DOENÇAS DA
ACTUALIDADE E
TOXICODEPENDÊNCIAS
Formadora: Mariana Sousa
PROMOÇÃO DA SAÚDE
Doenças da Actualidade
Objectivos Gerais e Específicos
No final da sessão os formandos deverão ser capazes:
• Reconhecer os diferentes tipos de D...
Doenças Sexualmente Transmissíveis
DST’S
Hepatite B
SIDA
Sífilis
Gonorreia
Clamídia
Herpes
Genital
Vírus do
Papiloma
Humano
SIDA
O “S” (Síndrome) refere-se ao grupo de sintomas
que em conjunto caracterizam uma doença, o “ID”
(Imunodeficiência), m...
SIDA
• A infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH) e a
síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA) grande
cau...
SIDA
• O primeiro caso de SIDA em Portugal foi diagnosticado
em Outubro de 1983 e até 31 de Dezembro de 2006
foram notific...
SIDA – Percepção da População
Portuguesa sobre a Sida
• 22% referiram o uso consistente do preservativo no último ano
• 20...
• 38% consideraram que os infectados deveriam sofrer algum tipo de
isolamento
• 22% não concordam que as crianças infectad...
SIDA - Sintomas
• A fase aguda da infecção com VIH ocorre uma a quatro
semanas após o momento do contágio.
• Fase aguda du...
SIDA - Sintomas
Seropositivos Após fase aguda
Período sem
sintomas
Vírus continua a
multiplicar-se
Período em que se encon...
SIDA - Diagnóstico
• Análises sanguíneas para detectar a presença de
anticorpos ao VIH.
• Anticorpos são detectados, norma...
SIDA - Diagnóstico
• Testes ELISA («Enzime Linked Immuno-Sorbent Assay») e o
«Western Blot», para confirmar o resultado.
•...
500 a 1500 células
CD4 por mililitro de
sangue
Células CD4 baixam para
menos de 200 por mililitro
de sangue
SEROPOSITIVO
S...
SIDA - Diagnóstico
Teste Negativo Teste positivo
Não possui anticorpos
contra o vírus VIH até à
altura
Infectado pelo VIH ...
SIDA - Contágio
SIDA - Contágio
SIDA - Contágio
• Curiosidades:
• De mãe para filho, o vírus pode ser transmitido durante a gravidez, o
parto ou, ainda, a...
SIDA - Prevenção
• Usar sempre preservativo nas relações sexuais
• Evitar múltiplos parceiros sexuais
• Não partilhar agul...
SIDA - Prevenção
• População de Risco
o Toxicodependentes que se injectam e partilham agulhas, seringas e
outro material u...
Programa Nacional de Prevenção e Controlo
da Infecção do VIH e SIDA 2011-2015
 Diminuir o risco de
infecção;
 Diminuir a...
Sífilis
• Provocada pela bactéria Treponema Pallidum, que é
contagiosa e perigosa, visto que se espalha facilmente
pelo or...
Sífilis
• Afecta qualquer tecido desde a pele aos ossos, fígado,
órgãos genitais e olhos, sendo muito perigosa se
alcançar...
Sífilis - Sintomas
• Surgem 3 semanas após o contágio.
• Ferida não dolorosa nos órgãos genitais, na
boca ou no ânus, conf...
Sífilis - Sintomas
• Na mulher, esta ferida ou ulceração pode localizar-se na
vagina ou no colo do útero e, por isso, não ...
Sífilis - Diagnóstico
• História clínica e sexual cuidada por parte do médico
• Exames laboratoriais específicos
• Todas a...
Sífilis - Diagnóstico
• Os doentes com sífilis têm um risco, 2 a 5x
maior de se infectarem com o VIH, quando em
contacto c...
Sífilis - Tratamento
• Perspectiva de cura é boa, na fase inicial medida em que
o tratamento irá impedir a progressão da d...
Sífilis - Prevenção
• Uso do preservativo durante o acto sexual
• Na mulher, pode ser feita uma aplicação de líquidos
desi...
Gonorreia
• Bactéria Neisseria gonorrhoeae,
• Infecta o revestimento mucoso da uretra, do colo uterino,
do recto e da garg...
Gonorreia
Contacto
Sexual
Partilha
roupa interior
e toalhas
Durante o
parto
Gonorreia - Sintomas
• Corrimento de cor amarelada, abundante
• Pus pela uretra, no homem e vagina na mulher,
acompanhado ...
Gonorreia - Sintomas
• Esta infecção cura-se facilmente, através de um tratamento
correcto, à base de antibióticos.
Mulher...
Gonorreia - Prevenção
• Uso de preservativo
• Lavagem da vagina com desinfectantes adequados ao
corpo humano.
Gonorreia - Tratamento
• Antibióticos
• Cefixima
• Azitromicina
Hepatite B
• Consiste na inflamação do fígado, podendo
desencadear infecções hepáticas graves
(cirrose e o cancro no fígad...
Hepatite B
• Elevado contágio
o Contacto sexual, sangue e fluidos
corporais;
o Transmissão de mãe para filho,
através do s...
Hepatite B - Sintomas
• Cansaço.
• Perda de apetite.
• Náuseas ou indisposição gástrica.
• Dor de estômago.
• Perda de pes...
Hepatite B – Prevenção
• Vacinação
• Evitar a partilha de objectos pessoais
• Garantir que na realização de tatuagens e pi...
Herpes Genital
• Infecção que afecta os órgãos genitais e as zonas
envolventes, sendo causada pelo vírus Herpes Simplex.
•...
Herpes Genital
• As formas de transmissão são:
• Contacto sexual
• Contacto directo com “bolhas” ou feridas abertas que se...
Herpes Genital - Sintomas
• Manchas avermelhadas pequenas na área
genital
• Sensação de queimadura;
• Pequenas bolhas ou v...
Herpes Genital - Prevenção
Abstenção de relações
sexuais
Enquanto existirem sintomas (lesões na pele ou
mucosa genital)
Ri...
Herpes Genital - Tratamento
• Aciclovir
• Valtrex
Clamídia
• Infecção do tipo bacteriano
• Pode afectar o pénis, a vagina, o colo do útero, o ânus, a
uretra, a garganta ou ...
Clamídia - Transmissão
Contacto
Sexual
genital
Partilha
roupa interior
e toalhas
Durante o
parto
Clamídia - Sintomas
Nas mulheres:
• Dor pélvica
• Corrimento vaginal
• Dor durante a relação sexual
• Urinar em abundância...
Clamídia - Sintomas
Nos Homens
• Ardor ou dor ao urinar
• Pus ou corrimento proveniente do pénis
• Inchaço nos testículos ...
Clamídia - Prevenção
• Uso de preservativo
Clamídia - Tratamento
• Uso de antibióticos.
• Azitromicina
• Doxiciclina
Vírus do Papiloma Humano (VPH)
• Existem mais de 100 tipos de Papilomas, dos quais 40
podem infectar o tracto urogenital.
...
• Infectam a área ano genital ou áreas como os pés ou
mãos, onde podem originar verrugas ou “cravos”
• VPH é uma das IST’s...
Vírus do Papiloma Humano (VPH)
Contacto
Sexual
precoce
Elevado
número de
parceiros
sexuais
Anal
Vaginal
Oral
• Nas mulheres:
• verrugas, condilomas (verrugas genital) e evolução para cancro do
colo do útero.
• Nos homens:
• verruga...
• Durante a gravidez, o número e tamanho das verrugas
pode aumentar, contudo depois do parto, diminuem.
• VPH pode estar a...
• Vacinação ( a partir dos 13 anos)
• Preservativo
• Exame Papanicolau
• Teste HPV-DNA (caracterização genética do vírus)
...
VPH - Tratamento
• Tratamento em casa ou no consultório, com a aplicação
de produtos ao nível das lesões.
• Crioterapia
• ...
Doenças da actualidade
Doenças da
actualidade
Depressão
Diabetes
Cancro
Osteoporose
Hipertensão
Arterial
Depressão
• Doença mental caracterizada por episódios de tristeza.
• Actualmente é a principal causa de incapacidade e a 2...
Depressão
• Inicio normalmente entre os 20 e os 50 anos e se não for
tratada, pode levar ao suicídio.
• Associada à perda ...
Depressão
• A duração varia entre alguns meses, a alguns anos, no
entanto em cerca de 20 % dos casos torna-se uma
doença c...
Depressão - Sintomas
• Modificação do apetite (falta ou excesso de apetite);
• Perturbações do sono (sonolência ou insónia...
Depressão - Sintomas
• Preocupação com o sentido da vida e com a morte;
• Desinteresse, apatia e tristeza;
• Alterações do...
Depressão - Causas
• Causas desconhecidas.
• Factores:
• Episódios depressivos, como é o caso de condições de vida
adversa...
Depressão - Diagnóstico
• Realizado por um médico de acordo com os sinais e
sintomas
• Exames laboratoriais, mais especifi...
Depressão - Tratamento
• Medicação ou intervenções psicoterapêuticas ou
combinação de ambas.
• A psicoterapia é mais utili...
Diabetes
• Doença crónica caracterizada pelo aumento dos níveis de açúcar
(glicose) no sangue
• Incapacidade do organismo ...
Diabetes – Grupos de Risco
• Pessoas com familiares directos com diabetes
• Homens e mulheres obesos
• Homens e mulheres c...
Diabetes - Sintomas
• Adultos, geralmente do tipo 2:
• Urinar em abundância e várias vezes ao dia, especialmente durante
a...
Diabetes
• Crianças e jovens, geralmente do tipo 1, aparecendo de
maneira súbita e nítida:
• Urinar em abundância, podendo...
Diabetes - Diagnóstico
• Sintomas
• Análises sanguíneas
• Avaliam a quantidade de açúcar no sangue e na urina.
Glicémia oc...
Diabetes – Tipo 1
• Diabetes mais rara, em que os
indivíduos são dependentes de insulina.
• O pâncreas produz insulina em
...
Diabetes – Tipo 2
• Diabetes mais frequente (cerca de 90%) e não é dependente de
insulina.
• O pâncreas produz a insulina,...
Diabetes - Diabetes Gestacional
• Surge durante a gravidez e desaparece,
habitualmente, no final do período de
gestação.
•...
Diabetes - Prevenção
• Controlo rigoroso da glicemia, da tensão arterial e dos lípidos;
• Vigilância dos órgãos mais sensí...
Hipertensão Arterial (HTA)
sistólica > a 140
mm Hg
diastólica > 90 mm Hge/ou
Hipertensão Arterial (HTA)
Valores da “máxima”
aumentados
valores da “mínima”
aumentados
Hipertensão
arterial
sistólica
Hi...
• Em Portugal:
• 2 milhões de hipertensos
oapenas metade tem conhecimento de que tem pressão
arterial elevada,
o¼ está med...
Hipertensão Arterial - Sintomas
• Nos primeiros anos, a HTA não provoca sintomas.
• Cefaleias, tonturas ou um mal-estar va...
Hipertensão Arterial - Causas
• Cerca de 90% dos casos, têm causa desconhecida.
• Doenças associadas:
• Apneia do sono;
• ...
Hipertensão Arterial - Causas
• A hereditariedade e a idade são dois
factores que podem influenciar a HTA.
• Quanto mais e...
Hipertensão Arterial – Factores de Risco
• Obesidade
• Consumo excessivo de sal
• Consumo excessivo de álcool
• Sedentaris...
Hipertensão Arterial - Prevenção
• Redução da ingestão de sal na alimentação
• Preferência por uma dieta rica em frutos, v...
Hipertensão Arterial - Diagnóstico
• Medição regular da pressão arterial.
• Valores elevados em, pelo menos, 3 avaliações ...
Hipertensão Arterial - Tratamento
• Não existe cura, sendo por isso uma doença crónica.
• Estilo de vida saudável permite ...
Cancro
Células
crescem e
dividem-se
Formação
de novas
células
Envelhecem e
morrem
Formação de
células novas
desnecessárias...
Cancro
• Raramente colocam a vida do
individuo em risco;
• Removidos;
• Regridem;
• Não se espalham pelo
organismo.
• Mais...
Cancro – Factores de Risco
• Envelhecimento (maior probabilidade a partir dos 65
anos, no entanto pode ocorrer em qualquer...
Cancro – Factores de Risco
• Alguns vírus e bactérias
• Determinadas hormonas
• Álcool
• Dieta pobre
• Falta de actividade...
Cancro - Sintomas
• Espessamento, massa ou "uma elevação" na mama, ou
em qualquer outra parte do corpo.
• Aparecimento de ...
Cancro - Sintomas
• Desconforto depois de comer
• Dificuldade em engolir
• Ganho, ou perda de peso, sem motivo aparente
• ...
Cancro - Prevenção
• A prevenção é efectuada através de hábitos saudáveis:
• Alimentação saudável e equilibrada
• Praticar...
Cancro – Prevenção (ALIMENTAÇÃO)
• Limitar o consumo de gorduras saturadas e de alimentos
ricos em açúcares e sal.
• Reduz...
Cancro – Prevenção (ALIMENTAÇÃO)
• Ingerir bastantes vegetais - as hortaliças de cor verde escura
(espinafres, couves, bró...
Cancro - Diagnóstico
• Análises
• Radiografias
• TAC (tomografia computorizada) ou PET
(tomografia por emissão de positrõe...
Cancro - Tratamento
• O cancro pode ser tratado por diferentes especialistas,
como sejam: cirurgião, oncologista, ginecolo...
Cancro - Tratamento
• Adicionalmente, em qualquer estadio da doença, podem
ser administrados medicamentos.
• Controlo da d...
Cancro – Tipos de Cancro
• Mama:
• A mamografia é a melhor forma para detectar o tumor em
estadio inicial.
• A partir dos ...
Cancro – Tipos de Cancro
• Colo do útero:
• Teste Papanicolau, também chamado de esfregaço do
colo do útero ou do cérvix, é usado para observar as
...
Cancro – Tipo de Cancro
Cancro – Tipos de Cancro
• Cólon e recto:
• Testes de rastreio para detectar pólipos
(massas), tumores, ou outras alteraçõ...
Osteoporose
• Se não for prevenida ou tratada precocemente, a perda de
massa óssea vai aumentando progressivamente, de for...
• Há fracturas osteoporóticas que ocorrerem com um
traumatismo mínimo, que não provocaria fractura dum
osso normal, sendo ...
• História familiar de fractura
• Estrutura pequena e magreza excessiva
• Dieta pobre em cálcio
• Consumo excessivo de álc...
• Fracturas com pequenos traumatismos (especialmente das
vértebras, anca e punho)
• Perda de altura > 2,5cm
• Aparecimento...
Osteoporose - Sintomas
Osteoporose - Causas
Osteoporose
Primária
Osteoporose
Secundária
Não há patologia subjacente que
justifique a sua ocorrênc...
Osteoporose – Causas
• Deficiência de estrogénios (hormonas femininas)
• Numa mulher saudável e jovem a formação e a
reabs...
Osteoporose - Causas
• Doenças genéticas,
• Hipogonadismo (défice de hormonas sexuais),
• Doenças endócrinas (hormonais),
...
Osteoporose – Diagnóstico
• Baseado na diminuição da massa óssea, indicada pelos
valores da densidade mineral óssea (DMO)....
• De acordo com a OMS:
• Índice T tiver valores < -2,5 DP => Osteoporose
• Índice T entre -1 e -2,5 DP => Osteopenia
• Val...
Osteoporose - Tratamento
• Medicação: aumenta a massa óssea, com intuito de
reduzir o risco de fractura
• Suplementos de c...
Osteoporose – Cuidados Posturais
Postura não alinhada
correctamente
Maior pressão sobre a
coluna
Aumento do esforço dos
mú...
• Dobrar os joelhos e inclinar-se a partir das ancas, em vez
de dobrar a partir da cintura;
• Manter as costas direitas e ...
Osteoporose – Cuidados Posturais
Resumo
• Doenças Sexualmente Transmissíveis
• SIDA, Sifilis, Gonorreia, Clamidia, VPH, Hepatite B e Herpes
Genital
• Compo...
Resumo
• Comportamentos de Risco
• Relações sexuais desprotegidas
• Múltiplos parceiros sexuais
• Uso de material não este...
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  • Calcula-se que pelo menos 50% dos infectados tenham estes sintomas.
  • O teste deve ser sempre repetido após três meses a situação de risco, para confirmar o resultado, na medida em que muitas vezes não é respeitado o período janela, que é o período de tempo em que a pessoa foi infectada mas não conseguem ser detectados quaisquer anticorpos.
  • O VIH pode encontrar-se nas lágrimas, no suor e na saliva de uma pessoa infectada, contudo, a quantidade de vírus é demasiado pequena para conseguir transmitir a infecção.
  • As grávidas infectadas podem transmitir a doença ao bebé.
  • Após o tratamento, a actividade sexual pode ser retomada de forma normal.
  • Caso o tratamento não seja efectuado adequadamente, esta doença pode ser muito grave e em situações extremas provocar a morte do individuo.
  • Os doentes infectados para além de portadores do vírus, tornam-se transmissores, na medida em que há um risco elevado de contágio.
  • Os sintomas iniciais são parecidos com os de uma gripe.
  • O vírus migra pelas células nervosas até aos gânglios neuronais, onde entram numa fase de latência. A sua reactivação pode ocorrer após a acção do sol, do frio, de traumatismos ou de outras situações de stress.
  • - Verrugas genitais (90% dos casos) no entanto não provocam cancro.
  • Não existe cura conhecida para esta infecção, contudo uma grande maioria tem um sistema imune adequado e consegue eliminar a infecção do organismo do individuo.
  • HPV pode estar activo ou não, em que na infecção activa, as células alteradas podem ser observadas ao microscópio na leitura da citologia, podendo também tornar-se inactiva se o sistema imunitária estiver fortalecido e a funcionar correctamente. A reactivação da infecção pode existir, mas as razões para tal são ainda desconhecidas.
  • Papanicolau – é uma ferramenta de rastreio importante, pois não há forma de saber previamente em que pessoa  o vírus vai persistir e evoluir para cancro. 

    O teste do HPV-DNA, que permite caracterizar geneticamente o vírus, está disponível em Portugal, mas não faz parte de um rastreio regular. É recomendado quando se observam alterações ao nível do colo do útero.

    Vacinação é feita em 3 doses (2ª dose 2 meses depois da 1ª e a 3ª 6 meses após a 1ª)
  • Crioterapia - utilização do frio com fins terapêuticos
  • podem ser de curta ou longa duração, em que ocorre perda de interesse por actividades habitualmente sentidas como agradáveis, cansaço e perda de energia.
  • A duração varia entre alguns meses, a alguns anos, no entanto em cerca de 20 % dos casos torna-se uma doença crónica sem remissão. Estes casos devem-se, fundamentalmente, à falta de tratamento adequado.
  • É extremamente importante determinar qual o factor ou factores que desencadearam a crise depressiva para que o doente evite ou aprenda a lidar com esse factor durante o tratamento.
  • Exames laboratoriais, mais especificamente análises ao sangue, que muitas vezes ajudam a determinar as causas de algumas depressões
  • doença silenciosa que se pode desenvolver sem sintomas
  • Em contraste com a diabetes tipo 2, aparece com maior incidência nas crianças e jovens, podendo também surgir em adultos ou idosos.
  • Surge geralmente em idade adulta e o seu tratamento, na maioria dos casos, consiste na adopção de uma dieta alimentar, para normalizar os níveis de açúcar no sangue e na realização de actividade física regular. Caso o tratamento anterior não resulte, é necessário associar medicação e em casos extremos, insulina.
  • tensão arterial diastólica superiores a 90 mm.
    Geralmente só um dos valores se encontra alterado.
  • Nos primeiros anos, a HTA não provoca sintomas, à excepção de valores tensionais elevados, os quais se detectam através da medição da pressão arterial.

    Na ausência de quaisquer sintomas durante a fase inicial da doença, devem realizar-se medições regulares da tensão. Existe alguma população de risco, como é o caso dos indivíduos que sejam obesos, diabéticos, fumadores ou com história de doença cardiovascular na família. Estes devem realizar medições da pressão arterial pelo menos uma vez por ano.
  • HTA renovascular – tensão arterial aumentada ao nível da artéria renal.
    Sindrome de Cushing – doença em que os niveis de cortisona estão elevados
    Feocromocitoma – tumores, geralmente benignos, que surgem ao nivel dos rins
  • Qualquer pessoa com estes sintomas, ou quaisquer outras alterações de saúde relevantes, deve consultar o médico, para diagnosticar e tratar o problema tão cedo quanto possível. Geralmente, as fases iniciais do cancro não causam dor.
  • O plano de tratamento depende, essencialmente, do estadio da doença e do tipo de tratamento a efectuar.
  • Existem diferentes tipos de cancro, podendo afectar regiões corporais variadas. Se existir um diagnóstico ou detecção precoce, é mais fácil controlar o mesmo. O rastreio regular é um bom exemplo de prevenção.
  • Isto acontece, porque após a menopausa, os ovários deixam de produzir estrogénio.

  • densidade mineral óssea: mede a quantidade de mineral existente numa determinada área de osso.

    Quando se compara um valor da DMO dum determinado indivíduo com o valor médio da DMO de uma população de adultos jovens do mesmo sexo (valor que representa a massa óssea máxima, também chamada pico de massa óssea), a relação entre os dois valores, expressa em número de "desvios-padrão" (DP), é designada índice T (T score).
  • Todos estes medicamentos devem ser prescritos pelo médico e de acordo com as necessidades de cada paciente.
  • Portanto, é fundamental manter uma boa postura quando se está sentado, em pé ou quando se fazem movimentos de inclinação.
  • Doenças da actualidade e toxicodependências.

    1. 1. DOENÇAS DA ACTUALIDADE E TOXICODEPENDÊNCIAS Formadora: Mariana Sousa PROMOÇÃO DA SAÚDE
    2. 2. Doenças da Actualidade
    3. 3. Objectivos Gerais e Específicos No final da sessão os formandos deverão ser capazes: • Reconhecer os diferentes tipos de DST’s • Identificar os comportamentos que previnem as DST’s • Identificar os comportamentos de risco • Reconhecer as doenças da actualidade
    4. 4. Doenças Sexualmente Transmissíveis
    5. 5. DST’S Hepatite B SIDA Sífilis Gonorreia Clamídia Herpes Genital Vírus do Papiloma Humano
    6. 6. SIDA O “S” (Síndrome) refere-se ao grupo de sintomas que em conjunto caracterizam uma doença, o “ID” (Imunodeficiência), mostra que a doença provoca um enfraquecimento do sistema imunitário e o “A” (Adquirida) quer dizer que esta não é hereditária, desenvolvendo-se somente após o contacto com o agente infeccioso, que é o VIH, neste caso.
    7. 7. SIDA • A infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH) e a síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA) grande causa de morte • Em Portugal Plano Nacional de Saúde • Portugal é o 3º país da EU com mais casos de co-infecção VIH/sida e tuberculose, a seguir à Espanha e à França Anualmente morrem em Portugal cerca de 1.000 pessoas por SIDA.
    8. 8. SIDA • O primeiro caso de SIDA em Portugal foi diagnosticado em Outubro de 1983 e até 31 de Dezembro de 2006 foram notificados ao Centro de Vigilância Epidemiológica das Doenças Transmissíveis 30.366 casos de infecção VIH/sida • 45% correspondiam a indivíduos consumidores de drogas injectáveis • 37,5% a transmissão heterossexual • 11,9% a transmissão homossexual • 5,6% a outros modos de transmissão.
    9. 9. SIDA – Percepção da População Portuguesa sobre a Sida • 22% referiram o uso consistente do preservativo no último ano • 20% disseram ter utilizado preservativo na última relação sexual; • 68% da população percepciona o seu risco de infecção como elevado • 48% considera-se em risco maior que a generalidade da população • 37% já sentiram receio de terem sido infectados • 39% dos homens afirmaram utilizar sexo pago • 58% não usaram preservativo na última relação paga Percepção do risco Comportamentos Sexuais Uso preservativo In International Journal of STD & AIDS (2004)
    10. 10. • 38% consideraram que os infectados deveriam sofrer algum tipo de isolamento • 22% não concordam que as crianças infectadas frequentem a mesma escola que as outras crianças • 14% não concordam que as pessoas que vivem com VIH possam desempenhar a sua profissão nos mesmos locais de trabalho Modo de transmissão • 30% beijo • 30% pelo uso das casas de banho • 30% pela picada de insectos • 23% pela tosse e espirro • 18% pela comida e talheres • 5% pelo aperto de mão; SIDA – Percepção da População Portuguesa sobre a Sida In International Journal of STD & AIDS (2004)
    11. 11. SIDA - Sintomas • A fase aguda da infecção com VIH ocorre uma a quatro semanas após o momento do contágio. • Fase aguda dura entre 1 a 3 semanas. • Sintomas semelhantes aos de uma gripe • febre, suores, dor de cabeça, de estômago, nos músculos e nas articulações, fadiga, dificuldades em engolir, gânglios linfáticos inchados e um leve prurido.
    12. 12. SIDA - Sintomas Seropositivos Após fase aguda Período sem sintomas Vírus continua a multiplicar-se Período em que se encontram 70% a 80% dos infectados mundialmente
    13. 13. SIDA - Diagnóstico • Análises sanguíneas para detectar a presença de anticorpos ao VIH. • Anticorpos são detectados, normalmente, apenas 3 a 4 semanas após a fase aguda, não podendo haver uma certeza absoluta sobre os resultados nos primeiros 3 meses após o contágio. Primeiras análises Resultado negativo Testes repetidos 4 a 6 semanas após 3 meses após a primeira análise
    14. 14. SIDA - Diagnóstico • Testes ELISA («Enzime Linked Immuno-Sorbent Assay») e o «Western Blot», para confirmar o resultado. • Nos Seropositivos realizam-se também testes de carga viral para avaliar o nível de VIH no sangue. • Juntamente com os exames para efectuar a contagem de células CD4, são fundamentais para fazer um prognóstico sobre a evolução da doença. • Se a carga viral for elevada e a contagem das células CD4 baixa, e se o seropositivo não começar a fazer tratamento, a doença progredirá rapidamente. • Exames repetidos de 3 em 3 meses.
    15. 15. 500 a 1500 células CD4 por mililitro de sangue Células CD4 baixam para menos de 200 por mililitro de sangue SEROPOSITIVO SIDA INDIVIDUO SAUDÁVEL
    16. 16. SIDA - Diagnóstico Teste Negativo Teste positivo Não possui anticorpos contra o vírus VIH até à altura Infectado pelo VIH e há risco de transmissão 6 a 8 semanas após o suposto contágio 3 meses após novo teste Gratuito se realizado num CAD (Centro de Aconselhamento e Detecção Precoce do VIH)
    17. 17. SIDA - Contágio
    18. 18. SIDA - Contágio
    19. 19. SIDA - Contágio • Curiosidades: • De mãe para filho, o vírus pode ser transmitido durante a gravidez, o parto ou, ainda, através da amamentação. • O VIH pode encontrar-se nas lágrimas, no suor e na saliva de uma pessoa infectada. • Maior risco de contágio 1 a 4 semanas após o vírus estar no corpo
    20. 20. SIDA - Prevenção • Usar sempre preservativo nas relações sexuais • Evitar múltiplos parceiros sexuais • Não partilhar agulhas, seringas, material usado na preparação de drogas injectáveis e objectos cortantes (agulhas de acupunctura, instrumentos para fazer tatuagens e piercings, de cabeleireiro, manicura). • Consultar um médico, sempre que algo de anormal aconteça com o corpo (principalmente órgãos genitais)
    21. 21. SIDA - Prevenção • População de Risco o Toxicodependentes que se injectam e partilham agulhas, seringas e outro material usado na preparação da droga, para injecção. o Pessoas que não praticam sexo seguro, isto é, que não usam preservativos e têm mais do que um parceiro sexual. o Profissionais de saúde
    22. 22. Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Infecção do VIH e SIDA 2011-2015  Diminuir o risco de infecção;  Diminuir a vulnerabilidade à infecção  Diminuir o impacto da epidemia OBJECTIVOS Até 2015 o Reduzir em Portugal o número de novas infecções por VIH em 25%; o Diminuir em 50% o número de novos casos e as mortes por sida; o Aumentar para 95% a proporção dos indivíduos que dizem usar preservativo em relações sexuais ocasionais; o Aumentar em 50% o número de utilizadores de drogas que realizam anualmente o teste para a infecção VIH; o Eliminar a transmissão da infecção pelo VIH de mãe para filho; o Diminuir de 60% para 20% os diagnósticos tardios de infecção pelo VIH (menos de 350 linfócitos CD4).
    23. 23. Sífilis • Provocada pela bactéria Treponema Pallidum, que é contagiosa e perigosa, visto que se espalha facilmente pelo organismo • Curável se for diagnosticada e tratada precocemente. • Origem desconhecida • Em Portugal, entre 2002 e 2006, foram declarados, em média, 124 casos/ano de Sífilis.
    24. 24. Sífilis • Afecta qualquer tecido desde a pele aos ossos, fígado, órgãos genitais e olhos, sendo muito perigosa se alcançar o sistema nervoso e coração (morte). • Inicialmente surgem úlceras genitais que não curam e posteriormente evoluem para lesões na pele e mucosas.
    25. 25. Sífilis - Sintomas • Surgem 3 semanas após o contágio. • Ferida não dolorosa nos órgãos genitais, na boca ou no ânus, conforme o tipo da relação sexual infectante. • Há aumento dos gânglios linfáticos na região afectada, que se tornam duros e geralmente não dolorosos.
    26. 26. Sífilis - Sintomas • Na mulher, esta ferida ou ulceração pode localizar-se na vagina ou no colo do útero e, por isso, não é visível. • Na 2ª fase da doença, há erupção cutânea com sintomas de mal-estar, fadiga, dores de cabeça e nos ossos. • Fase altamente contagiosa
    27. 27. Sífilis - Diagnóstico • História clínica e sexual cuidada por parte do médico • Exames laboratoriais específicos • Todas as grávidas devem fazer análises para excluir Sífilis e, se necessário, devem ser tratadas para evitar a transmissão materno-fetal. • Diagnóstico difícil sem recorrer a testes serológicos (sintomas comuns a inúmeras doenças, tais como sudorese intensa, manchas avermelhadas ou febre baixa).
    28. 28. Sífilis - Diagnóstico • Os doentes com sífilis têm um risco, 2 a 5x maior de se infectarem com o VIH, quando em contacto com um parceiro seropositivo. • Todas as pessoas com úlceras na região genital devem consultar um médico e evitar contactos sexuais até terem um diagnóstico.
    29. 29. Sífilis - Tratamento • Perspectiva de cura é boa, na fase inicial medida em que o tratamento irá impedir a progressão da doença. • Injecções de penicilina, em dose única ou em três doses, de acordo com a fase em que o doente se encontra. • Os parceiros sexuais do doente também devem efectuar testes e tratamento, se necessário.
    30. 30. Sífilis - Prevenção • Uso do preservativo durante o acto sexual • Na mulher, pode ser feita uma aplicação de líquidos desinfectantes suaves para desinfecção e a realização de testes durante a gravidez para despiste da doença em questão.
    31. 31. Gonorreia • Bactéria Neisseria gonorrhoeae, • Infecta o revestimento mucoso da uretra, do colo uterino, do recto e da garganta ou da membrana branca (conjuntiva) dos olhos. • Pode atingir genitais, pele, garganta, olhos, coração, articulações e Sistema Nervoso.
    32. 32. Gonorreia Contacto Sexual Partilha roupa interior e toalhas Durante o parto
    33. 33. Gonorreia - Sintomas • Corrimento de cor amarelada, abundante • Pus pela uretra, no homem e vagina na mulher, acompanhado de um cheiro fétido • Ardor ao urinar.
    34. 34. Gonorreia - Sintomas • Esta infecção cura-se facilmente, através de um tratamento correcto, à base de antibióticos. Mulher Homem colo do útero e pode em certos casos, não provocar sintomas. surge normalmente três dias após a infecção.
    35. 35. Gonorreia - Prevenção • Uso de preservativo • Lavagem da vagina com desinfectantes adequados ao corpo humano.
    36. 36. Gonorreia - Tratamento • Antibióticos • Cefixima • Azitromicina
    37. 37. Hepatite B • Consiste na inflamação do fígado, podendo desencadear infecções hepáticas graves (cirrose e o cancro no fígado). • O vírus causador da infecção vive no sangue, na saliva, no suor, no esperma e no corrimento vaginal. O risco de contrair Hepatite B é oito vezes superior ao de contrair SIDA.
    38. 38. Hepatite B • Elevado contágio o Contacto sexual, sangue e fluidos corporais; o Transmissão de mãe para filho, através do sémen e secreções vaginais, suor, lágrimas e saliva. o Suor ou pela saliva (a menos que esta tenha estado em contacto com sangue infectado) o Aperto de mão o Abraços o Beijos o Uso de pratos ou talheres de pessoas infectadas.
    39. 39. Hepatite B - Sintomas • Cansaço. • Perda de apetite. • Náuseas ou indisposição gástrica. • Dor de estômago. • Perda de peso. • Coloração amarela da pele e do branco dos olhos (icterícia). • Urina escura. • Fezes cor de argila ou esbranquiçadas. • Dor nas articulações.
    40. 40. Hepatite B – Prevenção • Vacinação • Evitar a partilha de objectos pessoais • Garantir que na realização de tatuagens e piercings as agulhas são limpas e esterilizadas, • Nunca partilhar agulhas ou seringas • Usar preservativo
    41. 41. Herpes Genital • Infecção que afecta os órgãos genitais e as zonas envolventes, sendo causada pelo vírus Herpes Simplex. • Não há cura, só alivio das dores Células Nervosas Gânglios neuronais Fase de latência FrioSol Traumatismos Stress VÍRUS
    42. 42. Herpes Genital • As formas de transmissão são: • Contacto sexual • Contacto directo com “bolhas” ou feridas abertas que se encontrem infectadas • Parto.
    43. 43. Herpes Genital - Sintomas • Manchas avermelhadas pequenas na área genital • Sensação de queimadura; • Pequenas bolhas ou vesículas que, ao fim de alguns dias, rompem ocasionando feridas que se cobrem de crostas. • Uma a duas semanas, as lesões curam sem deixar cicatrizes. • Pode ocorrer também comichão, formigueiro, dores, bolhas de água e ferida.
    44. 44. Herpes Genital - Prevenção Abstenção de relações sexuais Enquanto existirem sintomas (lesões na pele ou mucosa genital) Risco de contágio Preservativo
    45. 45. Herpes Genital - Tratamento • Aciclovir • Valtrex
    46. 46. Clamídia • Infecção do tipo bacteriano • Pode afectar o pénis, a vagina, o colo do útero, o ânus, a uretra, a garganta ou os olhos. • É IST mais comum. • É conhecida como uma doença "silenciosa" porque a maioria dos infectados não apresentam sintomas.
    47. 47. Clamídia - Transmissão Contacto Sexual genital Partilha roupa interior e toalhas Durante o parto
    48. 48. Clamídia - Sintomas Nas mulheres: • Dor pélvica • Corrimento vaginal • Dor durante a relação sexual • Urinar em abundância • Hemorragia entre as menstruações.
    49. 49. Clamídia - Sintomas Nos Homens • Ardor ou dor ao urinar • Pus ou corrimento proveniente do pénis • Inchaço nos testículos ou no ânus.
    50. 50. Clamídia - Prevenção • Uso de preservativo
    51. 51. Clamídia - Tratamento • Uso de antibióticos. • Azitromicina • Doxiciclina
    52. 52. Vírus do Papiloma Humano (VPH) • Existem mais de 100 tipos de Papilomas, dos quais 40 podem infectar o tracto urogenital. • Cerca de 17 tipos estão associados ao desenvolvimento de cancro do colo do útero. • HPV16 e o HPV18 – Cancro do colo do útero (70 a 75% de casos) • HPV 6 e o HPV11 - Verrugas genitais (90% dos casos).
    53. 53. • Infectam a área ano genital ou áreas como os pés ou mãos, onde podem originar verrugas ou “cravos” • VPH é uma das IST’s mais frequente em todo o mundo. • Não há cura Vírus do Papiloma Humano (VPH)
    54. 54. Vírus do Papiloma Humano (VPH) Contacto Sexual precoce Elevado número de parceiros sexuais Anal Vaginal Oral
    55. 55. • Nas mulheres: • verrugas, condilomas (verrugas genital) e evolução para cancro do colo do útero. • Nos homens: • verrugas, condilomas, que vão ser um veículo de transmissão. Vírus do Papiloma Humano (VPH) - Sintomas
    56. 56. • Durante a gravidez, o número e tamanho das verrugas pode aumentar, contudo depois do parto, diminuem. • VPH pode estar activo ou não. • Pode evoluir para cancro, sendo por isso necessário um diagnóstico precoce. Vírus do Papiloma Humano (VPH) - Sintomas
    57. 57. • Vacinação ( a partir dos 13 anos) • Preservativo • Exame Papanicolau • Teste HPV-DNA (caracterização genética do vírus) Vírus do Papiloma Humano (VPH) - Prevenção Redução do número de mulheres que possam vir a desenvolver o cancro do colo do útero.
    58. 58. VPH - Tratamento • Tratamento em casa ou no consultório, com a aplicação de produtos ao nível das lesões. • Crioterapia • Electrocoagulação, • Laser • Excisão cirúrgica (raramente). • Há a possibilidade das verrugas voltarem a aparecer depois do tratamento, sendo necessário repeti-lo.
    59. 59. Doenças da actualidade
    60. 60. Doenças da actualidade Depressão Diabetes Cancro Osteoporose Hipertensão Arterial
    61. 61. Depressão • Doença mental caracterizada por episódios de tristeza. • Actualmente é a principal causa de incapacidade e a 2ª causa de perda de anos de vida saudáveis. • Plano Nacional de Saúde 2000-2010, como um problema primordial de saúde pública. Curta duração Longa duração
    62. 62. Depressão • Inicio normalmente entre os 20 e os 50 anos e se não for tratada, pode levar ao suicídio. • Associada à perda de 850 mil vidas por ano, mais de 1200 mortes em Portugal. • Segundo a OMS é mais comum nas mulheres do que nos homens. Sentimentos e comportamentos depressivos + de 2 semanas seguidas Procurar um especialista
    63. 63. Depressão • A duração varia entre alguns meses, a alguns anos, no entanto em cerca de 20 % dos casos torna-se uma doença crónica sem remissão. • Maior probabilidade se existir histórico da doença
    64. 64. Depressão - Sintomas • Modificação do apetite (falta ou excesso de apetite); • Perturbações do sono (sonolência ou insónia); • Fadiga, cansaço e perda de energia; • Sentimentos de inutilidade, de falta de confiança e de auto-estima, sentimentos de culpa e sentimento de incapacidade; • Falta ou alterações da concentração;
    65. 65. Depressão - Sintomas • Preocupação com o sentido da vida e com a morte; • Desinteresse, apatia e tristeza; • Alterações do desejo sexual; • Irritabilidade; • Manifestação de sintomas físicos, como dor muscular, dor abdominal, enjoo.
    66. 66. Depressão - Causas • Causas desconhecidas. • Factores: • Episódios depressivos, como é o caso de condições de vida adversas, o divórcio, a perda de alguém próximo, o desemprego, a incapacidade de lidar com determinadas situações, entre outros. • Efeitos secundários de certos fármacos (anti-hipertensivos, corticóides, medicamentos de terapêutica hormonal de substituição, etc.) • Factores hereditários e biológicos (hormonais).
    67. 67. Depressão - Diagnóstico • Realizado por um médico de acordo com os sinais e sintomas • Exames laboratoriais, mais especificamente análises ao sangue • Electroencefalogramas durante o sono. • Questionários standart que permitem determinar o grau de depressão, a escala de depressão de Hamilton, que é realizada verbalmente e o inventário da depressão de Beck, que por sua vez é preenchido pelo paciente.
    68. 68. Depressão - Tratamento • Medicação ou intervenções psicoterapêuticas ou combinação de ambas. • A psicoterapia é mais utilizada em situações ligeiras • Antidepressivos, essenciais no tratamento de depressões moderadas e crónicas, não criando habituação. • O tratamento dura no mínimo quatro a seis meses.
    69. 69. Diabetes • Doença crónica caracterizada pelo aumento dos níveis de açúcar (glicose) no sangue • Incapacidade do organismo em transformar a glicose, fornecida através da alimentação. • A quantidade de glicose no sangue denomina-se por glicémia e quando esta se encontra aumentada, considera-se que o individuo está com hiperglicemia. • Muito frequente em Portugal, existem entre 400 a 500 mil pessoas portadoras da diabetes.
    70. 70. Diabetes – Grupos de Risco • Pessoas com familiares directos com diabetes • Homens e mulheres obesos • Homens e mulheres com HTA ou níveis elevados de colesterol no sangue • Mulheres com diabetes gestacional durante a gravidez • Crianças com peso igual ou superior 4Kg à nascença • Doentes com problemas no pâncreas ou com doenças endócrinas.
    71. 71. Diabetes - Sintomas • Adultos, geralmente do tipo 2: • Urinar em abundância e várias vezes ao dia, especialmente durante a noite • Sede constante e intensa (polidipsia) • Fome constante e difícil de saciar (polifagia) • Fadiga • Comichão no corpo, principalmente nos órgãos genitais • Visão turva
    72. 72. Diabetes • Crianças e jovens, geralmente do tipo 1, aparecendo de maneira súbita e nítida: • Urinar em abundância, podendo urinar na cama • Ter muita sede • Emagrecer rapidamente • Grande fadiga, associada a dores musculares intensas • Comer muito sem nada aproveitar • Dores de cabeça, náuseas e vómitos
    73. 73. Diabetes - Diagnóstico • Sintomas • Análises sanguíneas • Avaliam a quantidade de açúcar no sangue e na urina. Glicémia ocasional de 200 mg/dl ou superior, acompanhada de sintomas Glicémia em jejum (8horas) de 126 mg/dl ou superior
    74. 74. Diabetes – Tipo 1 • Diabetes mais rara, em que os indivíduos são dependentes de insulina. • O pâncreas produz insulina em quantidades insuficientes ou em qualidade deficiente • As células não conseguem absorver do sangue, o açúcar necessário, ainda que o seu valor se mantenha elevado e seja expelido para a urina. • Crianças e Jovens
    75. 75. Diabetes – Tipo 2 • Diabetes mais frequente (cerca de 90%) e não é dependente de insulina. • O pâncreas produz a insulina, mas as células do organismo oferecem a resistência à acção da insulina. • Assim, há um esforço aumentado por parte do pâncreas, até que a insulina produzida se torna insuficiente, dificultando o processo de absorção do açúcar. • Adultos • Dieta Alimentar
    76. 76. Diabetes - Diabetes Gestacional • Surge durante a gravidez e desaparece, habitualmente, no final do período de gestação. • Risco da diabetes tipo 2 se manter, após. • Alimentação adequada e quando esta não é suficiente através de medicação. • Uma em cada 20 grávidas pode sofrer deste tipo de diabetes.
    77. 77. Diabetes - Prevenção • Controlo rigoroso da glicemia, da tensão arterial e dos lípidos; • Vigilância dos órgãos mais sensíveis, como a retina, rim, coração, nervos periféricos, entre outros; • Bons hábitos alimentares; • Prática de exercício físico; • Não fumar; • Cuidar da higiene e vigilância dos pés.
    78. 78. Hipertensão Arterial (HTA) sistólica > a 140 mm Hg diastólica > 90 mm Hge/ou
    79. 79. Hipertensão Arterial (HTA) Valores da “máxima” aumentados valores da “mínima” aumentados Hipertensão arterial sistólica Hipertensão arterial diastólica IDOSOS
    80. 80. • Em Portugal: • 2 milhões de hipertensos oapenas metade tem conhecimento de que tem pressão arterial elevada, o¼ está medicado o16 % estão devidamente controlados. Hipertensão Arterial (HTA)
    81. 81. Hipertensão Arterial - Sintomas • Nos primeiros anos, a HTA não provoca sintomas. • Cefaleias, tonturas ou um mal-estar vago e difuso, que são comuns a muitas outras doenças. • Com o decorrer dos anos, a pressão arterial acaba por danificar os vasos sanguíneos e os órgãos vitais (o cérebro, o coração e os rins), provocando sintomas.
    82. 82. Hipertensão Arterial - Causas • Cerca de 90% dos casos, têm causa desconhecida. • Doenças associadas: • Apneia do sono; • Doença renal crónica; • Hipertensão renovascular, • Síndrome de Cushing; • Terapêutica esteróide, • Feocromocitoma, • Coarctação da aorta • Doença tiroideia.
    83. 83. Hipertensão Arterial - Causas • A hereditariedade e a idade são dois factores que podem influenciar a HTA. • Quanto mais envelhecida for a pessoa, > a probabilidade de desenvolver HTA, sendo que cerca de 2/3 das pessoas, com mais de 65 anos são hipertensas.
    84. 84. Hipertensão Arterial – Factores de Risco • Obesidade • Consumo excessivo de sal • Consumo excessivo de álcool • Sedentarismo • Alimentação incorrecta • Hábitos tabágicos • Stress.
    85. 85. Hipertensão Arterial - Prevenção • Redução da ingestão de sal na alimentação • Preferência por uma dieta rica em frutos, vegetais e com baixo teor de gorduras saturadas • Prática regular de exercício físico • Consumo moderado do álcool (um máximo de 30 ml etanol/dia nos homens e 15 ml/dia para as mulheres) • Cessação do hábito de fumar • No caso dos indivíduos obesos é aconselhável uma redução de peso.
    86. 86. Hipertensão Arterial - Diagnóstico • Medição regular da pressão arterial. • Valores elevados em, pelo menos, 3 avaliações seguidas. • Diagnóstico deve ser feito por um médico, pois a tensão arterial num adulto pode variar devido a factores como o esforço físico ou stress.
    87. 87. Hipertensão Arterial - Tratamento • Não existe cura, sendo por isso uma doença crónica. • Estilo de vida saudável permite controlar a doença. • Os hipertensos devem evitar actividades que aumentem a pressão arterial durante o esforço, como levantar pesos, por exemplo, sendo por isso uma boa escolha exercícios como a marcha, corrida, natação ou dança. • Fármacos, para controlar a doença.
    88. 88. Cancro Células crescem e dividem-se Formação de novas células Envelhecem e morrem Formação de células novas desnecessárias Células envelhecidas não morrem Conjunto excessivo de células Tumor
    89. 89. Cancro • Raramente colocam a vida do individuo em risco; • Removidos; • Regridem; • Não se espalham pelo organismo. • Mais Graves; • Pode levar à morte • Espalham-se facilmente pelo organismo • Remoção VS Crescimento
    90. 90. Cancro – Factores de Risco • Envelhecimento (maior probabilidade a partir dos 65 anos, no entanto pode ocorrer em qualquer idade) • Tabaco • Luz solar • Radiação ionizante • Determinados químicos e outras substâncias
    91. 91. Cancro – Factores de Risco • Alguns vírus e bactérias • Determinadas hormonas • Álcool • Dieta pobre • Falta de actividade física • Excesso de peso
    92. 92. Cancro - Sintomas • Espessamento, massa ou "uma elevação" na mama, ou em qualquer outra parte do corpo. • Aparecimento de um sinal novo, ou alteração num sinal já existente. • Ferida que não passa, ou seja, cuja cicatrização não acontece. • Rouquidão ou tosse que não desaparece. • Alterações relevantes na rotina intestinal ou da bexiga.
    93. 93. Cancro - Sintomas • Desconforto depois de comer • Dificuldade em engolir • Ganho, ou perda de peso, sem motivo aparente • Sangramento ou qualquer secreção anormal • Sensação de fraqueza ou extremo cansaço.
    94. 94. Cancro - Prevenção • A prevenção é efectuada através de hábitos saudáveis: • Alimentação saudável e equilibrada • Praticar exercício físico (desde que não haja contra- indicação médica)
    95. 95. Cancro – Prevenção (ALIMENTAÇÃO) • Limitar o consumo de gorduras saturadas e de alimentos ricos em açúcares e sal. • Reduzir o consumo de carnes vermelhas - preferindo carnes brancas (aves, coelho) e peixe. Os peixes gordos (sardinha, cavala, salmão) são fontes de ómega-3, que protegem contra o cancro. • Não comer alimentos pré-confeccionados - contém muito sal. Devem ser usadas ervas aromáticas e especiarias para temperar os pratos. • Não reutilizar as gorduras – usar azeite em vez de gordura.
    96. 96. Cancro – Prevenção (ALIMENTAÇÃO) • Ingerir bastantes vegetais - as hortaliças de cor verde escura (espinafres, couves, brócolos) contém sulfurafanos, além de fibra. • Incluir leguminosas na alimentação - os legumes de cor vermelha e roxa (tomate, beringela, beterraba) são ricos em licopeno (potente antioxidante). Contém também fibras, vitaminas e minerais. • Consumir cereais integrais - pelo seu alto teor em fibra. • Moderar o consumo de bebidas alcoólicas - o consumo excessivo de álcool aumenta o risco de desenvolvimento de cancro. Optar pela água.
    97. 97. Cancro - Diagnóstico • Análises • Radiografias • TAC (tomografia computorizada) ou PET (tomografia por emissão de positrões) • Ecografias • RM (ressonância magnética) • História clinica ou familiar • Biópsia
    98. 98. Cancro - Tratamento • O cancro pode ser tratado por diferentes especialistas, como sejam: cirurgião, oncologista, ginecologista, pneumologista, medicina interna, radioterapeuta. • O tratamento começa, geralmente, poucas semanas após o diagnóstico de cancro. • Objectivo: Controlo ou Cura. • Cirurgia, quimioterapia, radioterapia ou terapêutica hormonal ou biológica
    99. 99. Cancro - Tratamento • Adicionalmente, em qualquer estadio da doença, podem ser administrados medicamentos. • Controlo da dor e outros sintomas do cancro • Alivio dos possíveis efeitos secundários do tratamento. • Estes tratamentos são designados como tratamentos de suporte, para controlo dos sintomas ou cuidados paliativos.
    100. 100. Cancro – Tipos de Cancro • Mama: • A mamografia é a melhor forma para detectar o tumor em estadio inicial. • A partir dos 40 anos, • Mamografia anual ou de 2 em 2 anos
    101. 101. Cancro – Tipos de Cancro
    102. 102. • Colo do útero: • Teste Papanicolau, também chamado de esfregaço do colo do útero ou do cérvix, é usado para observar as células do colo do útero. • Num laboratório é, então, feito o rastreio de células cancerígenas ou de alterações que possam levar a cancro, incluindo alterações causadas pelo VPH (factor de risco mais importante para cancro do colo do útero). • De 3 em 3 anos. Cancro – Tipos de Cancro
    103. 103. Cancro – Tipo de Cancro
    104. 104. Cancro – Tipos de Cancro • Cólon e recto: • Testes de rastreio para detectar pólipos (massas), tumores, ou outras alterações no cólon e no recto • A partir dos 50 anos, deverá ser feito o despiste do cancro do cólon e recto. • Sangue oculto nas fezes • Colonoscopia • Toque rectal
    105. 105. Osteoporose • Se não for prevenida ou tratada precocemente, a perda de massa óssea vai aumentando progressivamente, de forma assintomática, sem manifestações, até à ocorrência de uma fractura. Doença óssea sistémica, onde se verifica uma densidade mineral óssea diminuída e alterações da microarquitectura e da resistência óssea aumento da fragilidade óssea e consequentemente um maior risco de fractura.
    106. 106. • Há fracturas osteoporóticas que ocorrerem com um traumatismo mínimo, que não provocaria fractura dum osso normal, sendo por isso também denominadas de fracturas de fragilidade. • Risco aumentado nas mulheres após a menopausa e homens e mulheres com > 65 anos. Osteoporose
    107. 107. • História familiar de fractura • Estrutura pequena e magreza excessiva • Dieta pobre em cálcio • Consumo excessivo de álcool • Tabagismo • Vida sedentária • Consumo de determinados medicamentos (cortisona). Osteoporose – Factores de Risco
    108. 108. • Fracturas com pequenos traumatismos (especialmente das vértebras, anca e punho) • Perda de altura > 2,5cm • Aparecimento de corcunda ou ombros descaídos para a frente, existindo uma aproximação das costelas aos ossos da bacia e proeminência do abdómen • Dor nas costas súbita, intensa e inexplicável. Osteoporose - Sintomas
    109. 109. Osteoporose - Sintomas
    110. 110. Osteoporose - Causas Osteoporose Primária Osteoporose Secundária Não há patologia subjacente que justifique a sua ocorrência Diminuição de estrogénios após a menopausa e/ou de uma aquisição insuficiente de massa óssea, durante a fase de crescimento do individuo. Perda óssea resulta de uma doença, de um distúrbio alimentar ou de medicação.
    111. 111. Osteoporose – Causas • Deficiência de estrogénios (hormonas femininas) • Numa mulher saudável e jovem a formação e a reabsorção óssea encontram-se em equilíbrio, permitindo que a massa óssea se mantenha constante. • Na mulher pós-menopausa, esta reabsorção óssea aumenta, havendo uma perda de massa óssea e redução da resistência óssea, levando à osteoporose e fracturas.
    112. 112. Osteoporose - Causas • Doenças genéticas, • Hipogonadismo (défice de hormonas sexuais), • Doenças endócrinas (hormonais), • Doenças gastrintestinais, • Doenças hematológicas (doenças do sangue), • Doenças auto-imunes (como a artrite reumatóide), • Deficiências nutricionais, • Distúrbios alimentares, • Alcoolismo, • Doenças crónicas sistémicas, tais como doença renal grave.
    113. 113. Osteoporose – Diagnóstico • Baseado na diminuição da massa óssea, indicada pelos valores da densidade mineral óssea (DMO). • Índice T descreve a diferença entre a massa óssea actual do indivíduo e a massa óssea da população de adultos jovens. • Desvio padrão (DP)
    114. 114. • De acordo com a OMS: • Índice T tiver valores < -2,5 DP => Osteoporose • Índice T entre -1 e -2,5 DP => Osteopenia • Valores > -1 são considerados normais. • Podem ser usados exames complementares, como exames físicos, radiografias convencionais e exames laboratoriais (determina ou exclui causas secundárias da perda óssea). Osteoporose – Diagnóstico
    115. 115. Osteoporose - Tratamento • Medicação: aumenta a massa óssea, com intuito de reduzir o risco de fractura • Suplementos de cálcio e vitamina D (comprimidos, pastilhas para mastigar ou pó para dissolver), que devem ser tomados após as refeições e analgésicos. • O aumento do nível de actividade física também se torna um complemento do restante tratamento.
    116. 116. Osteoporose – Cuidados Posturais Postura não alinhada correctamente Maior pressão sobre a coluna Aumento do esforço dos músculos e ligamentos Dores nas costas e maior risco de fractura vertebral
    117. 117. • Dobrar os joelhos e inclinar-se a partir das ancas, em vez de dobrar a partir da cintura; • Manter as costas direitas e bem apoiadas • Manter os braços junto ao corpo, repartindo as cargas e usando os dois braços para agarrar objectos pesados. Osteoporose – Cuidados Posturais
    118. 118. Osteoporose – Cuidados Posturais
    119. 119. Resumo • Doenças Sexualmente Transmissíveis • SIDA, Sifilis, Gonorreia, Clamidia, VPH, Hepatite B e Herpes Genital • Comportamentos preventivos • Uso de preservativo, evitar múltiplos parceiros sexuais, uso de líquidos desinfectantes, evitar partilha de agulhas contaminadas, consultar um médico sempre que exista alguma alteração ao nível dos genitais, fazer rastreios regulares
    120. 120. Resumo • Comportamentos de Risco • Relações sexuais desprotegidas • Múltiplos parceiros sexuais • Uso de material não esterilizado • Partilha de objectos pessoais • Doenças da actualidade

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