Consulta      deestomaterapiaMariana Liberdade Oliveira GuimarãesNº 22108
Consulta de estomaterapiaCHVNG                         Horário:     Segundas    e                          Quintas-feiras...
Estomoterapia                   O que diz respeito ao Estoma             Trabalho realizado por Mariana         Liberdade ...
O que é um ostomizado?   Paciente que foi sujeito à confecção de    uma ostomiaO que é uma ostomia?   Procedimento cirúr...
O que é um estomaterapeuta?   É um Enfermeiro especializado em estomaterapia, ou seja,    treinado para tratar e lidar co...
Ostomias   Podem ser caracterizadas relativamente à    duração:           Temporárias                          Permanente...
Ostomias Temporárias  A ostomia temporária pode ser:- decorrente de um trauma (ex: por arma branca ou arma   de fogo na r...
Ostomias Permanentes  A ostomia permanente é realizada quando o   grupo de músculos que controla o recto e   consequentem...
Ostomias   Podem ser               Ostomias de                    Ostomias                             eliminação        ...
Algumas Ostomias deEliminação Intestinais   Ileostomias                   Colostomia          Trabalho realizado por Maria...
Íleostomias   A ileostomia é um tipo se ostomia    intestinal que faz a comunicação do    intestino delgado, com o exteri...
Colostomia   A colostomia é um tipo de ostomia    intestinal que faz a comunicação do cólon    com o exterior.           ...
Ostomias de Eliminação                   Urinárias                                                                 Conduct...
Citostomia   O estoma é feito a partir da bexiga.Ureterostomia   O estoma é feito a partir dos ureteres.                ...
Nefrostomia   O estoma é feito a partir do rim.                     Trabalho realizado por Mariana                 Liberd...
Conducto ileal ou colónico   O orifício (estoma) é feito a partir da    ligação dos ureteres a uma porção do    intestino...
Ostomias Respiratórias       Traqueostomias               Traqueotomias                Trabalho realizado por Mariana     ...
Traqueotomias e traqueostomias                             Traqueotomia o corte                              cirúrgico fe...
Complicações das Ostomias             Trabalho realizado por Mariana         Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,       ...
Hemorragia   Perda sanguínea a partir do estoma ou da sutura muco-    cutânea   Complicação pouco frequente   Normalmen...
Edema Engrossamento da mucosa e sub-mucosa  por acumulação de líquido adquirindo um  aspecto pálido e translúcido Trata-...
Isquemia e Necrose Ocorrem quando o fluxo de sangue é  interrompido ou insuficiente resultante da  não vascularização do ...
Deiscência Muco-cutânea A deiscência muco-cutânea é a separação  da mucosa intestinal da pele peri-estomal Se for parcia...
Retracção  Afundamento Afundamento Um deslize do intestino,  abaixo do nivel da pele Retracção aparece como um defeito  ...
Abcesso É a cavidade neoformada num tecido  localizado e encapsulado por uma  membrana de tecido inflamatório cuja  pared...
Oclusão Normalmente provoca dor, náusea,  vómito, distenção abdominal Se for parcial pode haver perda parcial de  grande...
Perfuração Pode ser intra ou extra-abdominal Intra-abdominal pode evoluir para uma  peritonite Extra-abdominal pode evo...
Prolapso Aumento do volume do estoma que sai  fora da parede abdominal mais do que é  normal (exteriorização excessiva)É...
Estenose Aperto da circunferência do estoma, pode  ser interna ou ao nível da pele Mais frequente nas colostomias       ...
Hérnia   Saliência em redor do estoma, uma    tumefacção abdominal que diminui com o    paciente deitado                 ...
Ulceração Pequenas lesões que aparecem na  mucosa do estoma Acontece normalmente quando tem outras  complicações associa...
Recidiva de Tumor Aparecimento de protuberâncias na  mucosa, união muco-cutânea ou zona  peristomal Trata-se realizando ...
Granulomas Lesões nodulares que aparecem na união  muco-cutânea Deve-se cauterizar os granulomas com  nitrato de prata  ...
Dermatite de Contacto Reacção     inflamatória    causada       por  agentes externos de tipo fisico ou quimico Dermatit...
Candidiase   A candidiase é uma infecção fúngica    causada pela Candida Albicans, são    vesiculo-pustulosas que se romp...
Foliculite   Infecção bacteriana causa normalmente por    Staphilococcus e Streptococcus   Inflamação dos folículos pilo...
Depósito de Cristais de Fosfato   Cristais de fosfato são depositos esbranquiçados na mucosa    estomal ou na pele peries...
Consulta de Estomaterapia             Trabalho realizado por Mariana         Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,       ...
Objectivos da Consulta   Apoiar a pessoa ostomizada/família na fase pré-operatória, pós    operatória e pós alta, a fim d...
Focos         Conhecimento         Imagem Corporal         Auto-estima         Maceração         Desidratação        ...
Conhecimento Conhecimento não demonstrado em  relação aos cuidados à ostomia Conhecimento não demonstrado pelo  prestado...
Numa fase pré operatória Informar o doente Fornecer informação escrita Marcar o estoma Esclarecer duvidas             ...
Pós-operatório - 1ª etapa   Ensinar sobre o uso do equipamento de ostomia    de peça única e de duas peças   Ensinar sob...
Pós-operatório – 2ª Etapa   Assistir sobre o uso de equipamentos às    ostomias   Assistir nos cuidados de higiene à ost...
Pós-operatórios – 3ª etapa   Supervisionar uso de equipamento de    ostomia   Supervisionar cuidados de higiene à ostomi...
Alta   No dia da alta são esclarecidas todas as dúvidas ao    doente   É entregue um kit de ostomizado constituido por a...
Imagem Corporal   Imagem Corporal alterada por presença de    estomaEncorajar o doente a expressar os seus sentimentosEnc...
Auto-estima   Auto-estima diminuida por presença de    ostomiaEstabelecer um relacionamento empaticoEvitar critica destru...
Maceração Risco de Maceração de pele peri-estomal Maceração de pele peri-estomalLimpar a pele periférica ao estomaManter...
Desidratação Risco de Desidratação Desidratação presenteVigiar sinais de desidrataçãoMonitorizar entradas e saídas de lí...
Hemorragia Risco de hemorragia Hemorragia presentePerda sanguínea pelo estomaVigiar pele e mucosasVigiar perda sanguínea...
Depois da alta clínica Os Individuos continuam a ser seguidos  de forma ambulatória, Devem ser informados que o Centro d...
Observação do Estoma  • Cor (vermelho vivo ou rosa escuro) • Forma (corpo e base do estoma regulares) • Tamanho (pós opera...
Características do conteúdoeliminado   As fezes no caso duma colostomia devem ser    sólidas e consistentes - como antes ...
A minha experiencia da consulta      Trabalho realizado por Mariana  Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,               ...
Registo da consulta Doente vem só ou acompanhado Características do estoma Complicações caso existam Peso do doente   ...
Bibliografia   http://www.abraso.org.br/ostomias.html   http://www.santacasacm.org.br/artigos/artigo.php?id=70   http:/...
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Consulta de estomoterapia3

  1. 1. Consulta deestomaterapiaMariana Liberdade Oliveira GuimarãesNº 22108
  2. 2. Consulta de estomaterapiaCHVNG  Horário: Segundas e Quintas-feiras, no período da manhã  Local: Serviço de Cirurgia Geral Homens  Efectuada por um Enfermeiro Estomaterapeuta Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  3. 3. Estomoterapia O que diz respeito ao Estoma Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  4. 4. O que é um ostomizado? Paciente que foi sujeito à confecção de uma ostomiaO que é uma ostomia? Procedimento cirúrgico que consiste na abertura de um órgão oco, fazendo uma comunicação com o exterior a partir de uma fistula ou estoma Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  5. 5. O que é um estomaterapeuta? É um Enfermeiro especializado em estomaterapia, ou seja, treinado para tratar e lidar com os assuntos que envolvam os estomas. O título de Estomaterapeuta é concedido pela SOBEST mediante concurso público. Sendo a principal exigência a realização de um curso de especialização. Assim, quando o Enfermeiro conclui a especialização, ainda, não é um estomaterapeuta mas sim um Enfermeiro pós- graduado em estomaterapia (PGET). A denominação de Estomaterapeuta só pode ser usada pelos enfermeiros aprovados no concurso. Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  6. 6. Ostomias Podem ser caracterizadas relativamente à duração: Temporárias Permanentes Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  7. 7. Ostomias Temporárias A ostomia temporária pode ser:- decorrente de um trauma (ex: por arma branca ou arma de fogo na região do colon)- necessária se o trato intestinal não puder ser preparado adequadamente para a cirurgia por causa de um bloqueio, por doença ou tecido cicatricial.- necessária para que a cicatrização de uma cirurgia ocorra sem a irritação pela passagem das fezes;- para proteger uma anastomose, tendo em vista o seu fecho num curto espaço de tempo. Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  8. 8. Ostomias Permanentes A ostomia permanente é realizada quando o grupo de músculos que controla o recto e consequentemente a eliminação das fezes não funciona adequadamente, requerendo sua remoção, não existindo a possibilidade de restabelecer o trânsito intestinal. Geralmente estas condições são decorrentes de patologias como:- tumor retal baixo; Trabalho realizado por Mariana- doença inflamatória. UFP Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
  9. 9. Ostomias Podem ser Ostomias de Ostomias eliminação Respiratórias classificadas relativamente à sua Urinárias finalidade Intestinais Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  10. 10. Algumas Ostomias deEliminação Intestinais Ileostomias Colostomia Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  11. 11. Íleostomias A ileostomia é um tipo se ostomia intestinal que faz a comunicação do intestino delgado, com o exterior. As ileostomias localizam-se sempre no lado inferior direito do abdómen Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  12. 12. Colostomia A colostomia é um tipo de ostomia intestinal que faz a comunicação do cólon com o exterior. Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  13. 13. Ostomias de Eliminação Urinárias ConductoUreterostomias Citostomias Nefrostomia ileal ou colónico Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  14. 14. Citostomia O estoma é feito a partir da bexiga.Ureterostomia O estoma é feito a partir dos ureteres. Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  15. 15. Nefrostomia O estoma é feito a partir do rim. Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  16. 16. Conducto ileal ou colónico O orifício (estoma) é feito a partir da ligação dos ureteres a uma porção do intestino delgado (íleon, denominando-se conducto ileal) ou grosso (cólon, denominando-se conducto colónico) Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  17. 17. Ostomias Respiratórias Traqueostomias Traqueotomias Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  18. 18. Traqueotomias e traqueostomias  Traqueotomia o corte cirúrgico feito à altura da traquéia cervical  Nas Traqueostomias É feita uma incisão na traqueia abaixo do ponto congestionado e um tubo é inserido no local para permitir a entrada livre de ar. Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  19. 19. Complicações das Ostomias Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  20. 20. Hemorragia Perda sanguínea a partir do estoma ou da sutura muco- cutânea Complicação pouco frequente Normalmente causada por uma inadequada hemostase durante a construção do estoma A compressão local normalmente é suficiente Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  21. 21. Edema Engrossamento da mucosa e sub-mucosa por acumulação de líquido adquirindo um aspecto pálido e translúcido Trata-se aplicando soro fisiológico frio, solução glicosada ou açúcar sob o estoma Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  22. 22. Isquemia e Necrose Ocorrem quando o fluxo de sangue é interrompido ou insuficiente resultante da não vascularização do intestino, pondo em causa a viabilidade do estoma ou mesmo a morte tecidular. A isquemia é mais frequente nas primeiras 24 horas pós-operatório Convem monitorizar a sua evolução ou Trabalho realizado por Mariana cicatrizaçãoLiberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  23. 23. Deiscência Muco-cutânea A deiscência muco-cutânea é a separação da mucosa intestinal da pele peri-estomal Se for parcial trata-se com lavagem e espera-se que cicatrize por segunda intenção Se for total é necessário suturá-lo para evitar uma estenose ou um afundamento Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  24. 24. Retracção Afundamento Afundamento Um deslize do intestino, abaixo do nivel da pele Retracção aparece como um defeito concavo no abdómen devido a uma tracção excessiva ao nível da sutura Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  25. 25. Abcesso É a cavidade neoformada num tecido localizado e encapsulado por uma membrana de tecido inflamatório cuja parede interior é denominada por membrana piogénica Tratamento consiste na drenagem, lavagem com SF, desinfecção e se necessaria administração de antibioterapiaTrabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  26. 26. Oclusão Normalmente provoca dor, náusea, vómito, distenção abdominal Se for parcial pode haver perda parcial de grandes quantidades de efluente líquido e consequentemente desiquilibrio electroliquido Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  27. 27. Perfuração Pode ser intra ou extra-abdominal Intra-abdominal pode evoluir para uma peritonite Extra-abdominal pode evoluir para uma supuração peri-estomal ou fistula externa Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  28. 28. Prolapso Aumento do volume do estoma que sai fora da parede abdominal mais do que é normal (exteriorização excessiva)É mais frequente nas colostomias transversas que nas ileostomias ou nos condutos ileais Reduzir a posição de «pé» Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  29. 29. Estenose Aperto da circunferência do estoma, pode ser interna ou ao nível da pele Mais frequente nas colostomias Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  30. 30. Hérnia Saliência em redor do estoma, uma tumefacção abdominal que diminui com o paciente deitado Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  31. 31. Ulceração Pequenas lesões que aparecem na mucosa do estoma Acontece normalmente quando tem outras complicações associadas como edema ou prolapso Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  32. 32. Recidiva de Tumor Aparecimento de protuberâncias na mucosa, união muco-cutânea ou zona peristomal Trata-se realizando um novo estoma Se for um pseudopólipos costumam melhorar com nitrato de prata Se os pólipos forem grandes devem ser ressecados Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  33. 33. Granulomas Lesões nodulares que aparecem na união muco-cutânea Deve-se cauterizar os granulomas com nitrato de prata Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  34. 34. Dermatite de Contacto Reacção inflamatória causada por agentes externos de tipo fisico ou quimico Dermatites de contacto irritativa provocadas por substancias Dermatites de contacto alérgicas aparecimento de vermilhidão que pode evoluir para inflamação grave com formação de vesiculas Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  35. 35. Candidiase A candidiase é uma infecção fúngica causada pela Candida Albicans, são vesiculo-pustulosas que se rompem rapidamente dando origem a pequenas erosões, formam muitas vezes placas eritomatosas brilhantes e exsudativas que causam prurido, podendo surgir tambem lesões Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  36. 36. Foliculite Infecção bacteriana causa normalmente por Staphilococcus e Streptococcus Inflamação dos folículos pilosos em redor do estoma, pode observar-se desde um ponto avermelhado até uma pustula semiesférica perfurada por um pelo e rodeada duma zona ruborizada Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  37. 37. Depósito de Cristais de Fosfato Cristais de fosfato são depositos esbranquiçados na mucosa estomal ou na pele periestomal, a presença de urina alcalina leva à formação de cristais de fosfato que se depositam no estoma e pele circundante Deve-se drenar o dispositivo, reforçar a hidratação e acidificar a urina. A pele peristomal deve ser lavada com uma solução de agua avinagrada, e aplicar durante cerca de 20 minutos compressas embebidas nessa solução Devemos avisar o paciente que o estoma e a pele circundante ficam esbranquiçados. Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  38. 38. Consulta de Estomaterapia Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  39. 39. Objectivos da Consulta Apoiar a pessoa ostomizada/família na fase pré-operatória, pós operatória e pós alta, a fim de assegurar a continuidade de cuidados Detectar problemas, prevenir complicações e reencaminhar para o médico Colaborar na preparação de exames Colaborar na reintegração familiar, social e laboral Promover a autonomia e bem-estar da pessoa ostomizada Informar sobre os recursos existentes na comunidade Dar conhecimento sobre a legislação aplicável á pessoa ostomizada Dar a conhecer os diferentes materiais de ostomia Trabalho realizado por Mariana Esclarecer dúvidas Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  40. 40. Focos  Conhecimento  Imagem Corporal  Auto-estima  Maceração  Desidratação  Hemorragia Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  41. 41. Conhecimento Conhecimento não demonstrado em relação aos cuidados à ostomia Conhecimento não demonstrado pelo prestador de cuidados em relação aos cuidados à ostomia Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  42. 42. Numa fase pré operatória Informar o doente Fornecer informação escrita Marcar o estoma Esclarecer duvidas Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  43. 43. Pós-operatório - 1ª etapa Ensinar sobre o uso do equipamento de ostomia de peça única e de duas peças Ensinar sobre cuidados de higiene à ostomia Ensinar sobre frequência da eliminação Ensinar sobre auto-vigilância Ensinar sobre prevenção de complicações Ensinar sobre dieta Instruir prestador de cuidadados sobre cuidados à ostomia Trabalho realizado por Mariana Esclarecer dúvidas UFP Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
  44. 44. Pós-operatório – 2ª Etapa Assistir sobre o uso de equipamentos às ostomias Assistir nos cuidados de higiene à ostomia Incentivar ao auto-cuidado Incentivar o prestador de cuidados nos cuidados às ostomias Treinar sobre o uso de equipamento Incentivar à auto-vigilancia Esclarecer dúvidas Oliveira Guimarães, nº22108, Trabalho realizado por Mariana Liberdade UFP
  45. 45. Pós-operatórios – 3ª etapa Supervisionar uso de equipamento de ostomia Supervisionar cuidados de higiene à ostomia Planear consulta de estomaterapia em ambulatório Fornecer contacto de associações Informar onde adquirir dispositivos de ostomia Esclarecer dúvidas Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  46. 46. Alta No dia da alta são esclarecidas todas as dúvidas ao doente É entregue um kit de ostomizado constituido por alguns dispositivos de peça única ou de duas peças conforme a adaptação do doente, ou caso ainda não esteja adaptado a um especifico dispositivos dos dois tipos, um molde com varios tamanhos para aplicar no corte da placa Esclarecimento de todas as duvidas pendentes Estado emocional do doente? Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  47. 47. Imagem Corporal Imagem Corporal alterada por presença de estomaEncorajar o doente a expressar os seus sentimentosEncorajar a olhar e a tocar o local do corpo alteradoReferir ao médico (apoio psicológico Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  48. 48. Auto-estima Auto-estima diminuida por presença de ostomiaEstabelecer um relacionamento empaticoEvitar critica destrutivaProporcionar privacidade e ambiente seguroEncorajar a visitas Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  49. 49. Maceração Risco de Maceração de pele peri-estomal Maceração de pele peri-estomalLimpar a pele periférica ao estomaManter a pele secaExecutar o tratamento à pele macerada Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  50. 50. Desidratação Risco de Desidratação Desidratação presenteVigiar sinais de desidrataçãoMonitorizar entradas e saídas de líquidosMonitorizar peso corporalPlanear ingestão de líquidosEnsinar sobre sinais de desidrataçãoVigiar eliminaçãoLiberdade Oliveira Guimarães, nº22108, urinária por Mariana Trabalho realizado UFP
  51. 51. Hemorragia Risco de hemorragia Hemorragia presentePerda sanguínea pelo estomaVigiar pele e mucosasVigiar perda sanguínea pelo estomaReferir ao médico Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  52. 52. Depois da alta clínica Os Individuos continuam a ser seguidos de forma ambulatória, Devem ser informados que o Centro de Saúde fornece gratuitamente os sacos e placas Ser informados Ser referenciados para o médico caso necessário Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  53. 53. Observação do Estoma • Cor (vermelho vivo ou rosa escuro) • Forma (corpo e base do estoma regulares) • Tamanho (pós operatório pode ficar edemaciada) • Integridade da mucosa (ausência de lesões) • Protusão (alça intestinal exteriorizada) • Humidade (aspecto brilhante - muco) • A pele periestomal (higiene e prevenção de lesões) Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  54. 54. Características do conteúdoeliminado As fezes no caso duma colostomia devem ser sólidas e consistentes - como antes - pelo que as bolsas a utilizar serão fechadas. As fezes no caso duma ileostomia devem ser líquidas e abundantes (mais tarde serão pastosas segundo a alimentação) pelo que as bolsas a utilizar serão abertas. Incluem pinça para vazar o seu conteúdo tantas vezes quantas forem necessárias. Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  55. 55. A minha experiencia da consulta Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  56. 56. Registo da consulta Doente vem só ou acompanhado Características do estoma Complicações caso existam Peso do doente Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  57. 57. Bibliografia http://www.abraso.org.br/ostomias.html http://www.santacasacm.org.br/artigos/artigo.php?id=70 http://www.dicionarioinformal.com.br/ostomia/ http://www.apostomizados.pt/pt/item/2-associacao/25- laboratorios/36-bbraun http://estomoterapiaoeste.wordpress.com/cuidados-a-ostomia/ http://www.ostomizados.com/paginas_diversas/duvidas_frequentes. html http://pt.wikipedia.org/wiki/Ostomia http://ostomias.no.sapo.pt/ http://ostomiasemfronteiras.blogspot.com/2011/02/uma-ostomia- pode-ser-temporaria-ou.html Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP

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