AÇÃO HUMANA UM TRATADO DE ECONOMIA

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AÇÃO HUMANA UM TRATADO DE ECONOMIA

  1. 1. Ação Humana Um Tratado de Economia
  2. 2. Ludwig von Mises Ação Humana Um Tratado de Economia 3.1ª Edição
  3. 3. C947a von Mises, Ludwig Ação Humana / Ludwig von Mises. – São Paulo: Instituto Ludwig von Mises Brasil, 2010 Bibliografia 1. Economia de Mercado 2. Liberadade 3. Socialismo 4. Capitalismo 5. Escola Austríaca I. Título. CDU – 339:330.82 Título original em inglês HUMAN ACTION: A TREATISE ON ECONOMICS Tradução para a língua portuguesa por: Donald Stewart Jr. Editado por: Instituto Ludwig von Mises Brasil R. Iguatemi, 448, cj. 405 – Itaim Bibi CEP: 01451-010, São Paulo – SP Tel.: +55 11 3704-3782 Email: contato@mises.org.br www.mises.org.br Printed in Brazil / Impresso no Brasil 1ª edição, por Yale University Press, 1949 2ª edição, por Yale University Press, 1963 3.1ª edição, revista, publicada por Henry Regnery Company, em convênio com a Yale University Press, 1966. ISBN – 978-85-62816-05-5 (ISRN edição original 0-8092-9743-4) Revisão: Tatiana Gabbi Projeto gráfico: André Martins Capa: Neuen Design Imagem da capa: Theenc Ficha Catalográfica elaborada pelo bibliotecário Sandro Brito – CRB8 – 7577 Revisor: Pedro Anizio
  4. 4. Prefácio à Terceira Edição É com grande satisfação que vejo este livro em sua terceira edição, com uma bela impressão e por uma editora tão bem-conceituada. Cabem aqui duas observações terminológicas. Primeira: emprego o termo “liberal” com o sentido a ele atribuído no século XIX e, ainda hoje, em países da Europa continental. Esse uso é imperativo, porque simplesmente não existe nenhum outro ter- mo disponível para significar o grande movimento político e intelectu- al que substituiu os métodos pré-capitalísticos de produção pela livre empresa e economia de mercado; o absolutismo de reis ou oligarquias pelo governo representativo constitucional; a escravatura, a servidão e outras formas de cativeiro pela liberdade de todos os indivíduos. Segunda: nas últimas décadas, o significado do termo “psicologia” tem ficado cada vez mais restrito a psicologia experimental, uma disci- plina que emprega os métodos de pesquisa das ciências naturais.Por ou- tro lado, tornou-se usual desprezar os estudos que anteriormente haviam sido chamados de psicológicos, considerando-os “psicologia literária” ou uma forma não científica de entendimento. Sempre que se faz referên- cia a “psicologia” em estudos econômicos, tem-se em mente exatamente essa psicologia literária. E, portanto torna-se aconselhável introduzir um termo especial neste sentido. Sugeri em meu livro Theory and History (New Haven, 1957, p. 264-274) o termo “temologia” e o uso em meu en- saio The Ultimate Foundation of Economic Science (Princeton,1962), recentemente publicado. Entretanto, a minha sugestão não teve a inten- ção de ser retroativa e de alterar o uso do termo “psicologia” em livros já previamente publicados; portanto, continuo a empregar o termo “psico- logia” nesta nova edição da mesma forma como empreguei na primeira. Existem duas traduções já publicadas da primeira edição de Ação Humana: uma tradução italiana feita pelo Sr. Tullio Bagiotti, pro- fessor da Universidade Boconni em Milão, sob o título L’Azione Umana,Trattato di economia, publicada pela Unione Tipografico- Editrice Torinese, em 1959; e uma tradução espanhola feita pelo Sr. Joaquin Reig Albiol, sob o título de La Acción Humana (Tratado de Economia), publicada em dois volumes pela Fundação Ignácio Villa- longa, em Valença (Espanha), em 1960. Sinto-me em dívida com muitos amigos pela ajuda e por conselhos que recebi durante a preparação deste livro.
  5. 5. 8 Ludwig von Mises Antes de tudo, gostaria de lembrar dois estudiosos já falecidos, Paul Mantoux e William E. Rappad, que, por me terem dado a opor- tunidade de ensinar no famoso Graduate Institute of International Studies em Genebra, Suíça, proporcionaram-me o tempo e o incenti- vo para iniciar os trabalhos de um plano tão em longo prazo. Gostaria de expressar meus agradecimentos ao senhor Arthur God­dard, senhor Percy Greaves, doutor Henry Hazlitt, professor Is- rael M. Kirzner, senhor Leonard E. Read, senhor Joaquin Reig Albiol e doutor George Reisman, pelas valiosas e úteis sugestões. Mas, acima de tudo, quero agradecer a minha esposa pelo seu firme estímulo e ajuda. Ludwig von Mises Nova York Março, 1966
  6. 6. Introdução 1. Economia e praxeologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 2. O problema epistemológico de uma teoria geral da ação humana. . . . . 24 3. Teoria econômica e a prática da ação humana. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28 4. Resumo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 Parte I Ação Humana Capítulo 1 – O Agente Homem 1. Ação propositada e reação animal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35 2. Os pré-requisitos da ação humana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37 Sobre a felicidade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38 Sobre instintos e impulsos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40 3. Ação humana como um dado irredutível. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41 4. Racionalidade e irracionalidade; subjetivismo e objetividade da investigação praxeológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 5. Causalidade como um requisito da ação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47 6. O alter ego. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 Sobre a utilidade dos instintos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52 O objetivo absoluto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54 O homem vegetativo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54 Capítulo 2 – Os Problemas Epistemológicos da Ciência da Ação Humana 1. Praxeologia e história. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57 2. O caráter formal e apriorístico da praxeologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59 A pretensa heterogeneidade lógica do homem primitivo. . . . . . . . . . . . 63 3. O apriorismo e a realidade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 65 4. O principio do individualismo metodológico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69 Eu e nós. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71 5. O princípio do singularismo metodológico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72 6. As características individuais e variáveis da ação humana. . . . . . . . . . . 74 7. O escopo e o método específico da história. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76 8. Concepção e compreensão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80 História natural e história humana. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87 9. Sobre tipos ideais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88 10. O modo de proceder da economia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 93 11. As limitações dos conceitos praxeológicos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99 Capítulo 3 – A Economia e a Revolta Contra a Razão 1. A revolta contra a razão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103 Sumário
  7. 7. 12 Ludwig von Mises 2. O exame lógico do polilogismo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 106 3. O exame praxeológico do polilogismo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 108 4. O polilogismo racista. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116 5. Polilogismo e compreensão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 119 6. Em defesa da razão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 121 Capítulo 4 – Uma Primeira Análise da Categoria Ação 1. Meios e fins. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125 2. A escala de valores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 127 3. A escala de necessidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129 4. A ação como troca. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130 Capítulo 5 – O Tempo 1. O tempo como um fator praxeológico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133 2. Passado, presente e futuro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 134 3. A economia de tempo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 135 4. A relação temporal entre ações. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 136 Capítulo 6 – A Incerteza 1. Incerteza e ação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 139 2. O significado da probabilidade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 140 3. Probabilidade de classe. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 141 4. Probabilidade de caso. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 144 5. Avaliação numérica da probabilidade de caso. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 148 6. Apostas, jogos de azar e jogos recreativos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150 7. A predição praxeológica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 152 Capítulo 7 – Ação no Mundo 1. A lei da utilidade marginal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 155 2. A lei dos rendimentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 163 3. O trabalho humano como um meio. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 167 Trabalho imediatamente gratificante e trabalho mediatamente gratificante . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 173 O gênio criador. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 175 4. Produção. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177 Parte II Ação na Sociedade Capítulo 8 – A Sociedade Humana 1. Cooperação humana. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 183 2. Uma crítica da visão holística e metafísica da sociedade. . . . . . . . . . . 185 A praxeologia e o liberalismo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 193 Liberalismo e religião . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 195 3. A divisão do trabalho. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 198
  8. 8. 13Sumário 4. A lei de associação de Ricardo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 199 Erros comuns sobre a lei de associação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 201 5. Os efeitos da divisão do trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 205 6. O indivíduo na sociedade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 205 A fábula da comunhão mística. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 207 7. A grande sociedade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210 8. O instinto de agressão e destruição. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 212 Equívocos correntes da moderna ciência natural especialmente do darwinismo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 216 Capítulo 9 – O Papel das Ideias 1. A razão humana. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 221 2. Visão de mundo e ideologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 222 A luta contra o erro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 228 3. O poder. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232 O tradicionalismo como uma ideologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 236 4. O meliorismo e a ideia de progresso. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 237 Capítulo 10 – O Intercâmbio na Sociedade 1. Troca autística e troca interpessoal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241 2. Vínculos contratuais e vínculos hegemônicos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 242 3. A ação e o cálculo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245 Parte III Cálculo Econômico Capítulo 11 – Valoração sem Cálculo 1. A gradação dos meios. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 251 2. A ficção da troca na teoria elementar do valor e dos preços. . . . . . . . . 252 A teoria do valor e o socialismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 256 3. O problema do cálculo econômico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 258 4. O cálculo econômico e o mercado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 261 Capítulo 12 – O Âmbito do Cálculo Econômico 1. O significado das Expressões Monetárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 263 2. Os limites do cálculo econômico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 266 3. A variabilidade dos preços. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 269 4. A estabilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 270 5. A base da ideia de estabilização. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 275 Capítulo 13 – O Cálculo Econômico como um Instrumento da Ação 1. O cálculo monetário como um método de pensar. . . . . . . . . . . . . . . . . 281 2. O cálculo econômico e a ciência da ação humana. . . . . . . . . . . . . . . . . 283
  9. 9. 14 Ludwig von Mises Parte IV Cataláxia ou Economia de Mercado Capítulo 14 – Âmbito e Metodologia da Cataláxia 1. A delimitação dos problemas catalácticos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 287 A negação da economia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 289 2. O método das construções imaginárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 3. A autêntica economia de mercado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 293 A maximização dos lucros. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 295 4. A economia autística. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 299 5. O estado de repouso e a economia uniformemente circular. . . . . . . . . 300 6. A economia estacionária. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 307 7. A integração das funções catalácticas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 308 A função empresarial na economia estacionária. . . . . . . . . . . . . . . . . . 312 Capítulo 15 – O Mercado 1. As características da economia de mercado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 315 2. Capital e bens de capital. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 317 3. Capitalismo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 322 4. A soberana do consumidor. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 328 O emprego metafórico da terminologia política . . . . . . . . . . . . . . . . . . 330 5. Competência. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 332 6. Liberdade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 338 7. A desigualdade de riqueza e de renda. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 347 8. Lucro e perda empresarial. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 349 9. Lucros e perdas empresariais numa economia em desenvolvimento. 354 A condenação moral do lucro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 360 Algumas observações sobre o mito do subconsumo e sobre o argumento do poder de compra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 361 10. Promotores, gerentes, técnicos e burocratas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 364 11. O processo de seleção. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 372 12. O indivíduo e o mercado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 375 13. A propaganda comercial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 381 14. A Volkswirtschaft. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 384 Capítulo 16 – Os Preços 1. O processo de formação dos preços. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 389 2. Valoração e avaliação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 393 3. Os preços dos bens de ordens superiores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 395 Uma limitação à formação dos preços dos fatores de produção. . . . . . 400 4. Contabilidade de custo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 401 5. Cataláxia lógica versus cataláxia matemática. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 412 6. Preços monopolísticos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 420 O tratamento matemático da teoria de preços monopolísticos . . . . . . 441 7. Reputação comercial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 443
  10. 10. 15Sumário 8. Monopólio de demanda. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 447 9. Efeitos de preços monopolísticos sobre o consumo . . . . . . . . . . . . . . . 449 10. A discriminação de preços por parte do vendedor . . . . . . . . . . . . . . . . 452 11. A discriminação de preço por parte do comprador. . . . . . . . . . . . . . . . 455 12. A conexidade dos preços. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 456 13. Preços e renda. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 457 14. Preços e produção. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 459 15. A quimera de preços sem mercado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 460 Capítulo 17 – A Troca Indireta 1. Meios de troca e moeda. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 465 2. Observações sobre alguns erros frequentes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 466 3. Demanda por moeda e oferta de moeda. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 468 A importância epistemológica da toeria da origem da moeda de Carl Menger . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 473 4. A determinação do poder aquisitivo da moeda. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 476 5. O problema de Hume e Mill e a força motriz da moeda. . . . . . . . . . . . 484 6. Mudanças no poder aquisitivo de origem monetária e de origem material. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 488 Inflação e deflação; inflacionismo e deflacionismo. . . . . . . . . . . . . . . . 491 7. O cálculo monetário e as mudanças no poder aquisitivo. . . . . . . . . . . 493 8. A antecipação de prováveis mudanças no poder aquisitivo. . . . . . . . . 495 9. O valor específico da moeda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 497 10. As implicações da relação monetária. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 499 11. Os substitutos da moeda. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 501 12. A limitação da emissão de meios fiduciários. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 504 Observações sobre as discussões relativas à atividade bancária livre. 515 13. Tamanho e composição dos encaixes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 520 14. O balanço de pagamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 522 15. As taxas de câmbio interlocais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 524 16. A taxa de juros e a relação monetária. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 531 17. Os meios de troca secundários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 536 18. A visão inflacionista da história. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 540 19. O padrão-ouro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 545 Cooperação monetária internacional. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 550 Capítulo 18 – A Ação na Passagem do Tempo 1. A valoração dos diferentes períodos de tempo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 555 2. A preferência temporal como um requisito essencial da ação. . . . . . . 559 Observações em torno da evolução da teoria da preferência temporal. . . . 564 3. Os bens de capital. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 567 4. Período de produção, período de espera e período de provisão. . . . . . 570 A prolongação do período de provisão além da expectativa de vida do ator. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 576 Algumas aplicações da teoria da preferência temporal. . . . . . . . . . . . . 576
  11. 11. 16 Ludwig von Mises 5. A conversibilidade dos bens de capital. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 580 6. A influência do passado sobre a ação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 583 7. Acumulação, manutenção e consumo de capital. . . . . . . . . . . . . . . . . . 592 8. A mobilidade do investidor. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 596 9. Moeda e capital; poupança e investimento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 599 Capítulo 19 – A Taxa de Juros 1. O fenômeno do juro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 603 2. Juro originário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 605 3. O nível da taxa de juros. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 611 4. O juro originário numa economia mutável. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 613 5. O cálculo do juro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 615 Capítulo 20 – O Juro, a Expansão de Crédito e o Ciclo Econômico 1. Os Problemas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 617 2. O componente empresarial na taxa bruta de juro do mercado. . . . . . . 618 3. O prêmio compensatório como um componente da taxa bruta de juros de mercado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 621 4. O mercado de crédito. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 625 5. Os efeitos das mudanças na relação monetária sobre o juro originário. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 628 6. Os efeitos da inflação e da expansão de crédito sobre a taxa bruta de juros do mercado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 630 A alegada ausência de depressões numa organização totalitária. . . . . 645 7. Os efeitos da deflação e da contração do crédito sobre a taxa bruta e juro do mercado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 646 A diferença entre expansão do crédito e inflação simples . . . . . . . . . . 650 8. A teoria monetária, ou do crédito circulante, relativa ao ciclo econômico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 651 9. Efeitos da recorrência do ciclo econômico sobre a economia de mercado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 656 O papel dos fatores de produção disponíveis nos primeiros estágios do boom. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 660 Os erros das explicações não monetárias do ciclo econômico. . . . . . . 662 Capítulo 21 – Trabalho e Salários 1. Trabalho introvertido e trabalho extrovertido. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 671 2. O trabalho como fonte de alegria e de tédio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 672 3. O salário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 677 4. Desemprego cataláctico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 683 5. Salário bruto e salário líquido. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 686 6. Salários e subsistência. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 688 Uma comparação entre a explicação historicista dos salários e o teorema da regressão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 696 7. Efeitos da desutilidade do trabalho sobre a disponibilidade de mão de obra. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 697
  12. 12. 17Sumário Consideração quanto à interpretação popular da “Revolução Industrial”. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 704 8. Os efeitos das vicissitudes do mercado sobre os salários . . . . . . . . . . . 711 9. O mercado de trabalho. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 713 O trabalho dos animais e dos escravos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 716 Capítulo 22 – Os Fatores de Produção Originais de Natureza não Humana 1. Observações gerais relativas à teoria da renda. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 725 2. O fator tempo na utilização da terra. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 728 3. A terra submarginal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 731 4. A terra como local para se estar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 732 5. O preço da terra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 733 O mito da terra. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 735 Capítulo 23 – A Realidade do Mercado 1. A teoria e a realidade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 737 2. O papel do poder . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 738 3. O papel histórico da guerra e da conquista. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 741 4. O homem como um dado da realidade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 742 5. O período de ajustamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 743 6. A limitação do direito de propriedade e os problemas relativos aos custos e aos benefícios externos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 746 As externalidades da criação intelectual. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 753 Privilégios e quase privilégios. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 755 Capítulo 24 – Harmonia e Conflito de Interesses 1. A origem dos lucros e perdas no mercado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 757 2. A limitação da progenitura. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 760 3. A harmonia dos interesses “corretamente entendidos”. . . . . . . . . . . . 766 4. A propriedade privada. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 776 5. Os conflitos do nosso tempo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 778 Parte V A Cooperação Social sem o Mercado Capítulo 25 – A Construção Imaginária de uma Sociedade Socialista 1. A origem histórica da ideia socia