Daer admite pedágio na ERS-118
Por: Rosane de Oliveira
Cansados de esperar pela duplicação da ERS-118, rodovia que liga Vi...
Rosane de Oliveira: para cobrar pedágio
é preciso ousadia
Por: Rosane de Oliveira
15/10/2015
Se não há dinheiro para inves...
Governo é lento, anda com incompetência e nada decide sobre
privatização da ERS-118
Diante da total passividade do governo...
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CONCESSÕES DE RODOVIAS RS:ERS 324 E ERS 118

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JORNALISTA ROSANE DE OLIVEIRA
JORNALISTA POLÍBIO BRAGA
(OUTUBRO/2015)
#ERS 118-COMENTÁRIOS DESTACAM AS DIFICULDADES, QUER PELOS CONTRATOS EXISTENTES, QUER PELO BAIXO VOLUME DE TRÁFEGO,

##COMENTÁRIOS PLANO/RS-RS 118
-DESAPROPRIAÇÕES E RELOCALIZAÇÕES SOCIAIS, SENDO QUE GRANDE PARTE DO TRAFEGO É LOCAL, O QUE PROPORCIONARIA UMA FUGA CONSTANTE POR VICINAIS OU AVENIDAS URBANAS, SATURANDO A MOBILIDADE PRECÁRIA DAS CIDADES NO SEU ENTORNO (PLANO/RS)
-INTERLIGAÇÃO DA ERS 118, COM OUTRAS RODOVIAS, PODERIA SER ATRAVÉS DA CONSTITUIÇÃO DE UM ANEL RODOVIÁRIO METROPOLITANO ENGLOBANDO TODA A MICRO REGIÃO URBANA DE PORTO ALEGRE

*COMENTÁRIO DE PLANO RS SOBRE A RS 324,COMPRATIVAMENTE A FREE-WAY REFERIDA PELA JORNALISTA ROSANE DE OLIVEIRA:

-"FREEWAY (RODOVIA OSÓRIO-PORTO ALEGRE-110 KM), TÃO CITADA, POR DIVERSOS ANALISTAS, COMO EXEMPLO, REUNIA PRE- REQUISITOS BÁSICOS FUNDAMENTAIS, ADOTADOS PELO DNIT E GOVERNOS ESTADUAIS DE SP/PR/MG, AO ELABORAREM OS SEUS TERMOS DE CONCESSÕES DE RODOVIAS A INCIATIVA PRIVADA:
*PISTA DUPLA EXISTENTE EM TODA A EXTENSÃO
*PASSAGENS DE NÍVEL EM TODOS OS CRUZAMENTOS
*VDM COMPATÍVEL, ATUALMENTE EM 50.000 VEÍCULOS, PELA INCLUSÃO DA TRAVESSIA REGIS BITENCOURT ( TRAVESSIA DO GUAÍBA)
*PRAÇA DE PEDÁGIO EXISTENTE,
*EXPLORAÇÃO COMERCIAL DA FAIXA DE DOMÍNIO
*PRAZO DE INICIO DA ATUALIZAÇÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO COM CRONOGRAMA DE DEFASADO, PERMITINDO AUTO FINANCIAMENTO OU CAPITALIZAÇÃO PELA PRÓPRIA ARRECADAÇÃO PARA ENTÃO DAR INCIO AO TERMO DE REFERÊNCIA(RESTAURAÇÃO/MANUTENÇÃO, ADIÇÃO DE FAIXAS DE TRAFEGO NOS DOIS SENTIDOS,SISTEMA DE COMUNICAÇÃO COM USUÁRIO),, A FIM DE NÃO INCORPORAR NA TARIFA OS ALTOS JUROS PRATICADOS NA DÉCADA DE 90 (1994)
*PRAZO DE CONCESSÃO DE 20 ANOS

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CONCESSÕES DE RODOVIAS RS:ERS 324 E ERS 118

  1. 1. Daer admite pedágio na ERS-118 Por: Rosane de Oliveira Cansados de esperar pela duplicação da ERS-118, rodovia que liga Viamão a Sapucaia do Sul, líderes das principais entidades empresariais da região estão pedindo o que há alguns anos seria inacreditável: a concessão à iniciativa privada, com cobrança de pedágio, para concluir a duplicação e conservar a pista no futuro. A carta sugerindo a concessão foi protocolada no dia 10 de setembro, contendo a assinatura de dirigentes de 14 entidades, entre as quais a Federasul. Prometida há duas décadas, a duplicação para e anda no ritmo das dificuldades financeiras do Estado. Está paralisada há um ano, sem perspectiva de conclusão até o final do governo de José Ivo Sartori. Na sexta-feira, durante a apresentação do Gaúcha Atualidade à beira da ERS-118, o presidente da Associação Comercial e Industrial de Sapucaia do Sul, Ademir Sauthier, um dos signatários da carta, fez uma defesa veemente da concessão. Lembrou que, na prática, os usuários pagam pedágio na forma de gastos com o conserto de carros e caminhões danificados pelas péssimas condições da estrada. Em defesa do pedágio, as entidades empresariais argumentam que a região perde investimentos por falta de infraestrutura e que a duplicação pode garantir um novo eixo de desenvolvimento. Motoristas que passavam pelo local paravam para relatar incidentes, acidentes e prejuízos sofridos em decorrência da buraqueira e da falta de sinalização. São colisões, atropelamentos, rodas quebradas, pneus furados e suspensão avariada. O diretor-geral do Daer, Ricardo Nuñez, confirmou que, entre as alternativas em estudo para concluir a duplicação, está a concessão à iniciativa privada. O estudo deverá ser concluído até o final deste ano. O principal obstáculo à inclusão da ERS-118 no programa estadual de concessões é o fato de o governo ter contrato em vigor com as empreiteiras que venceram a licitação para executar a obra. Duas delas estão em recuperação judicial. Além disso, será preciso compensar o poder público pelo que já foi investido na duplicação.
  2. 2. Rosane de Oliveira: para cobrar pedágio é preciso ousadia Por: Rosane de Oliveira 15/10/2015 Se não há dinheiro para investimentos em estradas, a concessão, com cobrança de pedágio, é a solução mais razoável, desde que o governo pense grande. E o que significa pensar grande num Estado com as carências de infraestrutura do Rio Grande do Sul? Significa olhar o mapa e desenhar estradas de pista dupla, levando em conta a duração da concessão. Tem razão o deputado Gilmar Sossella ao questionar o pré-projeto do governo para a ERS-324, a Rodovia da Morte. Se o trecho a ser concedido por 30 anos é de cerca de 100 quilômetros, prever a duplicação de apenas 25% (Marau-Passo Fundo) em 30 anos é falta de ousadia. Foi exatamente a falta de investimentos que provocou tanta resistência dos usuários ao plano de concessões implantado no governo de Antônio Britto. Hoje, a restauração e a construção de terceiras faixas de Marau a Nova Prata pode ser suficiente, mas não é razoável condenar a estrada a ficar sem duplicação por 30 anos. Por que não prever, por exemplo, a duplicação desse pedaço para a segunda metade do período de concessão? Ninguém optaria por pagar pedágio se tivesse estradas duplicadas e bem conservadas com dinheiro público. Como essa hipótese está descartada, o governo precisa conquistar o usuário combinando investimentos com uma tarifa módica. Se ao lançar a solicitação de manifestação de interesse já oferece um projeto acanhado, aumenta o risco de resistência à cobrança do pedágio. A intenção inicial do governo era fazer da concessão da ERS-324 a sua laranja de amostra e só lançar os outros editais quando essa já estivesse consolidada. Como o processo é lento, os outros trechos devem ser oferecidos ao setor privado neste ano ou início de 2016. A decisão política que o governo precisa tomar diz respeito ao futuro da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR). Hoje, as rodovias estaduais com maior fluxo estão nas mãos da EGR. Uma das possibilidades é conceder a RSC-287, entre a BR-386 e Santa Maria, à iniciativa privada, com o compromisso de fazer a duplicação, e deixar a EGR como gestora e fiscal do contrato. Sartori também precisa encontrar um meio de duplicar o trecho da ERS-122 entre São Vendelino e Farroupilha. É inconcebível que Caxias do Sul não tenha uma ligação duplicada com Porto Alegre. Quando assumiu, o secretário dos Transportes, Pedro Westphalen, aceitou o desafio de acabar com apelidos como "rodovia da morte" e "curva da morte". Nove meses depois, nada foi feito.
  3. 3. Governo é lento, anda com incompetência e nada decide sobre privatização da ERS-118 Diante da total passividade do governo estadual, que há 20 anos "toca" as obras de recuperação e duplicação da rodovia ERS-118, que liga Viamão a Sapucaia, passando por Gravataí, Federasul e 14 entidades empresariais acabam de protoclar carta no Piratini para pedir a privatização da rodovia. Isto significa instalação de pedágios. São 30 kms. A estrada é uma vergonha só. O editor já esteve ali várias vezes e volta invariavelmente envergonhado diante do monturo. O prefeito de Gravataí, Marco Alba, que é presidente da Granpal, reuniao dos prefeitos da Grande Porto Alegre, disse ao editor que já pediu que a ERS-118 seja incluída imediatamente no plano de concessões que será anunciado a qualquer momento. Ele avisou ao editor que os 30 kms, por si sós, não garantem a concessão, já que o volume de tráfego e o tamanho do percurso não são atraentes, o que levará a algum tipo de junção com outros trechos de rodovias. O governo estadual, no entanto, põe mil obstáculos até mesmo para promover a concessão, ainda que sabendo que não tem um tostão sequer para pagar o aluguel social para as famílias já removidas das laterais da estrada.

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