Anvisa aperta o cerco ao cigarro.

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O texto prevê restrição de anúncios em pontos de venda,
além de mais espaço para imagens de advertências
sanitárias em embalagens.

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Anvisa aperta o cerco ao cigarro.

  1. 1. Saúde na mídia Brasília, 07 de dezembro de 2011 Valor Econômico/BR Ministério da Saúde | Órgãos Vinculados | Anvisa Anvisa aperta o cerco ao cigarro EMPRESAS também na metade inferior da parte da frente da em- balagem. A Anvisatambém querproibir o uso deadi- tivos no cigarro, cujo objetivo é torná-lo doce, mentolado ou com sabor de especiarias. A proposta inclui produto derivado de tabaco fumado, inalado ou mascado. As sugestões e posições do debate vão compor um re- latório que será encaminhado aos diretores da Anvisa. A partir dessas informações e estudos de im- pacto das mudanças, o colegiado decidirá se impõe restrições, arquiva as propostas ou continua o debate público. Na audiência, a Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) alegou que a produção e venda de cigarros no Brasil são lícitas, asseguradas pela Constituição Federal. O representante da entidade, Barbano, da Anvisa: regular propaganda e proibir sabores não reduz área plantada Carlos Galante, disse que há "excesso" nas medidas, que podem até estimular o comércio ilegal de ci- garros. Restringir a exposição dos produtos nos pon-Fumo tos de venda, segundo ele, não reduziu o número de fumantes em outros países.Restrições são debatidas em audiência pública e in-dústria reclama A Sociedade Brasileira de Cardiologia defendeu as propostas, ao destacar que o tabaco causa de-Thiago Resende pendência e é o maior causador de infartos no Brasil. O Conselho Federal de Medicina (CFM) e or-De Brasília ganizações não governamentais também apoiaram as mudanças. A exposição de maços ao lado de docesA Agência Nacional de Vigilância Sanitária e balas, por exemplo, e a aromatização dos cigarros(Anvisa )realizou ontem audiência pública para dis- foram citados como atrativos para crianças e jovenscutir duas propostas que aumentam o rigor com pro- consumirem tabaco.dutos derivados de tabaco. Uma trata de restrições àpropaganda dessas mercadorias e a outra proíbe adi- A Souza Cruz, líder do mercado, afirmou que a aro-ção de aromatizantes em cigarros. matização é uma forma de atender a uma demanda do consumidor adulto. O seu gerente de comunicação,O texto prevê restriçãodeanúncios em pontos deven- Fernando Bomfiglio, insiste que o maior problema éda, além de mais espaço para imagens de ad- o comércio de produtos informais. "O produtor ilegalvertências sanitárias em embalagens. Atualmente, a não paga imposto, não paga benefícios ao empregadoparte posterior do maço de cigarros já é preenchida e coloca cigarro sem qualidade no mercado", disse.com imagens e advertências de que fumar prejudica asaúde. A Anvisa, agora, quer colocar advertênciasSaúde na mídia pg.1
  2. 2. Saúde na mídia Brasília, 07 de dezembro de 2011 Valor Econômico/BR Ministério da Saúde | Órgãos Vinculados | Anvisa Continuação: Anvisa aperta o cerco ao cigarroParlamentares e representantes do governo do Rio chocolate e canela tem qualquer relação com a [re-Grande do Sul, maior produtor de tabaco do país, cri- dução da] área plantada de tabaco que poderia gerarticaram as propostas da Anvisa. O secretário es- prejuízo aos agricultores", disse. É provado, segundotadual da Agricultura, Luiz Fernando Mainardi, disse ele, que o cigarro faz mal e o custo do dano que eleque as medidas afetam quase 50 mil gaúchos pro- causa na vida das pessoas recai sobre toda a so-dutores de fumo. O presidente da Anvisa, Dirceu ciedade.Barbano, reagiu: "Não há dado que aponte que re-gular a propaganda e proibir aditivos como mentol,Saúde na mídia pg.2
  3. 3. Saúde na mídia Brasília, 07 de dezembro de 2011 Valor Econômico/BR Ministério da Saúde | Órgãos Vinculados | Anvisa Continuação: Anvisa aperta o cerco ao cigarroSaúde na mídia pg.3

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