10 tratamento

632 visualizações

Publicada em

Tratamento de Resíduos Sólidos

Publicada em: Meio ambiente
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
632
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
17
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

10 tratamento

  1. 1. Tratamento de resíduos sólidos Tecnologias de Tratamento de Resíduos e Solos Contaminados Prof. Dr. José Roberto de Oliveira jroberto@cefetes.br
  2. 2. Tratamento de resíduos sólidos Define-se por "tratamento de resíduos sólidos" qualquer processo que altere as características, composição ou propriedades do resíduo, de maneira a tornar menosimpactantesua disposição final no solo ou simplesmente sua destruição. DEFINIÇÃO
  3. 3. Tratamento de resíduos sólidos -conversão dos constituintes agressivos em formas menos perigosas ou insolúveis; -destruição química dos produtos indesejáveis; Podem envolver uma ou mais das seguintes formas de processamento:
  4. 4. Tratamento de resíduos sólidos -separa separaçã ção da massa de res o resíduos os duos constituintes perigosos, com a conseq conseqüente ente redu reduçã ção do volume a ser disposto; o -altera alteraçã ção da estrutura qu o química de mica determinados produtos, tornando mais f fácil cil sua assimila assimilaçã ção pelo meio ambiente. o
  5. 5. Tratamento de resíduos sólidos . Processos de tratamento f físicos. sicos. . Processos de tratamento qu químicos. micos. . Processos de tratamento biol biológicos gicos Podem ser agrupados em três grandes classes
  6. 6. Tratamento de resíduos sólidos PRINCIPAIS PROCESSOS -INCINERA INCINERAÇÃ ÇÃO (tratamento qu químico), mico), É processo de destrui destruiçã ção t o térmica recomendado para rmica muitos tipos de res resíduos; duos; -ESTABILIZA ESTABILIZAÇÃ ÇÃO(tratamento f (físico), sico), Muito útil para a disposi til disposiçã ção de res o resíduos em aterros e duos armazenamento
  7. 7. Tratamento de resíduos sólidos --LANDFARMINGLANDFARMING(tratamento biol(biolóógico) gico) MMéétodo degradatodo degradaçãção de borras oleosas de fundo o de tanques de armazenamento de derivados de petrpetróóleo, atravleo, atravéés do solo. s
  8. 8. Tratamento de resíduos sólidos INCINERAÇÃO Decomposição térmica via oxidação à alta temperatura (900ºC A 1400 14000C) C) - destruição da fração orgânica - redução de volume
  9. 9. Tratamento de resíduos sólidos Desvantagens: „dioxinas „furanos „outros produtos de combustãoVantagens: „técnica de destruição permanente „recuperação de energia „Diminuição de até 95% do volume
  10. 10. Tratamento de resíduos sólidos
  11. 11. Tratamento de resíduos sólidos
  12. 12. Tratamento de resíduos sólidos
  13. 13. Tratamento de resíduos sólidos
  14. 14. Tratamento de resíduos sólidos
  15. 15. Tratamento de resíduos sólidos
  16. 16. Tratamento de resíduos sólidos
  17. 17. Tratamento de resíduos sólidos ESTABILIZAESTABILIZAÇÃÇÃOO A estabiliza estabilizaçã ção consiste em um estagio de o pre pre-tratamerlto atraves do qual os constituintes perigosos de um res resíduo sao duo translormados e mantidos nas suas formas menos sol solúveis ou menos t veis tóxicas. xicas.
  18. 18. Tratamento de resíduos sólidos Tais transforma transformaçõ ções se d es dão por: o - rea reaçõ ções qu es químicas e ou f micas físicas que fixam sicas elementos ou compostos t tóxicos em xicos pol polímeros inperme meros inpermeáveis ou em materiais veis est estáveis. veis.
  19. 19. Tratamento de resíduos sólidos Quanto às caracter s características f sticas físicas do res sicas resíduo duo estas podem ou n não ser alteradas e o melhoradas. PROCESSOS MAIS COMUNS: -SOLIDIFICAÇÃO -ENCAPSULAMENTO
  20. 20. Tratamento de resíduos sólidos Solidificação Processo de estabiliza estabilizaçã ção (ou fixa o fixaçã ção) dos o) res resíduos perigosos a fim de duos transform transformá-los em materiais menos poluentes. Isto ocorre atrav através da adi s adiçã ção de aglomerantes o e produtos qu químicos, envolvendo rea micos, reaçõ ções es qu químicas e opera micas operaçõ ções f es físicas gerando uma sicas massa s sólida e monol lida monolítica de res tica resíduo duo
  21. 21. Tratamento de resíduos sólidos -solidifica solidificaçã ção com cimento; o - solidifica solidificaçã ção com outros materiais o pozol pozolânicos nicos; - solidifica solidificaçã ção com materiais polim o poliméricos; ricos; - vitrifica vitrificaçã ção ou incorpora incorporaçã ção em materiais o cer cerâmicos. micos. Principais Processos
  22. 22. Tratamento de resíduos sólidos Encapsulamento Consiste no envolvimento de res resíduos por duos jaquetas ou camisas de materiais inertes. São t o técnicas que, uma vez garantida a cnicas inviabilidade do inv invólucro, oferecem seguran lucro, segurança a muito grande contra a lixivia lixiviaçã ção dos poluentes o encapsulados.
  23. 23. Tratamento de resíduos sólidos Quando se trata de res resíduos perigosos, duos é ainda usual o acondicionamento do material encapsulado em tambores, antes de seu arma arma- zenamento ou disposi disposiçã ção. o.
  24. 24. Tratamento de resíduos sólidos CO-PROCESSAMENTO
  25. 25. Tratamento de resíduos sólidos InertizaçãoTratamento on siteProcesso utiliza binder e concreto para inertizar resíduoTecnologia recente (5 anos) Utilizada na Europa
  26. 26. Tratamento de resíduos sólidos LANDFARMING Landfarmingéa denominação oficialmente adotada pela EPA o seguinte tratamento: -o substrato orgânico de um resíduo édegradado biologicamente na camada superior do solo, -os íons metálicos liberados nessa degradação ou presentes nos resíduos são incorporados nessa mesma camada, de forma a não haver contaminação das águas do lençol freático.
  27. 27. Tratamento de resíduos sólidos O sistema delandfarmingnão requer barreiras físicas, como mantas impermeabilizantes para isolar os constituintes perigosos. Isso épossível, pois o solo funciona como um atenuador dos processos de migração e lixiviação dos constituintes perigosos.
  28. 28. Tratamento de resíduos sólidos Consiste na disposi disposiçã ção controlada, mediante o taxas de aplica aplicaçã ção definidas, num o solo receptor, de um res resíduo org duo orgânico e nico mistur misturá-lo lo, , homogeneamente, com a camada f fértil (de 15 rtil a 20 cm da camada superior). Isso facilita o acesso dos microorganismos do solo à camada oleosa e permite a aera aeraçã ção da o mistura.
  29. 29. Tratamento de resíduos sólidos O processo biodegradativo é eminentemente aer aeróbico. bico. Atrav Através do revolvimento freq s freqüente da mistura, ente isto é, atrav , através do fornecimento de oxig s oxigênio do ar, nio a degrada degradaçã ção desenvolve o desenvolve-se e o res resíduo duo é estabilizado.
  30. 30. Tratamento de resíduos sólidos Os íons presentes nos res ons resíduos e liberados duos durante o processo, s são incorporados ao solo o at até determinados limites e, para aceler acelerá-Io e otimiz otimizá-Io Io, corretivos s , são adicionados ao solo: o -calc calcário para a corre rio correçã ção do pH, o -e adubos nitrogenados como nutrientes para os microrganismosmicrorganismos.
  31. 31. Tratamento de resíduos sólidos O landfarming landfarmingé realizado em c células operadas lulas em ciclos regenerativos do solo, estimados em um ano. Ap Após o s último ciclo de degrada ltimo degradaçã ção ser o será feito o plantio da cobertura vegetal, evitando evitando-se assim a eros erosão do solo. o
  32. 32. Tratamento de resíduos sólidos AAPetrobrasPetrobrastem utilizado a ttem téécnica decnica delandfarminglandfarmingpara o tratamento de respara resííduos da duos refinarefinaçãção de petro petróóleo, em particular borras leo, oleosas. Ultimamente, comeUltimamente, começçou a mandar este tipo de ou resresííduo para o coduo co--processamentoprocessamento
  33. 33. Tratamento de resíduos sólidos LANDFARMINGProcesso de tratamento em desusoProcesso sendo substituídos por bio-pilhasNão há controle de emissões nem do processo
  34. 34. Tratamento de resíduos sólidos Bio-pilhasCusto de implantação: Relativamente baixoCusto de operação: R$ 100-120 / tPode ser tratamento ou pré-tratamentoPara resíduo classe I: piso de concreto, mantas de PEAD, monitoramento de gases, sistema de captação de gases
  35. 35. Tratamento de resíduos sólidos Bio-pilhas
  36. 36. Tratamento de resíduos sólidos Bio-pilhas
  37. 37. Tratamento de resíduos sólidos
  38. 38. Tratamento de resíduos sólidos SOLOS CONTAMINADOS
  39. 39. Tratamento de resíduos sólidos Dessorção Térmica Processo com chama diretaSemelhante a um incinerador contendo essencialmente: Incinerador de leito fixo (400 –800oC) Câmara de pós-combustão (800-1100oC) Filtro de MangasÉ móvelPode ser usado para tratamento de solos contaminadosNão é destinação final, mas sim pré-tratamento
  40. 40. Tratamento de resíduos sólidos Processo com chama diretaTrata material com contaminação de até 10% de hidrocarbonetosMaterial tratado apresenta 10ppm de hidrocarbonetos Investimento: US$ 1-3milhõesProdutividade: 50 mil t / mêsCusto de operação: R$ 100 / tDesvantagem: não recupera óleo
  41. 41. Tratamento de resíduos sólidos Dessorção TérmicaProcesso com chama diretaSolo contaminadoFiltros Alimentação Solo descontaminado Gás ÓleoRefrigeraçãoMonitoramentoCâmarade pós combustão Fornode dessorção
  42. 42. Tratamento de resíduos sólidos Dessorção Térmica Processo com chama direta
  43. 43. Tratamento de resíduos sólidos Dessorção TérmicaProcesso com chama indiretaTrata material com mais de 40% de hidrocarbonetosMaterial tratado apresenta 10ppm de hidrocarbonetosInvestimento: US$ 3 milhões ou maisProdutividade: 2 mil t / mêsCusto de operação: R$ 300-450 / tÓleo recuperado: R$ 150 / tNos EUA é considerado recuperação e não precisa de licença para funcionar
  44. 44. Tratamento de resíduos sólidos Lavagem de soloProcesso não recomendadoNecessidade de tratamento de efluentesAlto consumo de água: cerca de 10 a 100 vezes maior volume de água que de solo tratado
  45. 45. Tratamento de resíduos sólidos ARMAZENAMENTO
  46. 46. Tratamento de resíduos sólidos Armazenamento
  47. 47. Tratamento de resíduos sólidos Armazenamento
  48. 48. Tratamento de resíduos sólidos Armazenamento
  49. 49. Tratamento de resíduos sólidos Armazenamento
  50. 50. Tratamento de resíduos sólidos Armazenamento
  51. 51. Tratamento de resíduos sólidos
  52. 52. Tratamento de resíduos sólidos
  53. 53. Tratamento de resíduos sólidos
  54. 54. Tratamento de resíduos sólidos Manta com ancoragemSeguir a NBR de armazenamento de resíduosImpermeabilização do soloConcretoManta PEADSistema de drenagemRotulagem / Caracterização / Rastreabilidade Caso seja necessário armazenar: Armazenamento
  55. 55. Tratamento de resíduos sólidos NORMAS E LEGISLÇÃO: -Portaria Minter n0124 de 20/08/80 -NB1183-Armazenamento de Resíduos Sólidos Perigosos -NB1264-Armazenamento de Resíduos Sólidos Classe II
  56. 56. Tratamento de resíduos sólidos
  57. 57. Tratamento de resíduos sólidos
  58. 58. Tratamento de resíduos sólidos CustoCompra (R$/t) Rotulagem / Controle (R$/t) CaminhãoCarga transportadaCusto de freteRecebedorTambores130,00120,00Carga seca18 tEm função da distânciaMaior node amostras / rotulagem, etc... Granel -- Caçamba23 tEm média 30% menor que carga secaMenor custo. Em média 40% menor. TransportePós-tratamento Armazenamento
  59. 59. Tratamento de resíduos sólidos

×