Estudo e análise à equipa Santos FC

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Estudo e análise à equipa Santos FC

  1. 1. Mundial de Clubes 18/12/2011Santos Futebol ClubeEstudo da Equipawww.olhar-transversal.blogspot.com
  2. 2. Análise Santos FC (2 de 10) Considerações Gerais  Quase 50 anos depois da época dourada do Santos no cenário internacional, a geração de Neymar e Paulo Henrique Ganso conseguiu deixar a sua marca na história do clube ao levá-lo de volta ao topo da América do Sul. Depois de um ano de 2010 em que encantou o país com os títulos do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil, as jovens promessas ganharam a companhia experiente de jogadores como Léo e Elano para conseguir o bicampeonato estadual e, principalmente, o título da Copa Libertadores diante do Peñarol.  Nas eliminatórias, a vida não foi mais fácil: a equipa venceu os seus quatro confrontos por apenas um golo de diferença, nos oitavos-de-final diante o América do México (1 x 0 somando os dois jogos), nos quartos-de-final diante o Once Caldas (2 x 1), na meia-final contra o mesmo Cerro Porteño (4 x 3) e, na final com os uruguaios do Peñarol (2 x 1).  Apesar de ter tido que suar muito, nos momentos decisivos o Santos de Muricy Ramalho mostrou a sua efectividade: entre os três últimos jogos da fase de grupos e toda a fase eliminatória, a equipa terminou a Copa Libertadores com nada menos do que 11 partidas de invencibilidade.  Já no Mundial de Clubes, o Santos obteve uma vitória categórica sobre os japoneses do Kashiwa Reysol por 3x1.
  3. 3. Análise Santos FC (3 de 10) 1,86 RAFAEL Organização Ofensiva 1 1,86 1,87 1,85  Equipa organizada em 3x5x2 ou 5x3x2. Depois da substituição de BRUNO R. EDU D. DURVAL Danilo aos 30m, a equipa organizou-se em 4x3x1x2. 14 2 6  Equipa motivada depois da vitória sobre o Kashiwa Reysol por 3- 1.Equipa concentrada num estilo de contra-ataque, com passes 1,84 1,70 1,80 1,69 directos e rápidos para as costas da defesa catalã. Mesmo o seu GRDANILO AROUCA HENRIQUE LEO tentava sempre que possível essa mesma colocação da bola. 4 5 7 3  Em 1ªfase a construção de jogo tem o 1º passe para um dos centrais. 1,84 GANSO Os centrais, algo vulneráveis sob pressão, tentavam imediatamente 10 um futebol mais directo, sendo que Neymar abria bastantes vezes na 1,74 faixa esquerda do seu ataque na tentativa de aproveitamento da sua NEYMAR técnica e velocidade. 11 1,76 BORGES  Da 2ª para a 3ª fase a abordagem incidiu num misto de passe curto 9 com directo. Em passe curto, Arouca , muito bem em posse e Henrique, melhor na recuperação da bola minuciavam PH Ganso. Depois da entrada de Elano, a linha do meio campo passou a ser constituída por três elementos , tendo o ex Shaktar maior amplitude de movimentos.
  4. 4. Análise Santos FC (4 de 10) Organização Ofensiva  O nr. 10, depois de uma primeira parte apagada, teve momentos positivos na 2ª, criando alguns desequilíbrios ofensivos, muito devido à sua elevada qualidade de passe.  Na frente, a dupla atacante esteve bastante apagada, ainda assim, em conjunto dispuseram de três oportunidades de golo.  Neymar percorreu bastantes vezes o corredor esquerdo do ataque, na tentativa de ganhos de espaços vazios. Borges , com uma missão mais de sacrifício, tentava segurar o mais possível a linha defensiva do Barcelona.
  5. 5. Análise Santos FC (5 de 10) Transição Ofensiva  Mudança de atitude média alta. Ponto chave: PH Ganso. É ele quem faz girar o globo santista, través da sua enorme capacidade de passe.  A velocidade e virtuosismo de Neymar (apesar de muito apagado).  As recuperações em zonas altas do terreno foram uma ameaça no segundo tempo, já que tanto Henrique como Arouca são bastante agressivos em pressing.  Leo, com incursões rápidas no seu flanco.  A defesa sempre que pressionada decidia normalmente mal, momento indicado do Barcelona para eliminar a fase de construção. Transições do Gr: Passe longo, nunca colocou perigo nessas situações.
  6. 6. Análise Santos FC (6 de 10) Organização defensiva  Equipa organizada num bloco médio baixo. Equipa que misturou uma maior passividade na primeira parte e uma maior agressividade na segunda.  A procura da bola foi feita numa zona pressionante, geralmente na 3ª fase do adversário. Destaque para Henrique e Arouca, bastante agressivos em pressing. No capitulo da intercepção, maior destaque para Henrique.  Defesa algo permissiva, tanto colectiva como individualmente.  Edu Dracena sob pressão, decidiu mal grande parte das suas posses de bola.  Durval, lento na reacção do 1x1.
  7. 7. Análise Santos FC (7 de 10) Transição Defensiva Após perder a posse de bola  Mudança de atitude média.  A equipa na primeira parte andou “perdida” em campo.  Danilo, até à sua substituição, nunca soube que terrenos pisar. Nunca sabendo o momento certo de fechar o lado direito da defesa.  Leo teve uma transição defensiva boa, sempre rápido a recuperar.  Do trio de centrais, Bruno Rodrigo foi quem melhor actuação teve, bem nas intercepções, melhor ainda no jogo aéreo.
  8. 8. Análise Santos FC (8 de 10) Bolas paradas A favor  Livres batidos por Elano e Ganso.  Em ambos os livres (dois,um distante e um perto da grande área) posicionaram-se na área os mesmo jogadores: Durval, Borges, Edu Dracena e Bruno Rodrigo.  Pontapés de Canto batidos por Elano e Neymar.  Colocam 4 jogadores na grande área: Borges/Kardec, Bruno Rodrigo, Edu Dracena e Durval. Jogadores fortes no jogo aéreo.  Bruno Rodrigo atacou invariavelmente o primeiro poste ficando Durval e Edu Dracena no segundo.
  9. 9. Análise Santos FC (9 de 10) Bolas paradas Contra  Nos pontapés de canto a abordagem defensiva é constituída numa zona mista.  Arouca e Ganso ficam à entrada da área, os centrais na marcação homem a homem e Henrique e Leo a defenderem à zona.  Nos livres o Santos colocou cinco elementos na barreira. Leo ficava na esquerda e Arouca na direita.
  10. 10. Análise Santos FC (10 de 10) Outras Observações Substituições:  Entraram Elano, Ibson e Kardec para os lugares de Danilo, Ganso e Borges, respectivamente.  Elano veio dar maior qualidade de posse à equipa, entrando bem na equipa.

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