Programa Nacional de Moscas-das-Frutas

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Palestra proferida no Workshop "Moscas-das-frutas no Brasil: Construção de uma visão de futuro", realizado em Brasília, DF, no período de 8 e 9 de dezembro de 2015.

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Programa Nacional de Moscas-das-Frutas

  1. 1. PROGRAMA NACIONAL DE MOSCAS-DAS- FRUTAS P Á T R I A E D U C A D O R A
  2. 2. Plano de Defesa Agropecuária (PDA) Promover e implantar programas e ações de defesa agropecuária contribuindo para o desenvolvimento sustentável do agronegócio brasileiro, possibilitando as garantias para a preservação da vida e da saúde das pessoas e dos animais, além da segurança alimentar e o acesso a mercados. http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/PDA2015_2020.pdf
  3. 3. Eixos do PDA • Modernização e desburocratização • • Marco Regulatório • Conhecimento e suporte estratégico • Sustentabilidade • Programas e projetos técnicos
  4. 4. • Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa – PNEFA • Influenza Aviária e Doença de Newcastle • Programa Nacional de Erradicação da Peste Suína Clássica – PSC • Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose – PNCEBT • Programa Nacional de Mosca-das-Frutas – PNMF • Programa de Controle e Supressão do Bicudo do Algodoeiro • Programa de Controle de Pragas em Citros • Manter o controle dos demais programas zoofitossanitários PROGRAMAS E PROJETOS TÉCNICOS
  5. 5. A Fruticultura é uma atividade economicamente e socialmente importante e que precisa de políticas que garantam sua sustentabilidade ao longo do tempo. As Moscas-das-frutas são pragas agressivas e que comprometem a qualidade e a disponibilidade de alimentos para consumo in natura. Justificativas para o PNCMF
  6. 6. Fruticultura Brasileira 3º produtor mundial > 2 milhões de hectares > 5 milhões de empregos Principais Polos (% da produção) Principais exportadores 4 Cítricos Uva, manga, frutas tropicais Manga, cítricos Cítricos Maçã 12 6 40 6
  7. 7. Principais Destinos 2014
  8. 8. Intercâmbio Comercial 2000-2013 0 200 400 600 800 1000 1200 2000 2003 2006 2009 2012 Exportações Importações X1.000.000USD
  9. 9. Market share em 2012 Produto Market share (%) Bananas 0,3 Uvas 1,6 Maçãs 0,7 Laranjas 0,2 Castanha-de-caju 7,4 Limões e limas 2,6 Abacates 0,3 Goiabas, mangas, mangostões 7,3 Melões 8,5 Melancias 1,5 Culturas para as quais países importadores exigem garantias quanto à infestação por moscas-das-frutas.
  10. 10. Pontos Favoráveis à exportação • Diversidade de cultivos • Produção na entressafra do Hemisfério Norte • Grande aceitação de frutas tropicais/ exóticas • Aumento crescente de frutos frescos na Comunidade Europeia e América do Norte
  11. 11. Obstáculos à exportação • Barreiras comerciais • Exigências quanto a padrões de certificação • Questões sanitárias: países importadores realizam análise de risco para definir medidas fitossanitárias que evitem a entrada de pragas de importância econômica em seus territórios. Entre elas, moscas- das-frutas são um risco significativo
  12. 12. Situação atual • As exportações brasileiras de frutas frescas são fortemente concentradas no continente europeu. • Aumento de exportação para mercados mais exigentes (EUA, Japão, Chile, por exemplo) dependerá da melhoria de status fitossanitário.
  13. 13. Anastrepha spp. Bactrocera carambolae Ceratitis capitata [nativa] [ásiática] [africana] Espécies de importância no Brasil
  14. 14. Anastrepha spp. A. fraterculus A. obliqua A. grandis [maçã, pêssego, mamão, citros, pera, goiaba, etc] [manga, cajá-manga, mamão, etc] [melão, melancia, abóbora] UF com presença da praga
  15. 15. UF com presença da praga Ceratitis capitata Detectada no Brasil em 1901 (SP). Dispersou para todo o país Praga importantíssima nos perímetros irrigados do Vale do São Francisco (BA, PE) Impacto econômico para o Brasil: USD 242 milhões/ano > 200 plantas hospedeiras, tais como acerola, manga, caqui, pêssego, uva, citros, etc
  16. 16. Bactrocera carambolae Detectada no Brasil em 1996 (AP). Atualmente, presente também em Roraima e localidades restritas do Pará Praga quarentenária presente > 50 plantas hospedeiras, tais como carambola, jambo, citros, acerola, manga, abacate, cajá, etc) UF com presença da praga
  17. 17. Programa Nacional de Combate a Mosca das Frutas
  18. 18. Instrução Normativa Nº 24/2015 Institui o PNCMF. Objetivo do PNCMF: “estabelecer a política fitossanitária para a prevenção, controle e erradicação das moscas-das-frutas de importância econômica e quarentenária para o Brasil e para os mercados importadores de frutas brasileiras”
  19. 19. Instrução Normativa Nº 24/2015 Subprogramas: • Bactrocera carambolae • Anastrepha spp. (A. grandis, A. fraterculus, A. obliqua) • Ceratitis capitata • Outras espécies de importância econômica e quarentenária
  20. 20. Vigilância Prevenção, controle e erradicação Estabelecimento e manutenção de ALP Estabelecimento e manutenção de ABP SMR Planos de contingência APF Controle de trânsito Grupos de Emergência Fitossanitária Pesquisa Outros mecanismos PNMF Estratégias
  21. 21. Vigilância Prevenção, controle e erradicação Estabelecimento e manutenção de ALP Estabelecimento e manutenção de ABP SMR Planos de contingência APF Controle de trânsito Grupos de Emergência Fitossanitária Pesquisa Outros mecanismos PNMF Estratégias  Atividades e projetos de educação fitossanitária  Capacitação: FFAs, fiscais e agentes estaduais, RTs, produtores e demais agentes
  22. 22. Áreas prioritárias Municípios que tenham recebido reconhecimento oficial de: - Área livre de praga - Área de baixa prevalência - Área sob medidas integradas em um enfoque de sistema para manejo de risco - Outros, a critério da Secretaria de Defesa Agropecuária
  23. 23. Governança DSV/SDA Subprograma de B. carambolae Subprograma de Anastrepha spp. Subprograma de Ceratitis capitata Subprograma de outras moscas-das-frutas Comitê Técnico-científico Comitê Técnico-científico Comitê Técnico-científico Comitê Técnico-científico
  24. 24. Governança DSV/SDA OEDSVs Subprograma de B. carambolae Subprograma de Anastrepha spp. Subprograma de Ceratitis capitata Subprograma de outras moscas-das-frutas convênios Comitê Técnico-científico Comitê Técnico-científico Comitê Técnico-científico Comitê Técnico-científico
  25. 25. Governança DSV/SDA Grupos Técnicos nos Estados Entidades federais Entidades estaduais Entidades municipais Iniciativa privada
  26. 26. Governança DSV/SDA Fórum Nacional Grupos Técnicos nos Estados Entidades federais Entidades estaduais Entidades municipais Iniciativa privada
  27. 27. Acompanhamento Forum Nacional: Avaliação periódica visando o aperfeiçoamento do programa. Participantes: • Representantes dos comitês técnico-científicos dos quatro subprogramas • Representantes dos grupos técnicos de âmbito estadual • Instituições representativas do setor produtivo • Outras entidades relevantes
  28. 28. Considerações Finais • Existe uma grande expertise em pesquisa instalada no Brasil  oportunidade para inovação • Diversas iniciativas federais, estaduais e privadas pré-existentes  necessidade de alinhar e otimizar esforços e recursos.
  29. 29. Obrigado www.agricultura.gov.br P Á T R I A E D U C A D O R A

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