Mark viral tg_canais_distr_final

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  1. 1. MARKETING VIRAL NAS REDES SOCIAIS TURMA G3NA – GRUPO 3 Sandra Sequeira nº 207025; Susana Alcântara nº 207041; Pedro Gonçalves nº207039; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 Trabalho elaborado para a Unidade Curricular: Canais de Distribuição Docente: Mestre. Luís ValentimRESUMO: Este documento pretende dar os principais conceitos e noções de Marketing Viral e a suaaplicabilidade às organizações IPAM LISBOA – JANEIRO 2010
  2. 2. Grupo 3 - G3NA – Ipam 2009/2010 Sandra Sequeira nº 207025 sandra.csequeira@gmail.com 926025875 Pedro Gonçalves nº 207039 pmsgoncalves@gmail.com 918787533 Nuno Figueiredo nº 207056 nuno.figueiredo@ge.com Pedro Ratão nº 207030 934281820 pratao@iol.pt 962036714 Susana Alcântara nº 207041susanavazalcantara@hotmail.com Paulo Almeida nº 207031 915442129 pjorgema@gmail.com 934389461 Sandra Sequeira nº 207025; Pedro Gonçalves nº 207039; Susana Alcântara nº 207041; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 2
  3. 3. ÍNDICE:Introdução………………...…………………………………………………...4Metodologia…………….……………………………………………………...4CAPITULO IEnquadramento Teórico……………………………………………….………51 – O que é o Marketing Viral………………………………………………….52 – Influência do Marketing Viral na compra…………...........................................73 – A Marca e o Marketing Viral…...............................................................................94 – Técnicas do Marketing Viral………………………………………………..95 – O que o Facebook oferece ás marcas……………...………………………11CAPITULO IIEleições Legislativas PS – Sócrates 2009 (Caso Prático)….......………….…......13Conclusão…………………………………………………………………….18Bibliografia e Netgrafia……………………………………………………….19 Sandra Sequeira nº 207025; Pedro Gonçalves nº 207039; Susana Alcântara nº 207041; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 3
  4. 4. AbstractThis academic document aims in general to express how companies can exploit socialnetworks to produce increases in brand awareness. It is divided into two parts, the firstreports the theoretical framework, and the second presents a case study of the currentsituation of Portuguese politics.Palavras-chave Marketing Viral; Redes sociais; Marca; Influência na compra; Sócrates 2009Introdução O presente trabalho foi desenvolvido para a Unidade Curricular de Canais deDistribuição, do Curso Superior de Gestão de Marketing, do Instituto Português deAdministração de Marketing, sendo leccionada pelo Mestre Luís Valentim, tendo o objectivode explorar o Marketing Viral nas redes sociais. Este trabalho está dividido em duas partes: a primeira, composta pelo enquadramentoteórico, onde são desenvolvidos e explicados sucintamente os principais conceitos e noçõesMarketing Viral e sua aplicabilidade nas organizações, e a segunda parte que consiste naaplicação prática dos conceitos teóricos na campanha Sócrates 2009.Metodologia Este trabalho visa ser um projecto teórico-prático, pela aplicação dos conceitos deMarketing Viral na análise de uma organização presente no mercado. Assim sendo, decidimos por desenvolver o documento em duas partes: 1. A primeira parte, com uma abordagem académica aos temas, consistindo essencialmente na apresentação e explicação teórica dos conceitos gerais de Marketing Viral nas redes sociais e a sua aplicabilidade numa organização; 2. Um segundo capítulo, com a aplicação prática do tema abordado, na campanha política do PS nas eleições legislativas de 2009, para apoio a José Sócrates. Sandra Sequeira nº 207025; Pedro Gonçalves nº 207039; Susana Alcântara nº 207041; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 4
  5. 5. CAPITULO I ENQUADRAMENTO TEÓRICO1- O QUE É O MARKETING VIRAL Tenta explorar as redes sociais pré-existentes para produzir aumentos exponenciais deconhecimento da marca, com processos similares à de uma epidemia. Pode-se assim considerar que o Marketing Viral surge de um buzz, gerado por um“boca-a-boca”, num ambiente virtual. As pessoas contam a sua história e o contágio começa:uma envia para outra, e assim sucessivamente, com o objectivo de dar a conhecer a suadescoberta, a sua preocupação ou simplesmente o seu estágio emocional para com o assunto.À semelhança de uma boa campanha publicitária, captar a atenção da audiência gera um efeitoviral – quem não se lembra da campanha da Telecel (agora Vodafone) do Pastor do “Tou-Chim?!” ou da mais recente campanha com os Gatos Fedorentos e o Meo. Nos dias de hoje a principal diferença do marketing boca-a-boca tradicional e o daInternet, é que este último pode potenciar bastante os resultados dada a velocidade depropagação com a comunicação constante nas redes sociais como o Facebook, o envio deemails, as mensagens, os vídeos online, blogs, newsletters e tweets, tão rapidamente e para omundo inteiro. Se o intuito de uma organização é a promoção de um produto ou serviço, têmde explorar a natureza viral e que a fazer com que Web trabalhe para esse fim. Citando Scott Fox, um dos acontecimentos mais gratificantes na Web é quando umaideia dispara, impulsionando uma marca ou empresa para a fama e para uma fortunainstantânea, gratuitamente. O primeiro exemplo de marketing viral foi com o Hotmail, fundado em 1996, aindaantes de ser adquirido pela Microsoft. O modelo estava em oferecer contas de email gratuitas,inserindo um pequeno banner promocional no fundo da página que dizia “Get your free emailat Hotmail.com”. O Hotmail ficou conhecido como a empresa que conseguiu o “viral loop”em 18 meses contraindo 12 milhões de Utilizadores. Sandra Sequeira nº 207025; Pedro Gonçalves nº 207039; Susana Alcântara nº 207041; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 5
  6. 6. Hoje em dia, já o Youtube.com é um dos elementos chave na propagação viral de conteúdo. Em traços gerais não deixa ser um depósito de vídeos gerados pelos utilizadores, incluindo também conteúdo gerado por várias indústrias, desde o cinema, música e, claro, centro de interesse de todos os marketeers e as suas marcas. O vídeo passou a ser fácil de partilhar, pois afinal é só uma ligação ao Youtube.com e não o ficheiro completo,tornado o acesso ao conteúdo simples e rápido. Com o surgimento de diversas redes sociais,tais como o Facebook, Hi5, MySpace, entre outras, que permitem uma ligação imediata a esteconteúdo, a velocidade de propagação simplesmente explodiu.Outros exemplos bem conhecidos de campanhas de Marketing Viral são:OfficeMax´s Elfyourself.com – possui mais de 100 milhões de Utilizadores, tem comofunção a colocação de caras (fotografias) em elfos animados que efectuam uma dança .Paltalks “Ever Dream of Running for President” – tem como função a personalização deum canal falso de TV, o qual representa uma campanha para candidato eleitoral nos EUA.Vídeos “Apple vs. PC” – campanha que está no ar desde 2006, com forte de sentido humore algum sarcasmo na eterna luta entre PC’s e Macintosh.Campanha Evian “Live Young” – campanha de 2009 que já vai em mais de 1 milhão devisualizações.31 da Armada (Acção em Agosto 2009) – O blog nacional 31da Armada em pleno mês deAgosto (quando nada acontece) põe uma bandeira da Monarquia na Câmara de Lisboa e usamo seu blog para promover o filme da acção.“Pessoas que não gostam do Anúncio do Pingo-Doce” – grupo criado no Facebook atítulo de brincadeira do seu autor que se transformou num fenómeno critico à mudança decomunicação da cadeia de supermercados Pingo Doce.E a lista continua, entre vídeos, sites, blogs, acções, fotos, mensagens, emails... Sandra Sequeira nº 207025; Pedro Gonçalves nº 207039; Susana Alcântara nº 207041; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 6
  7. 7. 2- INFLUÊNCIA DO MARKETING VIRAL NA COMPRA1 Os amigos continuam a desempenhar um papel importante na orientação dosconsumidores. 83% por cento dos compradores on-line disseram que estão interessados emcompartilhar informações sobre suas compras com pessoas que conhecem, enquanto 74% sãoinfluenciados pela opinião dos outros em sua decisão de comprar o produto em primeirolugar. (Manager Smarter, Setembro de 2009). Os Utilizadores colocam uma grande confiança nas suas redes sociais. Metade dosentrevistados disseram considerar informações compartilhadas nas suas redes, ao fazer umadecisão e esta proporção era maior entre os Utilizadores com idades entre 18 a 24, em 65%.(eMarketer, Outubro de 2009) Um estudo de março 2009 pela Knowledge Networks, por exemplo, constatou queentre 10% e 24% dos Utilizadores de redes sociais nos Estados Unidos, usam as respectivasredes na tomada de decisões de compra sobre as diferentes categorias de produtos e serviços.(eMarketer, Outubro de 2009). Facebook, blogs, Twitter e opiniões dos clientes são consideradas as táticas maiseficazes para mobilizar os consumidores a falar de produtos online. (Inquérito eTailing de 117empresas, Setembro de 2009). As recomendações da família e dos amigos são os principais pontos de influência deum consumidor, quando comparado com os outros meios de contacto com o consumidor, deacordo com ZenithOptimedia. (AdAge, Abril, 2008). A recomendação é a razão número um para a escolha de um determinado site. Home(Royal Mail Tracker Shopping Study, setembro de 2007). Utilizadores que contribuem com comentários de produtos, visitam os sites novevezes mais face aos não contribuintes. Contribuintes também fazem compras quase duasvezes mais frequentemente. (McKinsey & Co. / pesquisa Jupiter Media Metrix, Janeiro de2002).1 Fonte: http://www.bazaarvoice.com/resources/stats Sandra Sequeira nº 207025; Pedro Gonçalves nº 207039; Susana Alcântara nº 207041; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 7
  8. 8. Os amigos de confiança dos consumidores estão acima de especialistas, quando setrata de recomendações de produtos (65% amigos de confiança, 27% confiam nosespecialistas, nas celebridades só 8% confiam). (Yankelovich) De acordo com uma pesquisa da Nielsen global de 26.486 Utilizadores de internet em47 mercados, as recomendações de consumo são a forma mais credível de publicidade entreos 78% dos respondentes do estudo. (Nielsen, "boca-a-boca, a mais poderosa ferramenta devenda", Outubro de 2007) As duas razões principais para os utilizadores contribuirem com conteúdo para sitesde compras sociais estão na necessidade de se sentir parte de uma comunidade (31%) e oreconhecimento de seus pares (28%). (IBM Institute for Business Value, agosto de 2007) Em 2008 existiam mais de 116 milhões de conteúdos gerados pelos utilizadores nosEstados Unidos, junto com 82,5 milhões de utilizadores criadores de conteúdo. Ambos osnúmeros são fixados a subir significativamente até 2013 (eMarketer, February 2009) Dois terços dos networkers social do Reino Unido (66%) estão mais propensos acomprar um produto como resultado de uma recomendação, em comparação com (52 %) osnão networkers social. Home (Royal Mail Tracker Shopping Study, setembro de 2007) O passa palavra na internet ganha força graças ao crescente número de utilizadores, oque deverá cada vez mais se reflectir nas vendas. Há cada vez mais a necessidade de fortalecera importância das acções de comunicação e marketing viral. As opiniões expressas na internet não só apoiam a decisão dos compradores comotambém é uma forte aliada das empresas. Através de sites e ambientes relacionados comoblogs, yahoo, Google, e fóruns em geral e redes sociais, é possível comunicar com outrosUtilizadores sobre determinados produtos e marcas. Ambientes como estes são favoráveispara a propagação de conceitos e opiniões. Direccionando as acções com o objectivo deconhecer ou dar opiniões sobre determinado produto ou assunto, é possível fazer marketingsem agredir os receptores com o objectivo principal de divulgar e promover. Depois ospróprios internautas partilham essas informações, acções como estas contribuem para afixação de marca e imagem de uma organização, bem como a conquista de clientes erealização de vendas. Sandra Sequeira nº 207025; Pedro Gonçalves nº 207039; Susana Alcântara nº 207041; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 8
  9. 9. 3- A MARCA E O MARKETING VIRAL É normal dizer que um cliente satisfeito com um produto ou serviço divulgaráincondicionalmente a sua opinião pelo menos a três pessoas, já na situação oposta um clienteinsatisfeito divulgará a sua opinião a umas 10, 20 ou até mesmo a 30 pessoas. O marketing viral é uma forma de obter retorno financeiro directo, por isso nada custarelembrar que nunca se tem uma segunda hipótese de ter uma primeira impressão.24- TÉCNICAS DO MARKETING VIRAL Para se obter sucesso numa campanha usando esta modelo, é muito importanteanalisar o publico alvo ou target primário. Entendendo o "como" do marketing viral é sempre um desafio. Martina Zavagno, fundador e editora do Adverblog.com, diz: "Um conceito depublicidade, a fim de trabalhar numa perspectiva viral, necessita de adicionar valor àexperiência do usuário. Este valor pode ser explicada em algo divertido, em algo de ensino ouem algo gratificante. ". Wendy Grossman, colunista e autor do livro net.wars, compara umsucesso viral para fazer um filme de sucesso:" Você precisa de uma boa ideia, precisa deexecutá-la bem, e precisa ter um pouco de sorte de acertar no momento certo. " O target primário são aquelas pessoas formadoras de opiniões, pessoas queinfluenciam outras pessoas. O conceito de marketing viral é amplo poderá ser difundido pelas seguintes técnicas: E-mail Marketing O primeiro passo para usar esta técnica é encontrar o segmento de clientes potenciais.Não é aconselhável enviar email em massa, ou seja para todos os clientes da empresa, poispode ser considerado como spam, email enviado sem permissão do receptor que o clienteautorize o recebimento da comunicação (opt-in).2 http://imasters.uol.com.br/artigo/5200/webmarketing/marketing_viral_na_web/ Sandra Sequeira nº 207025; Pedro Gonçalves nº 207039; Susana Alcântara nº 207041; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 9
  10. 10. Uma maneira de segmentar o envio de email é o uso de ferramentas de CRM(Customer Relationship Management), que consta de uma abordagem empresarial destinada acompreender e influenciar o comportamento dos consumidores por meio de comunicaçõessignificativas para melhorar as compras, a retenção, a lealdade. O email marketing deve de ser informativo e atraente e deve de emocionar o leitor,não devendo conter textos longos ( especialmente de for uma campanha que exige umaacção), deve-se valorizar pelas imagens focando o objectivo principal, relembrando por fim aocliente que poderá partilhar a leitura do email com os seus amigos. O ser humanos gosta de se relacionar com pessoas parecidas com ele3, e nestesrelacionamentos existem grandes trocas de experiencia, e é justamente tudo aquilo que foi lido(email, comunidades), visto (websites de marca), ouvido (vídeos) ou sentido de alguma formadurante a vivencia. Micro-Sites É um sítio na internet, de divulgação especifica de uma marca, que por regra contemum único produto ou serviço, em que o objectivo principal é não desfocar a atenção do clientepara outros assuntos relacionados. Um micro-site deve de ser motivador e diferenciador, pois é neste momento que oproduto ou serviço ganha a atenção. Nos dias de hoje a internet é dinâmica e a acção de abrirum site e fechá-lo do browser é constante, logo o objectivo do Marketing Viral é ir mais além- o cliente devera de permanecer com o site aberto e devera divulgar o seu endereço, sejacolocando o link nos favoritos, enviando-o para os seus amigos, ou divulgá-lo boca-a-boca.Excelentes exemplos deste género de conceito são os lançamentos de novos automóveis (ex.Mini-site Audi Q5), produtos de grande consumo (Nokia n-series ou Axe Instinct). Vídeos O vídeo deverá ser emocionante ou engraçado, envolvente, e se possível ter umahistoria, sendo a sua mensagem passada de forma natural, não imposta como se um cliente3 "Person like me" é uma das fontes mais seguras de informação sobre uma empresa e sobre os seus produtos (Edelman Trust Barometer,November 2007) Sandra Sequeira nº 207025; Pedro Gonçalves nº 207039; Susana Alcântara nº 207041; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 10
  11. 11. fosse obrigado a visualiza-lo. No entanto deverá ter-se em atenção 3 aspectos: - Suspect – são as pessoas que não fazem parte do foco da sua campanha, são pessoas que sabem que existe este meio de comunicação, contudo não se interessam por esta exposição , logo não é um publico alvo. - Prospect – são grupos sociais próximos da realidade, muitas vezes por falta de recursos, não possuem forma de acesso, não se encontram fortemente influenciados, no entanto - Target – são pessoas que fazem parte de um grupo pequeno e segmentado, que fazem parte do target primário, o qual é o principal ponto para desenvolver o vídeo. - 4 Cartões de Felicitações Podem ser alusivos a datas comemorativas devem de ser atractivos, abaixo de todas as mensagens consta o endereço do site de onde foi enviado o cartão, a pessoa que recebe é tentada a partilhar com os seus amigos. - Indique a um amigo Esta técnica é simples basta a instalação de um script onde permite ao visitante indicar o site para os seus amigos, no entanto o retorno desta técnica não é muito substancial - eBooks ou livros virtuais Esta é uma grande técnica do marketing viral, a qual é aplicada agressivamente nos Estados Unidos a técnica de eBooks para download. É uma forma de se escrever um livro em formato electrónico mas conhecido como ebook, geralmente em formato pdf, o qual disponibiliza gratuitamente o download. - Softwares livres4 http://chavedomundo.com/2008/02/12/aplique-o-conceito-de-marketing-viral-no-seu-negocio/ Sandra Sequeira nº 207025; Pedro Gonçalves nº 207039; Susana Alcântara nº 207041; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 11
  12. 12. Poderá ser desde uma aplicação de controle financeiro pessoal ou um plugin para blogs. - Outros blogs Se a marca ou serviço possuir um blog, promover o intercambio de visitantes, escrevendo para outros bloggers, pode-se criar uma comunidade baseada no target, os comentários deveram ser inteligentes e chamativos, fazendo com que as pessoas se interessem em saber e procurar mais informação. - Grupos em Redes Sociais A criação de grupos de interesse face a uma marca, suscitam por questões de afinidade o apoio de consumidores e a respectiva partilha pelos seus amigos. A área especial do Starbucks tem mais de 5 milhões de utilizadores, mas até indivíduos como o Cristiano Ronaldo, já tem mais de 3 milhões de fãs que fazem parte do seu grupo.5- O QUE O FACEBOOK OFERECE ÀS MARCAS: 5 O Facebook é uma rede social, um site onde cada cibernauta pode ter o seu perfil(dados pessoais, fotografias, vídeos, links, notas). Os utilizadores desta rede interagem entre si,visitando-se, fazendo amigos, contactos, deixando comentários e enviando mensagens vídeose links. Este site foi fundado em 2004 por Mark Zuskerberg inicialmente tinha como target osestudantes da universidade de Harvard, mas ao longo dos tempos foi permitindo a inscriçãode estudantes de outras escolas até que em 2006 estava disponível para todos. O Facebook é usado por empresas para recrutamento de empregados, captação deseguidores e partilha de informação dos seus produtos e serviços, inclusive existe um livrodisponível para download, “Facebook Marketing Bible”, que por 49 dólares ensina 24maneiras de vender uma marca, empresa, produto ou serviço dentro do Facebook.5 Fonte:http://www.insidefacebook.com/2007/12/09/inside-facebook-marketing-bible-24-ways-to-market-your-brand-company-product-or-service-in-facebook/ Sandra Sequeira nº 207025; Pedro Gonçalves nº 207039; Susana Alcântara nº 207041; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 12
  13. 13. Este site permite deste modo apresentar uma série de ferramentas demarketing:Marketing de guerrilha – Para o comerciante de guerrilha agressivoo face book oferece uma serei de canais virais para obter a palavrapara criativamente atingir o seu publico alvo. No Facebook podepartilhar as suas causas a preço 0Páginas de perfis - É o ponto de partida para a sua presença no Facebook é a sua pagina deperfil basicamente constituída por uma pagina onde se pode manifestar por marcas, empresasou produtos que pretende promover, é uma oportunidade de criar uma historia credível nomundo real em torno dos produtos ou serviços. Grupos - A forma mais simples de construir uma comunidade em torno de uma marca ouserviços ao iniciar um grupo, criasse um local central para todos os clientes, pareceiros eamigos que são incentivados a participar em diálogos em torno da suamarca. Dá a possibilidade de facilmente enviar noticias e actualizaçõesaos membros do grupo, as mensagens chegam à caixa e entrada doFacebook e é gratuito. Os grupos é a maneira mais simples de fazermarketing viral no Facebook uma vez o grupo formado, os seus membros podem convidar osseus amigos para se juntarem ao grupo.Páginas - As paginas foram lançadas pelo Facebook em Novembro de 2007 como umamaneira das empresas facilmente estabelecerem uma presença, tem algumas semelhanças comos grupos no entanto são mais personalizáveis e é possível a adição de aplicações em fash ehtml . As paginas são uma boa opção para pequenas empresas ou locais que queremestabelecer uma presença no Facebook, são uma outra maneira livre e fácil de fazer marketingviral.Eventos - É um aplicativo gratuito que qualquer pessoa pode usar para promover eventos demarketing, ou ate mesmo lançamento de produtos. Quando um evento éagendado há a recepaçao de uma pagina cheia de recursos (discussão, fotos,vídeos e links) onde se podem convidar os amigos para o evento, recebendouma notificação. Desta forma é mais fácil obter a palavra para centenas de Sandra Sequeira nº 207025; Pedro Gonçalves nº 207039; Susana Alcântara nº 207041; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 13
  14. 14. pessoas e gerir a lista de convidados, construindo assim uma comunidade em torno dopróximo eventoNotas e fotos - São aplicativos que permite partilhar fotos e notas com os seus amigos, muitoútil para publicar conteúdos da marca, ter em atenção a nao colocação de logótipos poispode-se perder credibilidade.MensagensA ascensão das mensagens é uma alternativa popular para email, no entantopodem ser um poderoso veiculo de marketing direccionado.MarketplaceÉ um serviço de classificados onde de pode enviar um anuncio de recrutamento, venda,quando há uma resposta ao anuncio marketplace dá de imediato acesso à pagina de perfil doentrevistado mesmo que não seja seu amigo.Share posted itemsÉ um aplicativo que permite promover a qualquer grupo, evento, foto, link, uma entradadirecta na caixa de entrada dos seus amigos, estas mensagens soa mais prováveis de seconverter em cliques valiososRedes -São como paginas de grupo mas visualizadas por não membros, muito útil para adivulgação de eventos fora da comunidadeAlimentador de notícias - Revolucionou a forma como a informação é partilhada entreamigos no Facebook, alimenta um fluxo continuo de noticias recentes. CAPITULO II ELEIÇÕES LEGISLATIVAS PS - SOCRATES 2009 Sandra Sequeira nº 207025; Pedro Gonçalves nº 207039; Susana Alcântara nº 207041; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 14
  15. 15. O site Sócrates 2009 teve como um objectivo primário suportar a recandidatura doSecretário-Geral durante o Congresso do PS em Fevereiro, e, assim, assumir a liderança paraconcorrer às Legislativas de 2009. O site auxiliou a dinamização dos militantes, apoiantes e futuros eleitores com amoção apresentada pelo candidato, tendo como ponto de partida o fim do Congresso (1 deMarço de 2009), com a posterior evolução para um programa do governo concreto para aslegislativas, num ambiente digital e interactivo. Os sites políticos nacionais, ao longo do tempo, têm passado por explorar o meioonline praticamente a um nível informativo como depósito documental, com pouca ounenhuma interacção e com o fluxo de conteúdo unidireccional – do site para o utilizador. Osite Sócrates 2009 pretendeu atrair um grande número de visitantes, dando a conhecer todoum conteúdo estratégico e apelando também ao envolvimento do utilizador, fosse elemilitante, apoiante ou simples interessado no tema, solicitando-lhe a respectiva interacção,assim como comunicando para ele directamente. Sandra Sequeira nº 207025; Pedro Gonçalves nº 207039; Susana Alcântara nº 207041; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 15
  16. 16. A existência de uma interface simples, visualmente criada para uma estratégia de cross-media -facilmente adaptável a web, email, tv e tecnologias móveis (aplicativos smartphones,SMS e mobile sites), foi um ponto fundamental a ter em conta. Conseguiu-se assim que o resultado final, fosse a adesão dos militantes e apoiantescomo também a sua colaboração na dinamização do conteúdo um dos elementos medidoresde sucesso – como a mobilização dos media face à aposta tecnológica do Partido. Num segundo momento procurou-se obter uma alavancagem de um verdadeiromovimento politico e civil, usando o site como ponte fundamental para toda a comunicação.Neste contexto, o projecto assentou, na perfeita identificação do conceito de Web 2.0: osutilizadores registados podiam descarregar conteúdos exclusivos, partilharem conhecimento,adquirirem novos membros, participar com conteúdos próprios, defender causas e inclusivecomunicar directamente com vários Ministros e com o próprio José Sócrates, num ambientesem intervenientes terceiros (como o caso da imprensa ou da oposição). Todo o conteúdo no site foi facilmente partilhado, através de ferramentas como odigg e delicious, twitter e o facebook. O projecto desenvolveu uma rede social dentro do próprio site com os conteúdosatrás referidos, separados por diversos temas, onde os utilizadores livremente podiamcomentar e contribuir. A adesão foi bastante elevada, ultrapassando os 10.000 utilizadoresúnicos registados, transformando-se num canal importante de reciprocidade entre o partido eos simpatizantes. Conseguiu-se com o site e toda a sua dinâmica de rede social inverter o canaltop-down de uma só direcção, para uma comunicação multi-direccional onde a participaçãosurgia também do eleitorado. Sandra Sequeira nº 207025; Pedro Gonçalves nº 207039; Susana Alcântara nº 207041; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 16
  17. 17. Já nas redes sociais mais conhecidas, só o twitter foi directamente usado comoferramenta de comunicação pelo Primeiro Ministro e pelo site – com mais de 1600 seguidorese 400 “tweets”, foi o canal em tempo real mais explorado e que maior tráfego trouxe ao site.Mais nenhuma rede social foi usada directamente pelo site Socrates2009.pt ou pelo PrimeiroMinistro. Uma das principais razões que se aponta para esta opção foi a necessidade demoderar constantemente estes canais e o risco de uma exposição desnecessária, quando váriosgrupos de simpatizantes e militantes efectuavam a respectiva divulgação. Estes gruposapoiavam a divulgação de eventos, notícias, vídeos, fóruns, acções públicas, através dos seusperfis. O resultado foi surpreendente. A título de exemplo o grupo gerido pela JS (JuventudeSocialista) para o Sócrates 2009 (denominado por Movimento 2009) em apenas 48horasconseguiu angariar mais de 500 utilizadores. O sucesso está também na correlação de outrasredes sociais como o Hi5, que em combinação atraiu vários utilizadores. Um movimento “viral”surgiu na sequência do conteúdo criado e divulgado pelosutilizadores. Estes foram motivados em partilhar a informação literalmente com o mundo,fornecendo-lhes ferramentas online, no site socrates2009.pt, para enviar a um amigo einclusive convidar a aderir ao movimento que se criou. Ao permitir que os utilizadoresincluíssem o seu próprio conteúdo, eles foram os embaixadores do site. Surgiram momentosinteressantes, como utilizadores publicarem nos seus blogs e enviado aos amigos as conversasque tiveram no chat (criado especialmente no site) com os Ministros. Estar atento às redes sociais era fundamental, e os blogs também fazem parte desteuniverso. Embora José Sócrates não tivesse o seu blog, estava consciente da importância dosbloggers nacionais, e da capacidade de mobilização politica que possuíam (e ainda hojepossuem). Face a esta realidade promoveu-se um evento com bloggers, a Blog Conf #1, quedurou mais de 4 horas com 20 dos principais bloggers, de todos os quadrantes políticos, desdeo 31 da Armada ao Jugular. Todo o evento foi focado em responder a todo o tipo de questõesdos participantes, numa sessão à porta fechada e sem jornalistas. Foi posteriormentedivulgado um vídeo com a conferencia na íntegra, através do Sapo Vídeos. O Youtube e o Sapo Vídeos foram outros dois canais muito importantes para adivulgação da mensagem e do conteúdo. O Youtube, de acordo com os dados de Agosto de2009 da Comcast.com foi o 2º mecanismo de pesquisa mais usado, a seguir ao Google. OSapo é o portal de conteúdo com o maior número de utilizadores em Portugal. Juntospermitiam responder à pesquisa de informação dos eleitores. Sandra Sequeira nº 207025; Pedro Gonçalves nº 207039; Susana Alcântara nº 207041; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 17
  18. 18. A comunicação entre o site e os utilizadores nele registado focaram em comunicaçãovia email, sms e através de um contact center montado especialmente para o efeito. É em suma, possível concluir que o site cumpriu grande parte dos seus objectivos:mobilizar os Portugueses a participar num momento politico tão importante para o pais. Écontudo necessário referir que em Portugal a politica ainda é particularmente clássicatornando-se complexa a angariação de votos via digital –a relação muito próxima do eleitor éfundamental, e nisto todos os partidos estão conscientes que em 2009 a internet e as redessociais foram importantes para mobilizar e consolidar votos, embora muito dificilmenteconseguiram angariar novos eleitores para o seu partido. No entanto as redes sociais são cadavez mais importantes para a adesão de consumidores a uma proposta, tendo em conta queestes confiam mais nas recomendações de amigos do que em sites oficiais, anúncios e artigosde imprensa6. Tudo são propostas de valor, seja ela politica, um serviço ou um produto.1 - Estudo “The Trust in Advertising” – The Nielsen Company NY, Julho 2009http://www.slideshare.net/PingElizabeth/nielsen-trust-and-advertising-global-report-july09Alguns dados relevantes:Status de 28 de Fevereiro a 4 de SetembroTotal Utilizadores: 10,638Visitas Totais: 151,124Pageviews: 688,014Média: 4.8 páginas/visitaBounce Rate: 37,01%Avg. Time: 4m45sVisitantes únicos: 83,7656 Fonte: Estudo “The Trust in Advertising” – The Nielsen Company NY, Julho 2009 Sandra Sequeira nº 207025; Pedro Gonçalves nº 207039; Susana Alcântara nº 207041; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 18
  19. 19. Origem das visitasdirecto: 42,22%google/organic: 20,64%ps.pt (referral): 5,65%mail.google.com (referral) : 2,37%twitter.com (referral): 2,19%Em suma:Direct Traffic 42.22%Referring Sites 36.42%Search Engines 21.36%CONCLUSÃO Convém desde logo desmitificar esta concepção distorcida, devendo perceber-se que omarketing viral não é uma estratégia de resultados, mas o resultado de estratégias. Não é umfim, mas sim um princípio, não é uma causa, mas uma consequência. As novas gerações de consumidores estão cada vez mais imunes á táctica “Envie a umamigo”, optando por canais de comunicação mais instantâneos e directos, como o InstantMessaging ou o SMS, levando os anunciantes a criar novas formas de se relacionarem com osconsumidores. Sandra Sequeira nº 207025; Pedro Gonçalves nº 207039; Susana Alcântara nº 207041; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 19
  20. 20. O novo marketing viral é o clássico boca-a-boca transportado para a Web, em queutlizadores/consumidores influenciam em tempo real o modo como as marcas sãopercepcionadas e as mensagens divulgadas. Assiste-se a um novo tipo de consumo por parte do consumidor, que alimenta a novaconversação graças aos serviços de media social, que pode ser, conteúdos gerados peloconsumidor, serviços de descoberta e recomendação social, serviços de bookmarking social,redes sociais e agregadores de conteúdo. Todas estas possibilidades fazem com que o utilizador se torne um agente viral aoconsumir (RSS, vídeo online, blogs) e distribuir (bookmarks sociais, podcasts, widgets) asmensagens relevantes ao seu grupo de amigos, tornando-as muito credíveis que as impostasatravés de iniciativas de marketing tradicional. A penetração deste tipo de serviços, em conjunto com novas plataformas integradoras,vai permitir o fomento e a convergência entre profissionais e pessoal, construindo um perfildigital avançado que tira partido dos dados recolhidos nas várias aplicações. Nem todos nos sentimos capazes de criar uma mensagem que contenha este tipo debenefícios de forma tão clara, mas os exemplos indicados são um bom ponto de partida paracriar o próximo conteúdo com ambições a viral. O método de distribuição, a eficácia com que é comunicada e a qualidade damensagem irão sempre determinar o sucesso de uma campanha, produto ou serviçoassociado, pois ao ser designada de “viral”, será sempre o resultado de todos estes esforços, enunca como um pedido, pois em 1ª instância estará sempre o consumidor, e é este o grandeinfluenciador. Desta forma e para concluir, as combinações perfeitas para criar um viral passa poridentificar os influenciadores (ex: demos de produtos, bloggers), fomento de relações deconfiança (ex: criação de uma network sustentada), sindicação de conteúdo e submissõeseditoriais (ex: aumento do alcance da mensagem), potenciar a atenção e a credibilidade (ex:criação de um guest blogger) e facilitar a divulgação e pesquisa (ex: criação de mecanismos departilha). Sandra Sequeira nº 207025; Pedro Gonçalves nº 207039; Susana Alcântara nº 207041; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 20
  21. 21. Bibliografia e NetgrafiaFOX, Scott. E-riches2.0. Amacom American Managemente AssociationBarry Schartz - Growing like a social GameCrescimento Facebookhttp://www.insidefacebook.com/ [consultado em 28-09-09]Marketing Viralhttp://lagartodosul.blogspot.com/2006/11/marketing-viral-definio.html [consultado em28-09-09]Marketing viral ajuda na definiçao de comprahttp://www.inmeta.com.br/noticias/index/vejamais/comunicacao-online-e-marketing-viral-ajudam-na-definicao-da-compra[consultado em 28-09-09]A tanquilidade do Marketing Viralhttp://www.mercadologia.org/a-tranquilidade-do-marketing-viral/ [consultado em 28-09-09] Sandra Sequeira nº 207025; Pedro Gonçalves nº 207039; Susana Alcântara nº 207041; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 21
  22. 22. Estratégias do Marketing Viralhttp://imasters.uol.com.br/artigo/5200/webmarketing/marketing_viral_na_web/[consultado em 28-09-09]Entrevista Marketing Viralhttp://www.mariopersona.com.br/entrevista_revista_recall.html [consultado em 28-09-09]Conceito de Marketing Viral no negóciohttp://chavedomundo.com/2008/02/12/aplique-o-conceito-de-marketing-viral-no-seu-negocio/[consultado em 28-09-09]Técnicas Facebook Top 5http://chavedomundo.com/2008/02/12/aplique-o-conceito-de-marketing-viral-no-seu-negocio/[consultado em 28-09-09]Facebook biblehttp://www.insidefacebook.com/2007/12/09/inside-facebook-marketing-bible-24-ways-to-market-your-brand-company-product-or-service-in-facebook/ [consultado em 28-09-09]Marketing Viral chave para o sucesso do Facebookhttp://68.71.208.17/Technology/story?id=3406174&page=1 [consultado em 28-09-09]AdvertusubgAg-the ad age viral videochart,http://adage.com/digital/article?article_id=140819 [consultado em 04-12-09]Marketing Viralhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing_viral [consultado em 04-12-09] Sandra Sequeira nº 207025; Pedro Gonçalves nº 207039; Susana Alcântara nº 207041; Paulo Almeida nº 207031; Nuno Figueiredo nº 207056; Pedro Ratão nº 207030 22

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