Ocampodeabacaxis

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Ocampodeabacaxis

  1. 1. enter
  2. 2. ( E sta é uma história verídica.) A história do campo de abacaxisaconteceu na Nova Guiné. E la durou sete anos. É uma ilustraçãoprofunda de um princípio bíblico básico Nada na vida acontece em vão aplicado. A o ler este relato original, vocêdescobrirá que ele é um exemplo clássico do tipo de lutas que cada um de nós enfrenta, até que aprenda a aplicar o
  3. 3. Minha família e eu trabalhamos compessoas bem no meio da selva. Um dia, resolvi levar paraaquela região alguns abacaxis. O povo já tinha ouvido falar de abacaxis.A lguns já os haviam provado, mas não tinham meios de consegui-los.
  4. 4. Busquei, então, mais de cem mudas de uma outra missão. C ontratei um homem da aldeia e ele plantou todas as mudas. E u o paguei pelo serviço prestado (com sal e diversas outras coisas de que necessitava) e durante dias ele trabalhou. Precisei ter muita paciência até que as pequenas mudas de abacaxi se tornassem arbustos grandes e produzissem as frutas. Demorou uns três anos.
  5. 5. L á, no meio da selva, você às vezes tem saudade de comer frutas. Não é fácil conseguir frutas e verduras frescas. Finalmente, no terceiro ano, pudemos ver surgir abacaxis que davam " água na boca" , e só estávamos esperando o Natal chegar, porque é nesta época que eles ficam maduros.
  6. 6. No dia de Natal, minha esposa e eu saímos ansiosos para ver se algum abacaxi já estava pronto para ser tirado do pé, mas tivemos uma surpresa desagradável após a outra. Não conseguimos colher nem um só abacaxi. Os nativos haviam roubado todos! E les os roubavam antes de ficarem maduros. É costume de eles roubar as frutas antes que amadureçam e assim o dono não as possa colher.
  7. 7. E aqui estou eu, um missionário, ficando com raiva dessas pessoas. Missionários não devem ficar com raiva, vocês todossabem disso, mas eu fiquei e disse a eles: -Rapazes, eu esperei três anos por esses abacaxis. Não consegui colher um único deles. A gora outros estãoamadurecendo e, se desaparecer mais um só destes abacaxis, fecharei a minha clínica.
  8. 8. Minha esposa dirigia a clínica. E la dava gratuitamente todos os remédios àquelagente. E les não pagavam nada! Nós estávamos nos desgastando tentando ajudá-los, cuidando de seus doentes e salvando as vidas de suas crianças. Os abacaxis ficaram maduros e, um por um, foramtodos roubados! E ntão achei que deveria me defender deles.
  9. 9. E u simplesmente não podia deixar quefizessem comigo o que queriam... Mas a verdadeira razão não era essa. E u era uma pessoamuito egoísta que queria comer abacaxis. Fechei a clínica. A s crianças começaram a adoecer porque a vida era bastante difícil naquela região.
  10. 10. Vinham até nós pessoas com gripe, tossindo, pedindo remédio e nós dizíamos: - Não! “ L embrem-se que vocês roubaram nossos abacaxis” .- Não fui eu! - eles respondiam - foram os outros que fizeram isso. E continuavam tossindo e pedindo.
  11. 11. Não conseguimos manter mais a nossa posição; reabrimos a clínica. A brimos a clínica e eles continuaram roubandonossos abacaxis. Fiquei novamente loucoraiva e resolvi fechar o armazém. No armazém eles compravam fósforos, sal, anzóis, etc. A ntes eles não tinham essas coisas, por isso não iriam morrer sem elas, pensei.
  12. 12. C omuniquei minha decisão: - Vou fechar o armazém, vocês roubaram mais abacaxis.Fechamos o armazém e eles começaram a resmungar: - Vamos nos mudar daqui porque não temos mais sal. Se não há mais armazém, não há vantagem para ficarmos aqui com esse homem. Podemos voltar para nossas casas na selva - e se mudaram para a selva.
  13. 13. E ali estava eu, sentado, comendo abacaxis, mas sem pessoas na aldeia, sem ministério, sem condições de aprender a língua para traduzir a Bíblia para eles.Falei com minha esposa: - Podemos comer abacaxis nos E stados Unidos, se é só o que temos para fazer aqui.
  14. 14. Um dos nativos passou por ali, e eu lhe pedi para avisar que, na segunda-feira, abriria novamente o armazém. Pensei e pensei em como resolver o caso dos abacaxis... - Meu Deus! Deve haver um jeito. O que posso fazer? C hegou o tempo de minha licença e eu aproveitei para ir a um C urso Intensivo para Jovens. L á ouvi que deveríamos entregar tudo a Deus.
  15. 15. A Bíblia diz que, se você der você terá; se quiser guardar para si, perderá tudo.- Dê todas as suas coisas a Deus e E le zelará para que você tenha o suficiente. E ste é um princípio básico. Pensei o seguinte: amigo, você não tem nada a perder. Vou entregar o caso dos abacaxis a Deus...
  16. 16. E u sabia que não seria fácil fazer essesacrifício! Sacrificar significa entregar gratuitamente algo de que você gosta muito, mas eu decidi dar a plantação de abacaxis a Deus e ver o que E le faria. A ssim, saí para plantação, à noite, e orei:
  17. 17. - Pai, o Senhor está vendo estes pés de abacaxis? E u lutei muito para colheralguns. Discuti com os nativos, exigi meus direitos. Fiz tudo errado, estoucompreendendo agora. Reconheço o meuerro, e quero entregar tudo ao Senhor. De agora em diante, se o Senhor quiser me deixar comer algum abacaxi, eu aceito; caso contrário, tudo bem, não tem problema.
  18. 18. A ssim, eu dei os abacaxis a Deus e os nativos continuaram roubando as frutas como de costume. Pensei com meus botões: - Deus não pôde controlá-los.E ntão, um dia, eles vieram falar comigo: - Tu-uan (que significa estrangeiro) o senhor se tornou cristão, não é verdade?E u estava pronto para dizer: - E scute aqui, eu sou cristão há vinte anos! - mas, em
  19. 19. - Porque o senhor não fica mais com raiva quando roubamos seus abacaxis, eles responderam. Isso me abriu os olhos. E u finalmente estava vivendo o que estivera pregando a eles. E u lhes tinha dito que amassem uns aos outros, que fossem gentis, mas sempre exigia os meus direitos e eles sabiam disso.
  20. 20. Depois de algum tempo alguém perguntou: Por que o senhor não fica mais com raiva? - “ E u passei a plantação adiante” , respondi, ela não pertence mais a mim, por isso vocês não estão mais roubando os meus abacaxis e eu não tenho motivos para ficar com raiva.Um deles, arriscando, perguntou: - “ Para quem o senhor deu a plantação?” E ntão eu disse: - “ Dei a plantação para Deus” .
  21. 21. - Para Deus? - exclamaram todos. E le não tem abacaxis onde mora!? - E u não sei se ele tem ou não abacaxis onde mora, respondi. E u simplesmente lhe dei os meus abacaxis. E les voltaram para a aldeia e disseram para todos: - Vocês sabem de quem estamos roubando os abacaxis? Tu-uam os deu a Deus .
  22. 22. C omeçaram a pensar sobre o assunto e combinaram entre eles: - Se os abacaxis são de Deus, agora não devemos mais roubá-los. E les tinham medo de Deus e os abacaxis novamente começaram a amadurecer. Os nativos vieram para me avisar: - Tu-uan, seus abacaxis estão maduros. - Não são meus, eles pertencem a Deus - respondi.- É melhor o senhor comer, pois senão eles vão apodrecer.
  23. 23. E ntão colhi alguns, e deixei também unspara os nativos. Quando me sentei à mesa com minha família para comê-los, eu orei: - Senhor, estamos comendo Seus abacaxis, muito obrigado por me dar alguns. Durante todos os anos em que estive com os nativos, eles estiveram me observando e prestando atenção às minhas palavras.
  24. 24. E les viam que as duas coisas não combinavam. E , quando eu comecei a mudar, eles também mudaram. E m pouco tempo, muitos se tornaram cristãos. O princípio da entrega a Deus estava funcionando realmente. E u quase não acreditei...“ E mais tarde, passei a entregar outras coisas para Deus” .
  25. 25. O Senhor te abençoe e te guarde!O Senhor te mostre a sua face e conceda-te sua graça! O Senhor volva o seu rosto para ti e te dê a paz! (Números 6,24-26) Tenhas um ótimo dia. C ompartilhe esta mensagem. 16/nov/2008 – C réditos: Formatação – J.C .A ndreoli A utor do Texto – Fonte: L ivro A Verdadeira Felicidade (estudo sobre A s Bem A venturanças) - Jaime K emp - E ditora Sepal. I magem – Internet. Musica – You Needed Me

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