MANEJO DE TRIPES
NA LAVOURA DE
CEBOLA
ENG. AGR. PAULO A. S. GONÇALVES
EPAGRI, ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE ITUPORANGA, SC
PRAGA ?PRAGA ?
PERDA R$ ?
PRAGA PRINCIPAL OU CHAVE
PRAGA ?
- PLANTA SUPORTA
DANO
Cebola orgânica
PRAGA PRINCIPAL
• PIOLHO OU TRIPES
• CLIMA FAVORÁVEL:
TEMPERATURAS
ALTAS (> 20 o
C)
E SECA (<3,5 mm/dia)
NINFAS
PRAGA PRINCIPAL
• PIOLHO OU TRIPES,
• Thrips tabaci
LOCAL DE ABRIGO
PLANTAS DANIFICADAS POR
TRIPES
FASE CRÍTICA DE INCIDÊNCIA DE
TRIPES TRABALHO REALIZADO EM
SP
CONTROLE: ATÉ 49 A 70 DIAS APÓS
TRANSPLANTE
MENORES DANOS: A...
CULTIVARES COM ALGUMA RESISTÊNCIA
INSETO
BOLA PRECOCE, SUPERPRECOCE E
PORANGA
ESCAPE EM SC: PLANTIO EM
TEMPERATURAS MAIS A...
CULTIVARES COM ALGUMA RESISTÊNCIA INSETO
• FRANCISCANA, CNPH 6415 E 6074 (MG, POR
LEITE ET AL., 2004 E 2007)
• DUQUESA, DE...
TRIPES X ADUBAÇÃO FOSFATADA
y = 0,02x + 24,4 **
R2
= 0,32
0,00
5,00
10,00
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25,00
30,00
35,00
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0 100 200 30...
MANEJO DO PIOLHO:
NÍVEL DE DANO EM CONDIÇÕES DE MANEJO
CONVENCIONAL:
• 10 A 15 NINFAS ANTES DE BULBIFICAR E 30
NINFAS APÓS...
MANEJO DO PIOLHO:
• NOTAS:
• 1= menos que na foto; 3 = próximo ao da foto (NDE);
• 9 = mais que na foto (NDE)
NÍVEL DE DAN...
MANEJO DO PIOLHO X NÍVEL DE DANO:
• NOTAS:
• 1= menos que na foto; 3 = próximo ao da foto (NDE);
• 9 = mais que na foto (N...
FASE CRÍTICA PARA CONTROLE
“SUGESTÃO” DE MANEJO EM SP
USO NÍVEL DE DANO:
PRINCIPALMENTE DE 35 ATÉ 70 DIAS
APÓS TRANSPLANTE...
NÍVEL DE DANO ECONÔMICO E ÉPOCA DE PLANTIO
JULHO
BAIA/BOLA
AGOSTO
CRIOULA
SETEMBRO
NORTE 14
MANEJO DE SOLO E CONTROLE
TRIPES
CONVENCIONAL COM ADUBAÇÃO MINERAL:
REDUÇÃO DE ATÉ 71% NA PRODUTIVIDADE.
USO DE ADUBAÇÃO V...
PLANTIO DIRETO NA PALHA
Plantio Direto Orgânico
MANEJO DE TRIPES
• OCORRÊNCIA: OUTUBRO E NOVEMBRO
• CULTIVARES PRECOCES ESCAPAM
• PLANTIO DIRETO (TOLERÂNCIA DANOS)
• MANE...
CONTROLE BIOLÓGICO NATURAL
LARVA DE MOSCA PREDADORA NABO FORRAGEIRO - ATRATIVA
HOMEOPATIA X TRIPES X
PRODUTIVIDADE
HOMEOPATIA DE CALCÁRIO DE CONCHAS X RENDIMENTO DE CEBOLA. EEITU. 2007.
CALCÁRIO DE
CON...
HOMEOPATIA X CONTROLE TRIPES
PREPARADO HOMEOPÁTICO DE NATRUM MURIATICUM X TRIPES.
EEITU. 2007.
NATRUM
MURIATICUM
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HOMEOPATIA X TRIPES X RENDIMENTO
PREPARADO HOMEOPÁTICO DE NATRUM MURIATICUM X RENDIMENTO. EEITU. 2007.
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CONTROLE QUÍMICO
•EM SOLO ADUBO VERDE E PLANTIO
DIRETO E CULTIVARES PRECOCES
REDUZIMOS OU ELIMINAMOS USO DE
INSETICIDA
•QU...
CONTROLE QUÍMICO :
•AUMENTA PRODUTIVIDADE EM
SOLOS DEGRADADOS
•BÁSICO:
•MELHORAR MANEJO DE SOLO
CONTROLE QUÍMICO
• EVITAR RESISTÊNCIA INSETO:
ALTERNÂNCIA DE GRUPOS
QUÍMICOS
•RASTREABILIDADE
NÃO CONFORMIDADE ANVISA :
IN...
CONTROLE QUÍMICO
• EVITAR RESISTÊNCIA INSETO:
ALTERNÂNCIA DE GRUPOS
QUÍMICOS
•RASTREABILIDADE
NÃO CONFORMIDADE ANVISA :
IN...
ANVISA NÃO REGISTRADOS
2008: 2,91% (ACEFATO) N=103
2009: 16,3% (ACEFATO, ALDICARBE,
METAMIDOFÓS, METOMIL) N= 160
2010: 3,1...
INSETICIDAS
REGISTRADOS
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COMPOSIÇÃO GRUPO QUÍMICO
PIRETRÓIDES
Bulldock 125 SC beta-ciflutrina
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INSETICIDAS REGISTRADOS
MARCAS COMERCIAIS COMPOSIÇÃO GRUPO QUÍMICO
PIRETRÓIDES
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INSETICIDAS REGISTRADOS
MARCAS COMERCIAIS COMPOSIÇÃO GRUPOS QUÍMICOS
PIRETRÓIDES/ORGANOFOSFORADOS
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INSETICIDAS REGISTRADOS
MARCAS COMERCIAIS COMPOSIÇÃO GRUPOS QUÍMICOS
PIRETRÓIDES/ORGANOFOSFORADOS
Polytrin cipermetrina/pr...
INSETICIDAS REGISTRADOS
MARCAS COMERCIAIS COMPOSIÇÃO GRUPOS QUÍMICOS
ESPINOSINAS
ANÁLOGO DE PIRAZOL
Pirate clorfernapir
ES...
INSETICIDAS REGISTRADOS
MARCAS COMERCIAIS COMPOSIÇÃO GRUPOS QUÍMICOS
ORGANOFOSFORADOS
Sumithion 500 EC fenitrotiona
ORGANO...
MUITO OBRIGADO PELA
ATENÇÃO!!
CONTATO: EMAIL: pasg@epagri.sc.gov.br
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Manejo de tripes, Thrips tabaci, em cebola em manejo integrado em agricultura convencional e orgânica.

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  1. 1. MANEJO DE TRIPES NA LAVOURA DE CEBOLA ENG. AGR. PAULO A. S. GONÇALVES EPAGRI, ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE ITUPORANGA, SC
  2. 2. PRAGA ?PRAGA ? PERDA R$ ? PRAGA PRINCIPAL OU CHAVE
  3. 3. PRAGA ? - PLANTA SUPORTA DANO Cebola orgânica
  4. 4. PRAGA PRINCIPAL • PIOLHO OU TRIPES • CLIMA FAVORÁVEL: TEMPERATURAS ALTAS (> 20 o C) E SECA (<3,5 mm/dia) NINFAS
  5. 5. PRAGA PRINCIPAL • PIOLHO OU TRIPES, • Thrips tabaci LOCAL DE ABRIGO
  6. 6. PLANTAS DANIFICADAS POR TRIPES
  7. 7. FASE CRÍTICA DE INCIDÊNCIA DE TRIPES TRABALHO REALIZADO EM SP CONTROLE: ATÉ 49 A 70 DIAS APÓS TRANSPLANTE MENORES DANOS: APÓS 70 DIAS APÓS TRANSPLANTE (Sato, 1989)
  8. 8. CULTIVARES COM ALGUMA RESISTÊNCIA INSETO BOLA PRECOCE, SUPERPRECOCE E PORANGA ESCAPE EM SC: PLANTIO EM TEMPERATURAS MAIS AMENAS (JULHO)
  9. 9. CULTIVARES COM ALGUMA RESISTÊNCIA INSETO • FRANCISCANA, CNPH 6415 E 6074 (MG, POR LEITE ET AL., 2004 E 2007) • DUQUESA, DESSEX E GRANEX OURO (PE, POR LOGES ET AL., 2004) • BR 29, SIRIUS E ALFA SÃO FRANCISCO RT (PR, POR SILVA, 2011)
  10. 10. TRIPES X ADUBAÇÃO FOSFATADA y = 0,02x + 24,4 ** R2 = 0,32 0,00 5,00 10,00 15,00 20,00 25,00 30,00 35,00 40,00 0 100 200 300 400 500 600 700 Doses de fósforo em kg/ha Númerodeninfas/planta
  11. 11. MANEJO DO PIOLHO: NÍVEL DE DANO EM CONDIÇÕES DE MANEJO CONVENCIONAL: • 10 A 15 NINFAS ANTES DE BULBIFICAR E 30 NINFAS APÓS BULBIFICAR NÍVEL DE DANO EM CONDIÇÕES DE MANEJO PLANTIO DIRETO E ADUBAÇÃO ORGANO-MINERAL: • POSSÍVEL CONVIVER COM O INSETO SEM INTERVENÇÕES
  12. 12. MANEJO DO PIOLHO: • NOTAS: • 1= menos que na foto; 3 = próximo ao da foto (NDE); • 9 = mais que na foto (NDE) NÍVEL DE DANO (NDE) EM CONDIÇÕES DE MANEJO CONVENCIONAL:
  13. 13. MANEJO DO PIOLHO X NÍVEL DE DANO: • NOTAS: • 1= menos que na foto; 3 = próximo ao da foto (NDE); • 9 = mais que na foto (NDE) •
  14. 14. FASE CRÍTICA PARA CONTROLE “SUGESTÃO” DE MANEJO EM SP USO NÍVEL DE DANO: PRINCIPALMENTE DE 35 ATÉ 70 DIAS APÓS TRANSPLANTE (PLANTIOS DE MAIO A JULHO, COLHEITA DE SETEMBRO A NOVEMBRO)
  15. 15. NÍVEL DE DANO ECONÔMICO E ÉPOCA DE PLANTIO JULHO BAIA/BOLA AGOSTO CRIOULA SETEMBRO NORTE 14
  16. 16. MANEJO DE SOLO E CONTROLE TRIPES CONVENCIONAL COM ADUBAÇÃO MINERAL: REDUÇÃO DE ATÉ 71% NA PRODUTIVIDADE. USO DE ADUBAÇÃO VERDE COM MUCUNA E ADUBAÇÃO ORGANO-MINERAL: SEM REDUÇÃO NA PRODUTIVIDADE.
  17. 17. PLANTIO DIRETO NA PALHA
  18. 18. Plantio Direto Orgânico
  19. 19. MANEJO DE TRIPES • OCORRÊNCIA: OUTUBRO E NOVEMBRO • CULTIVARES PRECOCES ESCAPAM • PLANTIO DIRETO (TOLERÂNCIA DANOS) • MANEJO ECOLÓGICO DO SOLO PIOLHO É PREJUÍZO EM SOLO DEGRADADO
  20. 20. CONTROLE BIOLÓGICO NATURAL LARVA DE MOSCA PREDADORA NABO FORRAGEIRO - ATRATIVA
  21. 21. HOMEOPATIA X TRIPES X PRODUTIVIDADE HOMEOPATIA DE CALCÁRIO DE CONCHAS X RENDIMENTO DE CEBOLA. EEITU. 2007. CALCÁRIO DE CONCHAS BULBOS TOTAL (T/HA) PESO DE BULBOS (G) BULBOS MERCADO (T/HA) % BULBOS MERCADO (%) PESO BULBOS MERCADO (G) 6CH 22 NS 100 a 18 a 70 a 114 NS 12CH 21 97 a 18 a 72 a 112 30CH 20 95 a 17 ab 63 a 115 Testemunha 18 81 b 13 b 51 b 108 Duncan 5%.
  22. 22. HOMEOPATIA X CONTROLE TRIPES PREPARADO HOMEOPÁTICO DE NATRUM MURIATICUM X TRIPES. EEITU. 2007. NATRUM MURIATICUM DIAS APÓS TRANSPLANTE 55 61 68 75 89 96 MÉDIA 6CH 4 NS 3 NS 12 AB 26 NS 35 NS 23 NS 17NS 12CH 8 4 9 B 28 26 23 16 30CH 2 7 20 A 28 27 21 17 TESTEMUNHA 5 7 19 A 24 29 15 16 TUKEY 5%
  23. 23. HOMEOPATIA X TRIPES X RENDIMENTO PREPARADO HOMEOPÁTICO DE NATRUM MURIATICUM X RENDIMENTO. EEITU. 2007. NATRUM MURIATICUM % DE BULBOS MERCADO BULBOS TOTAL (T/HA) PESO DE BULBOS GERAL (G) BULBO MERCADO (T/HA) PESO DE BULBOS MERCAD O (G) ARMAZÉM % MERCADO PERDA PESO 6CH 60 NS 17NS 84 AB 13 NS 107 AB 84 NS 16 NS 12CH 69 20 97 A 17 116 A 80 17 30CH 59 18 86 AB 14 109 AB 77 16 TESTEMUNHA 44 16 74 B 10 104 B 87 12 TUKEY 5%.
  24. 24. CONTROLE QUÍMICO •EM SOLO ADUBO VERDE E PLANTIO DIRETO E CULTIVARES PRECOCES REDUZIMOS OU ELIMINAMOS USO DE INSETICIDA •QUANDO APLICAR: 10 A 15 PIOLHOS BRANCOS OU AMARELOS ANTES DO BULBO (80 A 90 DIAS) E 30 APÓS ESTA FASE
  25. 25. CONTROLE QUÍMICO : •AUMENTA PRODUTIVIDADE EM SOLOS DEGRADADOS •BÁSICO: •MELHORAR MANEJO DE SOLO
  26. 26. CONTROLE QUÍMICO • EVITAR RESISTÊNCIA INSETO: ALTERNÂNCIA DE GRUPOS QUÍMICOS •RASTREABILIDADE NÃO CONFORMIDADE ANVISA : INSETICIDAS NÃO REGISTRADOS
  27. 27. CONTROLE QUÍMICO • EVITAR RESISTÊNCIA INSETO: ALTERNÂNCIA DE GRUPOS QUÍMICOS •RASTREABILIDADE NÃO CONFORMIDADE ANVISA : INSETICIDAS NÃO REGISTRADOS
  28. 28. ANVISA NÃO REGISTRADOS 2008: 2,91% (ACEFATO) N=103 2009: 16,3% (ACEFATO, ALDICARBE, METAMIDOFÓS, METOMIL) N= 160 2010: 3,1% (ENDOSSULFAN, ACEFATO, FENTOATO) N= 131
  29. 29. INSETICIDAS REGISTRADOS MARCAS COMERCIAIS COMPOSIÇÃO GRUPO QUÍMICO PIRETRÓIDES Bulldock 125 SC beta-ciflutrina Ducat beta-ciflutrina Full beta-ciflutrina Turbo beta-ciflutrina Arrivo 200 EC cipermetrina Commanche 200 cipermetrina Decis 25 EC deltametrina Danimen 300 EC fenpropatrina Meothrin 300 fenpropatrina Sumirody 300 fenpropatrina Fentrol gama-cialotrina Stallion 60 CS gama-cialotrina
  30. 30. INSETICIDAS REGISTRADOS MARCAS COMERCIAIS COMPOSIÇÃO GRUPO QUÍMICO PIRETRÓIDES Karate Zeon 50 CS lambda-cialotrina Lecar lambda-cialotrina Fury 180 EW zeta-cipermetrina Mustang 350 EC zeta-cipermetrina
  31. 31. INSETICIDAS REGISTRADOS MARCAS COMERCIAIS COMPOSIÇÃO GRUPOS QUÍMICOS PIRETRÓIDES/ORGANOFOSFORADOS Polytrin cipermetrina/pronenofós Pirephos EC esfenvalerato/fenitrotiona PIRETRÓIDES/NEONICOTINÓIDES Engeo Pleno lambda-cialotrina/tiametoxan Eforia lambda-cialotrina/tiametoxan Platinum Neo lambda-cialotrina/tiametoxan
  32. 32. INSETICIDAS REGISTRADOS MARCAS COMERCIAIS COMPOSIÇÃO GRUPOS QUÍMICOS PIRETRÓIDES/ORGANOFOSFORADOS Polytrin cipermetrina/pronenofós Pirephos EC esfenvalerato/fenitrotiona PIRETRÓIDES/NEONICOTINÓIDES Engeo Pleno lambda-cialotrina/tiametoxan Eforia lambda-cialotrina/tiametoxan Platinum Neo lambda-cialotrina/tiametoxan ESPINOSINAS
  33. 33. INSETICIDAS REGISTRADOS MARCAS COMERCIAIS COMPOSIÇÃO GRUPOS QUÍMICOS ESPINOSINAS ANÁLOGO DE PIRAZOL Pirate clorfernapir ESPINOSINAS Tracer espinosade ESPINOSINAS CARBAMATOS Sevin 480 SC carbaril Sevin 850 WP carbaril CARBAMATO Dicarzol 500 SP formetanato
  34. 34. INSETICIDAS REGISTRADOS MARCAS COMERCIAIS COMPOSIÇÃO GRUPOS QUÍMICOS ORGANOFOSFORADOS Sumithion 500 EC fenitrotiona ORGANOFOSF ORADO Malathion 500 CE malationa Mentox 600 EC parationa-metílica
  35. 35. MUITO OBRIGADO PELA ATENÇÃO!! CONTATO: EMAIL: pasg@epagri.sc.gov.br

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