Ditadura Militar no Brasil

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Ditadura Militar no Brasil

  1. 1. HISTÓRIA - Prof. MARIO ROMERO DITADURA MILITAR (1964 – 1984 ) GOLPE DE 64 : OS EUA DÃO APOIO AOS GOLPES MILITARES DA AMÉRICA LATINA Inserido no quadro da Guerra Fria entre Estados Unidos e União Soviética e da consequente polarização entre direita e esquerda, o golpe militar de 31 de março de 1964 derrubou o presidente constitucional do Brasil, João Goulart, e interrompeu o processo democrático instalando uma ditadura que se prolongou por 21 anos.
  2. 2. A RENÚNCIA DE JÂNIO QUADROS (1960) : GOLPISMO FRACASSADO Renunciando com apenas sete meses de mandato, o Presidente Jânio Quadros mergulha o País numa crise institucional. Havia resistência, articulada pela direita, à posse de João Goulart (vice) devido às suas fortes inclinações trabalhistas, herança do Getulismo ao qual serviu como Ministro do Trabalho.
  3. 3. PARLAMENTARISMO: FARSA PARA PERMITIR A POSSE DE JANGO Em 1961, foi aprovada a emenda parlamentarista. Tancredo Neves foi indicado, pelo Congresso Nacional, Primeiro Ministro. A manobra visou diminuir os poderes de Jango. PLEBISCITO (1963) : VITÓRIA DO PRESIDENCIALISMO Após o plebiscito, o sistema presidencialista foi escolhido. Num eleitorado de quase 18 milhões, quase 12 milhões compareceram as urnas: o presidencialismo obteve 9.457.448, e o parlamentarismo apenas 2.073.082 votos.
  4. 4. JANGO ASSUME E ANUNCIA AS REFORMAS DE BASE Agrária: desapropriação e divisão de latifúndios. Urbana: desapropriação e venda subsidiada de imóveis de locação Educacional: combate ao analfabetismo, estatização das universidades e destinação de verbas para a educação Eleitoral: direito de voto aos analfabetos e militares de baixa patente Tributária: controle das remessas de lucros das empresas estrangeiras e proporcionalidade na aplicação do imposto de renda.
  5. 5. COMÍCIO DA CENTRAL DO BRASIL: SENHA PARA O GOLPE Na ocasião, Jango assinou dois decretos, com toda a Soberania que a Constituição de 1946 o possibilitava. O primeiro deles era simbólico e consistia na desapropriação das refinarias de petróleo que ainda não estavam nas mãos da Petrobrás. O segundo - chamado decreto da SUPRA (Superintendência da Reforma Agrária) - declarava sujeitas a desapropriação propriedades subutilizadas, especificando a localização e a dimensão das que estariam sujeitas à medida. O presidente revelou também que estavam em preparo a reforma urbana - um espantalho para a classe média temerosa de perder seus imóveis para os inquilinos - e propostas a serem encaminhadas ao Congresso, que previam mudanças nos impostos e concessão de voto aos analfabetos e aos quadros inferiores das Forças Armadas.
  6. 6. REAÇÃO DA DIREITA: “MARCHA DA FAMÍLIA COM DEUS PELA LIBERDADE.”
  7. 7. O GOLPE ( 31 DE MARÇO DE 1964 ) Os principais articuladores do golpe foi o General Castelo Branco, Chefe do Estado Maior das Forças Armadas e o General Olimpio Mourão Filho Comandante da Quarta Divisão de Infantaria de Juiz de Fora. Governadores, empresários, banqueiros, latifundiários, setores conservadores da Igreja e classe média aderiram ao golpe. Na madrugada de 31 de março começa a movimentação de tropas, ocupando o Estado da Guanabara. Jango, orientado por assessores próximos, parte para o RS e de lá para o exílio no Uruguai. O Senador Auro Moura de Andrade, Presidente do Congresso, declara vago o cargo de Presidente. O golpe foi consumado.
  8. 8. OS ATOS INSTITUCIONAIS: A MUTILAÇÃO DA DEMOCRACIA
  9. 9. MARÇO DE 1968 : ASSASSINATO DO ESTUDANTE EDSON LUÍS DE LIMA SOUTO
  10. 10. PASSEATA DOS CEM MIL (26 DE JUNHO DE 1968)
  11. 11. TORTURA: INSTITUCIONALIZADA PELA DITADURA
  12. 12. REAÇÃO DA ESQUERDA: LUTA ARMADA
  13. 13. “ MILAGRE ECONÔMICO” : DÍVIDA EXTERNA E CONCENTRAÇÃO DE RENDA
  14. 14. PROPAGANDA UFANISTA

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