiais - Mahan  As relações internacionais de fins do séc XIX foram examinadas pela Geografia Política, a partir da “Óptica Alemã”  Com Mahan, surge uma “óptica norte americana”
  2. 2.  Mahan, oficial da marinha americana e professor naval, é reconhecido como o percursos das teorias geopolíticas sobre o poder marítimo na época contemporânea  Lança o livro “A influência do poder marítimo” de 1890  Mahan se tornou um autêntico teórico do expansionismo, um “filósofo naval do imperialismo”
  3. 3.  Mahan lança uma abordagem inovadora sobre o poder marítimo  Concepção integrada de todas as atividades relacionadas ao mar  Suas teorias não se restringem ao poder naval e ao comércio marítimo separadamente  Para ele, é fundamental a natureza e o grau de envolvimento de toda a população de um país com as atividades marítimas, decorrendo daí as possibilidades concretas de constituição de um poder de fato nessa área.
  4. 4.  Para ele, desde A Guerra do Peloponeso (400 a.C.) os princípios e as funções da marinha de guerra são os mesmos, cabendo-lhe a definição:  pontos de concentração; depósitos de munição e suprimentos; comunicação entre esses pontos e a base original; o valor militar do comércio; modo como o comércio combinado com as operações pode ser conduzido.
  5. 5.  Concebe os oceanos e mares como um vasto espaço social e político com características próprias que os distinguem dos espaços terrestres  articulados a estes pelos portos e vias de comunicações interiores  Deve haver uma ligação estratégica das rotas marítimas  ligações com outros continentes e com os interiores dos países.
  6. 6.  Mahan lembra que o poderio marítimo de uma nação depende sobretudo de sua capacidade de instalar e manter em funcionamento essa rede de pontos de apoio (colônias e postos coloniais), que possui um valor econômico e estratégico
  7. 7.  Nestes três elementos encontra-se a chave para boa parte da história e da política das nações marítimas:  Produção  com a necessidade de troca entre os produtos;  Navegação  através de qual essa troca é realizada;  E as colônias  as quais facilitam e alargam as operações de navegação e tendem a protegê-las pela multiplicação de pontos de apoio.
  8. 8.  Quanto às condições específicas que definem o poder marítimo, se destaca em 1º lugar, o papel da posição geográfica.  Comparando os casos da Inglaterra, França e Holanda.  A posição da Inglaterra é a mais favorável, sua configuração insular, com portos protegidos, e um vasto império colonial de apoio e uma marinha mercante altamente desenvolvida.  Modelo de poder Marítimo, comércio marítimo, domínio colonial e poder naval.
  9. 9.  França, ora aparece como potência marítima, ora como potência continental.  Possui desvantagem estrutural em relação à sua posição geográfica, suas costas para o Atlântico e no Mediterrâneo fracionam a sua frota naval (Necessidade de passar pelo estreito de Gibraltar)  Comparação com os EUA (Oceano Atlântico e Pacífico) – Daí a necessidade do Canal no istmo do Panamá
  10. 10.  Aí aparece o segundo papel para o poder marítimo, as condições estratégicas.  Por exemplo, estratégias de controle destes istmos ou canais, como o do panamá, de Gibraltar, e de Suez.  Estratégias militares, e econômicas para ocupação e proteção destas áreas
  11. 11.  Crítica aos EUA, usando França como exemplo: - Atenção voltada para a ocupação do interior do país e uma não-proteção de suas costas. - A concentração da riqueza encontra-se principalmente nas faixas costeiras do país (EUA)  Com a construção do Canal do Panamá esta mentalidade diminua, de modo que os EUA poderão então fazer valer os seus “direitos naturais” no mar.
  12. 12.  E como último fator, Mahan diz respeito ao que chama de caráter nacional  Seria a direção seguida pelos países com relação às atividades em geral e especialmente aquelas ligadas ao mar  Crítica à Portugal e Espanha
  13. 13.  Com exploração baseada simplesmente na “caça à riqueza imediata” de ouro e prata, que é efêmera sem a articulação com outras atividades econômicas, principalmente à indústria  Alemanha e a Inglaterra souberam extrair riquezas, mas produziram e comercializaram esta riqueza pelo mundo
  14. 14. 3 fatores para o Poder marítimo (Mahan) 1. Posição geográfica; 2. Condições estratégicas; 3. Caráter nacional.
  15. 15. As profecias de Mahan acontecem:  (após 10 anos – livro) EUA vencem a guerra contra a Espanha no Caribe, estendendo o seu domínio sobre a América Central, iniciando assim sua grande expansão marítima  1914 - concluí o Canal do Panamá (Ano de sua morte)  1916 - “Navy Act”, a consagração das suas teses sobre o poder marítimo e a afirmação dos EUA como potência mundial
  16. 16. Mackinder - Heartland  Halford Mackinder, como Ratzel, sempre foi crítico aos geógrafos, pela pouca atenção que dedicavam aos fatos da política em seus estudos  Ratzel tinha um engajamento quanto a compreensão das relações entre Estado, território e o “projeto geopolítico alemão”  Mackinder tinha um engajamento numa visão estratégica global, e se constituiu em referência às questões geopolíticas mundiais (Estudiosos e militares)
  17. 17.  Mackinder defendia a ideia de que a disputa pela hegemonia em escala global dependia da importância cada vez maior - “poder terrestre”  Mackinder acredita que os anos de 1900 marcaram o fim do que se chamou de “era colombiana”, período de 400 anos caracterizado pela expansão marítima e pelas descobertas de novas terras no globo, processo este encerrado (Mahan)
  18. 18.  Analisando a massa terrestre compreendida pela Eurásia, percebe um fenômeno fundamental para ele:  O contraste entre as dimensões do território russo e os outros Estados da Europa Ocidental  Relacionando os movimentos topográficos, climáticos e os movimentos das migrações populacionais em direção ao ocidente, foi possível determinar um “domínio terrestre”,
  19. 19.  Ele reconhece o papel da circulação marítima e o do poder naval nas modernas estratégias em nível mundial, porém alerta para o crescimento do poder terrestre.  Antes, a capacidade de mobilidade era a cavalos ou camelos -> início das ferrovias  Transiberiana – 1897
  20. 20.  Assim, aliando vários territórios e ferrovias às suas potencialidades econômicas, especialmente recursos naturais abundantes, o Império Russo se tornaria uma potência mundial  Preocupação com possível aliança Rússia-Alemanha (Império Mundo)
  21. 21. Cordão Sanitário Criação do Cordão Sanitário Após I Guerra Mundial Criação da Polônia, Tcheco-Eslováquia, Hungria, Iugoslávia, Bulgária, Romênia e Grécia, a partir de territórios desmembrados dos impérios russo, alemão, austríaco e turco
  22. 22.  Recebe críticas quando favorece as ferrovias, sendo que há um grande avanço na tecnologia da propulsão a vapor, aumentando assim as embarcações militares  Mackinder – A mobilidade não estaria num ou noutro domínio de circulação (Naval ou ferroviário), mas na articulação de ambos, possivelmente com aviões também
  23. 23.  Mackinder acrescenta sua teoria  Haveria um só oceano e uma Ilha-mundo  Centro dela seria a Heartland, com um entorno chamado de Marginal crescente (Eurásia restante, e Insular crescente (América, África e Oceania)
  24. 24.  Este Marginal crescente seria o Hinterland, com pólos de saída para o oceano, como a região do Canal de Suez  Região, que se dominada concomitantemente com o Heartland seria o “Império Mundo”  Aliança entre França e Inglaterra na I Guerra Mundial contra a Alemanha (Povos eslavos contra germânicos) foi pensada para não haver uma aliança Rússia e Alemanha
  25. 25.  Por isso a grande preocupação com a instável região dos Bálcãs e da Europa Oriental, sob histórica disputa de influência da Alemanha e da Rússia  Acordo Ribeentrop-Molotov, em 1939 – Pacto de Não agressão
  26. 26. Spykman - Rimland  Críticas à Mackinder e revalorização à Mahan  Com base na Teoria do Heartland cria a Teoria do Rimland (Poder periférico)  Estratégia dos EUA de contenção do poderio Russo
  27. 27. Teoria atual - Criméia
  28. 28. Países marítimos, terrestres e anfíbios  Países insulares  Fenícios, Portugueses, espanhóis, Holandeses, Inglaterra  Países continentais  Persas, Germanos, Mongóis, Alemães, Russos  Países mistos  Império Romano e França

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