Iluminismo

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Portugal no Contexto Europeu dos Séculos XVII-XVIII.

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Iluminismo

  1. 1. Tema F: Portugal no ContextoEuropeu dos Séculos XVII e XVIII 1
  2. 2. A Revolução Científica na Europa e a permanência da tradiçãoA REVOLUÇÃO CINTÍFICA DOS SÉCULOS XVII/XVIII Renascimento Iluminismo (Séculos XV-XVI) (Séculos XVII-XVIII) Grandes Progressos Científicos Nova forma de pensar mais com base na observação e na racional (RACIONALISMO). experiência. Os conhecimentos só eram aceites depois de confirmados pela razão e pela experiência. MÉTODO EXPERIMENTAL – Sistema organizado de estudo que permite provar a veracidade ou falsidade de uma hipótese permitindo estabelecer relações entre os fenómenos MÉTODO EXPERIMENTAL 2
  3. 3. A REVOLUÇÃO CINTÍFICA DOS SÉCULOS XVII/XVIII FASES DO MÉTODO EXPERIMENTAL: • Observação Nascimento • Formulação de Hipótese • Experimentação da Ciência Moderna • Conclusão William Harvey Isaac Newton Blaise Pascal Galileu Galilei Rene Descartes Descobertas leis sobre o funcionamento do corpo humano, da natureza e do universo:  Descoberta da circulação do sangue – Harvey (Circulação do Sangue)  Física e Química – Pascal (Pressão Atmosférica)  Astronomia – Copérnico, Galileu, Halley, Kepler e Newton (Teoria Gravitacional)  Matemática – Descartes e Leibniz (Estudos de Álgebra e geometria) 3
  4. 4. A REVOLUÇÃO CINTÍFICA DOS SÉCULOS XVII/XVIII 4
  5. 5. A REVOLUÇÃO CINTÍFICA DOS SÉCULOS XVII/XVIII 5
  6. 6. A DIFUSÃO DO CONHECIMENTO 6
  7. 7. O ALARGAMENTO DO CONHECIMENTO DO MUNDO Os progressos na cartografia, geografia e construção naval dão origem a um novo movimento expansionista (exploração de novas regiões do mundo): • Austrália • Nova Zelândia • Ilhas do Pacífico Abel Tasman Austrália Viagens de James Cook James Cook 7 Vitus Bering Estreito de Bering
  8. 8. AS RESISTÊNCIAS À INOVAÇÃO Razões da resistência ao conhecimento  Apenas os membros dos grupos sociais privilegiados tinham acesso à informação.  A cultura popular continuava a ser marcada pelos conhecimentos ligados aos costumes e às tradições (magia, bruxaria).  Acção da Inquisição e do Índex (mantinham-se atentos a ideias contrárias à religião).  As descobertas cientificas eram vistas como uma ameaça aos saberes da Bíblia  O ensino tradicional dos Jesuítas (currículos e métodos ultrapassados) foi instrumento de controlo ideológico. 8 Julgamento de Galileu
  9. 9. O Iluminismo ILUMINISMO – Movimento que surgiu em Inglaterra no século XVII e se desenvolveu em França no século XVIII que defendia que o homem devia ser iluminado pela razão como forma de atingir o progresso, a felicidade e a liberdade. DEFENDIA  Acesso à educação (instrumento fundamental para desenvolver o espírito crítico que libertaria o homem da ignorância – liberdade de pensamento).  Melhoria das condições de vida das populações (progresso).  Conquista da liberdade, felicidade, tolerância e igualdade perante a lei. 9
  10. 10. O Iluminismo – Novo Conceito de Poder As ideias iluministas contribuíram para grandes mudanças sociais e políticas que se seguiram na Europa, como o Liberalismo. Sistema político que valoriza a defesa da liberdade individual e igualdade perante a lei Rousseau Montesquieu Voltaire • Soberania Popular (entrega • Separação de poderes – os • Defesa da igualdade perante do poder ao povo que o poderes legislativo, executivo a lei. exerceria pelo voto. e judicial deviam pertencer a órgãos diferentes. 10
  11. 11. O Iluminismo em Portugal As ideias iluministas chegam a Portugal em meados do século XVIII trazidas pelos Estrangeirados (intelectuais portugueses que viveram no estrangeiro e trouxeram para Portugal os ideais iluministas) . Luís António Verney Avelar Brotero Ribeiro Sanches O analfabetismo, o ensino tradicional dos Jesuítas e a acção da Inquisição justificam o atraso da entrada das ideias iluministas em 11 Portugal.
  12. 12. O Iluminismo em Portugal – As Reformas Pombalinas no Ensino Entre 1750 e 1772 o Marquês de Pombal, influenciado pelas ideias de Luís António Verney, leva a cabo um reforma em todos os níveis de ensino: • Contrata “mestres de ler, escrever e contar” para as escolas régias • Funda escolas régias para o ensino das Humanidades, estas serão mais tarde os liceus e hoje as escolas secundárias. • Funda O Real Colégio dos Nobres para a educação da nobreza • Cria a Aula de Comércio para os burgueses. • Reforma a Universidade de Coimbra fomentando o ensino prático, baseado na observação e experiência. • Criou novas faculdades, como a de Matemática e Filosofia. Laicização do Ensino (ensino público sem carácter religioso) 12

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