EVENTOS - CONCEITO E EVOLUÇÃO

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O que são eventos e sua relação com a moda.

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EVENTOS - CONCEITO E EVOLUÇÃO

  1. 1. FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ANTOINE SKAF EVOLUÇÃO SOCIO- ECONÔMICA DOS EVENTOS DE MODA NO BRASIL EVENTOS CONCEITO E EVOLUÇÃO PROF. ODAIR TUONO
  2. 2. EVENTO Evento (substantivo masculino) acontecimento, ocorrência, acaso, co-memoração, eventualidade, fato, festa, reunião, intercâmbio, celebração, com-petição. Acontecer (latim contigescere) que sig-nifica ser ou constituir fato de impor-tância na vida social ou em outros ám-bitos. Portanto um evento pode ser definido como uma iniciativa que tenha objetivo de reunir pessoas para finali-dades diversas. I. Celebração do Ano Novo.
  3. 3. EVENTO O ser humano tem a necessidade de se relacionar com seus semelhantes buscando ampliar a esfera de seus contatos, sejam estes no convivio com a familia, no lazer, na escola, na vida profissional entre outros círculos so-ciais. Tipos de eventos: nascimento, batis-mo, noivados, casamentos, funerais, celebrações religiosas, festas popu-lares, concursos, lançamentos, expo-sições, espetáculos, desfiles, conve-nções, seminários, fórums, caminha-das, passeatas, manifestação pública, etc. I. Yom Kippur – Dia do perdão, 25 ho-ras de jejum e oração.
  4. 4. INFLUÊNCIAS MODA PODER ARTE INOVAÇÃO TECNOLOGIA DESIGN CORPO IDENTIDADE LUXO HISTÓRIA VESTUÁRIO FREAK ECONÔMIA
  5. 5. FATOR HISTÓRICO PERSONAGENS HISTÓRICOS CORTE DE BORGONHA FASHION PLATES LINHAGEM DO REI SOL MARIA ANTONIETA WORTH – HAUTE COUTURE RECURSOS MIDIÁTICOS MOVIMENTOS SOCIAIS FEIRAS ESPECIALIZADAS EXPOSIÇÕES UNIVERSAIS SEMANAS DE MODA GUERRAS MUNDIAS
  6. 6. FATOR HISTÓRICO A evolução da humanidade esta rela-cionada com a própria inquietação do homem em relação a si mesmo e ao mundo. Neste sentido todo avanço torna se uma referência, algo a ser interpretado e melhorado ao longo do tempo. Reis, Guerreiros, Sacerdotes, Heróis e Déspotas entre outros personagens influenciaram o percurso destas trans-formações em diversos sentidos. I. Cleopatra VII Philopator. Museu do Louvre, Paris FR.
  7. 7. CORTE DE BORGONHA Filipe III de Borgonha, o Bom (1396 - 1467) foi um príncipe francês que ca-sou- se com Isabel de Portugal Isabel (1397-1471) destacando-se naquela que seria a mais rica e refinada corte europeia. Carlos I de Borgonha, o Audaz ou o Temerário (1433 - 1477), terceiro filho de Filipe e de Isabel. A corte de seu pai foi a mais extravagante da Europa na época, além de um centro de artes e comércio. Ao longo da infância e da juventude, Carlos testemunhou os es-forços do pai para unir seus domínios crescentes em um Estado único que mais tarde seria destituido. I. Brasão de Armas de Carlos I.
  8. 8. CORTE DE BORGONHA Filipe III Isabel Carlos I A corte de Borgonha se incomodava com as cópias feitas das suas roupas pelo burgueses. Surge o conceito de moda como diferenciador social, de sexo e de sazonalidade, um gosto prevalecia até não ser copiado
  9. 9. FASHION PLATES As ilustrações de moda surgiram no final do Século XV, designadas como Fashion Plates tinham a função de apresentar o estilo apropriado de vestir para um determinado horário, ocasião ou finalidade especifica. As peças poderiam ser produzidas por um alfaiate ou costureira e as prin-cipais funções do vestir era ser elegan-te, chamar a atenção para o usuário, definir sua posição social, mostrar quem ele é e o que está fazendo. Modéstia, proteção contra as intempé-ries Filipe III Isabel Carlos I e o apelo ao sexo oposto, poderi-am ser funções auxiliares na vestimen-ta. I Hair Style, 1590. Christoph Krieger.
  10. 10. FASHION PLATES Fashion Plate 18th - 1776 Filipe III Isabel Carlos I Fashion Plate 19th - 1828
  11. 11. LUÍS XIV - O REI SOL Luís XIV (1638 –1715), o Grande ou O Rei Sol, seu reinado durou 72 anos e 110 dias sendo o mais longo da história de qualquer monarca europeu na história. Organizou a etiqueta da vida cortesã em um modelo que os seus descen-dentes seguiram à risca, lançou a moda do uso de elaboradas perucas, costume que se prolongou por no mínimo 150 anos nas cortes europeias e nas colônias. Luís XIV escolhe para emblema o Sol por ser o astro que dá vida a qualquer coisa e também o símbolo da ordem e da regularidade. I. Luís XVI, detalhe de pintura s.r.
  12. 12. LUÍS XIV E O LUXO Os diamantes e o champanhe torna-ram- se sinônimo de sofisticação e gla-mour em seu reinado. Os sapatos de salto alto, a gastronomia, as butiques, os perfumes, as grifes e os salões de cabeleireiros. O luxo deixou de ser exclusividade dos nobres para se transformar em objeto de consumo. A Europa ficou fascinada pelas criações da corte francesa. O rei contava com a valiosa ajuda de seu ministro das Finanças, Jean- Baptiste Colbert. Foi dele a ideia de lançar o primeiro jornal de moda, o Mercure Galant. I. Mercure Galant, 1678.
  13. 13. MARIA ANTONIETA Maria Antonieta (1755 - 1793) arquidu-quesa da Áustria casou se com Luís XVI. Adorava festas, bailes de máscaras e corridas a cavalo, utilizava sua imagem como um artificio politico. Vestidos cra-vejados de rubis e penteados excên-tricos transformaram Antonieta em no-toriedade perante as soberanas fran-cesas anteriores sempre a sombra do rei. Com a Revolução adotou o estilo pas-toril com vestido de algodão e chapéu de palha. I. Maria Antonieta, 1767.
  14. 14. FASHION PLATES Filipe III Isabel Carlos I Fashion Plate 19th - 1810 Fashion Plate 20th - 1913
  15. 15. WORTH – ALTA COSTURA Charles Frederick Worth (1825 -1895) é considerado como o “pai da Alta-Costura“. Em sua juventude, Worth trabalhou co-mo aprendiz na casa Swan & Edgar (comerciantes de tecidos) em Londres. Em 1846, mudou-se para Paris, traba-lhando para um atacadista de seda. Seu talento como estilista chamou a atenção da imperatriz Eugénia, esposa de Napoleão III, e de toda a alta socie-dade parisiense. Worth foi o criador de desfiles de moda com modelos humanas e teve ajuda de sua esposa Marie Vernet . I. Worth, fotografia s.r.
  16. 16. WORTH – ALTA COSTURA A casa de Alta-Costura de maior pres-tígio no início do século XX era a Casa Worth (nas mãos de Jean-Phillipe e Gaston). Vestindo a realeza européia, herdeiras americanas e atrizes. Suas criações eram ostensivamente caras, chegando a uma exuberância quase vulgar, que identificava quem as vestia como mulheres de riqueza e po-der. Regras da Alta Costura: produzir moda de alta qualidade e exclusiva, ter atelie em Paris com pelo menos 20 funcioná-rios em turno integral. Apresentar cole-ções inéditas duas vezes ao ano, com pelo menos 50 looks para dia e noite. I. Marie Vernet Worth, fotografia s.r.
  17. 17. WORTH – ALTA COSTURA
  18. 18. EXPOSIÇÃO UNIVERSAL As Exposições Universais se originaram da tradição francesa das exposições na-cionais, como a Exposição Industrial Fran-cesa de 1844, celebrada em Paris. A primeira Exposição Universal foi realia-zada no Palácio de Cristal no Hyde Park, Londres (1851) com o titulo de “Grande Exposição dos Trabalhos da Industria de Todas as Nações”. A Grande Exposição foi ideia do príncipe Alberto, esposo da Rainha Vitória, consi-derada a primeira exposição de produtos manufaturados. Influenciando o desenvol-vimento de vários aspectos da sociedade, incluindo as artes e design, o comercio, as relações internacionais e o turismo. I. Palácio de Cristal, Hyde Park (1851).
  19. 19. EXPOSIÇÃO INTERNACIONAL Idealizada em 1912 para ser realizada em 1915, mas a I Guerra Mundial fez com que ela fosse adiada por 10 anos. Acontecendo em 1925, Paris promoveu o grande estilo decorativo do século XX – o Art Deco. Marcado pela opulência dos anos 1920, esta exposição reuniu grandes nomes das Artes Decorativas da época (Lalique, Brandt, Chareau Follot, Gloult, Dunand, etc). As grandes lojas parisienses também es-tavam representadas: Galeries Lafayette, Au Bon Marché, Printemps, Louvre. I. Paris – 1925. Cartaz de divulgação.
  20. 20. EXPOSIÇÃO INTERNACIONAL – PARIS 1925
  21. 21. EXPOSIÇÃO INTERNACIONAL – PARIS 1925 Paul Poiret (1879 – 1944). Sonia Terk Delaunay (1885 – 1979).
  22. 22. BIE – EXPO Criada em 1928, com sede em Paris, a Oficina Internacional de Exposições (BIE) é responsável pela definição dos direitos e deveres dos organizadores e participantes de uma EXPO. A missão da BIE é manter a qualidade e integridade das edições EXPO promoven-do a educação e inovação do progresso humano. As EXPO podem ter um tema especializa-do ou universal com duração de 03 a 06 meses, seguindo todas as regras determi-nadas pela BIE. I. Expo Milano 2015, tema: alimentação.
  23. 23. BALES RUSSOS O Ballets Russes foram uma companhia emigrada da Rússia, com sede em Paris, cuja atividade manteve-se de 1909 a 1929, influenciou todas as formas do balé contemporâneo. Serguei Diaghilev (1872-1929) fundou e esteve à frente da companhia trabalhando com os melhores coreógrafos, dançarinos e designers da sua época. O compositor Igor Stravinsky, os artistas Pablo Picasso e Henri Matisse, o poeta e cineasta francês Jean Cocteau. Entre os dançarinos, contou com Anna Pavlova, Tamara Karsavina, George Balanchine e Vaslav Nijinski. I. Ballet Russe, cartaz.
  24. 24. BALES RUSSOS Vaslav Nijinski (1890 – 1950) “A Sagração da Primavera”
  25. 25. BALES RUSSOS I. Figurinos, Victoria and Albert Museum. Londres, UK.
  26. 26. TEATRO DA MODA Após 1945 a Europa foi marcada pelo pós II Guerra Mundial, várias restrições foram impostas para reconstruir as cidades des-truídas, a moda não foi uma exceção. Numa época em que não havia condições para os tradicionais desfiles, os criadores de Alta Costura conceberam o Théàtre de la Mode para apresentarem as suas cole-ções. Estes manequins, com 1/3 do tamanho natural, dispostos em um palco criado pelo artista Christian Bérard, o cenário que re-criava as ruas de Paris. As propostas dos costureiros foram apresentadas aos seus clientes e ao grande publico no Musée dês Arts Décoratifs (Louvre). I. Manequins 70 cm, s.r.
  27. 27. TEATRO DA MODA As criações dos principais estilistas po-diam ser vistas na exposição, nomes co-mo Balenciaga, Balmain, Dior, Fath, Givenchy assinaram peças em miniatura com a mesma qualidade dos padrões da Haute Couture. As peças intimas, acessórios, jóias e pen-teados seguiam o mesmo rigor nas cria-ções apresentadas em 13 cenários distin-tos conformo o uso diário ou de ocasião. Cada maison poderia realizar no máximo 05 looks, a exposição contava com um total de mais de 200 modelos. Os ingressos serviam de recursos aos necessitados do pós guerra e revitaliza-ram a cultura de moda. I. Théatre de la Mode, livro, s.r.
  28. 28. TEATRO DA MODA
  29. 29. FASHION PARADES Em 1903, a loja de Nova Iorque, Ehrich Brothers Dry Goods Stores, realizou o primeiro desfile de moda para sua clien-tela (mulheres de classe média). Seguindo este sucesso diversas lojas de departamento em 1910 investiam em des-files de moda, chamados de Fashion Parades, os salões de costura parisienses decidiram utilizar esta ideia de promoção. No anos 20, os desfiles nos E.U.A. podiam acontecer em um restaurante ou salão de chá, apresentando um tema de coleção e narrados por comentarista. I. Ehrich Bros. 1903, detalhe s.r.
  30. 30. PRESS WEEK Eleanor Lambert, publicitária de moda, percebeu a oportunidade de desviar a atenção de Paris, ocupada pelo nazismo em 1943, apresentando ao mundo o pres-tigio e reputação dos designers america-nos. Reuniu a apresentação de 53 designers no Plaza Hotel (N.Y) aonde os jornalistas além dos shows, recebiam material dos desfiles e fotos, realizando assim o Press Week. Em 1944, foi criado o primeiro calendário de moda por Ruth Finely, assim a indus-tria da moda / beleza, compradores, edito-res e designers podiam ter um roteiro de lançamentos. I. Eleanor Lambert. Fashion icon, s.r.
  31. 31. PALAZZO PITTI Inspirado no sucesso de Lambert, o aristocrata italiano Giovanni Battista Giorgini encontrou a oportunidade de capitalizar o novo conceito convidando a imprensa nacional para os lança-mentos de coleções de moda. Em 1952 foram realizados os desfiles no Palazzo Pitti of Florence, contando ao longo dos anos com Emílio Pucci, Rocco Barocco, Krizia, Valentino e Missoni. Giorgini utilizou a sala branca do Pala-cio com seus candelabros de murano para os desfile e no final do evento organizou um baile no Terraço Boboli, nos jardins do palácio. I. Sala Bianca, s.r.
  32. 32. BATTLE OF VERSAILLES Eleanor Lambert levou em 1973, a ideia ao diretor de Versailles – Gérald Van der Kemp – sobre um grande show com cria-dores americanos e franceses. Givenchy, Cardin, Ungaro, Yves Saint Laurent e Marc Bohan (Dior) apresenta-ram cada um 10 modelos com direito a limusine Bugatti, carruagem de Cinderela, além de cenas com foguete, pavilhão de flores e rinocerontes. O show francês acompanhado por orques-tra contava com o dançarino Rudolph Nureyev e a cantora Josephine Baker. I. Josephine Baker, 1973.
  33. 33. BATTLE OF VERSAILLES Os estilistas que representavam os ame-ricanos eram Oscar de la Renta, Bill Blass, Halston, Anne Klein e Stephen Burrows. O show americano apresentou a cantora Lisa Minnelli ao lado de 36 modelos, 10 dançarinos da Broadway e 12 jovens ne-gras. A apresentação dos americanos se valeu de toda experiência com espetáculos mis-turando dança, magia, sensualidade e moda levando a platéia a loucura. Os franceses ainda eram clássicos demais e os americanos descobriram que podiam acreditar em seu estilo de criação. I. Lisa Minnelli, 1973.
  34. 34. FASHION WEEK Criada como um evento da industria da moda, permite que estilistas, marcas, ca-sas de costura apresentem suas coleções para compradores e a mídia. Indicadas como o termômetro do que será “in” ou “out” na próxima estação para o mundo. As principais são Paris, Londres, Milão e Nova Iorque. A principal semana de moda da América Latina é o São Paulo Fashion Week. Muitos eventos paralelos ou de segmentos específicos realizam suas apresentações seguindo ou não o calendário da moda. I. Fashion Show, s.r.
  35. 35. FASHION WEEK As apresentações são divididas nas princi-pais estações Outono/Inverno e Primave-ra/ Verão. Atualmente temos as apresentações das inter-estações como a Pre-Fall, Resort/ Cruise para atender a demanda da veloci-dade da moda, estes desfiles nem sempre são apresentadas nas semanas oficiais. Haute Couture, Prêt-a-Porter, Miami Fa-shion Week, Christian Fashion Week, Bridal Fashion Week, são alguns exem-plos de semanas dedicadas a promoção da moda. I. Thierry Mugler. Haute Couture, 1987.
  36. 36. MODA E MÍDIA As diversas formas de expressão midiática celebram um casamento perfeito com a moda, seja em seus lançamentos ou nas características de seus personagens ex-travagantes. Estilistas, artistas, celebridades represen-tam um alvo constante de matérias para as diversas classes da sociedade transfor-mando a moda em um fenômeno da cul-tura POP. Fotografia, revistas, cinema, televisão, in-ternet, além dos artifícios do marketing compõe-se como grandes artifícios para o sucesso da moda. I. Moschino, Jeremy Scott, SS 15.
  37. 37. ILUSTRAÇÃO DE MODA Antes do advento da fotografia os recursos disponíveis para compreen-der a evolução do vestuário concen-trava se na arte. Esculturas, pinturas murais, quadros eram a referencia das classes sociais de cada época. As pranchas de moda foram criadas especificamente para representar os cânones do bem vestir, os desenhos podiam representar a nobreza, os figurinos de teatro ou de cinema, in-corporando mais tarde as ilustrações em revistas, bureauxs e internet. I. Léon Bakst (1866-1924).
  38. 38. FOTOGRAFIA DE MODA Em 1858 Aldolphe Braun publica um livro com 288 retratos de Virginia Oldoini, a Condessa de Castiglione e seu vestuário de corte, o que a transformou na primeira modelo fotográfica. O Barão Afolf de Meyer tornou se o foto-grafo chefe da Vogue (1914), nos anos 30 a fotografia de moda se transforma em um gênero visual com identidade própria. No período pós II Guerra Mundial, Richard Avedon revoluciona a fotografia de moda com suas imagens da mulher moderna. Elegância, descontração, ostentação, sen-sualidade, fantasia são alguns elementos da fotografia de moda. I. Virginia Oldoini, s.r.
  39. 39. REVISTAS DE MODA A área gráfica presta uma genuína impor-tância para disseminação das informações de moda. Fashion Plates, charges, jornais inspiravam o gosto e o modo de vestir. A criação de revistas especializadas em moda representou um avanço na difusão massiva da evolução do vestuários com seus criadores, modelos e fotógrafos icô-nicos. Vogue, Elle, W, Harper’s Bazaar, V Maga-zine, Numéro, Flaunt, i-D, Nylon e Love são consideradas as top 10 revistas do mundo da moda. I. LOVE, s.r.
  40. 40. HARPER’S BAZAAR Harper’s Bazaar é publicada pela Hearst Corporation cujo slogan é ser “a fonte de estilo para as mulheres e as mentes bem vestidas”. Em 1867 Fletcher Harper, resolveu cri-ar uma revista feminina que abordasse moda e assuntos domésticos direci-onada para a dona de casa classe mé-dia da época. Editada em 27 países e vendida em mais de 90 países. Em 2012, Carine Roitfeld, ex-editora-chefe da Vogue Paris, foi anunciada como Diretora de Moda Global. I. Harper’s Bazaar JP, s.r.
  41. 41. VOGUE Considerada a bíblia da moda, a Vogue foi lançada 1892 (E.U.A.) - e após ter experimentado várias periodicidades, passou a ser revista mensal (1973). Na década de 60 quando Diana Vreeland tornou-se editora-chefe da publicação, a partir de então a revista começou a ter um apelo mais jovem, focada na revolução sexual da época, abordando mais a moda contemporâ-nea. A partir de 1988 Anna Wintour assumiu o cargo de editora-chefe e transformou radicalmente a publicação. Sob seu co-mando, vários estilistas e modelos des-conhecidos, viraram celebridades. I. Revista Vogue, s.r.
  42. 42. ELLE Nasceu na França (1945) e depressa conquistou os corações fashionistas, atualmente é publicada em cerca de 43 idiomas atingindo 60 países. Representando estilo de vida, moda, beleza, saúde e entretenimento foi fundada por Pierre Lazareff e Hélène Gordon. Elle passou a ser um veiculo que “não apenas refletia a moda, mas a decretava” atualmente o diretor de design é Randy Minor. Vale assistir o filme “A borboleta e o Escafandro” que conta a trágica historia do editor Jean-Dominique Bauby (1952-1997). I. Revista Elle, cover,, s.r.
  43. 43. CINEMA AMERICANO A grande industria de entretenimento ame-ricana sem duvida é o cinema, filas se aglomeram no mundo todo para prestigiar os blockbusters. A produção de gêneros diversificados para todos os gostos, aonde as estrelas podem influenciar a moda e a beleza através de seus personagens. O fascinante mundo do cinema não per-deu espaço para as televisões, nem re-produções em blu-ray, mantendo aguçada a fantasia de milhões de pessoas ao redor do mundo. Irmão Lumière (1895) Paris primeira exibi-ção do Cinematógrafo. I. Factory Girl (2006), cartaz.
  44. 44. SERIADOS AMERICANOS A popularização da televisão transformou os lares em todo mundo, inicialmente em preto e branco, ao vivo e sem cortes. O uso da televisão depois da II Guerra Mundial devido aos avanços tecnológicos surgidos com as necessidades da guerra e à renda adicional disponível, surge em a televisão em cores (1954), na rede ameri-cana NBC. Os seriados se tornaram populares entre crianças e jovens e geralmente as ses-sões de cinema, inclusive no Brasil, até os anos 60, eram precedidas por um episódio de seriado. Posteriormente, foram adquiri-dos pelos canais de TV, sendo apresenta-dos em episódios semanais ou diários. I. I love Lucy (1951-1957), s.r.
  45. 45. WORLD WILDE WEB O desenvolvimento da web aconteceu nos anos 80 pela necessidade de armazenar e associar informações em um grande ban-co de dados com hiper ligações virtuais – Tim Berners-Lee. “Espero que a Web se torne capaz de analisar toda a informação, ligações e transações entre pessoas e computado-res... tem que de inventar uma Web se-mântica aonde máquinas falam com máquinas.” WEB 2.0 As redes virtuais interligam pessoas e in-formações em um emaranhado grupo de tendências sociais. I. Pluralidade da Redes Sociais, s.r.
  46. 46. EVENTOS E O COTIDIANO O homem celebra de forma individual ou coletiva eventos das mais diversas ori-gens, mesmo que haja o desejo de se ex-cluir de um efeméride, direta o indireta-mente partilhamos dos acontecimentos capitais da sociedade. Em geral nos preparamos para datas, es-tações, momentos especiais que marcam nossa história, o vestuário tem um signifi-cado importante desde de o instante de nosso nascimento até nossa passagem. Tempos que evocam sentimentos que são experimentados e relembrados, vamos nos acompanhar na jornada. I. Carnaval , s.r.
  47. 47. JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO Ano Novo Carnaval Volta ás aulas Outono Páscoa Noivas Mães Juninas Inverno Férias Pais Primavera SETEMBRO Crianças Bruxas Finados Natal Verão EVENTOS E O COTIDIANO
  48. 48. EVENTO A evolução da humanidade somada aos avanços tecnológicos transformam o vir-tual em realidade e vice versa. A moda atenta aos movimentos sociais, culturais e econômicos faz se valer de todos os recursos possíveis para sua rein-venção e promoção. Conseguindo percorrer este túnel do tem-po, o fenômeno passado, presente e futu-ro se mesclam para encantar e seduzir os olhos, a mente e o corpo. Essa segunda pele que nos cobre por pu-dor, proteção ou poder reside em um de-sejo que ainda não foi satisfeito plenamen-te. I. Mística, X-Men , s.r.
  49. 49. REFLEXÃO “O futuro é construído pela nossas decisões diárias, inconstantes e mutáveis, e cada evento influencia todos os outros” Alvin Tofller (1928, escritor americano).
  50. 50. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CARELLI, Gabriela. O inventor do luxo. São Paulo: Revista Veja ed. 1920, 2005. BIE. www.bie-paris.org Bureaux International Des Expositions. FEGHALI, Marta Kasznar. As Engrenagens da Moda. Rio de Janeiro: Editora Senac, 2001. FRINGS, Gini Stephens. Moda do Conceito ao Consumidor. 9ª Ed. Porto Alegre: Bookman, 2012. JONES, Sue Jenkyn. Fashion Design – manual do estilista. São Paulo: Cosac Naify, 2005. MATHARU, Gurmit. O que é Design de Moda? Porto Alegre: Bookman, 2011. WIKIPÉDIA. http://pt.wikipedia.org/ Creative Commons – CC BY-SA 3.0

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