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                      Diadema, SP

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Organização da apresentação

Breve revisão de conceitos relacionados para
harmonizar a compreensão de todos.
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Biblioteca Pública                              porta de entrada ao conhecimento, educação, informação e lazer


 Missão: ...
TICs & Bibliotecas – premissas básicas

As tecnologias aplicadas na sociedade, geram impactos.

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Funções tecnológicas no trabalho cooperativo

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As 5 linhas do Serviço de Referência: tradicional às redes eletrônicas
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Biblioteca tradicional --   Física



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Biblioteca híbrida


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Biblioteca digital


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Esquema evolutivo da biblioteca tradicional para a nova biblioteca


Modesto, 2001.
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Ambiente das Redes Digitais:            Segunda fase da Internet (projetos e
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Web Semântica

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DADOS PARA CENÁRIO TECNOLÓGICO

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10 motivos para a empresa não ter medo de aderir às redes sociais


1- Acesso fácil e rápido ao conhecimento
2- O ser huma...
Geração pré – high - tech (Hi-tech)




Qual a responsabilidade da Biblioteca com a Geração Pré HT?
Geração high - tech




Qual a responsabilidade da
Biblioteca com a Geração HT?
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Biblioteca Pública resgatar sua função

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Comentário geral sobre recursos, com enfoque nas redes sociais e nos
modelos, projetos e experiências de bibliotecas aplic...
LexML : portal especializado em informação jurídica e legislativa


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http://beta.spezify.com/




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Paradigma de interface de busca
Interface de busca de catálogos de biblioteca
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The WWW Virtual Library
http://vlib.org/




É um dos mais antigos catálogos da Web, iniciado por Tim Berners-Lee (criador...
Biblioteca Pública       Biblioteca Digital



   Oferece serviços a uma       Centra atenção na          Serve como plata...
BP   Serviços oferecidos na Internet



                              • Sempre de acesso ilimitado
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Buscadores Internos
Além de buscar informações e recursos informativos existentes na biblioteca, podemos estar
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Projeto experimental da Z. Smith Reynolds Library


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Biblioteca da Univ. Carlos III
      http://www.uc3m.es/portal/page/portal/biblioteca




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Universidad de Málaga
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Library Success: A Best Practices Wiki
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Public Library Website Guidelines
http://www.olis.ri.gov/pubs/plstandards/websites.php




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Social Library                        WebBlogs – diários online


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Necessidade de expressão;

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Social Library                Ferramenta de Colaboração
                       http://www.2collab.com/nonLoggedInHomePage
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Social Library




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Social Library

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CRONÓPIOS
                                                        portal de literatura



                                ...
Componentes em um projeto BD

                                                Recursos Humanos
          NORMALIZAÇÃO

   ...
Biblioteca Digital - Principais Aplicações
                                      Implica integração de sistemas complexos:...
http://www.dlib.vt.edu/
Missão

Integrar o melhor da recuperação de informação — multimídias, hypermidia,
visualização — c...
http://www.perseus.tufts.edu/hopper/




Projeto Perseus de Biblioteca Digital (1985) explora o que acontece quando
biblio...
http://www.cervantesvirtual.com/




 Vídeo
http://www.cervantesvirtual.com/FichaObra.html?portal=17&Ref=11918&video=1
EPrint –                      DSpace –                                    CDSWare –
                              www.dspa...
Exemplo da Biblioteca Física - Híbrida




                Biblioteca Pública de Fremont

                          Um diá...
A Biblioteca da Futuro

 World

Nation

 State

 City


Community
                                     JCR Licklider, Libr...
Conclusão – I

A   conversão      da   Biblioteca     Pública    em    elemento
significativo para o desenvolvimento da so...
Conclusão – II

(Muitas vezes) bibliotecários são levados a se isolar, numa visão
bibliotecocêntrica (depois se lamentarem...
http://www.ofaj.com.br/colunistas.php?cod=2


                  Muito Obrigado !


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Bibliografia

Modesto, F. Internet, biblioteca e comunidade acadêmica: Conhecimento, usos e impactos: pesquisa com
três un...
José Fernando Modesto da Silva


Natural de Campinas/SP. Bacharel em Biblioteconomia e
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Uso de tecnologias para a informação: perspectivas para as bibliotecas na era das redes sociais
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Palestra proferida no 1º - Seminário “A Biblioteca que Queremos”. Evento promovido pela Biblioteca Municipal “Olíria de Campos Barros” - Diadema, SP, 2009. Comenta-se as alternativas para as bibliotecas públicas adaptarem-se ao atual cenário das redes sociais.

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Uso de tecnologias para a informação: perspectivas para as bibliotecas na era das redes sociais

  1. 1. Biblioteca Municipal “Olíria de Campos Barros” - Diadema, SP 1º - Seminário “A Biblioteca que Queremos” Mesa Uso de tecnologias para a informação BIBLIOTECAS FÍSICAS, BIBLIOTECAS HÍBRIDAS, BIBLIOTECAS DIGITAIS, BIBLIOTECAS HIPERLOCAIS: PERSPECTIVAS PARA AS BIBLIOTECAS NO UNIVERSO DAS REDES SOCIAIS Fernando Modesto Diadema, SP – 28/05/2009 ECA/USP
  2. 2. Comentar o cenário tecnológico Intenções desta apresentação tendo como objeto central – Biblioteca Pública Teóricos para entender impactos tecnológicos e ambientes digitais em rede Derrick de Kerckhove Nicolas Negroponte Peter Burke Pierre Lévy Manuel Castells Tim Berners-Lee Rafael Capurro
  3. 3. Organização da apresentação Breve revisão de conceitos relacionados para harmonizar a compreensão de todos. Apresentação resumida de dados estatísticos sobre o cenário atual das novas tecnologias na sociedade. Comentário geral sobre recursos, com enfoque nas redes sociais e nos modelos, projetos e experiências de bibliotecas aplicando tecnologias Web. Citação de caso: a arquitetura física de uma biblioteca pública norte-americana. Conclusões finais.
  4. 4. Biblioteca Pública porta de entrada ao conhecimento, educação, informação e lazer Missão: dever oferecer condições para tornar os cidadãos aptos a encontrarem a liberdade, prosperidade, desenvolvimento individual e social; ser agente de paz e bem estar espiritual; contribuir para integração social, preservação da memória e respeito a ecologia. Objetivo: baseado nas condições locais, disponibilizar tipos vários de conhecimento, por meio de fontes e serviços que incluam materiais convencionais, bem como novos tipos de mídias e tecnologias emergentes, com base em igualdade para acesso a todos os cidadãos em geral e a grupos especiais, a despeito da idade, raça, sexo, religião, nacionalidade, língua e status social, sem censura política, religiosa e pressões comerciais; prover condições para o auto-didatismo; apoiar a educação formal e contínua; prestar informação em vários níveis, informação de utilidade pública, principalmente à população desprivilegiada economicamente; abrir espaços à cultura, ensino, estudo e pesquisa e lazer. Público – alvo: cidadão em geral (país, estado, cidade ou bairro), com atenção as diversas comunidades, procurando segmentar os usuários em grupos específicos crianças, jovens, idosos, deficientes, imigrantes, estudantes, profissionais e empregados de setores produtivos diversos, entre outros. Ter em conta: pesquisa sócio-econômica da comunidade-alvo; conhecimento/integração com agências paralelas; identificação de propósitos dos vários segmentos reais e potenciais que freqüentam a biblioteca, como base para planejar atividades/produtos. MACEDO, N. D.; MODESTO, F. (1999).
  5. 5. TICs & Bibliotecas – premissas básicas As tecnologias aplicadas na sociedade, geram impactos. Bibliotecas são organismos sociais prestadores de serviços. Como organismos sociais, têm como característica a promoção de um intercâmbio constante com a sociedade nas quais se inserem e das quais sofrem influências (fortes) de caráter cultural, econômico, científico e tecnológico. As tecnologias emergentes geram impactos e transformações que bem ou mal contribuem para reestruturação de serviços, capacitação profissional e forma de relacionamento entre a comunidade usuária e biblioteca. Avaliar, refletir e propor, parecem ser a melhor alternativa para caminhar no atual momento. O que gerencia o direcionamento da Biblioteca não é bibliotecário ou pessoal da biblioteca, mas a comunidade usuária. Modesto (2001)
  6. 6. Funções tecnológicas no trabalho cooperativo comunicação colaboração Correio Infraestrutura Bases de dados eletrônico de compartilhada Groupware Workflow Comunicação baseada em correio eletrônico. Colaboração mediante bases de dados compartilhada. Coordenação baseada no fluxo de coordenação Segredo Manzanedo, 1996. trabalho. Saorín Pérez, 2004.
  7. 7. As 5 linhas do Serviço de Referência: tradicional às redes eletrônicas LINHAS TRADICIONAL REDES DIGITAIS 1. Ação em si do SRI Interação humana – Troca de mensagens eletrônicas (e-mail, chat), usuário/bibliotecário face-a-face, interação remota/virtual, sem barreiras de respostas/perguntas de referência. espaço e tempo. 2. Educação do usuário Capacitação formal dos usuários para Agentes inteligentes (know-boots), utilização dos sistemas de informação. identificando fontes informacionais que atendam necessidades dos usuários. 3. Alerta e disseminação Produtos/serviços para atualizar e Uso de recursos tecnológicos, formatos para da informação divulgar conhecimento e informações de distribuição eletrônica – produtos/serviços, interesse – meio impresso. artefatos digitais. 4. Divulgação e Quadros de aviso, plantas localizadoras; Opções de ajuda nos Web sites, informando e comunicações (visuais sinalização de espaços representações instruindo sobre serviços e produtos existentes e gráficas) gráficas, guias, folhetos divulgativos e para uso, orientando desta forma a navegação instrucionais. dos usuários. 5.Administração / Planejamento interno e funcional dará a Organização e gestão de informações supervisão do SRI prestação de informações aos usuários – digitais. espaço de leitura, acervo, catálogo e postos de empréstimo. MACEDO, N. D.; MODESTO, F. (1999).
  8. 8. Biblioteca tradicional -- Física Caracterizada como organização em que tanto a coleção quanto seu catálogo utilizam suporte de registro impresso (Atualizando, coleção em suportes físicos e catálogo eletrônico). Para obtenção das informações depende-se da sua localização física e de provisão de cópias. Modesto (2001)
  9. 9. Biblioteca híbrida É termo visualizado como uma fase intermediária entre a biblioteca tradicional e a biblioteca totalmente digital. A implementação depende tanto de uma mudança cultural quanto do desenvolvimento tecnológicos; sendo um modelo utilizado para explicar como a biblioteca irá evoluir para outros níveis ou metáforas de biblioteca. Modesto (2001) Marca a convivência da biblioteca convencional com a nova biblioteca. MACEDO & MODESTO (1999).
  10. 10. Biblioteca digital Contempla apenas informações na forma digital, armazenadas em diferentes meios eletrônicos; e acessadas remotamente por meio de redes computacionais. Modesto (2001) Organismo responsável por selecionar, adquirir, controlar bibliograficamente, armazenar, conservar e por à disposição dos usuários uma coleção de publicações eletrônicas. García Camarero & García Melero (2001) Biblioteca localizada em uma rede local ou Internet. Oferece informação incluindo livros e materiais digitalizados, catálogos de bibliotecas, e conexões a outros recursos relacionados com documentos eletrônicos, na Internet. Permite consultar os recursos desde qualquer parte do mundo por meio da Internet. fonte: http://www.cervantesvirtual.com/informacion/faq.jsp segue
  11. 11. Esquema evolutivo da biblioteca tradicional para a nova biblioteca Modesto, 2001.
  12. 12. HyperBiblioteca Não competir com o mundo. A Biblioteca que encontra o seu usuário e a sua comunidade no seu entorno. Implementa novas formas de comunicação e atração desse público, explorando intensamente a informação de/em sua localidade. Não requer grande elaboração, nem recursos e equipamentos caros e custosos. Também não estoura o orçamento para chegar ao público mais digital. Conhecer hábitos da comunidade Visitar o vizinho Conversar com as pessoas (captar idéias e sugestões) Circular pelos pontos de freqüência das pessoas Ir aos postos de inclusão digital e lanhouse Elaborar projetos pilotos (das informações que deseja passar às pessoas e comunidade do entorno)
  13. 13. Ambiente das Redes Digitais: Segunda fase da Internet (projetos e modelos de negócios), a partir de 2000. Web como plataforma: nova maneira de oferecer serviços graças á combinação de diversas tecnologias. O usuário é o REI: de espectador, leitor e consumidor (passivo) Das três qual a mais converte-se em criador e gerador de significativa ? conteúdos e serviços. Qual é o papel da Biblioteca nesse cenário? Que Bibliotecas queremos?
  14. 14. Web Semântica Uma web de dados. Web que deve ser mais inteligente que a atual graças ao uso de metadados que descrevem e contribuem com informação adicional sobre o conteúdo publicado. Objetivo da web semântica : as máquinas se comuniquem e se entendam sem dificuldades, de maneira que a mediação humana em determinados processos se torne desnecessária. Web semântica, o conteúdo deve estar expressado não só em linguagem natural, mas em formato que possa ser interpretado e utilizado sem problemas por agentes de software. Nafria, 2007, p.364
  15. 15. Tim Berners-Lee Web Informações categorizadas Pai da web Semântica e padronizadas Construir, modelar, padronizar, visualizar Ferramentas Metadados Ontologias Agentes Modelos conceituais: explicita vocabulário usado Softwares – de usuário – procura nas aplicações semânticas. Comunicação sem informações, comunica com SW, ambigüidades. Língua Franca da WS. compara dados, fornece respostas. Web Services Internet como ambiente de negócio, Linguagens da Web cultura, educação e lazer para as Semânticas pessoas. Máquinas processem a Construção de modelos informação automaticamente. semânticos Modelos de ontologias construídas por pessoas e instituições (independentes) como as páginas HTML (há dez anos).
  16. 16. DADOS PARA CENÁRIO TECNOLÓGICO Contagem da população (2007) = 183.987.291 IBGE 32,1 milhões de usuários da internet no país Pessoas que moram em residências (com computador + internet, mas não necessariamente entram na grande rede) = Ibope/NetRatings 38,23 milhões. Usuários ativos da internet residencial (jan. 2009)= 24,46 milhões (Agencia Estado, 19/02/2009) Perfil: características pessoais, descrição física, preferências: livros, músicas, texto apresentação. 40 milhões de usuários Brasil maior número, 72,91% 52,57% dos membros – faixa dos 18-25 anos. 85,3% dos brasileiros com mais de 14 anos de idade que acessaram a internet em setembro de 2008 visitaram alguma rede social. (consultoria comScore), Vejacom - http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia- saude/redes-sociais-voce-ainda-esta-fora-429214.shtml Enorme quantidade de sites de relacionamentos que proliferam pela rede e ganham cada vez mais adeptos. Atualmente, estima-se que pelo menos 260 milhões de pessoas freqüentem ambientes virtuais de sociabilidade em todo o mundo. Veja acervo digital - http://veja.abril.com.br/acervodigital/?edicao=1993&pg=68
  17. 17. ACESSO MUNDO* Pessoas com 2 anos ou mais que moram em domicílios com acesso à internet via computador doméstico, em milhões Fonte: GNETT - IBOPE//NetRatings *4º trimestre de 2008
  18. 18. R Mensagem instantânea Chat E Fóruns Blogs D Composição Email primordial Fotos, vídeos, textos, livros e música E Wikis Compartilhamento de Arquivos Contatos pessoais Etiquetagem S Biblioteca Digital, O Bases de dados, Repositórios, C WebOpacs I Envolver as pessoas a participar da comunidade. A Convidá-las a contribuir com conteúdos e fazer uso desses conteúdos. Biblioteca Oferecer opções aos usuários de não serem leitores passivos, mas L produtores de conteúdos compartilhados.
  19. 19. 10 motivos para a empresa não ter medo de aderir às redes sociais 1- Acesso fácil e rápido ao conhecimento 2- O ser humano adora rede social 3- A inovação aparece Bibliotecas e serviços de 4- Quebra da barreira geográfica informação, têm medo de 5- Quebra da barreira hierárquica aderir às redes sociais? 6- Comunicação direta sem intermediários 7- Identidade pessoal 8- Referências 9- Política de portas abertas 10- Tecnologia simples e fácil blog "A Quinta Onda", do Mauro Segura, da IBM Brasil, que discute comunicação e comportamento na era da sociedade digital.
  20. 20. Geração pré – high - tech (Hi-tech) Qual a responsabilidade da Biblioteca com a Geração Pré HT?
  21. 21. Geração high - tech Qual a responsabilidade da Biblioteca com a Geração HT?
  22. 22. Competência Informacional Information literacy Função importante da Biblioteca (digital) na sociedade da informação (aprendizagem) refere-se à capacitação do usuário. Seja usuário remoto ou pessoa com necessidade especial de atendimento, o usuário precisa possuir uma capacitação básica (deve ser alfabetizado) para ter acesso à informação e aos conteúdos das Bibliotecas (digitais). O termo alfabetização implica que todos devem possuir esta capacidade que constitui a bagagem cultural indispensável para a sociedade da aprendizagem. Esta capacidade abrange mais do que a busca de informação e inclui também o saber pensar criticamente, o saber tomar decisões, o saber contribuir com novos conhecimentos para a sociedade baseada na aprendizagem. (Tammaro & Salarelli, 2008, p.273)
  23. 23. Biblioteca Pública resgatar sua função Usuários Analfabetos Espaço multidisciplinar Usuários Alfabetizados Usuários Tradicionais Usuários com necessidades especiais Usuários Hi-tech Usuários remotos BIBLIOTECA Serviços tradicionais Biblioteca 2.o Serviços especiais Interativa Serviços de aprendizagem Cooperativa Inclusão digital Colaborativa Serviços Digitais Biblioteca Social – Usabilidade Agregadora/Produtora/Promotora/Formadora
  24. 24. Comentário geral sobre recursos, com enfoque nas redes sociais e nos modelos, projetos e experiências de bibliotecas aplicando tecnologias Web.
  25. 25. LexML : portal especializado em informação jurídica e legislativa http://www.lexml.gov.br/ Reunir leis, decretos, acórdãos, súmulas, projetos de leis entre Finalidade outros documentos das esferas federal, estadual e municipal dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário de todo o Brasil. Vocabulários Controlados
  26. 26. http://beta.spezify.com/ Mecanismo de busca ligeiramente diferente. Spezify permite digitar uma busca e encontrará informação de várias fontes (agindo como uma multimáquina de busca). Exibe resultados em um formato visual distinto.
  27. 27. Paradigma de interface de busca
  28. 28. Interface de busca de catálogos de biblioteca
  29. 29. Open Directory Project é um amplo e abrangente diretório da web editado por humanos. Construído e mantido por uma comunidade global de editores voluntários. http://www.dmoz.org/ Open Directory criado no espírito do Open Source Movement (Movimento pelo software livre e com códigos fontes abertos), e é o único grande diretório totalmente livre e gratuito. Não há, nem nunca haverá, nenhum custo para a submissão de sites ao diretório, e para o uso de seus dados.
  30. 30. The WWW Virtual Library http://vlib.org/ É um dos mais antigos catálogos da Web, iniciado por Tim Berners-Lee (criador de HTML e da própria Web), em 1991 na CERN em Genebra. O sistema é mantido com o trabalho de voluntários que compilam páginas de conexões fundamentais para áreas nas quais eles são especialistas; embora não seja o maior índice da Web, as páginas da VL são reconhecidas como um guia de alta-qualidade.
  31. 31. Biblioteca Pública Biblioteca Digital Oferece serviços a uma Centra atenção na Serve como plataforma de comunidade de usuários informação e no usuário acesso à Web para virtuais local qualquer usuário independente de idade, sexo, raça, ocupação, nacionalidade, formação tecnológica, interesses, necessidades BP na Internet tem um caminho de superação, de oferecer aos usuários tradicionais e novos, por meio de seu site web, atrativos serviços , recursos e informações, adotando novas funções que complementem até as tradicionais já existentes.
  32. 32. BP Serviços oferecidos na Internet • Sempre de acesso ilimitado • Informação geral e institucional (direções, telefones, Básicos horários, normas e legislação), acesso ao catálogo online, quadro de anúncio, caixa de sugestões, recursos para consultas simples. Segundo • Recursos projetados para oferecer na rede • Empréstimo e obtenção de documentos, aquisições, acesso à base de dados, texto digitais (coleção), nível recursos de internet (complemento aos existentes na biblioteca) Novos • Valor agregado – para ampliar as ações da Biblioteca • Dossiê temáticos, alertas informativos, serviços recomendação bibliográfica, temas de interesse e atualidade, informação para comunidade. Saorin Perez, 2004
  33. 33. Buscadores Internos Além de buscar informações e recursos informativos existentes na biblioteca, podemos estar interessados em informações relacionadas com a biblioteca e seu site. Com o buscador interno pode- se buscar por questões referentes à BP. O buscador não oferece informação bibliográfica. http://tinyurl.com/r3jjam http://www.jcyl.es/scsiau/Satellite/pr/es/Bibliotecas/Page/BibliotecasPlantillaHomePortal/1189173126394/_/_/_?asm=jcyl
  34. 34. Projeto experimental da Z. Smith Reynolds Library http://zsr.wfu.edu/ Ferramental de serviços e vídeos http://zsr.wfu.edu/toolkit/ Infraestrutura do YouTube http://www.youtube.com/zsrlibrary
  35. 35. Biblioteca da Univ. Carlos III http://www.uc3m.es/portal/page/portal/biblioteca Biblioteca CRAI – Centro de Recursos de Aprendizagem e Informação Tutoriais para competências dos usuários http://www.uc3m.es/portal/page/portal/biblioteca/aprende_usar/tuto riales_y_ayudas
  36. 36. Universidad de Málaga Serviços digitais FORMACIÓN DE USUARIOS http://www.uma.es/ficha.php?id=74091 BP pode desempenhar papel fundamental por meio da formação, educação, orientação e instrução dos usuários para lhes proporcionar habilidades e destrezas. http://www.uma.es/ficha.php?id=62379
  37. 37. Library Success: A Best Practices Wiki http://www.libsuccess.org/index.php?title=Main_Page Wiki criado como fonte de idéias e informação sobre programas e projetos bibliotecários de sucesso. No mundo todo, bibliotecários desenvolvem programas de sucesso e fazem coisas inovadoras com tecnologia que pessoas de fora da biblioteca desconhecem. Há inúmeros blogs que compartilham informação sobre a profissão, mas não há um lugar onde toda está informação está armazenada e organizada.
  38. 38. Public Library Website Guidelines http://www.olis.ri.gov/pubs/plstandards/websites.php Website de biblioteca pode ser um recurso de informação vital para a comunidade Diretrizes básicas para o conteúdo e desenho de site de biblioteca pública. Satisfazem os Padrões Mínimos para as bibliotecas públicas de Rhode Island.
  39. 39. Social Library WebBlogs – diários online Finlândia Projeto PARTECO – Medial Laboratory at the University of Applied Sciences and the funding Agency for Technology and Innovation (TEKES). Bibliotecários na Finlândia Informações de experiências Blog for the Central Espoo Library http://wanhakeskari.blogspot.com/ Jaakkokeskarin palsta http://jaakkokeskarinpalsta.blogspot.com/ Fornece acesso para blogs LibWorm http://www.libworm.com/ relacionados com bibliotecas Library Law http://blog.librarylaw.com/ Blog para atualização sobre Library toolbar http://librarytoolbar.blogspot.com/ intercâmbio, compartilhamento e cooperação de Biblioteca
  40. 40. Necessidade de expressão; Desejo de compartilhar saberes; Desejo de se integrar em uma comunidade; Busca de conhecimento; Razões para as pessoas Exploração criativa; escreverem um Blog Terapia; Participação política; Defesa de interesse; Mera exposição. Qual seria a razão para a Biblioteca Pública manter ou não um Blog?
  41. 41. Social Library Ferramenta de Colaboração http://www.2collab.com/nonLoggedInHomePage Organizar grupos ou equipes de pesquisa onde possa ser inserir, compartilhar e gerenciar recursos. Ferramenta online de bookmarking e gerenciador de referência, na qual pesquisadores podem construir e administrar as suas bibliotecas de links, e exportar os dados para inclusão em documentos de projeto ou artigos. Pode-se usar 2collab para criar um recursos centralizado de bibliografia . Plataforma que permite a criação de redes sociais individualizadas, e aderir a redes de utilizadores que partilhem os mesmos interesses. Ning permite partilhas de interesses específicos. É utilizado por redes sociais de professores Ning http://www.ning.com/ e educadores.
  42. 42. Social Library LibraryThing http://br.librarything.com/ Um lar para seus livros Uma comunidade de 600,000 amantes de livros Como o Biblioteca Pública pode fazer uso de uma ferramenta de circulação de livros impressos?
  43. 43. Social Library Biblioteca 2.0 http://www.librarything.com/forlibraries/ Library World http://www.libraryworld.com/
  44. 44. CRONÓPIOS portal de literatura Site publica textos de escritores brasileiros, transmite saraus e propõe novos formatos de consumo de literatura. http://www.cronopios.com.br/site/default.asp TV Cronópios (www.tvcronopios.com.br) .Produz vídeos documentais sobre literatura e mantém dois programas inovadores em formato e conteúdo.
  45. 45. Componentes em um projeto BD Recursos Humanos NORMALIZAÇÃO Copyright Metadados Coleção BIBLIOTECA SGML DIGITAL Digitalização MARC Hardware SOFTWARE Capacitação
  46. 46. Biblioteca Digital - Principais Aplicações Implica integração de sistemas complexos: Coleções documentais com diferentes estruturas; Conteúdos de diversos tipos e fontes de criação informação. Variada lista de componentes de hardware e Bibliotecas digitais ou software para inter-operar através de diferentes estruturas repositórios de informação de dados, algoritmos de processamento e multiplas pessoas, comunidades e instituições com objetivos, políticas e culturas diferentes. Perspectiva bibliotecária interoperabilidade apresenta muitas dimensões. Inclui: interoperabilidade dos sistemas de informação e Criação e desenvolvimento de de seus conteúdos requer implementar opções ricas bases de dados; semanticamente: Geração de metadados; Modelos para desenhar esquema de Busca e recuperação da informação; metainformação Interação com o usuário. RDF – Resource Description Framework CORBA – Common Object Request Broker Architecture Protocolos para disseminação de conteúdo de metadados como OAI – Open Archives Initiative
  47. 47. http://www.dlib.vt.edu/ Missão Integrar o melhor da recuperação de informação — multimídias, hypermidia, visualização — com o melhor dos aspectos humanísticos das bibliotecas vivas. Interesse O trabalho sobre bibliotecas digitais é diversificado, incluindo teoria, experimentação, e questões humanas. Esforços contínuos com ferramentas de catalogação, visualização da coleção, questões internacionais, mineração de dados, definição de Bibliotecas Digitais e de bibliotecários digitais como sistemas de atividade humanos, geração dinâmica de análise de documento.
  48. 48. http://www.perseus.tufts.edu/hopper/ Projeto Perseus de Biblioteca Digital (1985) explora o que acontece quando bibliotecas mudam para on-line. Duas décadas depois, novas formas de publicação emergem e milhões de livros tornam-se digitais. A pergunta é mais urgente ainda. Perseus é uma experiência prática na qual explora as possibilidades e os desafios da coleções digitais em um mundo conectado em rede.
  49. 49. http://www.cervantesvirtual.com/ Vídeo http://www.cervantesvirtual.com/FichaObra.html?portal=17&Ref=11918&video=1
  50. 50. EPrint – DSpace – CDSWare – www.dspace.org http://cdsware.cern.ch www.eprints.org Desenvolvido pela empresa HP e a biblioteca do MIT. Desenvolvido, mantido e utilizado pelo Distribuído sob licença GNU CERN (European Laboratory for (Open Source). Particle Physics). Greenstone – VT ETD-ds – http://www.greens http://scholar.lib.vt.ed tone.org/ u/ETD-db Desenvolvido pela Virginia Polytechnic Institute e a State University (EUA) Software Joomla! - http://www.joomla.c Drupal - om.br/ http://www.drupal.co m.br/ Public Knowledge Project Editoração de Revistas - SEER (Open Journal Systems) da http://www.ibict.br/secao.php?cat=S Universidade British EER/Revistas Columbia Software para a construção e gestão de http://www.pkp.ubc.ca/ojs/ publicação eletrônica.
  51. 51. Exemplo da Biblioteca Física - Híbrida Biblioteca Pública de Fremont Um diário visual de viagem Fernando Modesto Freemon
  52. 52. A Biblioteca da Futuro World Nation State City Community JCR Licklider, Libraries of the Future 1965, MIT Press 57
  53. 53. Conclusão – I A conversão da Biblioteca Pública em elemento significativo para o desenvolvimento da sociedade da informação requer ampliar e redefinir competências e aptidões técnicas de Bibliotecários e outros profissionais. Capacitar-se para contribuir com a promoção e a formação no uso das tecnologias da informação e comunicação por parte do cidadão. Converter-se em mediador ativo entre os usuários e a informação (cada vez mais variada e complexa).
  54. 54. Conclusão – II (Muitas vezes) bibliotecários são levados a se isolar, numa visão bibliotecocêntrica (depois se lamentarem por não gozarem de consideração). A mudança cultural hoje é necessária é, ao contrário, uma mentalidade personacêntrica que parte das necessidades cotidianas dos usuários para construir a função de suporte da biblioteca na solução de problemas reais. Bibliotecários devem transformarem-se em agentes imprescindíveis na sociedade da aprendizagem. A tecnologia, nesse esforço de mudança, dará notável contribuição. (Tammaro & Salarelli, 2008, p.277)
  55. 55. http://www.ofaj.com.br/colunistas.php?cod=2 Muito Obrigado ! Fernando Modesto fmodesto@usp.br http://www.eca.usp.br/prof/fmodesto
  56. 56. Bibliografia Modesto, F. Internet, biblioteca e comunidade acadêmica: Conhecimento, usos e impactos: pesquisa com três universidades paulistas (UNESP, UNICAMP e USP). São Paulo, 2001. Tese (Doutorado) – ECA/USP. Macedo, N. D.; Modesto, F. (1999). Equivalências: do serviço de referência convencional a novos ambientes de redes digitais em bibliotecas. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, Nova Série, v.1, n.1, p.38-72. García Camarero, E; García Melero, L. A. (2001). La biblioteca digital. Madrid : Arco / Libros, 2001. Telles, A. Orkut.com: como você e sua empresa podem tirar proveito do maior site de relacionamento do Brasil. São Paulo: Landscape, 2006. Martinez Usero, J.; Lara Navarra, P. La interoperabilidad de la información. Barcelona : Editorial UOC, 2007. Tammaro, A. M.; Salarelli, A. A biblioteca digital. Trad. Antonio Agenor Briquet de Lemos. Brasília : Briquet de Lemos, 2008. Saorín Pérez, T. Los portales bibliotecarios. Madrid : Arcos/Libros, 2004. Nafría, I. Web 2.0: el usuário, el nuevo rey de internet. Barcelon : Gestión 2000, 2007.
  57. 57. José Fernando Modesto da Silva Natural de Campinas/SP. Bacharel em Biblioteconomia e Documentação e Mestre em Biblioteconomia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas – PUCCamp. Doutor em Comunicação pela ECA/USP, Pós-graduação na Universidade Carlos III de Madrid, Espanha. Professor de Biblioteconomia. Militante no Movimento Associativo Bibliotecário do Estado de São Paulo. Mais textos interessantes: http://www.ofaj.com.br

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