Aplicação purgador

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Apresentação de purgadores

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Aplicação purgador

  1. 1. Projeto de Sistemas de Vapor
  2. 2. Projeto de Sistemas de Vapor Aplicação de Vapor Purgadores
  3. 3. Projeto de Sistemas de Vapor Purgadores
  4. 4. Projeto de Sistemas de Vapor CONCEITO: Dispositivo que libera automaticamente condensado, sem perder VAPOR. CONDIÇÃO BÁSICA DE FUNCIONAMENTO: P1 > P2P1 > P2 PressãoPressão PressãoPressão PressãoPressão DiferencialDiferencial DiferencialDiferencial DiferencialDiferencial Purgador
  5. 5. Projeto de Sistemas de Vapor ALTURA 25 m TANQUE DE ÁGUA DA CALDEIRA EQUIP. P =2kgf/cm INFLUÊNCIA DA ALTURA MANOMÉTRICA Purgador
  6. 6. Projeto de Sistemas de Vapor Válvulas Manuais
  7. 7. Projeto de Sistemas de Vapor Válvulas de Passagem Variável
  8. 8. Projeto de Sistemas de Vapor Placa de Orifício Purgadores de Orifício Fixo
  9. 9. Projeto de Sistemas de Vapor Eliminador de ar; Remoção de condensado; Eficiência térmica; Confiabilidade. Características do bom Purgador
  10. 10. Projeto de Sistemas de Vapor 1- Mecânicos: a) De Bóia; b) De Balde Invertido. 2 – Termodinâmicos: a) De Fluxo Simples; b) De Fluxo Distribuído. 3 – Termostáticos: a) Bimetálico; b) Expansão Líquida; c) Pressão Balanceada. Tipos de Acionamento
  11. 11. Projeto de Sistemas de Vapor Purgadores Mecânicos
  12. 12. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Mecânico de Bóia
  13. 13. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Mecânico de Bóia
  14. 14. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Mecânico de Bóia
  15. 15. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Mecânico de Bóia
  16. 16. Projeto de Sistemas de Vapor No início do processo, o elemento eliminador de ar termostático permite a passagem do ar. Sem ele, o purgador ficaria travado pela presença do ar. O condensado alcança o purgador, levanta a bóia, e o mecanismo abre a válvula principal (sede). O condensado quente fecha o elemento eliminador de ar. O condesado é descarregado à temperatura do vapor saturado. Quando o vapor chega, a bóia desce e fecha a válvula principal (sede). Esta válvula principal (sede) está sempre abaixo do nível da água, prevenindo contra o escape de vapor vivo. Purgador Mecânico de Bóia
  17. 17. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Mecânico de Bóia
  18. 18. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador de Bóia com Eliminador de Vapor Preso Purgador Mecânico de Bóia
  19. 19. Projeto de Sistemas de Vapor Cilindro Entrada de vapor Saída de condensado Tubo pescador Sifão Estacionário Sifão rotativo Cilindros Secadores
  20. 20. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador de Bóia com Sede Dupla Purgador Mecânico de Bóia
  21. 21. Projeto de Sistemas de Vapor - Proporcionam a descarga contínua do condensado na mesma temperatura do vapor, sendo ideais para aplicações onde haja a necessidade da imediata eliminação do condensado; Principais Características: - Podem sofrer danos por golpes de aríete e por condensado corrosivo. - São bons eliminadores de ar, desde que providos com elemento próprio. Absorvem muito bem quaisquer variações de pressão e / ou vazão; - São os únicos que possibilitam a eliminação do vapor preso, desde que dotados da válvula tipo SLR; Purgador Mecânico de Bóia
  22. 22. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Mecânico de Bóia
  23. 23. Projeto de Sistemas de Vapor Fatores de Segurança Dimensionamento de Purgadores Esses fatores dependem de aplicações particulares - Drenagem de Linha - Tanque de Armazenagem - Tanque de Aquecimento - Aquecedores de Ar - Serpentina Submersa (nível baixo) - Serpentina Submersa (por sifão) - Drenagem de Cilindro - Linhas de Aquecimento (tracers) - Prensas 3 2 2 2 2 3 2 2 3
  24. 24. Projeto de Sistemas de Vapor Kit de drenagem padrão Purgador Mecânico de Bóia
  25. 25. Projeto de Sistemas de Vapor Bateria de Aquecedores de ar Drenagens com Purgadores de Bóia Principais Aplicações Purgador Mecânico de Bóia
  26. 26. Projeto de Sistemas de Vapor Drenagem com Purgador de Bóia Vaso Encamisado Produto Principais Aplicações Purgador Mecânico de Bóia
  27. 27. Projeto de Sistemas de Vapor Drenagem com Purgador de Bóia Trocador de Calor Casco-Tubo Principais Aplicações Purgador Mecânico de Bóia
  28. 28. Projeto de Sistemas de Vapor Cilindro Secador Drenagem com Purgador de Bóia Principais Aplicações Purgador Mecânico de Bóia
  29. 29. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Mecânico de Bóia
  30. 30. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Mecânico de Balde Invertido
  31. 31. Projeto de Sistemas de Vapor Saída Entrada Purgador Mecânico de Balde Invertido
  32. 32. Projeto de Sistemas de Vapor Saída EntradaEntrada Purgador Mecânico de Balde Invertido
  33. 33. Projeto de Sistemas de Vapor Saída Entrada Purgador Mecânico de Balde Invertido
  34. 34. Projeto de Sistemas de Vapor Saída Entrada Purgador Mecânico de Balde Invertido
  35. 35. Projeto de Sistemas de Vapor Saída EntradaEntrada Purgador Mecânico de Balde Invertido
  36. 36. Projeto de Sistemas de Vapor Saída Entrada Purgador Mecânico de Balde Invertido
  37. 37. Projeto de Sistemas de Vapor O condensado entra no purgador e forma o selo d´água no seu interior. O peso do balde mantém a sede aberta. O condensado flui ao redor do balde até ser eliminado do purgador. O vapor entra por baixo do balde, elevando-o. Isso faz com que o mecanismo com obturador também suba, fechando a sede O vapor enclausurado condensa e um pouco do vapor escapa através do orifício do balde. O peso do balde vai puxar o mecanismo do obturador para baixo, abrindo a sede e repetindo o ciclo. O pequeno orifício de escape do balde elimina o ar para o topo do purgador vagarosamente. Purgador Mecânico de Balde Invertido
  38. 38. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Mecânico de Balde Invertido
  39. 39. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Mecânico de Balde Invertido
  40. 40. Projeto de Sistemas de Vapor Principais Características: - Atendem altas pressões; - Necessitam de válvula de retenção na entrada para se evitar a perda do selo d’água, em função de eventuais variações de pressão. - Necessitam de um selo d’água para operar; - Eliminam o ar de forma lenta; - São muito resistentes a golpes de aríete e a condensado corrosivo; Purgador Mecânico de Balde Invertido
  41. 41. Projeto de Sistemas de Vapor Principais Aplicações Purgador Mecânico de Balde Invertido
  42. 42. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Mecânico de Balde Invertido
  43. 43. Projeto de Sistemas de Vapor Purgadores Termodinâmicos
  44. 44. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termodinâmico
  45. 45. Projeto de Sistemas de Vapor CORPO Purgador Termodinâmico
  46. 46. Projeto de Sistemas de Vapor CORPO DISCO Purgador Termodinâmico
  47. 47. Projeto de Sistemas de Vapor ISOTAMPA CORPO DISCO Purgador Termodinâmico
  48. 48. Projeto de Sistemas de Vapor Funcionamento Purgador Termodinâmico
  49. 49. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termodinâmico Funcionamento
  50. 50. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termodinâmico Funcionamento
  51. 51. Projeto de Sistemas de Vapor Funcionamento Purgador Termodinâmico
  52. 52. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termodinâmico Funcionamento
  53. 53. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termodinâmico Funcionamento
  54. 54. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termodinâmico Funcionamento
  55. 55. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termodinâmico Funcionamento
  56. 56. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termodinâmico Funcionamento
  57. 57. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termodinâmico
  58. 58. Projeto de Sistemas de Vapor 1 2 3 4 No início, a pressão de entrada atua na parte inferior do disco, elevando este e permitindo a descarga do ar e do condensado que chegam Simultaneamente o vapor flash pressuriza a parte superior do disco, empurrando este para baixo. O disco assenta na sede, mantendo a câmara superior pressurizada Quando o fluxo de condensado quente passa pela câmara de controle sua pressão cai, produzindo vapor flash. A alta velocidade do vapor flash cria uma zona de baixa pressão na parte inferior do disco, puxando- o e fechando a sede. O vapor flash acima do disco condensa, devido à troca térmica com a tampa do purgador, liberando o disco para a passagem do condensado que chega, reiniciando o ciclo de funcionamento. Purgador Termodinâmico
  59. 59. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termodinâmico
  60. 60. Projeto de Sistemas de Vapor - Não necessitam de ajustes em função das variações de pressão; - Não atendem bem grandes variações de pressão e vazão de condensado. - Descarregam o condensado de forma intermitente; - Possuem uma ISOTAMPA, para evitar que ocorra uma rápida condensação do vapor flash contido na câmara de controle. Sem ela o purgador promove aberturas e fechamentos em curtos espaços de tempo, causando perda de vapor e desgaste prematuro; - Eliminam o ar, desde que a pressão no início do processo se eleve lentamente; - Não admitem contrapressões ou pressões diferenciais baixas; - Podem operar em qualquer posição (preferencialmente na horizontal, em função do desgaste do disco); - São de fácil manutenção; - Não sofrem danos por golpes de aríete e condensado corrosivo; - Admitem altas pressões; - São muito compactos e possuem grandes capacidades de descarga em comparação ao seu tamanho; Purgador Termodinâmico Principais Características
  61. 61. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termodinâmico
  62. 62. Projeto de Sistemas de Vapor Principais Aplicações: Purgador Termodinâmico
  63. 63. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termodinâmico
  64. 64. Projeto de Sistemas de Vapor Purgadores Termostáticos
  65. 65. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termostático
  66. 66. Projeto de Sistemas de Vapor Pontos de Acúmulo de Ar no sistema Ar empurrado pelo vapor Ar confinado
  67. 67. Projeto de Sistemas de Vapor Temos a mistura de: 20 % Ar - 80 % Vapor A pressão absoluta de 3 kgf/cm2 Temperatura desejada 132,9oC (em uma mistura cada elemento exerce a mesma pressão que exerceria se estivesse ocupando sozinho o mesmo volume) PAbs = % Ar x PAbs + Vapor x PAbs 3 = 20 % X 3 + 80 % X 3 3 = 0,6 + 2,4 3 = 3 Pressão do ar = 0,6 kgf/cm2 Pressão do vapor = 2,4 kgf/cm2 Temperatura correspondente = 125,5 oC Aplicando a LEI DE DALTONAplicando a LEI DE DALTON Influência do Ar em Sistemas de Vapor
  68. 68. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termostático de Pressão Balanceada
  69. 69. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termostático de Pressão Balanceada
  70. 70. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termostático de Pressão Balanceada
  71. 71. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termostático de Pressão Balanceada
  72. 72. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termostático de Pressão Balanceada
  73. 73. Projeto de Sistemas de Vapor 1 2 3 No início do processo, o ar frio e o condensado entram no purgador e são descarregados livremente porque a cápsula também está fria, e a válvula aberta. Quando o condensado se aproxima da temperatura do vapor a cápsula vai aquecendo. O líquido da cápsula evapora, causando uma pressurização interna que atua sobre o diafragma, empurrando a válvula contra a sede, antes de ocorrer perda de vapor. O condensado esfria. A pressão de vapor no interior da cápsula diminui e a válvula começa a abrir. O condensado é descarregado e o ciclo se repete. Purgador Termostático de Pressão Balanceada
  74. 74. Projeto de Sistemas de Vapor Principais Características: - Permitem ajustes para descarregar condensado a baixas temperaturas (aproveitamento do calor sensível); - Descarregam condensado a temperaturas abaixo de 100°C, possibilitando alagamentos. Não devem ser aplicados em drenagem de sistemas onde se requeira eliminação imediata do condensado. - Possuem baixa resistência quando da presença de condensado corrosivo; - Não absorvem grandes variações de pressão, em função de sua forma construtiva; - São muito resistentes a golpes de aríete e a vibrações; - São excelentes eliminadores de ar; Purgador Termostático de Pressão Balanceada
  75. 75. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termostático de Pressão Balanceada Principais Aplicações:
  76. 76. Projeto de Sistemas de Vapor Frio Quente Calor Frio Quente Calor Purgador Termostático Bimetálico
  77. 77. Projeto de Sistemas de Vapor Válvula Aberta Purgador Termostático Bimetálico
  78. 78. Projeto de Sistemas de Vapor Válvula Fechada Purgador Termostático Bimetálico
  79. 79. Projeto de Sistemas de Vapor Lâmina Bimetálica CruzadaLâmina Bimetálica Cruzada TemperaturaTemperatura do vapordo vapor Curva doCurva do vaporvapor saturadosaturado Pressão do vaporPressão do vapor Purgador Termostático Bimetálico
  80. 80. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termostático Bimetálico
  81. 81. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termostático Bimetálico
  82. 82. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termostático Bimetálico
  83. 83. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termostático Bimetálico
  84. 84. Projeto de Sistemas de Vapor 1 2 3 No início, o elemento bimetálico está relaxado, e a válvula está aberta. O condensado frio e o ar são eliminados. O fluxo de condensado quente através do purgador aquece o elemento, que vai puxando a válvula contra a sede. Quando a temperatura do condensado descarregado se aproxima da temperatura do vapor, o elemento fecha a válvula. O novo condensado chega, relaxa o elemento, e permite a abertura da válvula, repetindo o ciclo. Purgador Termostático Bimetálico
  85. 85. Projeto de Sistemas de Vapor - Possuem grandes capacidades de descarga comparados com seu tamanho; Principais Características: - Descarregam o condensado abaixo da temperatura de saturação, não sendo viável sua instalação em sistemas onde se necessita uma rápida drenagem do condensado. - Não respondem rapidamente às variações de pressão; - São de fácil manutenção; - O obturador localizado na saída serve como retenção ao fluxo inverso; - Podem trabalhar em altas pressões e com vapor superaquecido; - Podem ser projetados para resistir a ação de condensado corrosivo; - São muito resistentes a golpes de aríete; - São excelentes eliminadores de ar; Purgador Termostático Bimetálico
  86. 86. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termostático Bimetálico Principais Aplicações:
  87. 87. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Termostático Bimetálico
  88. 88. Projeto de Sistemas de Vapor Curva de vapor saturado Bóia e Balde Invertido Termodinâmico Term. Pressão Balanceada Term. Bimetálico Expansão Líquida a 60ºC 0 100 Temp. Pressão Gráfico de Temperatura de descarga
  89. 89. Projeto de Sistemas de Vapor Conexão Universal
  90. 90. Projeto de Sistemas de Vapor Conexão Universal
  91. 91. Projeto de Sistemas de Vapor • Instalação em tubulações em qualquer posição; Benefícios: • A conexão pode ser utilizada para vários modelos de purgadores (universal). • Espaço reduzido de instalação; • Substituir o purgador sem precisar desmontar conexões (baixo custo de manutenção); • Somente dois parafusos desconectam o purgador da linha; Conexão Universal
  92. 92. Projeto de Sistemas de Vapor Conexão Universal
  93. 93. Projeto de Sistemas de Vapor Distribuidor de Fluxo Universal DFU
  94. 94. Projeto de Sistemas de Vapor TESTE DE ALAGAMENTO TESTE DE VAZAMENTO BLOQUEIO BLOQUEIO PURGADOR Sistema Convencional
  95. 95. Projeto de Sistemas de Vapor Pontos de Vazamento: Sistema Convencional
  96. 96. Projeto de Sistemas de Vapor Entrada Saída Válvula de descarga montante Válvula de descarga jusante Válvula de bloqueio montante Válvula de bloqueio jusante Distribuidor de Fluxo Universal - DFU
  97. 97. Projeto de Sistemas de Vapor 2 vias - para instalações sem retorno de condensado 4 vias - para instalações com retorno de condensado Distribuidor de Fluxo Universal - DFU
  98. 98. Projeto de Sistemas de Vapor Saída Válvula aberta Válvula aberta Válvula fechada Válvula fechada Operação normalOperação normal Entrada
  99. 99. Projeto de Sistemas de Vapor Saída Válvula fechada Válvula fechada Válvula aberta Válvula fechada Entrada Teste de alagamento ou by-pass p/ atmosfera Teste de alagamento ou by-pass p/ atmosfera
  100. 100. Projeto de Sistemas de Vapor Saída Válvula aberta Válvula fechada Válvula fechada Válvula aberta Entrada Teste de vazamento ou descarga p/ atmosfera Teste de vazamento ou descarga p/ atmosfera
  101. 101. Projeto de Sistemas de Vapor GAXETA GAIOLA GAXETA PISTÃO Distribuidor de Fluxo Universal - DFU
  102. 102. Projeto de Sistemas de Vapor • Montagem do purgador sem interferir na tubulação; Características • Somente dois parafusos desconectam o purgador da linha. • Conexão compatível com todos os purgadores da série U; • Permite instalação em qualquer orientação da tubulação; Distribuidor de Fluxo Universal - DFU
  103. 103. Projeto de Sistemas de Vapor Linha de Vapor Condensado DFU Purgador com conexão Universal Válvulas de Bloqueio Isolamento Distribuidor de Fluxo Universal - DFU
  104. 104. Projeto de Sistemas de Vapor Distribuidor de Fluxo Universal - DFU
  105. 105. Projeto de Sistemas de Vapor Sistemas de Drenagem
  106. 106. Projeto de Sistemas de Vapor AA BB CCAA BB CC Drenagem Coletiva
  107. 107. Projeto de Sistemas de Vapor AA BB CCAA BB CC Drenagem Individual
  108. 108. Projeto de Sistemas de Vapor Drenagem Coletiva Drenagem Individual Exemplo: Drenagem de Prensas
  109. 109. Projeto de Sistemas de Vapor coluna vapor tubulação de peq. diâmetro até o pé da coluna sifão tubo pescador curva de elevação Drenagem de Serpentina com saída pela parte superior
  110. 110. Projeto de Sistemas de Vapor Drenagem de Serpentina com saída pela parte inferior
  111. 111. Projeto de Sistemas de Vapor Vasos Encamisados
  112. 112. Projeto de Sistemas de Vapor Cilindros Secadores
  113. 113. Projeto de Sistemas de Vapor Cilindro Entrada de vapor Saída de condensado Tubo pescador Sifão Estacionário Sifão rotativo Cilindros Secadores
  114. 114. Projeto de Sistemas de Vapor Comportamento do condensado no interior dos cilindros a depender da velocidade Fig. 1 Fig. 2 Fig.3 Fig.4 Fig. 1 – Estácionario: Cilindro parado, condensado na parte inferior do cilindro. Fig. 2 – Empoçado: Baixa velocidade. O condensado movimenta-se de um lado para o outro, na parte inferior do cilindro. Fig. 3 – Cascata: Média velocidade. O condensado acompanha o cilindro até a atingir a vertical, quando o mesmo cai de volta para parte inferior do cilindro. Fig. 4 – Centrífugo: O condensado cria um anel na parede do cilindro, devido à ação da força centrifuga. Cilindros Secadores
  115. 115. Projeto de Sistemas de Vapor Entrada de vapor Saída de condensado União rotativa Drenagem de condensado com purgador FT SLR Entrada de vapor Saída de condensado União rotativa Drenagem de condensado com purgador FT SLR Cilindros Secadores
  116. 116. Projeto de Sistemas de Vapor Entrada de vapor Saída de condensado União rotativa Drenagem do condensado Purgador de bóia FT com conexão a uma válvula de descarga Entrada de vapor Saída de condensado União rotativa Drenagem do condensado Purgador de bóia FT com conexão a uma válvula de descarga Cilindros Secadores
  117. 117. Projeto de Sistemas de Vapor Cilindros Secadores
  118. 118. Projeto de Sistemas de Vapor vaporvapor condensadocondensado Aquecedores de Ar / Radiadores
  119. 119. Projeto de Sistemas de Vapor Trocadores de Calor
  120. 120. Projeto de Sistemas de Vapor Trocadores de Calor
  121. 121. Projeto de Sistemas de Vapor Trocadores de Calor
  122. 122. Projeto de Sistemas de Vapor Baixa Pressão Interna: Temp. próxima do Set Point P1 = P2 Válvula de Controle Modulando Stall Point Stall Point
  123. 123. Projeto de Sistemas de Vapor Temp. no Set Point P1 < P2 Válvula de Controle Fechada Baixa Pressão Externa: Stall Point
  124. 124. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador de Bombeamento - APT
  125. 125. Projeto de Sistemas de Vapor O condensado entra no corpo através da válvula de retenção de portinhola; Isto provoca a flutuação das bóias ; As bóias são conectadas ao mecanismo do purgador; Se a pressão a montante for suficiente para vencer a contrapressão o condensado é descarregado pelo purgador. APT - Funcionamento
  126. 126. Projeto de Sistemas de Vapor Se a pressão do sistema for inferior a contrapressão, um purgador convencional entraria em Stall; O condensado irá alagar o sistema; Com o APT 14 o condensado irá preencher seu corpo. APT - Funcionamento
  127. 127. Projeto de Sistemas de Vapor As bóias flutuarão até que o mecanismo da bomba dispare; A válvula de admissão de abre e a válvula de exaustão fecha. APT - Funcionamento
  128. 128. Projeto de Sistemas de Vapor A ação rápida do mecanismo garante uma rápida mudança do modo purgador para o modo bomba; Com a válvula de admissão de vapor aberta, a pressão interna ao APT eleva-se acima da contra-pressão; O condensado é forçado a deixar o APT através da sede do purgador para a linha de retorno de condensado. APT - Funcionamento
  129. 129. Projeto de Sistemas de Vapor Como o nível de condensado cai dentro do APT, as bóias ligadas ao mecanismo acionam-o; A válvula de admissão de vapor fecha e válvula de exaustão abre. APT - Funcionamento
  130. 130. Projeto de Sistemas de Vapor A pressão interna no APT é aliviada pela válvula de exaustão aberta. Como a pressão interna no APT é equalizada com o sistema, o condensado entra pela válvula de retenção de entrada tipo portinhola. No mesmo instante a válvula de retenção de saída (do tipo esfera) garante que o condensado da linha de retorno retorne ao interior do APT; O ciclo de purga ou bombeamento inicia-se novamente. APT - Funcionamento
  131. 131. Projeto de Sistemas de Vapor RemoRemoçção de Condensado de Trocadores de Calor Cascoão de Condensado de Trocadores de Calor Casco -- TuboTubo APT - Aplicações
  132. 132. Projeto de Sistemas de Vapor Métodos de Avaliação de Purgadores
  133. 133. Projeto de Sistemas de Vapor • Observação da descarga p/ atmosfera; • Visores de fluxo; • Medição de temperatura a jusante; • Calorimetria; • Estetoscópios industriais; • Detectores ultrassônicos; • Spiratec; • Termografia. Métodos de Avaliação de Purgadores
  134. 134. Projeto de Sistemas de Vapor Quantificação do Consumo de Vapor
  135. 135. Projeto de Sistemas de Vapor VaporVapor PurgadorPurgador CondensadoCondensado CondensadoCondensado ++ Vapor de revaporaçãoVapor de revaporação Avaliação Visual – Descarga para atmosfera
  136. 136. Projeto de Sistemas de Vapor FONE DE OUVIDOFONE DE OUVIDO TUBO DE BORRACHATUBO DE BORRACHA DIAGRAMADIAGRAMA PONTA DE CONTATOPONTA DE CONTATO Aplicação de estetoscópio industrial
  137. 137. Projeto de Sistemas de Vapor PurgadorPurgador VisorVisor dede fluxofluxo LinhaLinha dede retornoretorno Visores de Fluxo
  138. 138. Projeto de Sistemas de Vapor Método Ultrassônico – UP100
  139. 139. Projeto de Sistemas de Vapor Câmara Spiratec
  140. 140. Projeto de Sistemas de Vapor Calor dissipadoCalor dissipado por radiaçãopor radiação Condensado +Condensado + Vapor de reevaporaçãoVapor de reevaporação CondensadoCondensado Sensor de nívelSensor de nível PP11 = P= P22 VaporVapor CâmaraCâmara PP11 PP22 PURGADOR FUNCIONANDO NORMALMENTE Câmara Spiratec
  141. 141. Projeto de Sistemas de Vapor Aumento da velocidadeAumento da velocidade PP11 PP22 VaporVapor CondensadoCondensado Sensor de nívelSensor de nível PP11 > P> P22 Perda dePerda de vaporvapor vivovivo PURGADOR VAZANDO Câmara Spiratec
  142. 142. Projeto de Sistemas de Vapor Purgador Trabalhando Corretamente Purgador Falhou aberto Purgador Falhou Fechado (Represando) Câmara Spiratec
  143. 143. Projeto de Sistemas de Vapor RB 16E Interligado com RB 16E O RB 16E pode ser instalado numa base em cascata. Uma caixa mestre vai monitorar até 16 aparelhos R 16E. Uma luz vermelha na caixa mestre vai indicar que caixa local estará registrando o purgador com falha. A caixa Local irá identificar qual purgador especificamente está com falha. Câmara Spiratec
  144. 144. Projeto de Sistemas de Vapor Termografia
  145. 145. Projeto de Sistemas de Vapor Termografia
  146. 146. Projeto de Sistemas de Vapor Termografia
  147. 147. Projeto de Sistemas de Vapor Termografia

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